domingo, 27 de fevereiro de 2011

Arqueólogos descobrem túmulos de civilização mais antiga que a dos incas

Foto: Percy Hurtado/Andina/Handout/Reuters
Couraça de prata foi encontrada entre restos de nobre wari


Descoberta poderá forçar historiadores a reconsiderar a origem do império pré-colombiano

Do R7

Arqueólogos descobriram, no Peru, nove túmulos da civilização pré-hispânica wari, revelou o governo do país nesta quinta-feira (24). A descoberta, na região ao sul de Cusco, sugere que essa civilização, que floresceu nos Andes peruanos entre 700 e 1200 d.C., pode ter controlado áreas onde depois surgiria o império inca.

O ministro da Cultura do Peru, Juan Ossio, disse que “os incas podem ter se inspirado na cultura wari, o que lhes teria permitido desenvolver todo o seu sistema político”. O povo inca ergueu o maior império do Novo Mundo entre 1.400 e 1.523 d.C. A informação foi revelada nesta sexta-feira (25) pelo jornal britânico Daily Mail.

Conquistadores espanhóis conquistaram o território wari, obrigando seu povo a se refugiar no distrito de Vilcabamba, em Cusco, onde os túmulos foram encontrados. Os túmulos mostram que os wari também viveram nas selvas de Vilcabamba e possivelmente inspiraram a estrutura política do sofisticado império inca, acrescentou Ossio.

|Em um dos túmulos, os arqueólogos encontraram restos de um nobre wari com uma couraça de prata. Os pesquisadores o batizaram de “o senhor de Vilca”, em referência ao "senhor de Sipan", uma múmia intacta que foi encontrada no norte do Peru em 1987.

Para Juan García, diretor regional de cultura de Cusco, “essa é a descoberta mais importante nos últimos anos, talvez desde Machu Picchu”, referindo-se à cidadela inca que atrai 500 mil turistas por ano.

O Peru vai comemorar o centenário da descoberta de Machu Picchu em julho deste ano. No ano passado, a Universidade de Yale, nos Estados Unidos, concordou em devolver milhares de artefatos retirados do local no começo dos ano 1900, acabando com uma antiga polêmica.

Fonte: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/arqueologos-descobrem-tumulos-de-civilizacao-mais-antiga-que-a-dos-incas-20110225.html (25/02/2011)

FORT CHIMO

Texto Dalton D. Maziero

Um dos grandes enigmas da arqueologia americana está localizado em uma das regiões mais inóspitas de nosso continente: a baía de Ungava, a cerca de 1200km ao norte de Quebec, no Canadá.

Nessa região, foram encontradas muralhas de pedra que datam de aproximadamente 500 a.C. Próximas a elas, inúmeros blocos de pedra empilhados a imagem de estátuas, formadas com pedras diferentes às encontradas na região. Os arqueólogos até hoje, não conseguiram precisar com segurança quem as trouxe, e de onde.

Os atuais habitantes – inuits – desconhecem a origem dessas obras, e explicam-nas através de lendas, que falam de uma raça de gigantes com língua diferente das deles.


Inuits

Alguns estudiosos arriscam dizer que a obra é um legado viking, anterior ainda à ocupação desse povo na Península do Labrador. Outros apontam para uma raça indígena extinta, pertencente à cultura Dorset, que teriam habitado a região. Essas teorias, contudo, são apenas meras especulações.

As estruturas foram analisadas superficialmente por Mathiassen (1928) e Gathorne-Hardy (1922 e 1932). As melhores anotações contudo, pertencem a Tanner (1941) e Wenner (1947). Infelizmente, os dados coletados não dispõe de estudo em radiocarbono que permitisse datar os achados de forma correta.




Arte regional, séc. XIX/XX. Semelhante à encontrada em escavações dos sitios arqueológicos.

Algumas pesquisas foram realizadas na década de 60 na região da Baia de Ungava e em Island Sculpin, com o mapeamento das estruturas e a suposta origem com o povo Dorset. A conclusão dessa aproximação provém, no entanto, por método de artefatos comparados. Nas proximidades de um grupo de “esculturas”, encontraram uma espécie de sambaqui, e ossos de animais enfiados nas fendas das ruínas.

Até mais do que a dúvida de qual cultura pertence tal obra, perturba o fato – e o motivo – da construção do muro de pedra. Seria uma forma de proteção? Contra o que?

O mistério persiste...

Para os que estão interessados em ir mais fundo nessa história, acessem texto em inglês (PDF) do autort Barry Matthews:








“Archaeological Sites in the Labrador-Ungava Peninsula: Cultural Origin and Climatic Significance.”
http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:uYWSHQ5a6soJ:pubs.aina.ucalgary.ca/arctic/Arctic28-4-245.pdf+%22fort+chimo%22%2Barchaeology&hl=pt-br&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESiSTpSZL3tATOc4DzEXRC9PrnE9dt92vwyqLP6FGR6FVN-ZgDCkI3hsK524DEKGwJg_a1uUMc-z_AFuhhvGDNv23aty0D_S7o2U4cDW2vYDY_yVUMy1Cnt6DsKfhBaa2sEMZ1Gs&sig=AHIEtbTVsl_aIvYHPPej9vCNSuqlDcrvKg

Descoberta arqueológica surpreende e leva a repensar a história do Peru

Foto: AFP: A descoberta do túmulo de um governante de uma civilização pré-hispânica de há um milênio...

LIMA (AFP) - A descoberta do túmulo de um governante de uma civilização pré-hispânica de há um milênio abriu novas perspectivas sobre a história do antigo Peru, opinaram especialistas nesta quinta-feira.

Arqueólogos encontraram um complexo funerário formado por nove túmulos pertencentes à cultura Wari, anterior à incaica, e que teve sua época de esplendor entre os anos 600 e 1.200 de nossa era - uma civilização que se estendeu por grande parte da costa peruana e da região andina.

Entre as tumbas, escavadas na zona de selva do departamento de Cusco - antiga capital do império incaico -, sobressaem os restos de um personagem de estirpe, adornado de peças de ouro e prata, batizado de o Senhor de Wari.

"É uma impressionante descoberta Wari, em plena selva cusquenha, que abre um novo capítulo nas pesquisas arqueológicas, reescrevendo nossa história", disse Juan García, diretor regional de cultura de Cusco, ao fazer o anúncio.

"É um dos mais importantes achados, comparável a Machu Picchu, a fortaleza incaica, e ao Senhor de Sipán", descoberto no norte peruano em 1987, pertencente à cultura Moche, acrescentou.

O complexo funerário foi encontrado na cidadela arqueológica de Espíritu Pampa, na província amazônica de La Convención, distrito de Vilcabamba, em Cusco (1.100 km a sudeste de Lima).

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/110224/mundo/peru_arqueologia_sociedade (24/02/2011)

EL MOHO SE APODERA DE TIWANAKU

Foto: Daño en la piedra. El moho se adueñó de la Puerta del Sol, la cual no puede ser llevada al Museo Lítico debido a problemas en los ambientes de éste.

Manejo. Ni el Gobierno ni el municipio se hacen responsables por el cuidado del patrimonio.

Techos desplomados, humedad, basura y moho son señales del abandono en el que se encuentra el sitio arqueológico de Tiwanaku. Autoridades nacionales y municipales no asumen responsabilidad sobre la administración del lugar, algo aún no definido.

Mientras tanto, los daños en las milenarias estructuras se hacen cada vez más evidentes. La Razón constató el jueves que el moho se apodera de los bloques de piedra, siendo la Puerta del Sol uno de los monumentos más afectados, especialmente en el lado posterior de la mole.

Los restos de la civilización preincaica tienen en la humedad a su peor enemigo. Al lado del templo de Kalasasaya, la bases y fosas donde están los monolitos se llenan de agua. Ello socava los cimientos, al grado de que algunos muros han colapsado.

No existe un sistema de drenaje adecuado, aspecto que, según el director de Patrimonio del Ministerio de Culturas, José Luis Paz, debe ser prioridad para el municipio. Lo único que se ve en el lugar es una canalización rudimentaria, hecha con tubos, surcos en la tierra y planchas de metal.

La humedad no sólo afecta a las piezas que se hallan a la intemperie. Los museos Lítico y Arqueológico la sufren. El primero tiene una grieta en el techo, por donde ingresa el agua cuando llueve. La deficiencia se denunció en febrero del 2010, cuando la ministra de Culturas, Zulma Yugar, inspeccionó el sitio.

Transcurrido casi un año de la revisión, aún no se hizo un arreglo permanente. Paz justificó el hecho con el proceso judicial que el Ministerio inició a la empresa constructora. Según la autoridad, hasta que un fiscal de Guaqui no ordene una inspección, la situación se mantendrá igual.

El Museo Arqueológico muestra daños en su estructura. La humedad descascara las paredes e incluso llegó a las vitrinas que guardan piezas arqueológicas.

“Desde que la Alcaldía tomó el control, no ha hecho nada. Los trabajos están paralizados y dejan que los comunarios manejen el lugar a su antojo. Mientras tanto, todo se viene abajo”, denunció una vecina del poblado, que pidió mantener su nombre en reserva.

En noviembre del 2010, una comisión de la Unesco visito Tiwanaku, Patrimonio de la Humanidad, y recomendó realizar planes de prospección y manejo, coordinar tareas con otros actores y mejorar la protección del sitio.

Prioridad
Según el Ministerio, la protección de las piezas de arenisca es la tarea más urgente en el complejo.

Juicio
La entidad inició un proceso a la empresa constructora del Museo Lítico, a cargo de un fiscal del Distrito de Guaqui (La Paz).

Control
Desde el año pasado, los diferentes actores trabajan en un proyecto de decreto supremo para definir la administración del sitio arqueológico.
La protección del sitio todavía no recae en ninguna entidad

Según el Ministerio de Culturas, es el municipio el que se ocupa de la conservación y restauración en el complejo arqueológico de Tiwanaku. Contradictoriamente, la comuna espera el traspaso oficial del sitio a su jurisdicción para ejecutar proyectos en ese sentido.

“Tienen varios proyectos, entre ellos la implementación de un sistema de drenaje y la realización de estudios para ver la mejor manera de conservar las ruinas, pero (el municipio) aún no puede implementarlos debido a las lluvias”, indicó el director de Patrimonio del Ministerio, José Luis Paz.

