terça-feira, 29 de setembro de 2015

Livro TITICACA em Promoção pela AMAZON!!!!

Amigos,

A AMAZON está realizando uma promoção de livros digitais que começa hoje (29/09) e dura por 7 dias! Meu livro "Titicaca - Em Busca dos Antigos Mistérios Pré-Colombianos" está participando! De R$ 24,48 está saindo por R$ 9,80! Um preço para lá de especial! Aproveitem!!!! É por tempo limitado!!!

http://www.amazon.com.br/Titicaca-busca-antigos-mist%C3%A9rios-pr%C3%A9-colombianos-ebook/dp/B00UEV1XCO

Ritual: crânio revela decapitação mais antiga das Américas

Cientistas indicam que nativos da América do Sul já realizavam rituais de morte sofisticados

Representação esquemática do sepultamentoIlustração/Tokyo Gil

Um estudo liderado por cientistas brasileiros revela o mais antigo caso de decapitação humana já registrado nas Américas - há 9 mil anos - na caverna Lapa do Santo, em Minas Gerais. Os cientistas encontraram, em 2007, em um nicho a 55 centímetros de profundidade, um crânio com as seis primeiras vértebras cervicais e duas mãos amputadas depositadas sobre o rosto em posições invertidas.

De acordo com os autores do estudo, publicado na quarta-feira (23), na revista PLOS, há vários indícios de que não se trata do sepultamento de um "troféu de guerra", como era comum entre povos nativos das Américas, mas de uma decapitação realizada após a morte do indivíduo, em um ritual de sepultamento.

Rituais sofisticados
Segundo os cientistas, isso indica que os caçadores-coletores do período já realizavam rituais mortuários sofisticados. Comparações com outros espécimes encontrados na caverna indicam que provavelmente se tratava de um membro do grupo local.

Imagens mostram crânio e mãos enterrados há 9 mil anosReprodução/PLOS

A apenas 60 quilômetros de Belo Horizonte, a região de Lagoa Santa, onde foi feita a descoberta, tem um dos principais sítios arqueológicos do País, com restos humanos de até 13 mil anos. Ali, o fóssil Luzia, o mais antigo das Américas, foi encontrado na década de 1970 e estudado pelo biólogo Walter Alves Neves, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), um dos autores do novo estudo liderado pelo brasileiro André Strauss, do Instituto Max Planck para Antropologia Evolucionária, da Alemanha.

Segundo Strauss, o caso mais antigo de decapitação registrado na América do Sul até agora ocorreu no Peru há 4 mil anos.

— Como a maior parte dos outros casos também foi registrada nos Andes, acreditava-se que a decapitação era um fenômeno restrito àquela região. Mas nosso estudo mostra pela primeira vez um caso fora daquela região.

Segundo ele, a indicação de uma prática ritualizada é mais relevante do que a decapitação em si.

— A decapitação fazia parte de um conjunto de práticas mortuárias extremamente multifacetadas e sofisticadas, que nunca haviam sido reconhecidas na região naquele período.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/ritual-cranio-revela-decapitacao-mais-antiga-das-americas-25092015 (24/09/2015)

Sector privado podrá administrar monumentos arqueológicos en Perú


El Gobierno modificó la Ley General del Patrimonio Cultural de la Nación, en la que ahora el sector privado podrá firmar con el Estado convenios de gestión cultural para este fin.

Desde ahora los monumentos arqueológicos en el Perú podrán ser administrados por el sector privado. El Gobierno emitió un Decreto Legislativo con el que modifica la Ley General del Patrimonio Cultural de la Nación, en la que se permite esta figura.

Hasta antes de esta modificación, todos los inmuebles que son patrimonio cultural de la nación, incluyendo los monumentos arqueológicos podían ser administrados únicamente por el Estado.

Esta situación cambió, pues norma publicada hoy señala que el Ministerio de Cultura podrá otorgar a entidades públicas y/o privadas, mediante convenios de gestión cultural, la administración de determinados componentes de estos inmuebles.

Esta administración debe coadyuvar a la protección, investigación, conservación, restauración, exhibición, difusión y/o puesta en valor sostenible de los inmuebles del patrimonio cultural.

Los convenios firmados con el Ministerio de Cultura, también pueden incluir la administración de servicios complementarios, según los alcances que determine la entidad estatal.

La norma precisa que los convenios de gestión cultural se otorgarán bajo la modalidad de concurso de proyectos y su vigencia no será mayor a 10 años. Además, no solo deberá conservar el patrimonio, sino también promover el acceso y uso social del mismo.

Actualmente se han identificado 19,903 monumentos arqueológicos en todo el territorio nacional.

El Ministerio de Cultura tendrá 90 días para establecer el procedimiento para el otorgamiento, ejecución y supervisión de los convenios de gestión cultural.

Fonte: http://gestion.pe/economia/sector-privado-podra-administrar-monumentos-arqueologicos-peru-2143480 (22/09/2015)

sábado, 26 de setembro de 2015

Origem e propósito das linhas de Nazca continuam sendo um mistério

(FOTO: FLICKR/BEN)

As hipóteses em torno das figuras formadas no solo do deserto peruano vão desde aliens até manifestações de culturas antigas

Na terra, elas são quase imperceptíveis, mas vistas de cima, formam figuras incríveis. Trata-se das linhas de Nazca, que ficam em um deserto com o mesmo nome, no Peru.

Consideradas patrimônio mundial pela UNESCO desde 1994, elas foram descobertas em 1927, quando o piloto Toribio Mejia Xespe as avistou ao sobrevoar a região. São mais de 13 mil traços que formam 800 figuras, algumas delas se estendem por mais de 65 quilômetros.

Até hoje não se sabe ao certo qual é a origem ou o propósito das linhas. Ao longo do tempo, foram criadas várias teorias envolvendo religião, cultura e até alienígenas. Conheça algumas delas:

- O escritor suíço Erich Von Däniken acredita que as imagens formadas pelas linhas seriam uma espécie de sinalização para o pouso dos alienígenas.

- Há quem acredite que as linhas tenham uma ligação com a astrologia. A arqueóloga Maria Reiche é uma delas. Ela sugere que algumas das figuras correspondam diretamente a constelações visíveis durante épocas específicas do ano. A figura do macaco, por exemplo, seria uma representação da Ursa Maior, e o golfinho e a aranha teriam relação com Orion.

- As linhas seriam indicadores de onde se encontra a água no subsolo do deserto peruano. É o que acredita o pesquisador norte-americano David Johnson.

- Os arqueólogos Markus Reindel, do Instituto Alemão de Arqueologia, e Johnny Isla, do Instituto Andino de Pesquisa Arqueológica veem as linhas como locais de oferenda para os deuses. Cada figura significaria algo em específico, como fertilidade, saúde e fornecimento de água.

O caso de Nazca não está nem perto de ser solucionado. Enquanto isso, aguardemos as próximas especulações.

Via Ancient Origins

*Com supervisão de André Jorge de Oliveira

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/09/origem-e-proposito-das-linhas-de-nazca-continuam-sendo-um-misterio.html (18/09/2015)

Gran Tzompantli está dedicado a Huitzilopochtli


“ERA UN CULTO A LA VIDA, NO UN RITO DE MUERTE”

El grupo de arqueólogos que lo encontró comenta que los cráneos en su mayoría no son de mexicas.

Por: SABINA ROSAS Y 
J. FRANCISCO DE ANDA-CORRAL

Ni todas ni sólo las cabezas de los guerreros iban a parar al Gran Tzompantli de Tenochtitlan. También estaban destinadas las de algunos cautivos o adversarios de guerra importantes, incluso los conquistadores y sus caballos; las de los derrotados en el juego de pelota; podían caber también las de niños que eran venerados como la representación de un dios, e incluso, se presume ahora, las de algunas mujeres.

