domingo, 29 de junho de 2014

Llaman a cuidar patrimonio arquitectónico de Yucatán y el Caribe

Del patrimonio arqueológico yucateco se conoce bastante, pero sólo se ha enfocado a lo arquitectónico, aunque también existe el lado cultural, artístico e intangible. (Notimex)

La Universidad Autónoma de Yucatán comenzará a ofertar en el siguiente ciclo escolar la maestría en Conservación del Patrimonio.

Agencias
MÉRIDA, Yuc.- La investigadora de la Universidad Autónoma de Yucatán (Uady), Marisol Ordaz Tamayo llamó a diseñar políticas públicas que permitan salvaguardar el patrimonio arquitectónico del sureste de México, Centroamérica y del Caribe.

Impulsora de la creación de la maestría en Conservación del Patrimonio de la Uady, que empezará a ofertarse en septiembre próximo en esta capital, dijo a Notimex que el número de especialistas en esta área es limitado si se toma en cuenta el patrimonio de la región.

En el Caribe y Centroamérica, en toda la zona, “tenemos un patrimonio bastante desatendido, no por que no existan profesionales, sino porque requerimos de mucha más capacidad humana y formación en esta área”, consideró.

“Nuestro interés -aseveró- es que la gente se preocupe por el patrimonio, que los profesionales tomen conciencia que hay que rescatarlo, es nuestra identidad, es la parte más fuerte de nuestra cultura”.

Reconoció que el patrimonio arqueológico se conoce bastante, sin embargo sólo se ha enfocado a la parte histórica, a lo visible, a lo arquitectónico, pero también existe ese lado cultural, artístico, lo intangible.

A su vez, el también investigador de la Uady, Josep Ligorred Perramon consideró importante este tipo de especialización para el diseño de planes oficiales de conservación, mantenimiento, restauración y diagnóstico.

“Necesitamos que los conservadores puedan llevar una gestión integral para la región, que las estrategias de intervención vayan de la mano con la gestión”, aseguró.

Opinó que de esta manera “podemos decirle al mundo dónde estamos, quiénes somos en realidad, es algo que nos corresponde a todos, a la sociedad completa, salvaguardar el patrimonio”.

Fonte: http://sipse.com/milenio/llaman-a-cuidar-patrimonio-arquitectonico-de-yucatan-y-el-caribe-98344.html (25/06/2014)

Caminho do Inca é incluído no Patrimônio da Humanidade

A Unesco destacou a extensão do sistema por uma das zonas geográficas do mundo de maiores contrastes © AFP ERNESTO BENAVIDES

AFP - Agence France-Presse

O Caminho do Inca, uma engenhosa rede de comunicação viária que se estendeu por seis países da América do Sul, foi declarado neste sábado Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco, uma distinção que reconhece a sofisticação de um sistema pré-hispânico que surpreendeu o mundo.

As trilhas, que serviam ao Inca para controlar seu império (Tahuantisuyo), se estendem da Argentina ao Chile, Bolívia, Peru, Equador e Colômbia, e estavam unidas por uma trama de caminhos que constituíam o Qhapaq Ñan (Caminho Inca em quéchua).

Após o anúncio, a ministra peruana da Cultura, Diana Álvarez, saudou o "reconhecimento (de) a grandeza do Caminho Inca".

"Para os peruanos, significa o reconhecimento mundial da cultura inca, que construiu uma infra-estrutura unindo quilômetros de caminho para organizar todo o seu mundo andino", disse a ministra. "Este sistema extraordinário de sistemas se estende por uma das zonas geográficas do mundo de maiores contrastes", situada entre a cordilheira dos Andes, a selva tropical, a costa do Pacífico e desertos, destacou a Unesco em um comunicado.

"A denominação significa para os seis países o reconhecimento de um dos monumentos mais importantes do mundo andino", disse à AFP Luis Lumbreras Flores, arqueólogo do Projeto Caminho Inca, do Ministério da Cultura peruano.

O Qhapaq Ñan, rede de caminhos mais antiga da América, percorria longitudinalmente todo o Tahuantinsuyo ao longo da Cordilheira dos Andes, do oeste da Argentina ao sul do território onde hoje fica a Colômbia. A via principal tem 6000 km de sul a norte.

Este caminho de montanha, paralelo ao oceano Pacífico, era unido por trechos transversais que, inclusive, chegavam à selva e ao 'Gran Chaco', na Argentina e na Bolívia.

Segundo arqueólogos peruanos, há trechos desta rede viária que têm 2.000 anos © AFP/Arquivos Cris Bouroncle

"Existem outros trechos por onde a população ainda transita. Tem zonas empedradas, com pedra plana ou recheados de terra e em alguns locais é possível ver muros de contenção nos dois lados do caminho", disse o arqueólogo peruano Cristian Vizconde.

O reconhecimento permitirá conseguir financiamento de organizações internacionais para a conservação e a restauração dos caminhos e santuários erguidos em torno da via, afirmam, otimistas, os arqueólogos.

Toda a rede em litoral, serra e selva totalizava 30.000 km de extensão, que interligava os quatro 'suyos' ou pontos cardeais do império, com a mítica capital, Cuzco ("umbigo" ou "centro", em quéchua).

O Peru reúne a maior parte dos percursos descobertos das antigas rotas.

O trecho mais famoso e aonde chegam milhões de turistas de todo o mundo, parte de Cuzco até a cidadela de Machu Picchu. São 43 km entre florestas, com escadarias em pedra milenares. O caminho chega à Porta do Sol, onde é possível contemplar vistas majestosas das ruínas de Machu Picchu.

A declaração de Patrimônio Mundial "é, sem dúvida, um atrativo muito grande, se aproveitado turisticamente, como está fazendo o Peru", disse à AFP Roque Sevilla, presidente da Metropolitan Touring, operadora turística no Equador, onde os caminhos só são explorados por jovens aventureiros.

"O Caminho do Inca tem um valor não só arquitetônico, mas também social, pis foi toda uma forma de vida de uma cultura que teve uma relevância especial na nossa América", disse à AFP Luz Elena Coloma, gerente geral da Quito Turismo, administradora municipal do turismo da cidade.

O império inca funcionava com um sistema de mensageiros que se deslocavam a pé. As mensagens eram enviadas mediante um código de nós em uma corda, que ainda hoje os arqueólogos tentam decifrar.

De Quito, um correio ou uma comunicação a Cuzco, que era encarregado a um mensageiro ou "chasqui", podia demorar 10 dias, segundo os cientistas.

Na Bolívia, onde os trechos descobertos se encontram em mal estado ou muitos foram destruídos usados inclusive por caminhões da atividade de mineração, há dois caminhos: o caminho "Takesi" e a rota de "El Choro".

O primeiro se estende por 70 km e o segundo, por 90 km, ambos ao norte de La Paz.

A declaração da Unesco "valoriza a rota, lhe dá vigência e permitirá que se desenvolvem projetos", disse à AFP Lourdes Mukled, presidente da câmara de operadores de turismo de La Paz.

O Caminho do Inca tinha a cada 7 km um pukara (posto fortificado), que servia para controle do movimento dos transeuntes. E a cada 21 km um tambo (pousada) para que o Inca e seu séquito descansasse e se abastecesse de comida e água, segundo os historiadores.

Além do comércio, as rotas também serviam para o rápido deslocamento dos guerreiros em tempos de combate.

Segundo arqueólogos peruanos, há trechos desta rede viária que têm 2.000 anos e foram construídos por antigas culturas, como a huari, e adotados pelos incas.

Os cientistas indicam que o inca Pachacútec, que construiu a cidadela Machu Picchu, usou estes caminhos existentes e construiu outros, unindo-se em uma rede.

O caminho tem setores afetados por agricultores e também por autoridades que o usaram para outros fins, como em Chachapoyas (selva central peruana) onde foi destruído a fim de construir uma trilha com espaço para veículos usada na mineração.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/mundo/2014/06/22/interna_mundo,511728/caminho-do-inca-e-incluido-no-patrimonio-da-humanidade.shtml (22/06/2014)

Fortaleza en las alturas andinas

Sector alto, destinado a lo sagrado. Torreón de vigilancia y un templo.

Kuelap es un sitio arqueológico monumental del Perú. Construido por la cultura chachapoya, abarca 450 hectáreas y está ubicado en la parte alta del río Utcubamba, en el distrito Tingo, a tres mil metros sobre el nivel del mar.

Por Gustavo Rebord (Especial)

Kuelap ocupa parte de los Andes y la selva amazónica de Perú. El complejo monumental está ubicado en el Departamento Amazonas y de acuerdo a estudios, fue construido por la cultura chachapoya entre el 1100 y el 1450 después de Cristo.

Abarca 450 hectáreas y fue construido con grandes piedras y una gran plataforma artificial sobre la cima del cerro Barreta. Tiene una longitud aproximada de 600 metros y custodia una especie de muralla que en partes llega a los 30 metros de alto.

A simple vista los observadores piensan que es un lugar inaccesible, con numerosos abismos y farallones por tres de sus cuatro costados. El complejo fue habitado hasta 1450, cuando los incas lo conquistan e introducen modificaciones en la arquitectura y en 1532 el conquistador español Diego de Alvarado lo cercó y trasladó la población a otro sector más accesible.

Kuelap, “lugar frío” en lengua nativa, posee una planta elíptica con orientación del eje principal norte — sur, dos plataformas artificiales conforman el pueblo alto y el bajo, contiene edificios monumentales y 505 construcciones.

El primero ocupa el sector norte, allí se ubica lo sagrado y habitaciones de las clases altas, como el torreón para la vigilancia, el templo de adoración a los dioses y unas habitaciones destinadas a lo que hoy llamaríamos hospital, también están las viviendas de los que encargados.

La parte baja estaba destinada a viviendas y corrales.
La muralla de contención fue construida de piedra caliza canteada y distintos tipos de acabados, fijadas con argamasa de arcilla amarilla, y de forma curva.

Tiene sólo tres accesos que en forma de túneles cónicos de tres metros de ancho al comienzo, que se angostan a medida que se avanza y terminan en 70 centímetros, lo que demuestra que funcionaron como control de ingreso.

Tres estructuras
Tres estructuras arquitectónicas llaman la atención por sobre el conjunto. Son los llamados: El Torreón, el templo mayor o también llamado Tintero y el Castillo.

El Torreón. Es una estructura de siete metros de alto con gruesos muros de piedra que sigue la forma irregular de la montaña y forma una “D”. Ocupa la parte alta de la ciudadela, con inmejorables vistas sobre los valles de los alrededores de posición hegemónica y estratégica.

