domingo, 26 de junho de 2011

Conheça novas tecnologias arqueológicas que deixam Indiana Jones no chinelo


Por Natasha Romanzoti

Vamos falar a verdade: Indiana Jones era um arqueólogo muito ruim. Ele destruía seus sites arqueológicos e era mais propenso a matar seus colegas do que escrever um trabalho com eles – sem falar naquele chicote (cientificamente inútil).

Independentemente disso, “Os Caçadores da Arca Perdida”, que celebra seu 30º aniversário nesse mês de junho, inspirou uma geração de cientistas. E os arqueólogos modernos, felizmente, aprenderam com os erros de Jones.

Hoje, a utilização de tecnologia avançada, tais como imagens de satélite, mapeamento a laser, robôs e scanners, é o que configura o mundo da arqueologia.

Essas inovações permitiram que os arqueólogos descobrissem pirâmides enterradas a partir do espaço, criassem mapas 3D de antigas ruínas maias, explorassem destroços de navios romanos e encontrassem doenças em múmias de 3.000 anos de idade.

A maior parte do novo kit de ferramentas arqueológicas vem de outras áreas como biologia, química, física ou engenharia, bem como dispositivos comerciais que incluem GPS, computadores portáteis e smartphones.

Os cientistas comparam o novo campo de exploração arqueológica com o da medicina. Eles precisam dessas ferramentas, assim como os médicos precisam fazer raios-X e tomografias antes de operar uma pessoa.

“Se cavamos um site para achar algo, acabamos o destruindo”, diz David Hurst Thomas, curador de antropologia do Museu Americano de História Natural, em Nova York. “A tecnologia nos permite descobrir muito mais sobre ele antes de desenterrá-lo”, completa.

Os arqueólogos têm aproveitado essas ferramentas para encontrar antigos locais de interesse mais facilmente do que nunca. Eles podem cavar com maior confiança e menos danos colaterais, aplicar técnicas de laboratório recentes para antigos artefatos humanos ou restos mortais, e identificar melhor quando as pessoas ou objetos existiram no tempo.

Uma das revoluções é com os satélites. A egiptóloga Sarah Parcak usou imagens de satélite para observar 10 metros abaixo do deserto egípcio e descobriu 17 pirâmides desconhecidas e mais de 1.000 túmulos. As imagens também revelaram ruas e casas enterradas da antiga cidade egípcia de Tanis (site arqueológico bem conhecido que foi destaque em “Os Caçadores da Arca Perdida”).

Mesmo imagens de satélite comuns, usadas pelo Google Earth, ajudam. Muitos dos sites antigos egípcios foram enterrados em arquitetura de tijolos de barro que se desfazem ao longo do tempo e se misturam com a areia. Quando chove, o solo com tijolos de barro mantém a umidade por mais tempo e aparece em fotos de satélite descolorido.

Ferramentas como o radar de penetração no solo também podem ajudar os arqueólogos a evitar destruição de dados preciosos enquanto escavam sítios arqueológicos.

Magnetômetros podem distinguir entre metais, pedras e outros materiais enterrados baseado em diferenças no campo magnético da Terra, e levantamentos de resistividade do solo detectam objetos com base em mudanças na velocidade da corrente elétrica.

Uma vez que os objetos ou os ossos vêm à tona, os arqueólogos podem levá-los a laboratórios forenses que impressionam qualquer agente CSI. Tomografias computadorizadas (TC) comumente usadas na medicina revelam até artérias obstruídas de uma antiga princesa egípcia mumificada há 3.500 anos.

Olhar para as razões de diferentes elementos, chamados isótopos, em ossos de povos antigos também pode revelar o que eles comeram. Os detalhes da dieta podem incluir se a pessoa preferia alimentos como milho ou batata, ou se curtiam carne.

Assinaturas químicas similares podem dizer onde os humanos cresceram. Arqueólogos identificaram a origem de dezenas de soldados encontrados em uma vala comum de 375 anos na Alemanha; eles foram capazes de descobrir que alguns vieram da Finlândia, outros da Escócia.

Os arqueólogos têm muitas outras novas ferramentas na caixinha. A técnica de mapeamento a laser usada em ruínas maias, chamada LIDAR (em inglês, Light Detection And Ranging), tornou-se uma norma para a arqueologia: os robôs começaram a explorar pirâmides e cavernas, bem como naufrágios.

A tecnologia é brilhante, mas os arqueólogos garantem (e adoram) que ela não vai eliminar a necessidade de escavar muito em breve. “É uma constante em arqueologia; você tem que escavar e explorar”, afirma Sarah Parcak.[LiveScience]

Fonte: http://hypescience.com/conheca-novas-tecnologias-arqueologicas-que-deixam-indiana-jones-no-chinelo/ (20/06/2011)

MPF/AC notifica IPHAN sobre tombamento de geoglifos

Servidores que estiverem atrasando processo de tombamento podem ser processados.
O Ministério Público Federal no Acre (MPF/AC) notificou o Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para determinar as razões do atraso no processo de reconhecimento dos sítios arqueológicos conhecidos como geoglifos.

Segundo o procurador da República responsável pelo caso, Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, o Iphan foi recomendado, no ano de 2007, a proceder a incorporação destes sítios ao Patrimônio Cultural Brasileiro, com a finalidade de protegê-los da destruição que poderia ser causada por atividades de exploração, plantios, construção de estradas, entre outras atividades.

Como até hoje, e por vários motivos alegados, o tombamento não foi realizado, o MPF/AC deu prazo de seis meses para o encerramento do processo, e também questionou ao Superintendente do Iphan no Acre, Deyvesson Israel Alves Gusmão, para que informe as pessoas responsáveis pelo retardo no processo de tombamento dos geoglifos no Estado do Acre e pela ausência de medidas de preservação e fiscalização desses sítios arqueológicos, podendos estes responsáveis serem alvo de ação de improbidade administrativa, caso sejam encontrados motivos para tal.

A improbidade, no caso, ocorreria pelo fato de o Iphan ter comunicado o acatamento às recomendações e ter comunicado ao MPF/AC a abertura de processo administrativo para isso. Com a demora no término do processo, o MPF/AC chegou a receber notícias de que já houve caso de geoglifos danificados.

Os geoglifos são estruturas arqueológicas com desenhos geométricos de vários formatos (linhas, quadrados, círculos, animais e até formas humanas), existentes em diversas partes do mundo. Segundo os estudiosos, os “desenhos” no solo são obra de povos antigos e desconhecidos. Alguns deles têm idade presumida de até 10 mil anos, chegam a medir centenas de metros de diâmetro. No estado do Acre, começaram a ser descobertos em pesquisas arqueológicas no final dos anos 1970.

A intenção do reconhecimento destas estruturas é para que, no futuro, elas possam ser declaradas patrimônio da humanidade pela Unesco.

Fonte: http://www.oriobranco.net/acre/15338-mpfac-notifica-iphan-sobre-tombamento-de-geoglifos-.html (21/06/2011)

Sangre de los vencidos para los dioses

Por Javier Munera

En los rituales mochicas, guerreros y chamanes preparaban una macabra puesta en escena en la plaza ceremonial de las huacas, templos en los que se iban superponiendo diferentes niveles, hasta lograr su característica forma piramidal.

Sin embargo, hasta el siglo XX no comenzaron a realizarse excavaciones arqueológicas para darlas a conocer. Gracias a estas investigaciones cerca de Huanchaco se ha podido documentar la violencia que empleaban las tribus en esta parte de Perú.
Los moches más aguerridos eran adiestrados para la lucha desde pequeños, y de su éxito dependía un posicionamiento social favorable para él y su familia.

Los restos encontrados en la Huaca de la Luna, a los pies de Cerro Blanco, comenzaron en 1991. Estos trabajos han dado a conocer el culto que se ofrecía a Ai-Apaec, dios de la Montaña.

Una de las maravillas de este patrimonio cultural son unos relieves decorados con su imagen. Hasta ahora se han descubierto 28 máscaras que conservan su color casi intacto, protegido bajo la arena durante siglos. Los muros de adobe se tallaban directamente, pero estas piezas se adherían posteriormente con arcilla.

En los rituales, los chamanes ofrecían a los hombres brebajes con sustancias que provocaban efectos alucinógenos. Un espectáculo extremadamente violento presentaba a los luchadores caracterizados como animales.

Cascos en forma de cabezas de lagarto, venado o zorro se completaban con ornamentos y una letal porra en la mano. Un desenfrenado estado de excitación y un duelo a golpes que concluía con la sangre de los vencidos recogida en cuencos como ofrenda para Ai-Apaec.

Mismo destino tenía la vitalidad que extraían del cuerpo de los prisioneros durante las guerras con pueblos vecinos. No había porrazos una vez llevados a la plaza, directamente eran degollados.

Del éxtasis de los combatientes encontramos evidencias en relieves, con un hieratismo parecido al de los egipcios, en la Huaca El Brujo. Se eleva a orillas del Pacífico junto a campos esmeralda de caña de azúcar. Aunque lo más sorprendente de este templo es el poder que llegó a concentrar una mujer.

La Dama de Cao asumió el reino de Chicama en el siglo IV d. C. Cuando fue extraída de la tierra, tenía brazos y manos que mostraban tatuajes con serpientes y arañas. Medía 1,45 m y sus caderas estaban abiertas, por lo que se cree que murió dando a luz.

Fonte: http://www.elmundo.es/blogs/elmundo/ruta-quetzal/2011/06/22/sangre-de-los-vencidos-para-los-dioses.html (22/06/2011)

El tráfico de piezas arqueológicas colombianas, un gran negocio internacional

El tráfico ilícito de piezas arqueológicas colombianas es ya un lucrativo negocio internacional, cuyos principales mercados son Estados Unidos, Francia y España.

Piezas precolombinas exhibidas en julio de 2008 en el Museo Nacional de Bogotá tras ser repatriadas por oficiales del Servicio de Inmigración y Control de Aduanas de los Estados Unidos. Las piezas fueron robadas en Colombia e introducidas ilegalmente en la nación norteamericana. EFE

Por Esther Rebollo

Las piezas más valoradas datan de entre los años 1 y 900 después de Cristo, cuando se consolidaron una variedad de sociedades lideradas por caciques que dejaron un legado único de cerámicas, metales preciosos, momias y tejidos de gran valor.

Son culturas como la Tayrona, Sinú, Guari, Huisca, Tolima, San Agustín, Tierraadentro, Tumaco, Nariño o Quimbaya, explicó en una entrevista con Efe el coordinador de Arqueología del Instituto de Colombia de Antropología e Historia (ICAH), Víctor González.

Por eso, "el país está lleno de yacimientos" y su control es difícil, afirmó.
Aunque no hay datos que evalúen ese mercado por su naturaleza ilegal, éste crece con nuevas rutas y métodos de transporte; además es el que más dinero mueve en el mundo después de las armas y las drogas, según dijo recientemente en Bogotá el presidente del Consejo Internacional de Museos, Julienne Anfruns.

González coincidió en que es imposible cifrar este mercado negro, pero, como orientación, recordó que "hace cuatro años se vendió en Francia una pieza Tayrona de trece gramos de oro por 400.000 euros".
Y "se han incautado entre 12.000 y 13.000 piezas en los últimos ocho años en Colombia y tal vez la mitad de esa cifra en otras partes del mundo", añadió el investigador.

