domingo, 31 de janeiro de 2010

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As Pirâmides Perdidas de Caral (Parte 5)

Tatuapeense vive aventura inusitada






Tatuapeense faz expedição sozinho para estudar culturas da margem do Titicaca

Um pesquisador que mora no Tatuapé está prestes a dar início a uma aventura emocionante: percorrer cerca de 1200 km a pé na fronteira entre Peru e Bolívia para estudar história, arqueologia, lendas, mitos e costumes dos povos da região.

Entre agosto e outubro desse ano, o pesquisador e expedicionário paulista Dalton Delfini Maziero, morador do Tatuapé, estará realizando uma façanha: percorrer cerca de 1200 km a pé, em volta do lago Titicaca, o mais alto lago navegável do mundo, que fica na fronteira entre Peru e Bolívia, a uma altitude média de 4 mil metros. Essa expedição, denominada Projeto Titicaca, tem como meta estudar a história, lendas, mitos e costumes dos povos que habitaram e habitam ainda hoje as margens do lago. O resultado final desse trabalho será a publicação de um diário de viagem, exposição fotográfica, e palestras para escolas e universidades.

Para tanto, desde abril, Maziero vem desenvolvendo uma pesquisa histórica sobre o assunto. A expedição em si deverá ocorrer de agosto a outubro. Novembro e dezembro serão reservados para complemento de pesquisa e elaboração de um livro. Em janeiro o livro será finalizado e entregue. O expedicionário conta com o patrocínio de Solar Campestre e Aliada - Assessoria de Comunicação, Promoção e Eventos, além apoio da Academia Dandy Sports, que está treinando o historiador para esse projeto. No entanto, o Titicaca não deverá ser o único ponto a ser visitado pelo expedicionário. Ele é o primeiro trabalho do Projeto Vento Sul, também de Maziero. O Vento Sul, criado este ano, tem como objetivo pesquisar e divulgar conhecimentos em história e arqueologia por meio da realização de expedições científicas.

Escolha
O interesse pelo Titicaca, segundo Maziero, veio do fato de conhecer o local e de ter estudado o Titicaca desde a formação do lago até a época da conquista espanhola. De acordo com ele, isso o fez compreender não só o processo geológico como o de desenvolvimento humano. Maziero identifica o lago como pólo cultural muito forte, cheio de lendas e mitos. Ele afirmou que a primeira civilização lá estabelecida, a Viscachan, remonta 8.500 anos aC. Depois dela vieram grandes civilizações como Chiripa, Pucara e Tiwanaku. Elas foram fragmentadas em pequenos grupos que lutaram pela posse da região até a chegada do Império Inca, seguido pela colonização espanhola. Além disso, devido à água e a posição estratégica, a região do lago sofreu influências de culturas da cordilheira, litorâneas (Pacífico) e da floresta.

Todas essas culturas deixaram marcas, mesmo sendo influenciadas ou soterradas pelas posteriores. E é por meio de conversas com a população, entrevistas com historiadores, professores e arqueólogos da região, e acima de tudo, pela vivência da cultura, que Maziero quer identificar essas marcas.

Viagem
Maziero deverá iniciar a partir da cidade de Puno, a de maior estrutura nas proximidades do lago. Se afastará mais de 100 km do lago em dois momentos: a Sul, para visitar a caverna de Mazocruz, que tem um mural de 26 metros, e a Norte, para visitar ruínas da cultura Mollo. Os dois lugares são importantes sítios arqueológicos. Durante toda a viagem o pesquisador estabelecerá contato com familiares e amigos, mas em alguns locais, Maziero ficará incomunicável. Ele não receberá qualquer tipo de auxílio e terá, como única companheira, uma mochila de 18 kg com itens essenciais: filmes, duas máquinas fotográficas, roupa própria para enfrentar a neve nas altas altitudes, barraca e saco de dormir polares (agüentam baixas temperaturas), botas, kit de socorros e um fogareiro. A comida deverá ser adquirida nas regiões por onde ele vai passar.

Provavelmente, voltando de viagem, Maziero terá muito o que contar, inclusive sobre a engenhosidade dessas culturas antigas. Bons exemplos disso ele já dispõe hoje: há pouco tempo, arqueólogos redescobriram um sistema de plantio utilizado pelos povos antigos, que foi esquecido e soterrado com a colonização espanhola. Os Camellones - que remete às corcovas de camelos - aumenta a produção, tanto em quantidade quanto em tamanho dos produtos, em até cinco vezes. Trata-se do aproveitamento de áreas alagadas por meio da construção de "corcovas" de terra. Pequenos morrinhos que protegem as plantações das geadas e aproveitam a umidade natural e a terra fértil desses locais.

Outras engenhosidades são a utilização de grampos de metal para segurar construções quando de abalos sísmicos, modelagem de pedras para funcionarem como amplificadores e um método extraordinariamente simples de quebra de pedra. Eles utilizavam pedaços de madeira secos, que eram inseridos no veio da pedra, em fendas produzidas pelo homem, e posteriormente molhadas. A pedra fragilizada partia-se com a força da expansão da madeira. A cultura Urus também tem um costume pitoresco, ainda existente, do qual já falavam os espanhóis na época da invasão. Eles constroem ilhas artificiais com junco. Comunidades inteiras vivem nessas ilhas navegando no lago Titicaca. O junco em contato com a água se estraga em média de seis em seis meses, sendo substituído aos poucos pela parte da superfície da ilha.
Lago Titicaca

Para Maziero, a importância do Lago Titicaca não pode ser medida facilmente. Pela sua grandiosidade, ganhou, desde tempos remotos, uma importância vital para os povos da Cordilheira. Por lá se fixaram grandes impérios, cujas cidades, já no tempo dos Incas, não passavam de impressionantes ruínas. O Titicaca também teve povos guerreiros, que continuam sendo lembrados nas lendas regionais pela sua ferocidade, como os Lupakas (Homens-Sol) e Pakajes (Homens-Condor).

Suas águas geladas e límpidas guardam até hoje inúmeros mistérios arqueológicos, que fascinam os pesquisadores há décadas. Nos Ayllus (comunidades indígenas), ou mesmo nas cidades, proliferam as lendas sobre templos e ruínas pré-incaicas, submersas por um grande dilúvio em data remota, e sobre tesouros Incas atirados nas profundezas do lago no intuito de não caírem nas mãos dos espanhóis. Como se não bastasse, suas ilhas são reconhecidas na mitologia indígena como o ponto inicial da Gênese incaica, local onde surgiu o primeiro casal que deu origem ao grande Império Inca. Os indícios arqueológicos de ruínas como Tiwanaku e Sillustani atestam o alto grau de civilização de seus habitantes.

Formação
Sonhando ser arqueólogo desde criança, Maziero diz ter sempre pensado em expedições. Sua recordação mais remota é a de ter ficado fascinado pela Antiguidade ao ver um livro sobre o Egito Antigo. Em 1989, o paulista Dalton Delfini Maziero, hoje com 30 anos, formou-se em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC, tendo direcionado seus estudos para as culturas Pré-Colombianas e Período Colonial Americano. Desenvolveu, em 1988, um projeto de pesquisa em Iniciação Científica sobre o tema "Pirataria em São Paulo - Séc. XVIII". Em 1989, trabalhou no Departamento de Patrimônio Histórico da Prefeitura, quando desenvolveu atividades na organização de Arquivo Iconográfico. Completou em 1990, o I Curso Horizonte Geográfico de Arqueologia e desenvolveu iniciação arqueológica no sítio Calçada do Lorena, na Serra do Mar. Formou-se em 1992 no VII Curso de Organização em Arquivos Históricos pelo IEB-USP.

De 1994 a fevereiro de 1997, trabalhou no Arquivo Histórico Wanda Svevo, da Fundação Bienal de São Paulo, organizando documentação histórica e biblioteca. Ao conseguir patrocínio do Solar Campestre, da Aliada - Assessoria de Comunicação e Eventos e da Academia Dandy Sports, abandonou o emprego e montou o Projeto Vento Sul, cujo primeiro trabalho é o Projeto Titicaca. Praticante de camping selvagem e montanhismo há 16 anos, Dalton tem experiência expedicionária. Em 1986 viajou ao Peru e Bolívia pela primeira vez, percorrendo o Altiplano Boliviano e o Deserto de Nazca.

Já em 1988, voltou ao Peru de intuito de aprofundar seus conhecimentos na cultura incaica. Em 1990 atravessou o deserto do Atacama pela primeira vez, ao norte do Chile. Ainda neste ano percorreu o Parque Nacional de Lauca, situado a 5 mil metros de altitude. Em 1991 percorreu o deserto da Patagônia e Estreito de Magalhães, no extremo sul da América. Praticou trecking na região de Torres Del Paine. Em 1994 voltou a percorrer regiões remotas do Deserto do Atacama, no Chile. Como resultado dessa viagem, realizou, junto com Cláudio Delfini, a exposição fotográfica Atacama: o silêncio do deserto, que permaneceu na estação Santa Cecília do Metrô de 19/10 a 20/11 de 1994.

Fonte: Brasil, Jornal Tatuapé News (17/07/1997)

sábado, 30 de janeiro de 2010

Pese a las fuertes lluvias, ciudadela de Machu Picchu y restos arqueológicos no sufrieron daños


Foto: Intacta. Vista aérea tomada ayer de la ciudadela de Machu Picchu que, gracias a la ingeniería hidráulica inca, resistió a los embates de la naturaleza. (FOTO: Sepres)

Cámara de Comercio del Cusco aseguró que gracias a la ingeniería aplicadada por los incas, sitios resistieron los embates de la naturaleza

El presidente de la Cámara de Comercio del Cusco, Carlos Milla, afirmó que, en medio de las pérdidas y los sinsabores dejados por las lluvias e inundaciones en Cusco, hay una excelente noticia: Machu Picchu y todos los restos incaicos cusqueños resistieron perfectamente las precipitaciones y están intactos.

“La gran noticia es que Machu Picchu, como todos los sitios que hicieron nuestros antepasados, está incólume, ha resistido perfectamente los embates de la naturaleza, primero, porque está construido en altura; y segundo, porque tiene todos los drenajes hechos en aquella época, los que no han sufrido en absoluto. Esa es una excelente noticia”, aseguró a la agencia Andina.

En ese sentido, el funcionario refirió que si bien la actividad económica se verá seriamente perjudicada en la región, afectando a cerca de 175 mil empleos directos e indirectos, a corto plazo el turismo recobrará toda su fuerza, gracias a que los atractivos de Cusco se encuentran perfectamente.

Fonte: Peru, http://elcomercio.pe/ (30/01/2010)

Restablecen desde ayer ingreso de Turistas a Pisac y Ollantaytambo

Luego de la evaluación técnica realizada, en forma conjunta por el Boleto Turístico del Cusco y el INC, se dispuso el restablecimiento del ingreso de los visitantes nacionales y extranjeros a los Parques Arqueológicos de Pisaq y Ollantaytambo. En consecuencia el acceso a todos los complejos arqueológicos del Cusco está totalmente normalizado a fin que nuestros visitantes tengan el mágico encuentro con la historia precolombina así como con los diversos centros culturales.