Se cree que su función era defensiva porque en las excavaciones realizadas tras su descubrimiento se encontraron miles de proyectiles de piedra para hondas y restos de hachas entre otros objetos.

El Castillo. A diferencia de las otras construcciones que son de forma circular, este fue construida en rectángulo (27 metros por nueve) y tiene un altar de tres niveles donde se realizaban sacrificios ceremoniales y rituales religiosos. Se cree que fue agregado por los incas.

El Tintero. Es el único edificio público ubicado en el sector sur de la ciudadela. Tiene forma de cono invertido de 5,50 metros de alto, una base de 13,50 y un coronamiento de 15 metros. El interior de forma cilíndrica albergó, según los investigadores, funciones ceremoniales, rituales y festivas. Además se estima que también habría cumplido roles astronómicos y ceremoniales, relacionados con el cambio de las estaciones y tiempos de siembra y cosecha.

Arquitectura doméstica
En la ciudadela se observan los cimientos y paredes de unas 420 viviendas de forma circular de no más de siete metros de diámetro y están agrupadas alrededor de patios con veredas de material y pequeños aleros de laja en sus muros. Se presume que tuvieron techos de paja de forma cónica para la salida del humo por la parte superior. Las fachadas poseen hermosos frisos realizados con piedras con formas geométricas y zoomorfas imitan figuras de víboras y aves, entre otras especies.

De pisos empedrados se conservan vestigios de que el interior estaba revocado y pintado. Cada vivienda tenía una cisterna subterránea, fosas donde colocaban las momias de sus ancestros y pequeños corrales de piedra donde criaban al cuy (roedor). Se cree que la ciudadela alojaba a la elite religiosa, política, guerrera y social de los chachapoyas.

Perfil de la cultura
Los chachapoyas, creían en el más allá y en el descanso eterno, enterraban a sus muertos mirando al este hacia la salida del sol o en dirección a las fuentes de agua.

Para los personajes más importantes construyeron mausoleos en las salientes de acantilados donde depositaban los sarcófagos sagrados realizados en arcilla, madera y caña y pintados con vivos colores.

En la cosmovisión chachapoya el principal lugar lo ocupaba el agua, luego adoraban como dioses a los cóndores, pumas, serpientes y monos.

Enfrentaron la dificultad del relieve del territorio con gran organización social y aplicando la tecnología del sistema de terrazas o andenes con irrigación mucho tiempo antes que los Incas. Esto le permitió el cultivo de distintos tipos de especies para alimentar una población que en la ciudadela alcanzó los 3.000 habitantes.

Más allá de La Fortaleza, toda la región es muy pintoresca y atraviesa pequeños pueblos agrícolas cuyos cultivos trepan las laderas de los cerros mientras el camino avanza paralelo al curso del río Utcubamba, entre las montañas.

El norte de Perú cuenta con gran diversidad de sitios arqueológicos al margen de Kuelap como la Dama de Cao, el Señor de Sipán, Chan Chan, Chavin, entre otros que aportan al valor patrimonial de Perú, país que se posiciona en el segmento del turismo cultural.

Lo que hay que saber
Caminata. Desde el sector destinado a estacionamiento y ubicado a 2.700 metros de altura se camina por veredas de piedra hasta los 3.000.

Tours. Se contratan en la ciudad de Chachapoyas. Incluyen transporte y guía. El costo varía entre 75 y 100 soles porque en algunos casos ofrecen almuerzo.

Duración: si se parte de Chachapoyas la excursión requiere toda una jornada.

Teleférico. Se está construyendo un teleférico entre el pueblo de Tingo y la fortaleza para facilitar el acceso.

Cuándo. La mejor temporada para la visita es la seca, que abarca de mayo a octubre, pero es la más fría.

Edición Impresa
El texto original de este artículo fue publicado el 23/06/2014 en nuestra edición impresa. Ingrese a la edición digital para leerlo igual que en el papel.

Fonte: http://www.lavoz.com.ar/mundo/fortaleza-en-las-alturas-andinas (23/06/2014)

Projeto regulamenta profissão de arqueólogo

De autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a matéria está sendo relatada por Waldemir Moka (PMDB-MS), presidente da comissão.

Aguarda votação em decisão terminativa na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) o Projeto de Lei do Senado (PLS) 1/2014, que dispõe sobre a regulamentação da profissão de arqueólogo. De autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a matéria está sendo relatada por Waldemir Moka (PMDB-MS), presidente da comissão.

O projeto torna o exercício da profissão de arqueólogo privativo dos diplomados em bacharelado em arqueologia no país e no exterior, desde que o título tenha sido revalidado no país, e dos pós-graduados em área de concentração em arqueologia, com monografia ou tese sobre arqueologia, e com pelo menos dois anos consecutivos de atividades científicas no campo profissional da arqueologia.

Também poderão exercer a profissão os diplomados em outros cursos de nível superior que, na data da publicação da futura lei, contem com pelo menos 5 anos consecutivos – ou 10 anos intercalados – de exercício de atividades científicas no campo profissional da arqueologia; e os que tenham concluído curso de especialização em arqueologia e contem com pelo menos 3 anos consecutivos de atividades nesse campo profissional.

A proposta estabelece como atribuições do arqueólogo, dentre outras: planejar, organizar, administrar, dirigir e supervisionar as atividades de pesquisa arqueológica; identificar, registrar, prospectar, escavar e proceder ao levantamento de sítios arqueológicos; executar serviços de análise, classificação, interpretação e informação científica de interesse arqueológico; chefiar, supervisionar e administrar os setores de arqueologia nas instituições governamentais de administração pública direta e indireta e de órgãos particulares; prestar serviços de consultoria e assessoramento na área de arqueologia; realizar perícias destinadas a apurar o valor científico e cultural de bens de interesse arqueológico, assim como sua autenticidade; coordenar, supervisionar e chefiar projetos e programas na área de arqueologia.

O projeto dispõe ainda sobre responsabilidades em pesquisa de campo e estabelece que em toda expedição ou missão estrangeira de arqueologia em território nacional será obrigatória a presença de um número de arqueólogos brasileiros que corresponda, pelo menos, “à metade do número de arqueólogos estrangeiros nela atuantes”.

Para Vanessa Grazziotin, a regulamentação da profissão permitirá “a identificação dos profissionais competentes, facilitando, para a administração pública e para a iniciativa privada, a contratação do profissional certo para aquele projeto, programa ou exploração específica”.

A autora informa que o Brasil tem atualmente mais de seis mil sítios arqueológicos identificados.

“Não podemos entregar ao abandono, à incompetência, aos furtos e à deterioração esses valores inestimáveis, fundamentais para o futuro do conhecimento e da cultura nacionais. Caso isso aconteça, iremos lamentar muito no futuro a perda de referências históricas importantes, com redução do potencial turístico e deterioração de nosso patrimônio comum, que, bem explorado, pode gerar emprego e renda para nossos cidadãos”, argumenta a senadora.

Autor: Agência Senado
Fonte: Agência Senado

Fonte: http://www.onortao.com.br/noticias/projeto-regulamenta-profissao-de-arqueologo,18342.php (23/06/2014)

Cuatro sitios de esferas precolombinas declarados por UNESCO patrimonio mundial de la humanidad

Foto: extraída de nota de prensa de Redcultura.com (Costa Rica) con ocasión de la visita de la Directora General de la UNESCO, Irina Bokova, a Costa Rica en el mes de mayo del 2013 (ver nota completa).

Por: Nicolás Boeglin(Profesor de Derecho Internacional Público, Facultad de Derecho, UCR)

En el marco de la 38 Reunión del Comité de Patrimonio Mundial realizada en la ciudad de Doha (Catar), la UNESCO anunció oficialmente este 23 de junio del 2014 que ha declarado como Patrimonio Mundial Cultural de la Humanidad las esferas precolombinas ubicadas en 4 sitios del sur de Costa Rica (se puede consultar el texto de la declaratoria en esta nota de Redcultura.com, páginas 42-43)

Cabe recordar que el pasado mes de abril del 2014 se había anunciado, por parte de las máximas autoridades de Costa Rica, que la Secretaría Ejecutiva del Centro de Patrimonio Mundial de la UNESCO había aceptado la recomendación hecha por el Consejo Internacional de Monumentos y Sitios (ICOMOS), un órgano internacional técnico no gubernamental adscrito a la UNESCO (Nota 1). La recomendación avalaba la solicitud hecha por Costa Rica de declarar como Patrimonio Cultural Mundial de la Humanidad varios sitios arqueológicos ubicados en el sur del país donde se encuentran esferas precolombinas (ver nota de prensa del 29/04/2014). Desde varios años el Museo Nacional de Costa Rica ha insistido en la urgente necesidad de proteger los sitios en los que se encuentran las esferas en el sur este de Costa Rica. La Convención de la UNESCO (ver texto) de 1972, a la que es parte Costa Rica desde 1977, prevé el mecanismo mediante el cual un Estado puede solicitar una declaratoria oficial en este sentido por parte de la UNESCO.

En esta lista oficial de la UNESCO aparecen registrados, por Estado, los distintos monumentos, sitios o bien parques naturales declarados como tal, en el caso del patrimonio natural para estos últimos (Nota 2).

La peculiaridad del sur de Costa Rica;
El extremo sur de Costa Rica concentra una extraordinaria cantidad de sitios arqueológicos: cual luciérnagas iluminando una cálida noche, los sitios de esferas abundan sobremanera en esa zona del país (ver el mapa realizado por el Museo Nacional disponible en esta nota de ICOMOS, tercer mapa). Además, varios territorios indígenas se ubican en esta precisa área del país. Desde el punto de vista natural, la península de Osa constituye un verdadero santuario de especies tropicales. En la parte marina, de igual manera, se aprecia una concentración inhabitual de especies en el litoral sur del Pacífico, que incluye ballenas, delfines y muchos otros cetáceos, los cuales se han convertido en los últimos años en un atractivo adicional. En lo que respecta al tema arqueológico propiamente dicho, el cantón de Osa, fue declarado en el año 1994 "cantón de interés arqueológico" mediante el Decreto Ejecutivo 23387-C (La Gaceta Nº 119 del 22 de junio de 1994). No es sino hasta el año 2011 que Costa Rica aprobó el Decreto Ejecutivo Nº 36825-C-TUR del 18/10/2011 que declara en su considerando II: "II.—Que los sitios arqueológicos con esferas de piedra en el sureste de Costa Rica-(subregión arqueológica Diquís), son un ejemplo de sitio cultural excepcional y de valor universal ya que refleja un testimonio único de sociedades ya desaparecidas y forman parte de la herencia común de la humanidad. Esto ha sido evidenciado por una serie de proyectos de investigación de diferentes instituciones que han trabajado de la mano con las comunidades locales".

