quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Pipocas milenares encontradas no Peru

Descoberta arqueológica leva peritos a concluir que tão cedo quanto 4700 a.C. já se comiam pipocas no Peru.

Por
Tiago Oliveira (www.expresso.pt)

Pipocas eram usadas como suplemento da alimentção regular.Getty Images.

Ainda não custavam uma fortuna numa qualquer sala de cinema e não irritavam espectadores a tentar ver um filme em silêncio absoluto.Mas, de acordo com uma recente descoberta arqueológica, desde 4700 a.C. que se comiam pipocas no Peru.

A conclusão foi tirada por uma equipa do Museu de História Nacional do Instituto Smtihsonian, sediado em Washington, liderada pela investigadora Dolores Piperno.

Os dados inferidos a partir dos restos fossilizados de milho descobertos nas escavações arqueológicas de Paredones e Huaca Prieta mostram que os antigos habitantes destas áreas usavam diversos métodos para obter as pipocas.

Espanto dos investigadores
As muitas formas e moldes encontrados para trabalhar o milho espantaram os investigadores, pela sofisticação da variedade e até porque as pipocas seriam utilizadas, tal como nos dias de hoje, como um suplemento para as principais utilizações do milho.

Dolores Piperno revelou mesmo, em declarações reproduzidas pela "BBC News", que a descoberta só pode levar à conclusão de que "os agricultores peruanos gostavam de experimentar e deixar crescer coisas invulgares para a época".

Fonte: http://aeiou.expresso.pt/pipocas-milenares-encontradas-no-peru=f700549 (20/01/2012)

Pesquisadores descobrem tesouro maia em gruta no México

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
Arqueologia



Debaixo de um território que guarda inúmeras pirâmides e histórias milenares, pesquisadores mexicanos descobriram um novo tesouro arqueológico: em uma caverna submersa em Yucatán, no sudeste do México, eles encontraram, pela primeira, vez cinco crânios completos e mandíbulas de ursos semelhantes aos de uma espécie já extinta na América há 12 mil anos e desconhecida na região onde foi achada, além de seis restos ósseos humanos que poderiam ter a mesma antiguidade.

"O material foi encontrado em alto estado de preservação e pode nos ajudar a conhecer melhor a história de Yucatán. Os restos humanos poderiam estar relacionados aos ossos dos ursos encontrados, o que seria incrível. Mas não podemos descartar que fossem maias que chegaram à região muitos anos depois", explicou ao GLOBO o arqueólogo Guillermo de Anda, da Universidade Autônoma de Yucatán.

A probabilidade de que tenham sido maias pré-hispânicos ganha força porque, no mesmo lugar, de 50 metros de profundidade, foi encontrada ainda uma oferenda com ossos humanos que os especialistas acreditam ter sido depositada ali pelos indígenas da região entre os séculos IX e X, quando o nível da água dentro da caverna era muito mais baixo. A previsão é que, até o fim do ano, seja divulgada uma data mais esclarecedora sobre o material humano encontrado. Mas o arqueólogo adianta que, caso se comprove que eram maias e não homens contemporâneos, o fato em nada desmerece a importância das cavernas submersas para a pesquisa de uma área em expansão no país, a arqueologia subaquática.

"Os cenotes, como chamamos, são verdadeiros laboratórios naturais. Trata-se de um ambiente homogêneo cuja condição de temperatura, composição química da água, nível de musgo e ausência de luz, durante milhares de anos, faz com que o material depositado ali se estabilize e seja preservado", esclarece De Anda. "Esse é um mundo debaixo da terra que sustentou uma população maia de cerca de três milhões de pessoas, graças a esse manto freático".

Na caverna submersa, entre Sotuta e Homun, em Yucatán, também se podem observar com facilidade as marcas nas paredes dos diferentes níveis de água no local até o século X, o que pode ajudar os especialistas a entender as mudanças climáticas ocorridas na região.

"Estamos encontrando elementos que comprovam os períodos de grandes secas dos séculos VIII, IX e X de que nos falam fontes históricas. E, pela primeira vez, estudamos essas mudanças a partir do próprio material arqueológico", diz De Anda, em referência também à cerâmica maia que foi encontrada na caverna e cuja origem seria os séculos IX e X.

Perto dali, em cavernas submersas de Quintana Roo, pesquisadores também relataram a descoberta de ossos humanos e restos de outros animais da fauna da época plistocena e que foram depositados ali quando a cavidade ainda estaria seca, há milhares de anos. O material foi encontrado a profundidades entre 42 e 60 metros, similares às das cavernas inundadas de Yucatán.

Agora o desafio é elaborar uma metodologia que aponte com precisão o período a que corresponde cada marca de nível de água. O estudo dessas variações vai permitir entender como elas modificaram a geografia da região que não poderiam ser obtidas na superfície.

Da Agência O Globo

Fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20120119081021&assunto=84&onde=Mundo (19/01/2012)

Ofrecerán charla sobre la importancia de la ciudadela de Pachacámac

Foto: RPP RPP

Denise Pozzi Escot, directora del museo de sitio de Pachacámac, hablará del complejo arqueológico el jueves 26 de enero en el Museo Nacional de Antropología, Arqueología e Historia del Perú.

La importancia que tuvo en el antiguo Perú la ciudadela de Pachacámac es el tema central de la charla titulada Poder y Sociedad en Lima Prehispánica y que se llevará a cabo el jueves 26 de enero, a partir de las 19:00 horas en la sede del Museo Nacional de Antropología, Arqueología e Historia del Perú (MNAAHP), ubicado en el distrito de Pueblo Libre.

A cargo de la directora del museo de sitio de Pachacámac, Denise Pozzi Escot, la charla permitirá conocer los proyectos de investigación que se han realizado a la fecha en dicho complejo arqueológico a fin de preservar y recuperar parte de las edificaciones del santuario y pinturas murales.

Entre los Proyectos de Investigación Arqueológica figuran Calle Norte-Sur y la Pirámide con rampa Nº 13. De igual forma, en el Templo del Sol, uno de los edificios Inca más representativos del santuario de Pachacámac, se ha descubierto la secuencia arquitectónica del área excavada, mostrando evidencias de pintura roja.

También los trabajos realizados en la Segunda Muralla, han puesto en evidencia importantes hallazgos, como calzadas y canales vinculados al Acllawasi, la existencia de un taller lítico, y de contextos funerarios.

Todo este trabajo ha podido lograrse con los financiamientos de Instituto Nacional de Cultura (INC) y del Ministerio de Cultura – Programa Qhapaq Ñan desde el año 2008 al 2011.

Asimismo se concluyó el registro y catalogación del material arqueológico que conforma la colección primigenia del Museo de Sitio de Pachacamac, resultado de ello es la numeración de 5500 ejemplares en el Registro Nacional.

La conferencista Denise Pozzi Escot es arqueóloga por la Universidad Nacional Mayor de San Marcos, con estudios de Maestría en Arqueologia Precolombina en la Universidad de Paris I Panteón Sorbona.

Actualmente es directora del museo de sitio de Pachacámac. Ha realizado trabajos de investigación arqueológica en Huaca Malena, Parque de las Leyendas y en el último año ha dirigido las labores de excavación y conservación efectuadas en el complejo arqueológico de Pachacamac.

Cabe señalar que en esta fecha del ciclo de los Jueves Culturales se culminará con la proyección de imágenes de la Ciudad de los Reyes bajo el nombre de “Semblanza de Lima en 1914”, trabajo elaborado por el historiador Alex Ortegal, encargado de la unidad de archivo del MNAAHP.

Andina

Fonte: http://www.rpp.com.pe/2012-01-24-ofreceran-charla-sobre-la-importancia-de-la-ciudadela-de-pachacamac-noticia_444005.html (24/01/2012)

Linhas cavadas na terra comprovam civilização perdida na Amazônia

Edmar Araújo posa para foto no terreno de sua família, em Rio Branco. Douglas Engle/The New York Times

Por Simon Romero
Rio Branco (Acre)

Edmar Araújo ainda se lembra da surpresa.