Pero en todos los casos, por más terrible que parezca, la exhibición de cabezas en el Tzompantli además de una manifestación de poder “era un culto a la vida, no un rito de muerte”, así lo afirman los arqueólogos Raúl Barrera Rodríguez y Lorena Vázquez Vallin, investigadores del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) adscritos al Programa de Arqueología Urbana (PAU) del Templo Mayor, quienes de nuevo abrieron una caja del tiempo y siguiendo los datos de los cronistas antiguos comprobaron la existencia del Huey Tzompantli de Tenochtitlan, edificado para honrar al dios Huitzilopochtli, la deidad principal de la urbe azteca, bajo el piso de un edificio colonial.

Para el equipo arqueológico, conformado en su mayoría por un entusiasta grupo de mujeres, no hay duda de que se trata del Gran Tzompantli dedicado a Huitzilopochtli.

Lo corroboran la confrontación del hallazgo con uno de los primeros memoriales de fray Bernardino de Sahagún, del siglo XVI; las citas de por los menos siete cronistas, entre ellos Andrés de Tapia, Bernal Díaz del Castillo y el mismo Hernán Cortés, y porque según su ubicación —a poco más de 200 metros frente al Huey Teocalli— recrea los mitos fundamentales del pueblo mexica, uno de los cuales expone a Huitzilopochtli como su dios tutelar, quien les entrega el arco y la flecha y los destina a la guerra.

Por lo cual, el Huey Tzompantli o Gran Tzompantli “es el elemento que reivindica la identidad guerrera del pueblo mexica y su centro de poder político, religioso y económico, y su descubrimiento puede considerarse como uno de los más importantes que han ocurrido en el Templo Mayor”, indica Barrera.

El hallazgo y las fuentes históricas
A finales de abril, en la calle de República de Guatemala número 24 del Centro Histórico de la ciudad de México, donde se levanta una vieja casona a espaldas de la Catedral Metropolitana, el equipo de arqueólogos del INAH —conformado por Sandra Liliana Ramírez, Ingrid Trejo, Janette Linares, Edgar Pineda, Moramay Estrada y la antropóloga física Bertha Alicia Flores, bajo la supervisión de Raúl Barrera, director del PAU, y Lorena Vázquez Vallin, como jefa de campo—, descubrieron una plataforma rectangular situada a 2 metros de profundidad, construida entre 1486 y 1502 (etapa VI del Templo Mayor) con sillares de tezontle y recubierta de estuco, que podría llegar a medir 34 metros de largo por 12 de ancho y entre 45 y 50 centímetros de altura.

Posteriormente, sobre la plataforma encontraron una secuencia de huellas de incrustaciones de postes de 25 o 30 cm de diámetro separadas por 60 cm, y junto a éstas hallaron una estructura circular conformada por tres hileras de cráneos unidos con una argamasa de cal y gravilla de tezontle, tal y como lo narraron algunos cronistas en el siglo XVI. Llegados a este momento, las señales para el equipo arqueológico eran muy claras, estaban frente al Gran Tzompantli dedicado a Huitzilopochtli.

El arqueólogo Raúl Barrera Rodríguez se declara cada vez más sorprendido de la exactitud y precisión con que las fuentes históricas describen el recinto ceremonial mexica. Respecto del Tzompantli, fray Bernardino de Sahagún, en Historia general de las cosas de Nueva España, refiere: “El cuadragésimoprimero edificio se llamaba Hueitzompantli; era el edificio que estaba delante del cu (templo) de Huitzilopochtli, donde espetaban las cabezas de los cautivos que allí mataban, a reverencia de este edificio, cada año en la fiesta de panquetzaliztli”.

El antropólogo jesuita José de Acosta, en Historia natural y moral de las Indias, de 1590, lo describe: “Frontero de la puerta de este templo de Vitzilipuztli había treinta gradas de treinta brazas de largo (...) En lo alto de las gradas había un paseadero de treinta pies de ancho, todo encalado; en medio de este paseadero, una palizada bien labrada de árboles muy altos, puestos en hilera, una braza uno de otro; estos maderos eran muy gruesos y estaban todos barrenados con agujeros pequeños; desde abajo hasta la cumbre, venían por los agujeros de un madero a otro unas varas delgadas, en las cuales estaban ensartadas muchas calaveras de hombres, por las sienes, tenía cada una veinte cabezas (...) Llegaban estas hileras de calaveras desde lo bajo hasta lo alto de los maderos, llena la palizadas de cabo a cabo, de tantas y tan espesas calaveras, que ponían admiración y grima”.

No hay consenso fidedigno en el número de calaveras que pendían de los travesaños. Algunos dicen que 30,000, otros que 72,000 y hasta 136,000 cráneos. Sin embargo, lo que sí concuerda es el asombro que consignaron en sus relatos los conquistadores españoles al ver el Gran Tzompantli. Lo definen como una “palizada” donde se exhibían las cabezas de los sacrificados atravesadas por las sienes.

Confiados en esas fuentes, los arqueólogos sostienen que se trata de uno de los siete tzompantli que había en el recinto ceremonial mexica, cada uno dedicado a un deidad distinta, siendo éste el principal por su tamaño y ubicación, donde se ofrendaban las cabezas humanas al dios Huitzilopochtli.

Cráneos como ladrillos en
 un muro
Un acompañante de Hernán Cortés llamado Andrés de Tapia refiere también en sus crónicas que a los lados del Tzompantli había “dos torres hechas de cal y cabezas con los dientes afuera”, e hipotéticamente una de ellas podría ser la que han encontrado los arqueólogos del PAU, según revela Barrera.

Son 35 cráneos humanos —por ahora— formados en tres hileras semicirculares los que han permanecido amalgamados desde hace más de 500 años como si fuesen los ladrillos de un muro. “Podría haber muchos más”, dice el arqueólogo.

Las calaveras ubicadas en las primeras hileras se distinguen completas: sus profundas órbitas oculares, el tabique nasal, las mandíbulas sosteniendo los dientes. Las de más atrás apenas comienzan a revelar sus coronillas entre montones de tierra aún sin retirar.

El diagnóstico preliminar de antropología física establece que la mayoría de estos cráneos pertenecieron a adultos varones de entre 20 y 35 años; a algunas mujeres, todas menores de 35 años, y probablemente a cuatro niños de entre cinco y ocho años. Se presume que no eran mexicas, sino personas originarias de distintas regiones de Mesoamérica. “Seguramente son cautivos de los pueblos sometidos por Tenochtitlan”, refiere el arqueólogo Barrera. Sin embargo, hace falta realizar estudios más detallados para confirmarlo.

Sobre la presencia de cráneos infantiles en ese grupo de sacrificados, la arqueóloga Lorena Vázquez Vallin acude a la historia y explica que probablemente se trate de esclavos o ixiptlas, niños cautivos que eran cuidados y protegidos en Tenochtitlan de una manera especial porque personificaban a una deidad y su destino era la inmolación en alguna festividad religiosa del calendario mexica.

Simbolismo del Tzompantli
Poco se ha estudiado esta tradición mesoamericana. Hay vestigios de esta práctica en sociedades urbanas de distintas épocas, en Tula, Chichén Itzá, Tlatelolco y Tenochtitlan. Pero su significado puede inferirse por los innumerables datos que han aportado los especialistas sobre la cosmogonía mexica y el sacrifico humano en las sociedades precolombinas, indican los arqueólogos.