Asimismo, este Decreto establece en la parte I de su dispositivo: "Declarar de interés público la candidatura de los sitios arqueológicos con esferas de piedra en el sureste de Costa Rica (subregión arqueológica Diquís) como sitio de patrimonio de la humanidad, ante la UNESCO, desarrollado hasta ahora por el Museo Nacional de Costa Rica, con el apoyo de diferentes instituciones locales y nacionales". Notemos que un pronunciamiento del Consejo Universitario de la Universidad de Costa Rica (UCR) del 2012 – ver texto completo- indica por su parte que, de concretarse el Proyecto Hidroeléctrico El Diquis (PHED) ubicado en la zona Sur de Costa Rica, "La construcción del PHED conllevaría irremediablemente a la afectación de 150 sitios arqueológicos dentro de los cuales se encuentran sitios sagrados y ancestrales térrabas, que representan un elemento intangible cultural y de identidad para los grupos indígenas, según el Convenio 169 de la OIT" (p. 8). Como bien se sabe, este proyecto hidroeléctrico que pretende inundar varios territorios indígenas, ya ha dado lugar a un primer informe del Relator Espacial de las Naciones Unidas sobre Derecho de los Pueblos Indígenas, James Anaya, en el año 2011 (ver informe oficial elaborado a raíz de su visita a Costa Rica en abril del 2011).

La UNESCO: un largo peregrinar
En su visita en Francia en noviembre del 2013, la Presidenta de Costa Rica reafirmó ante la UNESCO esta propuesta oficial del país. En marzo del 2013, se indicó por parte del Ministro de Cultura (ver nota de Cambio Político) que se trata para Costa Rica de una verdadera primicia en la medida en que: "Es la primera vez que este órgano acepta un expediente de Costa Rica, relativo a sitios de carácter cultural, pues hasta el momento todas declaratorias que tiene Costa Rica han sido de carácter natural y una de patrimonio cultural inmaterial, que es la tradición del Boyero y la Carreta. Nuestra propuesta busca lograr una identidad nacional, posicionar el tema de la cultura, la puesta en valor de las comunidades indígenas y la importancia del desarrollo de la Zona Sur". Asimismo se indica por parte de las autoridades a cargo de la cultura de Costa Rica que “El Centro de Patrimonio Mundial está confirmándole oficialmente al Gobierno de Costa Rica, que el expediente de candidatura técnicamente está completo y que por lo tanto, se acepta como una candidatura y se inicia ya el procedimiento de valoración de los méritos que tiene la candidatura misma". En declaraciones dadas a la prensa regional en estos días (ver nota de Perez Zeledon Hoy), el Director del Museo Nacional de Costa Rica manifestó que: "Es estos momentos con el dictamen que el ICOMOS le ha dado al centro de patrimonio, podemos decir que está despejado el camino para que en la próxima reunión de patrimonio mundial, los 21 países que lo integran hagan la votación y tomen la decisión definitiva".

En lo que concierne a la ubicación exacta de los sitios escogidos, se lee que "Los sitios Finca 6, Batambal, Grijalba y El Silencio, ubicados en Osa, Puntarenas resguardan esferas precolombinas y por su riqueza cultural serán propuestos ante la UNESCO para ser declarados como Patrimonio de la Humanidad". Es esta decisión la que fue avalada por la misma UNESCO en la reunión celebrada en Catar en estos días.

Cabe recordar que hace unos años, recortes en el 2010 al presupuesto asignado al Ministerio de Cultura habían puesto en peligro el proyecto que hoy está a muy pocos meses de concretarse. Según esta misma nota del periódico La Nación (y salvo error a la hora de digitar los números por parte del periodista), el proyecto de Parque de Esferas generaría unos 200.000 empleos en la zona sur (Nota 3). En ese mismo año una declaratoria de interés público de un aeropuerto internacional en la zona sur fue considerada como totalmente contradictoria con los esfuerzos de Costa Rica ante la UNESCO con relación a la preservación de estas esferas (ver artículo del Semanario Universidad). En el 2012, similares discusiones tuvieron lugar con relación al proyecto hidroeléctrico Diquis (el proyecto hidroeléctrico más grande de Centroamérica, cuyo monto supera los 2.000 millones de US$) según reportes de prensa (ver artículo de CRHoy). Ambos proyectos han sido objeto de duras (y fundamentadas) críticas desde el sector académico, ambiental y social en Costa Rica en los últimos años: en el caso del proyecto del Diquis, la polémica con las poblaciones indígenas no consultadas fue tal que dio lugar a la visita en tres ocasiones entre el 2011 y el 2013 del Relator Especial de las Naciones Unidas sobre Derecho de los Pueblos Indígenas, el experto James Anaya (Nota 4). Un reciente foro en la UCR indica que el Estado costarricense no ha hecho mayores avances en estos últimos años. Además de los órganos de Naciones Unidas, otros centros de investigación se han interesado por la suerte de las comunidades indígenas afectadas por este megaproyecto: la "Clínica de Derechos Humanos" de la Universidad de Texas (Estados Unidos) elaboró un detallado informe (de 103 páginas) titulado "Nadando a Contracorriente: El Pueblo Teribe y el Proyecto Hidroelectrico El Diquis en Costa Rica (informe de julio del 2010, versión en inglés y en español). Por su parte la Universidad de Dundee (Reino Unido) anticipa en un estudio un posible impacto a las comunidades indígenas (ver informe de junio del 2011). Un reciente documental de la cadena Al Jazeera con relación a las comunidades indígenas afectadas por la represa hidroeléctrica de Barro Blanco en Panamá (ver enlace) da una idea de lo que puede ocurrir cuando un Estado pretende ignorar legítimos reclamos (que tiene la obligación de garantizar como derechos).

Esferas apareciendo en terrenos de la United Fruit Company en Costa Rica en los años 1930 (ver artículo).

Conclusión:
Como ya lo habíamos señalado anteriormente (ver nuestro modesto artículo publicado en Trubugobal), Costa Rica desde varios años evidencia contradicciones persistentes entre el discurso “verde” promovido en el exterior y las políticas públicas que se gestan a nivel ministerial favoreciendo megaproyectos de manera inconsulta y sin mayor preocupación por sus efectos sociales y ambientales. Un reciente artículo de un fino conocedor de la gestión ambiental en Costa Rica sobre el proyecto de aeropuerto en Osa indica que el Estado costarricense no parece querer aprender de sus propios yerros.

El caso de las esferas precolombinas del sur de Costa Rica viene de alguna manera a evidenciar aún más estas contradicciones, pero puede también constituirse en una oportunidad para que el país rectifique el rumbo de los últimos años y apueste más decididamente por políticas de desarrollo más clementes con el ambiente y con las comunidades indígenas. Concretada la propuesta de Costa Rica en la reunión de Catar de la UNESCO, Costa Rica entra a formar parte del grupo de Estados que se benefician de un sector importante del turismo cultural y de las rutas de visitantes que siguen el patrimonio mundial en cada región o subregión del mundo. En ese caso se trataría de enlazar estas rutas con las ya existentes en Colombia, Panamá, Nicaragua, Guatemala y Honduras, Estados que sí cuentan con varios monumentos y sitios declarados Patrimonio Cultural de la Humanidad por la UNESCO. Ello podría llevar incluso a las nuevas autoridades de Costa Rica (que asumieron sus funciones el pasado 8 de mayo) a redefinir la posición oficial del Estado costarricense con relación al polémico Proyecto Hidroeléctrico El Diquis.

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Nota 1: La organización ICOMOS es una organización internacional no gubernamental que tiene oficinas en cada país y vela por el resguardo del patrimonio histórico y arquitectónico. La oficina de Costa Rica recientemente dio a conocer, por ejemplo, su rotunda oposición al nuevo proyecto de edificio de la Asamblea Legislativa en San José, que afectaría una de las pocas zonas que resguarda fachadas y edificios de gran valor para el patrimonio arquitectónico e histórico de Costa Rica.

Nota 2: Además del patrimonio natural (reservado a parques y espacios naturales de gran belleza escénica), el patrimonio cultural también incluye el patrimonio cultural inmaterial promovido por la UNESCO en los años 2000. Remitimos al lector a un análisis, desde la perspectiva jurídica internacional de Florence LÉZÉ, La protección jurídica del patrimonio cultural inmaterial en la UNESCO, UNAM (México).

Nota 3
: La cifra de 200.000 empleos en la zona sur de Costa Rica, de no ser errónea, puede ser comparada, por ejemplo, con los 253 empleos que justificaron en gran medida, por parte de las autoridades de Costa Rica, la declaratoria de conveniencia nacional del proyecto minero ubicado en Las Crucitas en la zona norte en octubre del 2008. Este proyecto fue finalmente suspendido a raíz de una histórica decisión del Tribunal Contencioso Administrativo de noviembre del 2010 (ver texto integral de la sentencia, disponible aquí). En relación a este caso aún bajo investigación por parte del Poder Judicial en Costa Rica, remitimos a una modesta nota titulada “De cruces, cruzadas y Crucitas”, disponible aquí.

Nota 4: El Instituto Costarricense de Electricidad (ICE) anunció retirarse de los territorios indígenas durante la visita del Relator (ver nota de La Nación de abril del 2011). En su informe de mayo del 2011, el relator fue enfático con relación a las omisiones del Estado costarricense de cara a sus obligaciones internacionales (ver nota de La Nación). Otras extrañezas han llevado a un analista como el Dr. Allan Astorga a referirse al Diquis en los siguientes términos: “El PH DIquis: la carreta delante de los bueyes”. Un grupo de académicos de la UCR se pronunció en contra de este proyecto en el 2012 (ver nota). Desde la perceptiva del derecho internacional y de las obligaciones internacionales de Costa Rica con respecto a las poblaciones indígenas, remitimos a modesta nota relacionada con el PH Diquis.

domingo, 22 de junho de 2014

Arqueologia começa a desvendar enigma de fornos andinos que atingiam 1000 ºC


Como um pequeno forno cilíndrico de argila pode alcançar até mil graus de temperatura? Por que eles funcionam nos Andes e não na França? Estes e outros enigmas da metalurgia indígena andina que permaneceram séculos sem resposta estão a ponto de ser resolvidos por arqueólogos da Argentina.