Enquanto desmatava o terreno de sua família há algumas décadas perto de Rio Branco, no extremo oeste da Amazônia brasileira, percebeu uma série de linhas cavadas profundamente no solo.

“Essas linhas eram perfeitas demais para não terem sido feitas pelo homem”, disse Araújo, um criador de gado de 62 anos de idade. “A única explicação que eu imaginei foi que eram trincheiras para a guerra contra os bolivianos.”

Mas não eram trincheiras, pelo menos não para nenhum conflito que aconteceu aqui no início do século 20. De acordo com surpreendentes descobertas arqueológicas feitas aqui nos últimos anos, as linhas cavadas no terreno de Araújo, e outras centenas delas nas imediações, são muito, muito mais antigas – refutando potencialmente o que se sabia até agora sobre a maior floresta tropical do mundo.

O desmatamento que vem devastando a Amazônia desde os anos 70 também expôs um segredo há muito escondido sob a densa floresta tropical: formas geométricas desenhadas com perfeição que se estendem por centenas de quilômetros de diâmetro.
Alceu Ranzi, um acadêmico brasileiro que ajudou a descobrir os quadrados, octágonos, círculos, retângulos e ovais entalhados no chão, disse que os geoglifos encontrados na terra desmatada são tão significativos quanto as famosas linhas de Nazca, os símbolos enigmáticos de animais que podem ser vistos de avião no sul do Peru. “O que mais me impressionou em relação a esses geoglifos foi sua precisão geométrica, e como eles emergiram de uma floresta que todos nós aprendemos que era intocada exceto por algumas tribos nômades”, disse Ranzi, paleontologista que primeiro viu os geoglifos nos anos 70 e que, anos mais tarde, examinou-os a bordo de um avião.

Para alguns acadêmicos da história humana na Amazônia, os geoglifos do Estado brasileiro do Acre e outros sítios arqueológicos sugerem que as florestas do oeste da Amazônia, antes consideradas inabitáveis para sociedades sofisticadas, em parte por causa da qualidade de seus solos, podem não ter sido tão parecidas ao Éden como defendem alguns ambientalistas.

Em vez de florestas pristinas, pouco habitadas por seres humanos, partes da Amazônia podem ter abrigado durante séculos grandes populações que chegavam a milhares de pessoas e que viviam em dezenas de cidades conectadas por redes de estradas, explica o escritor norte-americano Charles C. Mann. De fato, de acordo com Mann, o explorador britânico Percy Fawcett desapareceu em 1925 durante uma busca pela “Cidade Perdida de Z” no Xingu, uma área com esse tipo de assentamento urbano. Além de afirmar que partes da Amazônia eram “muito mais densamente povoadas do que se pensava”, Mann, o autor de “1491”, um livro inovador sobre os americanos antes da chegada de Colombo, disse: “essas pessoas modificaram intencionalmente seu ambiente de forma duradoura”.

Como resultado desses trechos extensos de povoamento humano, as colossais florestas da América do Sul podem ter sido bem menores em alguns momentos, com áreas grandes lembrando savanas relativamente vazias.

Essas revelações não se encaixam confortavelmente no debate politicamente carregado sobre destruir partes da floresta, no qual alguns os ambientalistas são contra permitira que qualquer tipo de atividade agropecuária em larga escala, como a pecuária e o cultivo de soja, avance mais para dentro da Amazônia.

Os cientistas hoje dizem que também se opõem à queima de estoque das floretas, mesmo que as pesquisas sugiram que a Amazônia tenha sustentado uma agricultura intensiva no passado. De fato, eles dizem que outras terras nos trópicos, principalmente na África, poderiam se beneficiar potencialmente de estratégias que já foram usadas na Amazônia para superar restrições do solo.

“Se alguém quiser recriar a Amazônia pré-colombiana, a maior parte das florestas precisaria ser removida e substituída por muitas pessoas e uma paisagem gerenciada de alta produtividade”, disse William Woods, um geógrafo da Universidade de Kansas que faz parte de uma equipe que estuda os geoglifos do Acre.

“Eu sei que isso não soará bem para os ambientalistas ardorosos”, disse Woods, “mas o que mais se pode dizer?”.

Enquanto os pesquisadores juntam as peças da história ecológica da Amazônia, o mistério ainda encobre as origens dos geoglifos e as pessoas que os fizeram. Até agora, 290 sulcos como estes foram encontrados no Acre, junto com cerca de 70 outros na Bolívia e 30 nos Estados brasileiros do Amazonas e Rondônia.

Os pesquisadores viram os geoglifos pela primeira vez nos anos 70, depois que a ditadura militar do Brasil encorajou as pessoas a se mudarem para o Acre e outras partes da Amazônia, usando o slogan nacionalista “ocupar para não entregar” para justificar o assentamento que resultou em desmatamento.

Mas pouca atenção científica foi dada à descoberta até que Ranzi, o cientista brasileiro, começou suas pesquisas no final dos anos 90, e pesquisadores brasileiros, finlandeses e norte-americanos começaram a encontrar mais geoglifos usando imagens de satélite de alta resolução e pequenos aviões para voar sobre a Amazônia.

Denise Schaan, uma arqueóloga da Universidade Federal do Pará no Brasil que agora lidera a pesquisa sobre os geoglifos, disse que o teste de radiocarbono indicou que eles foram feitos entre 1.000 e 2.000 anos atrás, e podem ter sido reconstruídos várias vezes durante aquele período.

Inicialmente, disse Schaan, os pesquisadores, depois de avaliar os 6 metros de profundidade de algumas das trincheiras, acharam que elas eram usadas para a defesa contra ataques. Mas a falta de sinais de assentamento humano dentro e em torno delas, como vestígios de moradia e pilhas de lixo, bem como modificações do solo para a agricultura, derrubaram essa teoria.

Pesquisadores agora acreditam que os geoglifos podem ter tido importância cerimonial, semelhante, talvez, às catedrais medievais na Europa. Esse papel espiritual, disse William Balee, antropólogo da Universidade de Tulane, poderia estar relacionado à “geometria e ao gigantismo”.

Ainda assim, os geoglifos, localizados no cruzamento entre as culturas andina e amazônica, continuam sendo um enigma.

Eles ficam distantes dos assentamentos pré-colombianos descobertos em outras partes da Amazônia. Ainda existem grandes lacunas no que se sabe sobre os povos indígenas desta parte da Amazônia, depois que milhares foram escravizados, mortos ou obrigados a deixar suas terras durante a expansão da borracha que começou no final do século 19.

Para os cientistas e pesquisadores do Brasil, disse Schaan, as linhas são “uma das descobertas mais importantes de nossa época”. Mas o repovoamento desta parte da Amazônia ameaça a sobrevivência dos geoglifos, depois de ficarem escondidos por séculos.

A floresta ainda cobre a maior parte do Acre, mas nas áreas desmatadas onde os geoglifos foram encontrados, estradas de terra já atravessam alguns deles. Pessoas vivem em barracos de madeira dentro de outros. Os geoglifos estão repletos de postes de eletricidade. Alguns donos de terras usam as trincheiras como depósitos de água para o gado.

“É uma desgraça que nosso patrimônio seja ameaçado dessa forma”, disse Tiago Jurua, autor de um novo livro sobre a proteção de sítios arqueológicos, inclusive dos geoglifos.

Jurua, um biólogo, e outros pesquisadores disseram que os geoglifos encontrados até agora são provavelmente apenas uma amostra do que as florestas do Acre guardam sob suas copas. Afinal, eles alegam que fora das cidades modernas, hoje há menos pessoas na Amazônia do que havia antes da chegada dos europeus há cinco séculos.
“Esta é uma nova fronteira para a exploração e a ciência”, disse Jurua. “O desafio agora é fazer mais descobertas nas florestas que ainda estão de pé, com a esperança de que elas não sejam derrubadas em breve”.