“Es importante conocer el sentido de la religión y de la muerte para los pueblos prehispánicos. En la cosmogonía mesoamericana, los hombres existían para adorar y alimentar a los dioses con ofrendas; era una condición para que la vida continuara”, dice Barrera.

“Para los mexicas, la vida y la muerte eran un continuo, no había separación. Se habla mucho de la muerte en torno al Tzompantli y no es la muerte en sí, ésta simplemente era un tránsito hacia la vida, porque la vida continuaba en otro lugar: en el Tlalocan para los muertos por una causa relacionada con el agua; en el Mictlán para los que morían por razones naturales, y junto al Sol para los guerreros y las mujeres que morían de parto”, detalla el arqueólogo.

Acompañantes del Sol
Los cráneos expuestos en el Tzompantli pasaban por un proceso ceremonial que los sacralizaba, luego se colocaban mirando hacia el templo de Huitzilopochtli, el dios tutelar que reside en el Sol, como un culto a la vida, porque la ofrenda servía para dar continuidad al Sol. Su culto se relacionaba con la naturaleza, la agricultura, la fertilidad, explica Raúl Barrera.

De acuerdo con esa cosmovisión, los guerreros inmolados iban a acompañar a la deidad solar desde el amanecer hasta el mediodía, momento en que las mujeres muertas en parto, también consideradas guerreras, los relevarían para viajar con Huitzilopochtli hasta el ocaso, y recorrían el Inframundo hasta el amanecer, cuando los guerreros librarían una nueva batalla contra las fuerzas de la oscuridad para que el Sol volviera a salir.

Fonte: http://eleconomista.com.mx/entretenimiento/2015/09/01/gran-tzompantli-dedicado-huitzilopochtli (01/09/2015)

Em busca das cidades perdidas da Amazônia

Antes da chegada dos europeus, grupos indígenas construíram cidades, no meio da mata, que rivalizavam com as da Europa. Uma nova pesquisa diz que a floresta, longe de ser uma ocorrência natural, foi construída pelo trabalho desses povos

Por: RAFAEL CISCATI

Um nova trabalho diz que, antes da chegada dos europeus, as populações indígenas da Amazônia interferiram na formação da floresta (Foto: Getty Images)

Você e eu aprendemos que a Amazônia é uma vastidão verde criada pela natureza. Uma floresta que nasceu em solo pobre, inadequado para a agricultura. Aprendemos também que, em pontos remotos – que correspondem à maior parte da floresta – a mata permaneceu imperturbada por séculos, a salvo das investidas humanas. Quando o professor Charles Clement chegou à Amazônia, em 1976, era essa a ideia em voga nos círculos acadêmicos. Clement é um etnobotânico que trabalha no Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas (Inpa). Passou a maior parte da vida na floresta, observando as alterações que populações indígenas fizeram em espécies de árvores frutíferas: “A mudança na pupunha é gigantesca”, diz Clement, um senhor de fala calma e carregado sotaque americano, apesar dos quase 40 anos de Brasil. Essas mudanças foram feitas de maneira prosaica. No passado, ao caminhar por trilhas na floresta, os índios abriam a mata ao redor das árvores frutíferas. Isso as ajudava a crescer. Séculos de colaboração causaram grandes mudanças. “A pupunha silvestre tem 2 g. Mas você encontra pupunhas na floresta com até 200g”, afirma o professor.

Clement e seus alunos têm a mania de observar a distribuição das árvores na floresta. Descobriram que é grande a quantidade de plantas úteis para a sobrevivência humana nas imediações dos rios – um levantamento feito pela equipe do professor atesta que elas correspondem a 40% das árvores a cada hectare nas margens dos cursos d’água. Essa concentração vai caindo conforme o aventureiro avança na mata. Mesmo assim, 40km floresta adentro, continua alta. Clement acha que essa distribuição, muito conveniente para os humanos, não é coincidência ou sorte. Ao contrário, ele e seus colegas defendem que aquelas árvores estão ali porque índios que precisavam delas para sobreviver as ajudaram a crescer. Passados milhares de anos, esses esforços mudaram a floresta toda. Clement diz que aquilo que eu e você aprendemos na escola está errado: longe de ser uma imensidão verde feita pela natureza, a Amazônia é, parcialmente, uma invenção dos humanos que nela viveram. E que a mata, mesmo nos seus pontos mais isolados, foi remexida por mãos humanas. A teoria de Clement é polêmica. Ela pode nos ajudar a entender a floresta do passado, e pode mudar a maneira como pensamos a floresta no presente.

Já há décadas, a presença dos humanos na Amazônia pré-colombiana alimenta um animado debate. Um dos primeiros cientistas a defender que a floresta foi influenciada pela ação das pessoas foi o geógrafo americano William Denevan . Em 1992, Dennevan publicou o artigo The Pristine Myth: The Landscape of the Americas in 1492 (algo como O mito da terra primitiva: a paisagem das americas em 1492). No texto, Dennevan reúne evidências que circulavam desde a metade do século para afirmar que, quando os europeus chegaram à América, os habitantes do continente já haviam modificado a natureza em todo o território. O trabalho chamou a atenção da imprensa da época e causou burburinho entre os acadêmicos.

Em julho deste ano, Denevan, Clement e o arqueólogo Eduardo Góes, da Universidade de São Paulo, em companhia de outros colegas arqueólogos e geógrafos, voltaram à carga. Publicaram um artigo em que resumiram suas descobertas, fruto de anos de pesquisa. No trabalho, afirmam que a população amazônica à época da conquista era numerosa. Somava 8 milhões de pessoas. Talvez 10. Elas viviam em cidades sofisticadas, que rivalizavam em tamanho com Lisboa ou Madri – dois dos lugares mais desenvolvidos da Terra no período. Cultivavam alimentos, construíam casas, pontes, trilhas e diques. Criavam trabalhos em cerâmica que se espalharam pela América do Sul, influenciando as populações nos Andes. Com a chegada dos europeus, a maioria morreu, vítima de doenças então desconhecidas. Clement, Góes e companhia se dedicam, agora, a reencontrar os poucos vestígios deixados por esses grupos, e a descobrir qual o alcance das mudanças que eles causaram.

Por muito tempo, pensou-se que a vastidão amazônica fosse produto da natureza. Clement e seus colegas defendem que o homem teve papel importante na distribuição das árvores na floresta (Foto: Lubasi/Wikimedia)

A maioria dos agrupamentos amazônicos se concentrou nas margens dos grandes rios, com algumas aldeias menores nas regiões de interflúvio. Seu tamanho variava – as aldeias entre os rios podiam reunir algo em torno de mil pessoas. Havia conjuntos de aldeias, próximas da água, com populações de até 50 mil índios. Para fazer essa estimativa populacional, os pesquisadores se apoiaram na extensão da área ocupada por um tipo de solo conhecido como "terra preta de índio". Trata-se de um solo artificial, resultado da deposição de cinzas e resíduos criados por humanos, como restos de cerâmica e carcaças de animais. Os pesquisadores calculam que a "terra preta" seja encontrada em pelo menos 3% da Amazônia. A área pode ser maior.

As modificações causadas por essas populações foram se acumulando com o tempo. As plantações dos índios mudaram os tipos de solo e suas intervenções na mata interferiram na distribuição das árvores na floresta. O processo foi demorado. Os primeiros humanos chegaram à Amazônia há cerca de 12 mil anos. Esse número é o mais difundido, mas é alvo de discussão. Alguns registros sustentam que a presença humana é mais antiga: “Podemos falar, com segurança, em 20 mil anos”, diz Clement. Os muitos grupos que surgiam firmavam relações sociais – e talvez comerciais – uns com os outros. No final do século XV, os incas estabeleceram um posto militar avançado à oeste da Amazônia. Com isso, provavelmente, pretendiam se proteger de tribos hostis vindas da floresta, ou comercializar com elas. Essas redes sociais deixaram marcas na mata, na forma de construções artificiais: trilhas, pontes, diques. Por causa delas, mesmo as áreas em que não havia cidades foram influenciadas pela presença dos índios.