Os fornos "huayrachina", dos quais se encontraram restos arqueológicos que datam do primeiro milênio de nossa era, são pequenos cilindros com buracos que permitiam aos indígenas da região entre o sul da Bolívia e o norte da Argentina fundir metais muito puros com muito pouco combustível.

"Quando os espanhóis chegaram à região, em Potosí (Bolívia), oficialmente em 1945, os europeus não conheciam a tecnologia para tratar o mineral que havia aqui nos Andes", explicou à Agência Efe Pablo Cruz, diretor do Instituto Interdisciplinar Tilcara, na província argentina de Jujuy.

"Esse é um dos elementos do que foi um centro econômico durante o período colonial, junto com a mineração, era a metalurgia, da qual não tínhamos muitas informações, além do que assinalavam as fontes e os restos arqueológicos, que não podemos compreender em sua totalidade", acrescentou Cruz.

"Huayra" faz referência ao vento, enquanto "china" significa mulher em língua quíchua, embora os pesquisadores ainda não tenham conseguido identificar o porquê desta segunda parte do nome.

O diretor do instituto pesquisa os fornos "huayrachina" há quase uma década, e os estudou na França, junto com outros especialistas em tecnologia indígena.

Lá, no entanto, não conseguiram extrair o metal nos fornos. Não até este ano, quando os primeiros experimentos realizados na cidade argentina de Tilcara apresentaram finalmente nova luz sobre o enigma do funcionamento destes fornos.

"É como uma chaminé que tem vários orifícios por onde circula o vento. O que podemos provar é que precisa de muito vento, a partir de 10 metros por segundo de ventilação natural, e estamos tentando desentranhar como entra em jogo a altura, a pressão atmosférica", detalhou o responsável pelo projeto.

Os fornos de vento eram portáteis e permitiam aos indígenas fundir três quilos de metal com apenas seis quilogramas de papelão, quase o mesmo combustível que um argentino gasta para preparar o típico assado que as famílias habitualmente comem do domingo, conforme comprovaram em Tilcara.

Esta tecnologia foi empregada nos grandes centros de população da região do Potosí e do norte da Argentina durante séculos, inclusive depois da chegada dos colonizadores, até a introdução da amálgama com mercúrio.

"Segundo assinalam os cronistas espanhóis, não se tratava unicamente de utensílios ou ferramentas para processar o mineral, mas para os povos indígenas as 'huayras' eram objetos de culto. Adoravam as 'huayras', como também os minerais. Isso se explica pelo lado mágico que tem todo o processo de fundição", ressaltou Cruz.

"São como pequenos vulcões que não só cintilam luzes de todas as tonalidades e cheiros, mas também têm um barulho muito especial, como se estivessem vivos", completou.

Por causa dos sucessos com os fornos "huayrachina", o instituto decidiu começar uma plataforma experimental sobre a tecnologia indígena com o fogo, que envolverá não somente as técnicas metalúrgicas, mas também outras disciplinas como a cerâmica, utilizadas pelos antigos habitantes da região.

Além disso, "há vários outros tipos de fornos nos quais estamos trabalhando", como os de reverberação (chamados "toccochinbo"), comentou Cruz.

As pesquisas despertaram o interesse das comunidades indígenas que ainda vivem na região, como os Qolla Ayllu, mas também a curiosidade de físicos e especialistas em metalurgia, intrigados pelas altas temperaturas que alcançam estes rústicos e misteriosos fornos.

Fonte: http://www.circuitomt.com.br/editorias/mundo/45143-arqueologia-comeca-a-desvendar-enigma-de-fornos-andinos-que-atingiam-1000-c.html (14/06/2014)

Hallan una tumba del Tiahuanaco en el peruano valle de Tambo

Templo de Kalasasaya en Tiahuanaco. E.M.

La construcción de este conjunto funerario data de entre los años 600 y 800 d.C. Los arqueólogos también encontraron tumbas de culturas nacidas después de este período.

A tres kilómetros del distrito de Punta de Bombón, provincia de Islay (Perú), un grupo de arqueólogos de la universidad polaca deWroclaw y de la Universidad Católica de Santa María de Arequipa (UCSM) ha descubierto una necrópolis formada por un conjunto de tumbas de tipo cista pircada con cantos rodados. Este hallazgo confirma la presencia de la cultura Tiahuanaco en el valle de Tambo (Arequipa)

Entre lo más llamativo que se ha descubierto se encuentra una tumba tiahuanaco construida entre los años 600 y 800 d.C., en la que se incluía un fardo funerario y una ofrenda de cerámica ceremonial. "Se creía que la cultura Tiahuanaco había llegado solo hasta la zona cercana a la cordillera. Las investigaciones decían que su límite geográfico era la parte media de Moquegua, entre el Ande y la costa. Sin embargo, esta tumba nos da a entender que a menos de un kilómetro y medio de la costa del valle de Tambo, a nivel del mar, vivió la población de Tiahuanaco",señala Luis Augusto Belan Franco, codirector de la expedición binacional y director del Museo de Arqueología de la UCSM.

Periodo Intermedio Tardío
El trabajo de los arqueólogos en este cementerio se realizó entre marzo y mayo, en el que también encontraron tumbas de culturas nacidas después de Tiahuanaco, motivo por el que se descartó la posibilidad de que este conjunto fuera un hecho aislado.

En la necrópolis de alrededor se ubicaron tumbas de la cultura Chiribaya, la que se desarrolló en la parte sur del Perú durante el período Intermedio Tardío, entre el 900 y 1.400 d.C.

La investigación de la Universidad de Wroclaw y de la UCSM forman parte del Proyecto Tambo, que se desarrolla desde hace cuatro años en las cuencas del extremo sur del país. Este programa es dirigido por Jozef Szykulski, profesor de la mencionada universidad polaca.

La cultura Tiahuanaco
La cultura Tiahuanaco surgió a orillas del lago Titicaca alrededor del año 200 a.C. y perdura hasta el año 1000 d.C. A pesar de haber dejado unos impresionantes restos arqueológicos, existen muy pocas investigaciones al respecto. Por su carácter expansivo Tiahuanaco abarcó territorios de Perú, Chile y Bolivia.

Lo más característico de esta cultura fue la arquitectura y la escultura. Entre los monumentos más conocidos se encuentra la Portada del Sol en el conjunto monumental de Kalasasaya (Tiwanaku, Bolivia), o eltemplo de Puma punku (Tiwanaku, Bolivia).

Tiahuanaco como cultura regional tuvo su centro en el Altiplano Perú-Boliviano. El sitio que da nombre a la cultura está muy cerca de la frontera entre los dos países. Por encima de los 3.800 m. de altura ocupa parte de un valle alto andino entre las cordilleras de Kimsa-Chatta y Achuta. Las edificaciones de aquella época, ya en ruinas, están casi a 35 metros por encima del nivel actual del lago, aunque se baraja la hipótesis de que en épocas anteriores las aguas llegaban más cerca. De ahí que muchos piensen que Tiahuanaco pudo ser un puerto lacustre.

Fonte: http://www.elmundo.es/la-aventura-de-la-historia/2014/06/17/53a004b4ca47414e528b4574.html (17/06/2014)

Qué terminó con la glorificación de los reyes y escritura maya

Foto: Getty Images

Los "colapsos" que sufrieron los mayas acabaron con la glorificación de sus reyes y su escritura, aunque esa civilización nunca desapareció sino que se transformó y descentralizó, dijo hoy a Efe un experto guatemalteco.

El arqueólogo guatemalteco Tomás Barrientos es uno de los expertos de cuatro países reunidos este viernes en la ciudad colonial de Antigua para analizar "los colapsos" de la civilización maya.

Los mayas habitaron un vasto territorio en Centroamérica que actualmente ocupan Guatemala, Belice, Honduras, El Salvador y el sur de México, con una historia de aproximadamente 3.000 años

Barrientos, director del Departamento de Arqueología de la Universidad del Valle de Guatemala (privada), disertó en la convención sobre "los cambios y transformaciones sociopolíticas de los mayas clásicos reflejados a través de la arquitectura".

El arqueólogo comentó a Efe que aunque es "difícil" explicar cómo se dieron los "colapsos (...) muchas cosas desaparecen en la cultura maya" a raíz de ellos, "como la escritura, los jeroglíficos, y la glorificación de los reyes".

El objetivo principal de la escritura maya y todo el ostento giraba en torno a la glorificación de un rey o un monarca, pero con el "colapso", supuestamente atribuido a situaciones ecológicas y políticas, todo ello se reduce y desaparece al igual que los palacios, las redes de comercio y el jade.

"Los colapsos son momentos de transformación sociopolítica muy radicales, muy fuertes, no es fácil explicar un proceso de estos porque no es solo una cosa, se conjugan muchas causas", expresó.

El gran "colapso" de la civilización maya se registró en el siglo X después de Cristo, posiblemente por situaciones sociopolíticas o ecológicas, dijo Barrientos.

Los mayas, sin embargo, no desaparecieron, sino que se transformaron y hubo una mayor descentralización, aseguró el arqueólogo.

En opinión de Barrientos, en ciertos momentos de la historia debido al cambio de los sistemas de gobierno, los mayas abandonaron una gran parte del territorio en el departamento norteño de Petén, que fue la principal cuna de esta civilización.

Comentó que una excavación en la que participó hace ocho años en la ciudad de Cancuén (Petén) se localizó evidencia de un asesinato masivo en el siglo IX en el que se registró "la violencia más importante de la civilización maya".

"Por eso algunas ciudades sí se abandonaron por ataques directos que incluso involucraron el asesinato de las noblezas, lo que nos refleja que fue una época de convulsión política", indicó.

Estos conflictos eran entre regiones y sociedades que estaban compitiendo por comercio para poder afianzarse en un nuevo sistema, pero "el sistema político se cayó en pedazos", aseguró.

"Este colapso del periodo clásico acabó con toda la monarquía, el arte, y la ciencia se redujo y ahora lo que tenemos en Guatemala es la herencia de la gente común como los campesinos que producen artesanía y la población que logró mantener la cosmovisión", expresó.

"La herencia popular maya es la que menos cambió y es la base de la cultura maya a pesar de todos estos colapsos. La alfarería y la cosmovisión ha logrado sobrevivir", consideró

Además de situaciones ecológicas y políticas, también "se está considerando que la conquista española es un colapso, pero la cultura maya sigue viva y los colapsos son procesos que suceden hoy en día", aseveró.