Del mismo modo se precisó que han sido intensificados los trabajos de limpieza de los deslizamientos de tierra presentados en las vías de acceso a los parques arqueológicos y continúa el monitoreo y evaluación en los 17 parques y en el casco monumental del Cusco.

De otro lado, el Director del Parque Arqueológico de Machupicchu, Fernando Astete Victoria, informó que del 01 al 28 de febrero se procederá a realizar trabajos de mantenimiento como el reacondicionamiento, conservación, limpieza y adecuación de los campamentos, reforestación, limpieza integral y trabajos de mantenimiento a lo largo de la red de Caminos Inka y de los diferentes conjuntos arqueológicos que se ubican en el área del Santuario Histórico de Machupicchu. Sin embargo sería oportuno que para mostrar una imagen de normalidad se aceleren los trabajos a fin de establecer el tránsito por la mencionada ruta apenas se restablezca el servicio de trenes en la ruta Cusco – Aguas Calientes.

Sobre el proceso de mantenimiento del Camino Inca, Astete Victoria, explico que desde el año 2002, que entro en vigencia el Reglamento de Uso del Camino Inka, el Instituto Nacional de Cultura, anualmente realiza dicha labor. Este año durante el mes de Febrero, se ejecutaran trabajos de limpieza y re lastrado de las plataformas donde los turistas instalan sus carpas, acondicionamiento y limpieza de canales de evacuación de aguas pluviales que se hallan colmatados, erradicación de plantas invasoras como el pasto “gordura”, manejo y corte de vegetación del borde del camino.
La limpieza y mantenimientos se cumplirá en aproximadamente 40 kilómetros del Camino Inka y en los campamentos de Piscacucho, Cusichaca, Jatuncancha, Huayllabamba, Llulluchapampa, Pacasmayo Alto, Chaquicocha, Phuyupatamarca y Wiñaywayna.

Fonte: Peru, www.diariodelcusco.com/ (30/01/2010)

RESTAURAN MURO PERIMÉTRICO DE CIUDADELA DE CHAN CHAN

PATRIMONIO - Renacer Chimú

Labores de puesta en valor comprenden paredes de más de seis siglos
También se trabaja en área dedicada a depósito y audiencias


[Trujillo] Un grupo de especialistas trabaja en la restauración de uno de los muros perimetrales de más 600 años de antigüedad que protege al conjunto Nik-An, perteneciente al complejo arqueológico de Chan Chan, en la provincia de Trujillo (La Libertad).

Cristóbal Campana, director de la Unidad Ejecutora 110, encargada de la restauración y conservación de la ciudadela de barro, sostuvo que las obras culminarán en 90 días y consisten en reconstruir las partes dañadas de este muro.

Rescate
El funcionario precisó que se ha colocado en la zona, ubicada al ingreso al conjunto, andamios que permitirán ejecutar los trabajos sin dañar las estructuras de adobe, que alcanzan los diez metros de altura. Con esta obra se habrá culminado la restauración de todo el perímetro del conjunto amurallado Nik-An, compuesto por cuatro grandes murallas, remarcó.

También se llevan a cabo trabajos de conservación en el área de depósito, en la sala de audiencias y otros, lo que permite obtener conocimientos sobre el posible uso del sitio y la secuencia constructiva, agregó. En estas zonas se pondrá un sistema de señalización para una mejor ilustración al turista, dijo Campana.

La inversión pública para esta tarea supera el millón y medio de nuevos soles y da trabajo a más de un centenar de personal calificado. Estos trabajos se suman a las tareas de rescate y restauración emprendidas por la Unidad Ejecutora 110 en los últimos tres años.

Chan Chan es una de las principales atracciones turísticas de la costa norte peruana. Se trata de la ciudad de barro más grande del mundo y fue la capital de la cultura Chimú. Fue declarada Patrimonio de la Humanidad por la Unesco en 1986 e incluida en la Lista del Patrimonio de la Humanidad en peligro.

Cifras
207 metros es la extensión de muro que es restaurado en Chan Chan.
4.5 km. de murallas se restauraron en últimos años.
136 personas, entre arqueólogos, ingenieros y restauradores, trabajan en complejo Nik-An de Chan Chan.

Fonte: Peru, www.elperuano.com.pe/ (29/01/2010)

ARQUEÓLOGOS SE QUEJAN DE OCUPACIÓN ILEGAL DE SITIOS EN EL NORTE CHICO, COMO EN VISPÁN

Por encima del patrimonio
Denuncian que estos casos se generan por traficantes de terrenos
Problemas se iniciaron con nuevo tramo de Panamericana Norte


Alonso Mesía

La provincia de Huaura, lugar que concentra diversos centros arqueológicos declarados intangibles por el Instituto Nacional de Cultura, se ve afectada por constantes invasiones, como la que diéramos cuenta ayer en Vispán, cerca de Huacho. Hace más de un año y medio, apenas construido el nuevo tramo de la carretera Panamericana que evita ingresar en esa ciudad, centros arqueológicos, como el mencionado Vispán, Cerro Colorado, entre otros, se vieron inmediatamente expuestos a esta amenaza.

El más escandaloso de todos es probablemente el caso del cerro de Vispán, perteneciente a la cultura Chancay y en el que existe un conjunto de edificaciones prehispánicas. A metros del letrero en que el INC lo declara intangible, descansan sobre otro panel las letras que le dan nombre a la invasión: “Asentamiento Humano Los Olivos de Vispán”.

Pero, contrario a lo que se pudiera pensar, esta ocupación ilegal no ha sido cometida por personas sin vivienda ni de recursos muy escasos. Según declaraciones de autoridades de la municipalidad distrital y del arqueólogo Alejandro Chu, quien visitó dicho complejo el año pasado y que tiene a su cargo el cercano sitio de Bandurria, la mayoría de los invasores contaría con otras propiedades. Chu, ante esto, denuncia que podría estarse realizando un tráfico de tierras, actividad bastante común en esta localidad.

El arqueólogo Walter Tosso, especialista de la cultura Chancay y que tuvo a su cargo el reconocimiento de la zona en 2000-2001, recuerda que advirtió acerca del problema de la construcción de un acceso vial en la zona. La carretera, le resultaba evidente, traería invasiones.

Agrega que a pesar de que las zonas arqueológicas estaban delimitadas y señalizadas, su ocupación estaba dentro de lo probable, tal como sucedió. Ahora, ya acaecido el caso de Vispán, se debaten soluciones y éstas aparecen apuntar básicamente en una misma dirección.

Las respuestas
Alejandro Chu cuenta una anécdota reveladora, en la que puede vislumbrarse una posible solución. Cerro Montero, otro complejo arqueológico de esta región, fue liberado de sus invasores el año pasado. La razón fue la rápida movilización del sector privado, que desalojó, con apoyo de las autoridades, a los usurpadores del predio.

Sin embargo, este acontecimiento da fe de que existe la posibilidad de salvaguardar estas zonas, lo que hace falta es un real compromiso. El arqueólogo Tosso es partidario de la intervención estatal. Para el especialista, la única respuesta al problema de las invasiones es la pronunciación inmediata y presta de las autoridades competentes.

La sociedad Chancay, cuyo estudio es el principal afectado con estas invasiones, corresponde al intermedio tardío y se ubicaba en la costa central. Destacó en la arquitectura y la cerámica. Esta última virtud es la razón de que sea tan codiciada por los huaqueros y que sea escaso su legado conservado en museos.

Datos
Estos complejos arqueológicos se ubican entre los kilómetros 150 y 160 de la Panamericana Norte. La mayoría de estos sitios pertenecen a la cultura Chancay, cuyos entierros son ricos en ofrendas.

Fonte: Peru, www.elperuano.com.pe/ (29/01/2010)

Descubren sarcófago maya


Arqueologo Juan Yadeun Angulo

Calculan que tiene más de mil años y se encontró en la zona arqueológica de Toniná.

Especialistas del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH-Conaculta) descubrieron un sarcófago de más de mil años de antigüedad en la Acrópolis de la Zona Arqueológica de Toniná, Chiapas, que podría contribuir a explicar la caída de la antigua cultura maya, dada su correspondencia con ese momento, 840 – 900 d. C. Por sus características el sepulcro es comparado con el de la “Reina Roja”, en Palenque.

En el interior del ataúd prehispánico se halló una olla y un cráneo con huellas de deformación y fracturado en varias partes, así como huesos largos dispuestos en forma de cruz. Los expertos han expresado que los restos óseos encontrados podrían corresponder a un individuo de filiación maya, aunque no han precisado la temporalidad.

El arqueólogo Juan Yadeun Angulo, responsable de la investigación y conservación de la Zona Arqueológica de Toniná, en el municipio de Ocosingo, informó que se trata de un sarcófago de piedra que mide 2 metros de largo por 70 centímetros de ancho, con una profundidad de 60 centímetros, y en cada una de sus esquinas tiene soportes en forma de botón. Así mismo tiene una lápida de las mismas dimensiones, con un espesor de 15 centímetros.

Abundó que la tumba fue descubierta durante los trabajos de la más reciente temporada de campo en el sitio de Toniná, los cuales concluyeron a finales de 2009. El descubrimiento se registró cuando se realizaban labores de nivelación del piso y se detectó una alteración en la quinta plataforma de la Acrópolis, lo que dio paso a la exploración arqueológica.

“Este tipo de sarcófago es único en el México antiguo, y en cierto sentido es parecido al de la “Reina Roja” —descubierto en 1994 en Palenque—, tanto por su tamaño como por carecer de inscripciones”.

El arqueólogo del INAH abundó que la osamenta —de la que se encontraron porciones fuera del sepulcro—, debió corresponder a un personaje de alta jerarquía, probablemente una mujer o un menor, pues los lóbulos oculares son reducidos. Diversos estudios, entre ellos de antropología física, que se llevarán a cabo en la Dirección de Estudios Arqueológicos del INAH, determinarán con precisión este aspecto y su filiación étnica.

El encargado de la Zona Arqueológica de Toniná anotó que al interior de la cripta también se encontró una olla globular con tapa —del llamado estilo chib—, que contenía huesos que fueron hervidos y fragmentados, cuya temporalidad no se corresponde con la del ataúd.

“Diversos elementos del hallazgo señalan que la tumba permaneció inalterada durante más de 500 años a partir de 900 d. C., aproximadamente, y hasta 1490, momento en que se estableció un cacicazgo tzeltal en Toniná, que comenzó a reocupar los edificios y abrió las tumbas para extraer los objetos de origen maya, al tiempo que colocaba nuevas ofrendas.

“La tumba que encontramos presenta alteraciones, porque fue abierta en una parte, alrededor de 1490-1495, por gente de origen tzeltal, que apartó algunos componentes originales, sobre todo la cerámica, repartiéndolos por el derredor del sarcófago. Los huesos que quedaron los empujaron hacia una sección del mismo y colocaron la olla con tapa que contenía los huesos hervidos”.