De su lado, el alcalde de Tiwanaku, Marcelino Copaña, señaló que pondrán en marcha nuevos proyectos una vez que la administración del lugar pase a manos de la Alcaldía de manera oficial. “Tenemos expertos y técnicos que se encargan de los problemas que existen”, aseguró.

Desde el 2010, los actores involucrados en el tema trabajan en la elaboración de un decreto que defina la administración del lugar y las responsabilidades de cada uno de ellos. Paz anunció que se prevé que la norma sea emitida a fines de este mes.

Para la autoridad, la necesidad más urgente es proteger las piezas de piedra arenisca, como las cabezas clavas del templete semisubterráneo y el monolito barbado, muy vulnerables ante el azote de los fenómenos climáticos. A decir de Copaña, ya se prohibió que turistas suban a la cima de la pirámide de Akapana mientras duren las lluvias para evitar presión sobre las ruinas.
El 2009, la Unesco solicitó al Gobierno boliviano la creación de una dirección que se ocupe únicamente de la administración del sitio arqueológico de Tiwanaku. Esa unidad aún no existe.

Periodista:Jorge Soruco - La Paz

Fonte: http://www.la-razon.com/version.php?ArticleId=125427&EditionId=2438 (13/02/2011)

LOCALIZAN OTRA PARTE DEL TEMPLO DE EHÉCATL

Descubrieron nueva etapa de esta edificación dedicada al dios mexica del viento.

Arqueólogos localizaron una nueva etapa constructiva de esta edificación circular dedicada al dios mexica del viento, que corresponde al periodo 1481 a 1486 d.C.

Además han logrado la excavación de 30 metros de los 34 de longitud que mide la plataforma de este adoratorio prehispánico que fue descubierto el año pasado


Una nueva etapa constructiva del templo circular dedicado a Ehécatl-Quetzalcóatl, que corresponde al periodo 1481 a 1486 d.C., fue localizada por investigadores del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH-Conaculta), quienes además han logrado la excavación de 30 metros de los 34 de longitud que mide la plataforma del que consideran fue el adoratorio prehispánico más importante usado por los mexicas para rendir culto al dios del viento.

Los vestigios de dicha etapa de construcción hallada recientemente, consisten en un muro del cuerpo circular del basamento y restos de estuco; con ésta suman ya tres las fases de construcción del antiguo adoratorio descubierto el año pasado en un predio de la calle de Guatemala, en el Centro Histórico de la Ciudad de México, detrás de la Catedral Metropolitana.

Estos nuevos vestigios corresponden cronológicamente a la fase V del Templo Mayor (1481 a 1486 d.C.), que se añade a las dos fases de la edificación descubiertas en enero de 2010, relativas a las etapas VI (1486-1502 d.C.), tocante al auge de Tenochtitlan, y la VII (1502-1521 d.C.), que fue la que vieron los conquistadores españoles a su llegada a esta antigua urbe, informó el arqueólogo Raúl Barrera, responsable del Programa de Arqueología Urbana (PAU), del INAH.

Durante su participación en el ciclo de conferencias conmemorativas a los 33 años del descubrimiento del monolito de la Coyolxauhqui, el arqueólogo informó que durante la primera temporada de exploraciones realizadas en torno a dicha edificación prehispánica, se ha logrado avanzar en la excavación y consolidación de este antiguo templo, que se constituye de una plataforma y un cuerpo circular adosado.

En dicho foro que se desarrolla en el Museo del Templo Mayor, Raúl Barrera abundó que en lo que respecta a la plataforma prehispánica se han logrado excavar 30 de los 34 metros que se calcula tiene de longitud; así mismo, durante estas labores se logró determinar con precisión el diámetro del templo circular adosado.

En 2010, cuando se halló el templo, dijo, se creía que tenía un diámetro de 14 m, y tras la excavación se ha establecido que son 18 m. “Además de detectar la nueva etapa constructiva, se ha trabajado en la consolidación y restauración los estucos y muros que componen el basamento, tarea a cargo del equipo de expertos del Museo de Templo Mayor.

“El Templo de Ehécatl-Quetzalcoátl, del cual llevamos excavados 30 metros de norte a sur, y nueve metros de largo, es uno de los más representativos de la época prehispánica, pues todo indica que su frente principal, con su templo circular, estaba dirigido al Templo Mayor, concretamente hacia el lado del adoratorio a Tláloc”, explicó el arqueólogo.

Lo anterior —dijo—, tiene sentido si se considera que Ehécatl-Quetzalcóatl, era el dios mexica del viento, elemento que precede a la lluvia, esta última representada por Tláloc, divinidad del agua y del rayo.

De ahí que la pirámide consagrada a Ehécatl-Quetzalcóatl, conocida como la “Casa del viento”, tuviera una forma peculiar: su fachada era de planta cuadrangular, mientras que su parte posterior, de planta circular, servía para sustentar un templo de forma cilíndrica cubierto por un techo de paja a manera de un gran cono.

Raúl Barrera, comentó que de acuerdo con documentos históricos de cronistas del siglo XVI, entre ellos fray Bernardino de Sahagún, Diego Durán y Bernal Díaz del Castillo, la entrada principal a este templo tenía la forma de las fauces de una serpiente, y posiblemente por ahí accedían los guerreros o los sacerdotes.

El responsable del PAU detalló que en estos momentos la estructura prehispánica está protegida con un material sintético geotextil, que sirve para preservarla de la humedad y proporcionarle una temperatura adecuada, a fin de evitar su deterioro y permitir su conservación.

Durante las labores de exploración, añadió, se han encontraron gran parte de estucos y pisos de lajas de basalto que conformaban parte de la plaza prehispánica, hallazgos que también se suman a los materiales encontrados previamente, como fragmentos de esculturas de deidades mexicas y restos de una almena en forma de biznaga, que se considera corresponden al periodo de 1502 a 1521.

Así mismo, en dichas investigaciones en las que también participan los arqueólogos Iván Urdapilleta e Israel Fuentes, se han encontrado más de dos mil fragmentos de cerámica prehispánica y colonial.

La cerámica prehispánica corresponde a la denominada Texcoco, Cholula, Azteca III y IV, relativos a la época de auge y decadencia de la cultura mexica. En tanto que la colonial es de los estilos Vidriado Verde y Café, Mayólica Azul y Verde sobre Crema, y Puebla Azul sobre Blanco, entre otros. También, se localizaron pedazos de porcelana europea y china.

“A pesar de que en el recinto sagrado de Tenochtitlan había varios templos y altares dedicados a Ehécatl, como el caso de la Pirámide de Pino Suárez, éste que se descubrió en 2010 debió ser el más representativo”, concluyó Raúl Barrera.

Cabe mencionar que el área de acción del Programa de Arqueología Urbana comprende aproximadamente un cuadrángulo de 500 metros, espacio que según cálculos ocupaba el recinto sagrado de la antigua ciudad tenochca.

Fonte: http://www.inah.gob.mx/index.php/boletines/14-hallazgos/4895-localizaron-otra-parte-del-templo-de-ehecatl (24/02/2011)

Destacan gran descubrimiento arqueológico en Perú

Lima,(PL) El ministro de Cultura, Juan Ossio, destacó hoy la importancia del hallazgo de la tumba del Señor de Wari, jerarca andino precolombino, en la localidad de Espíritu Pampa, en la surandina región de Puno.

Se trata de un descubrimiento "notable y sorprendente", al señalar que se desconocía que la Cultura Wari, preinca, había llegado a tener presencia en el territorio de Cusco, lo que da pistas sobre una notable expansión de los waris y posible relación con los Incas, cuyo centro era Cusco.

Cusco, capital del imperio Inca, está ubicada a mil 165 kilómetros al sureste de aquí, y Huanta, capital de Ayacucho, a 575 kilómetros de Lima y no había hasta el hallazgo reciente ningún vestigio de su presencia fuera de territorio ayacuchano.

El arqueólogo Luis Lumbreras explicó que Espíritu Pampa se encuentra en la selva tropical de Cusco, un territorio al que se creía los incas solo llegaron en un repliegue para desde allí iniciar la resistencia contra los conquistadores españoles.

Lo que se ha descubierto es espectacular; es el primer rey que se ha encontrado en ese territorio, añadió Lumbreras, al resaltar la importancia de los pectorales, coronas, brazaletes de oro y cerámica preciosa, elaborada con técnicas poco conocidas.

El descrubridor de las Tumbas Reales del Señor de Sipán, en la norteña región de Lambayeque, Walter Alba, opinó que el hallazgo es una contribución importante a la arqueología que permitirá un mayor conocimiento de las culturas preincas.

Citó la opinión del antropólogo holandés Tom Zuidema, quien considera que los incas fueron posiblemente un grupo doblegado por los waris, se rebelaron contra estos, se liberaron y heredaron los patrones de cultura de los waris para desarrollar su sistema político.

El ministro subrayó que los waris y los incas son las dos grandes expresiones culturales prehispánicas andinas.

Al felicitar al equipo científico investigador por el hallazgo, dijo que este incluye nueve tumbas o restos funerarios, uno de ellos un personaje de alta jerarquía, por su vestimenta, por lo que ha sido llamado Señor de Wari.

La investigación y la búsqueda comenzaron en julio de 2010 y los primeros hallazgos fueron piezas de cerámica y de oro, informó Ossio.

Señaló también que las excavaciones han sido suspendidas por las fuertes lluvias en la zona pero se reanudarén en cuanto mejoren las condiciones climáticas.

Según manifestó, el área de Espíritu Pampa fue explorada por el enviado de la Universidad de Yale, Estados Unidos, Hiram Bingham, en el viaje que hizo para llegar a las ruinas incas de Machu Picchu, de las que se proclamó descubridor hace un siglo, en 1911.

Fonte: http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=266955&Itemid=1 (24/02/2011)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Brasileiros pré-históricos faziam obras de arte com mortos

Foto: Crânio de indivíduo com ossos de outro colocados intencionalmente na cavidade, achado na gruta Lapa do Santo

REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE CIÊNCIA

Na hora de lidar com a morte, criatividade é o que não faltava à misteriosa gente que vivia no coração de Minas Gerais há quase 9.000 anos. Os sepultamentos ali parecem ter sido obras de arte, cuja principal matéria-prima era o corpo humano.