Lis Horta Moriconi contribuiu com a reportagem no Rio de Janeiro.
Tradutor: Eloise De Vylder

Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2012/01/22/linhas-cavadas-na-terra-comprovam-civilizacao-perdida-na-amazonia.htm (22/01/2012)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Critican abandono administrativo y técnico de ciudadela Chan Chan


PUB Proyecto Complejo Arqueológico Chan Chan

Los directores de Proyectos de Investigación y Museos Arqueológicos del Norte del Perú emitieron un pronunciamiento pidiendo atención del Ministerio de Cultura. Los directores de Proyectos de Investigación y Museos Arqueológicos del Norte del Perú (Arqueonorte) emitieron un pronunciamiento dando a conocer su preocupación por la designación del economista Fredy Carranza como director de la Unidad Ejecutora 006 de Chan Chan.

Ricardo Morales codirector del proyecto de la Huaca de la Luna expresó que dicha Arqueonorte rechaza ese nombramiento por el mal manejo administrativo y técnico que afectan la conservación del único Patrimonio Mundial de la costa norte del Perú. Por lo que solicitaron al Ministerio de Cultura el nombramiento de otro nuevo director que tenga los méritos académicos y conocedor de la realidad arqueológica del norte del Perú.

Dentro del pronunciamiento se subraya que el complejo arqueológico de Chan Chan es un monumento frágil, fatigado y vulnerable; lamentando que la actual gestión de la Unidad Ejecutora 006 haya desactivado todo el equipo técnico y personal a cargo de la conservación y preservación de dicho monumento.

Fonte: http://www.rpp.com.pe/2012-01-10-critican-abandono-administrativo-y-tecnico-de-ciudadela-chan-chan-noticia_439410.html (10/01/2012)

CAHOKIA

Três artigos interessantes - em inglês - sobre a fantástica cultura de Cahokia.
Vale a pena conhecer!


More Details Emerge on Cahokia Settlement

Para saber mais:
Fonte: http://ancient-tides.blogspot.com/2012/01/more-details-emerge-on-cahokia.html




The Lost City of Cahokia

POR ERIC JAFFE
JAN 03, 2012
Fonte: http://www.theatlanticcities.com/arts-and-lifestyle/2012/01/lost-city-cahokia/848/




The lost city of Cahokia: Archaeologists uncover Native Americans' sprawling metropolis under St Louis

By Daily Mail Reporter


Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2082113/The-lost-city-Cahokia-Archaeologists-uncover-Native-Americans-sprawling-metropolis.html

Excavaciones demuestran que personajes de la leyenda Naylamp existieron


Por: Juan Cabrejos

El complejo arqueológico Chotuna abarca a las pirámides Susy, Gloria, Chotuna y Chornancap. Según la leyenda, Naylamp llegó con una gran flota de naves y desembarcaron en la playa cerca a Chotuna.

Según la leyenda cuando Naylamp llegó con su gente por mar desembarcó en la playa y ordenó la construcción de un templo que llamó Chot.

El nieto de Naylamp
“Los personajes de la leyenda Naylamp sí existieron”, dijo el arqueólogo Carlos Wester La Torrre el viernes 13 de enero en una visita guiada hacia las excavaciones que se realizan en el complejo arqueológico Chotuna Chornancap, ubicado a 7 kilómetros al este de la ciudad de Lambayeque.

Sus frases aparentemente simples son frases que estremecerán a la historia y a la arqueología nacional, pues se está a punto de demostrar que lo que cuenta la leyenda sí sucedió hace siglos, y es que la tumba del gran sacerdote Chornancap, encontrada en octubre del 2011 sería nada más y nada menos que de uno de los descendiente directos del mítico Naylamp.

Los arqueólogos esbozan la posibilidad de que sea uno de los nietos de Naylamp, quienes fueron los que comenzaron a expandirse desde Chotuna hacia todas las direcciones cardinales.

Las muestras que fueron encontradas junto a los restos humanos son objetos cerámicos y metálicos procedentes de áreas cajamarquinas, piuranas, tumbesinas y ecuatorianas, lo que significa que el gran sacerdote Chornancap fue un jerarca macroregional.

La leyenda
Desde la escuela nos enseñan que la cultura Lambayeque fue fundada por el mítico Naylamp, quien habría llegado por mar encabezando una gran flota de naves que desembarcaron en playas lambayecanas. La leyenda dice que a menos de un kilómetro hizo levantar un templo que llamaron Chot, alrededor del cual se fue construyendo una serie de edificios con el paso de los años.

Y estos restos arqueológicos existen a 7 kilómetros al oeste de la ciudad de Lambayeque y allí los arqueólogos encabezados por Carlos Wester La Torre en los últimos 6 años han realizado interesantes hallazgos que están aportando mucho a la historia lambayecana y del Perú.

“Mucho se habla de la leyenda, pero se necesita documentarla arqueológicamente. Hay elementos culturales muy similares entre Chotuna y Batangrande y con las excavaciones se tratará de ver la correlación entre ambas”, señala el arqueólogo Carlos Wester La Torre, director del Museo Nacional de Arqueología Enrique Bruning y actual director de la Unidad Ejecutora Naylamp N° 005.

Del 2006 al 2011, los arqueólogos han logrado importantes hallazgos arqueológicos como el mural con frisos, la tumba de un jerarca rodeado de cuerpos de mujeres, palacios, templos y mucha arquitectura que mientras más abajo esté, demuestra más antigüedad.

Los arqueólogos tienen la esperanza de encontrar la tumba del mismísimo Naylamp. Por lo pronto, las palabras de Carlos Wester siguen retumbando. “Los personajes de la leyenda Naylamp sí existieron”.

Fonte: http://www.rpp.com.pe/2012-01-14-excavaciones-demuestran-que-personajes-de-la-leyenda-naylamp-existieron-noticia_440811.html (14/01/2012)

Patrimonio en Tiwanaku se deteriora; las piezas líticas están en riesgo

El museo Lítico en completo estado de abandono. Foto: Cortesía de Erbol.

El museo Lítico del complejo arqueológico de Tiwanaku, Patrimonio de la Humanidad, es afectado por las lluvias, la humedad y la carencia de preservación de su infraestructura, que pone en riesgo al patrimonio cultural expuesto en sus salas, como el monolito Bennett –la estela más grande de los tiwanacotas– y una serie de esculturas de piedra, que fueron talladas por la milenaria civilización.

Goteras, humedad y filtraciones de agua, provocadas por las lluvias, se registran en algunas de las paredes que provienen del techo del repositorio –donde hay agujeros– mientras el Ministerio de Culturas y el municipio local no asumen una responsabilidad del patrimonio cultural arqueológico que se encuentra en el sitio.

En una anterior visita expertos y representantes de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación la Ciencia y la Cultura (UNESCO) recomendaron a las autoridades de cultura realizar un inventario de las piezas líticas del museo para su resguardo y preservación adecuada a las que calificaron como “una de las más importantes colecciones arqueológicas existentes en Suramérica”.

Tres de las cuatro salas del Museo Lítico permanecen cerradas al público y sólo se muestra la sala principal, donde se encuentra el monolito Bennett, que tiene una altura de más de 20 metros y es considerada la escultura de piedra más grande. La estela, también llamada Pachamama por las trenzas que tiene en su cabeza, siete a cada lado, tiene en su cuerpo tallados con una iconografía que aún no fue descifrada por los arqueólogos.

El dirigente cantonal de los mallkus de Tiwanaku, Félix Yupanqui, que también preside el directorio del Centro de Investigación Arqueológica Antropológica yAdministración de Tiwanaku (CIAAAT), dijo que la población del lugar se encuentra muy preocupada por el repositorio y aseveró que la Ministra de Culturas “tampoco se preocupa por la refacción del sitio”.

Explicó que el museo es parte del juicio que el Estado sigue a la empresa constructora RAH Gómez, que edificó con una serie de falencias la infraestructura hace más de cinco años y mientras continúe el litigio no se puede intervenir el lugar.

“Estamos cansados y molestos porque no se soluciona el caso, tenemos que pagar los platos rotos de otras instituciones como el Ministerio de Culturas”, remarcó Yupanqui.

Sin embargo, la nueva Constitución Política del Estado (CPE) establece en su artículo 99 parágrafo II que “el Estado garantizará el registro, protección, restauración, recuperación, revitalización, enriquecimiento, promoción y difusión de su patrimonio cultural, de acuerdo con la ley”.