Yadeun Angulo apuntó que la antigüedad de la tumba de piedra (que aún no se específica si fue elaborada con roca volcánica o caliza), corresponde al lapso de 840 – 900 d. C., de allí que representa un periodo que vendría a llenar un vacío en la línea del tiempo, entre la última inscripción maya registrada en Toniná, en 840 d. C., y las posteriores de influencia tolteca, de 903-910.

Este hallazgo, consideró, permitirá contar con nuevos elementos sobre el colapso de la antigua civilización maya, saber con precisión “quiénes fueron los causantes del declive, si fue gente local influenciada por grupos del Altiplano, o venida directamente de esta parte de Mesoamérica o de lo que hoy es Tabasco”.

De acuerdo con el experto, una de las teorías sobre la caída de los reinos mayas apunta al arribo de pueblos (con la denominación de toltecas) del Altiplano Central a la región maya. Se trataba de grupos de carácter corporativo, ejércitos grandes, que quizá procedían del área de Puebla-Tlaxcala, la Costa del Golfo y Oaxaca, ligados al mismo tiempo a Tula.

“En 840 d. C., hubo una transformación muy importante en las urbes mayas, dejó de haber representaciones escultóricas e inscripciones, lo que se ha interpretado como un abandono masivo de los asentamientos.

“Lo anterior quiere decir que, para esos tiempos, en el México Antiguo se estaba suscitando una revolución, al caer las dinastías y asumir el poder grupos de guerreros”, concluyó el especialista Juan Yadeun.

Cabe mencionar que especialistas del INAH extrajeron la olla hallada en el sarcófago para garantizar su conservación y evitar su deterioro, y quedará sujeta a un proceso de restauración.

Fonte: México, www.inah.gob.mx/ (27/01/2010)

Expo de Teotihuacán fue la más exitosa de museo francés

AFP

París, Francia.- La exposición dedicada a Teotihuacán, la misteriosa "Ciudad de los Dioses", que cerró el 24 de enero, ha sido la más exitosa en la historia del museo parisino del Quai de Branly, se anunció en París.

De acuerdo con cifras proporcionadas por el museo, "Teotihuacán, ciudad de los dioses", que fue la primera gran exposición dedicada en Francia a Mesoamérica, registró una frecuentación de 235 mil 723 visitantes en sólo 99 días de apertura.

Esta cifra significa "un récord en términos de frecuentación en lo que se refiere a exposiciones temporales realizadas desde la inauguración del Museo del Quai Branly, en junio de 2006", subrayó un comunicado de la embajada de México en Francia.

Esa cifra representa un promedio de 2 mil 381 personas diarias, precisó el comunicado, recordando que debido al éxito de la exposición, el museo organizó por primera vez seis visitas nocturnas durante los dos últimos fines de semana de la muestra.

En esos días, el museo parisino -que expuso alrededor de 450 piezas provenientes de esta metrópoli precolombina, que irradió su influencia a toda Mesoamérica entre los siglos II y VII- estuvo abierto hasta la medianoche.

Fonte: México, www.oem.com.mx/elsoldemexico/ (26/01/2010)

Investigadores valencianos hallan en la selva de Guatemala un mascarón maya


Valencia, 25 ene (EFE).-Un equipo de investigadores de la Universidad Politécnica de Valencia y de la Universidad de Valencia han hallado, en plena selva guatemalteca, un mascarón maya decorado datado entre los años 300 y 600 después de Cristo, que ha permanecido oculto durante siglos bajo la frondosa vegetación que cubre las ruinas arqueológicas de Chilonché, al norte de Guatemala.

Los responsables del proyecto, financiado por los ministerios españoles de Cultura y el de Ciencia e Innovación, han destacado la importancia del hallazgo ya que, según estiman los expertos, la pieza hallada podría ser, cronológicamente, de una época bastante anterior a la arquitectura visible de este asentamiento maya, según ha explicado a EFE Gaspar Muñoz Cosme, del departamento de Composición Arquitectónica de la UPV.

De ahí su relevancia, “ya que nos da unos datos científicamente muy importantes para conocer mejor la arquitectura de este entorno y de sus antiguos pobladores mayas”, según ha señalado Gaspar Muñoz, quien encabezó los trabajos de documentación y conservación.

Se trata de un mascarón estucado, de grandes proporciones (mide aproximadamente 2,8 por 3 metros en planta y una altura visible de 1′50 metros) y en buen estado de conservación, que fue descubierto hace varios meses de forma fortuita por los investigadores valencianos cuando examinaban las antiguas edificaciones mayas del sitio arqueológico de Chilonché, donde la presencia de túneles de saqueo es muy numerosa en la zona, ha indicado el arquitecto.

“Fue en el interior de uno de estos túneles, construidos por saqueadores que roban objetos antiguos para venderlos en el mercado negro, donde tuvimos la sorpresa de encontrarnos con este espectacular mascarón, hecho de estuco y que incluso conserva algunos de sus colores originales”, ha señalado Gaspar Muñoz.

El investigador ha destacado todavía con asombro el buen estado de conservación de esta monumental escultura arquitectónica, esculpida sobre piedra caliza. Dentro de la cultura maya son tradicionales estos elementos ornamentales que representaban a las fuerzas de la naturaleza o, como en este caso, a seres sobrenaturales con rasgos de divinidades y que formaban parte de la decoración de las antiguas edificaciones de la cultura maya, que han quedado escondidas bajo grandes montículos de tierra y vegetación, y que poco a poco los arqueólogos van desenterrando.

Dada la magnitud del hallazgo, los investigadores valencianos informaron rápidamente a las autoridades guatemaltecas para dotar de mayores medidas de seguridad a la zona, de modo que puedan evitarse los saqueos, algo por otra parte muy frecuente en la zona.

Al mismo tiempo, el equipo de profesores, profesionales e investigadores de las UPV y la UV, especializados en arqueología, restauración y conservación de estucos y en restauración de arquitectura maya, se puso a disposición de los responsables del Patrimonio Cultural de Guatemala para colaborar en los trabajos de salvamento y restauración del citado mascarón.

“Hemos tomado datos y realizado el levantamiento topográfico de la zona, con apoyo de profesorado de la UPV, y también propuesto las primeras medidas para la protección y conservación del mascarón”, según ha detallado el profesor Gaspar Muñoz.
El investigador ha calificado de “espectacular” la información que el hallazgo ha arrojado hasta el momento y apunta que habrá que esperar los resultados de laboratorio para saber con mayor precisión su antigüedad”.

“Además los investigadores confían en encontrar un segundo mascarón, dado que éstos suelen construirse de forma simétrica, ha agregado Gaspar Muñoz.
De hecho, muchas de las monumentales estructuras mayas estaban decoradas con murales y adornos de estuco, de las que aún hoy se conservan buen testimonio como este mascarón”, ha señalado.

Este importante hallazgo se enmarca dentro del proyecto La Blanca que, desde hace más de seis años, vienen desarrollando ambas universidades valencianas con la colaboración de la Universidad de San Carlos de Guatemala. El objetivo es rescatar el patrimonio cultural del sitio arqueológico La Blanca.

El proyecto no sólo recupera patrimonio arquitectónico, sino que busca poner en valor las ruinas “como un motor económico y social para mejorar sus condiciones de vida”, según ha explicado el arquitecto y profesor de la UPV, Gaspar Muñoz, codirector de este proyecto, junto con la profesora y arqueóloga de la UV, Cristina Vidal.

Estas ruinas mayas están enclavadas dentro del Departamento de El Petén, el más septentrional de Guatemala y considerado por los expertos como el corazón de la desaparecida cultura maya, y en donde se encuentran ciudades como Naranjo, Nakum o, la más conocida últimamente gracias al turismo, Tikal.

Fonte: EPA, http://historiayarqueologia.wordpress.com/ (26/01/2010)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Tumba descoberta pode ajudar a explicar fim do império maia



Sepulcro encontrado no sul do Mèxico mistura artefatos maias e da cultura que os sucedeu, os toltecas
Associated Press

TONINA, México - Arqueólogos mexicanos descobriram uma tumba de 1.100 anos, do período de decadência da civilização maia, e que, esperam, poderá ajudar a entender o que aconteceu com essa cultura.

O arqueólogo Juan Yadeun disse que a tumba, e cerâmicas de uma outra cultura encontradas dentro dela, podem revelar quem ocupava a área maia de Tonina, no Estado de Chiapas, depois que o período clássico dos maias começou a desaparecer.

Especialistas mencionam guerras civis entre os maias, ou degradação ambiental, como possíveis causas da queda da cultura, começando a partir do ano 820 da Era Comum.

Mas Yadeun, que supervisiona o sítio arqueológico de Tonina para o Instituto Mexicano de Antropologia e História, disse que os artefatos da cultuar tolteca encontrados na tumba podem indicar outra explicação. Ele disse que a tumba data de entre 840 e 900.

"Está claro que essa é uma nova onda de ocupação, de pessoas que construíram esta tumba no estilo tolteca", disse Yadeun. "Isto é muito interessante, porque veremos, pelos ossos, quem essas pessoas são, depois do império maia".

Os toltecas eram originários das terras altas do México central, e aparentemente expandiram sua influência para as áreas de poderio maia, no sul. Acretia-se que dominaram o centro do México a partir da cidade de Tula - ao norte ad atual Cidade do México - entre os séculos 10 e 12, antes que os astecas atingissem proeminência.

Arqueólogos que não estão envolvidos na escavação pediram cautela antes que se tirem conclusões a partir de um só achado, destacando que o império maia cobria uma grande área.

Fonte: Brasil, www.estadao.com.br/ (29/01/2010)

Pesquisa arqueológica de Sambaquis revela pré-história do Maranhão


Sítios arqueológicos formados por amontoado de conchas, restos alimentares e cultura material há muito tempo são referência para a pesquisa arqueológica e o passado pré-histórico do Estado do Maranhão.

Já na década de 1930, por influência das pesquisas do eminente pesquisador maranhense Raimundo Lopes, ligado ao Museu Nacional-RJ, o Sambaqui do Pindaí localizado em Passo Lumiar na Ilha de São Luís, foi tombado pelo Governo Federal por preservar relíquias de antigos povos indígenas. O patrimônio arqueológico foi protegido anteriormente ao decreto lei n° 3.924/61 que salvaguarda todo sítio arqueológico como Patrimônio da União. Atualmente esse sambaqui encontra-se totalmente destruído por ações antrópicas (construção de estradas, residências, extração de terra preta, etc).

Outro pesquisador que deu visibilidade a ocupação humana pré-histórica da Ilha de São Luís foi Mário Ferreira Simões ligado ao Museu Paraense Emílio Goeldi que realizou na década de 1970 o Projeto São Luís. A pesquisa inspecionou oito sambaquis com o objetivo de comparar os sítios residuais de São Luís com os do litoral leste e litoral paraense. Essas pesquisas resultaram nas primeiras datações para os assentamentos humanos pré-históricos do Estado do Maranhão, em torno de 2.686 anos antes do presente. O grande contributo da investigação foi a comprovação da ocorrência de cerâmica no registro arqueológico desses tipos de sítios, até então uma realidade apenas para o Litoral equatorial amazônico. Infelizmente o material evidenciado permanece sem uma análise aprofundada.