Expertos de Guatemala, Estados Unidos, Holanda y Francia discuten este viernes los "colapsos" o la transformación que sufrió la civilización maya en territorio guatemalteco, en un evento organizado por el productor de televisión y fundador de las Convenciones Mundiales de la Arqueología Maya de Guatemala, Rosendo Morales.

Las rutas del comercio de jade, el colapso de la vida, pasado, presente y futuro, los idiomas mayas, mitos del colapso, la guerra en el postclásico y los colapsos de sociedades complejas son algunos de los temas que se abordan en la convención.

Morales dijo este viernes que el objetivo de reunir a expertos y arqueólogos es para que se comparta información sobre la civilización maya, a fin de explicar a la gente que esa cultura aún sigue viva.

"Los colapsos se pudieron deber a epidemias o al cambio climático, es lo que se quiere descubrir en la convención" dijo Morales al anunciar la semana pasada la celebración de la convención de Antigua, a unos 50 kilómetros de la capital guatemalteca.

Fonte: http://www.publimetro.com.mx/vida/que-termino-con-la-glorificacion-de-los-reyes-y-escritura-maya/mnfn!TceH4IZ3gA3xQ/ (14/06/2014)

El Pucará de Aconquija, a punto de ser declarado Patrimonio de la Humanidad


El Camino del Inca ingresará a la Lista del Patrimonio Mundial como un itinerario cultural multinacional.

Como parte integrante del itinerario cultural Qhapaq Ñan, el Pucará de Aconquija, en Andalgalá, será declarado Patrimonio de la Humanidad por la Unesco, la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura. Por estos días y hasta el 25 de junio la Unesco realiza su 38° reunión en Qatar, donde se tratará como uno de los temas prioritarios la candidatura del denominado “Camino del Inca” o “Sistema Vial Andino” a Patrimonio Cultural de la Humanidad.

El Camino del Inca ingresará a la Lista del Patrimonio Mundial como un itinerario cultural multinacional, puesto que se trata de una red vial de más de 35.000 kilómetros que recorre la región andina a través de seis países -Argentina, Perú, Bolivia, Chile, Colombia y Ecuador. Dentro del país, el itinerario recorre siete provincias: Jujuy, Salta, Tucumán, Catamarca, La Rioja, San Juan y Mendoza. Si bien el Qhapaq Ñan fue consolidado por el Imperio incaico en el siglo XV, se trata de una red vial que tiene más de 2.000 años de historia.

El tramo catamarqueño que fue elegido para integrar este patrimonio mundial está constituido por el Pucará de Aconquija y 800 metros de camino asociado que unen esta imponente fortaleza con el Sitio del Bajo, ambos ubicados en una porción del territorio andalgalense.

La decisión de elegir al Pucará, entre otros sitios arqueológicos de gran valor patrimonial que existen en la provincia, obedece a su monumentalidad y que se conserva con un sorprendente grado de integridad y autenticidad, dos requisitos exigidos por Unesco para poder integrar la lista del Patrimonio Mundial.

Una década de trabajo –en la que tuvieron participación profesionales catamarqueños- supuso la elaboración del expediente técnico presentado para la nominación de Qhapaq Ñan, trámite que se concretó en febrero de 2013.

Celebración
La comunidad de Aconquija y cada una de las comunidades argentinas y de los distintos países que viven en cercanías de los sitios y los tramos viales que pasarán a integrar el itinerario cultural realizarán este domingo 22 de junio ceremonias para celebrar la declaratoria que no solo representa lograr la máxima valoración en materia de patrimonio cultural, sino que también pone a cada comunidad y cada gobierno ante el desafío de preservar y gestionar estos sitios bajo los estándares internacionales de la Unesco y -al mismo tiempo- asumiendo una gestión participativa que proteja e incluya a las comunidades circundantes.

Sobre el Pucará
El Pucará de Aconquija representa una obra arquitectónica monumental planificada que permite dar cuenta de la envergadura de la infraestructura requerida por los incas a la hora de expandir sus dominios y de la compleja interacción mantenida con las sociedades con las que interactuaron. Es Monumento Histórico Nacional y Parque Arqueológico Provincial.

Perdura hasta hoy con sorprendente grado de integridad y autenticidad, adecuándose así a las exigencias de UNESCO para ser incluido como Patrimonio de la Humanidad. Su construcción debió requerir del aporte de mano de obra, ideas, tecnologías y materiales locales, y su función defensiva o disuasiva pone de relieve aspectos que hacen al modo en que los incas integraron, dominaron y cohesionaron a las sociedades locales en una zona de frontera.

Fonte: http://www.elesquiu.com/notas/2014/6/19/cultura-329800.asp (19/06/2014)

Perú: Científicos descubren geoglifos anteriores a las líneas de Nazca

Un equipo de investigadores peruanos y estadounidenses centraron sus excavaciones en el valle de Chincha, donde hallaron unos intactos geoglifos lineales

Autor: Redacción Nacional | internet@granma.cu

LIMA.— Mucho antes de que se levantaran las intrigantes figuras de Nazca en los desiertos del sur de Perú, otra cultura ya dibujaba con piedras líneas que señalaban al solsticio de junio.

En la misma zona famosa por esos geoglifos que se pueden ver desde el espacio, un grupo de investigadores ha descubierto una serie de marcas igual de misteriosas y dibujadas en la tierra mucho antes.

Los investigadores, un equipo formado por arqueólogos estadounidenses y peruanos, centraron sus excavaciones en el valle de Chincha, 200 kilómetros al sur de Lima.

La zona fue el centro de la cultura Paracas, previa a la de Nazca, y que tuvo su apogeo entre el 800 y el 100 antes de la Era Común. Durante tres años han estado excavando en una zona de unos 30 Km2 hasta encontrar todo un tesoro arqueológico formado por simples piedras.

Hallaron 71 líneas hechas con piedras de diferente tono que el terreno y otras 353 marcas como mojones, círculos y otras figuras rectangulares que no fueron construidas al azar ni de forma caprichosa.

Entre todas tejen una red que conecta varios montículos que, como de puestos de observación, permitían ver algo más que el paisaje. Siguiendo las líneas con la mirada, los arqueólogos pudieron ver en junio de 2012 y el de 2013, en el solsticio de junio, el Sol se ponía entre varios pares de líneas casi con una precisión matemática.

“Las líneas Chincha son similares en estilo de construcción a las de Nazca. Sin embargo, aquí no hay figuras de animales como en ésta. Casi todos los geoglifos de Chincha son lineales”, explica en un correo el arqueólogo de la Universidad de California Los Ángeles y director de las excavaciones, Charles Stanish.

Las hileras de piedra de varios kilómetros, algunas incompletas por el paso destructor de sucesivas civilizaciones, también son diferentes a las de Nazca porque tejen conectan entre sí varias construcciones que los investigadores creen que debían tener alguna función ceremonial, según explican en su estudio, publicado en PNAS.

Fonte: http://www.granma.cu/ciencia/2014-06-06/peru-cientificos-descubren-geoglifos-anteriores-a-las-lineas-de-nazca (06/06/2014)

sábado, 14 de junho de 2014

Secretos de los mayas

Expertos darán a conocer detalles de sitio arqueológico La Corona, Petén. La imagen refleja cómo pudo haber sido hace más de mil años. (Foto Prensa Libre: Archivo)

POR BILLY QUIJADA / GUATEMALA

Arqueólogos de Estados Unidos, Holanda, Francia y Guatemala analizarán los colapsos del mundo maya y buscarán explicar sus razones, durante la VII Convención Mundial de la Arqueología Maya que se efectuará este fin de semana en la ciudad colonial de Antigua Guatemala.

CIUDAD DE GUATEMALA - La actividad, que se desarrollará del 13 al 15 de junio, tiene como tema central "Los colapsos del mundo maya", ya que "por primera vez en la historia se hablará públicamente sobre cuál fue la causa del fin de esa civilización", asegura Rosendo Morales, fundador y organizador del evento.

Uno de los expositores es Tomás Barrientos, director del Departamento de Arqueología de la Universidad del Valle de Guatemala, quien profundizará en los cambios y transformaciones sociopolíticas de los mayas clásicos reflejados a través de la arquitectura. "Conocemos la transición de una sociedad por sus construcciones", añade.

Carlos Morales, del proyecto Naachtún, disertará una conferencia sobre el abandono y el colapso del período Clásico en el norte de Petén, ya que a su criterio, "se conoce más del tiempo predecesor de este".

Durante los tres días del congreso se organizarán varias actividades, como talleres y conferencias en inglés y español. Otros expositores son Richard Hansen, director del proyecto Cuenca Mirador, de la Universidad de Utah, EE. UU.; Sergio Romero, de la Universidad de Austin, Texas; Liwy Grazioso Sierra, de la Universidad de San Carlos de Guatemala y Fundación Miraflores; y Matilde de Monterroso, de la Universidad del Valle de Guatemala.

Admisión: Q100. Los talleres infantiles serán gratuitos e incluirán material de trabajo.

Más información en la página web www.eventosantiguaguatemala.com

Fonte: http://www.prensalibre.com/cultura/colapsos-secretos-mundo_maya_0_1153684880.html (10/06/2014)

México celebrará los 100 años del hallazgo del Templo Mayor

Foto: Notimex

Catalogado como el centro absoluto de la vida religiosa mexica, la zona arqueológica del Templo Mayor celebrará con una exposición el centenario de su hallazgo, el próximo mes de octubre.

Así lo dio a conocer Carlos Javier González González, director del Museo del Templo Mayor, quien comentó en entrevista con Notimex que este centro simbólico del gran Imperio Mexica tendrá una muestra breve pero significativa.

De acuerdo con el arqueólogo, con esta exhibición se le rendirá, además, un homenaje a quien es considerado el padre de la antropología en México, Manuel Gamio (1883-1960).

Lo anterior, se suma a la conmemoración del 75 aniversario del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) y de los 50 años del Museo Nacional de Antropología (MNA).

“Tendremos objetos personales de Gamio y algunas piezas que encontró el arqueólogo Leopoldo Batres en la calle de Guatemala, años atrás del hallazgo del Templo Mayor.

“Vendrán, también, obras significativas del Museo Nacional de Antropología (MNA). Se trata de obras que tienen que ver con la cultura mexica y que son antecedentes del hallazgo”, mencionó.