Yupanqui solicitó a los ministerios de Justicia y Culturas apresurar el caso y su respectiva sentencia para poder intervenir y refaccionar el repositorio donde se registran filtraciones de agua, que ponen en riesgo la infraestructura nombrada Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO en 2000.

Fonte: http://www.opinion.com.bo/opinion/articulos/2012/0109/noticias.php?id=38640 (09/01/2012)

Scientists confirm tobacco use by ancient Mayans

Mass spectrometry detects first physical evidence of nicotine in Mayan container

Archaeologists examining late period Mayan containers have identified nicotine traces from a codex-style flask, revealing the first physical evidence of tobacco use by ancient Mayans. The study published in Rapid Communications in Mass Spectrometry reveals the flask is marked with Mayan hieroglyphics reading, "y-otoot 'u-may," ("the home of its/his/her tobacco,") making it only the second case to confirm that the text on the exterior of a Mayan vessel corresponds to its ancient use.

"Investigation of food items consumed by ancient people offers insight into the traditions and customs of a particular civilization," explains Jennifer Loughmiller-Newman from the University at Albany in New York. "Textual evidence written on pottery is often an indicator of contents or of an intended purpose, however actual usage of a container could be altered or falsely represented."

Many of the Mayan flask vessels from the Kislak collection of the Library of Congress examined in this study were filled with other substances, such as iron oxide used in burial rituals, making it difficult to detect the original content.
The most indisputable evidence of a container's usage is obtained when hieroglyphic text or pictorial illustrations on the exterior of a container is consistent with the chemical analysis of interior residues. For the current investigation, researchers analyzed samples extracted from the Late Classic Maya period (600 to 900 AD) using gas chromatography mass spectrometry (GCMS) and liquid chromatography mass spectrometry (LCMS).

Nicotine—the signature alkaloid in tobacco—was identified as the major component of the extracts from one of the 150 vessels in the collection. The flask was determined to be made in southern Campeche, Mexico and dates to around 700 AD.

Prior to the current discovery, the only existing evidence showing a Mayan vessel to have the same content as indicated by hieroglyphic text was the identification of theobromine, an alkaloid found in cacao, more than 20 years ago.

"Our study provides rare evidence of the intended use of an ancient container," concludes Dr. Dmitri Zagorevski from the Rensselaer Polytechnic Institute in Troy, New York. "Mass spectrometry has proven to be an invaluable method of analysis of organic residues in archaeological artifacts. This discovery is not only significant to understanding Mayan hieroglyphics, but an important archaeological application of chemical detection."

Fonte: http://www.eurekalert.org/pub_releases/2012-01/w-sct011012.php (12/01/2012)

As pedras do sol

Blocos de granito talhados há mil anos no Amapá estão alinhados com a trajetória do astro.

Por Marcos Pivetta
Pesquisa FAPESP
Edição Impressa 186 - Agosto 2011

Sítio do Rego Grande: astronomia e cemitério. MARIANA PETRY CABRAL.

No final do século XIX, o zoólogo suíço Emílio Goeldi fez uma expedição ao rio Cunani e encontrou grandes blocos de rocha que pareciam apontar para o céu em terras do atual norte do Amapá, uma área então em litígio entre o Brasil e a França. Ao longo das seis primeiras décadas do século passado, alguns pesquisadores de renome, como o alemão Curt Nimuendajú nos anos 1920 e os americanos Betty Meggers e Clifford Evans no final dos anos 1950, também avistaram essas construções humanas com os tais blocos de granito em alguns sítios arqueológicos. Pouca cerâmica associada aos locais dos megálitos, como são chamadas as grandes estruturas de pedra arranjadas ou construídas por mãos humanas, foi resgatada e ganhou corpo a interpretação de que, naquele pedaço quase perdido da Amazônia, apenas uma pequena população de algum povo pré-colombiano deve ter feito sua morada. Os sítios deveriam ter sido usados basicamente para fins cerimoniais. Depois disso, a região caiu num semiesquecimento para a ciência.

Até que, em 2005, um jovem casal de arqueólogos gaúchos, Mariana Petry Cabral e João Darcy de Moura Saldanha, deixou o Sul, se mudou para a capital amapaense e passou a se dedicar ao estudo de alguns 200 sítios pré-históricos do estado, dos quais uns 30 apresentam megálitos. Embora ainda haja muitas lacunas de conhecimento sobre a antiga cultura que talhou e ordenou os blocos de granito, alguns com até 2,5 metros de altura e 4 toneladas, a dupla de pesquisadores produziu uma série de novos dados sobre o contexto em que as estruturas foram erigidas. Pela primeira vez, o importante sítio do Rego Grande, dotado de vistosas pedras na posição vertical e situado em Calçoene, município distante 460 quilômetros ao norte de Macapá, foi alvo de uma datação por carbono 14, um dos métodos mais confiáveis. “Conseguimos realizar três datações de fragmentos de carvão encontrados dentro de poços funerários do Rego Grande”, diz Mariana, que, como Saldanha, trabalha no Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa). O local foi habitado há cerca de mil anos, dado que confirma as estimativas iniciais dos cientistas. Outros 10 sítios do Amapá, três deles com megálitos, também foram datados e todos parecem ter sido ocupados entre 700 e mil anos atrás.

É relativamente comum que sítios pré-históricos com megálitos exibam evidências de terem sido usados como lugares para observação de algum fenômeno astronômico. Essa é uma das funções que se atribuem comumente ao famoso círculo de pedras de Stonehenge, erigido há 4,5 mil anos no sul da Inglaterra. Seria o Rego Grande um Stonehenge amazônico? As evidências apoiam essa interpretação. Nos últimos anos os arqueólogos realizaram medições sistemáticas sempre na data de 21 ou 22 de dezembro, que marca o solstício de inverno (Calçoene está acima da linha do equador), e verificaram que um fino monólito parece estar alinhado com a trajetória do sol ao longo desse dia. Ao nascer, o sol está no topo da rocha e, com o passar das horas, vai descendo até morrer na base da rocha. “Nessa época do ano o solstício marca o início da temporada de chuvas na Amazônia”, comenta Saldanha. “Os índios deviam saber disso.” Dois outros blocos de granito, inclusive um com furo feito por mãos humanas, também ocupam posições aparentemente associadas ao movimento do astro nessa data. Como as pedras e blocos inclinados do Rego Grande exibem uma robusta fundação, feita também de pedras, os arqueólogos acreditam que a angulação do megálito foi pensada por seus idealizadores, e não seria fruto do desgaste natural sofrido pelos pedaços de granito do sítio.

Especialista em megálitos, em especial os do Alentejo, o arqueólogo português Manoel Calado, da Universidade de Lisboa, concorda com a hipótese de que as pedras inclinadas do Rego Grande podem ter sido dispostas dessa maneira para marcar a observação, na linha do horizonte, de eventos astronômicos simples, de caráter cíclico, como a trajetória do sol solsticial. “Não tenho nenhuma dúvida (disso)”, diz Calado, que já esteve no Amapá para conhecer as estruturas líticas desse sítio, mas não faz parte do grupo de pesquisa dos brasileiros. “Esse é um dos aspectos que tornam os megálitos amazônicos muito semelhantes aos da Europa.” Para ele, a construção desse tipo de estrutura pode ter sido realizada no Amapá num momento em que as tribos locais passavam por um processo de sedentarização e de eclosão ou desenvolvimento da agricultura. Era preciso estar fixo à terra para alterar a paisagem com estruturas como os megálitos.

Cerâmica aristé e monólito apontando para o sol no dia do solstício. MAURICIO DE PAIVA

Cemitério - Rego Grande e outros sítios com megálitos exibem traços de terem sido usados também como cemitérios, outra característica típica desse tipo de estrutura pré-histórica. Urnas funerárias feitas no estilo cerâmico aristé, marcado por desenhos vermelhos sob um fundo branco ou pontuado por gravuras feitas na argila ainda úmida, foram encontradas nesses locais. Pedaços de vasos decorados, achados junto às urnas, indicam que os mortos podem ter sido enterrados ao lado de oferendas. “Os sítios com grandes megálitos devem ter sido destinados às pessoas mais importantes da tribo”, afirma Saldanha. O problema é que cerâmicas desse estilo foram igualmente encontradas em sítios pré-históricos que não exibem monumentos de pedra. Comum em todo o litoral norte do Amapá e na Guiana Francesa, a elaborada cerâmica aristé deixou de ser produzida depois da chegada do europeu às Américas e, segundo Mariana, sua confecção não pode ser associada a nenhum povo indígena atual da região.

