segunda-feira, 28 de março de 2011

Artefatos de 15 mil anos derrubam teoria de ocupação das Américas

Trabalho mostra que povoamento das Américas aconteceu antes da cultura Clovis dominar a América do Norte.

Alessandro Greco, especial para o iG

Foto: Divulgação/Science
Alguns dos artefatos encontrados por Waters: indícios de colonizadores mais antigos


A descoberta de milhares de artefatos humanos no sítio arqueológico Debra L. Friedkin, no Texas, Estados Unidos, coloca mais uma pá de cal na teoria do povoamento das Américas pela cultura Clovis há 13 mil anos.

Uma equipe liderada por Michael Waters, da Universidade do Texas A&M, descobriu 15.528 peças, em especial pontas de lanças e flechas, que foram usadas por humanos entre 13,2 mil e 15 mil anos atrás. Ou seja: muitos anos antes da cultura Clovis, grupo que teria chegado ao Novo Mundo após ter atravessado o estreito de Bering vindos da Ásia, e depois teriam se espalhado pela América do Norte, América Central e do Sul.

“Resumidamente: é tempo de abandonar de uma vez por todas o modelo de Clóvis e desenvolver um novo modelo para o povoamento das Américas”, afirmou Walters durante conversa com jornalistas de todo mundo. Os artefatos descobertos por ele e colegas estavam inclusive fisicamente embaixo de ferramentas da cultura Clovis, no chamado Complexo de Butermilk Creek, e incluiam utensílios com tecnologias bifaces que podem ter sido adaptadas e melhoradas pela cultura Clovis.

Controvérsia
Outro golpe duro na tese da cultura Clovis já havia sido dado recentemente pela descoberta de três sítios arqueológicos nas ilhas do Canal, no sul da California, Estados Unidos, em que a população se alimentava basicamente de aves e mamíferos marinhos e mariscos há cerca de 12 mil anos. Como é sabido que a cultura Clovis caçava grandes animais, diferentemente da população das ilhas Canal, a tese ficou chacoalhada. Outro fato é que em Santa Rosa, uma das ilhas em que foi encontrada uma parte dos artefatos, já haviam sido achados ossos humanos datados de 13 mil anos, mesmo período em que a cultura Clóvis teria aportado na América. Ou seja: não haveria tempo hábil para que eles fizessem o trajeto do extremo norte da América do Norte até a Califórnia.

O modelo Clovis nunca foi uma unanimidade, embora seja o mais aceito para a povoação das Américas. Um dos críticos da teoria, há mais de 20 anos, é o brasileiro Walter Neves, da Universidade de São Paulo. Ele e seus colaboradores defendem a tese de que as Américas foram colonizadas por duas correntes migratórias diferentes vindas da Ásia pelo estreito de Bering e que cada uma delas seria composta por grupos biológicos diferentes.

A primeira teria chegado há 14 mil anos e seus membros teriam uma aparência entre a de negros africanos e dos aborígenes australianos. Um exemplo é o famoso crânio de 11 mil anos batizado por Neves de Luzia, encontrado na região de Lagoa Santa, em Minas Gerais, em 1975. O segundo grupo teria chegado depois e dele descenderiam todas as tribos indígenas do continente. Recentemente, Neves e Mark Hubbe, da Universidade Católica do Norte (Chile), publicaram um artigo na revista American Journal of Physical Anthropology dizendo inclusive que o crânio a la Luzia (mais africano) seria o formato original dos crânios humanos modernos quando eles saíram da África para colonizar o Novo Mundo.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/artefatis+de+15+mil+anos+derrubam+teoria+de+ocupacao+das+americas/n1238189025874.html (24/03/2011)

Conaf interpuso querella por incendio en sitio arqueológico en Región de Antofagasta

El director regional de la entidad presentó una querella en contra de quienes resulten responsables del siniestro que afectó el sector de Aldea de Tulor.

por Víctor García

En horas de esta mañana en el juzgado de garantía de Calama, el director Regional de Conaf, Jorge Retamal, acompañado del presidente de la Comunidad Indígena de Coyo, Tomás Vilca, presentaron una querella contra quienes resulten responsables de los daños causados por el incendio en la Aldea de Tulor, sitio arqueológico ubicado en San Pedro de Atacama.

La instancia legal tiene el propósito de ampliar las investigaciones, aclarar los hechos e identificar a los responsables de los perjuicios provocados por el incendio que afectó en noviembre pasado a este legado ancestral ubicado al interior de la Reserva Nacional Los Flamencos.

"Han pasado otras situaciones en la Aldea y han quedado impunes. Ojalá podamos dar con los responsables y que paguen por lo que hicieron pues es un daño irreparable que afecta a nuestra comunidad", señaló Vilca.

En tanto Jorge Retamal, dijo que "nuestra intención como Corporación es hacernos parte en las acciones que correspondan contra las personas que provocaron este ilícito. Tenemos antecedentes para pensar que lo sucedido fue intencional y que impactó fuertemente a toda la comunidad".

Cabe recordar que el incendio consumió pertenencias ancestrales donadas por los mismos comuneros, entre las cuales se encuentran libros, mobiliarios, vasijas, mantos, monturas y otros enseres.

Fonte: http://www.latercera.com/noticia/nacional/2011/03/680-351908-9-conaf-interpuso-querella-por-incendio-en-sitio-arqueologico-en-region-de.shtml (16/03/2011)

Estudo defende preservação de sítios arqueológicos em Jequitaí

Pintura rupestre danificada por ações de vandalismo e Sítio Arqueológico da Lapa Pintada. Divulgação/Unimontes.

Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) sugere o tombamento estadual do patrimônio arqueológico em Jequitaí, no Norte de Minas.

Os principais objetivos seriam a preservação e desenvolvimento do potencial turístico regional e a realização de trabalhos consequentes de identificação pré-histórica. O estudo foi elaborado pelo acadêmico Thiago Pereira, do oitavo período de História e bolsista de Iniciação Científica Voluntária (ICV) da Unimontes, como tese de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

O campo da pesquisa “A proteção do Patrimônio Arqueológico de Jequitaí”, iniciada em 2007, foi o sítio arqueológico da Lapa Pintada, às margens do rio Jequitaí (afluente do São Francisco), a 2,6 quilômetros da sede do município. Além das riquezas naturais, o município apresenta vestígios de habitação, líticos (rochas) e ossos, além dos grafismos de animais, armas e seres humanos em suas pinturas rupestres. A professora Marta Verônica Vasconcelos Leite orientou o estudo.

O interesse pelo local surgiu a partir do flagrante de ações de vandalismo sobre as pinturas rupestres em Jequitaí. “No Projeto Crescer realizávamos duas visitas a cada semana em Jequitaí e tive a oportunidade de conhecer o sítio da Lapa Pintada. As pinturas primitivas estavam danificadas com carvão e tinta. Assim, surgiu a oportunidade de desenvolver uma pesquisa para preservar e promover o patrimônio arqueológico, além de divulgá-lo”, contou o pesquisador.

Conforme a pesquisa, o município de Jequitaí possui outros dez sítios arqueológicos catalogados no Sistema de Gerenciamento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), mas que ainda necessitam de estudos e pesquisas mais intensas acerca do potencial arqueológico.


Intercâmbio
O estudo teve como consequência a aproximação a outros centros de Minas Gerais, como o Museu de História Natural da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e, em especial, ao professor André Prous. Francês de nascimento, ele está entre as maiores autoridades do assunto no Brasil e há mais de três décadas desenvolve trabalhos fundamentados na pré-histórica na região norte de Minas.

Outro reforço para a repercussão do projeto foi o recente encontro com a arqueóloga Niède Guidon, especialista de renome internacional responsável pelo reconhecimento do Parque Nacional Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato, no Piauí. Entre janeiro e fevereiro, em ações extensionistas naquele estado, uma equipe de acadêmicos, professores e egressos da Unimontes esteve visitando o local. Na área, se encontra o mais importante patrimônio pré-histórico do Brasil. Atualmente, Niède dirige a Fundação Museu do Homem Americano, instituição responsável pelo manejo do parque, que detém o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.

Maior demanda
Conforme a pesquisa, o sítio arqueológico do município de Jequitaí, a 90 quilômetros do campus-sede da Unimontes, pode concentrar um dos mais consideráveis acervos rupestres de Minas Gerais e do país. “Pela demanda de tempo, nem todos os sítios pré-históricos existentes na região foram visitados, razão pela qual optamos pela metodologia micro-histórica, concentrando nossas ações na Lapa Pintada”, acrescentou Thiago Pereira.

Para ele, Jequitaí, como todo o Norte de Minas Gerais, possui potencialidades consideráveis para as pesquisas arqueológicas, tanto em áreas conhecidas nacionalmente, como o Parque Nacional do Vale do Peruaçu, como em áreas ainda não tão estudadas, como em Coração de Jesus e Montes Claros. “Necessita, portanto, de preservação para estudos e pesquisas permanentes”, concluiu.

Publicações
Além de sua apresentação para a comunidade acadêmica, na forma de pôsteres, artigos e resumos em congressos, a pesquisa “A proteção do Patrimônio Arqueológico de Jequitaí: o sítio da Lapa Pintada” mereceu destaque em publicações especializadas de todo o país e ainda na Revista de Arqueologia Comechingonia da Universidade Nacional de Córdoba (Argentina). O trabalho do acadêmico Thiago Pereira também foi apresentado no XVIII Seminário de Iniciação Científica da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e citado em artigo pela professora Anna Donard, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Fonte: http://www.farolcomunitario.com.br/mg_005_1424-estudo-defende-preservacao-de-sitios-arqueologicos-em-jequitai.php (23/03/2011)

REVELAN ESTRUCTURA DE PODER DE TAJÍN

Nuevas hipótesis señalan que el gobierno de esta antigua ciudad no fue exclusivo de una sola persona sino de varias identificadas bajo el nombre de Trece Conejo

El doctor Arturo Pascual Soto refiere que en relieves del Edificio de las Columnas se hace alusión a un esquema de delegación del poder


Nuevas hipótesis sobre la etapa final y la forma de gobierno de la civilización de Tajín, que señalan que el mandato de esta antigua ciudad no fue exclusivo de una sola persona sino de varios individuos, fueron dadas a conocer en un ciclo de conferencias organizado por el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH-Conaculta).

