quarta-feira, 30 de março de 2016

Hallazgos arqueológicos en Chile tienen importancia histórica

Desde julio de 2015, cuando se hizo el descubrimiento, un equipo de 30 arqueólogos y otros 50 expertos trabajan en los 452 pozos que se han excavado para reconocer la zona. | Foto: EFE

Los expertos estiman que estos descubrimientos podrán ayudar a llenar los vacíos en torno al conocimiento y el entendimiento que se tiene de los pueblos prehispánicos, así como a precisar los periodos en que ellos habitaron en Suramérica.

Los restos arqueológicos que fueron hallados en Chile en el 2015, hoy tienen una importancia histórica capaz de aportar nueva información sobre las comunidades prehispánicas.

El hallazgo fue realizado por obreros de la construcción de una carretera en el sector de El Olivar, a 470 kilómetros al norte de Santiago, la capital chilena, que pretende unir las ciudades de La Serena con Vallenar, quienes percibieron que entre los escombros se hallaron osamentas de las culturas prehispánicas que habitaron la zona hace unos 1 mil 700 años.

Desde que se hizo el descubrimiento en julio de 2015, un equipo de 30 arqueólogos y otros 50 expertos trabajan en los 452 pozos que se han excavado para reconocer la zona, y notaron que no solo está repleta de importantes restos materiales antiguos.

"Estos hallazgos permitirán obtener nuevos antecedentes respecto a las formas de vida de las culturas prehispánicas del norte de Chile", informó Paola González, arqueóloga chilena que lidera la investigación junto con el arqueólogo Gabriel Cantarutti.

Los expertos también se han topado con unas 49 zonas, de las cuales unas tienen rasgos funerarios, en los que se han localizado un centenar de cuerpos, y otras rasgos habitacionales pertenecientes a las culturas molle, ánimas y diaguitas, esta última cultura se estima que tiene influencia inca y que su pueblo habitó entre el noroeste de Argentina y el norte de Chile.

Hallazgos arqueológicos de Chile enriquecen estudio de pueblos prehispánicos. EFE

"Desgraciadamente la cultura diaguita es más conocida por los jarros de cerámicas, que destacan por su belleza y policromía, que por su forma de vida", explicó Marcos Biskupovic, arqueólogo del Museo Arqueológico de La Serena.

González, por su parte, recalcó que estos descubrimientos pueden aumentar con el tiempo, puesto que esta es una de las zonas arqueológicas más importante del norte de Chile.

Así, tanto González como Biskupovic coinciden en el hecho de que los recientes descubrimientos ayudarán a llenar los vacíos en el conocimiento y el entendimiento de estos pueblos, así como a precisar los periodos en que habitaron en Suramérica.

Luego del proceso de recuperación de los restos arqueológicos, se prevé la realización de estudios de análisis de ADN, de isótopos y datación radiocarbónica para calcular la edad de los hallazgos encontrados.

Se han encontrado 49 zonas con rasgos funerarios y habitacionales pertenecientes a las culturas molle, ánimas y diaguitas. EFE

Un museo in situ
Los arqueólogos y las autoridades locales están proponiendo que la zona se transforme en un museo por la gran cantidad de osamentas halladas en lugar.

"El sitio de las excavaciones es mucho más denso y complejo para hacer un rescate total de las osamentas. Lo que se debería hacer es un museo en el sitio, además de analizar lo encontrado.", aseguró González.

Por otra parte, se encuentra el tema que tales descubrimientos fueron posibles por la remoción del terreno en el proceso de construcción de una carretera. Con respecto a esto, González insistió: "En un lugar con tanta riqueza patrimonial es chocante ver que termine pasando una carretera por la zona y no quede nada para la comunidad. Por eso es importante hacer un museo aquí".

Sin embargo, en respuesta a esta inquietud las autoridades aseguran que la carretera no pondrá en riesgo una zona arqueológica.

Este contenido ha sido publicado originalmente por teleSUR bajo la siguiente dirección: http://www.telesurtv.net/news/Hallazgos-arqueologicos-en-Chile-tienen-importancia-historica-20160327-0023.html. (27/03/2016)

ARQUEOLOGIA EGIPCIA

Amigos,
Quem gosta de arqueologia, deve conhecer o trabalho da arqueóloga Márcia Jamille! A moça é uma profissional muito séria, dedicada de corpo e alma à divulgação do Egito Antigo! O mais importante, é que ela faz isso com paixão! Tive o grato privilégio de conhecê-la quando estava iniciando esse trabalho. E hoje fico muito orgulhoso e feliz de ver tudo o que conseguiu produzir!