A dupla de pesquisadores, que representa dois terços da arqueologia amapaense (só há mais um especialista nesse tema no estado), escavou ainda duas aldeias antigas, também na região de Calçoene, onde devem ter morado os construtores das grandes estruturas líticas. Descobriram vestígios de apenas meia dúzia de habitações em cada aldeia. No início de seus trabalhos os arqueólogos ainda se amparavam na hipótese de que poderia ter havido uma sociedade complexa e organizada, com uma população numerosa e grandes acampamentos, no norte do Amapá, por volta do ano mil da era cristã, quando surgiram os primeiros megálitos. Agora acreditam que a alteração na paisagem natural do Amapá pode ter sido produzida por tribos com poucos representantes. “Eles parecem ter vivido em pequenas aldeias esparsas, mas tinham uma liderança e organização para ter feito os megálitos”, afirma Saldanha.

Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=4495&bd=1&pg=1&lg= (agosto/2011)

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Ministerio de Cultura defiende al Complejo Arqueológico Puruchuco

Foto: lugaresturisticosdelima.com

Dicha cartera no acepta el corte del Cerro Mayorazgo y considera que se debe reformular el diseño de la vía buscando alternativas que protejan dicho patrimonio.

Con relación a la excavación a tajo abierto que la autoridad municipal del distrito de Ate pretende realizar en la zona donde se emplaza el Complejo Arqueológico Puruchuco – Huaquerones, declarado Patrimonio Cultural de la Nación, mediante la RDN N° 082/INC del 30-01-2001, el Ministerio de Cultura debe de informar que: No acepta el corte del Cerro Mayorazgo y considera que se debe reformular el diseño de la vía buscando alternativas que protejan el patrimonio como podría ser un paso a desnivel subterráneo.

Deben, por tanto, agotarse todos los esfuerzos técnicos para evitar el corte a tajo abierto en el Cerro Mayorazgo. A la fecha, no se han cumplido a cabalidad 7 de los 9 puntos o medidas de mitigación solicitadas en la RDN N° 268/INC del año 2003 a las Municipalidades de Ate y de Lima Metropolitana.

El complejo en su conjunto se encuentra protegido por la Constitución Política del Perú y la Ley General de Patrimonio Cultural. Asimismo, el Perú es signatario de convenciones internacionales que versan sobre la protección del patrimonio cultural. La Convención de la UNESCO de 1972 en su artículo 4°, indica que los Estados partes reconocen la obligación de identificar, proteger, conservar, rehabilitar y transmitir a las generaciones futuras el patrimonio cultural y natural.

En ese sentido, el Ministerio de Cultura usará hasta el máximo de los recursos que disponga para cumplir con la protección de nuestro patrimonio cultural

Fonte: http://www.generaccion.com/noticia/136501/ministerio-cultura-defiende-al-complejo-arqueologico-puruchuco (04/01/2012)

Arqueólogos hallan nuevas pinturas rupestren en México

FOTO: Una de las 3.000 pinturas rupestres localizadas en el estado de Guanajuato, en México. EFE

EFE.MÉXICO

El INAH indicó en un comunicado que las representaciones pictóricas se encontraron en 40 sitios, entre frentes y abrigos rocosos, en una zona árida del noreste de Guanajuato

El arqueólogo explicó que para los antiguos cazadores recolectores, "plasmar imágenes en roca iba más allá de dejar huella de la memoria colectiva de momentos históricos, climáticos y rituales"


Arqueólogos mexicanos hallaron unas 3.000 pinturas rupestres, algunas de las cuales de casi 2.000 años, en el central estado de Guanajuato, informó este sábado el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH).

En México hay cientos de sitios con pinturas rupestres, las más destacadas en los estados de Baja California, Chihuahua, Yucatán, Oaxaca, Tlaxcala, Durango y Nuevo León, así como en el Valle de México.

La pintura rupestre más antigua en México documentada hasta el momento se encuentra en Baja California y data de unos 7.400 años.

Fuentes de la institución indicaron que los últimos hallazgos se efectuaron de agosto a octubre de 2011, pero no se informó hasta ahora después de que los especialistas confirmaron la antigüedad y realizaron sus análisis.

La localización de estos vestigios forma parte del proyecto Arte Rupestre en la Cuenca del Río Victoria -que abarca la zona semidesértica de los estados de Querétaro y Guanajuato-, desarrollado por expertos del INAH y dirigidos por el arqueólogo Carlos Viramontes.

El INAH indicó en un comunicado que las representaciones pictóricas se encontraron en 40 sitios, entre frentes y abrigos rocosos, en una zona árida del noreste de Guanajuato.

Añadió que las más antiguas son imágenes que aluden a rituales de paso, curación, petición de lluvias o de culto a los cerros, elaboradas por antiguas sociedades de cazadores recolectores que ocuparon esa zona durante los primeros siglos del primer milenio de nuestra era.

Estas pinturas, en las que predominan los colores amarillo, rojo y negro, por lo general representan figuras humanas con tocados, faldones y escudos, así como algunos instrumentos no identificados aún; en algunas ocasiones también portan arcos y flechas en escenas de caza o de guerra.

"También hay gran diversidad de animales, principalmente ciervos, cánidos, insectos como ciempiés y arácnidos, y gran cantidad de aves, generalmente con alas extendidas, junto a círculos radiados que probablemente sean representaciones solares", señaló Viramontes.

El arqueólogo explicó que para los antiguos cazadores recolectores, "plasmar imágenes en roca iba más allá de dejar huella de la memoria colectiva de momentos históricos, climáticos y rituales, puesto que para ellos los abrigos y frentes rocosos utilizados para pintar eran el punto de contacto entre el mundo material y el espiritual".

Eso se ha determinado gracias a la misma iconografía, en la que los autores reflejaron el culto ancestral a la piedra y al cerro como entidades vivas, añadió.

En la zona también se descubrieron representaciones religiosas e inscripciones correspondientes a la época colonial realizadas por comunidades otomíes, además de otras hechas por rancheros y religiosos en los siglos XIX y XX.

Los hallazgos se suman a los realizados en más de 70 sitios con arte rupestre descubiertos en Guanajuato desde finales de la década de 1980.

Fonte: http://www.diariodenavarra.es/noticias/mas_actualidad/cultura/arqueologos_hayan_nuevas_pinturas_rupestren_mexico_63242_1034.html (07/01/2012)

Demoran licitación para plan de manejo ceremonial de Tiwanaku

FOTO: Ruinas de la cultura de Tiwanaku, el pasado 21 de junio, solisticio de invierno. - Afka Periodista Invitado

Por Redacción Central | - Los Tiempos

El municipio de Tiahuanaco debe entregar hasta mayo a la Organización de las Naciones Unidas para la Ciencia, la Educación y Cultura (Unesco) un Plan de Manejo del centro ceremonial de Tiwanaku, Patrimonio Cultural de la Humanidad, pero éste aún no publicó ni siquiera la convocatoria para designar al Director que deberá encargarse de las gestiones, según información difundida en la página digital del Erbol.

La agencia de noticias informa que, según el Ministerio de Culturas, la convocatoria será puesta a consideración de expertos arqueólogos y antropólogos bolivianos y de los que se elegirá una terna para que el presidente Evo Morales designe al Director del Centro de Investigación, Arqueológica, Antropológica y Administración de Tiwanaku (Ciaaat). La instancia fue creada a través de un Decreto Supremo en 2011 y entre sus tareas fundamentales está la ejecución de políticas destinadas a la conservación y preservación del patrimonio arqueológico.

Para el representante de la Sociedad de Arqueología de La Paz, Carlos Lémuz, tras la primera reunión del Ciaaat en diciembre de 2010, con la asistencia de la ministra de Culturas, Elizabeth Salguero, “sólo se definió una agenda de actividades y que aún no cumplieron ninguna de las tareas prioritarias”.