Em andamento desde 2004 as pesquisas do arqueólogo maranhense Arkley Bandeira do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo no Parque Estadual do Bacanga já foram tema da sua dissertação de mestrado sobre a ocupação de povos pescadores-coletores-caçadores-ceramistas do Sambaqui do Bacanga. As escavações nesse sambaqui favoreceram o estabelecimento de um contexto arqueológico inédito para o litoral maranhense, reinserindo os sambaquis cerâmicos do Litoral Equatorial Amazônico na pauta mais recente da Arqueologia Brasileira.

Atualmente o arqueólogo desenvolve o Projeto Sambaquis do maranhão na sua pesquisa acadêmica de doutorado da referida instituição, cujos objetivos são a caracterização dos grupos de pescadores-coletores e caçadores do litoral do Maranhão a partir da tecnologia, cultura material, subsistência e assentamento espaço-temporal dos sítios remanescentes desses povos sambaquieiros. A análise está centrada na escavação sistemática de três sítios arqueológicos denominados: Sambaqui do Bacanga em São Luís - MA, Sambaqui da Panaquatira em São José de Ribamar - MA e Sambaqui do Mocambo em Cururupu - MA. A perspectiva analítica do doutorado está centrada no estudo inter-sítios no estabelecimento de uma cronologia evidenciada na ocorrência de horizontes cerâmicos datados de 6.600 anos antes do presente em Sambaquis do Norte Brasileiro.

Pedro Gaspar - Canal Verde

Fonte: Brasil, www.canalverde.tv/ (19/01/2010)

El templo fortificado de Chankillo

ARQUEOLOGÍA. ESTUDIO DA LUCES SOBRE LA PRÁCTICA DE LA GUERRA EN EL PERÚ PREHISPÁNICO

Es ejemplo de edificios con fines guerreros del horizonte temprano
Lugar cumplió funciones de defensa y de práctica de culto religioso

Ernesto Carlín (enviado)
ecarlin@editoraperu.com.pe

Una de las preguntas que anima el debate de las ciencias sociales es sobre el origen de la guerra. El cuándo y por qué surge son aspectos que han dado pie a más de una teoría. Contribuyendo a este debate, los últimos estudios sobre la llamada Fortaleza de Chankillo, en Casma, dan luces sobre el inicio de los conflictos bélicos en el antiguo Perú.

Iván Ghezzi, arqueólogo encargado de los trabajos en el lugar, explica que este recinto es un ejemplo de las primeras manifestaciones de edificaciones con fines bélicos. Pero no sólo eso. El especialista propone que esta estructura tenía dos fines principales. Por un lado, repeler un ataque, y por el otro, tal vez más importante, brindar espacio para las prácticas religiosas.

Un templo en el desierto
La Fortaleza de Chankillo se ubica a pocos minutos al sur de Casma, Ancash, y es vecina de las famosas Trece Torres de Chankillo, el observatorio astronómico más antiguo del que se tenga noticia de América. La estructura de la Fortaleza es de dos murallas perimétricas de piedra y barro que rodean otras edificaciones.

Como es obvio, los altos muros buscaban proteger el interior. De acuerdo a los trabajos de Ghezzi, en él se encontraba un templo, principal motivación de los guardianes de Chankillo. El arqueólogo apoya su teoría en algunos hallazgos. Por ejemplo, durante los trabajos en el sitio, en una pared de la parte central se descubrió un mural en bajo relieve de un ser antropomorfo, probablemente femenino, y con algunos atributos de insecto.

Otro indicio que le hace sospechar que la fortaleza, o, como él lo llama, templo fortificado, cumplía primero un rol religioso antes que bélico, es la ubicación. Indica que, a pesar de estar la edificación asentada en la parte alta de una colina, no se extiende hasta la cumbre, el lugar desde el cual es más fácil repeler ataques. El motivo sería, de acuerdo a Ghezzi, la necesidad de alinear la construcción con sus vecinas torres.

Fin de Chankillo
La teoría que baraja el arqueólogo es que a este lugar acudían los pobladores del valle vecino. Para ingresar utilizaban las cinco entradas, repartidas en puntos estratégicos del perímetro, que facilitaban el ingreso pero que obligaban a seguir cierta ruta.

Ghezzi sugiere que esta disposición se hacía para que, en tiempos de guerra, los invasores siguieran un curso y tuvieran que enfrentarse con los defensores del templo cuerpo a cuerpo, tal como era la usanza andina. El arqueólogo resalta que estos combates eran necesariamente rituales, sino que hay evidencia que fueron reales.

Para comprobarlo basta con forzar un poco la vista y ver hacia el descampado aledaño a Chankillo. Se podrá distinguir miles de puntos negros en medio de la arena. Al acercarse a ellos se descubre que son piedras de río utilizadas como proyectiles. Los estudios sugerirían que la última batalla de esta fortaleza terminó con la derrota de ésta. La destrucción de símbolos divinos y el abandono de la fortaleza hacen sospechar que el combate tuvo su raíz en motivos religiosos.

Un dato más que nos proporciona Ghezzi es que hasta la construcción de Chankillo, el valle de Casma fue rico en construcciones monumentales. Sin embargo, luego del periodo correspondiente a este tempo fortaleza, las edificaciones fueron más ralas o casi inexistentes. Una hipótesis que desliza el arqueólogo es que la derrota de Chankillo marcó el declive político del valle.

Dato y cifra
Las paredes del templo fortificado estaban pintadas de diferentes colores.
4 kilómetros cuadrados se expande el complejo arqueológico.

Fonte: Peru, www.elperuano.com.pe/ (27/01/2010)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Muro de 600 años del Complejo Arqueológico de Chan Chan será restaurado


Foto: Andina

Arqueólogos y obreros trujillanos trabajan en la refacción de 207 metros de la antigua pared. En tres años, se han recuperado 4,5 kilómetros de murallas arqueológicas

Especialistas y arqueólogos trujillanos comenzaron las obras de refacción de uno de los muros perimetrales de más de 600 años de antigüedad perteneciente al Complejo Arqueológico de Chan Chan, en Trujilo, La Libertad.

El objetivo es reconstruir las partes dañadas del muro de 207 metros de extensión, informó Cristóbal Campana, director de la Unidad Ejecutora 110, a la agencia Andina.
Precisó que se ha colocado en la zona, ubicada al ingreso al conjunto, andamios que permitirán ejecutar los trabajos sin dañar las estructuras de adobe, las mismas que alcanzan los diez metros de altura.

La inversión alcanza el millón 573 mil nuevos soles y en las obras trabajan 136 personas, entre arqueólogos, ingenieros, restauradores y obreros. El plazo ara la obra es de 90 días.

En los últimos tres años, la Unidad Ejecutora 110 ha recuperado 4.5 kilómetros de murallas arqueológicas que se encontraban colapsadas o en peligro de caer.

Fonte: Peru, http://elcomercio.pe/ (27/01/2010)

EIAA - 2010 será em Manaus - AM



O II Encontro Internacional de Arqueologia Amazônica, visa discutir questões teóricas e metodológicas da disciplina, assim como os problemas sociais e políticos, além de promover o intercâmbio entre pesquisadores de países vizinhos trabalhando na Amazônia assim como uma maior aproximação da pesquisa arqueológica com o público.

O evento realizado pelo Museu Paraense Emílio Goeldi em parceria com o IPHAN teve Belém-PA como sede em sua primeira edição em setembro de 2008. Com realização prevista para setembro de 2010 em Manaus - AM o II Encontro Intenacional de Arqueologia Amazônica pretende fomentar a discussão de questões científicas e sociais na arqueologia da Amazônia brasileira que vem se distanciando dos modelos tradicionais e abrindo espaço para a diversidade de abordagens teórico-metodológicas e para o tratamento de temas não estudados até a década de 1980, como é o caso da arte rupestre e da arqueologia histórica.

Hoje, a pesquisa caracteriza-se pelas equipes multidisciplinares, o que permite superar a dependência da cerâmica como principal fonte e ampliar as possibilidades de se constituir uma base de dados capaz de sustentar o debate acadêmico sempre mais aprofundado sobre as sociedades pré-coloniais da Amazônia.

Os Programas de Educação Patrimonial vinculados aos trabalhos de prospecção e salvamento arqueológico são exigência da legislação em vigor. As ações educativas tornam mais próximo e eficaz o diálogo com os habitantes dos locais onde se encontram os sítios. Ao compreender o patrimônio arqueológico como parte de uma memória social e cultural, as comunidades tornam-se sensíveis importância de sua proteção. Esse estreitamento das relações entre sociedade e patrimônio vêm se mostrando de grande relevância para a discussão sobre desenvolvimento humano e sustentável na Amazônia.


OBJETIVOS DO CONGRESSO
• Proporcionar a divulgação de pesquisas arqueológicas recentes na região Amazônica;
• Estabelecer prioridades para a pesquisa e definição de questões que mereçam enfoques especiais;
• Debater a necessidade de embasamento teórico para as práticas de educação patrimonial;
• Proporcionar o contato e intercâmbio de idéias entre pesquisadores de arqueologia ou de ciências que possam ter interfaces com a arqueologia que atuam na Amazônia continental.

Fonte: Brasil, WWW.canalverde.tv/ (27/01/2010)

Geoglifos do Acre

Geoglifos: Mensagens para os Deuses?
Gigantescas figuras geométricas esculpidas há mais de mil anos nas terras altas acreanas parecem formar paisagens sagradas.


Texto de Dra. Denise Pahl Schaan, arqueóloga, Universidade Federal do Pará.


O Acre é um dos poucos lugares do mundo onde é possível encontrar vestígios arqueológicos representados por figuras de grandes dimensões elaboradas sobre o solo, os chamados Geoglifos. Essas figuras, representadas por desenhos geométricos (linhas, quadrados, círculos, octógonos, hexágonos etc.), zoomorfos (animais) ou antropomorfos (formas humanas), são tão gigantescas que só podem ser totalmente vistas do alto, em especial, através de sobrevôo.

Os Geoglifos mais conhecidos e estudados estão na América do Sul, principalmente na região andina do Chile, Peru e Bolívia. As linhas e geoglifos de Nazca, no Peru, são o exemplo mais conhecido desses desenhos. Entretanto, os Geoglifos existem também em outros países como Austrália e Estados Unidos.
Os geoglifos de Nazca foram descobertos em 1927, com o advento da aviação comercial e ganharam fama mundial com o lançamento do livro “Eram os Deuses Astronautas” de Erich Von Daniken.

O fato dos geoglifos serem figuras que não são vistas do solo levanta uma série de questionamentos sobre a sua origem. A primeira dúvida é como o homem conseguiria se guiar para fazer figuras tão complexas como as de Nazca? Esses questionamentos fizeram surgir várias teorias, uma delas é que essas figuras não foram feitas pelo homem, e sim por seres extraterrestres. Outra teoria bastante aceita atualmente é a de que esses povos tinham tecnologia para fabricar balões e por isso puderam se guiar para construí-los. Essa teoria foi inspirada no fato de que um vaso foi encontrado com o desenho de um balão.