Toda essa movimentação foi registrada pelos europeus. As cidades indígenas foram avistadas por conquistadores que navegaram naquela região no século XVI. O primeiro europeu a descer o rio Amazonas, a partir do Peru, foi o espanhol Francisco de Orellana. Orellana ajudara, anos antes, Francisco Pizarro a subjugar o império Inca. Entre 1541 e 1542, desceu o Amazonas desde o rio Orinoco, nos Andes, até sua foz, no oceano Atlântico. Os relatos de suas viagens , e as histórias deixadas por colonizadores que vieram depois, alimentaram a imaginação dos europeus por gerações. Na região próxima de onde hoje fica a cidade de Santarém, esses conquistadores descreveram uma comunidade que se espraiava por 5km ao longo do rio Tapajós. Mata adentro, já longe do rio, aldeias menores se equilibravam no topo de pequenos montes. “Esses montes de que os relatos falam ficam à 10km de distância do Tapajós”, diz Clement. Se estavam visíveis aos europeus era porque a mata densa, naquele ponto da floresta, fora desbastada. No século XVI, a Santarém indígena era tão grande quanto as cidades europeias. Era formada por um núcleo central e por aldeias menores, que compunham uma espécie de região metropolitana. “O sítio de Santarém abrigou a maior cidade da Amazônia”, diz Clement. “Estamos falando de algo entre 25 mil e 40 mil pessoas em uma aldeia”.

Os pontos negros do mapa identificam sítios arqueológicos espalhados pela mata. A maioria está concentrada nas margens dos grandes rios. Há sítios embrenhados na floresta (Foto: Eduardo Neves)

Os relatos de uma Amazônia ocupada caíram em descrédito com o passar dos anos. A região atraiu interesse acadêmico somente em meados do século XVIII, quando a maior parte dessa população já desaparecera. Estima-se que entre 1600 e 1750, 95% dos índios morreram. A maioria, vítima de doenças como malária. Suas casas eram feitas de material degradável. Suas armas e ferramentas fabricadas com pedra e madeira. Depois de sua morte, a floresta retomou o território com vigor, e escondeu os resquícios das antigas ocupações. A partir do século XVIII, cortes europeias patrocinaram expedições de descoberta à floresta. Para cá, vieram botânicos e naturalistas. Encontraram mata fechada. “Seus relatos falam de poucos índios e de florestas magníficas”, diz Clement.

O mito da Amazônia intocada ainda se intensificou durante o século XX. Na década de 1950, a apoiadora mais feroz dessa tese foi a americana Betty Meggers, do Smithsonian – uma das mais poderosas instituições do mundo quando o assunto é arqueologia. Meggers fez expedições ao Brasil. Analisou as condições do solo amazônico e decretou que ele era ruim – e que, por isso, não poderia ser usado para o cultivo de alimentos. Não em quantidade capaz de sustentar grandes populações por grande espaço de tempo.

Essa visão foi questionada em 1980, graças ao trabalho de arqueólogos como Anna Roosevelt. Roosevelt encontrou, na ilha de Marajó, registros de uma cultura que perdurou por mais de 1000 anos. Uma ocupação grande, duradoura e bem-sucedida. Descobertas semelhantes foram feitas em outros pontos da floresta. Hoje, a preocupação dos estudiosos não é mais saber se houve ou não grandes populações vivendo na mata. Isso eles já têm por certo. O que querem é descobrir se essas populações ficaram restritas a alguns grandes centros – como Santarém – ou se elas se espalharam pelo território, influenciando o desenvolvimento da floresta inteira.

Clement e seus colaboradores estão nesse segundo grupo. Do lado oposto, estão pessoas como Mark Bush. Britânico, Bush é professor de ciências biológicas do Instituto de Tecnologia da Flórida, nos Estados Unidos. Sua especialidade é a paleoecologia – Bush coleta amostras de água de lagos e rios. Caso encontre pólen nessas amostras, consegue descobrir informações valiosas sobre o passado de uma floresta. Entre elas, se havia ou não agrupamentos humanos vivendo em dada região.

Bush fez isso em 10 lagos na Amazônia brasileira, peruana e equatoriana. Encontrou sinais de presença humana contínua somente em um. Concluiu daí que, sim, havia grandes grupos vivendo na Amazônia. Mas eles não se espalharam pela mata, que foi poupada da interferência humana. “Eu concordo que havia grandes e duradouras ocupações na Amazônia – e tenho alguma cartas bem mal-educadas da Betty Meggers, que recebi por causa desse posicionamento”, diz Bush. “A questão é entender o que acontece se você caminhar algumas horas para longe dos grandes rios.” Bush diz que, na vasta região entre os rios, há pouco ou nenhum vestígio de intervenção humana. Ali, Clement encontra Terra Preta e espécies de árvores que cresceram com a ajuda dos índios. Bush encontra mata fechada.

Essa nova discussão desperta posicionamentos apaixonados. Em parte porque ela aborda questões atuais: faz pensar sobre como a Amazônia foi ocupada no passado, e como deve ser ocupada no futuro. Faz pensar também sobre a capacidade da floresta de absorver impactos criados por humanos. Estudiosos como Clement e Góes afirmam que as interferências dos índios na criação da floresta mostram que é possível viver de maneira equilibrada com a mata. Os modos de vida das populações tradicionais – índios e seringueiros, por exemplos – não agridem a floresta. “O que esse trabalho nos ajuda a pensar é que existem alguns tipos de ocupação, que não são novas, e que geram impacto positivo. Que podem aumentar a diversidade”, diz Eduardo Góes, da USP. “A gente não pode pensar na Amazônia apenas como uma floresta natural. É uma história com um componente cultural”.

Fonte: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/amazonia/noticia/2015/09/em-busca-das-cidades-perdidas-da-amazonia.html (11/09/2015)

sábado, 19 de setembro de 2015

La fascinante vida después de la muerte de las momias de Perú

Foto: Charles Rennie/Robert Harding World Imagery/Corbis. Restos Incas momificados en la cumbre de la montaña de Nazca

abc.es / madrid

Desde el interior de los palacios de piedra y en las cimas de las montañas sagradas, los muertos Inca continúan ejerciendo poder sobre los vivos

En 1533 los primeros españoles que llegaron a Cuzco, capital del extenso Imperio Inca, descubrieron templos cubiertos con planchas de oro, altares y fuentes, además de una arquitectura comparable a la de Europa. Pero la mayor sorpresa llegó cuando dos soldados entraron en un palacio construido por un emperador muerto y encontraron que él y su difunta esposa parecían estar aún con vida. En el santuario interior del palacio se encontraron con una anciana que llevaba una máscara de oro y que parecía estar quitando las moscas a la familia imperial. Pero en realidad, la pareja ya no respiraba, y aunque permanecían sentados en posición vertical, estaban perfectamente momificados. Ellos y sus asistentes, ya que la familia interpretaba sus deseos y los muertos continuaban «disfrutando de su riqueza».

