domingo, 31 de janeiro de 2016

Sacralizando o Solo - O uso simbólico e prático dos Geoglifos Sul-Americanos

Amigos,
Saiu meu segundo livro, este pela Editora Scortecci!
Na obra, escrevo sobre os misteriosos geoglifos (aqueles desenhos gigantes feitos no deserto..) existentes em três países: Peru, Brasil e Chile! Uma comparação com resultados surpreendentes!!!
O lançamento oficial será em MARÇO, com local e data a serem definidos. Eu aviso em breve!!!

Para quem não está a fim de esperar, pode acessar o link da Editora ASABEÇA:
http://www.asabeca.com.br/detalhes.php?prod=7597&friurl=_-SACRALIZANDO-O-SOLO--Dalton-Delfini-Maziero-_&kb=411#.Vq5GN9IrKUk

sábado, 30 de janeiro de 2016

Chiclayo: descubren seis restos femeninos en complejo arqueológico

Foto: Nuevos descubrimientos en el norte. Andina

A su vez se hallaron prendas que no son comunes en la Cultura Mochica.

Un descubrimiento que desconcierta a muchos investigadores se produjo en Chiclayo. Seis restos femeninos fueron hallados en un pequeño templo ubicado en el complejo arqueológico Huaca Santa Rosa de Pucalá, ubicado en la margen norte del valle medio de Lambayeque, a 30 kilómetros de la capital.

El arqueólogo Jorge Bustamante explicó que tanto las vestimentas como la posición de entierro de las mujeres son atípicas y que no van de acorde con los parámetros para las tumbas en otras culturas como Mochica.

Cabe resaltar que al lado de uno de los cuerpos se hallaron los restos de un camélido, por lo que, según Bustamante, evidenciaría una estrecha relación entre los pueblos del norte del país con Cajamarca.

Durante los trabajos de excavación se pudieron hallar fragmentos de cerámicas pertenecientes a culturas como la Cajamarca, Wari, Mochica, Pachacámac y Cama .

Se cree que las mujeres datan de la época del Horizonte Medio 2, cuando la elite moche desaparece para el surgimiento de una nueva organización política,, social y territorial.

Fonte: http://larepublica.pe/sociedad/736253-chiclayo-descubren-seis-restos-femeninos-en-complejo-arqueologico (25/01/2016)

Cañar festeja 15 años de declaratoria arqueológica

Foto: Ingapirca es uno de los complejos arqueológicos. Archivo

Folclore, artesanías, comida típica y otras manifestaciones interculturales y artísticas se verán hoy en Cañar, por la conmemoración de los 15 años de la declaratoria de este cantón como Capital Arqueológica y Cultural de Ecuador.

La primera actividad comenzará a las 09:00. A esa hora arrancará el denominado Desfile de las culturas, que empezará en la av. San Antonio y recorrerá varias calles céntricas.

A las 10:00 se inaugurará la Expoferia Emprendedores 2016, en la que el público podrá degustar de la comida típica local y andina, de una diversidad de exposiciones y del popular trueque cañari, una costumbre ancestral que aún se mantiene en la zona y con la cual se pueden intercambiar productos.

A las 11:00 se presentará la campaña Sembrando Oportunidades Productivas, del proyecto de Gobernanza Alimentaria de la región Andina-Ecuador. A las 15:00, en cambio, se desarrollará, en el Centro Cívico, la sesión solemne para recordar esta declaratoria.

En la noche, a las 20:00, se expondrá una velada intercultural, en el centro. Ahí participarán grupos musicales de Cañar, como Urbana y Kimera, nacionales e internacionales.

La declaratoria incluye zonas como Ingapirca, la laguna de Culebrillas, Zhungomarca, Narrio, Chorocopte y otros vestigios arqueológicos, donde se asentaron los cañaris. (F)

Fonte: http://www.eluniverso.com/vida-estilo/2016/01/26/nota/5368678/canar-festeja-15-anos-declaratoria-arqueologica (26/01/2016)

Pontas de pedra lascada levantam questões sobre a pré-história brasileira

Foto: As pontas rabo de peixe são comuns na Argentina e no Uruguai. No Brasil, os registros são esporádicos. Os pesquisadores reuniram 32 pontas, a maioria do Sul e Sudeste do país.

Estudos levantam novas dúvidas sobre a diversidade e a antiguidade das pontas de pedra brasileiras e das culturas que os produziram

por Peter Moon | Agência FAPESP

O roteiro consensual da história do povoamento das Américas diz que os primeiros paleoíndios vindos da Ásia cruzaram o estreito de Bering no fim da Idade do Gelo, há mais de 13 mil anos. Nos milênios seguintes, as tribos paleoíndias se espalharam pela América no Norte e, em seguida, pela América do Sul. O estudo de pontas de projéteis em pedra lascada está intimamente ligado à origem das pesquisas sobre o povoamento das Américas.

Tudo começou em 1929, quando pontas de pedra de 13.500 anos foram achadas perto da cidade de Clovis, no Novo México, Estados Unidos. Por mais de meio século, aquelas pontas longilíneas foram brandidas pela arqueologia norte-americana como provas de que a chamada cultura Clovis seria a mais antiga do hemisfério – apesar de indícios crescentes vindos da América do Sul de que aquele não seria o caso.

Como ficou constatado nos últimos 20 anos, sítios pré-históricos sul-americanos como Monte Verde, no Chile; El Abra, na Colômbia; Piedra Museo, na Argentina; ou Taima-taima, na Venezuela, foram contemporâneos de Clovis – se não mais antigos. Foram ocupados desde fins do período Pleistoceno por paleoíndios. Outrossim, as pontas lascadas achadas nestes sítios sul-americanos não só são muito diferentes das de Clovis como são também muito diversas entre si.

Quanto tempo foi necessário para que tribos vindas do Norte pudessem se espraiar pela América do Sul ao ponto de as pontas de suas armas se diferenciarem tanto? Essa resposta ainda não existe. Dois estudos recém-publicados sobre as pontas de pedra brasileiras levantam novas dúvidas sobre a diversidade e a antiguidade daqueles instrumentos e das culturas que os produziram.

O primeiro estudo sistemático das pontas de pedra no estilo rabo de peixe achadas no Brasil tem coautoria da arqueóloga Mercedes Okumura, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da Universidade de São Paulo (USP), pesquisadora responsável pelo projeto Métodos estatísticos aplicados à questão da caracterização de indústrias líticas paleoíndias: estudos de caso no Sudeste e Sul do Brasil, apoiado pela FAPESP.

Okumura, atualmente, está no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Já o segundo estudo, A ocupação paleoíndia no estado de São Paulo: uma abordagem geoarqueológica II, também apoiado pela FAPESP, busca entender a distribuição e o uso das pontas de projéteis em pedras achadas no Sul do Brasil. A autoria é de Okumura e do arqueólogo Astolfo Araujo, do MAE/USP.

Datações diversas
As pontas rabo de peixe, que como o próprio nome indica têm este formato, são muito comuns na Argentina e no Uruguai. “No Brasil, os registros são esporádicos. Fizemos uma varredura nos acervos de museus e coleções particulares e reunimos 32 pontas, a maioria do Sul e Sudeste do país, mas também do Mato Grosso e de Goiás. Achamos até duas pontas coletadas na Bahia e no Amazonas,” diz Okumura. “Até pouco tempo era consenso de que as pontas rabo de peixe eram típicas do Uruguai e da Argentina. Hoje se sabe que elas também ocorrem, embora em menor número, no Brasil e em pontos tão ao norte quanto Venezuela e Guiana.”