El último operativo importante fue el pasado marzo, cuando la Policía halló en una galería de Bogotá 1.500 piezas que iban a ser destinadas al mercado internacional.
Esto supone una pérdida científica incalculable ya que al ser sustraídas de yacimientos desconocidos se hace más difícil su análisis.

"La mayoría van a Estados Unidos, Francia y España. A EEUU, alrededor del 40 por ciento", aclaró González, al explicar que "el Estado hace lo que puede y es relativamente poco".

Para el arqueólogo, es problema es complejo porque viene del "interés de los coleccionistas por obtener nuevas piezas, tanto particulares como museos".

El negocio ilícito parte del mismo yacimiento, donde los campesinos extraen las piezas y después venden a intermediarios que las llevan a las ciudades, donde se hacen las transacciones con los interesados en distintas partes del mundo.

Así "se organizan subastas en Christie's o Sotheby's", prosiguió, al aclarar que dependiendo de si las leyes del país exigen o no "documentación que acredite que la pieza es legal" se realiza la misma. Y si no es legal, las subastas son por internet.

Pero González alertó de otro impacto, el que ocasiona este tráfico ilegal a la investigación.

"Si en Europa o EEUU piden esos objetos, ese dinero viene a financiar la destrucción de los yacimientos, eso destruye la historia, el conocimiento", subrayó. Adicionalmente Colombia podría enfrentarse a un agravamiento del problema en la medida en que se vayan pacificando zonas hoy afectadas por el conflicto armado, ya que los yacimientos serán más vulnerables.

"Mi impresión es que el conflicto ha protegido esos yacimientos. La inseguridad y la presencia de actores armados ilegales hacen que los guaqueros (saqueadores) se vayan de esas zonas", apuntó.

Según González, "donde hay actividad intensa de la guerrilla, del paramilitarismo o del Ejército no se nota la guaquería", y aclaró que "no hay información que les permita pensar que las guerrillas o los 'paras' estén interesados en ese negocio".

"En las zonas rojas todas las actividades normales se suspenden, como la agricultura. El conflicto no es que haya sido bueno, es que suspende todo, y eso debe estar muy claro para quienes están a cargo de esa protección porque en el momento en que vuelve la actividad normal, van a llegar los guaqueros", aseveró.

Para el arqueólogo, la solución está en las campañas de concienciación del Gobierno y el ICAH, que empiezan por las propias autoridades.

Y es que, a su juicio, "hay mucha permisibilidad, que viene desde la época de la Conquista, cuando pasan a ser de piezas sagradas a piezas comercializadas".
Hoy día, Colombia se configura como un centro de saqueo que podría encontrar en el mercado de réplicas, cada vez más extendido, una forma de salvar el patrimonio, concluyó el investigador.

Fonte: http://www.que.es/cultura/201106250912-trafico-piezas-arqueologicas-colombianas-gran-efe.html (25/06/2011)

Tres arqueólogos narran la historia detrás del mito de Machu Picchu

Son los responsables de las investigaciones que se realizan en la ciudad sagrada inca. Dicen que falta mucho por investigar: se ha excavado no más del 20% del complejo.

Cazadores de historias. Los arqueólogos Piedad Champi y Benjamín Castro (centro), junto al geólogo Gilber Carpio, forman parte del equipo encargado de desentrañar la historia de la ciudad sagrada de Machu Picchu. (Fotos: Leslie Searles/ Enrique Cúneo)

NELLY LUNA AMANCIO
Enviada especial

Y yo me moriré porque no me basto.
Pero tú vives, Machu Picchu

MARTÍN ADÁN

CUSCO. Todas las mañanas las aves trinan en Machu Picchu. Benjamín Castro, el joven arqueólogo de la ciudad sagrada, las puede identificar por sus sonidos. A esas horas, un manto de nubes baja desde las montañas e impone un paisaje sobrenatural, conmovedor. “Yo me puedo imaginar al Inca Pachacútec caminando con su corte en el Templo del Sol”.

Como la mayoría de cusqueños, Benjamín llegó por primera vez a este lugar con una visita escolar. Tenía 14 años. “En Cusco vemos muchas construcciones de piedra, pero esto nos impresionó”. Tal vez en ese momento, sin saberlo, decidió convertirse en arqueólogo. Benjamín habla despacio, sonríe poco, camina rápido. Conoce cada espacio de Machu Picchu: incluso sus imperfecciones.

Nos lleva hacia un lugar prohibido para turistas y muestra una construcción, cerca del Templo del Sol. “Aquí los incas comenzaron a construir una habitación, levantaron una pared, pero no la terminaron, la ocultaron y construyeron otra sobre ella. Todo indica que hasta ellos se equivocaban”. Eso cree, y asegura que falta investigar mucho más. “Hay cosas que recién estamos conociendo”.

El año pasado los arqueólogos de Machu Picchu excavaron en la zona que Hiram Bingham llamó el cementerio. No encontraron restos óseos sino ofrendas. Se trataba en realidad de una plaza ceremonial. Hasta allí llegaban pobladores de diferentes partes del Tahuantinsuyo y ofrecían una pequeña piedra tallada como ofrenda. “Así se supo que la enorme roca que se encontraba en el lugar no era una piedra de sacrificio, sino una huaca”, explica Benjamín, aunque, unos metros más allá, los guías sigan contando la alucinante historia de los sacrificios humanos que sobre esta roca se habrían realizado.

Recorrer los caminos de Machu Picchu con un arqueólogo residente permite explorar los secretos más íntimos e inaccesibles de la ciudad sagrada de los incas. Una es la historia para el turista, otra la que los arqueólogos como Benjamín cuentan, despercudidos del mito y las exageraciones de la industria turística. El arqueólogo se ríe también cuando los guías colocan una brújula sobre una piedra, cerca del Templo de las Tres Ventanas, y dicen que ese lugar marca con exactitud los puntos cardinales. “Se pasan, eso ni siquiera se ha investigado”.

LA PIEDRA DE PIEDAD
Piedad Champi, la arqueóloga cusqueña residente en Machu Picchu desde el 2007 también ríe. “Algunos guías dan por sentado cosas que apenas se están investigando”. Se refiere a la roca sagrada, esa enorme y bella piedra que mira hacia la cordillera de Vilcabamba, y que los guías llaman maqueta porque su perfil coincide con los picos de montaña.

– ¿Cuánto falta por investigar en Machu Picchu?

– ¡Uy!, bastante.

Pese a los enormes recursos que se recaudan por los ingresos a Machu Picchu y al resto de complejos arqueológicos del Cusco, la inversión en investigación es todavía ínfima. Solo se ha excavado en el 20% de la ciudadela.

En el 2010, de los 40 proyectos financiados por la Dirección Regional de Cultura en toda la región Cusco, solo 20 correspondían a investigaciones arqueológicas. Dos de ellas, en Machu Picchu. Una cifra inadmisible si se tiene en cuenta que en toda la región hay 5.000 zonas arqueológicas. A esto se suma la pesada burocracia estatal. Los últimos días de mayo no había un solo proyecto de investigación arqueológica en marcha: el Ministerio de Cultura aún no aprobaba los financiamientos.

Pero eso no entristece a Piedad Champi. “Es imposible estar triste aquí. Machu Picchu te carga de buena energía, yo sí lo creo, cuando estoy acá no me siento cansada”. Machu Picchu fue construida sobre el batolito de Vilcabamba, una gigantesca roca que une la cadena montañosa que rodea la ciudadela. Las piedras graníticas –como cada uno de los miles de bloques que se usaron para construir esta ciudad– están compuestas hasta en una tercera parte de cuarzo. “El cuarzo es un catalizador de energía”, dice Piedad Champi.

CAMINANTE DE HISTORIAS
Hace 16 años que Fernando Astete recorre los caminos de Machu Picchu con la misma fascinación del estudiante de arqueología que la visita por primera vez. Si hay alguien que puede andar en la ciudad inca con los ojos vendados, es él. “Creo que hasta podría dibujarla de memoria”, precisa el jefe del parque arqueológico, el jefe de Piedad y Benjamín.

Astete está convencido de que Machu Picchu era un centro administrativo, político y religioso, con plazas, canchas, centros ceremoniales, huacas, depósitos, zonas agrícolas y viviendas. Ocho caminos incas atravesaban esta ciudad cuya construcción la inició Pachacútec y continuó su hijo Túpac Yupanqui. “Si la catedral del Cusco se hizo en 100 años, y ya estaban las piedras, mucho más se habrán tardado en levantar Machu Picchu”.

¿Qué queda de lo dicho por Hiram Bingham? “Solo los nombres de los lugares, porque sus hipótesis han cambiado radicalmente. Él decía, por ejemplo, que los hermanos Ayar habían salido por el Templo de las Tres Ventanas”. Fernando Astete sonríe. Y es que de Machu Picchu se ha dicho y escrito mucho. Él, Benjamín y Piedad lo saben.

Hace ya unos años se dijo, por ejemplo, que la ciudad se estaba hundiendo. Vinieron entonces italianos, canadienses, chinos, checos, eslovenos. Cada uno trajo su tecnología y sus profesionales. Al final, descartaron esa posibilidad. El batolito de Vilcabamba estaba firme e incólume. La perpetuidad yace en estas piedras.

Fonte: http://elcomercio.pe/peru/822264/noticia-tres-arqueologos-narran-historia-detras-mito-machu-picchu (26/06/2011)

Câmera minúscula revela pintura e jóias em tumba dos maias

Uma minúscula câmera operada por controle remoto e colocada dentro do túmulo de um líder da civilização maia, selado há mais de 1.500 anos, revelou que ali estão guardados afrescos, cerâmicas e uma mortalha funerária feita com jade e madrepérolas.

A tumba foi descoberta em 1999 dentro de uma pirâmide entre as ruínas da cidade maia de Palenque, nas montanhas do Estado de Chiapas, no sul do México.

Mas os arqueólogos ainda não puderam ter acesso à galeria na qual estariam os restos de um líder maia que se acredita tenha vivido entre 431 a.C e 550 a.C., segundo comunicado divulgado na quinta-feira pelo Instituto Nacional de História e Antropologia.

Ao colocarem a minúscula câmera a uma profundidade de 5 metros, através de um pequeno buraco no topo da pirâmide, os pesquisadores puderam ver pela primeira vez o túmulo intacto.

"As características da sepultura mostram que os ossos poderiam ser de um governante sagrado de Palenque, provavelmente um dos fundadores de uma dinastia", disse a arqueóloga Martha Cuevas.

As paredes da tumba estão pintadas em um vermelho forte, com desenhos de figuras maias.

A civilização maia floresceu entre 900 a.C e 250 a.C e Palenque é um dos mais importantes sítios arqueológicos maias.