De acuerdo con los estudios efectuados en esta zona arqueológica de Veracruz, por el doctor Arturo Pascual, de la Universidad Nacional Autónoma de México, Tajín experimentó en su última fase intensas transformaciones en su forma de gobierno e ideología que quedaron plasmadas en su arquitectura e iconografía.

En este sentido, indicó, alrededor de 800-850 d.C., esta antigua ciudad mesoamericana vivió un cambio profundo en su gobierno con el ascenso de un nuevo grupo de linaje vinculado a la figura de Trece Conejo, dignatario referido en las pilastras labradas del Edificio de las Columnas.

Sin embargo, en los relieves de dichos pilares están representados personajes que ostentan este mismo nombre calendárico; se tienen tanto en los pórticos poniente (800-850 d.C.) como oriente (900-950 d.C.).

“Con esta evidencia —explicó el ex director de la zona arqueológica—, sabiendo que hay más de un siglo entre ambos grupos escultóricos, no es posible suponer que se trate del mismo gobernante. En todo caso, parecen ser personajes diferentes referidos a un mismo grupo de linaje y no figuraciones distintas de un individuo concreto”.

“Yo creo que Trece Conejo y los suyos no necesariamente eran gente venida de otro lugar de Mesoamérica, pues no acabaron de golpe con el universo cultural del Tajín. En cambio, los datos arqueológicos del Edificio de las Columnas muestran una secuencia de hechos, que corre en el sentido de la transformación, pero que aún así intenta equilibrarse en los principios que armonizaban tradicionalmente a la sociedad.”

Arturo Pascual comentó que la mención de otros personajes en las pilastras del Edificio de las Columnas, como los señores Cinco Venado y Ocho Movimiento, no alude a un gobierno compartido en Tajín, sino a un esquema de delegación del poder en cuanto a funciones administrativas.

Así mismo, el experto del Instituto de Investigaciones Estéticas de la UNAM consideró que ante los cambios que tuvo Tajín alrededor de 800 d.C., es necesario revisar las cronologías para la etapa final de esta civilización, que hasta el momento se ha planteado para el periodo Epiclásico, de 900 a 1100 de nuestra era.

“Si queremos retratar la época final de la civilización de Tajín tal vez debamos ‘apretar’ menos las cosas, lo que en realidad ya advierte sobre un escenario político y social mucho más dinámico, para acomodarlas en un lapso mayor, mismo que deberá ir aproximadamente del año 800 al 1200 d.C.”.

El investigador abundó que hacia 800 d.C. Tajín vivió uno de sus últimos momentos de florecimiento cultural, arquitectónicamente representado por el complejo del Edificio de las Columnas. Entre 1100 y 1200 d.C, las reformas constructivas fueron cada vez menores, quizá provistas de una técnica mucho más burda en lo que hace a la albañilería de piedra, pero no por ello dejaron de imprimir su sello particular”.

El autor de El Tajín. En busca de los orígenes de una civilización (2006) y El Tajín. Arte y poder (2010), indicó que esta etapa final de Tajín, concretamente entre 800 y 900 d.C., también estuvo marcada por la observación de los astros, una actividad reservada a la élite y que incluso llevó al recuento calendárico de las apariciones de Venus como estrella de la mañana.

“El tema es particularmente importante al comprobar que cuando menos en los relieves escultóricos del Edificio de las Columnas existe la noción de deidades que descienden desde un plano celeste para manifestarse en el universo de los hombres. Es el caso de Tlahuizcalpantecuhtli, deidad armada de saetas que se relaciona con la guerra, el sacrificio humano y con Venus en su modalidad de estrella matutina”.

“Esa fue la etapa que experimentó Tajín, que le modeló un último rostro a la ciudad —ya sin estar presentes los dignatarios del signo Trece Conejo— inmersa en una nueva ideología de corte militar, absolutamente de elite, muy propia del Epiclásico en Mesoamérica”.

Fragmentos de mural
En este foro académico que tuvo lugar en la Zona Arqueológica de El Tajín, el doctor Arturo Pascual también informó del hallazgo de una serie de fragmentos murales, encontrados durante excavaciones realizadas a partir de un proyecto auspiciado por la UNAM y el Consejo Nacional de Ciencia y Tecnología.

Fueron encontrados, detalló, en el núcleo constructivo del Edificio 40, el cual forma parte del complejo de las Columnas. Ya en 2004, en aledaño Cerro del Oeste, se habían descubierto vestigios similares en el Edificio 14.

“La cantidad de fragmentos de pintura mural del Cerro del Oeste nos permitió reconstruir las escenas de un enorme mural donde pudo observarse un gran tigre y un grupo de guacamayas. Por ahora, la muestra del antiguo mural del Edificio 40 es todavía muy pequeña, pero queda claro que el discurso plástico se basaba en la representación de varios personajes ricamente ataviados, del sacrificio humano por decapitación y en la figuración de distintos motivos vegetales”.

“En ambos casos se trata de murales que fueron destruidos en la antigüedad y sus restos usados como escombro, esto con motivo de las reformas arquitectónicas que experimentaron ambos edificios, probablemente antes de 900 d.C.”, concluyó.

Fonte: http://www.inah.gob.mx/index.php/boletines/8-investigaciones-y-estudios-historicos/4940-revelan-estructura-de-poder-de-tajin (24/03/2011)

Geólogos americanos encontram artefatos do que pode ser a civilização mais antiga das Américas

Os artefatos datam de mais ou menos 15.500 anos atrás, o que pode colocar essa civilização antes mesmo do fóssil de Luzia, considerado o humano mais antigo das Américas.

REDAÇÃO ÉPOCA

Geólogos da Universidade Baylor, junto com cientistas da Universidade A&M do Texas, encontraram vestígios arqueológicos do que pode ser a mais antiga evidência de ocupação humana das Américas. A descoberta foi feita em um sítio arqueológico localizado a 60 quilômetros de Austin, capital do Estado texano.

“Essa descoberta reescreverá, por assim dizer, e mudará tudo o que sabíamos sobre a colonização pré-histórica das Américas do Sul, Central e do Norte”, afirmou o doutor Lee Nordt, reitor do Colégio de Artes e Ciências da Universidade Baylor e um dos autores do estudo. “O que diferencia este estudo é que conseguimos mostrar, usando métodos geológicos, que os artefatos encontrados datam de antes da era Clovis (tida como a mais antiga civilização americana). Isso demonstra, claramente, que o povoamento das Américas ocorreu muito antes do que se imaginava.”

Pelos últimos 100 anos, arqueologistas norte-americanos acreditavam que o povo Clovis tivesse sido o primeiro a entrar nas Américas, há cerca de 13 mil anos. O Brasil contesta essa teoria, pois já foi encontrado, em Minas Gerais, um fóssil mais velho, o de Luzia, considerada a mais antiga representante dos povoadores da América e com idade calculada entre 11.400 e 16.400 anos - mas, ao contrário dos Clovis, os novos artefatos datariam de 15 mil anos trás.

No sítio arqueológico Debra L. Friedkin, no centro do Estado do Texas, os pesquisadores enocntraram cerca de 16 mil artefatos pertencentes a esse povo. A maior parte eram restos de alguma manufatura, mas 50 deles eram ferramentas, como facas e projéteis. Sua idade está estimada em cerca de 15.500 anos.

A descoberta se transforma na maior e mais antiga coleção de artefatos sobre a ocupação humana nas Américas datando de antes do período Clovis. Os exemplares coletados foram analisados e estudados em laboratório, comprovando não apenas a idade dos artefatos, como o fato de que eles permaneceram intocados por todo esse tempo, desde o que em que foram descartados.

“Não existe nenhuma evidência de que tenha havido erosão ou movimentação do solo quando o sítio foi formado que possa ter redistribuído significantemente o material arqueológico”, disse o professor Steve Driese, integrante do grupo de pesquisa. “Essa decoberta foi essencial. Existe uma série de fósseis e artefatos arqueológicos encontrados tanto na América do Sul quanto na do Norte que datam de antes do período Clovis, mas as evidências eram poucas. Este estudo comprova que havia uma civilização americana de fato antes do que se pensava.”

Os geólogos da Universidade de Baylor também afirmam que não há dúvidas de que os artefatos tenham sido manufaturados por pessoas. Apesar disso, mais pesquisas precisarão ser feitas no local para definir quem era esse povo, de onde vieram e como se adaptaram àquele ambiente específico. O estudo também abre a oportunidade para que se entenda mais a civilização Clovis.

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI221217-15224,00-GEOLOGOS+AMERICANOS+ENCONTRAM+ARTEFATOS+DO+QUE+PODE+SER+A+CIVILIZACAO+MAIS+.html (25/03/2011)

37 pre-Inca tombs discovered in southern Peru

The human remains found last week are currently in custody of Tacna's regional cultural agency. (Photo: Ernesto Suárez/El Comercio)

Thirty-seven pre-Inca tombs, which date back to between 800 and 1445 AD, were accidentally discovered last week while workers were digging trenches as part of the installation of a water system for the Boca del Río settlement, 60 kilometers from the city of Tacna in southern Peru.