As pontas rabo de peixe aqui do cone sul são muito diferentes tanto das pontas de pedra de Monte Verde, no sul do Chile, quanto daquelas da Colômbia e Venezuela, “embora estes sítios sejam todos contemporâneos”, revela Okumura. As pontas sul-americanas igualmente em nada lembram as pontas norte-americanas. É mais um indício que exclui a hipótese americana da ancestralidade de Clovis com relação às culturas paleoíndias.

“O que isso significa?”, questiona-se Okumura. “Será que a diversidade de todas estas pontas não poderia indicar uma antiguidade maior do povoamento da América do Sul?” Na Argentina, as pontas rabo de peixe têm datações que variam entre 12.900 e 12.300 anos. No Brasil ainda não há datas, ou porque as pontas coletadas foram encontradas na superfície, ou porque simplesmente não se conseguiu datar. As datações em Monte Verde apontam para 13.500 anos, mas já se sabe que aquele sítio era ocupado há pelo menos 18.000 anos. No Brasil, os sítios arqueológicos com datação mais antiga são Santa Elina, no Mato Grosso, com 25 mil anos, e Pedra Furada, no Piauí, com 32 mil – mas ambos os resultados estão longe de serem aceitos consensualmente pela academia.

“O mais interessante do nosso artigo é poder apresentar pela primeira vez todo esse material”, diz Okumura. “É um convite aos demais pesquisadores para que comecem a prestar atenção nestas pontas que são encontradas em locais tão distantes quanto o Sul, o Nordeste e a Amazônia. O que isso pode significar em termos de ocupação do território, de migrações, de sistemas de troca?”

Um próximo passo da pesquisa será o estudo da origem das rochas usadas nas pontas, a maioria feita de silexito, basalto ou lamito. Outra futura direção é procurar saber de que modo as pontas eram utilizadas: se em lanças, flechas, projéteis ou facas. “As mais compridas e afiadas podem ter sido usadas como dardos ou lanças”, diz Okumura. Com o uso frequente e progressivo desgaste ou quebra, as pontas eram relascadas e reutilizadas em outras funções. “Há pontas que, de tanto ser relascadas, perderam totalmente o formato original e se tornaram toquinhos, que chamamos de raspadores. Nosso estudo suscita muito mais perguntas do que fornece respostas. Infelizmente, esse é o preço do pioneirismo,” diz a arqueóloga.

Tradição Umbu
O segundo trabalho faz um levantamento dos projéteis pertencentes à chamada tradição Umbu, “que leva este nome por causa de uma localidade no Rio Grande do Sul onde foram encontrados, nos anos 1970”, explica Araujo. Trata-se do primeiro trabalho sistemático feito com esses materiais brasileiros e que procura entender a sua função e o seu uso.

Só foram estudados projéteis oriundos de sítios arqueológicos com datações precisas, todos no Sul do País. “Em todo o Brasil, há somente oito sítios arqueológicos com datações aceitáveis e com um bom número de pontas”, explica Okumura.

Os 463 projéteis investigados têm datações que vão desde o início do Holoceno, há 11 mil anos, passando pelo Holoceno médio, há cerca de 5 mil, até chegar ao Holoceno recente, há apenas 600 anos. O estudo da função dos projéteis indicou que uma porção muito pequena era empregada como flechas. A esmagadora maioria eram dardos de arremesso. “O porquê desta predileção dos povos da tradição Umbu por dardos de arremesso nós não sabemos”, diz Araujo.

O que mais chamou a atenção dos pesquisadores foi a relação entre o tamanho das pontas e a sua antiguidade. “Nós tínhamos a expectativa de detectar no estudo o mesmo padrão encontrado na América do Norte, ou seja, quanto mais antigos os sítios arqueológicos, maiores seriam os projéteis, e quão mais recentes, menores”, explica Okumura. Isso tem a ver com o surgimento da tecnologia de arco e flecha na metade do Holoceno e o padrão de substituição dessa tecnologia ao longo do tempo. “Mas o padrão que detectamos foi exatamente o inverso. O que se vê são pontas de dardos grandes ocorrendo em toda a amostra e pontas pequenas no sítio mais antigo, de quase 11 mil anos.”

Para tentar elucidar a questão, é preciso encontrar novos projéteis em escavações e com boa datação. Uma outra linha de pesquisa seria entender a morfologia dos projéteis, os estudos dos materiais empregados, a análise do seu desgaste e de suas fraturas.

“O trabalho foi feito para chamar a atenção para esses projéteis em termos de sua função, de seu uso na pré-história”, afirma Okumura. “Assim como se deve começar a prestar atenção nas pontas rabo de peixe, nós também apontamos para a necessidade de os arqueólogos começarem a pensar na função dos projéteis da tradição Umbu.”

O artigo New records of fishtail projectile points from Brazil and its implications for its peopling (doi:10.2218/jls.v3i1.1312), de Daniel Loponte, Mercedes Okumura e Mirian Carbonera, pode ser lido no Journal of Lithic Studies (2016) em journals.ed.ac.uk/lithicstudies/article/view/1312"s/article/view/1312.

O artigo Contributions to the Dart versus Arrow Debate: New Data from Holocene Projectile Points from Southeastern and Southern Brazil (doi.org/10.1590/0001-3765201520140625), de Okumura e Araujo, pode ser lido nos Anais da Academia Brasileira de Ciências, de 2015 no endereçowww.scielo.br/scielo.php?pid=S0001-37652015005019105script=sci_abstract.

Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/materias/pontas-de-pedra-lascada-levantam-questoes-sobre-a-pre-historia-brasileira (15/01/2016)

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Edital para o Museu Arqueológico do Rio Grande do Sul


Edital Completo:
http://www.cultura.rs.gov.br/v2/wp-content/uploads/2015/12/EDITAL-SEDAC-5-2015-propostas-acervo-MARSUL.pdf

Um Lugar de Muitas Histórias: O Museu Arqueológico do Rio Grande do Sul
http://arqueologiaeprehistoria.com/2015/02/06/um-lugar-de-muitas-historias-o-museu-arqueologico-do-rio-grande-do-sul/

Link Original:
http://arqueologiaeprehistoria.com/2016/01/22/edital-para-concurso-pesquisa-curadoria-e-divulgacao-no-museu-arqueologico-do-rio-grande-do-sul/

Honduras recupera piezas de barro una enigmática civilización aborigen

Foto: Misterio. El yacimiento está en Mosquitia, cercana a la frontera con Nicaragua.

Los científicos aseguran que se trata de la Ciudad Blanca, levantada a 400 kilómetros de Tegucigalpa por un pueblo aún desconocido. Desenterraron jarrones y tazones de piedra.

Científicos estadounidenses y hondureños comenzaron a extraer más de 60 curiosas piezas de barro de las selvas al este de Honduras y creen son vestigios de una antigua civilización indígena que construyó la denominada Ciudad del Dios Mono o Ciudad Blanca, informaron las autoridades.

Las excavaciones se iniciaron el miércoles doce investigadores del Instituto Hondureño de Antropología e Historia, la revista National Geographic y la Universidad estatal de Colorado de Estados Unidos, tras detectar las ruinas mediante la aplicación de escaneo aéreo sobre la región en 2012.