(Reportagem de Rachel Uranga)

Fonte: http://diversao.terra.com.br/noticias/0,,OI5203810-EI25,00-Camera+minuscula+revela+pintura+e+joias+em+tumba+dos+maias.html (24/06/2011)

Huaca do Condor foi feita pelas mãos do homem

Pesquisadores voltam ao Distrito de Filadélfia para estudar pedras na Huaca do Condor. A presença humana nesse fenômeno vem se evidenciando /JOAQUIM CUNHA

MONTEZUMA CRUZ
Editor de AMAZÔNIAS

ALTA FLORESTA DO OESTE, Zona da Mata de Rondônia – A cada visita de estudiosos ao local surgem mais evidências de que foram as mãos do homem que edificaram muros e muretas no entorno das huacas e das pirâmides na Zona da Mata de Rondônia. No dia 18 de junho, por exemplo, uma equipe de pesquisadores visitou o muro de arrimo da Fazenda Central Modas, na Linha 100 do Distrito de Filadélfia, em Alta Floresta do Oeste, a 415 quilômetros de Porto Velho

Em análise preliminar, o geólogo Ivan Bispo, do Serviço Geológico do Brasil, diz acreditar que as pedras de arenito do muro de arrimo foram ali colocadas por mãos humanas. “Devido a sua formação de arenito e a distância do local aonde poderiam ter roladas naturalmente seria impossível ter acontecido, pois se esfacelariam”, explicou.

Essa situação também foi confirmada pelo geólogo Amilcar Adamy, que, recomenda mais estudos de campo, entre os quais o uso de trado para ver a natureza do subsolo e escavações.

Em 10 de abril deste ano, a Expedição Rondônia Inca saiu de Rolim de Moura para o Distrito de Filadélfia, a fim de observar geoglifos na região. São aqueles localizados via satélite, por imagens aéreas e visitados por pesquisadores. Na ocasião, os participantes se surpreenderam no sopé do morro denominado Huaka do Condor, onde um deles encontrou uma fileira de pedras semi–enterradas, em perfeito alinhamento formando um muro de arrimo, estas pedras todas cortadas em formato retangular. Pedras menores separam umas das outras.

Cobertas pela vegetação seca, pedras possivelmente colocadas por mãos humanas nessa região mostram que a Zona da Mata teve outras civilizações.

Agora, o autor do pedido da criação de mais um sítio arqueológico na região, o pesquisador Joaquim Cunha da Silva aguarda a visita de outra equipe. Dessa vez serão arqueólogos que poderão estudar as pedras, os muros e confirmar a possibilidade do início de pesquisas para a descoberta da época da construção e quem seria o seu autor.

“O que observamos pode ser a ponta de uma grande descoberta arqueológica e que poderá transformar Alta Floresta e a Zona da Mata em um grande pólo ecoturístico e de estudos de uma história milenar”, comenta Silva.

O que são huacas
Com personalidade própria, huacas formam parte dos panteões locais das culturas incaicas e pré-incaicas peruanas, ao lado das divindades andinas "maiores", entre as quais Viracocha, Pacha Kamaq ou Pariacaca – explicam estudiosos do assunto.
“A estreita relação entre o homem andino e as huacas pode ser atestada pela grande quantidade delas espalhadas em todo o território peruano, as mesmas que, em alguns casos, ainda são na atualidade objeto de veneração.”

Na condição de centro religioso, as huacas são também famosas por ser o local em que se depositavam oferendas. Por essa razão foram vítimas de saques durante os primeiros anos da invasão espanhola no Peru (século XVI), tanto por sua fama de conter tesouros, como ser o centro da religiosidade local nas províncias que conformavam o Tawatin Suyu.

Fonte: http://www.gentedeopiniao.com.br/hotsite/conteudo.php?news=81669 (24/06/2011)

Pobladores solicitan al INAH que rescate ruinas mayas

AYUDA. El presidente de la Junta Municipal de Carrillo Puerto, Francisco Javier Marín Chan, pide a las autoridades que se hagan cargo del resguardo de las ruinas mayas.

Ejidatarios y campesinos de Felipe Carrillo Puerto decidieron conservar los vestigios arquitectónicos como una área protegida.

Por Francisco Ynurreta/ Corresponsal | El Universal

Entre la selva media baja, diezmada por el saqueo y estragos del tiempo, una ciudad maya espera ser rescatada. Consta de 82 promontorios de tipo piramidal y que fue descubierta por habitantes de El Cafetal hace siete décadas.

El presidente de la Junta Municipal de Carrillo Puerto, Francisco Javier Marín Chan, explicó que hace aproximadamente una década investigadores del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) estudiaron el lugar. “Estuvieron un tiempo estudiando, midiendo, pero se fueron y hasta la fecha no han vuelto”.

El Cafetal pertenece a la comunidad de Felipe Carrillo Puerto, ubicada a 42 kilómetros de Champotón, cabecera del mismo municipio, en Yucatán.

Marín Chan advierte que los vecinos se empeñan en cuidar el área, pero han sido burlados por saqueadores.

“La misma gente de Carrillo Puerto decidió que el lugar se conserve como un ‘área protegida’; hay ranchos, cercas, parcelas, pero nada más. Somos los propios ejidatarios y campesinos los que cuidamos. A cualquiera que veamos sospechoso lo interrogamos y lo invitamos a que salga de la zona”, comenta el funcionario.

Y reitera: “Nos interesa mucho cuidarla, estamos seguros de que es muy importante, por ello estamos en busca de autoridades competentes que miren este sitio arqueológico”.

Felipe Carrillo Puerto es una población de alrededor de 3 mil habitantes, muchos de ellos de origen maya.

La zona de vestigios se encuentra a nueve kilómetros de Carrillo Puerto, en un camino lodoso.

En El Cafetal no se permite ninguna actividad que afecte la zona, es un espacio que la misma gente de Felipe Carrillo Puerto decidió se conserve como área protegida, informó el presidente de la Junta Municipal.

Leyendas e historia
“Lo conocemos como El Cafetal porque abundan las plantas de café en el lugar”, hablan dos de los fundadores del poblado, Rosa María Blanco Narváez, de 83 años de edad, y Francisco Tuz, de 90 años.

Rosa María evoca que desde niña, cuando iba con sus padres a las labores del campo a las milpas aledañas al Cafetal, tuvieron conocimiento de los más de 80 montículos conocidos como “cuyos” que evidentemente eran rastros de la cultura maya.

“Desde ese momento, hace ya más de 70 años, mis padres reportaron el hallazgo a todas las autoridades, desde las municipales, estatales hasta las federales, que en ese entonces eran responsables de rescatar estos sitios arqueológicos”, comenta la anciana de gratos recuerdos.

Y añade, “hasta la presente fecha ninguna de esas autoridades ha hecho algo por este sitio, que con el paso del tiempo se ha deteriorado más. Al daño han contribuido personas que tratan de sacar provecho del abandono; los saqueadores”. En este contexto, relata lo que suena a leyenda mezclada con sucesos reales que validan otros habitantes de la comunidad: “Con mi difunto esposo, Benito Caamal Ordóñez, que también se dedicaba a las labores del campo, íbamos a trabajar la tierra que dejaron nuestros padres, allá en El Cafetal, en donde muchas veces nos quedábamos hasta de noche envueltos en la tarea. En muchas ocasiones escuchamos murmullos, lamentos y hasta gritos que parecían venir de los ‘cuyos’”.

“Pero no les dábamos mucha importancia, pues en esta región son muy firmes las creencias de que alrededor de las milpas y de los ‘cuyos’ existen aluxes a los que debemos respeto para que nuestras cosechas sean buenas, además de que también pensamos que entre esas piedras, ruinas, de esos antiguos pueblos mayas, quedaron grabadas sus formas de vida y hasta los sacrificios humanos que se dice eran parte de sus costumbres”.

Francisco Tuz, el nonagenario hombre de campo que por su recia actividad conserva la fortaleza física de sus claras raíces mayas, comenta que es una verdadera lástima que las autoridades no hagan nada por ese recinto arqueológico maya.

“Si tomaran cartas en el asunto mucha gente que ya no ve producir sus milpas podría trabajar en la restauración del lugar, teniendo la posibilidad de ganarse un sustento para sus familias, además llegarían turistas que traerían economía para esta comunidad”.

Rosa María y Francisco relatan una anécdota en torno al recinto arqueológico de El Cafetal y aunque no precisan fechas coinciden en que ocurrió entre 15 y 20 años atrás.

“En ese entonces, dicen, llegaron moradores del poblado Felipe Carrillo Puerto hasta uno de los principales ‘cuyos’, del cual sacaron muñecos, trastes y otras cosas de cerámica o quizá de jade que se llevaron sin que nadie los detuviera, pero no pasó mucho tiempo hasta que ellos mismos regresaron a devolverlos de donde los tomaron”.
“Comentaron a varias personas del poblado, entre ellos a nosotros, que tuvieron que hacerlo porque no podían dormir, que por las noches eran acosados por seres que no identificaban; y hasta la fecha cada año en el mes de marzo vienen al pie de la ruina que saquearon a colocar ofrendas, pues de no hacerlo regresan sus pesadillas”.

Fonte: http://www.eluniversal.com.mx/estados/80920.html (25/06/2011)

Es el turismo arqueológico motor de desarrollo de la sociedad

Por: Notimex, Sábado

El INAH trabaja para lograr abrir de 10 a 12 sitios arqueológicos en esta administración.

México - El turismo arqueológico alienta el conocimiento histórico de sociedades prehispánicas y es el motor del desarrollo social y económico de las comunidades aledañas a zonas arqueológicas, afirmó el director del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), Alfonso de Maria y Campos.

Durante la Primera Jornada de Turismo Arqueológico, en el Museo Nacional de Antropología, en la que especialistas intercambian experiencias de trabajo conjunto para promover el patrimonio arqueológico como recurso turístico y de desarrollo social, de Maria y Campos aseguró que el INAH trabaja para lograr abrir de 10 a 12 sitios arqueológicos en esta administración.

Recordó que actualmente ya se pueden visitar seis de estos sitios: Tehualcalco, en Guerrero; Bocana del Río Copalita, en Oaxaca; Peralta y Cañada de la Virgen, Guanajuato; Tancama, en Querétaro, y Chiapa de Corzo, en Chiapas.

Respecto a los zonas arqueológicas restantes, dijo que próximamente Lagartero, en Chiapas; Santo nombre, en Puebla; Soledad de Maciel, en Guerrero, y Cerro de trincheras, en Sonora, abrirán sus puertas al público, así como el Museo arqueológico en Cancún, Quintana Roo.

De Maria y Campos recordó que el patrimonio cultural ha sido uno de los atractivos más importantes para el turismo, ejemplo de ellos es la afluencia de 18 millones de visitantes que recorrieron las zonas arqueológicas, museos y monumentos históricos resguardados por el INAH en 2010.

Precisó que poco más de tres millones de esos turistas son internacionales, mientras que los nacionales representan más de 14 millones.

Referente a los sitios con mayor afluencia, señaló que el área maya y el Valle de México son los principales puntos de visitas, sobre todo los sitios arqueológicos de Chichén Itzá, Tulum, Cobá, Uxmal o Palenque; así como los museos nacionales de Antropología, Historia "Castillo de Chapultepec", del Virreinato, de las Intervenciones y de las Culturas en la Ciudad de México.