En los Andes, la momificación era una forma de preservar el poder. Según Smithsonian.com, Los españoles descubrieron que la columna vertebral occidental de América del Sur era el mayor laboratorio natural de la Tierra para hacer momias. Las arenas de la costa que se extiende desde Perú hasta el norte de Chile, las crea de forma natural. Luego, hace 7.000 años, los habitantes de las montañas andinas aprendieron a momificar a sus muertos, 2.000 años antes de que los antiguos egipcios. Los arqueólogos piensan ahora que la momificación artificial transformaba a los seres queridos en los representantes de la comunidad. Eran embajadores ante el mundo natural que aseguraban la fertilidad de sus descendientes y sus recursos.

También puede haber sido una forma de entender y ritualizar la experiencia cotidiana, de encontrarse con los muertos, exponiendo la muerte y sus consecuencias con el paso del tiempo en las arenas del desierto, en los picos fríos y secos y en todo altiplano.

El momento de expansión inca se inició en el año 1200, fue entonces cuando los pueblos de las tierras altas andinas estaban colocando sus ancestros en cuevas como forma de enterramiento. El Imperio Inca fue capaz de propagarse tan rápidamente como lo hizo en parte debido a su fluidez con este idioma de los muertos, compartido por las poblaciones de los andes. Los incas fueron reconocidos como hijos del sol y antepasados de toda la humanidad, por lo que debían entregar a sus hijos al imperio para ser sacrificados en lo alto de las montañas.

La creencia de que el emperador Inca seguía estando socialmente vivon y tenía derecho a retener su propiedad, también alentó la propagación del imperio a través de los Andes. Señala Smithsonian.com, que cuando un emperador Inca moría era momificado a través de las extracción de órganos y el embalsamamiento. El hijo podía asumir el rol imperial pero no quedarse con las propiedades que la momia necesitaba para su sustento. Esta fue la razón por la que cada emperador Inca fue cada vez más lejos para amasar fortuna y gloria.

Fonte: http://www.abc.es/cultura/20150909/abci-fascinante-vida-despues-muerte-201509081751.html (09/09/2015)

La Huaca Pucllana: Arqueología en medio de la modernidad

LA HUACA PUCLLANA ES UN SITIO ARQUEOLÓGICO PERTENECIENTE A LA CULTURA LIMA, QUE SE ALZA MAJESTUOSAMENTE EN MEDIO DE LA MODERNIDAD DE MIRAFLORES.

Huaca Pucllana, en Lima-Miraflores. (Foto: mirafloresperu.com)

Para poder divisar bellos sitios arqueológicos no hay que alejarnos mucho del centro de la capital peruana. La Huaca Pucllana es uno de los rincones más místicos y atractivos y está situado exactamente en el distrito de Miraflores.

La Huaca Pucllana fue recuperada de la destrucción y el abandono de la modernidad y ahora se alza majestuosa como un vestigio de la antigua cultura peruana en medio de la modernización de Miraflores, para el agrado de turistas nacionales y extranjeros.

Es sitio pertenece a la Cultura Lima, y alberga la Gran Pirámide, que constituye el núcleo central del Centro Ceremonial de la Huaca. Esta pirámide, de aspecto trunco y escalonada, se ubica alrededor de un conjunto de sistemas de recintos y plazas que según los expertos fueron parte de un centro ceremonial y administrativo.

Fuente: mirafloresperu.com

Fonte: http://peru.com/viajes/conozca-peru/huaca-pucllana-arqueologia-medio-modernidad-fotos-noticia-396827 (07/09/2015)

Protegerán monumentos arqueológicos por Fenómeno El Niño

Monumentos arqueológicos em Tumbes, Piura, Lambayeque, La Libertad y Áncash, fueron beneficiadas. Fotos: Difusión.

El Ministerio de Economía presupuestó 22 millones de soles para la protección de 63 monumentos arqueológicos.

Con el fin de reducir los impactos del Fenómeno El Niño, a los monumentos arqueológicos, el Ministerio de Cultura junto con autoridades locales, realizó la construcción de techos en las zonas arqueológicas, así lo dio a conocer la titular de ese sector, Diana Álvarez-Calderón, ante la Comisión de Cultura.

La ministra informó que primero se actuó en aquellos lugares que ya sufrieron daños en el pasado y en los más visitados e importantes.

Indicó que con un presupuesto de 22 millones de soles que le otorgó el Ministerio de Economía, se realizaron desde el año 2014 las medidas de protección en 63 monumentos arqueológicos en las regiones de Tumbes, Piura, Lambayeque, La Libertad y Áncash, y se prevé acciones adicionales en 41 sitios similares. Adelantó que su sector recibirá más recursos durante los próximos meses, a fin de ampliar el campo de acción a los departamentos de Lima e Ica.

Los congresistas Eduardo Cabrera, Alejandro Aguinaga y Jorge Rimarachín formularon pedidos para que diversos monumentos de sus regiones sean consideradas en las acciones de prevención, el primero pidió por las líneas de Nazca, el segundo solicitó se incluya a las Huacas de Incahuasi y Tangarará y el siguiente pidió se considere a las zonas de Cumbe Mayo y Cantallo.

Álvarez-Calderón refirió que esas zonas ya estaban consideradas en los sistemas de protección. Indicó que también se incluiría el pedido del congresista Yehude Simon para la protección de los restos arqueológicos de Batan Grande y Laredo.

Fonte: http://larepublica.pe/sociedad/702250-protegeran-monumentos-arqueologicos-por-fenomeno-el-nino (09/09/2015)

Cusco empezó a reconstruir los caminos del Imperio incaico


Por: José Victor Salcedo

Qhapaq Ñan. Hace un año Cultura pone en valor la "Ruta del Pescado" que llega hasta el mar arequipeño desde donde se llevaba pescado fresco para el Inca. Cusco recupera parte del camino inca que recorre 5 países, obligados a efectuar las mismas obras.

Se ha recuperado dos kilómetros de Camino Inca. Desde el anexo de Escalerayoc, a veinte minutos de viaje en bus desde la plaza principal de Cusco, hasta Ccorca. La meta final es el mar de Arequipa. Hasta ahí llegaban los incas para abastecerse de pescado. A un año del inicio del rescate arqueológico de la llamada "Ruta del Pescado", los avances son sustanciales.

El milenario Imperio Inca se extendió casi por toda Sudamérica, en los territorios ocupados hoy por Bolivia, Ecuador, Chile, Argentina, Colombia y Perú. Para tener control sobre estos dominios tejieron una red vial de 40 mil kilómetros. Así se interconectaron los cuatro suyos del Tahuantinsuyo. Todos confluían en Cusco. Como la "Ruta del Pescado".

Podría decirse que en Escalerayoc empieza oficialmente el camino inca hacia el Contisuyo, principalmente hacia la costa de Arequipa.

En este punto se pone en evidencia el trabajo de recuperación de uno de los principales tramos que despliega el programa Qhapaq Ñan de la Dirección Desconcentrada Cusco del Ministerio de Cultura.

Hasta ahora los especialistas de Cultura pusieron en valor dos kilómetros de la vía. La Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) en 2014 declaró Patrimonio Cultural de la Humanidad los caminos incas. Esa concesión obliga a los seis países trazados por estas legendarias rutas a restaurarlas.

Cusco es el primero en dar el ejemplo.
La "Ruta del Pescado" cumplió una función clave en el incanato. Era facilitar el traslado de pescado de Chala (provincia arequipeña de Caravelí) a Cusco. Con esas provisiones la dieta en la mesa del inca sería variada.

De acuerdo a los especialistas, la ruta del Contisuyo abarca 320 kilómetros. Lo recorrían 80 chaskis (mensajeros del Tahuantinsuyo) en solo dos días, atravesando cuatro de las ocho regiones propuestas por Javier Pulgar Vidal. Es decir, las llamadas quechua, suni, puna y yunga.