La Ciudad Blanca, a unos 400 kilómetros al este de Tegucigalpa, era una leyenda de la época precolombina. Los indígenas la bautizaron así por la cantidad de piedra caliza que hay en la zona

Los científicos la situaron en la Mosquitia, una región de densos y frondosos bosques cercanos a la frontera con Nicaragua.

"La civilización descubierta no es maya ni azteca o inca", dijo a The Associated Press el director del Instituto de Antropología, Virgilio Paredes. "Y se trata de una cultura nueva o una cultura diferente".

Indicó que entre los objetos descubiertos figuran jarrones y tazones de piedra con figuras de jaguares, así como cerámicas con decoraciones de lagartijas y guacamayos. También hay una vasija ritual adornada con la cabeza de un buitre, una tinaja con cabezas de jaguar y de forma humana.

"Son piezas elaboradas entre los años 1.000 y 1.500 d.C", añadió.

El objeto principal es una silla ceremonial de piedra con la figura de un jaguar, con la forma de piedra para moler maíz, pero los arqueólogos creen que era usada por sacerdotes o gente de clase alta.

Ante la importancia del hallazgo, el presidente Juan Orlando Hernández acompañó hace dos días a los arqueólogos en la primera excavación.

"Dios nos ha bendecido al vivir este momento tan especial de la historia de Honduras", aseguró el mandatario. "Este descubrimiento genera una gran expectativa de lo que significa para Honduras y el mundo".

El representante de National Geographic, el arqueólogo Chris Fisher, agradeció al gobierno por la oportunidad de realizar las investigaciones que "han atraído la atención mundial hacia Honduras y la Mosquitia... y tenemos una responsabilidad global de proteger esta gema".

El ministro de Ciencias, Ramón Espinoza, dijo que "vendrán más investigaciones para buscar mayores datos porque no hay otro lugar de América Central con una civilización perdida".

Los indios Pech y Payas que habitan la Mosquitia la llaman en su dialecto indígena como Kaha Kamasa o la sagrada y perdida Ciudad Blanca. El lugar, dedicado al Dios Mono, comprende fortificaciones de piedra donde no llega la luz del sol, bajo una jungla espesa formada por árboles de 62 metros de altura.

Los Pech identifican a la Ciudad Blanca como un enclave sagrado del reino de Tlapalan, que en español quiere decir "el lugar antiguo donde la aurora se origina".
Las primeras referencias no indígenas de los vestigios las dio en 1544 el obispo español Cristóbal de Pedraza.

En 1939 el arqueólogo estadounidense Teodore Morde aseguró haber estado en la Ciudad Blanca y luego se fue a su país sin dar su ubicación por temor a que fuese invadido por ladrones de tesoros. Morde murió en 1954 sin regresar a Honduras.
Según Morde, en la Ciudad Blanca hay un monumento a un mono.

La zona es custodiada por soldados hondureños para evitar el saqueo de las ruinas y la presencia de narcotraficantes.

De acuerdo con los científicos, la Ciudad Blanca podría ser cuatro veces más grande que Copán Ruinas, a unos 500 kilómetros al oeste de Tegucigalpa, donde el imperio indígena maya alcanzó su punto de mayor desarrollo en los años 250 y 900 después de Cristo y luego desapareció misteriosamente tras extenderse en los que ahora son territorios de México, Belice, Guatemala, El Salvador y Honduras.

Sus ruinas fueron descubiertas por el español Diego García de Palacio en 1576 y halladas de nuevo por el arqueólogo estadounidense John Lloyd Stephen en 1839, quien en esa época era cónsul de Estados Unidos en Centroamérica.

Copán fue el centro de la ciencia y la cultura de los mayas, cuya civilización logró grandes adelantos en materia de astronomía y matemáticas, y construyó alrededor de 116 enormes ciudades y desarrolló el más complejo sistema de escritura del Nuevo Mundo.

Fonte: http://www.unosantafe.com.ar/aunclick/contenidos20160117noticia0035.html-20160117-0014.html (17/01/2016)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Descubren en Chiapas la pirámide más grande de todo México


Por Canal 44

Especialistas del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), estudian la pirámide más alta y extensa de todo México, hallada en el complejo arqueológico maya de Toniná, en el estado de Chiapas.

Tras dos años de arduo trabajo, los arqueólogos lograron arribar a esta conclusión, gracias al estudio que sobre el complejo realizaron con tecnología de mapa tridimensional, lo que permitió visualizar las partes de la antigua ciudad sepultadas bajo la tierra. Así, lo que antes se evidenciaba como un montículo de tierra natural, se reveló como una estructura piramidal construida por el hombre.

La pirámide tiene 75 metros de altura y forma parte de un complejo que se extiende sobre 16 hectáreas. La ciudad maya, de unos 1.700 años de antigüedad, es considerada una de las más extensas, sólo comparable a las de Bonampak, o Palenque.

Fuente: www.mx.tuhistory.com

Fonte: http://www.canal44.com/descubren-en-chiapas-la-piramide-mas-grande-de-todo-mexico/ (15/01/2016)

Bolsa de Intercâmbio Acadêmico em Arqueologia na França!!!

Edital para intercâmbio acadêmico na França está aberto


O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), em parceria com a Escola do Louvre, lançou nesta segunda-feira (18) mais uma edição de Edital de Seleção destinado à concessão de bolsas de intercâmbio acadêmico na França para estudantes brasileiros do campo da Museologia e áreas relacionadas.

O Intercâmbio Acadêmico Ibram-Escola do Louvre, para o qual serão oferecidas três bolsas, vai acontecer durante o período de 29 de agosto a 26 de novembro deste ano em Paris, abarcando duas semanas de formação no Seminário Internacional de Verão de Museologia (SIEM) e até dois meses de estágio em museus franceses.

Serão selecionados três estudantes brasileiros, de cursos de mestrado ou doutorado, nas áreas de Museologia, História da Arte, Arqueologia, Antropologia e Etnologia, além de demais áreas de Humanidades, Ciências Sociais e cursos multidisciplinares com projetos vinculados à área museal. Uma das vagas será destinada a concorrência entre servidores do Ibram e as demais ao público em geral.

Os candidatos selecionados receberão auxílio para o período máximo de até noventa dias de estadia na França, que incluirá mensalidades para os três meses de intercâmbio, auxílio instalação, seguro saúde e auxílio deslocamento ou passagem aérea de ida e de volta em classe econômica para o trecho Brasil-França-Brasil.

Os valores das bolsas terão como base a Portaria nº 174 da CAPES, de 6 de dezembro de 2012, na modalidade Capacitação. A vaga destinada a servidor do Ibram seguirá a legislação federal relativa a afastamentos do país, podendo o servidor selecionado optar pelo afastamento do país com ônus limitado ou sem ônus.

O Ibram receberá inscrições via correio, que devem incluir toda a documentação exigida, no período de 25 de janeiro a 21 de março deste ano. Para mais informações, consulte a íntegra do edital ou envie e-mail para asint.selecao@museus.gov.br.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Perú: Anuncian creación de Museo de Arqueología

El museo incluirá laboratorios de conservación e investigación, así como depósitos especializados para albergar adecuadamente los tesoros peruanos. FOTO: Archivo/EFE.