Cortados com instrumentos de pedra, os ossos de diversos mortos podiam ser reunidos dentro do crânio de outra pessoa. Em outros casos, o uso de tinta ou fogo dava uma aparência diferente ao cadáver. E, às vezes, dentes de um indivíduo eram arrancados para adornar os restos mortais de outro.

O inventário dessas estranhas práticas está sendo feito pelo arqueólogo André Strauss, cujo mestrado na USP versou sobre o tema. "Embora a região seja escavada desde o século 19, com centenas de esqueletos encontrados, todo mundo achava que os sepultamentos ali eram muito simples, muito sem graça", diz ele.

DE OLHO NO CRÂNIO
Até então, lembra Strauss, o principal interesse dos cientistas era o formato do crânio dos chamados paleoíndios, como são conhecidos os povos que habitavam as Américas no período.

A região central de Minas é famosa por ter abrigado uma gente cujas feições lembravam os atuais africanos e aborígines da Austrália, bem diferente do tipo físico dos índios atuais. É lá que foi achada a célebre Luzia, mulher mais antiga do continente, com mais de 11 mil anos.

Ao longo desta década, uma equipe da USP liderada pelo bioantropólogo Walter Neves (que orientou o mestrado de Strauss) e pelo arqueólogo Renato Kipnis voltou à região e fez uma exploração detalhada da gruta conhecida como Lapa do Santo. O resultado: 26 sepultamentos que enterram a ideia de que os funerais ali padeciam de falta de imaginação.

"É muito difícil saber o que se passava na cabeça das pessoas. Mas dá para perceber, por exemplo, regras lógicas na maneira como esses ossos eram cortados", diz Strauss, que hoje faz seu doutorado no Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva (Alemanha).

Há, por exemplo, uma estranha simetria: nos enterros "compostos", quando o crânio é de um adulto, o resto do esqueleto é de crianças, enquanto ossos de pessoas maduras acompanham crânios infantis. Uma mandíbula perfurada parece não ter sido um mero colar: ossos foram arrumados em cima dela, como se fosse uma cesta.

"Muita gente me pergunta se não há uma ligação disso tudo com canibalismo. Mas um dos sinais de antropofagia é quando os ossos humanos encontrados num sítio [arqueológico] são tratados da mesma maneira que os ossos de animais, e isso a gente não vê", pondera ele.

Outra possibilidade, a de sacrifício humano e posterior ritual com os mortos, também não parece muito provável, argumenta Strauss. Não há sinais de violência -fraturas na cabeça, por exemplo- entre os mortos da gruta. Os ossos parecem ter sido manipulados (e descarnados) logo depois da morte.

É tentador pensar na Lapa do Santo como uma Cidade dos Mortos, um local onde as tribos da região se reuniam para celebrar a ida de seus membros para o além.
Porém, diz o arqueólogo, coleções antigas de esqueletos de outros sítios também andam revelando marcas de corte, agora que foram reanalisadas. "Antes não se prestava atenção a isso."

A pesquisa recebeu apoio financeiro da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/879209-brasileiros-pre-historicos-faziam-obras-de-arte-com-mortos.shtml (22/02/2011)

Construirán museo de sitio en complejo arqueológico Ventarrón en Chiclayo

Chiclayo,(ANDINA). Con el fin de que los turistas puedan apreciar las maravillas del complejo arqueológico Ventarrón, santuario religioso que sería la cuna de la cultura del norte de Perú, se proyecta la construcción de un museo de sitio en ese lugar, ubicado en el distrito de Pomalca, en la provincia de Chiclayo.

El director de la Unidad Ejecutora Nº 005: Naylamp - Lambayeque, Celso Sialer Távara, informó que especialistas de este organismo elaboran el expediente técnico para la construcción del recinto museográfico.

“Se espera que este año empiece la construcción con aporte de organismos internacionales interesados en invertir en este componente, que servirá para exponer a Perú y al mundo la grandeza de nuestros antepasados.”

Ventarrón alberga restos de arquitectura monumental que habrían marcado el inicio de la civilización en Lambayeque, en el norte peruano.

Según recordó Sialer, en dicho complejo arqueológico se halló el mural de mayor antigüedad de América, de más de 4,000 años.

“Es la representación de una red multicolor y dentro de la cual, como atrapado, destaca la imagen muy natural de un venado", explicó.

Fonte: http://www.andina.com.pe/Espanol/Noticia.aspx?Id=j+TROnp6vP4= (16/02/2011)

Camino del Inca será protegido por Unesco en seis países en 2013

Seis mil kilómetros lineales de la red vial Qhapaq Ñan, que data del siglo XV, serán Patrimonio de la Humanidad.

por Gabriela Sandoval

Era una ruta de comunicación y transporte. También de dominación y poderío. El "Qhapaq Ñan" -o camino principal-, fue usado para expandir el imperio Inca a contar del siglo XIV, hasta alcanzar casi 30 mil kilómetros de extensión. Sus huellas aún subsisten y serán ahora protegidas por la Unesco, para preservar su valor arqueológico y cultural.

La iniciativa nació en 2001 en Perú y sumó rápidamente a Chile, Argentina, Bolivia, Colombia y Ecuador, para así abarcar la mayor parte del tramo, dividido en varias sendas. "Es un proyecto inédito, pues involucra a seis países que, de común acuerdo y conjuntamente, elaboran la propuesta de declaratoria, para lograr que el sitio sea declarado Patrimonio de la Humanidad", señala Oscar Acuña, secretario ejecutivo del Consejo de Monumentos Nacionales.

Acuña añade que cada país seleccionó los tramos más valiosos o mejor conservados para realizar sobre ellos los estudios que exige la Unesco. Así, el trazado total será de casi seis mil kilometros, con distintos hitos incaicos.

En Chile se escogieron cinco secciones, entre Arica y Atacama, que abarcan 128 kilómetros. En ellos se puede apreciar petroglifos, tambos, senderos de empedrado, cuestas de terraplén y elementos demarcatorios que ayudaban a los viajeros a guiarse en el camino, que atraviesa lo más árido del desierto. "Estas huellas existían en su mayoría, pero sin formalidad y fueron unificadas y racionalizadas por los incas con la ayuda de las comunidades locales que encontraron. Son caminos de gran calidad, que no tienen equivalente en el resto del territorio", explica José Berenguer, curador jefe del Museo Precolombino.

Representantes de los seis países viajaron a París a reunirse con encargados de la Unesco y conocer los avances del proceso. Se acordó presentar en septiembre el proyecto consolidado y a comienzos de 2012 el expediente final, lo que permitirá obtener durante 2013 la declaratoria de la Unesco.

Fonte: http://diario.latercera.com/2011/02/22/01/contenido/pais/31-60116-9-camino-del-inca-sera-protegido-por-unesco-en-seis-paises-en-2013.shtml (22/02/2011)

San Bartolo, el centro cultural de los mayas en Guatemala

Foto: Noticieros Televisa

Por Francisco Cuevas

En el Centro Arqueológico de San Bartolo, en Guatemala, existen murales considerados el equivalente maya de la Capilla Sixtina.

GUATEMALA, Guatemala, feb 17, 2011.- Enclavado en medio de la selva virgen del departamento más grande de Guatemala, Petén, localizado a quinientos kilómetros al norte de la capital, el Centro Arqueológico de San Bartolo es considerado como uno de los centros culturales de los Mayas, hasta ahora descubierto.

Protegido por elevados árboles y con un acceso terrestre poco transitable, aquí se descubrieron una serie de murales que según el arqueólogo estadounidense William Saturno, son "el equivalente mya de la Capilla Sixtina".

Bajo una de las pirámides del centro arqueológico, conocida con el nombre de las "Pinturas", se localizaron los murales del Mito de la Creación y que, según los estudios, fue elaborado en el período preclásico, unos trescientos años antes de Cristo.

Con una extensión de cuatro kilómetros cuadrados, "San Bartolo" se localiza en las cercanías de Tikal y de Uaxactún y para llegar al sitio se requieren de al menos ocho horas para recorrer cuarenta y un kilómetros en medio de la atractiva flora y fauna del lugar.

Los primeros trabajos además de la pirámide de "Las Pinturas", ha permitido exponer la parte superior del montículo de "Las Ventanas"; aunque también se labora en el complejo de "El Tigrillo", considerado uno de los palacios más antiguos del Mundo Maya.

El Centro fue descubierto por el arqueólogo Saturno junto a un equipo de alrededor de treinta personas, entre guatemaltecos y estadounidenses, en el año 2001. El estadounidense Saturno anunció que los murales de San Bartolo demuestran que éstos son los murales más antiguos hasta hoy descubiertos y que permiten afirmar que los Mayas tenían monarquías bien establecidas.

Pero fue dos años más tarde, en el 2003, cuando se iniciaron las excavaciones que llevaron treinta meses después a conocer el mural de San Bartolo, un cuarto ubicado en la parte inferior de la pirámide de "Las Pinturas" de unos veinte metros de altura.

"La Pirámide de 'Las Pinturas' fue construida desde el 300 a.C. (cuartos en sus bases) y terminada en el 60 d.C. Estos murales fueron fechados con Carbono 14 en el 100 a.C, que los hace los más antiguos murales Mayas descubiertos hasta ahora, lo que comprueba el hecho de que los mayas tenían monarquías bien establecidas, muchos siglos antes de lo aceptado hasta hace poco, por lo que la Historia actual deberá ser revisada", señala el arqueólogo William Saturno.

Fonte: http://noticierostelevisa.esmas.com/internacional/260774/san-bartolo-centro-cultural-mayas-guatemala (17/02/2011)

Honduras: Repunta turismo en Copán

El Parque Arqueológico de Copán es el más visitado a nivel nacional

TEGUCIGALPA, HONDURAS

La afluencia de turistas ha repuntado en los últimos meses en el Parque Arqueológico de Copán.

Eso estableció el arqueólogo, René Viel, luego de un recorrido por el parque junto a la titular de la Secretaría de Turismo, Nelly Jerez.

"Es evidente que nuevamente están retornando los visitantes de Europa, especialmente de Francia y de otras naciones", detalló Viel, luego de comprobar la presencia de numerosos grupos de extranjeros en los predios de la zona.