O segundo “ponto de interrogação” é porque desenhar figuras de forma que os homens não podem vê-las? Para responder a pergunta surgem também várias teorias, entre elas a de que as figuras são realmente feitas para se visualizar do alto, para devoção ou agradecimento aos deuses.


GeoGlifos no Acre

No Brasil os geoglifos podem ser encontrados apenas na região do Vale do Acre, entre os rios Acre, Iquiri e Abunã, na rota que vai de Rio Branco à Xapuri. Nesta região, foram encontrados apenas geoglifos geométricos - círculos, quadrados, retângulos e espirais.

Os geoglifos acreanos foram descobertos no final da década de 70, quando o avanço das frentes de expansão agrícola do sul do Brasil rumo à Amazônia retirou a cobertura florestal de milhares de quilômetros quadrados. Essa mudança na paisagem possibilitou observar a existência de desenhos geométricos escavados em baixo relevo.

Em 1977, como parte do inventário do Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas da Bacia Amazônica (PRONABA), foi registrada pela primeira vez, nas imediações da sede da Fazenda Palmares, a ocorrência de estruturas de terra de forma geométricas, posteriormente chamadas de geoglifos. As pesquisas do PRONAPABA no Acre, coordenadas pelo do Prof. Dr. Ondemar Ferreira Dias Junior da UFRJ, contaram com a participação de Franklin Levy do IAB e Alceu Ranzi da UFAC.

Atualmente estão registrados 110 pontos de ocorrência de Geoglifos no Estado, totalizando a existência de 138 figuras, distribuídas em uma área de 270 quilômetros entre Xapuri e Boca do Acre, no sul do Amazonas. Acredita-se que apenas 10% do total presumível de geoglifos foram localizados até agora , em
parte devido à densidade da vegetação. Eles ainda são um grande mistério para os pesquisadores, mas crescem as possibilidades de terem sido construídos por uma civilização que viveu entre 800 e 2000 anos atrás.


Pistas para um mistério

Há mil anos, populações pré-colombianas da Amazônia Ocidental resolveram cavar imensas trincheiras nos platôs que existem entre os afluentes do alto rio Purus, um rio que deságua no Amazonas. Formando imensos círculos e quadrados, entre outras figuras geométricas, esses locais foram palco de atividades ritualísticas por nós desconhecidas, mas que aparentemente buscavam comunicar-se com o sobrenatural – deuses e antepassados. Os geoglifos formam verdadeiros desenhos urbanos, com caminhos que os conectam, com entradas e saídas, sempre construídos em posição estratégica, de forma a perceber de longe quem se aproxima vindo das margens dos rios. A monumentalidade dos geoglifos deve ter causado temor, êxtase e respeito, sentimentos que experimentamos quando adentramos uma catedral, um palácio ou uma pirâmide. Reunidos nessas grandes praças geométricas, os antigos amazônidas sentiam-se conectados com o cosmos, talvez esperando que suas necessidades fossem atendidas.


templo ou fortificação?

Trincheiras são geralmente indícios de estruturas defensivas, assim como muros podem ser remanescentes de antigas paliçadas (espécie de cerca feita de madeira ou adobe, para cercar um assentamento, prevenindo do ataque de inimigos). As trincheiras que formavam os geoglifos parecem ter sido delimitações de um espaço que ao nível do solo separava o espaço mundano de uma espaço sagrado, cuja monumentalidade o tornava visível aos deuses. Os geoglifos podem ser entendidos como templos, parte de uma geografia sagrada que congregava peregrinos de lugares longínquos.

Uma civilização Amazônica?

A idéia de civilização está ligada a cidades, locais onde existem bairros e diversas áreas comerciais e residenciais. Os geoglifos tinham sim estradas que os conectavam, revelando uma malha quase urbana de lugares e caminhos. Ainda assim não poderíamos chamá-los cidades, mas centros de encontro, lugares sagrados onde se reunia uma população bastante grande para a época. Localizados a meio caminho entre os Andes e a várzea amazônica, os geoglifos sofriam a influência de ambos os ambientes e devem ter sido palco de cerimônias, festas, conflitos e encontros. Próximo a alguns geoglifos foram encontrados sepultamentos e um estranho tipo de vaso a que os arqueólogos chamaram “vasos-caretas”, por apresentarem uma face humana sobre o bojo. A representação de figuras humanas na cerâmica das sociedades amazônicas do período imediatamente anterior à chegada dos europeus, no século XVI, em geral mostra a preocupação em glorificar os antepassados e venerar seus chefes.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Ciudad Inca de Machu Picchu no registra daños

Ayer en algunos medios de prensa de alcance nacional se dio a conocer que Machu Picchu está afectado por las lluvias, intentando confundir a la opinión pública. La zona que se encuentra en problemas es Aguas Calientes y no la ciudad Inca; en ese sentido, el jefe del parque arqueológico de Machu Picchu, Fernando Astete, descartó que se hayan registrado daños en el Santuario, aclarando de esta forma a quienes sólo buscan alarmar falsamente a la población.

El funcionario precisó que no hay reportes de emergencias en el interior de este legado incaico y que lo único observado hasta el momento es el incremento del nivel del río Vilcanota.

Respecto a las visitas a este patrimonio mundial, dijo que hay menos turistas como respuesta lógica a la suspensión del servicio de trenes provenientes de la ciudad de Cusco, cuyas vías fueron afectadas por deslizamientos. Agregó que en Machu Picchu hay un monitoreo permanente frente a las intensas lluvias, con personal que se mantiene atento a cualquier eventualidad.

Fonte: Peru, www.diariodelcusco.com/ (26/01/2010)

El barro reconstruye el pasado




Reúne 120 objetos de cerámica





Cada pieza de este material contiene datos que sirve para reconstruir la historia.

El barro les ‘habla’ a los arqueólogos, cada fragmento o pieza hecho con este material contiene información relevante que sirve a los investigadores para reconstruir la historia de las sociedades prehispánicas. Este es uno de los aspectos que aborda la exposición Hablar con barro, que se presenta en el Museo Regional de Historia de Aguascalientes, y que reúne 120 objetos de cerámica, algunos con una antigüedad de más de 4 mil años.

Los materiales cerámicos brindan a los arqueólogos elementos para fechar y establecer el periodo de ocupación que hubo en determinado sitio, la interacción entre pueblos, e incluso conocer sobre su vida cotidiana y forma de pensamiento, en el caso de aquellos que cuentan con diseños y color.

De manera particular, los cajetes, ollas, platos, figuras humanas y zoomorfas que conforman esta exposición, dan cuenta del desarrollo de la llamada cultura de Occidente, que se conformó por grupos prehispánicos que se establecieron lo que hoy son los estados de Michoacán, Colima, Nayarit, Jalisco y Guanajuato.

Organizada por el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH-Conaculta), Hablar con barro, integra 120 piezas de esta región, algunas de las cuales han sido datadas hacia 2500 a. C. “La exposición busca subrayar la importancia del barro en nuestra cultura y explicar cómo lo utilizaban nuestros antepasados para la elaboración de magníficas piezas”, informó la antropóloga Lourdes Herrasti, directora del museo regional.

La especialista quien también diseñó el guión de esta exposición que permanecerá vigente hasta finales de mayo, indicó que se trata además de un recorrido cronológico, mediante representaciones cerámicas de los periodos Preclásico (1800 a.C. – 200 d. C.), Clásico (200 – 900 d. C.) y Posclásico (900 – 1521).

Comentó que en el Preclásico y Clásico había pequeñas aldeas agrícolas con jerarquías sociales; a finales del Posclásico, las sociedades se volvieron más complejas y recibieron la influencia teotihuacana, y se formaron señoríos independientes con el influjo de Tula y se impuso el señorío purépecha. En todas estas etapas, el barro siempre fue un elemento vital en su cultura.

Los objetos de la muestra se exhiben en cuatro salas, en las que se explica su origen, características, técnicas y decorado. “Uno de los propósitos es resaltar esta idea de que el barro les ‘habla’ a los arqueólogos, les explica cómo eran las sociedades prehispánicas”, expresó la directora del recinto.

La primera sala ubica al público en el espacio y en el tiempo, a través de un mapa de México que delimita a los estados que forman parte de la región de Occidente, y refiere la transformación de la cultura que se desarrolló en esta zona, comparándola con lo que sucedía simultáneamente en el centro, el norte, el Golfo de México y el sureste del país.

La segunda sala aborda las diversas técnicas y las dificultades que tuvieron estos pueblos para modelar el barro y decorarlo. Quienes trabajaban este material buscaban imitar a las plantas o los animales, por lo que algunas vasijas tenían forma de guajes o bules.

Asimismo, representaban figuras humanas, su forma de vestir, de adornarse o el estatus que ocupaban, como en el caso de aquellos que tenían el cráneo deformado. “Tenemos vasijas, cajetes, ollas, algunas decoradas con mucho detalle y de vivos colores; también hay sartales, orejeras y figuras humanas, de 45 o 50 centímetros, así como figuras zoomorfas, entre ellas un perrito, un oso y un jaguar cargando una tortuga”, detalló Herrasti.

La especialista comentó que las piezas no sólo fueron moldeadas a mano —lo que implicaba ya en sí una gran habilidad—, sino que para lograr que algunas fueran huecas debían hacerlas por partes.

En cuanto a los colores que utilizaron, explicó que los habitantes de la región molían en un mortero rocas y minerales para colorear las vasijas. La policromía podía ser aplicada antes o después de meterlas al horno. Los tonos más frecuentes eran el rojo, el negro y el blanco, con los cuales también hacían combinaciones.

Al referirse a los acabados —que podían ser alisado, bruñido o pulido— y sobre los decorados, la antropóloga indicó que existía el decorado “al negativo”, que consistía en pintar una parte de la vasija antes de ponerla en el horno. Otra parte se cubría con cera para que conservara el color del barro, y cuando se ponía a cocer, la cera se derretía y la pieza salía con dos tonos. A través de este procedimiento se hacían grecas, figuras geométricas, o de animales, como se observa en una vasija con el dibujo de un ave.

La tercera sala exhibe piezas con representaciones de fauna y pequeñas figuras humanas —de 15 centímetros—. “Hay ejemplos de mujeres embarazadas y una cuna con un bebé”.

Finalmente, cuarta sala presenta instrumentos musicales hechos con barro, como flautas, ocarinas, silbatos y sonajas. Este material también fue empleado para elaborar herramientas, como cinceles, pinzas, punzones, hachas y algunos adornos, como aretes.

De igual manera, se exhiben figuras humanas que portan taparrabos, pectorales, cascos, armas, pintura corporal o blusones de guerreros. Las figuras femeninas presentan faldas, collares, pulseras, aretes y peinados. Algunas imágenes muestran escarificaciones, que eran marcas en la piel a modo de tatuajes que generalmente se realizaban en los hombros.

En opinión de la titular del Museo Regional de Aguascalientes, manifestó que todas estas técnicas ya están en desuso, pues ahora se elaboran ollas o vasijas vidriadas para cocinar. Sin embargo, el arte en barro aún refleja una gran creatividad, como se aún observa en las artesanías de estados como Michoacán, Guerrero, Jalisco y Guanajuato.