Resguardará alrededor de 500 mil piezas

La ministra de Cultura de Perú, Diana Álvarez Calderón, anunció hoy la construcción del Museo Nacional de Arqueología (MUNA), que con un presupuesto de 112 millones de dólares será la casa de unas 500 mil piezas patrimoniales que no pueden ser exhibidas por falta de un lugar adecuado.

"Todos los países y ciudades que han albergado una gran civilización cuentan con un Museo Nacional de Arqueología, que además de ser el orgullo de sus ciudadanos, atrae a millones de turistas al año", dijo la ministra en una rueda de prensa.

"A diferencia de Grecia, Egipto, China, Irak o México, nuestro país no cuenta hasta el momento con un museo de arqueología, de manera que la realización de este proyecto le devuelve a nuestra historia el lugar que se merece", agregó.

La ministra señaló que la construcción del museo es una necesidad nacional, pues "se calcula que hay 500 mil piezas que esperan exhibición" y actualmente están en depósitos inadecuados.

El diseño del MUNA fue resultado de un concurso público de ideas arquitectónicas, en el que participaron 70 proyectos, y la propuesta ganadora fue de la arquitecta Alexia León.

De acuerdo a este proyecto, el museo, que estará ubicado en el distrito limeño de Lurín, será un edificio puente que sostiene el mundo subterráneo del pasado con las colecciones arqueológicas y el mundo terrenal de la vida pública contemporánea.

Desde el punto de vista paisajístico, el edifico del museo nacional tendrá vistas hacia el cercano santuario de Pachacamac, el litoral marino y las islas de Pachacamac, como también a la laguna de Urpiwachak y los humedales de Mamacona.

El museo incluirá laboratorios de conservación e investigación, así como depósitos especializados para albergar adecuadamente los tesoros peruanos.

El ministerio de Cultura señaló que el MUNA es el nuevo Museo Nacional que el Perú se merece en cercanías a cumplirse el Bicentenario de su Independencia (en 2021) y que representa la riqueza del patrimonio cultural del Perú.

Fonte: http://www.eluniversal.com.mx/articulo/cultura/patrimonio/2016/01/14/peru-anuncian-creacion-de-museo-de-arqueologia (14/01/2016)

Vaga para Historiador e Arqueólogo

Amigos,
Muita gente me enviando currículos de trabalho!!!
O ARQUEOLOGIA AMERICANA é apenas um Blog de notícias, mas me comprometo a anunciar aqui, vagas de emprego na área sempre que tomar conhecimento delas, ok?

Então segue a primeira!!!


Link:
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=24/12/2015&jornal=3&pagina=74&totalArquivos=248

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Museo Digital, la gran propuesta de Copán Ruinas

Por: XIOMARA ORELLANA

Dos turistas observan las maravillas de Copán en el occidente de Honduras.

Un recorrido por la acrópolis maya en tercera dimensión que desde el Siglo XVI al XX sobresalen en el archivo digital.

Copán, Ruinas
Apreciar imágenes en tres dimensiones de la acrópolis maya a través de la realidad virtual es ahora posible en Copán Ruinas con la apertura del Museo Digital de Copán, inaugurado en diciembre de 2015.

El museo muestra diferentes épocas de las generaciones que poblaron Copán y nos remonta a los siglos XVI al XX.

El recorrido revive el pasado y profundiza en la historia de las diferentes ciudades y su relación con otras de ese tiempo como Cuzco, Perú y Antigua, Guatemala.

Las ruinas de Copán son la punta del iceberg en cuanto a sitios arqueológicos en la zona. El profundo estudio de las ruinas mayas llevó a descubrir nuevos sitios que hoy se exponen al público como el caso del Rastrojón y el Grupo Núñez Chinchilla.

“Se trabaja en los nuevos descubrimientos. Copán tiene un potencial por descubrir y nuestros próximos proyectos involucran nueva tecnología para encontrar nuevas estructuras subterráneas. Dependiendo de los análisis que se realicen en las zonas de estudio, vamos a seguir excavando”, explicó Seiichi Nakamura, antropólogo japonés.

El museo
Desde junio de 2015 se dieron los primeros pasos para instalar el primer museo digital cuyo costo final sobrepasó los 22 millones de lempiras.

El proyecto de Renovación Turística con Museografía Digital para el nuevo Museo en Copán Ruinas fue financiado por el Gobierno del Japón y la asistencia técnica de las universidades de Kanazawa y Waseda, en Tokio, que llevaron a cabo la instalación museográfica.

El proyecto busca promover exposiciones e informaciones para la educación histórica de los estudiantes, así como promocionar el valor del patrimonio cultural.

El museo se ubica en el antiguo edificio del instituto Jesús Núñez Chinchilla, frente al parque central, donde se expone la historia que encierra el Siglo XX en la vida política, religiosa y económica de la ciudad. Figura la galería de alcaldes que data desde el año 1893 hasta la fecha, así como el escudo que emblematiza la civilización maya y su impacto en la vida política en Copán.

Son cuatro salas donde se exhiben fotografías antiguas, esculturas, sala de juegos; luego se llega a la sala audiovisual donde se exhibe un documental sobre los hallazgos en la acrópolis maya.

La gira por el museo digital permite ubicarse tanto en el pasado como en el presente para conocer la historia de cada una de las edificaciones insignes de la ciudad. Las investigaciones de los antropólogos revelan que la ciudad de Copán Ruinas, es el antiguo asentamiento que ahora forma parte de la ubicación del casco urbano.

“En el pueblo hay muchos montículos, pero por los edificios modernos no se puede excavar más y descubrir otras edificaciones que en el pasado se edificaron sobre lo que es la ciudad de Copán Ruinas. Son ciudades perdidas”, explicó Filadelfo Acosta, del Instituto Hondureño de Antropología e Historia (IHAH) de Copán.

Una reproducción digital del sitio arqueológico en 3D.

Valor cultural
Desde la creación del museo de Antropología en Copán, van 20 años que no se tenía otro atractivo que mostrara las diferentes intervenciones que con el paso del tiempo se han hecho en la ciudad maya. Para modernizar los conceptos e implementar la tecnología de punta, el museo muestra las más recientes interpretaciones científicas acerca de la antigua sociedad maya copaneca.

El material museográfico viene a ser parte del nuevo Plan de Manejo de la Zona Arqueológica de Copán, porque fortalece y amplía la oferta al visitante, donde tanto los turistas como estudiantes, investigadores y aficionados al estudio de la cultura maya, cuentan ahora con un museo que reúne las características modernas, con colecciones y contenidos actualizados de esa civilización.

“El museo trae un nuevo atractivo al municipio. Hay una buena afluencia de turistas e incluso un interés de los pobladores por conocer más de su cultura e historia”, dijo Carlos Álvarez, poblador de Copán Ruinas.

El museo es administrado de forma macomunada con la Municipalidad de Copán Ruinas y el IHAH. Parte de los atractivos en el museo digital son las réplicas de las esculturas mayas, mismas que se exhiben en la sala número dos. Cada pieza tiene un valor de mil dólares.

En cinco salas los visitantes pueden entender la historia de Copán.

Estudios
Las investigaciones en el parque arqueológico de Copán continúan. Diversas universidades de Estados Unidos, China y Japón ponen sus ojos en este centro y mediante convenios con el IHAH, continúan realizando investigaciones en el parque arqueológico, donde se espera que en 2016 puedan darse a conocer nuevos descubrimientos.