Según registros, el Parque Arqueológico de Copán es el más visitado a nivel nacional con más de 112 mil personas durante el año anterior, cuya cifra busca incrementar el Instituto Hondureño de Turismo con una serie de promociones.

En su visita la ministra de Turismo inspeccionó además los trabajos que se realizan a través del Programa Nacional de Turismo Sostenible (PNTS) en las cercanías de los sitios arqueológicos de Copán.

Las obras comprenden infraestructura básica y accesos a la comunidad de La Castellona, con el objetivo de incorporarla y posicionarla para el turismo rural y acciones para la puesta en valor del sitio Río Amarillo.

Fonte: http://www.elheraldo.hn/Ediciones/2011/02/19/Noticias/Honduras-Repunta-turismo-en-Copan (18/02/2011)

Encuentra monolito de 3 mil años en Chiapas

Por Luis Alonso Linares Abundio

La piedra podría ser de origen Olmeca

Arqueólogos descubrieron un monumento de piedra Mesoamericano de 3.000 años de antigüedad en el sur de México, en un sitio conocido como Ojo de Agua en Chiapa y tiene tallada una figura humana hasta ahora no identificada, pero que ha sido bautizada como “Monolito 3”.

La roca de un metro de altura y unos 40 kilogramos de peso, presenta la imagen hombre con un brazo levantado y el ceño medio fruncido y pareciera estar listo para marchar de inmediato.

"Es hermoso y fue, obviamente, muy importante", dijo el arqueólogo John Hodgson de la Universidad de Wisconsin-Madison sobre la piedra recién descubierta. "Pero probablemente nunca sabremos quién era o qué significa la escultura en su totalidad."
Aunque parece que los algunos trazos en zigzag podría representar la iluminación, las gamas de montaña locales, u otras características del mundo natural: "Esto está estrechamente vinculado con la agricultura y el culto del dios del maíz", y agregó que los zigzag simulan "tormentas que traen la lluvia."

El hallazgo fue realizado durante las excavaciones de una zanja de agua en aquella comunidad, "Por lo general, las esculturas son vistas por primera vez por los arqueólogos en las colecciones privadas de arte y que normalmente no tienen buena idea de dónde provienen. Las representaciones de figuras y cambio en motivos son una forma para obtener una aproximación para obtener una fecha en que se creo”. Señaló el científico.

Monumento 3 es el segundo monumento tallado localizado en Ojo de Agua. Monumento 1 fue descubierto accidentalmente cuando un agricultor local lo golpeó con un arado en la década de 1960.

Fonte: http://www.elpuntocritico.com/vida-y-estilo/noticias-ciencia/8211-encuentra-monolito-de-3-mil-anos-en-chiapas.html (16/02/2011)

Los códices del México Antiguo que ya están en la red (Parte 02)

Códice badiano o de la herbolaria prehispánica

Realizado 30 años después de la Conquista, se trata nada menos que de un libro de medicina, farmacopea o libro de farmacia, un compendio de la tradición medicinal prehispánica, con ilustraciones exquisitamente dibujadas.

Fue escrito en latín por Juan Badiano, un indio de Xochimilco, educado en la academia de Santiago, Tlatelolco.

Es de los pocos documentos relativos al México antiguo que después de haber sido enviado a Europa, un estado moderno ¡lo ha devuelto! En 1990, el Papa Juan Pablo II, a nombre del Estado Vaticano, regresó el documento histórico al gobierno mexicano.

El INAH en conjunto con la UNAM ha digitalizado este interesante códice y actualmente se puede comprar o consultar en formato de CD en diversas bibliotecas.

Se encuentra en: biblioteca Nacional de Antropología e Historia.

En la Red: Wikimedia Commons
http://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Badianus.jpg
Otras imágenes en la red
http://www.google.com.mx/images?um=1&hl=es&biw=1440&bih=719&tbs=isch:1&sa=1&q=codex+badianus&aq=f&aqi=&aql=&oq=

Códice Mendoza o todo sobre los aztecas

Realizado apenas 20 años después de la Conquista, es uno de los documentos más extensos y completos que relatan la historia, organización y tradiciones de los mexicas. Contiene una relación de los emperadores aztecas y sus conquistas, una lista de tributos pagados por los pueblos conquistados y una descripción de la vida diaria en Tenochtitlán, todo realizado en pictogramas tradicionales aztecas con explicaciones y comentarios en español.

El códice fue copiado y recopilado a partir de documentos más antiguos por orden del virrey Antonio de Mendoza --de ahí el nombre-- con el fin de que fuera visto por el Emperador Carlos V.

La obra fue enviada a Europa en un barco atacado por corsarios franceses, así llegó a ser propiedad de un cortesano francés cuyos herederos lo vendieron a un caballero inglés por unos francos. El códice pasó a ser propiedad de varias celebridades de Inglaterra hasta terminar en la colección de la Biblioteca de la Universidad de Oxford, donde se encuentra ahora.

Se encuentra en: biblioteca de la Universidad de Oxford, Inglaterra. .

En la Red: algunas imágenes en Wikimedia Commons
http://en.wikipedia.org/wiki/Codex_Mendoza

Códice Florentino o el primer estudio antropológico de la historia

Documento de incalculable valor, una de las más grandes creaciones intelectuales de la historia. Más que un documento, es todo un proyecto realizado bajo la supervisión del fraile franciscano Bernardino de Sahagún (1499-1590).

También conocido como "Historia General de las Cosas de la Nueva España", es un conjunto de 12 documentos o libros que conforman un estudio de la cultura no sólo mexica, sino de los pueblos de habla náhuatl en conjunto. Fue conformado a partir de antiguas fuentes y de conversaciones y entrevistas con sabios, ancianos y sacerdotes indígenas en Tlatelolco, Texcoco y ciudad de México.

Se encuentra en: El original se conserva en la Biblioteca Medicea Laurenciana de Florencia, Italia. Sahagún lo envió a Roma en 1580, para que fuera visto por el papa Gregorio XIII.

En la red: Desafortunadamente no se encuentra digitalizado en internet, pero se puede conseguir edición editada por Porrúa.
Algunas imágenes aquí
http://www.google.com.mx/images?hl=es&q=florentine%20codex&um=1&ie=UTF-8&source=og&sa=N&tab=wi&biw=1440&bih=762

Historia de los Mexicanos por sus Pinturas
A pesar de su nombre y que efectivamente trata sobre el arte pictórico e ideográfico mexica, no es un códice ilustrado, sino escrito en caracteres latinos, en español.

Es un documento importante, datado apenas 14 años después de la Conquista, y escrito por el fraile Andrés de Olmos. Su importancia radica en que es una interpretación de varios documentos pictográficos, hoy perdidos y que no se tuvo la precaución de copiar, desafortunadamente.

Se divide en tres partes: la primera sección describe el origen de los dioses; la segunda, la peregrinación de los mexicas y la tercera es un estudio cronológico y sociológico.

Se encuentra en: la Biblioteca de la Universidad de Texas, en Austin.

En la red: el texto se puede consultar aquí (por desgracia sólo en traducción al inglés)
http://www.famsi.org/research/christensen/pinturas/index.html

Códice Osuna, o reclamos contra el virrey

Documento que data de unos 40 años después de la Conquista. Se trata de alegatos judiciales con los que líderes indígenas se quejan ante un oidor --auditor-- del rey, sobre el trato que consideran injusto por parte del virrey Luis de Velasco.

En el documento, ilustrado con dibujos y con explicaciones en caracteres latinos en náhuatl y español, los líderes indígenas reclaman por la falta de pago de varias mercancías y servicios que fueron realizados por su gente, como trabajos de construcción y ayuda doméstica.
Se encuentra en: Biblioteca Nacional de España, en Madrid

En la Red: una imagen en Wikiimedia Commons
http://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Codex_Osuna.jpg

Códice Aubin o "Historia de la Nación Mexicana después de la salida de Aztlán"

Data de unos 50 años después de la Conquista y es un relato de la historia mexica desde la peregrinación desde Aztlán, pasando por la fundación de Tenochtitlan, hasta la destrucción del Imperio Mexica por los españoles

Contiene una versión mexica de la masacre del Templo Mayor de Tenochtitlan, perpetrada por Pedro de Alvarado, capitán de Hernán Cortés.

Como el códice Mendoza, el códice Aubin fue a parar a Francia y de ahí fue adquirido por Inglaterra.

Se encuentra en: Biblioteca del Museo Británico.

En la red: algunas imágenes disponibles
http://www.britishmuseum.org/research/search_the_collection_database/search_object_details.aspx?objectid=3008812&partid=1&searchText=Aubin+Codex&numpages=10&orig=/research/search_the_collection_database.aspx¤tPage=1

Códice Magliabechiano o un "diccionario" de la religión mexica

Data de unos 30 años tras la Conquista. Documento de sumo interés, hermosamente dibujado, se trata de un compendio o glosario de elementos religiosos y cosmológicos de los aztecas.

Se describen los nombres de los días del tonalpohualli o cuenta de los días, además muestra varias deidades, describe ritos indígenas , y costumbres y creencias cosmogónicas.

Se encuentra en: la Biblioteca Nacional de Italia, en Florencia.

En la red: consultar o descargar aquí
http://www.famsi.org/research/graz/magliabechiano/thumbs_0.html

Códice Ixtlilxochitl o del calendario de los dioses

Es varios años más reciente que el anterior Códice Magliabechiano, y comparte características con este. Por ello a los códices de este tipo se dice que forman parte del "Grupo Magliabechiano".

Como el susodicho, el Ixtlitlxochitl también tiene un formato tipo glosario, lo que es evidentemente una técnica occidental. De esa forma, describe una serie de personajes, tanto históricos, como míticos de la historia mexica. Además describe elemenetos del calendario mexicana y varios ritos y creencias.

Se encuentra en: la Biblioteca Nacional de Francia en París.
En la red: consultar o descargar aquí
http://www.famsi.org/research/graz/ixtlilxochitl/thumbs_0.html

Códice Cozcatzin, o de las donaciones del emperador Izcóatl

Data de unos 60 años después de la conquista y describe, entre otras cosas, unas donaciones de tierras que realizó a algunas comunidades el cuarto emperador mexica, Itzcóatl (cerca de 1400-1440).