Cada chaski trasladaba mensajes orales y productos del mar a lo largo de 4 y 5 kilómetros, respectivamente. Los pescados eran cubiertos con algas marinas para evitar su descomposición.

En los dos kilómetros iniciales se puede observar una vía empedrada de 6 metros de ancho.

TURISMO EN CCORCA
Si uno sigue el camino a pie, encuentra que la primera parada es el distrito rural de Ccorca. De Escalerayoq a ese pueblo se llega en menos de media hora de caminata a paso prudente.

Toda vez que esa ruta ha sido puesta en valor, la entidad cultural y el alcalde, David Quispe, quieren convertirla en turística. Eso ayudaría además a aprovechar la oferta turística de Ccorca, que tiene una bella iglesia del siglo XVII, pinturas rupestres y grandes posibilidades de desarrollar el turismo vivencial. En esas comunidades todavía preservan prácticas tradicionales en el agro, ganadería, entre otras actividades. Los visitantes podrían experimentar con esas actividades en carne propia.

Arminda Gibaja, coordinadora del Qhapaq Ñan de la entidad cultural, explicó que el proceso de recuperación empieza con la identificación de la vía inca mediante prospección arqueológica. Sigue un registro en planos, investigaciones arqueológicas para definir su data (si es de época inca, preínca, colonial o de uso actual) y concluye con la puesta en valor y uso social.

Pasando Ccorca recién han empezado las labores de prospección arqueológica. En la zona conocida como Huanoc hallaron 700 metros de carretera con piedra rústica , muros de contención y retención. Diez equipos trabajan en el lugar. En la "Ruta del Pescado", Cusco hará trabajos de recuperación hasta el límite con Arequipa. Luego continuará la obra el Ministerio de Cultura.

Arminda Gibaja agregó que el programa integral cuenta con S/. 8 millones 500 mil para obras de prospección e investigación arqueológica. De esa cantidad, S/. 1.6 millones servirán para labores de investigación en los caminos hacia el Contisuyo, Antisuyo, Collasuyo y Chinchaysuyo.

PATRIMONIO MUNDIAL
El Qhapaq Ñan fue declarado patrimonio del mundo luego de ocho años de estudios, investigaciones y registros gráficos para que los seis países lleguen a un consenso sobre los fundamentos de la petición.

La red vial inca recorre 40 mil kilómetros desde los Andes peruanos hasta la tierra de los Huarpes en Argentina. En términos de patrimonio es el mayor monumento de infraestructura vial que se conoce en Sudamérica. Esperemos que en un breve plazo todos los países se comprometan con su recuperación. Cusco ya dio el primer paso.

Gobiernos deben implementar recomendaciones de Unesco
Cuando el Qhapaq Ñan fue incluido en la lista del patrimonio del mundo, la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) hizo recomendaciones a los seis países que impulsaron su nominación para preservar ese rótulo.

Estas son algunas acciones que deben planificar: determinación de la zona de amortiguamiento de la vía, plan de monitoreo y seguimiento de la puesta en valor, elaboración del plan de uso público y social del camino.

Los gobiernos deben elaborar una estrategia de puesta en valor y protección de los 13 tramos del gran camino inca que unió al Tahuantinsuyo. Tienen plazo hasta diciembre de 2015 para hacerlo. En el caso de la región imperial del Cusco, la Dirección de Cultura se ha adelantado a los plazos fijados por el organismo internacional.

En setiembre de 2014 hubo una reunión de los representantes de las seis naciones y acordaron ejecutar algunas medidas.

Fonte: http://larepublica.pe/impresa/en-portada/699300-cusco-empezo-reconstruir-los-caminos-del-imperio-incaico (29/08/2015)

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Livro TITICACA em Promoção pela AMAZON!!!!

Pessoal!
A AMAZON está realizando uma promoção de livros digitais que começa amanhã (16/09) e dura por 4 dias! Meu livro sobre a Expedição TITICACA está participando, com um preço para lá de especial! Aproveitem!!!! É por tempo limitado!!!

http://www.amazon.com.br/Titicaca-busca-antigos-mist%C3%A9rios-pr%C3%A9-colombianos-ebook/dp/B00UEV1XCO/ref=sr_1_14?ie=UTF8&qid=1442364965&sr=8-14&keywords=Titicaca

sábado, 12 de setembro de 2015

La máscara de Calakmul


La pieza de jade es centro de una exposición temporal en México.

La máscara de Calakmul, un enigmático objeto que muestra la visión maya sobre la vida, la muerte y la resurrección, se exhibe por primera vez en México, en el Museo Nacional de Antropología.

La máscara, elaborada en jade, “plasma la visión de los mayas de vida, muerte y resurrección en un ciclo infinito de existencia”, dijo Pilar Cuairán, curadora de la muestra La Máscara de Calakmul. Universo de jade.

Los arqueólogos aún desconocen a quién perteneció la pieza, cuya datación se calcula entre 660 y 750 d.C. Lo que saben es que fue colocada en la tumba de un gobernante de Calakmul, antigua capital maya situada en el sureste de México, y que la función de las máscaras era dar a los dignatarios muertos la apariencia de la deidad del maíz en el más allá. “Hoy sabemos que la máscara la portó uno de los antecesores de Garra de Jaguar, un gobernante que llevó a Calakmul a su máximo esplendor, pero aún no hemos determinado a quién correspondió”, explicó Enrique Ortiz Lanz, coordinador de museos y exposiciones del Instituto Nacional de Antropología e Historia de México (INAH).

Calakmul se localiza en el estado de Campeche. Fue declarada por la UNESCO Patrimonio Mixto de la Humanidad (cutural y natural) por sus características: es vestigio de una poderosa urbe maya de 70 kilómetros de extensión y está edificada estratégicamente en medio de la selva. La pieza fue descubierta a inicios de los años ochenta por el arqueólogo estadounidense William J. Folan, en la Tumba I de la Estructura VII de Calakmul.

Aunque ya ha sido apreciada en exposiciones en China o Estados Unidos, es la primera vez que se muestra al público en México. La pieza, con incrustaciones de concha y obsidiana, es una de las 20 máscaras mortuorias que quedan de los mayas. Con su exhibición se inicia la serie de exposiciones Una pieza, una cultura, montadas a partir de un objeto único y de gran relevancia. Estará abierta hasta finales de octubre próximo en el principal museo de la capital mexicana, uno de los más importantes del mundo.

Fonte: http://elperiodico.com.gt/2015/08/31/oculta/la-mascara-de-calakmul/ (31/08/2015)

EU financia proyecto de conservación en Líneas de Nazca

La zona arqueológica recibirá un fondo de 150 mil dólares para iniciar un proyecto íntegro de registro, prevención y preservación de los monumentales glifos

Se estima que estos geoglifos fueron realizados por los antiguos pobladores como un calendario astronómico. (FOTO: Archivo EL UNIVERSAL)

EFE - LIMA

El proyecto de Registro, Protección y Preservación de las Líneas de Nazca ganó el fondo del Departamento de Estado de Estados Unidos destinado a la preservación de la cultura, que asciende a 150 mil dólares, informó hoy la embajada de EE.UU. en Lima.

El embajador estadounidense en Lima, Brian A. Nichols, anunció la noche de ayer al proyecto ganador del fondo acompañado por la ministra peruana de Cultura, Diana Alvarez Calderón.

El proyecto peruano tiene como objetivo registrar, prevenir riesgos y conservar las Líneas de Nazca dentro del área registrada como Patrimonio Cultural de la Humanidad en la Organización de Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco). Las Líneas de Nazca son unos enormes geoglifos de animales, figuras zoomorfas y plantas ubicados en una zona desértica al sur de Perú, que se estima fueron realizados por los antiguos pobladores como un calendario astronómico.