Por ejemplo en el sitio Grupo Núñez Chinchilla, ubicado a 150 metros al costado norte de La Gran Plaza en el Parque Arqueológico Copán, se han encontrado estructuras relacionadas con el Rey 13, el cuarto rey más importante: Waxaklajun Ubah Kawil, su nombre significa “hay 18 imágenes del Kawil”, aunque es más conocido como 18 Conejo. Sin duda que en este sitio se encuentran elementos que ayudan a profundizar más sobre la vida del pueblo maya, donde destacan vasijas de cerámica y el entierro con un niño.

Son varias las estructuras que ahora van apareciendo conforme los especialistas excavan en los montículos que van encontrando. Los mayas sin duda inmortalizaron su entorno mediante las representaciones de animales, la naturaleza y sus viviendas.

El proceso de investigación en esta área ha tomado cinco años y no termina de estudiarse la zona. Los trabajos investigativos han sido liderados por el experto japonés Shinji Nakamura. El antropólogo, con cada hallazgo, ha explicado en sus estudios el significado de las estructuras y elementos encontrados, los que permiten comprender cómo eran las residencias de los habitantes de Copán.

Una alianza permitirá compartir la información de la civilización maya con más expertos de la región.

Riqueza por explotar
El museo forma parte de los nuevos proyectos que destaca para que los turistas tengan diferentes opciones y comprendan mejor la cultura maya. Son varios años de investigaciones

realizadas por diferentes proyectos que de manera conjunta se realizan entre el Instituto Hondureño de Antropología e Historia (IHAH) y en este caso, el Servicio de Voluntarios Japoneses para la Cooperación con el Extranjero (JOCV) de la Agencia de Cooperación Internacional del Japón (JICA), con la finalidad de conservar los sítios

arqueológicos de la región. La transferencia tecnológica y capacitación de técnicos hondureños en la rama de arqueología y campos relacionados es clave y uno de los propósitos al estar en el país. Con el museo se llena un vacío cultural, turístico y educativo que vendrá a enriquecer la oferta turística de la región y contribuir a elevar el sentimiento de valorización del patrimonio cultural.

Japón destinó a Honduras los recursos que convierten a Copán Ruinas en el primer centro de transferencia del conocimiento y de cooperación científico-técnico alrededor del patrimonio cultural mundial en el país y toda Centroamérica. Es en este lugar donde se podrá impartir conocimiento para el desarrollo de la formación académica, investigación, la conservación, restauración y promoción de la herencia cultural existente. Es uno de los proyectos que ahora se suma a la oferta para ofrecer a los visitantes. Copán aún tiene mucho que mostrar, los trabajos de próximas investigaciones evidenciarán toda la riqueza que aún falta por descubrir y que para nosotros los antropólogos se vuelve en el centro con un potencial único, que nos muestra la historia de la civilización maya.

Shuichiro Terasaki.

Fonte: http://www.laprensa.hn/inicio/916251-417/museo-digital-la-gran-propuesta-de-cop%C3%A1n-ruinas (03/01/2016)

Encuentran restos arqueológicos durante trabajos en el embalse Chacrillas del río Putaendo


Publicado por
Por: Diego Vera

Información por:
Danissa Antonucci

Los trabajos en torno a las obras del embalse Chacrillas se debieron detener, luego de que se encontraran restos arqueológicos en el lugar, por lo que ahora se espera que se haga presente el Consejo de Monumentos Nacionales y defina las acciones a tomar.

El presidente de la Junta de Vigilancia del Río Putaendo, Miguel Vega, señaló que fue la misma Dirección de Obras Hidráulicas la que confirmó el hallazgo, que no complica el llenado del embalse, pues se sitúa en una zona a mayor altura.

Vega agregó que durante 2015 obtuvieron 250 milímetros de agua, entre 27-28 metros cúbicos por segundo. A diferencia de la pasada temporada donde sólo lograron un metro cúbico. El dirigente agregó que el interés de la Junta de Vigilancia en los próximos días es lograr construir badenes o diques para filtrar agua y recuperar 6 acuíferos que permitan llenar las napas subterráneas.

En tanto, se espera dejar el Embalse Chacrillas con 4 millones de metros cúbicos de agua.

Fonte: http://www.biobiochile.cl/2016/01/03/encuentran-restos-arqueologicos-durante-trabajos-en-el-embalse-chacrillas-del-rio-putaendo.shtml (03/01/2016)

sábado, 16 de janeiro de 2016

TITICACA - CIDADES PERDIDAS E TESOUROS SUBMERSOS!!!

Amigos!

TITICACA - CIDADES PERDIDAS E TESOUROS SUBMERSOS!!!
http://www.pagina3.com.br/coluna/americamisteriosa

Saiu a 4ª matéria da Coluna "ARQUEOLOGIA MISTERIOSA", do Jornal Página 3, de Camboriu-SC!!!

MÉXICO: Crean 'app' para conocer Zona Arqueológica de Paquimé


CIUDAD DE MÉXICO.- "Paquime" es el nombre de la aplicación para dispositivos móviles, gratuita, que permite al público conocer la Zona Arqueológica de Paquimé, su centro cultural y el Museo de las Culturas del Norte, así como su historia, calendario de exhibiciones y la oferta cultural que ofrecen.

Asentada en la región de Casas Grandes, Chihuahua, dicha zona arqueológica Paquimé puede ser conocida en detalle gracias a esta aplicación, que permite recorridos virtuales por sus singulares monumentos, informó en un comunicado el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) .

Los usuarios de la aplicación, detalló, pueden acceder a datos importantes de una manera clara y amigable, como es la ubicación precisa de la zona arqueológica, información del Museo de las Culturas del Norte y del Centro Cultural Paquimé, y recibir notificaciones sobre las actividades a realizarse en ambos recintos.

La aplicación cuenta con audio auxiliar para que personas con debilidad visual conozcan el sitio a través de descripciones; asimismo, está pensado para el público con discapacidad auditiva, pues cuenta con videos en lenguaje de señas mexicano.

"Paquime" fue producto de la colaboración entre el INAH a través del Centro Cultural Paquimé y un equipo de trabajo del Centro de Estudios Tecnológicos Industriales y de Servicios (CETIS) No. 93, del municipio de Casas Grandes.

En el año 900 d.n.e , pueblos del desierto llegaron a los valles del actual municipio de Casas Grandes, al norte de Chihuahua, donde fundaron un centro ceremonial , que con el tiempo se convirtió en punto de encuentro en las rutas comerciales entre América del Norte y Mesoamérica.

Para el año 1200 d.n.e, los paquimenses, renovaron su arquitectura, mezclando agua y tierra para construir las paredes de sus casas empleando madera para modelar los muros, hicieron los techos de sus viviendas con vigas y tierra apisonada, edificaron más de mil cuartos para dar forma a Las Casas Grandes que llegaron a tener hasta cuatro pisos de altura.

Paquimé es la más importante de las cinco zonas arqueológicas en el estado de Chihuahua , constituyendo una de los vestigios más representativos de las culturas del desierto. Por ello en 1998, ingresó en la Lista de Patrimonio Mundial de la UNESCO.

El Museo de las Culturas del Norte, que se encuentra a un costado de la zona arqueológica, alberga una de los acervos arqueológicos más importantes de la región, integrado por vestigios recuperados durante proyectos de investigación en el lugar. En la actualidad, se encuentra en proceso de desarrollo la aplicación para el recorrido virtual por el recinto.