Archaeologist Gladys Barreto, who was hired by the Boca del Río consortium to be in charge of executing the construction, said that half of the found tombs contain the remains of children. Also discovered were ceramics, symbolic depictions of boats, wooden harpoons and copper hooks.

Barreto believes that the remains are from the period known as the Late Regional Development and are evidence for the exchange between the cultures on the coast and those in the Andean valleys in the Tacna sierra.

She explained that the progression of this culture happened in parallel with similar developments going on in the Tambo and Arequipa valley, as well as regions in northern Chile.

Jesús Gordillo, archaeologist who studies Tacna cultures, says of the society’s development: “We are talking about advanced cultures, whose principal economic activity would have been fishing.”

He stressed that these remains, along with those found further north in Tomoyo, as well as other regions including the Sama valley, Vituña, the beaches Cánepa and Meca, Ite and Punta Picata shown that the Tacna coast was densely populated during that era.

Fonte: http://archaeologynewsnetwork.blogspot.com/2011/03/37-pre-inca-tombs-discovered-in.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+TheArchaeologyNewsNetwork+%28The+Archaeology+News+Network%29 (23/03/2011)

Cahokia Site's Significance Long Ignored (Parte 02)

Of course, that scenario presumes we know that Cahokia had such a single leader, which we don't. We don't even know what this place was called—the name Cahokia is borrowed from a tribe that lived nearby in the 1600s—or what the people who lived here called themselves. With no written language, they left behind the same scattering of meager clues that makes understanding prehistoric societies everywhere so challenging. (Pottery's fine and everything, but how much would a foreign culture really learn about us by looking at our dishes?) If deciphering the story of history is contentious, try coming to agreement on the story of prehistory. "You know what they say," says Bill Iseminger, an archaeologist who has worked at Cahokia for 40 years. "Put three archaeologists in a room and you get five opinions."

He's not exaggerating much. Even when Cahokia scholars agree, they tend to frame their positions so it seems like they're disagreeing—but there are points of general consensus. Everyone agrees that Cahokia developed quickly a couple centuries after corn became an important part of the local diet, that it drew together people from the American Bottom, and that it dwarfed other Mississippian communities in size and scope. The battle lines tend to form along the questions of how populous it was, how centralized its political authority and economic organization were, and the nature and extent of its reach and influence.

At one extreme you have descriptions of Cahokia as a "theater of power," a hegemonic empire sustained by force that reached deep into the Mississippian world and perhaps connected to Mesoamerican civilizations such as the Maya or Toltec. At the other extreme you have characterizations of Cahokia as little more than an especially large Mississippian town whose residents had a talent for making big piles of dirt. But as usual, most of the action happens in the middle area between those poles. Right now the discussion is being spearheaded by Tim Pauketat at the University of Illinois, who with his colleague Tom Emerson argues that Cahokia’s big bang was the product of a visionary moment: A leader, prophet, or group cast a vision for a new way of living that attracted people from far and near, creating a rapidly expanding cultural movement.

When I meet Pauketat at Cahokia to see the site through his eyes, he's more interested in showing me what he's found in the uplands several miles to the east: signs that Cahokians held sway over outlying laborer communities that supplied food to the city and its elites—evidence, Pauketat argues, that Cahokia's political economy was centralized and broad reaching. This is a controversial theory, because the research supporting it hasn't been published yet, and because it goes to the heart of the argument about just what kind of society Cahokia was.

Gayle Fritz at Washington University in St. Louis says that if Cahokia was a city, it wasn't the kind we usually think of, but one full of farmers growing their own food in nearby fields. Otherwise there would be more signs of storage facilities.

It's this sort of practical limit on the size of a subsistence-based agricultural community that leads minimalists like Penn State's George Milner to argue that population estimates for Cahokia—currently ranging between 10,000 and 15,000 for the city proper and another 20,000 to 30,000 in the surrounding areas—are inflated by a factor of two or more and that characterizations of Cahokia as something like a protostate are way off base. But with less than one percent of Cahokia excavated, speculation by every camp remains in higher supply than evidence. Washington University's John Kelly, a longtime stalwart of Cahokian archaeology, sums up the present understanding of Cahokia nicely: "People aren't really sure what it is." Nor do people know what happened to it. Cahokia was a ghost town by the time Columbus landed in the New World, and the American Bottom and substantial parts of the Mississippi and Ohio River Valleys were so depopulated they are referred to as the Vacant Quarter. Cahokia's demise is perhaps an even greater mystery than its emergence, but there are a few clues. The city grew to prominence during an especially favorable climate phase and began shrinking around the time the climate became cooler, drier, and less predictable. For an agricultural community dependent on regular crop yields, the changing conditions could have been anything from stressful to catastrophic.


The fact that between 1175 and 1275 Cahokia's inhabitants built—and rebuilt, several times—a stockade encircling the main part of the city suggests that conflict or the threat of conflict had become a standard feature of life in the region, perhaps because there were fewer resources. Furthermore, dense populations create environmental problems as a matter of course—deforestation, erosion, pollution, disease—that can be difficult to counter and that have been the downfall of many a society.

That Cahokia lasted for only some 300 years, and was at the peak of its power for half that at most, should not come as a surprise. "If you look broadly at human history, failure is the norm," says Tom Emerson. "What's amazing is when things last."

Emerson is currently heading a huge excavation in East St. Louis of Cahokia's next-door neighbor, a site that had thousands of residents of its own (sort of like Fort Worth to Cahokia's Dallas). And again, road construction is paying the tab: A new bridge across the Mississippi is giving Emerson's team a crack at 36 acres that had been lost to earlier progress, if you can call the twisted path of human history something as simple as "progress." The stockyards that were built on the ruins of this Mississippian settlement have been shuttered for years, casualties of East St. Louis's own decline from a vibrant city to a collection of vacant lots and boarded-up buildings. This is history's march in our own midst: fleet of foot and easy to miss.

When I drive to St. Louis to see if anything still memorializes the big mound (named, with an appropriate lack of imagination, Big Mound) that was destroyed there by 1869, I'm surprised to see that the exact spot where it was located is where the new bridge from East St. Louis will land. I ask around and learn that archaeologists excavated this lot too before construction started. But they didn't find a trace of Big Mound, only remnants of the 19th-century factories that had taken its place. That is now the accessible history of this site. The rest is gone.

After a failed first attempt, I do finally locate a marker for Big Mound. It's a little cobblestone memorial a half block down Broadway from Mound Street, with a missing plaque and grass growing between its rocks. As luck would have it, I find it just as a man arrives to spray it with weed killer. I ask him if he works for the city, and he says no. His name is Gary Zigrang, and he owns a building down the block. He's called the city about the marker's disrepair, and they haven't done anything, so he's taking matters into his own hands. And as he sprays the weeds on the forgotten memorial for the forgotten mound of the forgotten people who once lived here, he says, "What a shame. There's history here, and it needs to be taken care of."

Fonte: http://ngm.nationalgeographic.com/2011/01/cahokia/hodges-text (janeiro/2011)

Equinoccio en Pachamama

Fuente: Edison Valverde

San José, (elpais.cr) - Hace un año, el 20 de marzo 2010, se inauguró un centro ceremonial llamado Pachamama, en tierras altas del volcán Turrialba, entre el Parque Argueológico Guayabo y la cima del volcán. Sus fundadores, herederos de las culturas maya, guayabo, cabécar y güetar, siguen los pasos de sus antepasados en búsqueda de armonía, paz y felicidad. Este grupo, que inició con siete miembros, hermana santuarios y centros ceremoniales de distintas partes de Abya Yala (América) y en especial de Costarrica; celebra equinoccios, solsticios, lunas llenas, eclipses, Día de la MadreTierra y sobre todo celebra la Vida con aprendizajes de cosmovisión de pueblos originarios, como los bribris, mayas, aymaras, quechuas y mapuches.

Miembros de Pachamama se han involucrado en importantes luchas contra la minería a cielo abierto, como la de Crucitas contra la minera Infinito Gold, en la Brigada Cultural Carlos Rodríguez Santana, las dos Caminatas por la Vida entre San José y Crucitas y las jornadas de silencio y ayuno frente a Casa Presidencial.

Los días 19 y 20 de marzo de 2011 se reunió en Pachamama, territorio conocido como Quetzalia (tierra de quetzales), un grupo de educadores populares, profesores universitarios, jóvenes, comunicadores, estudiantes, agrónomos, caminantes, niños, cineastas, campesinos, poetas, mujeres y hombres de Coronado, Aserrí, Heredia, Montes de Oca, San Rafael Debajo de Desamparados, Nicoya, San Sebastián y Paso Ancho, con gran creatividad y amor por la vida. La celebración contó con varias fases: recorrido por el Bosque de los Espejos, ceremonia de Equinoccio y Luna Llena, ceremonia de la luz y la poesía en el Círculo de las Luciérnagas, convivio en Rancho Venus, caminata y visita al Santuario Abya Yala Ik (Tierra que Florece) y homenaje al Gran Tata (árbol centenario).

El grupo Pachamama, un año después de su fundación, cuenta con unos 100 miembros, amigas y amigos de Costarrica y otros países como Argentina, Venezuela, México, Estados Unidos, Panamá, Perú y Chile. Actualmente reflexiona sobre el tema de las plantas hidroeléctricas; se opone a todo tipo de violencia y guerra (como la que se ha iniciado en Libia); apoya la expresión cultural como el Festi-PASS en Paso Ancho y la recuperación de la historia como lo hace la Escuela Popular Pabru Presberi.