"La vocación del INAH es la investigación, conservación y difusión, y basándose en este último punto, el turismo debe promover los grandes espacios públicos culturales, y organizar de manera responsable los servicios que se ofrecerán a la gente", expresó el funcionario.

Finalizó su participación al reiterar las necesidades que existen para la apertura de zonas arqueológicas: "se requiere la regularización y legalidad de la propiedad de las tierras donde se encuentren los sitios.

“Que cada zona tenga detrás un proyecto de investigación que genere conocimiento; y que la apertura de sitios sea un motivo de desarrollo social y económico de las comunidades aledañas", abundó.

Por su parte, subsecretario de Operación Turística de la Secretaría de Turismo, Fernando Olivera Rocha, expresó que esta actividad del sector “ha permitido la difusión de la riqueza cultural e histórica del país, así como el desarrollo social y económico de diversas comunidades cercanas a los sitios".

Finalmente, Olivera Rocha se congratuló por la próxima a apertura de zonas arqueológicas en diversos puntos del país, pues "ello representa nuevas oportunidades para dar a conocer a México ante el mundo, a través del arqueoturismo, que es uno de los elementos más importantes de la identidad".


Fonte: http://www.elporvenir.com.mx/notas.asp?nota_id=504853 (25/06/2011)

El “arqueotráfico”, una amenaza al patrimonio cultural peruano

El arqueólogo Walter Alva explica por qué el saqueo continúa siendo un problema muy grave en su país.

Abida Ventura Envidada | El
Universalabida.ventura@eluniversal.com.mx

REFORMAR. Alva sostiene que se penaliza el saqueo, pero no la posesión de objetos arqueológicos, al permitirse que haya coleccionistas (Foto: ABIDA VENTURA EL UNIVERSAL)

CHICLAYO, PERÚ.- El tráfico de obras de arte arqueológicas tiene un gran impacto en el mercado negro, y se ubica tan sólo después del narcotráfico y el tráfico de armas, considera el arqueólogo peruano Walter Alva, descubridor de la tumba del Señor de Sipán, uno de los logros arqueológicos más importantes del siglo XX por ser la primera tumba intacta de un gobernante del antiguo Perú.

Entrevistado en el marco de una visita al Museo de las Tumbas Reales del Señor de Sipán, el también director del recinto afirmó que el “arqueotráfico” es una realidad que muchos países pretender ignorar, pero que representa un problema para los países con gran riqueza patrimonial como México y Perú.

Walter Alva, quien encabezó el proyecto de intervención en el sitio arqueológico de Sipán para evitar el saqueo de ese yacimiento ubicado al norte de Perú, explica que se trata de un problema difícil de erradicar porque se encuentra a diversos niveles: desde los campesinos que por necesidad y desconocimiento venden una pieza de arte prehispánico, hasta los grandes coleccionistas, quienes, según Alva, deben ser los únicos culpable: “el primer eslabón son los campesinos, quienes por no conocer el significado de los objetos saquean las tumbas, pero los verdaderos culpables son los traficantes porque ofrecen a la gente pobre comprarles las piezas a elevados precios”.

Luchar contra este fenómeno, dice, implica un trabajo de difusión y concientización en las comunidades. Sin embargo, explica que en Perú hasta ahora lo que se ha logrado es una labor permanente de vigilancia: “El saqueo ha disminuido, hemos tenido programas de grupos de protección arqueológica, hacemos charlas en los pueblos donde sabemos que hay costumbres de saqueo o huaqueros actuando. Además, la policía hace su trabajo detectando lo que hay en el mercado, mientras que la otra lucha es en el exterior, identificando las piezas para luego hacer reclamos legales de repatriación”, dijo.

Según el arqueólogo, desde el hallazgo de la tumba del Señor de Sipán se ha desarrollado un trabajo de coordinación con las autoridades norteamericanas para luchar contra el tráfico de obras de artes prehispánicas y promulgar leyes para proteger el patrimonio. Recordó que el primer paso se dio en 1988, cuando en Los Ángeles, Estados Unidos, la aduana norteamericana recuperó varias piezas arqueológicas, caso que concluyó en 1990 con la promulgación de una ley federal de emergencia para proteger los objetos de Sipán, llamada “Ley Sipán”, prorrogada hasta 1997, en que gracias al esfuerzo conjunto de ambos países se suscribió un memorándum de entendimiento.

Saqueo interminable
El convenio suscrito es que las piezas saqueadas del sitio arqueológico de Sipán no deben entrar a Estados Unidos. Alva señala, sin embargo, que a pesar de los acuerdos, el tráfico de arte prehispánico hacia esa nación se sigue dando. “Ahora se tienden puentes: llevan las piezas a Europa y después logran ingresarlas a Estados Unidos”, dice.

Tal como el caso que se dio en 1995, cuando la Aduana Norteamericana incautó un cargamento de 208 piezas enviadas del Perú a Europa entre las cuales se encontraban 4 ornamentos metálicos de Sipán: una cabeza felínica de cobre dorado, un sonajero ritual de oro con la representación del “Aí-Apaec”, una cabeza de zorro en cobre dorado y un pectoral formado por 150 cuentas esféricas y 10 conos, las cuales son piezas muy valiosas.

Destacó que entre las objetos más importantes que el museo ha recuperado hasta ahora, es un protector coxal de oro que pretendía ser vendido por un millón 600 mil dólares en la Unión Americana y que el FBI recuperó. Esta pieza de oro que constituyó uno de los más representativos emblemas jerárquicos de los señores Mochicas fue entregado por el gobierno norteamericano a Perú en 1998 y ahora se exhibe en una de las vitrinas del Museo de Tumbas Reales del Señor de Sipán.

“El nivel en que está infiltrado está mafia es de lo más alto”, afirma Alva al relatar que esa pieza de oro fue sacada del Perú por un ex coronel de la policía peruana, luego la habían comprado dos empresarios peruanos, uno de ellos gerente de un banco na cional, quienes querían venderla en Estados Unidos. Después la pieza ingresó en valija diplomática desde Panamá a Estados Unidos.

“Ese es el nivel en que se mueve, estamos hablando de una magia blanca, de muy alto rango. No son traficantes cualquiera”, dice.

Cuestionado por la regulación contra el saqueo de arte prehispánico en Perú, el arqueólogo señala que existe una, pero con muchos vacíos y ambigüedades. Por ejemplo, dice, se penaliza el saqueo y el tráfico de arte, pero no se penaliza la posesión de objetos arqueológicos, se permite que haya coleccionistas. “Es como si tuviéramos una ley donde se permite el consumo de drogas pero se penaliza su fabricación”, sostiene. “Los verdaderos culpables son los coleccionistas y traficantes, no podemos hacer nada contra ellos porque hasta cierto punto están protegidos por la ley, basta con que ellos declaren y regularicen sus colecciones y ya es legal todo”, afirma.

Alva recuerda el caso “indignante” de un coleccionista italiano que vive en Lima y que registró varias piezas arqueológicas provenientes de Sipán con el fin de legalizar su colección y lo logró con éxito.

El caso de repatriación de bienes culturales más reciente en Perú, explicó Walter Alva, fueron los bienes culturales decomisados en España, Estados Unidos y Suecia, que formaron parte de la colección del costarricense Leonardo Patterson y que pretendían ser vendidos.

Se trata de 574 valiosos objetos de oro, cerámica y madera, así como textiles de las culturas Mochica, Wari, Vicus, Recuay, Nazca, Paracas, Chanchay, Moche y Cuisquinique. Es una colección impresionante, tiene objetos de diversas culturas y todo iba ser producto de una venta. El afán de muchos coleccionistas es prestar sus piezas para una muestra porque al momento de exhibirla y sacarla en catálogo ya está blanqueada, como dinero del narcotráfico”, afirma Alva.

Fonte: http://www.eluniversal.com.mx/cultura/65752.html (26/06/2011)

Procesan a un hombre por el intento de contrabando de una momia de Perú

La momia y las calaveras llegaron al país desde Bolivia envueltas en mantas y telas dentro de una paloma de cerámica. Fue detenido pero luego excarcelado el destinatario de la encomienda, un ex agente de seguridad.

Un ex agente de seguridad privada fue procesado por el intento de contrabando de una momia y tres calaveras peruanas que intentó hacer ingresar al país a fines de mayo a través de una encomienda detectada por la Aduana.

La medida fue dictada por el juez en lo Penal Económico Jorge Brugo contra Sebastián Suarez por el delito de tentativa de contrabando de mercancía prohibida para su importación y exportación, como son las piezas arqueológicas, y por violar la ley de bienes culturales, según informaron hoy a fuentes judiciales.

La momia y las calaveras, secuestradas el 27 de mayo por la Aduana en la sede del Correo Argentino del barrio de Retiro, llegaron al país desde Bolivia envueltas en mantas y telas dentro de una paloma de cerámica. La encomienda estaba dirigida a Suarez, quien ante el juez reconoció que compró por Internet la paloma, pero negó tener conocimiento sobre las piezas históricas.

La Justicia allanó el domicilio donde estaban dirigidas la momia y las calaveras y la casa de Suarez, en Recoleta, pero no se encontraron otras piezas arqueológicas y la investigación tampoco arrojó que el acusado tenga relación con museos o alguna vinculación con la venta de esta clase de objetos, explicaron las fuentes.

La Aduana valuó las piezas en 55 mil dólares y ahora el magistrado espera un informe del Instituto Nacional de Antropología y Pensamiento Latinoamericano (INAPL), donde están a resguardo la momia y la calavera, sobre su valor histórico. Cuando las piezas fueron halladas la Administración Federal de Ingresos Públicos (AFIP) consideró que podían pertenecer a la antigua cultura preincaica Paracas, entre el siglo VIII A.C. y el III D.C.

Suarez estuvo detenido y luego fue excarcelado por el juez, que le dictó la prohibición de salir del país y dispuso que se presente dos veces por mes ante el tribunal.

Fonte: http://www.laprensa.com.ar/377082-Procesan-a-un-hombre-por-el-intento-de-contrabando-de-una-momia-de-Peru.note.aspx (24/06/2011)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Encuentran lápida con imagen tallada de guerrero en Chavín de Huántar

Sitio arqueológico Chavín de Huántar en la provincia de Huari en el departamento de Ancash. Foto: ANDINA/ Archivo/ Héctor Vinces

Lima(ANDINA). Una lápida con la imagen tallada de un guerrero, que mide entre 60 y 70 centímetros cuadrados, fue hallada en el sitio arqueológico Chavín de Huántar, ubicado en el departamento de Áncash, informó hoy Luis Lumbreras, quien lidera el equipo de arqueólogos que trabaja en la zona.

Hace algún tiempo se descubrió en el sitio arqueológico ancashino una plaza circular hundida y uno de los detalles que llamó la atención eran las lápidas que decoraban el muro perimétrico.

En ellas están representados por duplicado personajes de la mitología de la cultura Chavín. Lastimosamente, no se encontraron todas las lápidas en el lugar.

Sin embargo, el último fin de semana, el equipo de arqueólogos que trabaja en el lugar bajo las órdenes de Lumbreras y John Rick, encontraron una de las lápidas en cuestión.