La aplicación puede descargarse gratuitamente a dispositivos como teléfonos, tabletas, entre otros, desde la tienda de aplicaciones de Google Play.

Una vez instalada esta aplicación no es necesario estar conectado a Internet para reproducir los videos y audio del recorrido, sólo se requerirá estar en línea para tener acceso al programa de actividades culturales.

Con Información de El Informador

www.entornointeligente.com

Fonte: http://www.entornointeligente.com/articulo/7639461/MEXICO-Crean-app-para-conocer-Zona-Arqueoloacute;gica-de-Paquimeacute;-03012016 (03/01/2016)

Descubren templo ceremonial en complejo arqueológico La Inmaculada

Foto: El hallazgo en La Inmaculada de Pucalá permite registrar restos de la época en que los hombres comenzaron a ser sedentarios. | Fuente: RPP/Henry Urpeque

Las excavaciones en el complejo arqueológico La Inmaculada del distrito de Pucalá permiten comprobar que en Lambayeque hay evolución de la civilización desde lo precerámico hasta los Incas.

El descubrimiento de un templo ceremonial de más de 2,800 años de del Periodo Formativo en el complejo arqueológico La Inmaculada, en el distrito de Pucalá, permite rastrear la evolución de la civilización en el norte peruano, indicó el arqueólogo Walter Alva.

El también director del Museo Tumbas Reales del Señor de Sipán, explicó que en las excavaciones realizadas a lo largo de siete semanas, se puede rastrear los asentamientos humanos desde hace 800 años antes de Cristo hasta las ocupaciones Mochicas y Chavín.

“En La Inmaculada por primera vez se realizan trabajos de investigación, durante las cuales se ha logrado descubrir un conjunto de arquitecturas del Periodo Formativo, construidos en base a barro y piedra, donde al parecer se desarrollaron actividades rituales” indicó a RPP Noticias.

Alva dijo que se ha logrado develar la construcción de un templo con escalinatas curvas, con fogones que eran utilizados para realizar ceremonias del culto al fuego.

Por su parte el arqueólogo responsable de las investigaciones Edgar Bracamonte Lévano, dijo que se han abierto cuatro unidades de excavación arqueológica, donde existe evidencias de su arquitectura con templos, patios, fachadas y escalinatas curvas en la parte norte del complejo, donde se presenta cuatro pisos de ocupación, desde el formativo, Mochica, Chavín y Chimú Inca.

Fonte: http://rpp.pe/peru/lambayeque/lambayeque-registra-varios-sitios-con-vestigios-del-formativo-noticia-925887 (30/12/2015)

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Cinco museos arqueológicos de América latina

Por: Pierre Dumas PARA LA NACION

El Museo Nacional de Antropología de México es el mayor y más visitado de su tipo en América latina.

1- México
El mayor de todos

El MNA, Museo Nacional de Antropología de México, es el mayor y el más visitado de todos los de su tipo en América Latina desde su apertura en 1964. Está en los bosques de Chapultepec y su visita puede llevar hasta un día completo si se lo quiere conocer en detalle. Las colecciones están organizadas en dos pisos. El superior presenta los principales rasgos culturales de los distintos grupos étnicos que viven en el México actual. Pero es el lugar menos concurrido del museo, ya que la mayoría de los visitantes se concentran en la planta baja. Allí se arma un recorrido por las distintas civilizaciones que se desarrollaron en la península mexicana: olmecas, mayas, toltecas, nahuatls, aztecas y otras. Una de las piezas más emblemáticas del MNA es la Piedra del Sol, que se conoce generalmente como Calendario Azteca.

El Museo Larco, en Lima, y su asombrosa colección de cerámicas.

2- Lima
Cerámicas y oro en el Larco

El Museo Larco es una institución privada creada para conservar la inmensa colección de cerámicas y objetos que reunió Rafael Larco Herrera, un estanciero que estuvo entre los primeros en investigar y tratar de clasificar las distintas culturas del Perú precolombino y preincaico. Entre sus mayores piezas figuran algunos quipus (el sistema contable con nudos de la administración inca), un estandarte de plumas de la cultura nazca y una cerámica mochica que resume toda la mitología de aquella cultura que tuvo su auge en los primeros siglos de nuestra era en el norte de Perú. También tiene una gran colección de objetos rituales y funerarios en oro y plata. La pieza maestra es el ajuar funerario de oro chimú que Larco Herrera compró vendiendo una parte importante de sus terrenos. La visita incluye también los depósitos, algo inusual entre los museos. Se puede ver allí una excepcional colección de 35.000 piezas de cerámica del antiguo Perú.

3- Salta
Momias de alta montaña

Sobre un costado de la plaza 9 de Julio de la capital salteña un edificio colonial se convirtió en el lugar que nadie deja de visitar al recorrer el Noroeste. El Museo de Arqueología de Alta Montaña (MAAM) fue creado en 2004 para conservar el excepcional hallazgo, en 1999, de los cuerpos momificados de tres niños en la cima del cerro Llullaillaco. Los dos niños y una adolescente murieron hace unos cinco siglos -en el período de apogeo del imperio incaico- durante un proceso ritual a más de 6700 metros de altura. El frío conservó sus cuerpos de manera excepcional. El MAAM relata la aventura de los arqueólogos y los andinistas que protagonizaron el hallazgo, entre ellos la argentina Constanza Ceruti. Las momias están expuestas en cápsulas que recrean las condiciones climáticas de la cima del cerro. El museo exhibe además los objetos y el ajuar encontrados juntos a los tres chicos.

El moderno museo de las Tumbas Reales del Señor de Sipán.

4- Perú
Las Tumbas Reales de Sipán

En el norte de Perú, la localidad de Lambayeque conserva uno de los más extraordinarios hallazgos de la historia de la arqueología: el Señor de Sipán, conocido como el Tutankamón de América Latina, encontrado por Walter Alva y su equipo en 1987. El increíble ajuar funerario de aquel gobernante guerrero de la antigua cultura moche incluía joyas, cerámicas, pectorales, orejeras de oro y turquesa y numerosos objetos rituales: todo esto, con más de dos mil piezas de oro, se conserva en el moderno Museo de las Tumbas Reales del Señor de Sipán, cuyo diseño se inspira en las pirámides truncas de la arquitectura moche. Tiene tres pisos y, tal como en los antiguos templos de esta civilización de la costa peruana, se accede mediante una larga rampa que lleva al tercer piso: así, el museo se recorre de arriba hacia abajo, como si fuera una excavación arqueológica. El plato fuerte es una réplica idéntica de la cámara funeraria del Señor de Sipán tal como la encontró Alva. La momia se exhibe con su traje de guerrero y el pectoral de oro, flanqueada por ocho esqueletos -también con su vestimenta original- hallados en el mismo lugar.

5- Bogotá
El oro americano

El Museo del Oro del Banco Central colombiano tiene la mayor colección de piezas de metal precioso del continente. Unos 35.000 objetos de oro y de tombac, aleación de cobre, latón y zinc. Solo una pequeña parte se puede ver en este museo, lo más parecido al mítico Eldorado que buscaron los conquistadores españoles durante décadas. La Laguna de Guatavita, que los historiadores asocian con el mito, está de hecho bastante cerca de Bogotá. Varios objetos presentados en el museo han sido encontrados en el fondo del lago adonde habían sido arrojados durante ceremonias rituales. La colección del museo proviene sin embargo de toda Colombia y agrupa objetos de varios grupos étnicos como los calimas, los chibchas y los quimbayas.