La muestra Hablar con barro se presentará hasta finales de mayo en el Museo Regional de Historia de Aguascalientes, que se ubica en Venustiano Carranza 118, Centro Histórico, abierto de martes a domingo, de 9 a 18 horas. El acceso es gratuito todos los días para estudiantes, maestros y personas de la tercera edad. Los domingos la entrada es libre para todo público.

Fonte: México, www.inah.gob.mx/ (26/01/2010)

Cerrados accesos a Machu Picchu y el Valle Sagrado

La Dirección Regional de Comercio Exterior y Turismo del Gobierno Regional Cusco dio a conocer a las Agencias de Turismo, Operadores de Turismo, Empresas de Transporte Turístico, Guías de Turismo, Turistas Nacionales y Extranjeros, y a la población cusqueña en general que por las inclemencias climatológicas que originaron el desborde de ríos, deslizamientos de lodo y piedras que interrumpen las vías de comunicación, el Gobierno Regional Cusco ha declarado en estado de emergencia la región del Cusco.

Asimismo DIRCETUR Cusco informa que se ha suspendido con cierre temporal el transito por la ruta que conecta a la ciudad del Cusco con el Distrito de Pisac, Calca y Lamay (Circuito del Valle Sagrado de los Inkas), esto a consecuencia del desborde del río Vilcanota originado por las intensas precipitaciones pluviales que impiden el transito por esa zona, por lo que se recomienda tomar como ruta alterna el recorrido de Cusco – Chinchero – Ollantaytambo. Del mismo modo se ha suspendido el transporte terrestre, por la vía férrea y camino inka a la Ciudadela de Machupicchu, correspondientes a las rutas:

Vía Férrea:
Ollantaytambo – Aguas Calientes.
Santa Teresa – Hidroeléctrica - Aguas Calientes.
Camino Inka

Estas medidas fueron tomadas hasta que exista seguridad en el traslado de turistas y pobladores de las provincias y distritos afectados por las intensas lluvias, por lo que se pide a los operadores turísticos no enviar más turistas a las zonas de riesgo.

Fonte: Peru, www.diariodelcusco.com/ (26/01/2010)

Chuvas já mataram pelo menos cinco na região de Machu Picchu


Os turistas vem sendo lentamente retirados da região pelo ar.






As cheias e deslizamentos causadas por fortes chuvas já mataram cinco pessoas na região da cidade histórica peruana de Machu Picchu, disseram autoridades locais nesta terça-feira.

A imprensa local afirma que entre os mortos está uma turista argentina de 20 anos de idade e seu guia peruano.

Outras vítimas incluem uma mulher peruana e sua criança.
De 100 a 120 brasileiros, segundo cálculos do Itamaraty, estão entre os cerca de 2 mil turistas ilhados na cidade de Águas Calientes, próxima às ruínas.

Fila
A principal forma de acesso à área é por trem, e as linhas foram interrompidas no domingo após deslizamentos.

Uma grande operação para a retirada dos turistas por helicópteros está sendo atrasada por causa das condições climáticas. A Defesa Civil peruana está enviando por ar suprimentos como alimentos e água e já retirou 75 turistas.
"Quem (dos turistas) fica sabendo dos helicópteros sai da praça principal e vem para a fila onde eles pousam", diz a brasileira Maria Carolina Córdova, uma das pessoas ilhadas. "Estou preparada para passar a noite aqui na fila e até não embarcar amanhã (quarta-feira)" diz ela.

O Itamaraty afirma que além de um cônsul honorário, deslocou dois diplomatas para a cidade próxima de Cuzco para prestar assistência aos brasileiros.
O Peru decretou estado de emergência na região por 60 dias. O governo calcula que as chuvas deixaram 1,3 mil desabrigados.

Machu Picchu, um sítio arqueológico inca do século 15, é a maior atração turística do Peru.

Fonte: Brasil, www.bbc.co.uk/portuguese (26/01/2010)

Vídeos

As Pirâmides Perdidas de Caral (Parte 4)

Plan de Ayutla abrirá en 2012





En la zona arqueológica se localizó el juego de pelota más grande del Alto Usumacinta.






Recientes exploraciones efectuadas por investigadores del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH-Conaculta) señalan que el sitio arqueológico Plan de Ayutla, en Chiapas, pudo haber sido el centro político del que partió el linaje fundador de la ciudad maya de Bonampak, hace más de mil 400 años, hipótesis que se basa en la interpretación de inscripciones de diversos monumentos.

Esta zona arqueológica que será abierta al público antes de 2012 —de acuerdo con la lista de nuevos sitios anunciados por el presidente Felipe Calderón—, en la época prehispánica pudo haber sido alguna de las dos legendarias ciudades a las que hacen referencia los estudios epigráficos: Sak T’zi’ o Ak’e’.

La primera de estas dos hipótesis sobre la identidad de Plan de Ayutla, señala que pudo ser Sak T’zi’, ciudad que entre 600 y 800 d. C. mantuvo conflictos bélicos con las urbes mayas de Toniná, Piedras Negras y Yaxchilán, informó el arqueólogo Luis Alberto Martos.

Este lugar ubicado en el municipio de Ocosingo, a 3.5 kilómetros de la actual comunidad tzeltal del mismo nombre, “es clave para entender el desarrollo y la integración política en el área de Bonampak y Lacanhá”, comentó el director del Proyecto Plan de Ayutla.

Plan de Ayutla, indicó el doctor Martos, tal vez correspondería a la mítica Sak T’zi’ (“Perro blanco”, en maya), descrita en diversos monumentos grabados, entre ellos el Dintel 2 de Yaxchilán, en el que se refiere la derrota que, precisamente Yaxchilán en alianza con Bonampak, infligió a Sak T’zi’, en 787 d. C.

De acuerdo con las inscripciones —abundó—, “debiera ser un sitio mayor que Bonampak, pero menor a Yaxchilán. Algunos autores han trazado su área de influencia entre los reinos de Yaxchilán, Bonampak, Piedras Negras, Toniná y Palenque, justo en la zona donde se localiza Plan de Ayutla, por lo que dadas sus características existe la posibilidad de que se trate del propio Sak Tz’i’”.

Además, continuó el arqueólogo, “uno de los gobernantes de Sak Tz’i’, llamado K'ab' Chan Te', “El sostenedor del cielo”, se autodenominaba el soberano de los dos katunes —que en el calendario maya corresponde a 40 años, aproximadamente—, combatiente de juego de pelota. Es decir, que el juego de pelota era importante para Sak Tz’i’”.

Este último dato cobra sentido si se considera que en Plan de Ayutla se ha localizado el juego de pelota más grande del Alto Usumacinta, el cual, incluyendo las estructuras que lo delimitan, tiene una longitud total de 85 m por 40 m de ancho, y se ubica en el centro de este asentamiento maya. Es de tipo cerrado y está recubierto con lajas.

Respecto a la segunda teoría, que hace alusión a que Plan de Ayutla sería también la legendaria ‘Ak’e’, el también director de Estudios Arqueológicos del INAH, señaló que este antiguo centro político estuvo subordinado en distintas etapas a la urbe de Toniná.

En Plan de Ayutla se distribuyen elementos arquitectónicos muy semejantes a los de Toniná, como el mencionado juego de pelota, las decoraciones en grecas de la Estructura 13 (la más impresionante del sitio) y el uso frecuente de altares tipo columna, por mencionar algunos, lo que lleva a postularlo como la remota ‘Ak’e’, que en maya significa “Tortuga”.

También, la proximidad con Bonampak —se encuentra a sólo 25 kilómetros de distancia— apunta a que de Plan de Ayutla (si fuese la antigua ‘Ak’e’) pudo salir el linaje fundador de Bonampak. Al parecer, dicha dinastía se trasladó llevándose el glifo emblema de ‘Ak’e’.

De acuerdo con el doctor Luis Alberto Martos, en ambos casos se trata de lugares que no han sido localizados arqueológicamente, pero que —conforme han revelado estudios epigráficos— fueron importantes en la historia prehispánica de la región del Alto Usumacinta.

Una arquitectura monumental

Luego de algunas prospecciones y la liberación de un par de estructuras, realizadas en años anteriores, los trabajos arqueológicos en Plan de Ayutla se han venido efectuando de manera sistemática a partir de noviembre de 2008, con una inversión aproximada de un millón 200 mil pesos como parte de los proyectos especiales del INAH.

La evidencia arqueológica indica que en Plan de Ayutla hubo ocupación desde el año 150 a. C., aunque su historia como ciudad integrada comenzó 100 o 150 años después. A pesar de que la mayoría de las ciudades del Usumacinta fueron abandonadas hacia 800-850 d. C. Inclusive se han ubicado materiales que datan de 1000 d. C., lo que alude a su relevancia.

Perteneciente a la región de la Sierra de Jalapa, próxima a la Reserva de la Biosfera de los Montes Azules, este sitio maya posee características muy particulares que le brindan un carácter propio, como la calidad y monumentalidad de sus edificios que concuerdan con la arquitectura del estilo Usumacinta.

El arqueólogo Luis Alberto Martos destacó que la Estructura 13, localizada en la Acrópolis Norte, asemeja la forma de una choza. “Se trata de una soberbia construcción con dos crujías techadas e impresionantes bóvedas que alcanzan 8 m. de altura, rasgo inusual en la región. Al parecer, fue un observatorio ya que a mediados de julio (inicio del calendario maya) marca el paso cenital del sol”.

Emplazado en el corazón del Alto Usumacinta, Plan de Ayutla cubre un área de alrededor 25 hectáreas y consta de un total de 74 estructuras distribuidas en torno a tres acrópolis —que fueron edificadas aprovechando elevaciones naturales— y tres plazas principales, disposición que cumple con la cosmovisión maya de cielo, tierra e inframundo.

Hasta el momento se han excavado y restaurado (de forma completa y parcialmente) una decena de edificios de la Acrópolis Norte, entre los que destacan por su monumentalidad, las estructuras 1, 2, 3 y 13.

Ese complejo, junto con otras construcciones previamente consolidadas de la Acrópolis Oeste, más algunas de la Acrópolis Este —que se prevén liberar en este 2010—, conformarán la ruta de visita de Plan de Ayutla antes de 2012.

Fonte: México, www.inah.gob.mx/ (25/01/2010)

Se pondrá en valor las ruinas arqueológicas de Poro Poro

Catache (Santa Cruz).- El ministro del Ambiente, Antonio Brack Egg, en compañía del reconocido arqueólogo, Walter Alva Alva, llegó a la provincia de Santa Cruz, en la región Cajamarca, y visitó los centros poblados de Poro Poro y La Libertad, en el distrito de Catache, con la finalidad de conocer in situ y recorrer las maravillas turísticas de esta zona.

Precisamente el titular del Ambiente visitó las ruinas arqueológicas del caserío de Poro Poro, donde los norteamericanos realizaron estudios en este importante paraje turístico.

El sentir de la población de estas comunidades fue que el ministro del Ambiente vele por la tala indiscriminada de árboles en las zonas altas del distrito de Catache, pero “con propuestas y alternativas para una mejora económica, a través de proyectos que genere ingresos y la superación de estos olvidados pueblos”.