La mayoría de la gente, dijo, se refiere al hallazgo de la Coyolxauhqui en 1978, pero años atrás ya existía una pequeña zona arqueológica en lo que eran las ruinas de la calle de Guatemala y Seminario, “y de esa pequeña zona arqueología fueron los vestigios del Templo Mayor, localizados en 1914 por Gamio”.

“Tendremos en prestamos algunas piezas del MNA y nosotros prestaremos a ellos otras obras para que estemos en un espíritu de unión a la celebración; nosotros a la 50 del MNA y ellos a la muestra sobre los 100 años del hallazgo del Templo Mayor”, indicó.

Por otro lado, adelantó que a finales de junio se inaugurará otra exposición: “Semillas de vida. Sexualidad en Occidente”, que reunirá piezas del occidente de Mesoamérica. Es de recordar que sobre el Templo Mayor estaba construido un edificio colonial comparativamente con lo que estaba debajo, por lo que se derribó para dejar salir a la superficie el edificio más importante de la cultura azteca.

En 1914, Manuel Gamio ya había descubierto las ruinas del Templo Mayor y en los años 50, Ignacio Marquina se interesó en el sitio y elaboró lo que hoy en día se conoce como la maqueta de Marquina, en la cual se ubica lo mencionado por Fray Bernardino de Sahagún: La existencia de 78 templos enmarcados por un circuito que unía las calles de Brasil, Monte de Piedad, Moneda, Correo Mayor, El Carmen y González Obregón.

Era el Centro Sagrado con el Templo Mayor, el juego de pelota, los templos de Tezcatlipoca rojo y negro, y el del Sol, entre otros.

Sin embargo, no fue sino hasta 1977 cuando la Dirección de Salvamento Arqueológico planeó excavar algunos estacionamientos de esta área y el 21 de febrero de 1978, cuando los trabajadores de la entonces Compañía de Luz y Fuerza realizaban una excavación de dos metros de profundidad para colocar un transformador eléctrico, localizaron una piedra con relieves de más de tres metros de diámetro.

Enseguida, expertos del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) se dieron a la tarea de limpiar con sumo cuidado la tierra y el lodo que cubría el monolito.

Conforme avanzaban los trabajos se podían apreciar los contornos de formas femeninas desmembradas. Al verla completa, el arqueólogo Felipe Solís la identificó como la diosa Coyolxauhqui.

Con ese hallazgo y el apoyo del entonces presidente de la República, José López Portillo, iniciaron las excavaciones formales y el rescate del Templo Mayor de Tenochtitlan, lo que actualmente se constituye uno de los proyectos de arqueología urbana más importantes de México.

Fonte: http://eleconomista.com.mx/entretenimiento/2014/06/01/mexico-celebrara-100-anos-hallazgo-templo-mayor (01/06/2014)

Reconstruyen saberes y tecnologías andinas en la producción de metales


Un equipo de arqueólogos (argentinos y franceses) logró por primera vez extraer plomo argentífero, un mineral que contiene plata y que procede de la mina Aguilar, en la localidad jujeña de Tilcara, lo que permite reconstruir la antigua cadena operativa de producción de metales que desarrollaron los pueblos andinos precolombinos.

as pruebas realizadas en el marco de un programa de arqueología experimental andina permitieron constatar la alta eficacia de los hornos metalúrgicos (conocidos como huayrachinas), para la producción de metales preciosos, de tamaño relativamente reducido y bajo consumo de carbón vegetal.

"A raíz de los resultados alcanzados, se prevé establecer en Tilcara una nueva plataforma experimental sobre las antiguas metalurgias, el primer emprendimiento de este tipo en Latinoamérica", dijo a Télam Pablo Cruz, investigador del Conicet, y director del Instituto Interdisciplinario Tilcara, dependiente de la Facultad de Filosofía y Letras de la UBA.

El procedimiento consistió en "construir hornos que funcionaron únicamente con carbón vegetal y la acción del viento de montaña (con una velocidad entre 4 y 11 metros por segundo), alcanzando temperaturas superiores a los 1.200°C", dijo Cruz, titular de la investigación junto al arqueólogo Florian Tereygeol, especializado en el mundo de la antigua minería.

Asimismo, verificamos "un consumo notablemente reducido en carbón vegetal, un aspecto de suma importancia en el ambiente semidesértico del altiplano surandino, y que cambia nuestra noción sobre el costo económico y ecológico que tuvo la producción de metales en el pasado prehistórico" añadió Cruz desde Tilcara.

"Conocer los saberes y tecnologías que los pueblos andinos precolombinos desarrollaron para producir metales preciosos es el propósito de esta investigación", sostuvo el arqueólogo.

La importancia de los metales no radica "sólo en el enorme potencial de sus materias, que permitieron la elaboración de objetos resistentes y sofisticados, sino también en el enorme encanto que provocaron sus brillos y tonalidades, principalmente el oro y la plata", explicó.

Para los científicos, hay un aspecto más de los metales que provoca fascinación: "la manera mágica en que son producidos".

En efecto, para obtener los metales es necesario primeramente extraer de las entrañas de la tierra los minerales metalíferos y luego manipularlos reiteradas veces mediante el calor u otros agentes físicos o químicos.

Cruz explicó que el proceso exige "transformar la roca sólida en un líquido viscoso, incandescente y centellante en un nuevo material sólido y brilloso".

"La antigua metalurgia, basada principalmente en el uso de hornos, fue, en todos lados, el dominio de las alquimias", subrayó Cruz y mencionó "al sur de Bolivia, norte de Chile y de Argentina como una de las regiones del continente con el máximo desarrollo en producción de metales, sobre todo a partir del primer milenio de nuestra era".

"Numerosos establecimientos mineros y metalúrgicos prehispánicos, destacados tanto por la escala de la producción como por la sofisticación de las tecnologías empleadas se hallaron en esta región", explicó.

De hecho, una de las principales razones por las cuales los incas se expandieron desde el Perú hacia el sur a finales del siglo XV fue la procuración de nuevos yacimientos, pero también de nuevas tecnologías.

Con la llegada de los españoles, la explotación de los recursos minerales presentes en esta región se convertiría progresivamente en el centro y motor económico de la empresa colonial en el mal llamado "Nuevo Mundo".

Una idea de lo que implicó la producción de metales en la vida social y económica en los comienzos de la Colonia quedó documentada por cronistas como Reginaldo de Lizárraga (1545-1615), quien señaló la existencia, en Potosí, de más 4.000 chuayras (hornos de viento indígenas).

Según esos relatos, los hornos "funcionaban de manera simultánea en los cerros que rodean la Villa Imperial, que cada noche ardían, y que verlas desde fuera y aún dentro del pueblo, parecía que el pueblo se abrasaba".

"La producción de los metales andinos no sólo tuvo impacto en el destino de la población indígena, sino que provocó cambios en una escala planetaria: la Revolución Industrial fue posible por recursos generados por las minas del Alto Perú, principalmente Potosí, y uno de los primeros ensayos de la producción en cadena y mecanización tuvo lugar en los ingenios mineros alto-andinos del siglo XVI y XVII", explica el estudio científico.

"La antigua minería andina fue objeto de numerosos estudios históricos y -en menor medida arqueológicos-, sin embargo, poco conocemos en la actualidad sobre los procesos de transformación metalúrgica y, en particular, acerca de las transferencias de saberes y tecnologías entre indígenas y europeos", señala el informe.

Estas investigaciones arqueológicas "de yacimientos coloniales de los siglos XVI y XVII" se realizan desde 2003 y dieron lugar a la construcción de hornos metalúrgicos andinos en la plataforma experimental de Melle, un pequeño pueblo de Francia, donde se encuentran ubicadas antiguas minas de los Reyes Francos.

Y por primera vez, en abril de este año, la experimentación se hizo en Tilcara, con la colaboración logística del Instituto Interdisciplinario Tilcara de la UBA.

Fonte: http://unosantafe.com.ar/aunclick/Reconstruyen-saberes-y-tecnologias-andinas-en-la-produccion-de-metales-20140601-0018.html (01/06/2014)

Encontrado novo trecho do Caminho do Inca que chega até Machu Picchu

Complexo arqueológico inca de Choquequirao em 14 de outubro de 2004, no Peru. Foto: AFP/Arquivos Prensa Palacio

AFP - Agence France-Presse

Um grupo de pesquisadores peruanos descobriu em Cuzco (sudeste) um novo trecho do ancestral Caminho do Inca, que permitirá uma nova perspectiva da cidadela sagrada de Machu Picchu, informaram autoridades do Ministério da Cultura.

Na nova rota, de 1,5 km de extensão, a 2.700 metros de altitude, se destaca um túnel de cinco metros de comprimento, em cujo interior se aprecia um teto rachado selado com pedras lavradas, explicou a Direção Desconcentrada da Cultura, ligada ao ministério.

A descoberta se encontra na região de Wayraqtambo ou Tambo de los Vientos, que se situa na zona alta de Machu Picchu.

"Ainda não se pode apreciar a totalidade do caminho, há que está coberto em grande parte por vegetação, razão pela qual os trabalhadores no local buscam retirar as ervas daninhas e as pedras que dificultam a entrada", disse à imprensa Fernando Astete, chefe dos arqueólogos de Machu Picchu.

O especialista afirmou que, devido à sua localização, a nova via dá uma nova perspectiva da cidadela, além de permitir observar no túnel os métodos de engenharia dos incas.

"Este caminho deve ser restaurado e valorizado por seu valor patrimonial", considerou.

O Caminho Inca (Qhapaq Ñan, em idioma indígena) é uma rede viária de 40.000 quilômetros que unia Peru, Chile, Colômbia, Equador, Argentina e Bolívia, que acabou de ser construída durante o império inca e cuja maior parte está no Peru.

Vários governos da região solicitaram de forma conjunta à ONU que declare o Caminho do Inca como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Segundo historiadores, o Caminho do Inca tinha, a cada 7 km, um pukara (posto fortificado) que exercia controle do movimento dos transeuntes. A cada 21 km, tinha um tambo (pousada) para que o Inca e seu séquito descansassem e se abastecessem de água e comida.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2014/06/05/internas_cienciaesaude,508506/encontrado-novo-trecho-do-caminho-do-inca-que-chega-ate-machu-picchu.shtml (06/06/2014)

Perú recupera casi cuatro mil piezas arqueológicas de Argentina

Foto: AFP

Serán devueltas gracias a un fallo de la justicia de ese país, según informo la cancillería peruana.

Las 3.898 piezas arqueológicas prehispánicas fueron extraídas irregularmente y llevadas a la Argentina.