Lumbreras informó que este resto se descubrió como parte de un entierro de la cultura Recuay, posterior por varios siglos a Chavín de Huántar.
El estudioso manifestó que el desentierro se concretó recientemente
, por lo que aún no se ha podido recavar mucha información. Sin embargo, adelantó que la imagen representada en la lápida corresponde a un guerrero cuyo par es una de las piezas halladas hace años.

Lumbreras explicó que entre los años 200 y 300 antes de Cristo, pobladores de la cultura Recuay –contemporánea a los Mochica y Nasca– desmontaron partes del templo Chavín para usarlas en sus propias tumbas. Según sus cálculos, deben faltar unas 12 a 14 piezas similares.

El templo de Chavín de Huántar, ubicado en la provincia de Huari, es considerado uno de los monumentos arquitectónicos más tempranos de Perú.

Fonte: http://www.andina.com.pe/Espanol/Noticia.aspx?id=V0gDQ53G0+w= (14/06/2011)

La fiesta Incaica de Inti Raymi no sólo será en Cusco

En el Perú, el Inti Raymi se celebra en la región de Cusco y Huánuco; en estos días, apareció la región de Pasco reclamando dicha celebración.

El Inti Raymi es una antigua ceremonia religiosa andina en honor al dios Sol, que se realizaba cada solsticio de invierno en los Andes. En la época de los incas fue la más celebrada.

Recientemente una propuesta fue presentada al Gobierno peruano, por Rodolfo Rojas Villanueva, activista ecológico de Patria Verde, para que se instaure la Fiesta del Inti Raymi en el Complejo Arqueológico de Huarautambo, a 7 Kms de Yanahuanca, Capital de la provincia Daniel Alcides Carrión, región Pasco. Rojas Villanueva manifestó que el objetivo es fomentar el turismo e iniciar investigaciones, pues hay pocos estudios de los restos arqueológicos legados por los incas en esta parte del Perú.

Agregó que la fiesta de Inti Raymi en la región de Pasco se convertirá en una de las más espectaculares y atractivas del Perú. Con ello se promoverá el turismo nacional e internacional. "En Huarautambo se encuentra un palacio del Inca con varias ventanas, piletas, acueductos, restos de edificaciones y otros. Además, posee una pampa donde habrían celebrado esta fiesta en época de los Incas", concluyó.

La Fiesta del Inti Raymi se celebra cada 24 de junio en el Cusco y el 27 de julio en Huánuco.

Fonte: http://www.eldiariodecarlospaz.com/ampliar_noticia.php?id_noti=1983 (21/06/2011)

Los Toltecas

PARTE 7
La civilización del Anáhuac ha sido calumniada y desprestigiada por los conquistadores, colonizadores y neocoloinzadores. La religión de los Viejos Abuelos en especial ha sufrido este atropello, toda vez que por la supuesta superioridad cultural y religiosa de los invasores, se ha querido justificar el holocausto que desencadenó la ignorancia, la avaricia y la intolerancia. Pero la religión anahuaca era mucho más avanzada, abstracta y original que la de los españoles del siglo XVI, que tenía quince siglos de modificaciones y que no era una religión ancestral y propia de los pueblos europeos. La religión del Anáhuac era monoteísta, plural, impedía la idolatría y era tolerante con otras formas religiosas.



PARTE 8


Fonte: www.toltecayotl.org

México e Israel participan en encuentro sobre arqueología

Arqueología, Patrimonio e Identidad: Retos ante el siglo XXI. México-Israel será una oportunidad de realizar aportaciones de una nación a otra sobre el patrimonio histórico-cultural.

DISTRITO FEDERAL, MÉXICO.- Arqueólogos de México e Israel analizarán las formas en que protegen, investigan, conservan y difunden su patrimonio arqueológico, y mostrarán los principales avances de sus naciones.

Ello será en el simposio "Arqueología, Patrimonio e Identidad: Retos ante el siglo XXI. México-Israel", que se realizará del 20 al 23 de junio en el Museo Nacional de Antropología.

El Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) informó que este foro busca consolidarse como un espacio de intercambio, en el que se analicen las investigaciones de ambas naciones, así como las similitudes y diferencias en material arqueológica.

La actividad será inaugurada por el director del INAH, Alfonso de Maria y Campos, y la embajadora de Israel en México, Rodica Radian Gordon.

"Arqueología, Patrimonio e Identidad: Retos ante el siglo XXI. México-Israel" contará con la participación de 20 arqueólogos mexicanos, de restauradores y dos especialistas de la Autoridad de Antiguedades de Israel (AAI), Yaara Shaltiel y Helena Sokolov.

Para dar inicio, el investigador de la AAI, Amir Gorzalczany, abordará los objetivos de esta institución que opera en los diferentes distritos de este país preservando vestigios prehistóricos, tanto del periodo romano como islámico.

Gorzalczany hablará de la excavación que dirigió en un cementerio del periodo Calcolítico en la zona de Palmahim, a 20 kilómetros de Tel Aviv, en la zona costera de Israel, y que ha permitido comprender más las prácticas funerarias durante ese lapso.

Asimismo, el arqueólogo explicará los dos tipos de prácticas mortuorias que existieron en ese periodo, la primera realizada en cuevas naturales o excavadas, acompañada de ofrendas; mientras que la segunda era similar a los entierros y tenían lugar en estructuras de piedra de forma circular u ovalada.

El especialista dará los detalles de aquellas excavaciones, realizadas entre 2004 y 2008, que permitieron el descubrimiento de construcciones, cisternas, mezquitas, mercados y restos de murallas de la ciudad de Ramla, capital de la temprana Palestina islámica.

Por su parte, la arqueóloga Yaara Shaltiel hará hincapié en la participación ciudadana, en 1996, para el rescate de un mosaico romano en la población de Lod, del cual surgió un estudió que reveló que esta superficie adornó probablemente una villa romana, a finales del siglo III o inicios del IV.

Helena Sokolov expondrá la diversidad de vestigios materiales que atiende la AAI, así como los trabajos que se efectúan para difundir la historia de lo que hoy es el territorio de Israel, tales como la exposición itinerante "Los rollos del Mar Muerto", que exhibe 17 documentos originales, fragmentos de los libros "Génesis", "Deuteronomio" y "Salmos", entre otros.

Los arqueólogos mexicanos compartirán con sus colegas israelíes las distintas investigaciones interdisciplinarias que ha impulsado el INAH en los últimos años, que van desde rescates arqueológicos en un contexto urbano, como la Ciudad de México, hasta la exploración en aguas del Atlántico.

Además, los especialistas darán a conocer los resultados de las excavaciones en el sitio arqueológico Chinkultik, en Chiapas, y del denominado "Tlalocan", ubicado debajo del Templo de la Serpiente Emplumada, en Teotihuacan, entre otros.

Fonte: http://www.informador.com.mx/cultura/2011/300534/6/mexico-e-israel-participan-en-encuentro-sobre-arqueologia.htm (17/06/2011)

Encuentran escalinata de zona arqueológica mexicana de Tlatelolco

El hallazgo podría aportar datos para conocer en qué momento fue construida la primera edificación de la ciudad prehispánica.

por DPA

Arqueólogos mexicanos descubrieron una escalinata que daba acceso a un adoratorio de la zona arqueológica de Tlatelolco en Ciudad de México, así como un piso estucado cuya antigüedad podría ser de entre los años 950 y 1200 d.C, informó hoy el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH).

Los hallazgos se hicieron en la etapa arquitectónica más antigua del sitio, tras la búsqueda de elementos arqueológicos de la primera etapa de construcción de Tlatelolco, una urbe comercial contemporánea a Tenochtitlán, capital del imperio azteca.

"Este hallazgo podría corroborar en qué momento fue construida la primera edificación de la ciudad prehispánica y con ello determinar cuándo se fundó Tlatelolco", declaró la jefa de la zona arqueológica, Lucía Sánchez.

Según indicó la arqueóloga, "en la zona también se halló cerámica, obsidiana, principalmente en forma de navajillas, piedras trabajadas para usarlas como material constructivo y otras de relleno para edificar templos, así como huesos de animales pequeños, posiblemente roedores".

"Los elementos encontrados corresponderían a la fundación de la ciudad y, de acuerdo con las fuentes etnohistóricas, estarían ubicados tentativamente alrededor del año 1337, aunque podrían ser más antiguos, de 1000 a 1200 d.C.", precisó la arqueóloga.

La investigadora recordó que en los últimos años en esta zona se han encontrado otras tres escalinatas y fragmentos de cerámica, piezas de obsidiana y huesos de animales pequeños, que formaban parte del relleno de la pirámide.

"Todo el material se encontró como relleno de la construcción. Además, entre la tierra se descubrieron pequeñas conchas de moluscos propios del lecho de lago, lo que nos indica que la tierra para rellenar fue tomada de éste", señaló.

El INAH también recordó que de acuerdo con fuentes etnohistóricas, como las crónicas oficiales de Fray Diego de Durán y del Padre Acosta, la fundación de Tlatelolco ocurrió en 1337, mientras que la de Tenochtitlan en 1325.

Otras fuentes como la Historia Tolteca-Chichimeca y el Mapa de Sigüenza, agregó la institución, señalan que Tlatelolco se creó antes que Tenochtitlan o de manera simultánea.

Fonte: http://www.latercera.com/noticia/tendencias/ciencia-tecnologia/2011/06/739-373033-9-encuentran-escalinata-de-zona-arqueologica-mexicana-de-tlatelolco.shtml (14/06/2011)

Tabasco, presente en el Mundo Maya

En la entidad, el programa será presentado en las ruinas de Comalcalco. Foto: Milenio.

La zona arqueológica de Comalcalco y Pomoná en Tenosique, son dos de los sitios a promocionar. Otro atractivo es el Monumento Seis del Tortuguero.

El presidente Felipe Calderón Hinojosa y la secretaria de Turismo federal, Gloria Guevara Manzo, presentarán a nivel nacional e internacional el programa turístico “Mundo Maya 2012”, región que integran Tabasco, Chiapas, Yucatán, Campeche y Quintana Roo, evento que se efectuará este martes 21 de junio.

Al celebrarse este día el solsticio de verano, las autoridades federales desde el Museo Nacional de Antropología de la Ciudad de México, presentarán el programa que vía satélite se difundirá en los estados que integran la Región del Mundo Maya, evento que en Tabasco se realizará en la Zona Arqueológica de Comalcalco a partir de las 08:00 horas, donde se tendrán diversos eventos.

El gobernador Andrés Rafael Granier Melo encabezará los eventos, acompañado por la secretaria de Turismo estatal, Yolanda Osuna Huerta, además de autoridades estatales e invitados, así como prestadores de servicios turísticos.

Se tienen programados eventos culturales, el Taller del Festival del Chocolate; expresión y venta artesanal, literaria y gastronómica en los módulos de comercio y turismo, entre otros.

El programa turístico “Mundo Maya 2012”, hará énfasis en iconos prehispánicos que el visitante nacional e internacional debe conocer, con motivo de la simbólica fecha del 21 de diciembre de 2012, que señala el fin de un periodo y el inicio de otro en el Calendario Maya.

Es una gran oportunidad para fortalecer y convertir a la región en un producto turístico más atrayente y mágico para los turistas nacionales y extranjeros.