En los próximos meses se abocará a preparar una peregrinación de 13 km entre el Parque Arqueológico Guayabo y Pachamama, pasando por Guayabo Arriba (pequeño pueblo donde viviera el poeta Jorge Debravo). La próxima celebración será el 18 de junio, con motivo del Solsticio de Verano (en el norte) y de Invierno (en el sur).

La sorpresa de la MadreTierra esta ocasión, la dio una lechuza que se posó en los árboles ubicados alrededor de los Círculos de Pachamama, a eso de las 8pm, en media celebración del Equinoccio y la Luna Llena. Todas y todos fuimos muy felices. Saludamos desde las páginas de "El País" a toda la gente que ama la vida y que siembran día a día, con sus acciones: "armonía, paz y felicidad".

Fonte: http://www.elpais.cr/articulos.php?id=43158 (21/03/2011)

Los códices del México Antiguo que ya están en la red (Parte 04)

Códice Fejérváry-Mayer o "Tonalamatl de los Pochtecas"

Otro documento del "Grupo Borgia", de los pocos escritos de este tipo que sobrevivieron a la Conquista. Contiene instrucciones para los mercadores (pochtecas)

Sin que se sepa cómo salió de México, fue propiedad de un coleccionista húngaro, y después de otro inglés (de ambos apellidos proviene el nombre del documento), quien lo vendió al museo de Liverpool.

Se encuentra en: Museo Merseyside en Liverpool, Inglaterra.

En la red: Descargarse o consultarse aquí
http://www.famsi.org/research/pohl/jpcodices/fejervary_mayer/index.html

Códice laud, o de los ritos náhuatls

Otro bello ejemplar del "Grupo Borgia", que pudiera ser mixteca o proceder de Cholula. Probablemente fue un regalo del rey de España al príncipe de Gales en 1623.

Su nombre proviene el obispo Laud, a quien perteneció y que lo regaló a la biblioteca de Oxford, a la que hoy pertenece.

Se encuentra en: la Biblioteca de la Universidad de Oxford, Inglaterra.
En la red: descargarse o consultarse aquí
http://www.famsi.org/research/pohl/jpcodices/laud/index.html

Códice Vaticano B, o de los ritos adivinatorios

Un documento prehispánico más del "Grupo Borgia", seguramente Mixteca. Contiene un Tonalamatl.

Se encuentra en: la Biblioteca del Vaticano


En la red: descargarse o consultarse aquí
http://www.famsi.org/research/loubat/Vaticanus%203738/thumbs0.html


CÓDICES MIXTECAS

Códice Zouche-Nuttall o de las andanzas del rey mixteco Ocho Venado

Existen 6 códices mixtecas de la era prehispánica que se conservan --el códice Colombino comentado más arriba en la lista, y los cinco que se describen a continuación--.

El Zouche-Nuttall, como los otros mixtecas. narra sucesos relativos al rey Ocho Venado Garra de Jaguar, que murió a principios del siglo XII después de Cristo (año 1100) y gobernó al parecer con sabiduría y gran poder el reino de Tilantongo, sierra de Oaxaca.

Los códices mixtecas son los documentos prehispánicos más antiguos que se conservan. Se cree que el Zouche- Nuttall data del siglo XIV (año 1300).

Como se mencionó en el caso del Códice Colombino, los códices mixtecas están hechos en tiras de piel de venado, dobladas en forma de biombo y escritos por ambos lados.

Se encuentra en: algunos estudiosos creen que fue uno de los códices que Cortés envió a España, como regalo a Carlos V en 1519, es decir, el mismo año en que llegó a México y dos años antes de consumarse la Conquista.

De España, pasó a un monasterio en Florencia. Los monjes lo vendieron y cayó en manos de coleccionistas ingleses. Terminó comprado en 1917 por el Museo Británico, en cuya biblioteca reside.

En la red: consultarse o descargarse aquí
http://www.famsi.org/research/graz/zouche_nuttall/thumbs_0.html

Códice Vindobonensis o de la vida de Ocho Venado

Otro de los códices mixtecas, con narraciones pictográficas del rey Ocho Venado.

Junto con el Nuttal, fue uno de los 2 códices enviados por Cortés a Carlos V en 1519, pero éste siguió una ruta distinta: es probable que Carlos V lo regalara al rey Manuel de Portugal, quien a su vez lo obsequió al papa Clemente VII, que lo legó a un cardenal que lo llevó a Viena.

Se encuentra en: El códice recibe su nombre del apelativo en latín de la ciudad de Viena. Está en la Biblioteca Nacional de Austria

En la red: consultarse o descargarse aquí
http://www.famsi.org/research/graz/vindobonensis/thumbs_0.html

Códice Bodley o de la genealogía de los reyes de Tilantongo

El Bodley también trata sobre la historia del reino mixteco de Tilantongo.

Es la historia de una princesa, con genealogías de señores mixtecas de Tilantongo y Teozacoalco.

Se encuentra en: Desde el siglo XVII reside en la biblioteca de la Universidad de Oxford, Inglaterra, conocida también como biblioteca Bodleiana, de donde toma nombre el códice.

En la red: consultarse o descargarse aquí
http://www.famsi.org/research/pohl/jpcodices/bodley/

Códice Selden o de las dinastías mixtecas

De los códices mixtecas este es el más reciente, tal vez de después de la Conquista, pero su concepción es de cultura prehispánica. En el documento se encuentra registrada la fecha 11 Pedernal, que corresponde a 1556.

Los estudiosos piensan que el Selden fue compuesto por la comunidad de Saltepec, Oaxaca, localizada en el valle de Nochixtlán.

Entre otras cosas, contiene la genealogía de la familia mixteca de Magdalena Saltepec y la historia de Seis-mono, que mató a los asesinos de sus familiares, ayudada por sus hermanas.

Fue descifrado e interpretado en los años 60 por el arqueólogo mexicano Alfonso Caso.

Se encuentra en: sin saberse cómo, salió de México y luego de pasar por varios coleccionistas terminó en la Biblioteca de la Universidad de Oxford, Inglaterra.

En la red: consultarse o descargarse aquí
http://www.famsi.org/research/pohl/jpcodices/selden/

Códice Becker o "El Manuscrito de los Caciques"

Otro códice mixteca, de 22 páginas. Fue propiedad de una familia mixteca hasta mediados del siglo XIX, cuando fue comprado por un estudioso austriaco.

Está escrito en zapoteca con letra española y probablemente era parte del Códice Colombino, mencionado en el primer lugar de esta lista.

Se encuentra en: Museo Etnográfico de Viena

En la red: consultar o descargar aquí
http://www.famsi.org/research/graz/becker/thumbs_0.html


CÓDICES MAYAS

Existen cuatro códices mayas que se conservan, tres de ellos fuera de México. Son documento de la época anterior a la conquista, realizados en escritura maya sobre papel de corteza de higuera, doblados en forma de biombo o arcordeón y escritos por ambos lados.

Aunque podría parecer que 4 códices son demasiado pocos para una civilización tan rica como la maya, son los que han llegado a nuestros días, lo cual es en sí una suerte, ya que sobrevivieron al difícil clima tropical en primera instancia, a la destrucción perpetrada por los conquistadores, a la posterior negligencia y desprecio de muchos europeos hacia los objetos mesoamericanos y finalmente sortearon la destrucción de varias guerras europeas.

Códice Dresden, o de la cosmogonía maya

De los cuatro mayas es el más elaborado. Es objeto de considerable valor artístico, probablemente escrito hacia el año 1000. Contiene tablas astronómicas de exactitud sorprendente y famoso especialmente por su registro de movimientos de la Luna y de Venus. Además incluye calendarios, secciones adivinatorias y otras referencias de ritos mayas.

Contiene predicciones sobre épocas favorables para la agricultura, señalando épocas de lluvia, e inundación. Además, parece mostrar conjuntos de constelaciones de estrellas.

Se encuentra en: No se sabe cómo fue que salió de Mesoamérica, pero para el siglo XVIII un coleccionista austriaco lo había vendido al encargado de la biblioteca real de la ciudad de Dresden, entonces perteneciente al reino de Polonia. Hoy permanece en el mismo recinto, que se conoce como la Biblioteca Estatal de Dresden, Alemania.

El precioso objeto sobrevivió al bombardeo contra Dresden por los Aliados, en la Segunda Guerra Mundial. Sufrió daños debido a una inundación que afectó a la biblioteca.

En la red: consultarse o descargarse aquí
http://www.famsi.org/mayawriting/codices/dresden.html

Códice Madrid, todo un poco sobre los mayas

Aunque los expertos lo consideran menos bellamente elaborado que el Dresden, este códice trata ampliamente diferentes aspectos de la cultura maya.

Podría haber sido elaborado poco después de la Conquista y se cree que proviene de las últimas ciudades mayas conquistadas en 1697.

Se encuentra en: Fue enviado a la corte española y hoy se encuentra en la biblioteca del Museo de América, en Madrid, España.

En la red: consultarse o descargarse aquí
http://www.famsi.org/mayawriting/codices/pdf/1_madrid_rosny_bb_pp.01-21.pdf

Códice París, o de las profecías mayas

Este documento contiene símbolos adivinatorios y proféticos de los mayas, aunque desafortunadamente se encuentra muy dañado.

Se encuentra en: No se sabe cómo salió de Mesoamérica, la primera noticia de su paradero fue que se encontraba en el inventario de la Biblioteca Imperial de Francia en 1832. Varias décadas después, un especialista en culturas mesoamericanas lo "rescató" de estar arrumbado junto a un montón de papeles en una de las bodegas. Hoy permanece en el mismo recinto, llamado ahora Biblioteca Nacional de Francia, en París.