El año pasado, un grupo de activistas de la organización Greenpeace colocó un cartel en el área de los geoglifos para llamar la atención de los asistentes a la Conferencia sobre Cambio Climático COP20, que generó daños en el terreno y reveló la necesidad de mayores medidas de protección del lugar.

El denominado "Fondo del Embajador para la Preservación de la Cultura" cubrirá los trabajos del primer año de un proyecto de cuatro años.


Los trabajos se realizarán con vehículos aéreos no tripulados (UAVs) para generar fotografías aéreas geo-referenciadas y crear mapas de alta definición que permitirán detectar la presencia de nuevos geoglifos y registrar su estado de conservación antes y después de su restauración.

Adicionalmente, este proyecto permitirá detectar áreas que podrían ser afectadas por desastres naturales o la intervención humana y así prevenir daños y proporcionar mayor vigilancia en zonas determinadas, indicó la embajada en un comunicado.


Los arqueólogos y conservadores recogerán información para realizar trabajos de limpieza y restauración, y para preparar un manual de trabajo que permitirá continuar con futuros trabajos de registro, conservación y protección de riesgos.

Además, se realizarán trabajos de limpieza y canalización de 19 drenajes ubicados cerca del área del proyecto.

El Fondo del Embajador para la Preservación de la Cultura beneficia a proyectos de conservación, restauración y manejo de colecciones en todo el mundo y en Perú ha otorgado más de 1.6 millones de dólares para financiar 22 proyectos en los últimos 12 años.


Algunos de los proyectos financiados han sido la preservación del patrimonio de las iglesias en la ciudad de Arequipa, la restauración del centro arqueológico Chavín de Huántar y la conservación de fardos y artefactos en los sitios arqueológicos de El Brujo y Sipán, entre otros.

Rqm

Fonte: http://www.eluniversal.com.mx/articulo/cultura/patrimonio/2015/08/6/eu-financia-proyecto-de-conservacion-en-lineas-de-nazca

Expedición ascenderá cimas peruanas no pisadas para buscar restos incas

El escritor de viajes Miguel Gutiérrez Garitano (d), y su hermano Rafa, fotógrafo, encabezan una expedición que parte en septiembre a investigar la historia del reino de Vilcabamba (Perú). Foto: EFE

Agencia EFE
Joana Molinuevo. Vitoria

La fascinación que despierta la historia del reino de Vilcabamba (Perú), última nación inca, llegó hasta Vitoria, desde donde parte en septiembre una expedición que se adentrará en zonas inexploradas de Los Andes peruanos para buscar vestigios y ayudar a preservar la memoria histórica.

Los siete componentes de este "arrebato soñador y aventurero" -como lo definen ellos mismos- recorrerán durante un mes 180 kilómetros del sector occidental de las montañas de Vilcabamba, donde la presencia de la organización terrorista Sendero Luminoso ha alejado esta zona durante años de las pisadas de científicos y alpinistas.

El alma de la expedición es Miguel Gutiérrez, un escritor de viajes vitoriano que ha visitado ya tres veces la zona para recoger testimonios y buscar a oriundos que hagan de guías locales en un trekking "fuera de ruta" y por zonas "bastante inaccesibles".

Prevén ascender cuatro cimas de unos 4 000 metros de altitud cada una pero la dificultad no estará en la altura sino en el propio recorrido en sí, que será escabroso y a veces hasta intransitable.

De hecho, aunque usarán mulas y caballos, a partir de cierto tramo tendrán que prescindir de los animales y salvar los obstáculos que vayan surgiendo por su propio pie.
Dos alpinistas del Monzón (Huesca), los hermanos Javi y Marcos Janer, serán "el músculo" de la expedición, que está diseñada "a la vieja usanza", con una travesía de montaña de varias semanas.

Igual que hacían los exploradores en el siglo XIX, asevera el codirector del proyecto, Rafael Gutiérrez, que ha pergeñado esta aventura junto a su hermano Miguel en la biblioteca familiar, donde un maniquí vestido como el explorador africanista Manuel Iradier (Vitoria, 1854-1911) da una pista del espíritu inquieto de estos hermanos.

Actualmente, los proyectos de exploración de cierta envergadura y con presupuestos nada modestos recurren a lo último en tecnología para rastrear a fondo zonas cubiertas de vegetación y encontrar vestigios que a simple vista pasarían inadvertidos.

Eso no será posible en la Mars Gaming Expedition (el nombre oficial de la expedición alavesa) pero tampoco importa a sus integrantes porque el reto deportivo de cruzar montañas y ascender picos no pisados por investigadores se suma al de intentar salvar el patrimonio peruano de los saqueadores.

El arqueólogo profesional del grupo, Iñigo Orue, ha empleado su pericia analizando fotos de satélite para delimitar en el mapa junto con Miguel Gutiérrez las cinco zonas que justifican un viaje de estas características.

No saben si lo que encontrarán será una ciudad inca perdida jamás descubierta o si serán yacimientos arqueológicos más recientes y de menor valor pero las leyendas que cuentan los locales y lo que el satélite les apunta es más que suficiente para echarse la mochila al hombro y poner rumbo a lo que en su día fue refugio de la civilización inca.

Al igual que la Vitoria del siglo XIX, la del XXI también ha apoyado con aportaciones de particulares y empresas un espíritu aventurero que es ya una seña de identidad de la capital alavesa.
Conscientes del legado, viajarán a Perú bajo la bandera de La Exploradora, la primera Sociedad Geográfica de la Península Ibérica, que se fundó en Vitoria en 1868.

La heredera de aquella institución de exploradores y científicos es hoy la ONG Asociación Africanista Manuel Iradier, a la que destinarán parte de los 15 000 euros que han recaudado y con los que mujeres del Río Muni (Guinea Ecuatorial) podrán comprar semillas para su cooperativa agraria.

Un sueño del que no quieren despertar aunque por el rabillo del ojo miran a un fenómeno climático, El Niño, que tiene en vilo a Perú desde julio y ahora también a ellos.

Si la cosa se pone fea pospondrán el viaje -cuenta Miguel con la boca pequeña- ya que la ilusión de la aventura le impide ser pesimista.

Estos días ha escrito al Ministerio de Cultura de Perú con el que, si todo sale como espera, quiere colaborar para el futuro registro oficial y la preservación del patrimonio peruano en una zona tradicionalmente olvidada y sometida al saqueo.

El próximo libro de Miguel Gutiérrez dará buena cuenta de lo que ocurra en esta "chaladura quijotesca", que tiene su origen en los misterios aún sin resolver de la civilización inca, la misma que atrajo a Hiran Bingham a Perú y que le llevó a descubrir las ruinas de Machu Picchu. El arqueólogo estadounidense también buscaba el último reino inca.

Fonte: http://www.elcomercio.com/tendencias/expedicion-peru-incas-espana-arqueologia.html (30/08/2015)

TCE/SC recebe exposição sobre arte rupestre em Santa Catarina

A cidade de Florianópolis guarda encantos que vão além da beleza de suas praias e mistérios que ultrapassam as lendas sobre bruxas. A chamada Ilha da Magia também possui um dos mais ricos acervos rupestres do mundo. Esses registros, que na verdade estão presentes em todo litoral de Santa Catarina, ganham nova forma e ambiente por meio do trabalho de Miguel Luiz Buchele Junior. O artista que utiliza a técnica de entalhe em madeira traz ao Tribunal de Contas a partir desta quinta-feira, (10/9) 26 peças que compõem a exposição Homenagem à arte rupestre em Santa Catarina.