Además de tener más presencia a nivel mundial para definir estrategias preparando el arribo del año 2012 que marca una etapa importante para la civilización Maya, donde las zonas arqueológicas de esta importante cultura ubicadas en la región, serán un gran centro de interés y una excelente oportunidad para atraer un mayor número de visitantes.

La zona arqueológica de Comalcalco, cuyas edificaciones fueron realizadas con ladrillo cocido; y Pomoná, sitio arqueológico que se localiza en la margen del río Usumacinta en el municipio de Tenosique, son dos de los sitios a promocionar.

Otro atractivo es el Monumento Seis del Tortuguero, el cual también señala la fecha del 21 de diciembre del 2012 como el fin del calendario Maya y que significa un cambio de era.

Claves
26 empresas chocas
• La secretaria de Turismo federal, Gloria Guevara Manzo, visitó el stand de Tabasco instalado en la Tercera Feria Turística del Mundo Maya 2011, que se efectúa en el Centro de Convenciones “Yucatán Siglo XXI” en Mérida, evento en el que se dan cita prestadores de servicios de la industria sin chimeneas de Campeche, Chiapas, Quintana Roo, Tabasco y Yucatán.

• La titular del ramo en Tabasco, Yolanda Osuna Huerta, dio la bienvenida a la funcionaria federal, así como al subsecretario de Operación Turística de la Sectur, Fernando Olivera Rocha, y a la gobernadora de Yucatán, Ivonne Ortega.

• Representantes de 26 empresas tabasqueñas, con el presidente de la Asociación de Hoteles y Moteles filial Tabasco, Omar Medina Espinoza, y la delegada de la Asociación Mexicana de Agencias de Viajes (AMAV-Tabasco), explicaron sobre la gama de servicios y productos turísticos que nuestro destino ofrece a visitantes nacionales y extranjeros.

• Momentos antes de la inauguración, Guevara Manzo dijo que la Región del Mundo Maya representa uno de los grandes activos del país, integrada por Campeche, Tabasco, Chiapas, Quintana Roo y Yucatán; además de El Salvador, Guatemala y Honduras.

Fonte: http://impreso.milenio.com/node/8979390 (21/06/2011)

Una ley reconoce solemnidad y El ritual em Incallajta

Cochabamba. Las tradiciones ancestrales en Cochabamba serán recopiladas, preservadas y difundidas para su permanencia en el pueblo. En el sitio se esperó al Tata Inti o Padre Sol.

La Asamblea Legislativa Departamental la sancionó la pasada semana, y el gobernador de Cochabamba, Edmundo Novillo, promulgó ayer en la madrugada la ley que rescata, recopila, preserva y difunde todas las prácticas ceremoniales transmitidas de generación en generación y que son reeditadas cada 21 de junio en el sitio ceremonial y arqueológico de Incallajta.

“Esta ley reconoce la solemnidad y el ritual en Incallajta. A través de esta norma, estamos estableciendo que la ceremonia se mantenga, además de que en concurrencia de las instituciones departamentales velemos por su continuidad”, aseveró el presidente de la Asamblea Legislativa Departamental, Freddy Illanes, quien expresó su emoción por la permanencia de los ritos ancestrales en Cochabamba.

Incallajta proviene de la unión de las palabras quechuas, Inka y llajta que significa La ciudad del inca. En el sitio se pueden identificar los restos de estructuras líticas, algunos arqueólogos consideran que su construcción data de finales del siglo XV. También se lo conoce como el legado inca más importante del territorio boliviano.

El complejo arqueológico tiene una superficie aproximada de unas 80 hectáreas. Está conformado por grandes plazas y patios circundados por murallas y construcciones con puertas que conectan hacia los espacios abiertos.

La norma legal fue promulgada por la celebración del solsticio de invierno denominado como el Willka Kuti o retorno del Sol en el año 5519 y que se cumple en diferentes sitios ceremoniales de los Andes y del Amazonas en Bolivia, y en el resto del hemisferio sur del planeta.

El instrumento legal establece que la Gobernación de Cochabamba, la Universidad Mayor de San Simón (UMSS) y el municipio de Pocona, donde está Incalljata, sean los responsables de ejecutar las tareas previstas y que destinen más recursos económicos para el cuidado, la protección y la promoción de las ruinas arqueológicas incásicas.

El alcalde de Pocona, Mario Céspedes Villarroel, destacó que la ley departamental tiene una considerable importancia, puesto que ordena mantener y difundir la continuidad de prácticas ancestrales.

“La llegada del nuevo ciclo solar conlleva un ritual propiciatorio y retributivo, puesto que con cada ceremonial se da gracias por lo recibido y se piden nuevos beneficios”, dijo el representante del Centro de Culturas Andinas Intiwatana Ayllu, Esteban Rocha. Los rituales se cumplieron en Incallajta rememorando a los incas.

MITOLOGÍA INCAICA
Origen. La mitología inca estaba formada por una serie de leyendas y mitos de esta civilización que sustentó sus creencias del imperio que estuvo centralizado en Cusco.

Imperio. Lo aplicado por la cosmogonía inca en el ámbito de las creencias debe ser considerado como uno de los instrumentos más importantes utilizados en el proceso de la formación de su imperio a la par de las transformaciones económicas, sociales y de la administración imperial.

Tiempo y espacio. El espacio andino era concebido en dos niveles diferentes: horizontal y vertical. En el plano horizontal, los incas veían el mundo de manera dual: hanan y hurin (arriba y abajo). Estas dos mitades eran divididas, a su vez, en otras dos, dando origen a la cuatripartición. Esta división era entendida a la vez como complementariedad, oposición y reciprocidad.

Planos. En el imperio inca se concebía a un mundo compuesto por tres planos: Uku Pacha, el mundo de abajo, Kay Pacha el plano del presente y del aquí, Hanan Pacha que fue el mundo de arriba o celestial, el sitio supraterrenal.

Fonte: http://www.fmbolivia.net/noticia29164-una-ley-reconoce-solemnidad-y-el-ritual-en-incallajta.html (21/06/2011)

Samaipata, la roca sagrada del Lucero del Alba

La Paz. La tradición perdura entre los pueblos amazónicos que esperan la ceremonia en sitios considerados míticos y por donde caminan los felinos como el jaguar, animal de ritualismo.

La celebración del ritual conocido como el Lucero del Alba se celebra hoy en el sitio arqueológico y ceremonial en la provincia la Florida de Samaipata, en Santa Cruz, donde existe una roca tallada y estructuras líticas que fueron usadas por diferentes civilizaciones prehispánicas como las de Tiwanaku e Inca, incluso otras más antiguas.

El centro ceremonial y administrativo de Samaipata, llamado el Fuerte —nombre adquirido por un fortín de la época española— se encuentra en el lado sur de la roca.

En la enorme cumbre de una montaña rocosa están esculpidas dos grandes ranuras, asientos, estanques y motivos zoomorfos y geométricos con los que las antiguas poblaciones propiciaban sus ciclos agrícolas. Aún los arqueólogos no pudieron descifrar el significado de los tallados, pero creen que están relacionados con la ritualidad que acostumbraban realizar los pueblos prehispánicos en el lugar.

La undécima versión del Lucero del Alba, que en idioma nativo significa Yasitata guasu köe mbiya, fue organizada por el gobierno municipal, en coordinación con la Gobernación cruceña y el Estado Plurinacional a través del Viceministerio de Interculturalidad.

La enorme roca esculpida, considerada el más grande petroglifo del mundo, fue ocupada poco tiempo antes de la conquista española por avanzadas incaicas, que dejaron sobrepuestas algunas de sus decoraciones a las ornamentas originarias que provienen de las culturas amazónicas. En 1998, la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) incluyó el Fuerte de Samaipata en la lista de los lugares nombrados como Patrimonio de la Humanidad.

Actualmente, se sabe que la roca que tiene una consistencia deleznable se encuentra en riesgo, por lo que desde hace una década se prohíbe pisarla a los visitantes para mantener sus extraños tallados.

Los rituales en Samaipata se centran en el encendido del fuego sagrado. Algunas culturas del Amazonas aún consideran que la roca fue el punto desde donde el jaguar (phantera onca) —considerado sagrado— observaba a sus presas para cazarlas, por eso creen que durante la espera del Lucero del Alba los felinos retornan a uno de los sitios más sagrados de la región cruceña.

Fueron varios los animales que fueron concebidos como parte de los rituales y se les rindió ceremonias rituales, entre ellos el cóndor, el puma, la serpiente y el jaguar.

La celebración del ritual Lucero del Alba en la región amazónica, en el Fuerte de Samaipata, se cumple también en otros lugares donde los nativos aún esperan la aparición de los primeros rayos del Sol y de los felinos sagrados.

La tradición se convierte en una autodeterminación cultural de los pueblos originarios amazónicos y del resto del hemisferio sur del planeta.

La ritualidad dedicada al Sol se remonta hace miles de años, es una forma de agradecer su retorno como el dador de energía y vida en el tiempo de renovación del ser.

La leyenda de la Luna y el jaguar
Son muchas las investigaciones que hay sobre el Fuerte de Samaipata y la roca sagrada.

Incluso el escritor Erich von Däniken visitó el lugar en los años setenta y lo describió como una lanzadera de naves espaciales, nada más falso.

Pero los pobladores aún cuentan la leyenda del jaguar y la Luna en Samaipata. Ellos dicen que cuando se atraviesa por el sendero que colinda con el lugar arqueológico, aún es posible observar al gran jaguar en noche de luna nueva, el felino sagrado del Amazonas, por su agilidad y la forma de cazar que tiene.

Cuando los pobladores caminan por el sitio y logran ver al jaguar, no tienen que asustarse, sino seguir caminando. Para ellos, ésa es una señal que tendrán en los siguientes días una buena caza en beneficio de sus comunidades. Pero si los que observan al sagrado felino y tienen en su espíritu malos pensamientos de envidia y egoísmo, se dice, el jaguar los ataca tan rápido que es imposible escapar y uno queda entre sus garras.

Fonte: http://www.fmbolivia.net/noticia29165-samaipata-la-roca-sagrada-del-lucero-del-alba.html (21/06/2011)

La "Cleopatra peruana" recibe a la Ruta Quetzal en el complejo de El Brujo

Por Agencia EFE

Huanchaco (Perú), 21 jun (EFE).- La momia de la Señora de Cao, gobernante mochica fallecida en el Siglo IV después de Cristo y conocida como la "Cleopatra peruana", recibió este lunes a la expedición de la Ruta Quetzal BBVA en el complejo de El Brujo, centro ceremonial que se levanta junto a la costa pacífica de Perú.

En el linde entre el desierto y las verdes plantaciones de "choclo" (maíz) de la provincia de Trujillo está localizada la "huaca" (templo) Cao Viejo, donde, hace seis años, un equipo de arqueólogos peruanos dirigidos por Régulo Franco encontró los restos embalsamados de la sacerdotisa.

Gracias a su encuentro con la poderosa dama, los jóvenes 'ruteros' se acercaron por primera vez desde el inicio de su aventura por Perú a la cultura Moche, que dominó la costa pacífica peruana entre los siglos I y VIII después de Cristo, y que vivió su máximo esplendor alrededor del V.