“Este aspecto no deja de causar preocupación en el área de la arqueología, ya que el plazo de la Unesco vence en mayo de este año, por lo que es necesario que existan avances con los acuerdos que se tiene con la instancia internacional”, aseveró Lémuz. Añadió que es lamentable que ni el Ministerio de Culturas, ni las otras entidades como el municipio local, hayan avanzado en la elaboración de los términos de referencia destinados al puesto de Director del Ciaaat. “Esto inevitablemente va retrasar la contratación y, consecuentemente, todas las acciones que se espera se ejecuten antes de la llegada de una nueva misión del organismo internacional”, dijo el representante de la Sociedad de Arqueología de La Paz a Erbol.

El centro ceremonial y arqueológico de Tiwanaku fue nombrado Patrimonio de la Humanidad en 2000 por la Unesco. En el lugar quedan los restos líticos de la civilización milenaria que desarrolló el arte y la ciencia con edificaciones de piedra y miles de objetos de cerámica.

Entre las recomendaciones que fueron emitidas por el Comité de Patrimonio Mundial de la organización internacional en París en julio de 2010 se destacó “la aprobación de un decreto supremo que otorgue una institucionalidad más acorde con la nueva estructura del órgano ejecutivo en el país”.

También recomendó garantizar recursos humanos y financieros requeridos para la conservación y gestión del bien, así como efectuar un estudio arqueológico de la zona adyacente. Pidió también –el Comité de Patrimonio Mundial– una reunión internacional para definir las disposiciones reglamentarias para el Plan de Conservación de Tiwanaku, además de crear un sistema de drenaje integrado y establecer el Plan de Gestión del Sitio”.

Sin embargo, en la primera reunión del Ciaaat –dijo Lémuz– las conclusiones en torno al Plan de Ordenamiento Territorial, el Plan de Ordenamiento y el Plan de Manejo no resultaron claras por lo que se puede concluir que poco o nada se ha avanzado en la gestión por el patrimonio arqueológico.

Fonte: http://www.lostiempos.com/diario/actualidad/tragaluz/20120106/demoran-licitacion-para-plan-de-manejo-ceremonial-de_155816_324724.html (10/01/2012)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

INAH abrirá nuevas zonas arqueológicas en 2012

México, DF.- El Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) prevé abrir más sitios arqueológicos para 2012 en los estados de Quintana Roo, Chiapas, Oaxaca, Sonora y Zacatecas.

Varios años de exploración darán como resultado la apertura de otras zonas arqueológicas en el país, mismas que coadyuvarán a la generación de empleos para las comunidades aledañas.

Se trata de las zonas arqueológicas de San Miguelito (Quintana Roo), Lagartero e Iglesia Vieja (Chiapas), Atzompa (Oaxaca), Cerro del Teúl (Zacatecas) y Cerro de Trincheras (Sonora), donde el INAH ha trabajado por muchos años en la exploración y rescate de las edificaciones prehispánicas, con base en proyectos de investigación de mediano y largo plazo.

Cabe destacar que durante el presente sexenio, se han abierto al público las zonas prehispánicas de Tancama en Querétaro, Tehuacalco y Soledad de Maciel en Guerrero, Peralta y Cañada de la Virgen en Guanajuato, Chiapa de Corzo en Chiapas y Bocana del Río Copalita en Oaxaca.

Fonte: http://www.aztecanoticias.com.mx/notas/cultura/88638/inah-abrira-nuevas-zonas-arqueologicas-en-2012 (30/12/2011)

Hallan pinturas rupestres de 8.000 años en Huancavelica

Hallan pinturas rupestres de 8.000 años en Huancavelica

Las pinturas se encuentran en buenas condiciones de conservación, pese a que la cueva es utilizada por ganaderos y campesinos.

Perú. El presidente de la Asociación Peruana de Arte Rupestre, Gori Echevarría, reportó el hallazgo de pinturas rupestres con formas humanas, animales y geométricas en una cueva en la provincia de Churcampa, en Huancavelica. Estas tendrían entre 8.000 y 12.000 años de antigüedad.

Explicó que en una visita realizada en los últimos días, se identificó seis escenas de figuras rupestres en 20 metros de un muro de piedra, que retratan a hombres en postura de cazadores y siluetas con aparente movimiento. Las quilcas, nombre autóctono de esta expresión artística, son de colores rojas, blancas y negras.

“Este hallazgo confirma el gran desarrollo cognitivo del peruano antiguo y establece una referencia de su tradición pictórica. Lo más importante es la variación y extensión de los motivos y escenas”, señaló Echevarría.

Dijo que las pinturas se encuentran en buenas condiciones de conservación, pese a que la cueva es utilizada por ganaderos y campesinos que ponen en riesgo al material arqueológico, aún no registrado como patrimonio cultural.

Recordó que durante la visita dialogó con el alcalde provincial de Churcampa, Wilder Córdova Ramos, y las poblaciones aledañas, a fin de promover la protección del sitio.

Echevarría refirió que el lugar era conocido por algunos pobladores, pero a la fecha no ha sido materia de estudio arqueológico. La cueva del hallazgo se ubica a unos 3.200 metros sobre el nivel del mar, en el cerro Torongana.

Fonte: http://laindustria.pe/actualidad/peru/hallan-pinturas-rupestres-de-8000-anos-en-huancavelica (29/12/2011)

Guachimontones abre sus puertas hoy

Impreso Cultura

Se inaugurará el espacio con el que se espera que el municipio de Teuchitlán registre más de 36 mil visitantes al mes, esto es el doble de los que hoy acuden a la zona arqueológica.


Milenio EL RECINTO SE ENCUENTRA A 300 METROS DE LA ZONA ARQUEOLÓGICA, BUSCANDO VISITANTES MÁS INFORMADOS.

Generar un museo que dimensionara la importancia de la zona arqueológica de Guachimontones al mundo fue un sueño del arqueólogo estadunidense Phil Weigand, quien trabajó en el lugar desde 1970, ese sueño se verá cristalizado hoy con la inauguración del Centro Interpretativo Guachimontones Phil Weigand. Luego de años de gestiones, obras y pausas en las mismas por falta de presupuesto, el centro será abierto al público este martes.

El recinto está ubicado a una distancia de 300 metros del sitio arqueológico, con la intención de que los visitantes puedan documentarse de una mejor manera a través de las diferentes exposiciones del recinto, para que luego puedan confirmar estos conocimientos de frente a la zona arqueológica perteneciente al territorio conocida como la “Tradición Teuchitlán”. Según los estudios hasta ahora realizados, se estima que en este sitio se desarrolló una cultura sofisticada con una organización perfectamente estructurada con manifestaciones culturales, expresiones arquitectónicas y prácticas productivas, cuyo desarrollo habría iniciado desde el año 350 antes de Cristo (a. C.) y habría terminado en el 350 después de Cristo (d. C.).

De acuerdo al director de Patrimonio de la Secretaría de Cultura, Modesto Aceves, el Centro Interpretativo Guachimontones Phil Weigand requirió de una inversión de 18 millones de pesos en construcción y nueve millones adicionales empleados en lo concerniente al menaje museográfico. El espacio que se inaugurará este mediodía cuenta con catorce salas de exposición permanente más otros espacios para exposiciones temporales. De acuerdo a Aceves, la instalación de un “túnel sensorial” y otros aditamentos con que cuenta el recinto harán que la experiencia del visitante sea muy distinta a la que se tiene cuando se acude a un museo tradicional.

“Es un espacio que mostrará de una manera lúdica para niños y jóvenes la riqueza de lo que son los Guachimontones. Es un centro que se rescató en los últimos doce años a partir de iniciativa de los gobiernos estatales de Jalisco y será un centro interpretativo totalmente diferente a lo que conocemos como el Museo Regional de Guadalajara o los otros museos de arqueología que hay en México. Es decir, la manera de enseñar y aprender será totalmente distinta”, expresa Modesto Aceves.

El espacio cuenta con los murales realizados por el artista plástico Jorge Monroy, quien recrea algunas imágenes de lo que pudo haber sido la vida en esta zona de Jalisco.