Se encuentra en: la Biblioteca Nacional de Francia

En la red: una imagen en Wikimedia Commons
http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Codex_Cozcatzin.jpg

Códice Telleriano-Remensis, calendario sagrado y fechas históricas importantes

Otro del "Grupo Magliabechiano", data de unos 50 años tras la Conquista. Es uno de los códices aztecas más finamente dibujados, sumamente ilustrativo de la cultura mexica.

Está dividido en varias partes. La primera describe el calendario solar mexica de 365días, llamado el Xiuhpohualli, que significa "La cuenta de los días"; otra sección describe el calendario sagrado de 260 días, llamado Tonalpohualli; mientras que la tercera sección está llena de datos históricos que van desde sucesos ocurridos en los tempranos tiempos de los mexicas en el Valle de México, hasta los días del inicio de la era colonial.

Se encuentra en la Biblioteca Nacional de Francia, en París

En la red: consultar o descargar aquí
http://www.famsi.org/spanish/research/loubat/Telleriano-Remensis/thumbs0.html

Fonte: http://www.tabascohoy.com/noticia.php?id_nota=206266 (16/02/2011)

COMO SE TORNAR ARQUEÓLOGO NO BRASIL

OBS: Caro leitor. Por problemas de espaço, estou publicando somente o início do texto do Pedro Paulo, que está em PDF e possui 15 páginas com referências e bibliografia. Os interessados em baixar o PDF encontrarão o link ao final desse texto.

Pedro Paulo A. Funari(1)

INTRODUÇÃO
Para que se possa tratar da formação do arqueólogo, é necessário, antes, definir a identidade do arqueólogo. Em um contexto mais amplo, pode afirmar-se que o estudo da Arqueologia varia muito, em diferentes tradições universitárias. Nos Estados Unidos,a maioria dos arqueólogos é constituída de antropólogos, já que a Antropologia,normalmente, ali incorpora áreas como a Lingüística e a Arqueologia. Isto significa uma formação básica em Antropologia, voltada para o estudo do outro, os antropólogos estudando os índios vivos e os arqueólogos os mortos. Nos próprios Estados Unidos, contudo, há também arqueólogos com outras formações, como é o caso dos arqueólogos clássicos, que estudam as civilizações grega e romana, cujo estudo liga-se às letras clássicas, à História e à História da Arte, em medidas variadas, segundo a tradição de cada instituição. Há, ainda, os arqueólogos oriundos da orientalística (egiptólogos,assiriólogos), dos estudos bíblicos (a chamada “Arqueologia Bíblica”) ou das mais variadas disciplinas, como a Biologia ou a Geologia (cf. Taylor 1948: 11). A outra grande vertente produtora de arqueólogos, a escola européia, é ainda mais multifacetada. Em termos gerais, os arqueólogos europeus, pré-historiadores,classicistas ou medievalistas formam-se na tradição histórico-filológica de origem alemã. Em alguns centros, a Arqueologia é parte da História da Arte, em outras relaciona-se à História ou às línguas, raramente fazem parte da Antropologia. Os britânicos foram os que levaram mais adiante a independência epistemológica da disciplina, criando diversos cursos de graduação em Arqueologia, exceção tanto mais notável quanto, tanto na Europa como nos Estados Unidos, costuma-se reservar-se à formação em Arqueologia o caráter de uma especialização, após uma educação universitária mais genérica.

A formação do arqueólogo no Brasil insere-se, pois, no contexto mais amplo esboçado. Não há uma única tradição acadêmica universal e tampouco, no Brasil, haveria que buscar uma unidade que alhures inexiste. Não se pode, entretanto, fazer um balanço da formação do arqueólogo no país sem analisar, ainda que brevemente, a História da disciplina em nosso meio e o ambiente acadêmico no qual ela se desenvolve (Funari 1997). A Arqueologia acadêmica brasileira é recentíssima, o número de arqueólogos profissionais reduzidíssimo e os centros de formação pouco numerosos. Além de descrever as vicissitudes da formação de arqueólogos no Brasil, hoje, pretende-se contribuir para a discussão do seu aprimoramento, visando inserir a Arqueologia brasileira no âmbito mais amplo da Arqueologia mundial.

FUNARI, P.P.A. Como se tornar arqueólogo no Brasil. Revista USP, 44, 74-85, 2000; e Tornar-se arqueólogo no Brasil, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, Porto, Portugal,40, 3-4, 2000,117-131.

1 Pedro Paulo A. Funari é professor livre-docente do Departamento de História da UNICAMP e autor e organizador de, entre outros diversos livros, Historical Archaeology, Back from the edge(Londres/Routledge, 1999), co-organizado com M. Hall e S. Jones.

Fonte: http://arqueologiadigital.com/forum/topics/ensino-de-arqueologia

Ao abrir a página, no quadro “Ensino de Arqueologia”, o leitor verá um pequeno arquivo em PDF chamado “Funari_1999.pdf”. É esse!

A 33 años del hallazgo de la Coyolxauhqui

El monolito de la deidad mexica fue hallada accidentalmente en 1978 en la Ciudad de México

Agencia EL UNIVERSAL | El Universal

Foto: DESCUBRIMIENTO La pieza fue hallada en 1978 mientras se hacían trabajos de excavaciones en el Centro Histórico (Foto: Agencia EL UNIVERSAL )

El monolito de la deidad mexica Coyolxauhqui cumplirá el próximo lunes 33 años de ser descubierto de manera accidental, cuando se realizaban trabajos en una zanja en las inmediaciones de las calles de Guatemala y Argentina del Centro Histórico de la Ciudad de México.

Ese hecho desencadenó el Proyecto Templo Mayor y el Programa de Arqueología Urbana, impulsados por el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), con los cuales se han investigado 13 mil metros cuadrados de la parte central de la antigua ciudad mexica, entre cuyos más recientes frutos destaca el hallazgo de otra escultura monolítica, inclusive mayor que la de dicha deidad lunar, la de la diosa de la tierra Tlaltecuhtli, descubierta el 2 de octubre de 2006.

Ambas esculturas -detalló el INAH en un comunicado- "marcan el alfa y el omega del Proyecto Templo Mayor", como expresó su fundador, el profesor Eduardo Matos Moctezuma.

En el momento del descubrimiento de la Coyolxauhqui, el 21 de febrero de 1978, "las especulaciones de los arqueólogos giraban en torno a la identidad de la deidad representada: ¿Quetzalcóatl?, ¿Coatlicue?... Este desconocimiento hizo que los expertos se volcaran nuevamente a la fuentes históricas y que los medios de comunicación recurrieran a aquellos que habían dedicado sus estudios a reconstruir lo que fue el antiguo centro ceremonial tenochca y la cosmogonía de esta cultura", relata el organismo.

Se recurrió a la narración de uno de los mitos fundamentales del pueblo mexica (la perpetua lucha entre el Sol -Huitzilopochtli- y la Luna -Coyolxauhqui-, hijos de Coatlicue -La de la falda de serpientes-. Una batalla que inicia la diosa lunar, ofendida por la sospechosa preñez de su madre) contenido en documentos históricos, como el pasaje del Códice Florentino y alguna de las versiones escritas por frailes cronistas, como Diego Durán.

Empero, fueron los cascabeles en las mejillas, labrados en la gran escultura de andesita rosa, símbolo inequívoco de Coyolxauhqui (la que se ornamenta las mejillas con cascabeles) dentro del panteón mexica, el detalle que reveló su identidad, señaló por esos días el arqueólogo Felipe Solís, conocedor de la cultura mexica.

El INAH destacó que si bien fueron los trabajadores de la Cuadrilla 303 de la Compañía de Luz y Fuerza del Centro los encargados de despejar parcialmente la escultura, fueron los arqueólogos, historiadores y arquitectos a su cargo los que la identificaron puntualmente y quienes la ubicaron dentro del plano del Templo Mayor.

"Pocos ciudadanos hubieran vaticinado lo que en un corto plazo trajo el encuentro con la Coyolxauhqui; transformó para siempre no sólo la apariencia, sino el sentir del capitalino, del mexicano, hacia un espacio donde el pasado prehispánico sólo se dejaba entrever, todavía en aquel 1978, en escasas ruinas y piedras labradas con ídolos que se entreveían en las esquinas de las viejas edificaciones coloniales", puntualizó el organismo.

El monolito de Coyolxauhqui fue labrado en un bloque de roca volcánica de color rosado claro, el cual probablemente procede de la zona del cerro del Tenayo (norte de la ciudad de México).

Estuvo colocado al pie del Templo Mayor, en el lado correspondiente al adoratorio del dios Huitzilopochtli, entre 1469 y 1481 d.C., durante el gobierno del tlatoani mexica Axayácatl.

La pieza muestra a la diosa lunar decapitada y mutilada de brazos y piernas, representada así por el combate que sostuvo con su hermano Huitzilopochtli, dios de la guerra, según relata el mito mexica.

Su colocación estratégica, al pie del adoratorio de Huitzilopochtli, en la parte sur del Templo Mayor, permitía recrear la escena en la que el Sol vence a la Luna y simbolizaba el recipiente sagrado en el que se depositaban los restos de los hombres sacrificados en honor al Sol.

Fonte: http://www.eluniversal.com.mx/notas/746149.html (19/02/2011)

Livros

Texto Acadêmico

Memória da Pedra Talhada – Arte Rupestre em Niquelândia – GO
Texto de Ludimília Justino de Melo Vaz
Mestrado em Cultura Visual
FAV/UFG, 2005

http://bdtd.ufg.br/tedesimplificado/tde_arquivos/11/TDE-2006-08-03T182056Z-9/Publico/ludimilia%20justino%20de%20melo%20vaz.pdf

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Caral nos llama


LIMA | Los libros son una buena herramienta para conocer el pasado histórico de un país o de una cultura, pero la experiencia se puede volver aún más interesante si, en lugar de leer cada una de las páginas e imaginar los relatos, estos se pueden apreciar directamente a través de representaciones, escenificaciones o visitando los lugares arqueológicos.

Usted puede realizar un viaje imaginario mientras visita algún museo de sitio, una huaca o un centro ceremonial como el de Chavín, Sechín, Pachacámac o Caral. En ese sentido, el Perú, gracias a su riqueza histórica, cuenta con una variedad de destinos para visitar y practicar el llamado turismo cultural.