Es en esa época cuando se construyeron las huacas del Sol y la Luna, también visitadas por la expedición, donde se rendía culto al "Dios de la Montaña o Ai apaec", a quien los mochicas ofrecían la vida de los hombres vencidos en batalla. Si el chamán o sacerdote era el que ostentaba allí el máximo poder, en el complejo de El Brujo fue la Señora de Cao su principal gobernante.

La "huaca" en la que fueron localizados sus restos, sepultados por grandes bloques de adobe, alcanzaba los 35 metros de alto, 90 de ancho y casi 180 de largo, con una plaza ceremonial con capacidad para unas 10.000 personas.

Según los estudios realizados, se cree que la sacerdotisa murió a los 25 años al dar a luz, porque sus caderas estaban abiertas y la piel de su abdomen cubierta de estrías, que medía un metro 45 centímetros y que fue embalsamada con un óxido denominado cinebrio.

Junto a su momia, rodeada por 26 capas de tela y una armadura de 1.100 piezas, con un peso total de 200 kilos, se encontró el cuerpo de una niña de 15 años, a quien consideran su sirvienta, que murió estrangulada.

Además de la joven, custodiaban el cadáver de la gobernante, enterrada a dos metros de profundidad, un niño y cuatro hombres.

Mazos y lanzas formaban parte del ajuar funerario que se completaba con 44 narigueras, cuatro coronas, seis pares de aretes y piedras preciosas llegadas de toda Latinoamérica.

Los sacrificios humanos eran una práctica habitual en el valle gobernado por la Señora de Cao, pero también en las huacas del Sol y la Luna, levantadas al pie del conocido como Cerro Blanco a seis kilómetros del mar.

En la de la Luna, donde desde 1991 se realizan trabajos de excavación y recuperación, los arqueólogos han destapado los relieves decorados con los colores negro, rojo y amarillo que representan a "Ai apaec".

Este templo, como el resto, está compuesto de varios pisos, en este caso cinco, cada uno de los cuales era cerrado con bloques de adobe cada 100 años para construir el siguiente.

Los dibujos de sus paredes relatan las ceremonias ancestrales en las que los hombres eran drogados mediante una cocción de una especie de cactus llamado "sampedro", y atados y desnudados para ser llevados ante el sacerdote para ser degollados. Su sangre era bebida por el chamán, arrojada sobre la tierra o derramada por los genitales del sentenciado como símbolo de fecundidad.

Los trabajos arqueológicos han descubierto en uno de sus recintos 70 esqueletos completos de los sacrificados, cuya edad solía variar entre los 15 y los 38 años.
Los expedicionarios conocieron también algunos detalles de la cultura Chimú, que precedió a la Moche en el mismo área.

Hoy profundizarán en ella, cuando visiten el sitio arqueológico de Chan Chan, donde vivieron los Reyes Chimú, la familia real y sus sirvientes.

Antes, los jóvenes 'ruteros' conocerán los secretos de la fabricación artesanal de las canoas conocidas como "caballitos de totora" y de su navegación.

La expedición de la Ruta Quetzal BBVA viajará también hasta Trujillo y recorrerá su centro histórico.
Alida Juliani Sánchez

Fonte: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5g-gceURDeW29Ul7b2EB4WWyX5oVA?docId=1553739 (20/06/2011)

Mantienen peruanos vivo legado de la científica alemana María Reiche

Se cumplen 13 años sin "la princesa de la Pampa"

México,- Con una ceremonia cívica y un desfile de honor, la provincia peruana de Nasca recordó a la científica alemana María Reiche Neumann, quien con sus estudios en medición e interpretación en la Pampa de esta entidad descubrió todos los dibujos y líneas del pasado arqueológico de esta nación.

La también llamada "dama de las Pampas de Nasca", quien este 8 de junio cumple 13 años de muerta, fue objeto de este homenaje en días pasados por parte de la municipalidad provincial, con una ceremonia cívica celebrada en la Plaza de armas y una sesión solemne en el auditorio municipal, donde se habló del legado histórico cultural que dejó para esta región y para toda la humanidad.

Nacida el 15 de mayo de 1903 en Dresde, Alemania, María Reiche estudió matemáticas, geografía, física, pedagogía y arqueoastronomía en el Technisch Holchschule (Hamburgo).

De acuerdo con sus biógrafos, la "princesa de la Pampa" llegó a Perú en 1932 para trabajar como institutriz de los hijos del cónsul alemán en Cusco.

Dos años después de haber terminado su contrato en Cusco, decidió permanecer haciendo traducciones. En 1938 trabajó en el Museo Nacional donde conoció a Julio C. Tello, "Padre de la arqueología peruana", con quien trabajó como traductora y asistente en la conservación de fardos funerarios descubiertos por el investigador.

Al conocer al doctor Paul Kosok, en 1939, durante un congreso internacional, Reiche lo apoyó como traductora y posteriormente trabajó con él en las Pampas de Nasca.

Desde entonces y durante 50 años, la investigadora dedicó su vida por completo al estudio de las líneas y figuras en el Gran Tablero de las Pampas de Nasca, bajo la óptica matemática.

Maria Reiche fue una de las investigadoras que planteó que las líneas de Nasca representaban el calendario más grande del mundo.

Dedicó toda su vida al estudio, a las medidas y orientaciones de los geoglifos estableciendo una relación entre ellos y la posición con respecto a los astros.

Demostró, asimismo, que los pobladores de Nasca habían utilizado esta área astronómica para conocer cuándo empezaba cada estación, cuál era la mejor época para cosechar y cuándo se iniciaban la lluvias.

Al respecto, la arqueóloga e investigadora señalaba que mientras realizaba sus trabajos fue aprendiendo mucho acerca de la cultura andina, en especial la nasquence, la pasada y la presente.

"Conocerla y valorarla se convierte en una ventaja importante para quien pretende develar el secreto de las Pampas. La gente aquí es muy buena observadora de la tierra y del firmamento.

"Y no sólo se trata de la historia de este pueblo, sino también de su idiosincrasia y su filosofía de la vida, sus inquietudes y sus limitaciones, su lucha contra la naturaleza adversa y sus logros, la armonía en su arte y su dedicación a la ciencia y la ingeniería", expresaba la investigadora.

En ese sentido advirtió: "yo no creo que sea posible iniciar un estudio serio de las figuras y líneas de la Pampa si no se cuenta con esta vivencia enriquecedora, conjugada con la experiencia científica que despierta en el investigador otros intereses que le otorgan una ventaja innegable".

De la observación de estos dibujos, añadió, se puede llegar a las más variadas especulaciones. De hecho ha sido así.

"Creo también que limitar su estudio al aspecto arqueológico sería establecer parámetros innecesarios a un documento del pasado que podría darnos una visión más amplia y distinta del desarrollo de una cultura importante como Nasca y de un pueblo de una inteligencia superior en mi concepto", anotó.

Por el contrario, dijo, desconocer su aptitud especial para dominar el espacio y el tiempo "nos ubicaría en el campo del prejuicio".

Los Nasca podían insertarse en el curso de la astronomía, podían ver los movimientos de los cuerpos celestes y saber exactamente cuándo comenzar con los sembríos y cuando cosechar, concluyó la alemana.

Los resultados y conclusiones a los que llegó Reiche se basaron siempre en la observación, en la medición y en el registro minucioso de todas las líneas y figuras. Descubrió de todas las líneas completadas con su hipótesis de trabajo que racionalmente no escapan al rigor científico pero que, en todo caso, contienen una dosis de intuición como resultado de la larga y continuada convivencia con los habitantes de Nasca.

Su estudio concluye que la existencia de las figuras demuestra que los habitantes de la costa peruana habían alcanzado un nivel cultural insospechado.

El proceso de planear y convertir una escala a otra necesita de una mente capaz de formar conceptos abstractos y de una facultad de razonar, que debe haberse encontrado en por lo menos una parte de la población y que no podría esperarse de un pueblo primitivo.

"Tenemos que dejar a un lado por el momento el estudio de aquellos elementos que constituyen la esencia del arte primitivo, es decir, totemismo, religión y magia, ritos y ceremonias.

"Debo decir que esa gente, con gran inteligencia y visión estudió su ambiente y encontró un sitio que la naturaleza parece haber preparado para servir como un inmenso tablero en el cual pudieron trazar enormes dibujos que hasta ahora no se han borrado", expuso.

Las actuales variaciones climáticas en la zona y el turismo descontrolado, subrayó, han dado como resultado que muchas marcas hayan sido destruidas. Aún falta mucho por hacer antes que el significado de cada marca sea explicado y esto será imposible si el desierto es dañado o destruido, recordó.

Su trabajo en esta región le mereció diversos reconocimientos, entre ellos la Condecoración de la Presidencia de la República en el grado de "Comendador" (1977), y la Condecoración con la Orden de "Gran Oficial" de manos del Presidente del Congreso de la República (1981).

Otros premios fueron Las Palmas Magisteriales en el grado de "Amauta", otorgado por el Ministerio de Educación (1986); La Orden en la clase de "Gran Contralor" otorgado por la Contraloría General de la República (1990), así como La Orden del Sol en el grado de Gran Cruz, la condecoración más grande de la República del Perú.

Recibió también La Orden al Mérito "Gran Cruz" (póstumo), por el Presidente del Consejo de Ministros, Javier Valle Riestra (1998); La Cruz Federal al Mérito primera clase de la República Federal de Alemania (1983) y La Orden de los sabios de los Incas.

Obtuvo también el título de Doctor Honorario de la universidad peruana de San Marcos, cinco doctorados Honoris Causa, además del de Ica (1983).

Entre las obras literarias de Reiche, quien murió el 8 de junio de 1998, destacan "Los dibujos gigantescos en el suelo de las Pampas de Nasca y Palpa.

Descripción y ensayo de interpretación"; "Geoglifos prehistóricos en el Perú"; "Secreto de la Pampa"; "El pájaro Anunciador del Inti Raymi" y "Contribuciones a la Geometría y la Astronomía en el Antiguo Perú", entre otros.

Fonte: http://sdpnoticias.com/nota/89168/Mantienen_peruanos_vivo_legado_de_la_cientifica_alemana_Maria_Reiche (07/06/2011)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Descubren monolito de jugador de pelota en norte de México

Por Agencia EFE

México,(EFE).- Arqueólogos mexicanos encontraron un nuevo monolito con la figura de un jugador de pelota de entre el año 900 al 1100 d.C. en el cerro del Teúl, en el estado de Zacatecas, norte de México, informó hoy el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH).

La fuente indicó en un comunicado que la escultura prehispánica fue localizada a una profundidad de metro y medio, y recordó que a finales del año pasado fue localizado otro jugador de pelota en la misma zona.

Ambas piezas, según los expertos, evocarían uno de los pasajes del Popol Vuh, el libro sagrado de los mayas, en relación con los "gemelos divinos".

Precisó que la escultura descubierta hace unas semanas muestra una figura casi completa en forma cilíndrica de 1,75 metros de alto, por 56 centímetros de diámetro y fue localizada en el campo del juego de pelota que se encuentra en este lugar.