En la red: consultarse o descargarse aquí
http://www.famsi.org/mayawriting/codices/pdf/paris_love.pdf

Códice Grolier, un documento polémico

Este es el único de los 4 códices mayas que se encuentra en México, sin embargo, hay que decir que existen expertos que dudan provenga auténticamente de la antigua civilización. Dicen que podría ser elaboración moderna que se trató de hacer pasar por antigua. Empero, otras fuentes respetables lo consideran auténtico.

El Grolier, muy pobremente conservado, fue encontrado en 1965, en una cueva en la sierra de Chiapas, o al menos eso dijo quien lo mostró por primera vez, un coleccionista de objetos antiguos mexicano, de nombre José Saenz.

Se encuentra en: Don Saenz llevó el códice a Nueva York, donde se exhibió en 1971 en el Club Grolier, de donde tomó su nombre. El club lo donó al gobierno mexicano y está resguardado en la Biblioteca Nacional de Antropología e Historia, al tiempo que se sigue debatiendo su autenticidad.
En la red: consultarse o descargarse aquí
http://www.famsi.org/mayawriting/codices/grolier.html

Fonte: http://www.tabascohoy.com/noticia.php?id_nota=206266 (16/02/2011)

Looters strip Latin America of archaeological heritage

The 100th anniversay of the rediscovery of Machu Picchu will highlight the current ransacking of the area's archaeological treasures. [Credit: Alamy]

Por Rory Carroll

Etched into the surviving art of the Moche, one of South America's most ancient and mysterious civilisations, is a fearsome creature dubbed the Decapitator. Also known as Ai Apaec, the octopus-type figure holds a knife in one hand and a severed head in the other in a graphic rendition of the human sacrifices the Moche practiced in northern Peru 1,500 years ago.

For archaeologists, the horror here is not in Moche iconography, which you see in pottery and mural fragments, but in the hundreds of thousands of trenches scarring the landscape: a warren of man-made pillage. Gangs of looters, known as huaqueros, are ransacking Peru's heritage to illegally sell artefacts to collectors and tourists.

"They come at night to explore the ruins and dig the holes," said Cuba Cruz de Metro, 58, a shopkeeper in the farming village of Galindo. "They don't know the history, they're just looking for bodies and for tombs. They're just looking for things to sell."

A looting epidemic in Peru and other Latin American countries, notably Guatemala, has sounded alarm bells about the region's vanishing heritage.

The issue is to come under renewed scrutiny in the run-up to July's 100th anniversary of the rediscovery of Machu Picchu, the Inca citadel in southern Peru, by US historian Hiram Bingham. He gave many artefacts to Yale university, prompting an acrimonious row with Peru's government which ended only this year when both sides agreed to establish a joint exhibition centre.

A recent report, Saving our Vanishing Heritage, by the Global Heritage Fund in San Francisco, identified nearly 200 "at risk" sites in developing nations, with South and Central America prominent.

Mirador, the cradle of Mayan civilisation in Guatemala, was being devastated, it said. "The entire Peten region has been sacked in the past 20 years and every year hundreds of archaeological sites are being destroyed by organised looting crews seeking Maya antiquities for sale on the international market."

Northern Peru, home to the Moche civilisation which flourished from AD100-800, had been reduced to a "lunar landscape" by looter trenches across hundreds of miles. "An estimated 100,000 tombs – over half the country's known sites – have been looted," the report said.

The sight breaks the heart of archaeologists and historians piecing together the story of a society which built canals and monumental pyramid-type structures, called huacas, and made intricate ceramics and jewellery.

The Moche, who pre-dated the Incas by 1,000 years, also painted murals and friezes depicting warfare, ritual beheading, blood drinking and deities such as the Decapitator, who has bulging eyes and sharp teeth. Analysis of human remains confirmed that throat-cutting was all too real but, in the absence of written records, archaeology must shed light on what happened.

In villages such as Galindo that is becoming all but impossible. Crude tunnels and caves make Moche ruins resemble rabbit warrens. Deep gashes cut into walls expose the brickwork below. Millennia-old adobe bricks are torn from the ground and scattered as though in a builder's yard.

Most huaqueros are farmers supplementing meagre incomes. Montes de Oca, one of three police officers tasked with environmental protection in a region of a million people, said he was overwhelmed. "I've been doing this for 28 years. There are three of us and one truck. It's insufficient but we do everything possible."

Ten miles away Huaca del Sol, one of the largest pyramids in pre-Columbus America, is an eroded, plundered shell. Here the culprits were not impoverished farmers but Spanish colonial authorities who authorised companies to mine for treasure, said Ricardo Gamarra, director of a 20-year-old conservation project.

"They diverted the river to wash away two-thirds of the huaca and reveal its insides," he said. "They mined through the walls and caused it to collapse in various places. It's impossible to guess how much was taken because we don't know how much was there."

Donations from businesses and foundations have helped Gamarra's team protect what is left, drawing 120,000 visitors each year, but of 250 other sites in the region just five have been protected. "In the mountains it's the same. It is full with archaeological sites, almost all of them have been destroyed," said Gamarra.

There has been good news from Chotuna, also in northern Peru, where archaeologists found frescoes in a 1,100-year-old temple of the Lambayeque civilisation, which flourished around the same time as the Incas.

Jeff Morgan, executive director of the Global Heritage Fund, urged Peru to funnel tourists away from Machu Picchu, overrun by two million visitors a year, to lesser known sites which could then earn revenue to protect their heritage.

The government should resist the temptation to pocket the money. "One of the biggest problems is the disconnect between local communities and management of the sites. We think locals should get at least 30% of revenues." Only then, said Morgan, would cultural treasures fom the Moche and other civilisations be saved.

Fonte: http://archaeologynewsnetwork.blogspot.com/2011/03/looters-strip-latin-america-of.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+TheArchaeologyNewsNetwork+%28The+Archaeology+News+Network%29 (21/03/2011)

Tratores destroem 5 mil anos de história

Caminhões e homens de uniformes e capacetes cor de laranja se movimentam ao longo do Rio Apurimac, nome dado ao Amazonas nesse trecho. São funcionários de uma empresa contratada pelo governo do Departamento (Estado) de Cusco para construir um canal de irrigação, que vai desviar as águas do Apurimac no Peru. Abaixo do canteiro, o rio se estreita para cerca de 20 metros, espremido por paredões. Os camponeses chamam o lugar de Garganta del Diablo.

A obra preocupa arqueólogos, ambientalistas e Ivan Escalante, chefe do Departamento de Turismo da Província de Espinar. No momento em que operários colocam dinamite nas rochas da margem do Apurimac, Escalante aborda o encarregado da obra. Reclama do desmoronamento de urnas funerárias pré-incaicas e do desaparecimento de pinturas rupestres. "Estes desenhos têm 5 mil anos!".

"Não estamos passando máquinas nas rochas", garante Crisóstomo Lloclla. "Mas da última vez que estive aqui as urnas estavam de pé", reclama Escalante. O encarregado diz a um subordinado para evitar o uso de máquinas perto das urnas. O funcionário ri. Desolado, Escalante começa a tirar fotos das urnas e pinturas. Um dos desenhos retrata um caçador com uma lança e dois guanacos - animal da família das lhamas que desapareceu há séculos do altiplano.

Disputa
O canal é só um dos problemas de Escalante. O governo de Espinar iniciou uma campanha para impedir que o Departamento de Arequipa construa uma represa nas nascentes do Amazonas, perto do povoado de Angostura. Orçado em US$ 400 milhões, o projeto prevê o represamento dos Rios Apurimac, Siguas e Colca para a construção de usinas hidrelétricas.

Entidades ambientalistas dizem que a obra trará prejuízos diretos para 45 mil camponeses. "Ela teria impacto imediato no frágil ecossistema do cânion de Suykutambo, onde há corredeiras, reservas e sítios arqueológicos", afirma Escalante. O governo de Arequipa divulga no rádio e na TV que a represa permitirá levar água a todos os habitantes do departamento. Em campanha contra o projeto, o jornal El Sol, editado em Cusco, denuncia que metade da água represada servirá à mineradora Cerro Verde, 30% irá para irrigação e só 20% para moradias.

Ronald Cordova, gerente do projeto, divulgou relatório para defender a construção da represa. Diz que o represamento tem por objetivo promover a agricultura de exportação. Prevê produção de cebola, uva e alho para a Colômbia, orégano e tomate para o Chile, cebola e alcachofra para Brasil, Estados Unidos e Europa e tomate e uva para China e Austrália. Nada para consumo dos moradores de Cusco ou Arequipa, onde quase 50% das pessoas estão na faixa da pobreza - e mais de 10% ficam abaixo dela.

Selva. Quilômetros abaixo das nascentes, o rio se separa da cordilheira e chega aos primeiros povoados da selva peruana. No distrito de Huanoquite, o Apurimac se junta ao Rio Santo Tomás. Seu cânion se agiganta em Tincocc, a mais de 350 km da nascente, no encontro com o Rio Mantaro. São 3.907 metros de altura.

A maior altitude do cânion do Apurimac, porém, fica a 495 km do Mismi, diante do Nevado Sacsarayoc: 4.691 metros. A 600 km da nascente, começa, de fato, a selva amazônica.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110322/not_imp695357,0.php (22/03/2011)

quarta-feira, 23 de março de 2011

Daños irreparables a estatuas arqueológicas de San Agustin

A la izquierda la original y a la derecha la arruinada por los vândalos.

El Instituto Colombiano de Antropología e Historia, ICANH, denunció el daño irreparable que desconocidos le causaron a dos esculturas arqueológicas de San Agustín en el departamento del Huila.