Fonte: http://www.lanacion.com.ar/1858415-cinco-museos-arqueologicos-de-america-latina (03/01/2016)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Arqueologia Misteriosa

Amigos!

Saiu a terceira matéria da Coluna "ARQUEOLOGIA MISTERIOSA", do Jornal Página 3, da cidade de Camboriu-SC.

"O VULCÃO HUAYNAPUTINA – A POMPÉIA PERUANA"


Veja no link:
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México de ruinas


Por: Julio Madrazo

Las vacaciones siempre son una oportunidad para recorrer nuestro país y disfrutar su riqueza histórica y naturaleza. Sin embargo, el turismo también suele ser un duro choque con la realidad; el contraste entre lo que México tiene y lo que hemos hecho con ello.

En estos días recorrimos Morelos, Puebla, Veracruz, Tabasco, Campeche y Yucatán. La carretera es impresionante. La majestuosidad de los volcanes, la caña, el ganado, ríos, pantanos y el golfo, son imponentes. La belleza y el espectáculo de México no dejan de maravillar a cualquier viajero.

Pero ante eso, la cruda realidad. Relato simplemente dos ejemplos.

Llegar a La Venta, Tabasco, primera pirámide en Mesoamérica, es un horror, un verdadero espanto. La avenida principal del pueblo que conduce a la pirámide es una calle angosta, llena de baches, sucia, sin banquetas, realmente desagradable. Al llegar al sitio arqueológico la cosa no mejora, el museo está abandonado, con pocas piezas, mal mantenido. La historia reciente más grave: hubo una pista de avión para saquear el sitio hasta los setenta. El Estado mexicano ausente de su riqueza histórica. Una sociedad que no ha sabido conservar y aquilatar su origen. Una clase política que lo usa en la retórica, pero que no lo aprecia en los hechos.

Un poco más al sur, en Comacalco, ruina maya insólita por estar construida con ladrillos, la escena se repite. Para llegar al sitio hay que atravesar la colonia buena de la ciudad. La zona residencial llega a la puerta del museo. Uno se pregunta, ¿cuántas piezas mayas habrá en los cimientos de todas esas casas? En la calle hubo que esperar detrás del camión de la basura que va regando buena parte de lo que recoge de las banquetas. El museo de sitio, la tienda, el restaurante, son de país sub, sub, subdesarrollado. La arquitectura y el urbanismo maya esplendorosos, tristemente rodeados de mediocridad.

La Venta y Comacalco son dos ejemplos de ruinas arqueológicas que subsisten de milagro, sin una política clara de preservación de nuestra historia. Para añadirle sabor al relato, el INAH trabaja de 8:00 de la mañana a 4:00 de la tarde; es común ver turistas llegando a las 3:30 y que no se les permita el acceso. ¿Sería imposible negociar con el sindicato para que en vacaciones se extienda el horario?

Twitter: @julio_madrazo

Fonte: http://www.elfinanciero.com.mx/opinion/mexico-de-ruinas.html (30/12/2015)

Salvan tesoros en 3D

Foto: Varios cráneos se han encontrado en el fondo del cenote, pero no han sido movidos de su lugar.

Piezas de ofrendas encontradas en cenotes de la Península de Yucatán comenzaron a imprimirse en tercera dimensión

México, D. F. - Piezas de ofrendas encontradas en cenotes de la Península de Yucatán comenzaron a imprimirse en tercera dimensión.

El trabajo del explorador Guillermo de Anda, con el apoyo de Corey Jaskolski, ingeniero de la National Geographic Society, busca preservar las piezas para poder estudiar su contexto histórico en la superficie sin tener que extraerlas.

En el largo plazo, De Anda buscará utilizarlas para recrear en la superficie las cuevas subacuáticas en algún museo, para acercar la experiencia de conocimiento a todo el público.

Los cenotes han sido reconocidos por especialistas como sitios de culto religioso para los antiguos mayas y para los arqueólogos, cada ofrenda está relacionada con un periodo específico de la historia.

De Anda, doctor en Estudios Mesoamericanos, precisó que por el momento la ofrenda del cenote Holtún está prácticamente trabajada en 3D y ya se tiene la réplica de un cráneo de mil 200 años, mientras que las piezas originales siguen en el sitio sin ser perturbadas.

Para ello, Corey Jaskolski desarrolló una cámara sumergible conectada a un software que además de amplificar las imágenes, mide cada objeto, organiza los datos y permite que, una vez en la superficie, los datos puedan ser procesados y recrear el cenote.

Alta tecnología
El especialista utiliza una impresora tridimensional con una combinación de plásticos que le ha permitido replicar el cráneo y con la que piensa también recrear las piezas de cerámica y, prácticamente, cada pieza en el cenote.

"Empezamos en Holtún porque desde hace tiempo hemos tomado fotografía subacuática de la zona y es un sitio muy sensible que no ha sido perturbado, por lo que vale mucho la pena preservar”, indicó De Anda.

Varias de las ofrendas encontradas en la zona de la Península fueron colocadas en la zona cuando las cuevas no estaban inundadas y algunas de ellas, por ejemplo, fueron parte de rituales de petición de lluvia para el dios Chaac.

"Desde hace tiempo buscábamos una manera de tener imágenes no sólo de altísima resolución, sino que nos sirvieran para documentar mejor el contexto arqueológico”, explicó el especialista en entrevista vía telefónica.

"Este es un trabajo interminable y sabemos que los presupuestos son altos. Para hacer el mismo trabajo en unos 10 cenotes necesitaríamos unos 50 mil dólares más o menos; el tiempo es variable pues depende de la complejidad del sitio”, añadió De Anda.

Fonte: http://www.elvigia.net/cultura/2016/1/4/salvan-tesoros-222347.html (04/01/2016)

domingo, 3 de janeiro de 2016

Perú promoverá antigua Ciudad Sagrada de Caral en el mundo

Caral | Fuente: Andina

La ciudad, ubicada en la provincia limeña de Barranca, es considerada la más antigua de América.

El Ministerio de Relaciones Exteriores distribuirá en 16 Consulados peruanos en América, Europa, África y Asia, unos 170 libros sobre Caral para promover a la más antigua ciudad de Perú y el continente americano.

Ruth Shady Solís, directora de la Zona Arqueológica Caral, Unidad Ejecutora 003, adscrita al Ministerio de Cultura, agradeció a la Cancillería la adquisición de estas publicaciones que contribuirá a que la comunidad internacional conozca la Ciudad Sagrada de Caral, declarada Patrimonio Mundial por Unesco.

Los Consulados de Uruguay, Chile, Houston, Noruega, Amsterdam, Estocolmo, Londres, Grecia, Vietnam, Shanghai, Tailandia, Malasia, Corea, Japón, Egipto y Ghana, recibirán las publicaciones, elaboradas y editadas por personal especializado de la Zona Arqueológica Caral.

Se espera que en las próximas semanas el Ministerio de Relaciones Exteriores adquiera más ejemplares para los consulados faltantes.

Entre los libros adquiridos figuran: “20 años Recuperando la Historia de la Civilización Caral para el Perú y el mundo”, “Caral the oldest civilization in the Americas, 15 years revealing its history”, “The sacred city of Caral-Supe: cultural symbol of Peru”, y “The social and cultural values of Caral-Supe, the oldest civilization of Peru and the Americas and their role in integrated sustainable development”.