Los arqueólogos encargados de las obras, Peter Jiménez y Laura Solar, explicaron que la escultura cayó tras el derrumbe de un muro el cual causó el desprendimiento de la cabeza de la que sólo ha aparecido un fragmento de una oreja.

El INAH indicó que el cerro del Teúl, símbolo del poblado zacatecano de Teúl de González Ortega, en los límites con Jalisco, es uno de los pocos sitios en América que tuvo una ocupación ininterrumpida del año 200 a.C. a 1531 d.C.

Los arqueólogos han destacado que este fue el centro ceremonial por excelencia de los caxcanes, uno de los grupos más aguerridos contra los conquistadores españoles y a quienes estuvieron cerca de derrotar en la Guerra del Mixtón.

El arqueólogo Luis Martínez Méndez, encargado de las excavaciones en la cancha del juego de pelota del cerro del Teúl, dijo que ambas esculturas encontradas en este espacio son únicas en su tipo en todo lo que fue Mesoamérica.

Agregó que sólo se han descubierto otras esculturas de este tipo en canchas de juego de pelota de sitios del área maya, como Toniná, en Chiapas, pero en tales casos las tallas representaban a cautivos y no a jugadores.

Sobre las dos esculturas encontradas, una sin cabeza y la otra completa, Martínez afirmó que "es probable" que aludan a un mito que se encuentra en el libro maya Popol Vuh, según el cual los gemelos divinos Hunahpú y Ixbalanqué, debieron superar varias pruebas y en una de ellas uno de los gemelos fue decapitado aunque volvió a la vida por la habilidad de su hermano.

Adelantó que, según un plano elaborado a mediados del siglo XIX por el ingeniero geodésico alemán Carl de Berghes, existen varias construcciones prehispánicas, entre estas la cancha del juego de pelota, en cuyos cuatro extremos había igual número de esculturas.

Comentó que de las dos esculturas restantes, sólo se han encontrado vestigios de una, posiblemente parte de un hombro, durante las excavaciones en la esquina noroeste de la cancha.

El especialista abundó que falta por excavar un 15 por ciento de la cancha del juego de pelota que tiene una superficie de 24 por 44 metros, y que se prevé abrir al público en 2012.

Fonte: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5iw463sn0PZOwJwQgUSxL6Uro-NaA?docId=1550636 (15/06/2011)

Arqueólogos acham 370 tumbas incas a 3,7 mil m de altitude

Foto: BBC Brasil

Algumas tumbas contêm os restos mortais dos falecidos, dentro de cestas de vime.

Arqueólogos peruanos começaram a catalogar 370 tumbas incas encontradas nos Andes a cerca de 3,7 mil m de altitude. Os pesquisadores dizem que há tumbas quadradas, circulares, muradas e que algumas estão em buracos ou sob pisos de pedra.
Especialistas afirmam que o sítio arqueológico tem entre 500 e 600 anos e que algumas das tumbas ainda contêm os restos mortais dos falecidos, dentro de cestas de vime.

"Os indivíduos tinham funerais característicos e as cestas eram feitas de acordo com o volume dos corpos ", afirmou Jorge Atauconcha, chefe do sítio arqueológico de Chumbivilcas.

No You Tube:
http://youtu.be/1GsX8qzIEFg

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5186638-EI8147,00-Arqueologos+acham+tumbas+incas+a+mil+m+de+altitude.html (14/06/2011)

Viaje a Pachacámac, Perú


Por Jorge Villavicencio, para AD Revista

A unos 30 km al sur de Lima se encuentra uno de los sitios arqueológicos más interesantes de visitar en el Perú: El Centro Ceremonial de Pachacámac. El lugar aún mantiene un velo de misterio y se percibe la sensación de estar recorriendo el ombligo religioso de civilizaciones prehispánicas, que se desarrollaron a orillas del río Lurín y el Océano Pacífico.

Altasierra Documentales recorrió este territorio que atesora notables construcciones de piedra y adobe, como el Templo de Pachacamac, el Templo del Sol y el Templo de la Luna; también conocido como Acllahuasi, donde residían desde los ocho años mujeres nobles, que eran destinadas para servir de esposas a grandes señores y otras preparadas para sacrificios en ceremonias de adoración al dios Pachacámac.

El lugar fue centro de peregrinación de numerosas culturas y se mantuvo durante siglo como polo de atracción religiosa, alcanzando su máximo apogeo durante la dominación Inca. Se cuenta que el Templo del Sol, levantado sobre un promontorio rocoso y construido sobre cuatro cuerpos de pirámides truncas, era uno de los más espectaculares. No sólo por su altura sino que también por su particular color rojo profundo, secundado por franjas de piedras recubiertas con una fina película de oro.

Esta combinación cromática brindaba al Templo del Sol una imagen en la lejanía espectacular, generando la ilusión de una gigantesca pira ardiente que se divisaba desde kilómetros.

Pachacámac era un dios invisible a los ojos del pueblo y estaba caracterizado en un tótem de madera donde estaba esculpida la cara de dos ídolos, uno femenino y otro masculino, que representa a un mismo ser con dos rostros, símbolo de la dualidad del pensamiento andino prehispánico. Para los aborígenes Pachacámac era el creador de todas las cosas y la fuerza que animaba a los seres vivos. Este dios fue roto en dos partes por el conquistador español Hernando Pizarro y su templo destruido e incendiado por sus hombres en 1533.



Fonte: http://www.cordobes.com/30dias/2011/06/viaje-a-pachacamac-peru/ (12/06/2011)

Encuentran momia en una obra de alcantarillado

Mientras realizaban trabajos de excavación trabajadores hallaron una momia en el subsuelo de Ica.

Sorpresivo hallazgo. Mientras realizaban las matutinas labores de excavación para la instalación de redes de alcantarillado en el distrito de Vista Alegre, en la Provincia de Nazca. Un grupo de trabajadores se topó con los restos de una momia, hallados a una cuadra de la Plaza de Armas de dicha localidad.

Una vez conocida la noticia, los ingenieros del Consorcio Nazca ordenaron paralizar el trabajo. Seguidamente, luego de una comunicación telefónica con el arqueólogo del proyecto, los obreros recogieron los restos en una caja, para llevarlos luego al almacén de la empresa.

Según información del Diario Correo, el arqueólogo Alberto Urbano lamentó no haberse enterado antes de lo ocurrido, y recomendó que la empresa debe contar con un arqueólogo durante los trabajos que se realicen para la obra, ya que de hallarse nuevos restos arqueológicos se debe efectuar el levantamiento adecuado.

Fonte: http://www.rpp.com.pe/2011-06-13-encuentran-momia-en-una-obra-de-alcantarillado-noticia_374957.html (13/06/2011)

Zona arqueológica Malinalco tendrá nueva sección

El INAH anunció la construcción de un andador de protección que evite el deterioro del Templo Monolítico del sitio.

Agencia EL UNIVERSAL | El Universal

A fin de proteger y evitar el deterioro del Templo Monolítico de la Zona Arqueológica de Malinalco, se construirá un andador, mientras que para beneficiar a los visitantes se creará un sendero que conducirá a una nueva sección de este sitio prehispánico del Estado de México, destacó el arqueólogo José Hernández Rivero.

Asimismo, el también director de ese sitio abundó que con estos trabajos se pretende distribuir la afluencia de visitantes al lugar, que hasta la fecha se concentra solamente en el conjunto de vestigios denominado "El Cuauhtinchan", y en especial en el Templo Monolítico o Cuauhcalli, que mantiene un tránsito constante de personas que acceden a éste por la escalinata original labrada en roca.

Hernández Rivero dijo que "para llegar allá es necesario caminar un promedio de 600 metros, y como es en ascenso, no cualquiera puede llegar, por lo que se requiere conducir a la gente por un camino seguro; para ello se construye este sendero de roca que tendrá pocos escalones, rampas y áreas de descanso para la observación del paisaje circundante y de la misma zona arqueológica de filiación mexica-tenochca.

"Con este camino se evitará que el público se acerque a los acantilados, perderse, o caminar entre la maleza donde hay serpientes, asegurando así el tránsito por un camino que antes se tornaba resbaloso y presentaba deslaves".

Refirió que el sitio es visitado mensualmente por 12 mil personas en promedio, lo que lo coloca en el segundo de mayor afluencia en la entidad mexiquense después de Teotihuacan.

El investigador del Centro INAH-Estado de México, informó además que esas construcciones se realizan con los recursos del Programa de Empleo Temporal (PET) 2011, que ascienden a 370 mil pesos.

Añadió que la construcción del camino es posible mediante el PET, esquema que desarrollan la Secretaría de Desarrollo Social (Sedesol) y el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), a través de la contratación de 40 personas, "lo que permitirá a la gente visitar esta parte del sitio arqueológico donde también hay una torre vigía monumental que fue hecha de mampostería en la época prehispánica y que mide alrededor de 12 metros de altura.

"Esta construcción, desde la cual puede apreciarse el valle, revela la importancia que tenía Malinalco como sitio estratégico natural para el dominio de la región y de las vías de comunicación".

En esta sección de próxima apertura también hay una estructura de planta mixta, poco común en la arqueología de la cultura mexica, ya que presenta una forma rectangular o cuadrada y una forma redonda anexa que forma parte de la misma; también hay otras edificaciones de forma rectangular y cuadrangular de menor tamaño que probablemente fueron los aposentos de los sacerdotes o administradores del lugar.

Asimismo, se aprecian los restos habitacionales de la cultura identificada hasta ahora como matlatzinca del sur del valle de Toluca, que subyacen a las construcciones mexicas. En los niveles inferiores el visitante puede observar diversas plataformas o terrazas con estructuras de mampostería que aún no han sido excavadas o liberadas pero que permiten considerar la extensión real y monumental del sitio.

También hay una escultura de serpiente labrada en una roca de basalto, de aproximadamente dos metros de largo por 1.5 de ancho y cinco metros de altura.

José Hernández explicó que el andador "servirá para contener y desalojar el agua pluvial procedente de la palapa que protege este edificio también conocido como Cuauhcalli o "Casa del Sol", que fue labrado con herramientas de piedra, no de hierro. La roca fue tallada con cinceles de andesita, y es el único templo hasta ahora conocido dedicado a rituales de guerra, en donde los guerreros águila y ocelotes se perforaban y colocaban adornos en las fosas nasales, lengua y brazos. Estas características lo hacen único a nivel mundial".

El basamento fue construido a principios del siglo XVI (1501) durante el gobierno del "Huey Tlatoani mexica" (gran señor) Ahuízotl, y está conformado por dos cuerpos en talud y una escalinata.

Mencionó que el camino que facilitará el acceso a la nueva sección de la zona arqueológica, ubicada en la parte alta del Cerro de los Ídolos, está proyectada su apertura al público en los próximos meses.

La Zona Arqueológica de Malinalco se ubica a 99 kilómetros de la ciudad de México y se accede a ella por la carretera a Toluca siguiendo la vía Tenango-Jajalpa. El horario de visita es de: martes a domingo de 10:00 a 17:00 horas. Costo de acceso: $33.00.

Fonte: http://www.eluniversal.com.mx/notas/771675.html (09/06/2011)