Viaje al pasado.
Uno de los lugares que trabaja con fuerza el concepto de contacto directo con la cultura es el Proyecto Especial Arqueológico Caral-Supe, a través del Programa de Viajes Educativos, el cual tiene como objetivo promover a la Ciudad Sagrada de Caral como destino turístico.

Si bien esta actividad se viene realizando desde hace un tiempo, con visitas a los edificios monumentales y las grandes plazas, ahora, para la temporada de verano, el Proyecto Caral ha organizado un recorrido que incluye también a las playas de Puerto Supe.

Es así que el turista podrá tomar un refrescante baño y conocer cómo la actividad pesquera de la zona ha trascendido con el paso de los años y se mantiene hasta la actualidad. También tendrá la oportunidad de visitar el sitio arqueológico El Áspero, ubicado en Puerto Supe, donde apreciará su gran plaza circular y sus impresionantes edificios piramidales como la Huaca Alta, la Huaca de los Ídolos y la Huaca de los Sacrificios.

Si está interesado en vivir esa experiencia puede acercarse al frontis del Museo de la Nación (San Borja) el día de mañana a las 6:45 a.m., de ahí parte el bus hacia Caral. El viaje cuesta S/. 83 (por persona) e incluye movilidad privada ida y vuelta, servicio de guiado, tickets de entrada y almuerzo.

Fonte: http://correoperu.pe/correo/nota.php?txtEdi_id=4&txtSecci_parent=89&txtSecci_id=96&txtNota_id=558528 (19/02/2011)

Ruínas de Copán

Lajedo de Soledade

Foto: Rodrigo (http://www.1000dias.com/rodrigo/?p=4)

Apodi, RN

Ocorrência peculiar de
megafauna fóssil quaternária
no Nordeste do Brasil


Texto de
Kleberson de Oliveira Porpino
Valdeci dos Santos Júnior
Maria de Fátima Cavalcante Ferreira dos Santos

O LAJEDO DE SOLEDADE (município de Apodi,
Rio Grande do Norte) constitui um importante sítio
paleontológico/arqueológico da região semi-árida do
nordeste brasileiro e um monumento natural de rara
beleza cênica. Compreende um extenso pavimento
cárstico recortado por um singular sistema de ravinas,
desenvolvido sobre o mais amplo afloramento
carbonático pertencente à seção inferior da Forma-
ção Jandaíra (Cretáceo Superior, Bacia Potiguar). Os
vestígios arqueológicos compreendem fragmentos
cerâmicos, material lítico da fase da pedra polida e
registros rupestres. Dentre esses, destacam-se os re-
gistros rupestres pela abundância e variedade. Os ves-
tígios paleontológicos incluem restos de vertebrados
quaternários, principalmente mamíferos, ocorrentes nos
sedimentos clásticos que preenchem as ravinas, além
de fósseis relacionados à fauna marinha típica da For-
mação Jandaíra. A preservação do Lajedo é assegu-
rada pela Fundação Amigos do Lajedo de Soledade e
pelo envolvimento da comunidade local.

O texto completo com 10 páginas, fotos e ilustrações, pode ser lido em:

http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:_gvzXbErqOMJ:ig.unb.br/sigep/sitio127/sitio127_impresso.pdf+Lajeado+de+soledade%2Bpinturas+rupestres&hl=pt-br&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESircO0P0Jv428NMPZu59JypZ7MEfpD6X5WdKLxFAhmiYN6DrM1uDMwkJ6dxvfQfwGf5CJnz3KkUrJVXEiA1_A4tEG06sE8XDnF46lj-wn7x0mYI2Evgb5Ud5i02W3l-63Hf0Ae4&sig=AHIEtbQ-ACMydnTs0DFe3ubPaEdbmKln6Q

Principal acompañante de la Señora de Cao padecía enfermedad generada por bacteria que produce la sífilis

Representación de la Señora de Cao, cuyo cuerpo momificado fue descubierto en La Libertad. Foto: ANDINA / Archivo / Oscar Paz.

Treponematosis le provocó traumatismos en extremidades inferiores y columna que le dificultaban caminar

Trujillo, feb. 18 (ANDINA). El principal acompañante en el entierro de la Señora de Cao fue un sacerdote sacrificado especialmente para acompañar a la gobernante mochica, el cual, según investigaciones paleopatológicas, al momento de morir padecía de treponematosis de tipo pian, enfermedad generada por la misma bacteria que produce la sífilis, aunque su transmisión no es por vía sexual.

Los estudios del médico forense español Jordi Esteban Farre indican que el individuo enterrado en la tumba 1, junto a la Señora de Cao, sufría dicha enfermedad que le produjo lesiones infecciosas en la piel y periostitis tibial (inflamación aguda o crónica de la membrana que recubre el hueso de la tibia, padecida por los corredores).

El pian comienza varias semanas después de la exposición a las bacterias treponema como una úlcera ligeramente abultada en el lugar de la infección, por lo general en una pierna. La úlcera se cura, pero después aparecen acumulaciones de tejido blando semejantes a tumores sobre el rostro, los brazos, las piernas y las nalgas.

Puede provocar la destrucción de ciertas zonas de las tibias y aparecer otras formaciones que llegan a desfigurar, especialmente alrededor de la nariz.

Además se encontró que en la zona occipital el sacerdote tenía un conjunto de orificios hechos por una técnica similar a la acupuntura. Según el investigador sería parte de un método que utilizaron en la época para curarlo del terrible mal que padecía.

Otro hallazgo hecho en relación a su enfermedad es que el sacerdote constantemente chacchaba coca, lo que le habría permitido menguar los fuertes dolores, infiere Esteban Farre.

“Notamos que el esmalte de sus dientes había erosionado por el consumo de la ancestral planta. También que al momento de morir tuvo una fuerte hemorragia porque hallamos un glóbulo rojo en su dentadura producto del sangrado”, precisa en su investigación.

Ritual de la lluvia
Por su parte, Régulo Franco, director del complejo arqueológico El Brujo, precisó que el personaje ya ha sido identificado como un sacerdote que participaba en el ritual de la lluvia.

"Eso está confirmado porque él aparece graficado en la iconografía de la cerámica hallada en la tumba. Allí se ve a un sacerdote con el mismo atuendo que viste esta persona", manifestó el arqueólogo.

Recordó que en el contexto funerario en el cual se encontró a la Señora de Cao en 2006 se hallaron otros seis cuerpos: El sacerdote principal, que estuvo acompañado de otro y éste, a su vez, de un hombre sencillo que se habría dedicado a las tareas del mar.

El segundo sacerdote, enterrado a los pies del primero, murió extrangulado. Igual muerte tuvo el hombre sencillo; sin embargo, las investigaciones determinaron que a este último le realizaron una deformación intencional en la cabeza, similar a la que produce la hidrocefalia.

Ello le generó una asimetría en la órbita ocular que le daba una mirada extraña. “Con toda seguridad, la deformación le generó una anomalía (ectopia) macular y estrabismo (disposición anómala de los ojos por la cual los dos ejes visuales no se dirigen a la vez a un mismo objeto)”, aseguró.

Por último, se determinó que el individuo padecía de serios traumatismos en las extremidades inferiores y en la columna, por lo que caminaba con mucha dificultad.

A estos dos sujetos (segundo sacerdote y hombre sencillo) los acompañaba una joven mujer que también fue extrangula. A la Señora de Cao la custodiaba otra joven y un guardían.

Los restos de la Señora de Cao son exhibidos en el museo del complejo arqueológico El Brujo, en la provincia de Ascope, en La Libertad. Desde su apertura, en abril de 2009, han sido apreciados por 63,308 visitantes nacionales y extranjeros.

Fonte: http://www.andina.com.pe/Espanol/Noticia.aspx?Id=I4jTnDqSW10= (18/02/2011)

Redescubriendo el arte rupestre en El Salvador

Tres arqueólogos franceses exploraron Usulután, San Miguel, Morazán y La Unión, en donde registraron varios sitios con expresiones prehispánicas

GABRIELA MENDOZA

Durante siete días, el oriente del país fue recorrido en toda su extensión por tres arqueólogos franceses en una misión de registro y documentación de arte rupestre, con el objetivo de tener una mejor comprensión del significado de esta manifestación artística plasmada en una superficie rocosa en El Salvador.

Los arqueólogos franceses Philippe Costa, Eric Gelliot y Simon Mercie de la Universidad de Sorbona de París, son los principales agentes para llevar a cabo el proyecto que es auspiciado por la Embajada de Francia, el Centro de Estudios Mexicanos y Centroamericanos (Cemca) y la Universidad de El Salvador (UES).

En total, fueron 11 sitios los que visitaron en los departamentos de Usulután, San Miguel, Morazán y La Unión desde el martes 8 hasta el lunes 14 de febrero.

Según explicó Costa, su interés por encontrar este arte prehistórico en territorio salvadoreño surgió casi por una casualidad, desde que en 2004 hizo un trabajó junto a Gelliot y otros arqueólogos en "Pintada de Titihuapa", Cabañas, donde fueron encontrados varios petrograbados.

"Desde ese entonces hemos registrado cerca de 35 sitios de arte rupestre de forma exhaustiva y queremos hacer un estudio más profundo para saber cuáles son las culturas que realizaron el arte rupestre en el país y su cronología", explicó Costa.
Los investigadores creen que en el país hay una gran riqueza cultural y diversidad de estilos que ilustran, por medio del arte rupestre, a todos esos pueblos que vivieron en territorio salvadoreño a través del tiempo.

Por ello decidieron explorar en Rosas Coloradas en Usulután; Casitas Blancas (Corobán), Llano de las Mesas, Peña La Sirica, Cueva El Flor en Morazán, La Piedra del Diablo en San Miguel y también Las Caritas, Los Monos, Antigua Hacienda El Faro 1 y 2, Gruta del Culquinte y El Mapa en la Isla Conchagüita de La Unión, para registrar a cada vestigio encontrado en las rocas.

"Se investigaron todos estos sitios porque son casi desconocidos y tienen referencias vagas, a veces solo había una mención biográfica de los años 20 o 30 de exploradores que ya habían pasado por aquí, pero no había sido registrado ni había dibujos", afirmó Ligia Manzano, directora de la Secretaría de arte y cultura de la UES, y quien acompañó a los arqueólogos en el recorrido.