Los datos históricos que se difundirán en este centro fueron basados en un guión científico elaborado en supervisión por el arqueólogo Phil Weigand, en el que se muestra el desarrollo asentado en la zona Valles de Jalisco como una parte de Mesoamérica,en donde se exploran distintos aspectos, como el de la tecnología de la época, la cerámica, el medio ambiente, los objetos que se empleaban para la vida cotidiana y el comercio.

Claves
Un espacio de historia

• Martelva Gómez Pineda, quien dirigió el Museo Regional de Guadalajara desde 2003 a 2008, será la directora del Centro Interpretativo Guachimontones Phil Weigand, que contará con catorce guías.

• El espacio abre con 18 meses de retraso, pues según los planes originales del gobierno estatal, se esperaba que fuera inaugurado desde junio de 2010, asunto que se malogró por falta de recursos.

• Phil Weigand descubrió esta zona arqueológica desde 1970. Desde entonces dedicó su vida a la investigación de los Guachimontones. Murió en septiembre del año pasado, sabiendo que el recinto llevaría su nombre.

Guadalajara • Ignacio Dávalos

Fonte: http://www.milenio.com/cdb/doc/impreso/9088792 (03/01/2012)

Taller de Arqueología para niños es impulsado por Municipio Miraflorino


El Museo de Sitio Huaca Pucllana de la Municipalidad de Miraflores ofrece este verano su emblemático "Taller de Arqueología para Niños", donde en forma didáctica, divertida e interactiva y en un lenguaje claro y sencillo los menores aprenden a querer y valorar nuestro patrimonio cultural.

Las clases se inician el sábado 7 y menores participarán en excavaciones arqueológicas simuladas. Mayor información en los teléfonos 617-7138 y 617-7148 o en el correo huacapuclllana@hotmail.com.

La Huaca Juliana o Pucllana, que pertenece a la cultura Lima (100 dC - 650 dC) está ubicada en una zona residencial, en el distrito de Miraflores, en Lima. Inicialmente contaba con una extensión de aproximadamente 20 hectáreas, pero ahora cuenta con tan sólo 6 hectáreas. Se trata de una gran pirámide de 25 metros de altura formada por adobitos colocados verticalmente en vez de forma horizontal. Con este tipo de construcción, las construcciones resistían mucho mejor los terremotos.

En ella se han encontrado muchos cuerpos descuartizados de mujeres, ya que los habitantes de la cultura Lima creyeron que el mejor sacrificio que podían hacer, era el de una mujer, ya que era quien daba vida.

Todo el trabajo de investigación de la huaca está financiado por la Municipalidad de Miraflores y el Instituto Nacional de Cultura del Perú, entidad adscrita desde 2010 al Ministerio de Cultura.

La arqueóloga Gladys Paz encontró en octubre de 2010 una nueva construcción arqueológica compuesta por una cámara, momias y tumbas enterradas en la zona desde el año 850 d.C., es decir, con una antigüedad de 1160 años, perteneciente a la cultura Wari que fue aquella que sucedió a la cultura Lima.1

De forma semicircular, la tumba contiene un fardo funerario de 130 centímetros de diámetro por 140 centímetros de alto y está en perfecto estado de conservación al igual que los otros tres fardos acompañantes hallados. Igualmente se encontraron vasijas de cerámica, mates, mazorcas de maíz y textiles decorados.

Fuente Andina

Fonte: http://espectaculos.deperu.com/2012/01/taller-de-arqueologia-para-ninos-es.html (03/01/2012)

La Libertad: Planean investigaciones y excavaciones en Marcahuamachuco

RPP Oscar Sánchez

De aprobarse el proyecto, se podría descubrir más de un enigma, reveló a RPP Noticias Guillermo Rebaza, responsable de la Unidad Ejecutora 007.

El proyecto “Las Torres” podría originar el descubrimiento de más de un enigma del complejo arqueológico Marcahuamachuco, ubicado en la provincia de Sánchez Carrión (La Libertad), reveló a RPP Noticias Guillermo Rebaza, jefe de la Unidad Ejecutora 007 responsable del mantenimiento y conservación del referido lugar.

Dijo que la aprobación del proyecto depende del Ministerio de Cultura y existe expectativa para este 2012, pues no se realizan trabajos de investigación y excavaciones desde hace más de 20 años.

Agregó que Marcahuamachuco es una edificación de una cultura originaria como los Huamachucos (Wamachucos) que surgió entre el siglo III a XI d.C., es decir casi mil años antes que Machu Picchu.

En tanto, la referida Unidad Ejecutora concluye obras de más de dos meses para proteger 40 muros más vulnerables a las lluvias sobre todo en el sector Castillo y Las Monjas con inversión con más de 200 mil soles de inversión.

Fonte: http://www.rpp.com.pe/2012-01-02-la-libertad-planean-investigaciones-y-excavaciones-en-marcahuamachuco-noticia_436859.html (02/01/2012)

Yale devolverá últimas piezas de Machu Picchu a Perú

Yale devolverá últimas piezas de Machu Picchu a Perú

El último lote de 10.000 piezas arqueológicas encontradas en Machu Picchu hace 100 años será devuelto en diciembre del 2012 por la Universidad de Yale, anunció el día 28 la directora de Patrimonio Cultural del Ministerio de Cultura de Perú, Paloma Carcedo.

La funcionaria precisó que los restos arqueológicos, que permanecieron en poder de la universidad estadounidense, forman parte de las 40.000 piezas que esta institución mantenía desde el descubrimiento de la ciudadela inca en 1911.

"Con el tercer lote termina la devolución comprometida por la Universidad de Yale, de acuerdo al memorando de entendimiento suscrito junto con el gobierno peruano, en el que se estipula el cronograma de entrega de las piezas", dijo.

Carcedo recordó que el segundo lote fue enviado la semana pasada y consistía en más de 8.500 objetos de cerámica, restos óseos de personas y de animales, entre los que también se encuentran venados y aves.

Los restos habían sido encontrados y retirados de Machu Picchu por el explorador estadounidense Hiram Bingham en 1911 y transferidos hasta las instalaciones de la universidad de Yale, donde permanecieron por más de un siglo.

El primer lote recuperado por Perú arribó a este país en marzo de este año y el cargamento estaba integrado por objetos de metales preciosos y utensilios de cerámica, que eran usados por los incas para usos domésticos y de ornamento.

La mayoría de objetos preciosos, los huesos y las cerámicas, supuestamente, fueron enterrados por los incas en este conjunto arquitectónico inca como parte de sus rituales funerarios.

Todo el tesoro inca, recuperado hasta el momento, fue entregado a la Casa Concha, de la ciudad de Cusco, ubicada en la zona sur andina, donde es exhibido para el deleite de los turistas que visitan Machu Picchu.(Xinhua)

Fonte: http://spanish.peopledaily.com.cn/92121/7691288.html (29/12/2011)

Relevantes hallazgos arqueológicos en 2011

Chihuahua, Durango y la Ciudad de México, entre los puntos donde se suscitaron los hallazgos arqueológicos.

Por: MiMorelia.com / MiMorelia.com

México.- La riqueza del territorio mexicano en vestigios arqueológicos ocultos en el subsuelo o sumergidos en diferentes depósitos de agua, hizo de este 2011 un año fecundo en materia de hallazgos, todos ellos resultado de proyectos de investigación interdisciplinarios, coordinados por el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH-Conaculta).

Los especialistas del INAH, y sus colegas de otras instituciones, contribuyen con la interpretación de estos descubrimientos a configurar distintos sucesos ocurridos lo mismo durante la Prehistoria, que en la época prehispánica o colonial, en varias zonas de lo que hoy es México. Entre los hallazgos, que seguirán reportando conocimientos en los meses y años venideros, conforme avancen los estudios, destacan los siguientes:

Prehistoria bajo el agua de Q. Roo. Un cráneo humano y huesos de megafauna prehistórica —entre ellos los de un gonfoterio—, cuya antigüedad podría rebasar los 10 mil años, fueron detectados en el sitio “Hoyo Negro”, que forma parte del sistema de cuevas inundadas Aktún-Ha, en Quintana Roo.