Los hechos habrían ocurrido el pasado siete de marzo en dos vestigios indígenas hallados en 1984 en inmediaciones de la vereda El Purutal, a cinco kilómetros de San Agustín. Los desconocidos optaron por pintar, con colores similares a los originales, las esculturas sin tener en cuenta que su desgaste había sido ocasionado por la exposición a la luz durante centenares de años, características que le imprimían autenticidad a las esculturas.

Según la máxima autoridad arqueológica: Los daños son irreparables, teniendo en cuenta que las esculturas del sitio El Purutal, esculpidas, como todas las de esta zona del país, sobre roca volcánica (toba), se destacan por ser las únicas tallas que conservan (conservaban, debemos decir ahora) su pintura policroma original, realizada con pigmentos naturales en rojo, amarillo, blanco y negro.

Otro singular aspecto de estas esculturas es que, a diferencia de la mayoría, se conservan en su ubicación original, donde fueron halladas por el ex trabajador del parque, Baudelino Grijalva y excavadas y referenciadas por el arqueólogo Julio Cesar Cubillos en 1984.

Es necesario tener en cuenta que la exposición de las esculturas como de otros bienes arqueológicos, excavados a las condiciones medioambientales, en muchos casos, ocasiona pérdidas lentas e irreversibles de sus características físicas originales. En este caso particular, los colores originales habían perdido nitidez por la exposición a la luz, haciendo imposible devolverlas a su estado original sin alterar la autenticidad e integridad de las mismas.

De ahí que hoy en día solo se proceda a realizar excavaciones arqueológicas cuando ello se considere absolutamente indispensable en razón de su conocimiento, comprensión, protección y conservación.

En el marco del plan de manejo del Parque Arqueológico de San Agustín, anualmente el ICANH desarrolla programas y proyectos de limpieza, conservación y protección, adelantados por expertos arqueólogos y restauradores, en sitios que no se encuentran, como los predios del Parque Arqueológico propiamente dicho, bajo vigilancia directa y permanente del ICANH, sino que están localizados en predios de propiedad privada, en el área de influencia del parque, en parajes o veredas tales como: El Purutal, La Pelota, La Chaquira, El Jabón, Quinchana, La Parada, Pradera, Quebradillas, Tabor, Granada, Betania, entre otros.

Los vestigios arqueológicos de El Purutal han sido objeto de estudios e intervenciones por parte del ICANH en el pasado; cabe resaltar los trabajos adelantados en 1999 para identificación de pigmentos presentes en las esculturas y determinación de la técnica de pintura de las mismas. En el año 2000 el ICANH, con el apoyo de la Fundación de Investigaciones Arqueológicas Nacionales, FIAN, adelantó el proceso de conservación que implicó la limpieza superficial de las esculturas, pruebas de consolidación sobre áreas de color y mantenimiento general de la tumba.

En el año 2005 vecinos del sitio alertaron al ICANH por posible intento de hurto de la cabeza de una de las esculturas (la No. 162), razón por la cual se hizo necesario hacer un trabajo de reubicación de la cabeza de la escultura que había sido girada hacia la izquierda, hacer limpieza de la policromía e intervenir nuevamente las esculturas a nivel de conservación aplicando un adhesivo para piedra, con el fin de fijar la cabeza a la escultura y evitar el posible hurto de la misma. Esta labor fue desarrollada por restauradores especialistas en este campo.

En el año 2010, se presentaron alteraciones, aparentemente no provocadas por acción humana, del pigmento negro en las esculturas, el cual se extendió en forma de manchas negras intensas que se encuentran en proceso de análisis, pero se presume que sean una alteración natural del pigmento negro producida por los altos niveles de lluvia y humedad que se han presentado durante los últimos meses en la zona. En ese momento se tomaron muestras de las pigmentaciones negras y se realizaron pruebas de limpieza y solubilidad de las mismas. Se hizo además mantenimiento general de los montículos funerarios de El Purutal, que consistió en retirar la maleza, el polvo y los excrementos de insectos, además de devolver las lajas del montículo, movidas por acciones de vandalismo, a su posición original.

En este momento, restauradoras del ICANH se encuentran en el sitio realizando una evaluación de los daños ocasionados a estas singulares e invaluables esculturas. A partir de análisis y pruebas con disolventes, se buscará definir un procedimiento que permita mitigar el efecto negativo de la capa de pintura aplicada sobre la pintura original. Desafortunadamente, se ha encontrado que, dadas las características porosas de la roca, esta absorbió rápidamente el color, por lo que se presenta una pérdida irreversible de la policromía original. Adicionalmente, las esculturas fueron “lavadas” con cepillo antes de ser aplicado el color, acción que ocasionó erosión en la superficie de la piedra. Esta intervención es una alteración grave e irreversible sobre el patrimonio arqueológico.

Fonte: http://www.caracol.com.co/nota.aspx?id=1441216 (18/03/2011)

Cahokia Site's Significance Long Ignored (Parte 01)

Photographs by Don Burmeister and Ira Block

By Glenn Hodges

If they ever build a Wal-Mart at Machu Picchu, I will think of Collinsville Road.

I'm standing at the center of what was once the greatest civilization between the deserts of Mexico and the North American Arctic—America's first city and arguably American Indians' finest achievement—and I just can't get past the four-lane gash that cuts through this historic site. Instead of imagining the thousands of people who once teemed on the grand plaza here, I keep returning to the fact that Cahokia Mounds in Illinois is one of only eight cultural World Heritage sites in the United States, and it's got a billboard for Joe's Carpet King smack in the middle of it.

But I suppose Cahokia is lucky. Less than ten miles to the west, the ancient Indian mounds that gave St. Louis the nickname Mound City in the 1800s were almost completely leveled by the turn of the century. Today only one survives, along with some photographs and a little dogleg road named Mound Street. The relentless development of the 20th century took its own toll on Cahokia: Horseradish farmers razed its second biggest mound for fill in 1931, and the site has variously been home to a gambling hall, a housing subdivision, an airfield, and (adding insult to injury) a pornographic drive-in. But most of its central features survived, and nearly all of those survivors are now protected. Cahokia Mounds may not be aesthetically pristine, but at 4,000 acres (2,200 of which are preserved as a state historic site), it is the largest archaeological site in the United States, and it has changed our picture of what Indian life was like on this continent before Europeans arrived.

Cahokia was the apogee, and perhaps the origin, of what anthropologists call Mississippian culture—a collection of agricultural communities that reached across the American Midwest and Southeast starting before A.D. 1000 and peaking around the 13th century. The idea that American Indians could have built something resembling a city was so foreign to European settlers, that when they encountered the mounds of Cahokia—the largest of which is a ten-story earthen colossus composed of more than 22 million cubic feet of soil—they commonly thought they must have been the work of a foreign civilization: Phoenicians or Vikings or perhaps a lost tribe of Israel. Even now, the idea of an Indian city runs so contrary to American notions of Indian life that we can't seem to absorb it, and perhaps it's this cognitive dissonance that has led us to collectively ignore Cahokia's very existence. Have you ever heard of Cahokia? In casual conversation, I've found almost no one outside the St. Louis area who has.

Our ignorance has deep roots. The first person to write a detailed account of Cahokia's mounds was Henry Brackenridge, a lawyer and amateur historian who came upon the site and its massive central mound while exploring the surrounding prairie in 1811. "I was struck with a degree of astonishment, not unlike that which is experienced in contemplating the Egyptian pyramids," he wrote. "What a stupendous pile of earth! To heap up such a mass must have required years, and the labors of thousands." But newspaper accounts of his discovery were widely ignored. He complained of this in a letter to his friend former President Thomas Jefferson, and with friends in such high places, word of Cahokia did eventually get around.

Unfortunately it was not word most Americans, including subsequent Presidents, were very interested in hearing. The United States was trying to get Indians out of the way, not appreciate their history. Andrew Jackson's Indian Removal Act of 1830, which ordered the relocation of eastern Indians to land west of the Mississippi, was premised on the idea that Indians were nomadic savages who couldn't make good use of land anyway. Evidence of an ancient Indian city—one that rivaled the size of Washington, D.C., at the time—would have mucked up the story line.

Even American universities took scant notice of Cahokia and other homegrown sites before the second half of the 20th century. They preferred sending their archaeologists to Greece and Mexico and Egypt, where the stories of ancient civilizations were comfortably distant and romantic. The few people who championed Cahokia and its neighboring mound centers at East St. Louis and St. Louis fought a mostly losing battle against development and neglect for the better part of a century. The latter two sites—among the largest Mississippian communities in their own right—were destroyed and paved over. And though Monks Mound, named for French monks who once lived in its shadow, became a tiny state park in 1925, it was used for sledding and Easter egg hunts. The rest of Cahokia was largely ignored—built on and only sporadically studied—until the 1960s.


And that's when history demonstrated its fine sense of irony, because the biggest construction project to tear into Cahokia would also put it on the map. President Dwight Eisenhower's interstate highway program, though a massive undertaking that changed America's landscape as dramatically as the railroads once did, contained provisions for the study of archaeological sites in its path. This meant more money for excavations than had ever been available, as well as a clear agenda for where to dig, when, and how fast. With two highways slated to skewer the ancient city—I-55/70 now bisects Cahokia's north plaza, creating a road sandwich with Collinsville Road, a quarter mile to the south—archaeologists began to systematically study the site. What they found was nothing less than revelatory.

It became apparent that Cahokia was more than just a stupendous pile of earth or a cere-monial site where scattered tribes congregated once in a while. Nearly everywhere they dug, archaeologists found homes—indicating that thousands of people had once lived in the community—and many of these homes had been built within a very brief span of time. In fact, the whole city seemed to spring to life almost overnight around 1050, a phenomenon now referred to as a "big bang." People streamed in from surrounding areas, built houses, and quickly constructed the infrastructure of a new city—including several mounds with buildings on top and a grand plaza the size of 45 football fields, used for everything from sporting events to communal feasts to religious celebrations.