Sin embargo, fue un día histórico para Poro Poro, por la visita de estos dos personajes que permanecieron en este caserío durante varias horas, desarrollándose un programa especial con participación de comuneros de Poro Poro y La Libertad, y con discursos del ministro Antonio Brack y del doctor Walter Alva.

En su alocución el doctor Walter Alva sorprendió a todos al anunciar que “en el presente año comenzará el trabajo de puesta en valor las ruinas arqueológicas de Poro Poro, con los respectivos trabajos a cargo de su hijo Rulo Alva Meneses, arqueólogo de profesión”.

“Bien por nosotros, bien por la comunidad de Poro Poro, y desde ya nos comprometemos a poner y ofrecer todo nuestro trabajo y esfuerzo hasta ver cristalizado este proyecto tan esperado por todos”, fue el comentario generalizado de los comuneros al escuchar esta importante noticia.

La Municipalidad Provincial de Santa Cruz, representada por Héctor Campos Ugaz, Misael Vásquez, Guillermo Calderón y Humberto Piedra, dieron la bienvenida a tan ilustres visitantes: el ministro del Ambiente, Antonio Brack Egg, y el arqueólogo Walter Alva Alva.

Fonte: Peru, www.panoramacajarmarquino.com/ (26/01/2010)

Sigue invadido complejo arqueológico en Huaura

PATRIMONIO. SITIO DE VISPÁN SE ENCUENTRA OCUPADO POR ASENTAMIENTO HUMANO


Terreno intangible está tomado desde hace más de medio año
Usurpadores buscaron que municipalidad les brindara servicios

Ernesto Carlín Gereda
ecarlin@editoraperu.com.pe

Entre los kilómetros 150 y 160 de la carretera panamericana Norte existen, a ambos lados de la vía, varios complejos arqueológicos declarados intangibles por el Instituto Nacional de Cultura. A pesar de que se ha colocado en todos ellos muros donde se hace saber del valor patrimonial del lugar, eso no ha importado para que un grupo de personas invada uno de los predios.

Se tratal de complejo arqueológico de Vispán, en cual presenta interesantes restos de la cultura Chancay del Intermedio Tardío. Desde la carretera es posible observar cómo numerosas familias se han apostado a la entrada de dicho predio y construido precarias viviendas. Incluso han colocado un cartel, casi al lado del puesto por el INC, en el que bautizan al área como "asentamiento humano Los Olivos de Vispán".

Autoridades responden
El área pertenece a la municipalidad distrital de Santa María en la provincia de Huaura, región Lima. El secretario general de dicha comuna, Luis Virú, reveló que esta invasión se produjo a mediados del año pasado. Comentó que los invasores han solicitado ayuda a la municipalidad como servicios o alcantarillados. "Pero al existir una resolución del INC, se ha paralizado cualquier tipo de ayuda". Descartó que se piense reubicar a estas personas puesto que "son gente que ya tienen otras propiedades. No son gente que realmente lo necesita".

Añadió que ya se le ha hecho llegar a los usurpadores del área de lo ilegal de su proceder. Asimismo, se ha procedido a tomar contacto con la Policía para evitar otras situaciones similares.

Consultada sobre el tema, Carolina Ale, abogada de la dirección de defensa del patrimonio del INC, indicó que a mediados del año 2009 se han iniciado acciones legales contra los invasores. Indicó que se encuentra en proceso el reclamo y que de prosperar la denuncia, el presidente de la asociación de los invasores, Carlos Aníbal Mauricio Rosales, podría enfrentar una pena de cárcel de 8 años.

Dato y cifras
Cofopri ha sido notificado sobre calificación de intangible del terreno para evitar que se le conceda titulación a los invasores
10 hectáreas comprende el sitio arqueológico de Vispán
105 viviendas precarias se han construido sobre el lugar

Fonte: Peru, www.elperuano.com.pe/ (26/01/2010)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Imagens do Passado


Frederick Catherwood
"Dorso de um Idolo en Copán"
Honduras, 1841-1843

Rutas a Macchu Picchu bloqueadas por los deslizamientos causados por lluvias

Alrededor de mil turistas se encuentran varados en la Ciudad Imperial. Autoridades se reúnen para declarar la región en emergencia y utilizar presupuesto extraordinário

La caótica situación que se está viviendo en la región Cusco debido a las torrenciales lluvias que azotan a los diferentes distritos, ha generado que el principal atractivo cusqueño, el Complejo Arqueológico de Machu Picchu, se encuentre inaccesible debido a los deslizamientos.

La corresponsal de El Comercio en Cusco, Roxabel Ramón, informó que los dos accesos que tiene Machu Picchu están cerrados. La vía férrea ha sido bloqueada por el lodo hasta en seis puntos, y en el otro camino, la vía Santa Teresa, ha sido restringida porque se ha convertido en peligrosa.

Las autoridades confirmaron que son alrededor de mil los turistas nacionales y extranjeros los que se encuentran varados sin poder llegar a Machu Picchu.
Otras importantes vías también han sido afectadas por el temporal. La carretera a Abancay también ha sido cerrada por los deslizamientos y el puente Pisac se ha caído.

DECLARATORIO DE EMERGENCIA
En estos instantes, las autoridades cusqueñas se encuentran reunidas para decidir la declaratoria de emergencia en la región. El presidente regional, Hugo Gonzales; el alcalde de Cusco, Luis Flórez, sus consejeros y representantes de la decisión que se hará efectiva en las próximas horas y que permitirá el uso del presupuesto extraordinario para cubrir las necesidades de la región.

También se está pidiendo el apoyo directo del Gobierno Central porque la gravedad de la situación ha desbordado el control de las autoridades regionales.
Mientras tanto, el ministro de Comercio Exterior y Turismo, Martín Pérez, confirmó que se han suspendido todos los vuelos a la ciudad del Cusco.

Fonte: Peru, http://elcomercio.pe/ (25/01/2010)

Imagens do Passado


Ephraim George Squier
"Ponte Inca Suspensa"
Peru, 1877

Max Uhle


Max Uhle
Friedrich Maximiliano Uhle Lorenz (Dresde, 25 de marzo de 1856 — Loben, 11 de mayo de 1944) fue un arqueólogo alemán, cuyos trabajos, a comienzos del siglo XX, tuvieron un gran impacto en el desarrollo de la arqueología en Sudamérica.

Biografía
Max Uhle nació en Dresde, Alemania. Egresó del colegio en 1875 y en el verano siguiente ingresó a cursar estudios en la Universidad de Leipzig. En el otoño cumplió un año de servicio militar, el cual moldeó y cuadró su carácter. En 1876 estudiaba en la Universidad de Göttingen por un año. Hacia 1877 regresa a Leipzig, donde permaneció hasta graduarse de doctor en filosofía en 1880. Este grado fue en la especialidad lingüística , adoptando como tema de tesis la Gramática Medieval China. John H. Rowe (1954) ha señalado que el tema giró mayormente en tomo al interés de ciertos profesores consejeros más que en la preferencia de estudiantes, pues Uhle nunca más volvió a tratar el tema.

En el año de 1888 Uhle dejó el Museo de Dresden para convertirse en asistente del Museo de Berlín, donde conoce y se interesa por los materiales arqueológicos sudamericanos, pues este museo conserva en sus depósitos las colecciones de los geólogos Reiss y Stübel; dicho museo funcionaba bajo la dirección de Adolph Bastian. Uhle permaneció cuatro años en Berlín (1888-1891), acrecentando sus estudios al revisar los materiales andinos que poseía este museo, en donde concluye un artículo sobre Tiahuanaco.

Durante la convocatoria al VII Congreso Internacional de Americanistas, realizado en Berlín, 1888, fue designado Secretario Asistente; en el evento alterna con Luschan, Seler, Steinen y otros prestigiosos internacionalistas de su época. Max Uhle fue encargado de preparar la presentación del Congreso y el libro correspondiente de ponencias y trabajos. Vuelto a Alemania, Adolph Bastian (1826-1905) fundador del Museo de Berlín, tiene el acierto de comisionar a Uhle para viajar a América del Sur con la misión de investigar la difusión de la cultura quechua y los derroteros de los Incas. Es el descubridor de la cultura Mochica y Nazca.

Viaje a Sudamérica
Max Uhle se traslada a Bélgica y se embarca para América del Sur en el Puerto de Amberes el 14 de noviembre de 1892, rumbo a Buenos Aires, a cuyo puerto arriba el mismo año con 36 años de edad; luego de su corta estadía en la ciudad bonaerense, pasó al Cuzco, siguiendo, en cierto modo, el área de influencia de la cultura incaica. Los años 1892-1893 los dedicó a visitar sitios arqueológicos de Bolivia.
En los años de trabajo en el Museo de Berlín Uhle tuvo la oportunidad de observar y estudiar materiales Tiwanaku en las colecciones del Museo, cuyos objetos culturales despertaron su interés, por ello intenta trabajar en este gran sitio originario, pero la situación política demasiado inestable en el país altiplánico, le impide cristalizar su proyecto.

Contratado y apoyado por la Universidad de Pensilvania en 1895, prepara el viaje a Lima, ciudad a la que arriba en 1896; su primera tarea es remitir una relación acerca de su viaje a Bolivia y Perú, acompañando, además, un informe sobre el idioma de los Uros (Bolivia), el cual fue publicado en el periódico Globus de Braunschweig, Alemania.

En el Perú Max Uhle inicia sus trabajos arqueológicos en Ancón y Pachacamac el mismo año de su llegada; el trabajo de campo en este último famoso sitio arqueológico lo alterna con reconocimientos y visitas cortas a otras zonas arqueológicas de los valles del Chillón, Rímac y Pachacámac (Lurín), que en los años finales del siglo XIX y principios del siglo XX se irán extendiendo con mayor amplitud a otros territorios del país.

Investigación
Escribe el Dr. Eloy Linares Maga (1964:23): "Su fama de arqueólogo crece; por eso la Universidad de California le encarga nuevas exploraciones en el norte del Perú. Uhle recorre los valles de Moche, Chicama, Jequetepeque, Virú y Santa; excava cerca de las huacas del Sol y La Luna; visita la ciudad de Chanchán y las ruinas de Marcahuamachuco”.

Los años 1898 y 1899 viaja a los EE.UU. por dos años y regresa al Perú, ahora patrocinado por la Universidad de California. Con renovados recursos e interés trabaja el año 1900 en varios sitios del valle de Lima (Rinconada de Ate, Trapiche, Nievería, Cajamarquila, Zavala, San Isidro (Gualamarca), Armatambo, etc.). Viaja al norte para realizar excavaciones en los monumentos del Sol y La Luna en Moche; en 1901 publica un artículo en la Industria de Trujillo sobre Moche.

Del norte pasa al sur del país donde explora los sitios arqueológicos de La Centinela y Tambo de Mora, los montículos de Hoja Redonda y Alvarado (Chincha), explora sectores del litoral de la Península de Paracas (Cerro Tres Cruces), por la quebrada de Pisco reconoce Tambo Colorado y llega hasta Huaytará y, finalmente, en este viaje recorre Chulpaca y Ocucaje en Ica.