"Hace unos días la última instancia de la justicia argentina resolvió devolver las piezas, en su mayoría son cerámicas de las culturas Mochica, Chimú, Tiahuanaco, Chancay y Lima", dijo el vicecanciller Fernando Rojas, citado por la nota de la cancillería.

Explicó que durante 14 años, el gobierno peruano a través de su embajada en Argentina ha seguido el proceso "que llegó a un fallo satisfactorio".

Las piezas se encuentran guardadas en Buenos Aires y las autoridades peruanas, una vez conocido el fallo, comenzarán a trabajar para la repatriación. agregó.

AFP

Fonte: http://www.pulzo.com/mundo/151791-peru-recupera-casi-cuatro-mil-piezas-arqueologicas-de-argentina (07/06/2014)

sábado, 7 de junho de 2014

Las 10 zonas arqueológicas desconocidas de México


El Conde, en el Estado de México, es la zona arqueológica con menor número de visitantes en 2013 según el INAH

Laura Islas | UN1ÓN

El Conde es una zona arqueológica que se ubica en el municipio de Naucalpan, Estado de México.

Fue descubierta a principios del siglo XX; las ruinas corresponden a un tecpan o palacio de la nobleza de los aztecas en el periodo de 1430 a 1521 d.C.

Esta zona arqueológica es la menos visitada en México según estadísticas del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH).

De acuerdo al instituto, durante 2013, El Conde tuvo mil 88 visitas: es decir, tres personas cada día.

El Hormiguero en Campeche es la segunda zona con menos visitas. En 2013 sólo tuvo mil 199 visitantes.

La lista de las diez zonas arqueológicas desconocidas en el país la completan San Claudio en Tabasco, Las Pilas en Morelos, Malpasito en Tabasco, Chacmultún en Yucatán, Xcalumkín y Tohcok en Campeche, La Organera Xochipala en Guerrero y San Francisco de la Sierra en Baja California Sur.









Fonte: http://www.unioncancun.mx/articulo/2014/05/30/cultura/las-10-zonas-arqueologicas-desconocidas-de-mexico (30/05/2014)

Caral: Complejo arqueológico Áspero se recupera

Pesca era principal actividad. (Difusión)

En el lugar destacan las huacas Alta, Los Ídolos y de Los Sacrificios, cuyos orígenes se calcula en más de 5,000 años de antigüedad

Después de una década de ser utilizado como un botadero de basura, el complejo arqueológico de Áspero, ubicado en el valle de Supe, viene revelando el pasado pesquero de la civilización precerámica de Caral, cuyo origen se calcula en más de 5,000 años de antigüedad, por lo que es considerada la más antigua de América y contemporánea de Mesopotamia.

Así lo informó la arqueóloga Ruth Shady, quien viene trabajando en la puesta en valor y recuperación de alrededor de 30 edificaciones en el lugar. Allí destacan las huacas Alta, Los Ídolos y de Los Sacrificios, donde se encuentran pirámides que han sido huaqueadas hasta el cansancio, pero que se espera poner en valor.

Fonte: http://peru21.pe/actualidad/caral-complejo-arqueologico-aspero-se-recupera-2185559 (30/05/2014)

Muestra cultural en Imperio Mexica


Catalogado como el centro absoluto de la vida religiosa mexica, la zona arqueológica del Templo Mayor celebrará con una exposición el centenario de su hallazgo, el próximo mes de octubre.

Así lo dio a conocer Carlos Javier González González, director del Museo del Templo Mayor, quien comentó en entrevista que este centro simbólico del gran Imperio Mexica tendrá una muestra breve pero significativa.

De acuerdo con el arqueólogo, con esta exhibición se le rendirá, además, un homenaje a quien es considerado el padre de la antropología en México, Manuel Gamio (1883-1960).

Lo anterior, se suma a la conmemoración del 75 aniversario del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) y de los 50 años del Museo Nacional de Antropología (MNA).

“Tendremos objetos personales de Gamio y algunas piezas que encontró el arqueólogo Leopoldo Batres en la calle de Guatemala, años atrás del hallazgo del Templo Mayor.

“Vendrán, también, obras significativas del Museo Nacional de Antropología (MNA). Se trata de obras que tienen que ver con la cultura mexica y que son antecedentes del hallazgo”, mencionó.

La mayoría de la gente, dijo, se refiere al hallazgo de la Coyolxauhqui en 1978, pero años atrás ya existía una pequeña zona arqueológica en lo que eran las ruinas de la calle de Guatemala y Seminario, “y de esa pequeña zona arqueología fueron los vestigios del Templo Mayor, localizados en 1914 por Gamio”.

“Tendremos en prestamos algunas piezas del MNA y nosotros prestaremos a ellos otras obras para que estemos en un espíritu de unión a la celebración; nosotros a la 50 del MNA y ellos a la muestra sobre los 100 años del hallazgo del Templo Mayor”, indicó.

Por otro lado, adelantó que a finales de junio se inaugurará otra exposición: “Semillas de vida. Sexualidad en Occidente”, que reunirá piezas del occidente de Mesoamérica.

Es de recordar que sobre el Templo Mayor estaba construido un edificio colonial comparativamente con lo que estaba debajo, por lo que se derribo para dejar salir a la superficie el edificio más importante de la cultura azteca.

En 1914, Manuel Gamio ya había descubierto las ruinas del Templo Mayor y en los años 50, Ignacio Marquina se interesó en el sitio y elaboró lo que hoy en día se conoce como la maqueta de Marquina, en la cual se ubica lo mencionado por Fray Bernardino de Sahagún: La existencia de 78 templos enmarcados por un circuito que unía las calles de Brasil, Monte de Piedad, Moneda, Correo Mayor, El Carmen y González Obregón.

Era el Centro Sagrado con el Templo Mayor, el juego de pelota, los templos de tezcatlipoca rojo y negro, y el del Sol, entre otros.

Fonte: http://www.elpuntocritico.com/noticias-cultura/87795-muestra-cultural-en-imperio-mexica.html (02/06/2014)

Cultura planea modernizar los museos de tres huacas

(Foto: Archivo El Comercio)

Mejoras en Pucllana, Huallamarca y Puruchuco buscan impulsar el turismo.

El Ministerio de Cultura planea mejorar los museos de las huacas Pucllana (Miraflores), Huallamarca (San Isidro) y Puruchuco (Ate), según lo confirmó ayer Sonia Guillén, directora de Museos de la entidad.

El plan para modernizar estos lugares –que no tiene todavía fecha de inicio– se da tras la anunciada construcción del museo nacional del Perú, que estará en Pachacámac, frente al importante sitio arqueológico de la capital.

“La idea es dar una propuesta amplia e integral, en la que el museo de Pachacámac sea la madre de los museos y defina una forma de manejarlos con modernidad y profesionalismo”, dijo.

Guillén mencionó esto en relación a la idea de convertir a la capital en un polo cultural y turístico. Debido a que con la eventual construcción del aeropuerto internacional de Chinchero (Cusco) muchos turistas no tendrán un paso obligado por la ciudad, dichos museos podrían hacer a Lima más atractiva a los visitantes extranjeros.

El museo nacional del Perú se ubicará al frente, a la entrada al sitio arqueológico, cruzando la antigua Panamericana Sur, en Lurín. El lugar es idóneo para el Ministerio de Cultura, ya que se encuentra frente al sitio arqueológico más visitado de Lima, con 140 mil ingresos al año.

Además, al construirse en ese espacio, evitaría que la zona sea invadida. Este punto fue subrayado a este Diario por la ministra Diana Álvarez Calderón hace unos días.

PUCLLANA
La huaca Pucllana está en Miraflores y fue un centro ceremonial que se originó con la cultura Lima (200-700 d.C.). Su administración la comparten la municipalidad distrital y el Ministerio de Cultura. Además, ahí funciona uno de los restaurantes más exclusivos de la capital. La comuna recibe el 6,1% de sus ventas.

HUALLAMARCA
La huaca de Huallamarca está en San Isidro, muy cerca del centro financiero del distrito. La cultura Lima lo usó primero como un centro ceremonial y luego como un cementerio.

PURUCHUCO
Este centro arqueológico está muy cerca del estadio Monumental en Ate. El municipio ha intentado hacer una obra vial que una las avenidas Javier Prado y Metropolitana muy cerca, pero estas aún no se inician.

Fonte: http://elcomercio.pe/lima/patrimonio/cultura-planea-modernizar-museos-tres-huacas-noticia-1733264 (01/06/2014)

domingo, 1 de junho de 2014

Cultura maya invadirá la Copa Mundial en Brasil

Legado. En la imagen, detalle de una piedra tallada por los mayas hace unos mil 300 años.. (Foto: Archivo/EFE )

Notimex| El Universal

Las piezas pertenecen al Museo Colección Stavenhagen; la exhibición abre el 9 de junio en tierra carioca y en octubre se trasladará a París

Un total de 15 piezas del Museo Colección Stavenhagen, que forman parte de la muestra "Mayas: revelación de un tiempo sin fin" , que el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) lleva a Brasil, serán exhibidas a partir del 9 de junio en el Museo de la Ciudad de Sao Paulo.

En entrevista, la encargada del Museo Colección Stavenhagen, Lucía Sánchez, explicó que es una oportunidad para que los amantes del fútbol que asistan a la Copa Mundial puedan tener un acercamiento con la cultura mexicana, gracias "a un acuerdo que se entabló con Brasil.

La muestra, recordó la también promotora cultual, se presentó hasta el mes pasado en la Galería de Palacio Nacional, en esta capital, y está integrada por más de 500 de piezas prehispánicas, pertenecientes a diversos territorios, de ahí que ofrezca una amplia visión de la historia de la cultura maya, pues van desde el periodo preclásico, hasta el posclásico.

"Lo que viaja es la parte arqueológica y en ella llegamos a prácticamente el periodo de la Conquista. A través de los núcleos temáticos hablamos de religión, la guerra, el ambiente y algunas de las ciudades más representativas; son núcleos que tratan de abarcar la cultura maya en toda su extensión", apuntó.

Para el préstamo de estas piezas, dijo, se tomaron en cuenta cuestiones técnicas como las dificultades de transportación y las condiciones de las salas que las albergarán, pues "nosotros tenemos la obligación de conservar y cuidar el patrimonio".

Sánchez recordó que las piezas del Museo Colección Stavenhagen, ubicado en el Centro Cultural Universitario Tlatelolco (CCUT), fueron solicitadas por la curadora de la muestra Mercedes de la Garza, quien los invitó a unirse a este proyecto con una selección que represente diferentes aspectos de la vida de esta cultura prehispánica.