También, “Áspero, ciudad pesquera de la civilización Caral, 5000 años de ciencia y tecnología pesquera”, “Vichama. Historia Social de la Civilización en Vegueta, 3800 años de memoria colectiva de nuestros ancestros de Vichama ante el cambio climático” y “Caral Escolar, la civilización más antigua de América”.

Shady fue invitada además por el Centro Cultural Inca Garcilaso del Ministerio de Relaciones Exteriores para brindar la conferencia denominada: "La civilización Caral y la importancia de la preservación integral de los sitios arqueológicos", a la que asistieron profesionales, universitarios y público en general.

Fonte: http://rpp.pe/cultura/mas-cultura/peru-promovera-antigua-ciudad-sagrada-de-caral-en-el-mundo-noticia-922972 (17/12/2015)

Invierten S/. 260,000 en protección de monumento Chavín de Huántar

Foto: ANDINA/archivo

Obras de prevención frente a El Niño culminarán en febrero de 2016

Áncash. Con una inversión de 260,000 soles el Ministerio de Cultura ejecuta labores de protección del monumento arqueológico Chavín de Huántar, como parte de las acciones de prevención ante el Fenómeno El Niño, las cuales se proyecta culminar en febrero de 2016.

José Salazar Mejía, titular de la Dirección Desconcentrada de Cultura de Áncash, informó a la Agencia Andina que el financiamiento está compuesto por 200,000 soles asignados por el Ministerio de Cultura y 60,000 por la compañía minera Antamina.

Detalló que las labores, iniciadas en la segunda quincena de noviembre, consisten principalmente en el apuntalamiento de las galerías interiores del edificio "A", así como del núcleo básico del monumento, ubicado detrás del pórtico de ingreso.

Asimismo, se colocó cubiertas de material impermeable sobre un área monumental total de 250 metros cuadrados, cuya estructura corre riesgo debido a las filtraciones de agua durante el período de lluvias.

La coordinación de estas acciones preventivas realizadas por personal calificado de la Dirección Desconcentrada de Cultura de Áncash, está a cargo de especialistas de la Dirección de Gestión de Monumentos, la Dirección General de Patrimonio Arqueológico Inmueble y la Dirección de Sitios del Patrimonio Mundial del Ministerio de Cultura.

El funcionario precisó que los trabajos de protección monumental no han interrumpido el flujo de visitas al complejo de piedra más antiguo del Perú, construido 2,000 años antes que Machu Picchu, y que es uno de los principales atractivos turísticos del Parque Nacional Huascarán y de la provincia de Huari. En 1985 fue declarado Patrimonio Mundial por la Unesco.

Anotó que las intervenciones se ejecutan durante la mañana y se ha desplazado cinco metros la baranda de protección del complejo monumental para mantener una distancia prudencial. Los visitantes llegan principalmente por la tarde, por lo que el horario establecido permite avanzar de acuerdo a lo programado, aseveró.

Museo Nacional de Chavín
En otro momento, Salazar Mejía adelantó que para fines de marzo o inicios de abril estará lista la remodelación del Museo Nacional de Chavín, que debido a los trabajos ha suspendido las visitas a sus instalaciones.

Adelantó que al costado del museo se construirá un centro de investigación internacional, con un financiamiento de 4 millones de soles (2 millones proporcionados por la Agencia de Cooperación Internacional del Japón).

"Con este centro de investigación ya no será necesario enviar las muestras de estudio arqueológico al extranjero, dado que se contará con las instalaciones, equipos y personal calificado para realizar esta labor científica", subrayó Salazar Mejía.

El Museo Nacional de Chavín, inaugurado el 18 de julio de 2008, cuenta con 14 salas que abarcaban los orígenes, el periodo Arcaico Medio y Período Formativo de la cultura Chavín. La colección del museo cuenta con el Obelisco Tello, una reproducción del Lanzón y 282 piezas de cerámica.

(FIN) LZD/MAO

Fonte: http://www.andina.com.pe/agencia/noticia-invierten-s-260000-proteccion-monumento-chavin-huantar-589801.aspx (16/12/2015)

Perú prepara nueva vía de acceso a Machu Picchu

FOTO: REUTERS.

Se está habilitando "cumpliendo las recomendaciones" de la Unesco y su objetivo es descongestionar el acceso y salida de visitantes al famoso sitio arqueológico

El jefe del Parque Arqueológico Nacional de Machu Picchu, Fernando Astete, señaló en el comunicado que actualmente se refuerzan los muros de piedra en la parte baja de la entrada a la ciudadela.

Las autoridades culturales de Perú están trabajando en una nueva vía de salida de la ciudadela inca de Machu Picchu, que será presentada a una misión de la Unesco que visitará el país en enero del próximo año, informó hoy el Ministerio de Cultura.

La Dirección Desconcentrada de Cultura de Cusco señaló en un comunicado que esta vía se está habilitando "cumpliendo las recomendaciones" de la Unesco y su objetivo es descongestionar el acceso y salida de visitantes al famoso sitio arqueológico, que actualmente se hacen por el mismo punto.

El jefe del Parque Arqueológico Nacional de Machu Picchu, Fernando Astete, señaló en el comunicado que actualmente se refuerzan los muros de piedra en la parte baja de la entrada a la ciudadela.

"Aprovechando el ancho de los muros se ha habilitado una vía de salida para los turistas, que tendrá una longitud de 26 metros. El trabajo se realiza utilizando materiales contemporáneos, de acuerdo al proyecto arquitectónico aprobado", explicó. Astete agregó que esta vía de salida está completamente adecuada a la topografía del terreno y es "mimetizada con el entorno natural", ya que tendrá una cubierta de vegetación con piso de arcilla.

"Esta obra será presentada a la misión técnica de la Unesco que llegará en enero próximo, y cuando se ponga en servicio se descongestionará el actual punto de control e ingreso a Machu Picchu, ya que todos los turistas saldrán por esta nueva vía hacia la actual rampa de ómnibus" explicó.

Astete recordó que la Unesco ha recomendado resolver la gran congestión de visitantes que se da en el punto de control de acceso a Machu Picchu y consideró que esta observación se resolverá con esta nueva vía de salida.

En junio pasado, el Comité del Patrimonio Mundial de la Unesco anunció que enviará tres misiones a Perú en los dos próximos años para evaluar las acciones emprendidas por las autoridades locales con el fin de que el parque arqueológico de Machu Picchu no se incluya en la lista de patrimonio mundial en peligro del organismo internacional.

Los miembros del Comité del Patrimonio Mundial acordaron en junio, durante su trigésimo novena reunión, realizada en Bonn (Alemania), aplazar hasta 2017 la evaluación sobre la inclusión de Machu Picchu en su lista de patrimonio en peligro.

Las autoridades de Perú aprobaron en abril pasado, tras dos años de trabajo, en Plan Maestro de conservación del Santuario Histórico de Machu Picchu para el período 2015-2019 que, entre otros temas, pone énfasis en el ordenamiento y desarrollo de actividades económicas como el turismo, por lo que propone diversificar las rutas de visita.

sc

Fonte: http://www.eluniversal.com.mx/articulo/cultura/patrimonio/2015/12/15/peru-prepara-nueva-de-acceso-machu-picchu (15/12/2015)