O que essas gravações significam exatamente ou há quanto tempo existem ninguém sabe, mas elas representam registros ancestrais milenares ainda pouco estudados e conhecidos. Na maioria das gravuras encontradas nas praias e ilhas de Florianópolis, predomina o estilo geométrico, como traços paralelos, círculos e triângulos, mas também há figuras de pessoas e animais. Destaque para a Ilha do Campeche, que desde 2000 é considerada Patrimônio Arqueológico e Paisagístico Nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Miguel Luiz Buchele Junior tem 62 anos e nasceu na cidade de Joinville, no norte do Estado. Começou a carreira artística na década de 70 quando, contra a vontade da família, largou o emprego de bancário para viajar e encontrar sua vocação pela arte. A curiosidade pela história e adaptação dos seres humanos são seus propulsores. “Eu acredito que tenho alma de antropólogo”, revela Buchele. Em outros países da América da Sul, como Chile e, em especial, o Peru, aprendeu técnicas diversas, como argila, cobre-repuxado e madeira.

Estudou civilizações pré-incas, incas, astecas, maias e os celtas na Irlanda. Permaneceu com o foco na arte antiga, na produção e no desenvolvimento de diferentes povos. Voltou ao Brasil por volta de 1980, disposto a estudar e difundir a arte rupestre catarinense. Atualmente, possui um ateliê em Florianópolis, onde também trabalha com terapia artística.

A exposição, que vai até o dia 9 de outubro, das 8 às 19 horas, ocorre no Espaço Cultural Willy Zumblick, nomeado pela Resolução TC-0104/2014. Seu uso está regulamentado na Portaria TC-0619/2014. A criação do espaço está alinhada com a o intuito do Tribunal em contribuir para a disseminação da cultura na sociedade, ao abrir o espaço público e aproximar o cidadão de artistas, escritores, historiadores e outras manifestações culturais.

Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/geral/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=15140 (08/09/2015)

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Machu Picchu: a misteriosa cidade peruana completa 104 anos

A principal atração turística do Peru foi construída no século 15, mas só foi descoberta séculos depois, em 1911. O lugar é, até hoje, cercado de lendas e mistérios

Foto 01: A descoberta do santuário de Machu Picchu completou 104 anos em julho de 2015

Apontado como um dos lugares mais fantásticos do mundo para conhecer ao menos uma vez na vida, o santuário de Machu Picchu está situado nos Andes peruanos, a 112 quilômetros de Cusco e a mais de 2 mil metros acima do nível do mar. Construída no século 15, no vale do rio Urubamba, o lugar é conhecido como a "Cidade Perdida dos Incas", devido à localização remota e ao tempo que demorou para ser encontrado.

A redescoberta da cidade para o mundo se deu em 24 de julho de 1911, pelo professor e explorador norte-americano Hiram Bingham - possível inspirador do personagem Indiana Jones. A partir desse momento, as atrações das ruínas se transformaram em um dos destinos mais famosos da América do Sul, atraindo milhares de turistas em busca de respostas que nem os pesquisadores são capazes de esclarecer: qual seria a real função de Machu Picchu durante a existência do Império Inca?

Segundo os historiadores, a arquitetura do lugar foi planejada para a passagem do deus sol, mas, até hoje, estudiosos não desvendaram se isso é realmente verdade. Alguns arqueólogos estimam que o local foi um Santuário, uma Cidade Sagrada ou um importante centro político, religioso e administrativo da civilização. Devido ao importante legado histórico, desde 1983 Machu Picchu foi listado como Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade. Em 2007, foi eleito uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo.

Foto 02: O complexo é um dos mais impressionantes conjuntos arqueológicos do planeta.

Visitação
Hoje, os visitantes podem conhecer 30% do que um dia foi originalmente a cidade Inca, já que muita coisa foi deteriorada pelo tempo. O restante foi restaurado com blocos de pedra mais espaçados. Todo o complexo pode ser visitado e o ingresso pode ser adquirido antecipadamente no site oficial ou na cidade de Cusco, o que pode ser mais arriscado (há um limite de 2,5 mil turistas por dia). Veja aqui mais informações.

A melhor época para visitar esse impressionante conjunto arqueológico é entre os meses de abril e outubro, durante a estação seca. Entre junho e julho, por ser período de férias nos Estados Unidos e Europa, o lugar costuma receber uma quantidade maior de turistas.

Foto 03: Em 1983, a Unesco declarou Machu Picchu como Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade

Em abril de 2016, as montanhas de Machu Picchu e Wayna Picchu estarão fechadas para manutenção. Segundo o chefe do Parque Arqueológico Nacional de Machu Picchu, o acesso será suspenso para facilitar os trabalhos de melhoria nas escadas, plataformas e muros de sustentação dos dois locais.

Fonte: http://www.pureviagem.com.br/noticia/machu-picchu-a-misteriosa-cidade-peruana-completa-104-anos_a8020/1

La Libertad: complejo arqueológico El Brujo abre nuevo circuito turístico

Foto: Créditos: Cortesía. Visitantes podrán apreciar los recién descubiertos y recuperados frisos marinos de la plataforma superior sur de la huaca "Cao Viejo".

En el marco de los 25 años de inicio de las investigaciones y recuperación del complejo arqueológico “El Brujo”, en la provincia liberteña de Ascope (región La Libertad) se inauguró el nuevo circuito turístico con los recién descubiertos y recuperados frisos marinos de la plataforma superior sur de la huaca “Cao Viejo”.

Este complejo arqueológico recibe el apoyo de la fundación Wiese desde 1990 en donde se ha invertido más de 20 millones de soles en la recuperación arqueológica y monumental del recinto y en la construcción del Museo Cao, que alberga el cuerpo tatuado de la Señora de Cao y los hallazgos de 5 mil años de ocupación cultural de esa zona.

Este monumento arqueológico está incorporado en la denominada Ruta Moche, que incluye las Huacas del Sol y La Luna, la Ciudadela de Chan Chan, y las Tumbas Reales del Señor de Sipán, entre otros de las regiones La Libertad y Lambayeque.

Fonte: http://www.rpp.com.pe/2015-08-07-la-libertad-complejo-arqueologico-el-brujo-abre-nuevo-circuito-turistico-noticia_824309.html (07/08/2015)

Arqueólogos descobrem antigo altar asteca usado para sacrificar humanos na Cidade do México

Foto: Instituto Nacional de Antropologia e História mexicano está por trás das análises do altar de crânios asteca.

Redação | São Paulo

Especialistas acreditam que estrutura encontrada tenha sido construída entre 1482 e 1502, pouco antes da conquista de colonos espanhóis da região.

Uma equipe de arqueólogos descobriu um antigo altar cerimonial asteca na Cidade de México que era usado para realizar sacrifícios humanos por ordens de líderes da época, reportou a emissora sul-americana Telesur nesta sexta-feira (21/08).

Segundo o chefe da equipe, Raúl Barrera, o complexo foi construído entre 1482 e 1502, foi achado parcialmente embaixo da terra e tem 34 metros de altura e 12 metros de largura.

A estrutura, conhecida como “tzompantli” na língua náuatle usada pelos astecas, foi utilizada para expor crânios pertencentes a guerreiros inimigos que foram decapitados e sacrificados.

“O ‘tzompantli’ tinha um simbolismo obviamente muito específico e também era uma mostra, em certa medida, do poder asteca”, comentou Barrera a veículos locais.

O império asteca se estendeu por diversos estados mexicanos entre os séculos XIV e XVI, até a conquista de colonos espanhóis, em 1521.

Fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/entrevistas/41390/arqueologos+descobrem+antigo+altar+asteca+usado+para+sacrificar+humanos+na+cidade+do+mexico.shtml (21/08/2015)