"Esta invitación nos llega primero el año pasado para ser parte de la exposición de Palacio Nacional y luego en función de llevar este proyecto que representa a México, en esta caso, en Brasil, y después en París", mencionó.

Respecto a la proyección que se espera tenga esta muestra en Brasil, la promotora cultural consideró que será apreciada por millones de personas, quienes además disfrutarán en Brasil del Mundial de Fútbol, a inaugurarse el 12 de junio.

Con esta clase de acciones, dijo, el Museo Colección Stavenhagen reafirma su obligación de conservar el patrimonio cultural del país; "estamos más que contentos de acompañar al INAH con esta colección y con todas las participaciones que podemos tener".

La encargada del museo adelantó que la muestra "Mayas: revelación de un tiempo sin fin" , tras su exhibición en el Museo de la Ciudad de Sao Paulo, Brasil, que concluirá a finales de agosto, viajará a la capital francesa, donde será presentada en el Museo Quai Branly, entre octubre de 2014 y febrero de 2015.

sc

Fonte: http://www.eluniversal.com.mx/cultura/2014/cultura-maya-copa-mundial-brasil-1013772.html (29/05/2014)

Mapean ciudad maya perdida, Noh Kah, una antigua metrópoli


LOS TEXTOS ENCONTRADOS SUGIEREN QUE NOH KAH FUE LA PRIMERA UBICACIÓN DE LA CIVILIZACIÓN MAYA DURANTE EL SIGLO V, ANTES DE MIGRAR A CALAKMUL EN EL SIGLO VI.

Por: PijamaSurf Mexico

Arqueólogos del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) y de la Escuela Nacional de Antropología e Historia (ENAH) encontraron seis pequeños distritos de una antigua metrópoli maya. En un área de 34 hectáreas, las ruinas cubiertas de raíces y enredaderas se encuentran en el corazón de la selva de Quintana Roo.

Durante dos años, los investigadores se encargaron de analizar a profundidad tanto la topografía de la antigua metrópoli como cuantiosas colecciones de piezas de cerámica. Como resultado, nombraron a los restos de la ciudad como Noh Kah, que quiere decir “Ciudad grande”.

De acuerdo con Javier López Camacho, encargado de la investigación, lo que queda es sólo una pequeña parte de lo que fue:

[U]na construcción colosal de un sitio que data de hace 1 500 años, en el periodo Clásico Temprano (de 250 a 600 a.C.). Noh Kah pertenece a un área importante del río Hondo, adyacente a Belice, donde se desconocían sitios monumentales; y esto es un rayo que ilumina lo que se le conoce como sitios Dzibanché.


Este mapeo brinda puntos clave acerca del reino de Kaan, en Calakmul. Los textos encontrados sugieren que Noh Kah fue la primera ubicación de la civilización maya durante el siglo V, antes de migrar a Calakmul en el siglo VI. Asimismo se descubrió, gracias a la forma y estructura de la mampostería, que Noh Kah tuvo dos estadios culturales: el primero, en el periodo Clásico Temprano, se enfocó en la expansión de las instituciones gubernamentales y en el material cultural de Petén (actualmente Guatemala); el segundo, después de 562 y durante el periodo Clásico Tardío, el asentamiento en Calakmul fue influenciado por la civilización localizada en el Río Bec (península de Yucatán).

Aunque aún falta mucho por descubrir acerca de Noh Kah, los patrones de asentamiento revelan que la civilización se expandió hacia el sur de Quintana Roo. En consecuencia hubo una separación del área central de la ciudad en pequeñas ciudades (o grupos arquitectónicos), las cuales contaban con pirámides, plataformas, espacios ceremoniales, casas de élite que fungían como centro gubernamental. Separados por un rango de 3km cada una, los distritos se llamaban: Corozal, Pich, Paredón, Pocito, Hop Na y Viente.

Al plantear la posible estructura de Noh Kah, los investigadores pretenden comprender la organización y evolución cultural de la civilización maya durante el periodo Clásico.

Fonte: http://pijamasurf.com/2014/05/mapean-ciudad-maya-perdida-noh-kah-una-antigua-metropoli/ (24/05/2014)

Avanza el proceso del Qhapaq Ñan como Patrimonio de la Humanidad

Ruinas del Pucará de Aconquija, parte del sistema vial andino.

El denominado “Camino del Inca” dio un nuevo paso en la causa presentada ante la Unesco.

Días pasados la secretaría de Turismo de Catamarca presentó en la ciudad de Salta el manual de obras públicas para el Qhapaq Ñan, que está siendo postulado por seis países latinoamericanos y siete provincias argentinas como Patrimonio de la Humanidad.

La presentación estuvo a cargo del arquitecto Ramiro Schere, quien formuló las pautas de obras posibles que respeten el entorno cultural y paisajístico de los sitios arqueológicos elegidos. Por la secretaría de Turismo de nuestra provincia, participaron los arquitectos Fernando Morales y Marcos Barrionuevo.

En el mismo marco, se llevó a cabo la Primera Jornada del NOA para la gestión del Qhapaq Ñan, en el Centro Cultural América en la ciudad de Salta. Allí se discutió y consensuó las pautas de preservación y conservación, de participación de las comunidades, y la creación de las Unidades de Gestión, tanto a nivel nacional, provincial y local.

Patrimonio de la humanidad
El proceso para declarar el itinerario cultural multinacional Qhapaq Ñan o sistema vial andino, como Patrimonio de la Humanidad, fue iniciado en febrero de 2013.

Este camino, que tiene su punto de inicio en la ciudad de Cusco (Perú), atraviesa alrededor de 35.000 kilómetros a lo largo y a lo ancho de la región andina, integrando a los países de Argentina, Perú, Bolivia, Chile, Colombia y Ecuador. Dentro del país, recorre siete provincias: Jujuy, Salta, Tucumán, Catamarca, La Rioja, San Juan y Mendoza.

Para lograr el cometido de que la UNESCO nombre al Camino del Inca como Patrimonio de la Humanidad, los países y provincias que lo conforman trabajan en dos aspectos fundamentales: la conservación del sitio a fin de generar las mejores condiciones para promover su visita de manera sustentable, y la administración y gestión del mismo, contemplando la participación de los actores sociales, en base a un modelo que articula una instancia internacional, nacional, provincial y local.

En Catamarca los sitios elegidos son el Pucará de Aconquija y una sección de camino comprendida entre Sitio del Bajo y el Pucará del Aconquija, considerado como el más imponente y monumental sitio Inca emplazado en los confines del imperio, que además conserva los requisitos de autenticidad e integridad que exige Unesco para este tipo de declaratorias.

Ambos sitios fueron visitados en el pasado mes de octubre por Ángela Rojas, cubana, especialista en itinerarios culturales, quien a pedido de Unesco visitó las siete provincias argentinas integradas a este antiguo sistema vial andino.

Fonte: http://www.elesquiu.com/notas/2014/5/29/cultura-327134.asp (29/05/2014)

El teleférico de Kuélap, en la selva peruana, será adjudicado el viernes

EFE

Lima(EFE).- La concesión para la construcción y administración de un teleférico de 4.000 metros de largo que facilitará el acceso a las ruinas prehispánicas de Kuélap, en la región selvática de Amazonas, será adjudicada el próximo viernes, confirmó hoy a Efe la Agencia de Promoción de la Inversión Privada de Perú (Proinversión).

El teleférico, denominado Sistema de Telecabinas de Kuélap, tendrá un período de concesión de 20 años y contará con una inversión estimada en 17,9 millones de dólares.

La llamada fortaleza de Kuélap es un gran sitio arqueológico de la cultura Chachapoyas (900-1470) en la selva amazónica, por lo que el proyecto del teleférico busca "mejorar y optimizar" las condiciones de acceso e impulsar el desarrollo turístico de la región Amazonas, según señalaron fuentes oficiales.

El comité de ProInversión encargado del tema señaló que el proyecto deberá ser diseñado para contar con capacidad de transporte de 1.000 pasajeros por hora, como una de las "especificaciones técnicas básicas", y deberá iniciarse con 26 cabinas.

La agencia estatal señaló que recibirá hasta mañana las propuestas técnicas y económicas de los postores.

Las autoridades de la región Amazonas consideran que gracias a las obras que se ejecutan para poner en valor a Kuélap este lugar se puede convertir en el segundo destino turístico más visitado del país, después de la ciudadela inca de Machu Picchu.

Además de la construcción del teleférico, se proyecta ampliar la pista del aeropuerto de Chachapoyas para permitir la llegada de aviones de gran capacidad, así como mejorar los servicios para el turismo.

Fonte: https://es.finance.yahoo.com/noticias/telef%C3%A9rico-ku%C3%A9lap-selva-peruana-adjudicado-viernes-205701335--sector.html (28/05/2014)

Cantona, el lugar con más juegos prehispánicos de pelota en México


Autor: Miguel Ángel Arroyo

Actualmente, la zona arqueológica de Cantona representa la ciudad prehispánica con más juegos de pelota en el país, con un total de 24, señaló Jaime García Cook, investigador del Instituto Nacional del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH).

Indicó que es seguida por el Tajín con 17 y en tercer lugar aparece Chichen Itzá, con 13.

Durante la cátedra presentada en la comunidad de la Universidad Popular Autónoma del Estado de Puebla (UPAEP), el antropólogo consideró también que en su momento, Cantona compitió con Teotihuacán en la producción de obsidiana.

García Cook, quien encabezó los trabajos para rescatar la dicha zona arqueológica ubicada a poco menos de 100 kilómetros de Puebla (en la frontera con Veracruz), reconoció que seguramente existe otro sitio que tenga más juegos de pelota que Cantona; pero hasta el momento, no ha sido descubierto.

Habló también de lo que representa este sitio para el país: “Cantona es una ciudad única en México y ofrece muchos misterios y elementos que faltan por descubrir”.

E ilustra: “en Cantona no podemos encontrar al pobrecito de la ciudad. Toda la gente que estaba adentro era de clase media a alta. La clase de élite vivía sola. ¿Dónde está el pobre? No lo entendemos, o todos eran pobres o todos eran ricos”.

Cabe citar que el antropólogo, desde hace dos décadas, trabaja en la exploración y apertura de esa zona arqueológica.

Fonte: http://www.poblanerias.com/2014/05/cantona-el-lugar-con-mas-juegos-prehispanicos-de-pelota-en-mexico/ (28/05/2014)