HALLAZGOS
Una de las novedades, reveló Costa, es que en Morazán encontraron un sitio con motivos mayas y eso es muy interesante porque siempre se había creído que la cultura maya mesoamericana había llegado hasta el límite del Río Lempa.

Asimismo, en La Unión hallaron el petrograbado de una serpiente que recuerda a la iconografía del disco del jaguar encontrado en Cara Sucia, Ahuachapán a finales del siglo XX.

Según, Costa "esta figura, si bien no es igual a la del disco del jaguar, ilustra el movimiento de las poblaciones prehispánicas, tal vez de las rutas comerciales o intercambios. Además, eso puede indicar que el Río Lempa no fue una frontera estática, sino que hubo movimiento a través del tiempo".

Otro sitio que los arqueólogos no se esperaban encontrar en Morazán, y del que solo tenían una mención biográfica de los años 40, es en realidad una gran fortaleza, una gran ciudad, que está ahí probablemente antes de la conquista de los españoles.
"Es muy grande porque hasta tiene vista de satélite, se pueden ver las plataformas del lugar, el tamaño de más de 30 metros de largo de algunos montículos y el sitio rupestre a la par", detalló el arqueólogo.

Según Costa, "la particularidad del Oriente de El Salvador es que fue como un cruce de civilización de culturas, eso se ilustra en el arte rupestre que mezcla elementos de varios lugares, es uno de los aspectos más interesantes de esta región, que es muy diversa y que mezcla muchos aspectos de zonas diferentes que han vivido en este lugar antes".

Por otra parte, los investigadores también están interesados en indagar acerca de la cerámica.

"A partir de ese material podremos hacer una datación de los sitios, además de saber por lo menos con quién esta gente tenía contacto", reveló Gelliot.

A esta innovación se suma también otro estudio que harán próximamente sobre la metalurgia de la época precolombina, que estará a cargo de Simon Mercier.
Desde ayer partieron a Lempira, Honduras, donde continuarán en la búsqueda de un estilo de arte rupestre.

Dentro de un año, los resultados de la investigación serán publicados y repartidos en universidades, municipalidades y museos a nivel nacional.

Fonte: http://www.elsalvador.com/mwedh/nota/nota_completa.asp?idCat=6482&idArt=5582125 (16/02/2011)

Los caminos de Machu Picchu

Desde Ollantaytambo, una travesía a pie rumbo a la mítica ciudad de los incas, entre selvas y montañas. Además, el encanto colonial de Cusco.

Texto de Sandra Lion (especial para o Clarin)

El angosto sendero sobre la ladera de la montaña serpentea y avanza por un paisaje inmenso, infinito, con curvas, ascensos y descensos. Abajo, el profundo cañón del río Urubamba hace tomar conciencia de la altura en la que transita la caminata en fila india. Entre la intensa vegetación que parece cubrirlo todo, comienzan a aparecer las maravillosas construcciones de piedra. Luego de recorrer 45 km se llega a la ciudad sagrada de Machu Picchu , construida a fines del siglo XIV a 2.400 m sobre el nivel del mar.

Considerada uno de los complejos arqueológicos más importantes del mundo, esta joya arqueológica de Perú encanta tanto por los misterios de la cultura incaica que guarda como por la magnificencia de su paisaje. Ubicado en medio de un entorno natural boscoso y tropical, esta maravilla con fama mundial se acomoda en el valle que conforman los cerros Huayna Picchu y Machu Picchu, 130 km al noroeste de Cusco.

El modo más sencillo para conocer el máximo símbolo de la civilización incaica, recién descubierto en 1911 por el estadounidense Hiram Bingham –un profesor de Historia que luego sería considerado expoliador de más de 50 mil piezas arqueológicas–, es llegar a Cusco, desde donde parten las excursiones y paseos guiados. Una vez aquí, el tren hacia Aguascalientes acerca a los viajeros a la población inmediata al cerro, en un trayecto que dura 4 horas. Existen diferentes tipos de trenes, con variados niveles de confort y precio, tal como sucede con las diversas opciones de hospedaje para conocer la “Montaña Vieja” –según el significado de Machu Picchu en quechua–, que abarcan desde campings hasta lujosos hoteles 5 estrellas.

Para llegar a Machu Picchu se debe atravesar el Camino del Inca, una red de caminos de tierra terraplenada y tramos de piedra de más de 40.000 km de extensión, utilizados para conectar los principales centros administrativos y religiosos del Tahuantinsuyo (Imperio inca).

Construido en el período de auge del imperio, el “Gran Camino” o “Camino del Jefe” se extendía del sur de Colombia al sur de Chile, zigzagueando por la Cordillera de los Andes, entre los 1.000 y los 4.500 m de altura sobre el nivel del mar. Hoy, el Camino del Inca es uno de los circuitos de trekking más conocidos del mundo.

El punto de partida es el km 82, cerca de Ollantaytambo . La altura, que recuerda la falta de aire a cada paso, y la irregularidad del terreno complican la caminata, por lo que conviene estar en buen estado físico para enfrentar las 7 horas de caminata diaria.

El primer día es el más tranquilo y sirve para reunir algo de energías para el día siguiente, el más difícil, en el que luego de subir incontables escalones de piedra se llega al punto más alto del trekking, a 4.200 m. La vista desde aquí es maravillosa. El tercer día es un poco más relajado, dado que gran parte de los senderos es en bajada. El cuarto y último día es, sin duda, el mejor; es cuando se llega al más fantástico de los destinos, a Inti Punku o Puerta del Sol, la entrada a la antigua ciudadela de Machu Picchu.

Apenas está amaneciendo cuando se atraviesa la construcción de roca realizada en honor al Sol, en la cima de Machu Picchu. La bruma comienza a desaparecer y los tonos anaranjados y amarillos son los protagonistas de un horizonte cargado de colores. El recorrido continúa un poco más y es allí donde se verá lo mejor. Un sendero atraviesa el área agrícola y ofrece una vista de múltiples terrazas escalonadas. Todo es verde, hasta que se comienzan a ver las primeras construcciones de piedra, en la que se destaca la Roca Funeraria, utilizada en los rituales y ubicada cerca de lo que se estima era el cementerio.

Rubén, el guía que nos acompaña en esta parte del trayecto, comenta que los arqueólogos todavía no se ponen de acuerdo acerca de la finalidad de Machu Picchu. “Debaten si era una fortaleza oculta, el refugio del héroe nacional Inca Manco Capac o un asentamiento construido con el objetivo de controlar la economía de las regiones conquistadas”, explica. Lo cierto es que son muchos los mitos e historias que encierra la ciudad sagrada, como el modo en que los incas transportaron las enormes piedras que conforman cada construcción de la ciudadela, labradas, cortadas y montadas a la perfección unas sobre otras.

Luego de atravesar la última muralla, Machu Picchu se abre en su esplendor. El gran esfuerzo de los 4 días de trekking queda justificado al ver el paisaje de las ruinas que parecen flotar en medio de la inmensidad. La ubicación de los templos, palacios, baños, casas y terrazas agrícolas develan una avanzada planificación urbana en medio de las montañas. El espectáculo es sublime. De a una, se recorren las construcciones incas, que aún se mantienen en pie y guardan los secretos de una de las civilizaciones más avanzadas del continente americano.

Sería ideal poder permanecer aquí hasta el atardecer pero otros grupos de turistas esperan recorrer también la ciudad sagrada. Apenas tenemos un par de horas, pero los recuerdos perdurarán por siempre.

Fonte: http://www.clarin.com/viajes/caminos-Machu-Picchu_0_430756946.html (20/02/2011)

Perú: descubiertas tumbas intactas de la cultura chimú y la época Inca

Por Ignacio Monzón

Si para los castellanos del siglo XV y XVI las Américas fueron la tierra del oro y de la plata, su importancia para la historia humana y la antropología no ha sido menor. Docenas de culturas y civilizaciones se desarrollaron en su piel, dejando una gran cantidad de restos materiales que nos han permitido conocer un poco más acerca de cómo eran. Recientemente las investigaciones de campo han dado nuevos y generosos frutos, concretamente en Perú.

En la región del Valle de Lambayeque, en el noreste de Perú, en una tierra próxima a la costa, se inició en noviembre del año pasado un proyecto de investigación arqueológica bastante ambicioso. Los esfuerzos se encaminaron a la exploración concienzuda del área para encontrar nuevos restos no catalogados y valorar su grado de conservación, en aras de una política conjunta de estudio y preservación del rico patrimonio precolombino.

Dada la enorme riqueza del lugar en materia arqueológica, no han sido extraños los grandes resultados que tan pronto se han obtenido. Hasta ahora se han documentado más de una docena de sepulcros y un templo, pero las buenas noticias no han acabado ahí. Los restos no se circunscriben a una sola cultura, ya que se han adscrito a sociedades que van desde la de los moches o mochicas (100 a. C.-800 d. C.), los chimúes (siglos XII-XV d. C.), la de Sicán (s. VIII-XIV d. C.) a la inca, siendo un mosaico en el tiempo del desarrollo de la región.

Lo más destacado hasta ahora han sido las 14 tumbas intactas que en su mayoría pertenecen a la cultura chimú aunque existen algunas de época inca. A pesar de que el número de enterramientos totales es mayor, el estado de abandono y expolio –que se dio hace siglos por los mismos indígenas– hacen que el resto no presenten el mismo atractivo. También se ha llamado la atención acerca de un templo mochica datado entre los años 550 y 800 de nuestra era levantado con barro como material principal. Las múltiples ofrendas encontradas, en madera y cerámica principalmente, hablan bien claro de la importancia de la estructura como lugar sagrado de una zona intermedia entre las montañas y el mar. Su posterior estudio revelará algunos datos acerca de la mentalidad religiosa, la economía y las posibilidades técnicas de los que las elaboraron.

En opinión de Edgar Bracamonte, director del proyecto, es una clara muestra de una zona que ya ofreció al mundo el descubrimiento del Señor de Sipán en 1987 y que todavía guarda sorpresas a los investigadores. Además, la variedad cultural permitirá conocer más acera de la ocupación de esa zona del Perú, entre la montaña y el mar, con una evolución cronológica, desde el año 1500 a. C. hasta la llegada de los europeos, que no siempre se puede encontrar.