Making the story even more interesting was the clear evidence of ritual human sacrifice. Archaeologists excavating Mound 72, as they labeled it, found the remains of 53 women and one very high status man, as well as the decapitated remains of four men who may have been on the wrong side of some sort of authority. The discovery belied the common belief that American Indians lived in egalitarian communities without the sorts of often brutally maintained hierarchies that defined many other civilizations. Was Cahokia an empire, like the Mesoamerican civilizations to the south? It was too soon to tell, but something spectacular had happened here, and it became clear this was a mystery worth trying to solve.

If you want to understand Cahokia, the first thing you've got to do is climb the 156 steps to the top of Monks Mound. From the flat top of this colossus—with a footprint of 14 acres, it is larger at its base than the Great Pyramid of Khufu, Egypt's largest—you not only get a sense of how much labor went into its construction, but you can also understand why it might have been built in the first place. From here you can survey Cahokia's domain: the vast floodplain known as the American Bottom, stretching from St. Louis to a long line of bluffs three miles east of Cahokia and as far to the north and south as the eye can see. After directing the construction of what would have been the highest geographic feature in the 175-square-mile floodplain, a chief or high priest would have had a bird's-eye view of the land under his sway.

Fonte: http://ngm.nationalgeographic.com/2011/01/cahokia/hodges-text (janeiro/2011)

Pesquisador: legislação ambiental impulsionou arqueologia

ANGELA JOENCK PINTO

Uma obra de centenas de milhões de reais de repente é interrompida por causa de... alguns cacos de cerâmica. Pois o que para alguns pode parecer lixo, para a arqueologia pode significar um verdadeiro tesouro e revelar a história de uma região. Segundo o arqueólogo e professor da Unicamp, Pedro Paulo Funari, a restauração da democracia em 1985 e as mudanças na legislação, principalmente na ambiental, que levaram os arqueólogos a inspecionar as grandes obras, alavancaram essa área de pesquisa no Brasil.

"O panorama da arqueologia no Brasil está muitíssimo melhor. Primeiro, porque os arqueólogos puderam ficar em contato com seus colegas estrangeiros e aproximar a disciplina da sociedade, com a introdução de temas de relevância social e política, como Palmares, Canudos. Também a legislação de proteção ambiental passou a exigir a atuação arqueológica na construção de estradas, barragens e edifícios, de modo que as pesquisas ligadas a licenciamento ambiental e histórico são numerosas e empregam um número crescente de arqueólogos", explica.

Na opinião do pesquisador, antes da redemocratização, o Brasil possuía poucas leis para a proteção ambiental, e sua implementação era fraca. "Uma estrada como a Rio-Santos, por exemplo, trouxe imensos impactos ambientais e inúmeros sítios arqueológicos foram destruídos, quando da sua construção". Mas a Constituição de 1988, em especial o artigo 216, mudou esta realidade, protegendo áreas e objetos até então negligenciados. O texto afirma que o patrimônio cultural brasileiro "é constituído por bens de natureza material e imaterial, tombados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade".

A partir de então, diversas descobertas foram feitas em obras que possuíam a presença de um arqueólogo. Entre elas, Funari cita as pinturas rupestres em Estados como Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso. Os chamados sítios históricos, locais de ocupação por parte dos colonizadores entre o ano de 1500 e o final do século XIX, também foram muito abundantes, como vestígios dos colonizadores - dos bandeirantes na construção do Rodoanel, na altura do Pico do Jaraguá, por exemplo.

Mas nem sempre as obras são feitas longe dos centros urbanos. No ano passado, o processo de reurbanização do largo de Pinheiros, em São Paulo, foram interrompidas devido à descobertas arqueológicas. Entre os 20 mil objetos encontrados estão louças, porcelanas Maastrich e Sarreguemines, garrafas de vinho e uísque - todos importados - e cerveja holandesa, apontando a presença de uma antiga taberna no local. Um grande cocho para os animais beberem água também foi desenterrado.
Melhorar a legislação

Mesmo com o resultado positivo que a legislação trouxe à área, o pesquisador acredita que ainda há espaço para avanços. "É importante fortalecer a fiscalização, para que as pesquisas arqueológicas sejam realmente bem feitas e seus resultados divulgados para os estudiosos e para o público leigo em geral", diz.

O arqueólogo também cita a questão das descobertas subaquáticas, normalmente esquecidas por quem se interessa por pesquisa e atualmente negligenciada pela legislação. Sítios arqueológicos subaquáticos abrigam a cultura material e podem ser constituídos de cidades ou sítios terrestres que foram alagados, sambaquis (aterros feitos por populações pré-históricas que viveram entre oito mil e mil anos atrás), além dos restos de naufrágios.

Para liderar as pesquisas do setor, o Brasil conta com o Centro de Estudos de Arqueologia Náutica e Subaquática (Ceans), fundado em 2000 pelos arqueólogos Gilson Rambelli, Paulo Fernando Bava de Camargo e Flávio Rizzi Calippo. Quatro anos depois, o Ceans passou a fazer parte do Núcleo de Estudos Estratégicos (NEE-Unicamp), sendo então reconhecido nacional e internacionalmente como o primeiro centro brasileiro especializado nesse tema.

A instituição condena a retirada de objetos de sítios arqueológicos para a exploração comercial, pessoal ou para mera ilustração da história e orienta sobre como proceder caso se encontre algum vestígio histórico submerso. Confira as dicas:

1 - Não remova nada;
2 - Faça alguma marcação do local (posicionamento), embaixo d'água e na superfície, para saber voltar ao ponto encontrado;
3 - Comunique imediatamente a Autoridade Marítima e ao Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional): www.iphan.gov.br.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4974518-EI8147,00-Pesquisador+legislacao+ambiental+impulsionou+arqueologia.html (05/03/2011)

El misticismo envuelve las zonas arqueológicas de México

Cientos de personas entre nacionales y extranjeros acuden a recibir la primavera.

MÉRIDA, YUCATÁN.-(Como cada año el Sol acudió a la cita con “La Casa de las Siete Muñecas”, en la zona arqueológica de Dzibilchaltún, en Yucatán (foto), en donde atravesó por la puerta principal en un fenómeno conocido en todo el mundo como equinoccio de primavera. Con una mayor afluencia que en años anteriores, cientos de personas nacionales y extranjeros acudieron a presenciar el espectáculo.

Mientras en Teotihuacan, “Ciudad de los Dioses” (en lengua náhuatl), una impresionante marea humana ataviada en blanco se concentraba ayer, en el corazón de México, en un tradicional ritual que busca atraer los favores del Sol con el inicio de la primavera. Entre cánticos, danzas y oraciones, miles festejaban desde la Calzada de los Muertos hasta la punta de las pirámides del Sol y de la Luna, a la espera del comienzo del equinoccio de la primavera boreal (hoy), que se cree puede dotar de una energía especial en el enigmático sitio.

Fonte: http://www.informador.com.mx/mexico/2011/279301/6/el-misticismo-envuelve-las-zonas-arqueologicas-de-mexico.htm (22/03/2011)

Arqueologia da Amazônia em alta com Obama

No meio de aviso de declaraçao de fogo da França contra Libia, onde o presidente Obama dos EUA acaba de ser briefado pelo adviser Donolon, de sua comitiva, acaba de chegar as suas mãos o livro Arqueologia da Amazônia Tridimensional ,uma obra de autoria do jornalista e ativista ambiental Hercules Goes em uma ação isolada no Itamaraty neste dia l9 em Brasilia.

A obra com l68 paginas trata da historia, da arqueologia de Rondônia e da amazonia e da visita historica do ex presidente Theodore Roosevelt em territorio amazônico em l9l3 e esta sendo considerada um sucesso entre os formadores de opiniao que receberam a obra em primeira mao na visita que Obama faz a Dilma Rousseff em Brasilia.

Expressoes de contentamento e admiraçao pelo livro do jornalista foram expressas por Izabela Teixeira, Ministra do Meio Ambiente do Brasil, Governador de Rondonia Confucio Moura,o megacabeleireiro Celso Kamura que atende a presidenta Dilma e a propria presidenta do pais que recebeu a obra autografada em maos.

A primeira ediçao do livro Arqueologia da Amazonia Tridimensional promete ser um grande sucesso de vendas ja que o tema retratado esta em voga, com ate novelas globais enfatizando a tematica ambiental e arqueologica da amazonia brasileira e internacional.

O livro apoiado por varios empreendedores brasileiros entre os quais, o Bndes, Eletrobras e empresas regionais rondonienses está a venda pela internet www.revistaecoturismo.com.br ao preço de 39,90 a unidade. A obra arqueologica ambiental faz parte das celebracoes dos 20 anos do Jornal e Revista Ecoturismo

Fonte: http://www.onortao.com.br/ler.asp?id=40803 (19/03/2011)

Discovery of Oldest Northern North American Human Remains Provides New Insights Into Ice-Age Culture

In ScienceDaily — Scientists have discovered the cremated skeleton of a Paleoindian child in the remains of an 11,500-year-old house in central Alaska. The findings reveal a slice of domestic life that has been missing from the record of the region's early people, who were among the first to colonize the Americas.


The child's remains, shown in excavation here, indicate that he or she died and then was cremated in a large pit in the center of the home. The child has been named Xaasaa Cheege Ts'enliin, which translate to "Upward Sun River Mouth Child," based on a local native place name. (Credit: Ben Potter, University of Alaska, Fairbanks)

The discovery, by Ben Potter of the University of Alaska Fairbanks and colleagues, appears in the 25 February issue of the journal Science.