Los años 1902 y 1903 regresa nuevamente a los EE.UU. para dictar cátedra en la Universidad de California, en cuya estadía aprovecha para ejecutar excavaciones en montículos cercanos a Berkeley (Emerville). En la segunda mitad de 1903 y parte de 1904 se encuentra trabajando nuevamente en Ancón contando con los auspicios económicos de la señora P.A. Hearst, desde cuya bahía decide avanzar a explorar sitios en el valle de Chancay (Puerto de Chancay y Cerro Trinidad) y los sitios de Aspero y Puerto Supe. Los conchales que exploró en Puerto Supe han desaparecido en la actualidad bajo obras modernas. De regreso a Lima explora los cementerios de la Isla San Lorenzo.

El año 1905 emprende nuevas exploraciones y reconocimientos en Puno, Cusco, Arequipa, Chala, Chaviña y Acari (Conventillo, Warato y Lomas), Nazca y Palpa (Kakatilla, La Mancha, Poroma, Tambo del Perro, Estaquería y Nanaska).
El gobierno del presidente José Pardo y Barreda expide un Decreto Supremo el 6 de mayo de 1905, autorizando la organización y funcionamiento del Museo de Historia Nacional bajo la dependencia del Instituto Histórico del Perú. Gracias a esta medida se inaugura dicho museo el 28 de julio de 1906, contando con la dirección del Dr. Max Uhle, contratado por seis años.

EI flamante director del Museo de Historia Nacional inicia sus labores inmediatamente y con mucho apego a las antigüedades arqueológicas del país. Para incrementar los materiales arqueológicos del Museo reinicia excavaciones en los sitios de Lima y alrededores; excava en los, cementerios, antes explorados, de la Isla San Lorenzo; excava un cementerio arqueológico en Bellavista, Callao y explora la extensa zona arqueológica de Makatampu, situada entre la avenida Colonial y Argentina, ahora completamente desaparecida. AI mismo tiempo recepciona e integra o compra colecciones de personajes limeños y familias interesadas en fomentar y apoyar el, funcionamiento del Museo Nacional. Uhle entonces trabaja fichando, identificando, organizando y agrupando cronológica y estilísticamente los materiales y datos en el Museo para montar las exhibiciones del Ministerio de Justicia y de la Sociedad Geográfica de Lima. Entre 1908 y 1910 lo encontramos nuevamente en el campo: está excavando en los grandes montículos de Arámburu y Concha, de la zona arqueológica ubicada en la actual Ciudad Universitaria de San Marcos.
Envidias e indisposiciones ajenas a su voluntad hicieron que se alejara del Museo; de esta manera el Dr. Uhle hace entrega del patrimonio arqueológico del Museo Nacional consistente en 9.271 especímenes a la Comisión del gobierno presidida por el Dr. Carlos Wiesse el 29 de diciembre de 1911.

Invitado por la Universidad de Chile, viaja a este país, donde permanece hasta 1919, a partir del cual se traslada al Ecuador por invitaci6n de Jacinto Jijón y Caamaño. EI año 1933 regresa a Alemania y lo acoge el Instituto Iberoamericano de Berlín, donde redacta artículos, procesa datos y arregla documentos relacionados con cuarenta años de trabajos (Linares Wlaga 1964: 34).

Por iniciativa del Dr. Luis E. Valcárcel, la Facultad de Letras de la Universidad Nacional Mayor de San Marcos organizó un Jubileo en su honor (1935), donde participaron instituciones y autores de países europeos y americanos. En su discurso, Valcárcel expresó que: “Este homenaje significa también que la conciencia del Perú no olvida ni podrá olvidar jamás a cuantos abrazan la ingrata tarea de investigador incomprendido y de continuo calumniado y sabe reconocer el mérito por encima de todo". La Revista del Museo Nacional, tomo IV, Nº1, publicó por medio de la pluma del Dr. Valcárcel el merecido Jubileo.

El año 1936 el Museo Nacional de Cultura Peruana, dirigido por el Dr. Luis E. Valcárcel, en nombre del Ministerio de Educación Pública, le rinde en vida un justo homenaje. El XXVII Congreso Internacional de Americanistas de 1939 fue celebrado en Lima y México para el estudio comparativo de las civilizaciones de Anahuac y los Andes, además de sus posibles interconexiones e interrelaciones mutuas. El Perú lo invita a participar en las sesiones del Congreso, en las cuales expuso dos ponencias: “Procedencia y Origen de las Antiguas Civilizaciones Americanas” y “La Marcha de las Civilizaciones”, en las que se admira su experiencia en el tratamiento de los temas. El Perú lo condecoró con la Orden del Sol.

Retorno al Perú
El Dr. Max Uhle retorna al Perú en 1940, el mismo año en que el Perú le declara la guerra a Alemania, en el marco de la segunda Guerra Mundial. El Dr. Jorge C. Muelle, considerado el más técnico de los arqueólogos peruanos, recordaba que el sabio alemán fue detenido junto con otros alemanes en el Hotel Los Ángeles de la comarca de Chosica. El Dr. Eloy Linares Málaga (Linares Málaga 1964: 35) concluye: “Fue así que la segunda conflagración mundial oscureció su vida y no se llegó a saber de él hasta mediados de mayo del año 1944, cuando el cable anunciaba la desaparición del sabio a la avanzada edad de 88 años”.

En Estados Unidos varias universidades norteamericanas y sus museos han ido publicando las colecciones de Uhle depositadas en sus fondos museales.
El Dr. John H. Rowe publicó en 1954, por la Universidad de California, Berkeley y Los Ángeles, el libro titulado: Max Uhle, 1856-1944. A memoir of the Father of Peruvian Archaeology. University of California Publications in American Archaeology and Ethnology. Vol. 46, Nº1, 134 pp. Este libro condensa datos del autor, otorga información acerca de la obra de Uhle, valora sus aportes teóricos e intelectuales al ponderar sus investigaciones arqueológicas y etnológicas en el antiguo territorio del Tawantinsuyu (Chile, Argentina, Ecuador y Bolivia) y no solamente el Perú; aportó además, para el tiempo de publicación del libro, la bibliografía más completa sobre el sabio alemán.

Fonte: http://es.wikipedia.org/wiki/Max_Uhle

Cusco podría declararse en emergencia debido a las lluvias torrenciales



El Consejo Regional de Cusco evaluará esta medida mañana, lunes. Una mujer y su hija fallecieron y el servicio de trenes en la ruta Cusco-Machu Picchu-Cusco está suspendido

Cusco (Andina).- El Consejo Regional de Cusco se reunirá mañana para evaluar la declaratoria de emergencia del departamento surandino, que en los últimos días ha sido azotado por lluvias torrenciales que provocan constantes deslizamientos, informó el presidente cusqueño, Hugo Gonzales Sayán. “La situación es bastante crítica, se han producido lluvias torrenciales en las últimas horas y días, y ello ha ocasionado una serie de problemas en distintas zonas del departamento”, señaló la autoridad regional tras precisar que hay más de dos mil pobladores afectados.

El titular regional señaló que producto de las lluvias se ha reportado la muerte de una mujer y su hija, deslizamientos en Ayahuaico, Sipaspuqllo, Huancaro, San Jerónimo, San Sebastián, vertiente del río Huatanay, mientras que en la zona del Vilcanota se han perdido grandes extensiones de maíz.

Asimismo, el servicio de trenes en la ruta Cusco-Machu Picchu-Cusco está suspendido porque la vía ha sido bloqueada por deslizamientos de lodo y piedra, y tampoco hay transporte interprovincial entre Cusco y Apurímac. Las torrenciales y persistentes precipitaciones han provocado también la suspensión de varios vuelos comerciales.
“Mañana (lunes), en una reunión de emergencia, declararemos en estado de emergencia la región” y el siguiente paso será “llevar inmediatamente (el pedido) a la Presidencia del Consejo de Ministros (PCM)”, manifestó.

Gonzales Sayán indicó que se han entregado tres mil 800 galones de combustible para que se cubran todas las necesidades en el ámbito regional. “Estamos llevando calaminas y carpas. Toda la maquinaria de la región está a disposición, pero, al parecer, no es suficiente. Vamos a necesitar la declaratoria de emergencia para que todos los sectores podamos trabajar y atender los problemas”, expresó.

Con la declaratoria en emergencia de parte del Ejecutivo, dijo en Canal N, se busca que “la PCM nos autorice el uso de recursos del canon” para atender estas emergencias por fenómenos meteorológicos. En la reunión de mañana, a la cual se asistirán los trece consejeros cusqueños, también serán convocados los representantes de la empresa PeruRail, que opera en la ruta Cusco-Machu Picchu-Cusco, para que dé un informe de la situación.

Fonte: Peru, http://elcomercio.pe/ (24/01/2010)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Livros















Mais duas obras importantíssimas para quem quiser entender a conquista da América e os costumes dos antigos povos americanos.

Podem baixar de graça, em PDF no site:
Biblioteca Ayacucho Digital
www.bibliotecayacucho.gob.ve/fba/index.php?id=103

Felipe Guamán Poma de Ayala
Nueva corónica y Buen gobierno, I

Transcripción, prólogo, notas y cronología: Franklin Pease García
Materias: Antropología, Etnografía, Etnohistoria, Etnohistoria andina, Historia prehispánica, Historia colonial latinoamericana, Viajes, Literatura época colonial
Páginas: Tomo I, XCII + 429
País: Perú

Felipe Guamán Poma de Ayala
Nueva corónica y Buen gobierno, II

Transcripción, prólogo, notas y cronología: Franklin Pease García
Materias: Antropología, Etnografía, Etnohistoria, Etnohistoria andina, Historia prehispánica, Historia colonial latinoamericana, Viajes, Literatura época colonial
Páginas: Tomo II, 539
País: Perú

"La mayoría de los datos que se poseen sobre el cronista inca Felipe Guamán Poma de Ayala son de carácter conjetural. Su nacimiento se sitúa entre 1526 y 1545 y su muerte debió ocurrir con posterioridad a 1615. Escribió su Nueva corónica posiblemente de 1584 a 1615. En ella nos ofrece información de primera mano sobre diversos aspectos de la conquista, en un castellano defectuoso aunque expresivo, así como mediante gran profusión de ilustraciones, que constituyen el más importante conjunto de representaciones gráficas de algún tipo de documento andino durante la colonia española entre los años finales del siglo XVI y los iniciales del XVII. El autor realiza una seria crítica del régimen de encomiendas, del sistema de reducciones, de la mita y de otros abusos característicos del período de la Conquista. La presente edición de la Nueva Corónica y Buen gobierno reproduce gran cantidad de ilustraciones del manuscrito original y está realizada sobre la edición fascimilar que el gran americanista Paul Rivet preparó para el Institut d’Éthnologie de París en 1936. Esta edición además de presentar un magnífico estudio preliminar que nos introduce al mundo de Guamán Poma de Ayala, tiene como peculiaridad la modernización del texto al transcribirlo y la explicación de los criterios de tan complicado trabajo."

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As Pirâmides Perdidas de Caral (Parte 3)