Fonte: http://www.elreservado.es/news/view/224-noticias-historia/968-peru-descubiertas-tumbas-intactas-de-la-cultura-chimu-y-la-epoca-inca (17/02/2011)

Los códices del México Antiguo que ya están en la red (Parte 01)


Ofrecemos una lista de los códices que pueden ser consultados y descargados en el ciberespacio.

Por: Jorge Eduardo Jiménez
Villahermosa, Tabasco

Hace pocas semanas, se anunció la creación de la Biblioteca Digital Mexicana, iniciativa de varias instituciones del gobierno de México para albergar en internet acervo de documentos históricos que abarca del año 500 al 1949.

Esta biblioteca contiene una selectiva lista de ocho códices relativos al México Antiguo, uno de ellos incluso de la era prehispánica. Se trata de un paso importante pero pequeño aún, ya que sería deseable que la mayor cantidad posible de documentos de la memoria más antigua del país estuvieran reunidos en un solo espacio donde cualquier persona pudiera conocerlos de forma más extensa posible.

Por fortuna, gran cantidad de estas valiosas obras, cuyos originales se encuentran, la mayoría, en bibliotecas fuera de México, están ya digitalizados, sea a partir de sus originales o de ediciones faccimiles, aunque aún no se encuentran en un solo lugar de la red.

Por ello aquí ofrecemos una lista de los códices más importantes relativos al México antiguo, una breve descripción de cada uno, mención sobre si se encuentran o no digitalizados en internet y la respectiva dirección para su consulta.

Códices: fuente inapreciable
En la actualidad, disponemos de tres tipos de fuentes para conocer cómo fue el mundo Mesoamericano antes de la Conquista:

1. Los escritos de los propios conquistadores. Hernán Cortés, sus soldados, y los frailes que llegaron después escribieron extensamente desde sus diferentes puntos de vista, sobre lo que presenciaron de las tierras que veían por primera vez. Sus escritos son fuente inapreciable para conocer ese mundo que fue en gran parte, destruido.

2. Los vestigios arqueológicos. Una segunda fuente de conocimiento del México antiguo son los restos de ciudades que quedan aún, diseminados por todo el país, con sus inscripciones, sus templos, objetos sagrados y cotidianos, y sus tumbas.

3. Los códices. La tercera gran fuente para la historia del México antiguo, son los códices, realizados por pobladores de Mesoamérica antes de la Conquista, o bien, por indígenas, después de la Conquista, en colaboración con el mundo español. Pero ¿Qué es exactamente un códice?

¿QUÉ ES UN CÓDICE?
La palabra códice es sinónimo de libro, es decir, obra con signos o dibujos destinados a comunicar un contenido, compuesta de hojas unidas de algún modo para formar una secuencia.

Por convención, sin embargo, la palabra códice se ha usado para nombrar los documentos hechos antes de la invención de la imprenta. Por ende, se trata de obras realizadas a mano, muchas bellamente ilustradas. Así, resumimos: es códice todo aquel libro realizados antes de la invención de la imprenta, en cambio, la palabra libro, se reserva para aquellas obras que han sido impresas.
Como veremos en la lista de este artículo, comunmente los códices no reciben un nombre que se refiera a su contenido, sino que lo tomán de la persona que los creó, o bien, si no se conoce el autor, de algún propietario famoso que haya tenido el documento, o bien, el nombre de uno de los lugares donde haya residido.

LA LISTA
Comenzamos por enlistar las ocho obras que se encuentran en la mencionada Biblioteca Digital Mexicana y seguimos con el resto de los códices que están ya sea completos o de forma parcial, en internet.

Códice Colombino, o de las hazañas del señor mixteca Ocho Venado

Una verdadera joya, nada menos que el único códice propiamente prehispánico, que se encuentra en México. El resto de los prehispánicos están en el extranjero. Los demás códices sobre el México antiguo que se encuentran resguardados en nuestro país datan de fechas posteriores a la Conquista.

El códice Colombino es mixteca y narra la vida del mítico jefe Ocho Venado. La vida de este rey figura en todos los códices mixtecos prehispánicos que se conocen, los cuales mencionaremos más adelante.
Como los demás códices mixtecas, está hecho en una tira de piel de ciervo doblada en forma de biombo o acordeón, y escrita por ambos lados.

Se encuentra en: biblioteca Nacional de Antropología e Historia.
En la red: en la Biblioteca Digital Mexicana
http://bdmx.mx/detalle.php?id_cod=19


Códice Chavero de Huexotzingo, o reclamo por cobros indebidos

Data de unos 50 años después de la Conquista y está escrito en caracteres latinos, y no es un códice pictórico.

Formó parte de una serie de documentos que la comunidad de Huexotzingo, hoy en el estado de Puebla, presentó como prueba ante la Real Audiencia en contra de los oficiales indígenas por cobros indebidos de impuestos.

Se encuentra en: biblioteca Nacional de Antropología e Historia.

En la red: en la Biblioteca Digital Mexicana
http://bdmx.mx/detalle.php?id_cod=18

Códice de Huamantla, o de la peregrinación otomí

Realizado unos 70 años después de la conquista, trata de la peregrinación legendaria de un grupo otomí, desde el norte hasta asentarse en la zona de Humantla, hoy en el estado de Tlaxcala.

El códice está incompleto, gran parte ha quedado dañada o se ha perdido.

Se encuentra en: biblioteca Nacional de Antropología e Historia.

En la red: en la Biblioteca Digital Mexicana
http://bdmx.mx/detalle.php?id_cod=20

Códice de Cuajimalpa, o historia de los pequeños poblados

Data de un siglo después de la Conquista. Describe el establecimiento de las comunidades indígenas en diversos lugares del valle de México. En particular, se refiere a la propiedad legítima de la tierra.

Incluye un mapa regional, datos topográficos, históricos, económicos y descripciones ecológicas. Contiene un largo texto en náhuatl, escrito en caracteres latinos y decorado con elementos pictográficos indígenas.

Se encuentra en: Archivo General de la Nación.

En la red: en la Biblioteca Digital Mexicana
http://bdmx.mx/detalle.php?id_cod=24

Códice Totomixtlahuaca (también llamado Códice CONDUMEX), o de la propiedad de la tierra

Data de unos 60 años despúés de la Conquista. Es un mapa indígena colonial, con textos escritos en náhuatl, que conserva numerosas convenciones pictóricas mesoamericanas, del poblado Totomixtlahuacan, hoy en el centro del estado de Guerrero, cuyos habitantes lo atesoraron durante siglos y lo utilizaron como documento legal para probar la legítima propiedad sobre sus tierras.

Se encuentra en: Centro de Estudios de Historia de México Carso

En la red: en la Biblioteca Digital Mexicana
http://bdmx.mx/detalle.php?id_cod=9

Códices del Marquesado del Valle, o de las propiedades del conquistador

Se trata de una serie de documentos realizados a partir aproximadamente de unos 60 años después de la Conquista y están relacionados con las propiedades que la Corona española otorgó a Hernán Cortés por sus servicios como conquistador.

Cortés recibió el título de marqués del Valle de Oaxaca y capitán general de la Nueva España y con junto con esos títulos la Corona española le donó 23 mil vasallos, supuestamente repartidos en extensas propiedades en Cuernavaca, Oaxaca, Tehuantepec, la región de los Tuxtlas Toluca y otros. Resguardado en el Archivo General de la Nación.

Se encuentra en: Archivo General de la Nación.

En la red: en la Biblioteca Digital Mexicana
http://bdmx.mx/detalle.php?id_cod=23

Mapa de Sigüenza, o cómo peregrinaron los mexicas desde Aztlán

Realizado unos 50 años después de la Conquista, es un mapa ilustrado, en una sola hoja de amate, con la narración pictográfica de la migración azteca de Aztlan a Tenochtitlan.

Se encuentra en: biblioteca Nacional de Antropología e Historia.

En la red: en la Biblioteca Digital Mexicana
http://bdmx.mx/detalle.php?id_cod=21

Matrícula de Tributos, o de los impuestos cobrados por los mexicanas a los pueblos sojuzgados

Otra de las grandes joyas, un documento importantísimo para el estudio de los mexicas. Es un relato pictográfico realizado menos de una década después de la Conquista.

Es básicamente un inventario o relación de los tributos que los pueblos sojuzgados debían enviar de forma periódica a Tenochtitlan. Quizá es copia de un documento original prehispánico, que pudo haber sido copiado por petición del propio Hernán Cortés, para conocer cómo estaba organizado económicamente el imperio mexica.

Se encuentra en: biblioteca Nacional de Antropología e Historia.

En la red: en la Biblioteca Digital Mexicana
http://bdmx.mx/detalle.php?id_cod=22

Códice Boturini o Tira de la Peregrinación

Otro importante documento que por fortuna se encuentra en México. Realizado en las décadas siguientes a la Conquista, es probablemente copia de un documento muy antiguo que desafortunadamente, como muchos otros, se ha perdido.

El Códice Boturini cuenta la historia desde que los mexicas salieron de Aztlán (Tierra de la blancura o Lugar de las garzas) hasta que llegaron al valle de México, donde fundaron su ciudad Tenochtitlan, guiados por su dios principal, Huitzilopochtli.

Se encuentra en: biblioteca Nacional de Antropología e Historia.

En la Red: algunas imágenes en Wikimedia Commons
http://es.wikipedia.org/wiki/Tira_de_la_Peregrinaci%C3%B3n

Códice Ramírez, un resumen de la historia de los aztecas

Realizado unos 60 años después de la Conquista, es un trabajo encargado para dar al rey de España de entonces, Felipe II, una visión general de la cultura que los catellanos habían conquistado.

Se compone de imágenes coloridas y atractivas, inspiradas en pinturas y manuscritos más antiguos que se han perdido. Su autor fue un jesuita mestizo que se entrevistó con ancianos que recordaban aún los últimos años del Imperio Mexica.

Se encuentra en: biblioteca Nacional de Antropología e Historia.

En la Red: algunas imágenes aquí
http://www.taringa.net/posts/offtopic/8081110/Mexico-Azteca_-La-colonizacion-y-el-codex-ramirez.html


Fonte: http://www.tabascohoy.com/noticia.php?id_nota=206266 (16/02/2011)