"The site is truly spectacular in all senses of the word," Potter said. "The cremation is quite significant, but the context of the find is important too." In contrast to the temporary hunting camps and other specialized work sites that have produced much of the evidence of North America's early habitation, the newly discovered house appears to have been a seasonal home, used during the summer. Its inhabitants, who included women and children, foraged for fish, birds and small mammals nearby, according to Potter's team.

"Before this find we knew people were hunting large game like bison or elk with sophisticated weapons, but most of sites we had to study were hunting camps. But here we know there were young children and females. So, this is a whole piece of the settlement system that we had virtually no record of," he said.

"As part of the Beringian Land Bridge, Alaska was an important crossroads for the Old and the New Worlds. This study makes an important contribution to our understanding of the early inhabitants of Beringia and their culture," said Brooks Hanson, Deputy Editor, Physical Sciences, at Science.

The young child probably died -- it's not clear how -- before being cremated in a large pit in the center of the home. This pit had many purposes, including cooking and waste disposal. After the cremation, the pit was sealed up and the house was abandoned, the researchers report.

The name of the site where this discovery took place, "Upper Sun River," is a translation of a nearby Athabaskan placename, Xaasaa Na'. The site lies within a dune field in the boreal forest of the Tanana lowlands. The child has been named Xaasaa Cheege Ts'eniin (or Upward Sun River Mouth Child) by the local Native community, the Healy Lake Tribe.

The house's floor was dug about 27 centimeters below the original ground surface. Colored stains in the sediment suggest that poles may have been used to support the walls or roof, though it's not clear what the latter would have been made of. The entire house has not yet been fully excavated, so its total size is still unknown. The pit at the center was oval-shaped and about 45 centimeters deep. In sediment layers beneath the skeleton, the researchers found bones of salmon, ground squirrels, ptarmigan and other small animals. The skeleton was a particular surprise, since no human remains older than a few hundred years have ever been found in Subarctic Alaska.

Only about 20 percent of the burned skeleton was preserved. The remains don't reveal the child's sex, but they do include teeth, which allowed the researchers to conclude the child was around three years old. The remains showed no signs of injury or illness, though that isn't surprising, since most health problems don't leave traces in bones.

Potter's team didn't find any objects that were clearly grave goods. The researchers did excavate two pieces of red ochre along with the skeleton, but their significance is unclear. While red ochre has been part of burials around the world, it also has many other uses.

This lack of symbolic objects is typical for a mobile hunter-gatherer society like the one at Upper Sun River, according to Potter. It should not be interpreted as a sign that the child's death was treated casually, Potter said.

"All the evidence indicates that they went through some effort. The burial was within the house. If you think of the house as the center of many residential activities: cooking, eating, sleeping, and the fact that they abandoned the house soon afterward the cremation, this is pretty compelling evidence of the careful treatment of the child," Potter said.

While the findings certainly provoke questions about the story of this particular death, for Potter and other archeologists, the site is perhaps even more valuable for what it says broadly about the lifestyles of the early people who lived in the region.

Although many of the specifics are still under debate, researchers generally believe that the first people in North America came across the Bering Land Bridge from Siberia some time near the end of the last ice age, around 13,000 years ago or earlier. Archaeological evidence from this time period is scanty, however, especially in the northern regions adjacent to the Bering Sea, known as Beringia.

Scientists have discovered only a handful of known houses in North America from the continent's first 2,000 years of human occupation. And, except for the one at Upper Sun River, those houses are in the lower 48 states or at Ushki Lake in Siberia. Ushki Lake also includes the only known burial site from this time period in Beringia.

The stone tools from contemporaneous sites in central Alaska fit into a category known as microblade technology, which consists of small, stone, razor-blade-like pieces set into larger organic points. In contrast, the more well-known Clovis people of central North America did not make microblades. In fact, the stone artifacts, along with the house structure and the types of animal remains found at Upper Sun River appear more similar to those of Siberia's Ushki Lake than to anything from the lower 48 states.

"We've got this basic technological organization system that links Alaska with the Old World," Potter said.

Researchers have debated over whether the people in central Alaska during the late Pleistocene and early Holocene were all part of one larger cultural group or whether they belonged to different groups. The tools and other remains at Upper Sun River, and their similarities to some others in the region, support the former scenario, Potter and his colleagues say.

Differences exist among the sites, but these may reflect this people's versatility, with different members carrying out different tasks, such as hunting large game or foraging for small mammals and birds, during different times of year, the researchers argue.

Throughout the excavation, Potter's groups worked closely with leaders of the Healy Lake Tribe and other native groups that live near the Upper Sun River site.
"Our consultation with the local Native groups is not only an ethical imperative in archaeology today, it has been a fulfilling and productive partnership, from my perspective," said Potter.

"We strove to be diligent with full and open negotiations from the time of discovery and before, and we have worked together to build a foundation for continued work on this find and for future discoveries."

Fonte: http://nap-ualg.blogspot.com/2011/03/discovery-of-oldest-northern-north.html (05/03/2011)

Hallan restos arqueológicos en Sucre

Por Rodney Añez/DLA Mérida

Varias reliquias fueron encontradas en Cantalotodo La Plata, municipio Sucre, la mañana de ayer. Expertos de la ciudad de Caracas ofrecerán la próxima semana más información sobre información de la data recolectada

En días recientes, un grupo de habitantes del sector Cantalotodo La Plata, ubicado en la parroquia Gibraltar del municipio Sucre en el estado Zulia, encontró en los patios traseros de sus viviendas una gran cantidad de vasijas contentivas de presuntas osamentas, lo cual les hizo presumir que en una época anterior pudo existir en esa localidad un cementerio indígena.

La noticia trascendió hace poco y fue tal la magnitud del hecho, que el día de ayer estuvo de visita un equipo de expertos provenientes de la ciudad de Caracas, encabezado por un arqueólogo, con la finalidad de tomar una muestra de las piezas encontradas, dentro de las que destacan huesos humanos, vasijas de barro y artesanía, cuya apariencia indica que tenían años enterradas y cuya antigüedad no ha sido establecida hasta ahora; sin embargo estiman que sean al menos 2 mil años, correspondiendo a la época de los españoles.

Según informaron habitantes del sector a este medio de comunicación, el hallazgo se hizo notorio a raíz de las lluvias, ya que con tanta agua algunos terrenos comenzaron a socavarse y empezaron a quedar al descubierto estos presuntos tesoros históricos.

En este sentido, Jonathan Hernández, quien es el director general del Gabinete de Cultura del estado Zulia, fuente oficial que lleva el estudio arqueológico, indicó que será dentro de dos meses cuando los expertos puedan brindar un informe preliminar sobre estas piezas históricas. Dicho informe debe contener: data, años, además información sobre a cuál presunta tribu indígena pertenecieron.

Además de esto, reveló que estas personas, quienes se negaron a brindar algún tipo de información, les explicaron a los habitantes de Cantalotodo La Plata, que deben cuidar estas reliquias, pues ahora pertenecen a los tesoros del municipio y Venezuela.

Darwin Urrutia, habitante del sector: "hemos conseguido enterrado, pedazos de tinajas de barro en varias oportunidades, tengo sembrado plátano, naranja y guayaba, al lado está un hermano que ha conseguido puros pedazos, a menos de medio metro y al hundir la pala se consiguen".

Prohibición
El Instituto de Patrimonio Cultural (IPC) Caracas, emitió un oficio a la Alcaldía de Sucre prohibiéndole acercarse a esta zona, ya que si lo hace podría tener acciones legales en su contra, porque según ellos interrumpiría el trabajo arqueológico. El alcalde Jorge Barboza dijo que a él, como primera autoridad, ni a la Cámara Municipal, no pueden prohibirle que se interesen en el caso y en que se quieran preservar las reliquias encontradas que son patrimonio de los sucrenses, por ello exhortó a las autoridades del IPC a trabajar de la mano por este aporte arqueológico encontrado, que es patrimonio de todos los sucrenses.

Fonte: http://diariodelosandes.com/content/view/148311/105852/ (11/03/2011)

sábado, 19 de março de 2011

Descubren grecas antiguas en Perú

Una serie de grecas sorprendentemente bien preservadas fue descubierta por arqueólogos en Perú. Los artefactos poco comunes fueron descubiertos en el yacimiento de un templo de mil años de antigüedad en el norte del país. Los expertos consideran que estos podrían brindar información sobre una antigua civilización conocida por realizar sacrificios humanos.

El templo se sitúa en el complejo Chotuna, cerca de la actual ciudad de Lanbayeque, nombrada en honor de la cultura de la cual se cree realizó cientos de sacrificios humanos.

De hecho, es probable que esos sacrificios se hayan ejecutado en el mismo edificio en donde se encontró el grupo de grecas policromáticas. Estas estructuras eran usualmente hechas de barro por lo que se derrumban fácilmente y se pierden a través de los siglos. La inusual buena condición de las grecas hace que el descubriminto sea más sorprendente.

El director del complejo manifestó que el descubrimiento representa una oportunidad única para analizar una parte importante de una civilización antigua que los expertos todavía intentan comprende. Ahora que las grecas fueron desenterradas, los arqueólogos están luchando contra el tiempo para preservarlas con la construcción de un tejado para protegerlas del sol y la lluvia.


La cultura Lanbayeque, o Sican, floreció en la costa norte de Perú hace mil 200 años. Innumerables hallazgos arqueológicos en la zona han atraído a los saqueadores durante muchos años.

Ahora, este increíblemente decorado templo, que en algún momento fue el lugar en donde se realizaron sacrificios humanos, será abierto al público en dos semanas.(CNTV)

Fonte: http://spanish.peopledaily.com.cn/101336/101358/7319157.html (14/03/2011)