La exploración de esa cueva sumergida comenzó hace cuatro años y debido a que los materiales se encontraron separados a una distancia de entre 20 y 30 metros, aún no es posible establecer si corresponden a un mismo evento, ni su datación exacta. Aunque cabe citar que la época en que subió el nivel del agua, anegando estas cavidades, coincide con la extinción de la megafauna en el periodo Pleistoceno, hace 8,500 o 9,000 años.

Escalinata jeroglífica en Campeche. El hallazgo de una escalinata con glifos en el sitio maya El Palmar, en el sureste campechano, llevó a determinar que esta antigua ciudad mantuvo contactos con las metrópolis de Copán, hoy Honduras, y Calakmul, en esa misma entidad, hace casi mil 300 años, antes de que éstas urbes fueran derrotadas por las ciudades de Tikal y Quiriguá (Guatemala), entre 736 y 738 d.C.

Expertos del INAH y de las universidades de Arizona (EU), y Nacional Autónoma de México, llevaron a cabo el rescate, preservación y desciframiento preliminar de esta escalinata de seis peldaños, que conserva 90 bloques con más de 130 cartuchos o conjuntos jeroglíficos mayas, los cuales refieren a sucesos registrados en el periodo Clásico (250-900 d.C.).

Otro jugador de pelota en Zacatecas. En Teúl, sitio al sur de esta entidad, el cual es habilitado por el INAH para su apertura al público en 2012, arqueólogos localizaron una escultura cilíndrica que representa a un jugador de pelota que, a diferencia de otra hallada a fines de 2010, se encontró completa. Ambas piezas fueron talladas entre 900 y 1100 d.C., y sus dimensiones oscilan en 1.75 m de alto y 56 cm de diámetro.

Estas figuras en piedra son únicas en su tipo en todo lo que fue el área mesoamericana, pues únicamente se han reportado otras esculturas similares en la Zona Arqueológica de Toniná, en Chiapas, las cuales representan a cautivos de guerra.

Cementerio prehispánico en Tabasco. La muestra esquelética más grande recuperada hasta ahora en las llamadas Tierras Bajas Noroccidentales del área maya, fue descubierta en tres montículos ubicados en la periferia de la Zona Arqueológica de Comalcalco. Se componía de 116 entierros con más de 1,000 años de antigüedad, 66 de ellos (descubiertos al interior de urnas) correspondían a individuos de la elite del lugar, y los 50 restantes a personas del pueblo, que fueron dispuestos como acompañantes.

Asociados a los entierros, también se encontraron, silbatos y sonajas de cerámica —que representan tanto a animales como a hombres y mujeres ricamente ataviados—, decenas de navajas, cuchillos y desechos de talla de pedernal y obsidiana, fragmentos de metates y más de 70 mil tepalcates.

Guerreros de Copán en sitio chiapaneco. En Toniná, Chiapas, se han ubicado esculturas que representan a cautivos de guerra, y este año fue hallado un par (de 1.5 m de alto) que corrobora la alianza que sostuvieron hace 1,300 años, los señoríos de Copán (Honduras) y Palenque (México) contra esta ciudad maya.

Desde 688 y hasta 714 d.C., con el fin de controlar el río Usumacinta y sus afluentes, Palenque y Toniná protagonizaron diversas batallas, de manera que las dos figuras de guerreros prisioneros descubiertas al sur de la cancha del Juego de Pelota —las cuales tienen inscripciones jeroglíficas—, refieren que ésta última fue la ciudad victoriosa de esa disputa.

Xiximes sí practicaban la antropofagia. Estudios de antropología física realizados a aproximadamente cuatro decenas de huesos, descubiertas por arqueólogos en casas en acantilado (viviendas dentro de cuevas) distribuidas en la Cueva del Maguey, en la Sierra de Durango, confirmaron que los indígenas xiximes practicaron la antropofagia con fines rituales, una costumbre de la cual se les acusaba en documentos coloniales.

Las huellas de corte y de haber sido hervidos, encontradas en 80% de la muestra ósea (datada hacia 1450 d.C.), revela que el canibalismo no era una práctica cotidiana, sino ritual, celebrada sólo entre xiximes, es decir, que únicamente se consumían entre ellos, para ‘alimentarse del alma del otro’.

Relieve olmeca en Morelos. La presencia de la llamada “cultura madre” de Mesoamérica fue vasta en lo que hoy es el estado de Morelos, como se confirmó este año con el hallazgo de un relieve olmeca de 2,800 años de antigüedad en el sitio de Chalcatzingo, con el cual suman poco más de 40 bajorrelieves recuperados en ese lugar.

Debido a que el monumento —de 1.5 m de alto y una tonelada y media de peso— se halló fragmentado en 11 partes, durante varios meses restauradores del INAH efectuaron labores de conservación, que ahora permiten admirar el relieve que muestra a tres felinos de perfil, sentados y mirando hacia el poniente, escena que está rodeada por grandes volutas.

Momias tarahumaras en Sierra de Chihuahua. Dos cuerpos humanos parcialmente momificados con una antigüedad entre 800 y 1,000 años, fueron recuperados en la Cueva El Gigante, en el municipio de Guerrero. Con éstos, suman diez las momias registradas en esa cavidad, además de 13 esqueletos.

La cantidad de restos humanos, correspondientes tanto a lactantes, como jóvenes y adultos, sugiere que el abrigo rocoso fue usado por los antiguos rarámuri o tarahumaras, como un cementerio en 1000 o 1200 d.C. Al parecer, los individuos fueron colocados sobre el suelo de la cueva como bultos, y alrededor les pusieron ofrendas, luego de lo cual la entrada de la cavidad fue sellada con un muro de tierra, las condiciones del lugar ayudaron a que los restos se preservaran, y de esta manera se dio una momificación natural.

Plataforma frente al Templo Mayor. En el Centro Histórico de la Ciudad de México, frente a los restos del Templo Mayor de la antigua México-Tenochtitlan, el principal edificio sagrado de los mexicas, arqueólogos descubrieron una gran plataforma circular que podría contener los restos de algunos de los gobernantes de esa ciudad prehispánica.

Esta construcción ceremonial o cuauhxicalco, de aproximadamente 15 m de diámetro y 1.5 m de altura, fue realizada entre 1469 y 1481 d.C., durante el mandato del tlatoani Axayácatl. La plataforma está edificada con piedras de tezontle, unidas con lodo, y recubrimiento de estuco, y tiene empotradas 19 cabezas de serpiente hechas en basalto, a manera de clavos arquitectónicos.

Cocina de la realeza maya. En el espacio conocido como El Palacio, en la Zona Arqueológica de Kabah, en la región Puuc o serrana de Yucatán, se exploró un área (de 40 m de longitud por 14 de ancho) que debió funcionar —hacia 750-950 d.C.— como el lugar para elaborar los platillos que alimentarían a los señores de esa ciudad maya.

Restos arquitectónicos de mampostería y gran cantidad de cerámica, artefactos de piedra, metates y huellas de fogones, con más de 1,000 años de antigüedad; refieren las actividades culinarias que se realizaban en la residencia de la élite de Kabah, mismas que implicaban el manejo de grandes volúmenes de comida, como se infiere por el número y tamaño de los utensilios encontrados.

Entierros prehispánicos en Mérida. A escasos 100 m del zócalo de la capital yucateca, en el Parque Hidalgo, fue localizado un par de entierros mayas de 2 mil años de antigüedad, aproximadamente. Un hallazgo único, si se considera que en la ciudad meridana sólo habían sido descubiertos enterramientos coloniales y del siglo XIX.

Uno de los esqueletos prehispánicos se encontró entero y acompañado de cerámica, mientras que el otro —del cual se hallaron restos de huesos calcinados y cenizas— estaba contenido en una vasija, por lo que se infiere pudo tratarse de una cremación. Con estos descubrimientos, los investigadores tienen los primeros elementos para el estudio de las costumbres funerarias en la antigua región maya de Joo, hoy Mérida.
Fuente: INAH

Fonte: http://www.mimorelia.com/noticias/77813 (23/12/2011)