Link:
http://arqueologiaegipcia.com.br/aegipcia/

Vestígios do mundo maia em Palenque e Comalcalco, no México


Por Cláudia Amorim - O Globo

VILLAHERMOSA — Graças às inscrições maias interpretadas como uma profecia de que o mundo acabaria em 2012, o Museu Regional de Antropologia Carlos Pellicer Cámara, no México, viu aumentar o número de visitantes de várias partes do planeta interessados em observar o Monumento nº 6 — o que traz os tais hieroglifos tidos como apocalípticos. A especulação rendeu até filme-catástrofe em Hollywood.

O museu fica em Villahermosa, capital do estado de Tabasco. Ali, não tem Tabasco, o famoso molho americano de mesmo nome. Tem, sim, muitas pimentas: os tabasquenhos até acham que o criador da marca passou por lá, conheceu a habanero (que, segundo a Escala de Scoville, usada para medir o grau de ardência, é 76 vezes mais picante que a jalapeño) e, assim, teve a ideia de fundar a bem-sucedida grife Tabasco). Além das especiarias, o estado guarda muitas relíquias. E o sítio arqueológico de Comalcalco, que abriga uma cidade construída pelos maias à base de tijolos cozidos e conchas de ostras, característica singular, em meio aos registros sobre esse povo, conhecido por ruínas que tornaram célebres suas construções em rocha calcária.

Outro sítio arqueológico impressionante, com construções erguidas em pedra, fica a 200 quilômetros de distância, em Palenque, no estado de Chiapas. No local, é possível andar por dentro do palácio em que viviam os nobres maias que governavam a cidade, ver onde dormia o poderoso rei Pakal (603 d.C. a 683 d.C) e matar a curiosidade conferindo o que restou de um banheiro da época. Avista-se ainda um observatório astronômico e contempla-se o campo que sediava os mortais jogos de bola, entre muitos outros detalhes notáveis daquela civilização.

Além do assombro com o mundo maia, a viagem a essa região mexicana inclui atrações como o Parque Museu de La Venta, uma área ao ar livre repleta de peças da cultura ancestral olmeca. E passeios por fazendas de cacau que cultivam o criollo almendra blanca (valorizado no mercado europeu de chocolates gourmet). Delícias da cozinha local, como tacos, chilaquiles e tamalitos de chipilín, completam a experiência.

POR DENTRO DE PALENQUE E COMALCALCO
Eles eram astrônomos, matemáticos, arquitetos, engenheiros hidráulicos... É recitando essa descrição que os guias de turismo do sítio arqueológico de Palenque, no estado mexicano de Chiapas, vão chamando a atenção para os feitos dos maias, enquanto mostram o que restou da cidade que estava no auge há 1.400 anos e foi comandada pelo rei Pakal (603 d.C. a 683 d.C.).

Além do patrimônio que se vê no palácio onde os nobres viviam, outra imponente construção se destaca: o túmulo de Pakal, que governou por 69 anos e morreu octogenário, mas é comparado ali ao jovem faraó do Egito Tutankamon, em termos de importância arqueológica. Erguida em pedra, a edificação que serve como sepultura, em torno do sarcófago de 20 toneladas, há 14 anos não recebe visitantes em seu interior. Mas também causa impressão em quem admira o monumento e sua escadaria de 69 degraus do lado de fora.

Junto à sepultura do rei, em outra construção que serve de túmulo, foram encontrados restos mortais (vestidos com pedras preciosas, como turquesas) daquela que se acredita ser a mulher de Pakal — os exames de DNA provaram que não há parentesco de sangue entre os dois.

Do outro lado da tumba do rei, vencidos os degraus que levam ao castelo, é um deslumbre poder circular pelos cômodos e se postar junto a paredes como a que mostra figuras humanas na posição de flor de lótus, levando muitos a acreditarem que os maias praticavam meditação.

O conhecimento sobre engenharia hidráulica atribuído à civilização pré-colombiana ganha reforço no espaço que era uma espécie de toalete do palácio. O sanitário, do tipo banheiro turco, foi construído com instalação para escoamento de esgoto.

O complexo inclui, além de um observatório de astronomia, templos dedicados à ceiba, árvore sagrada dos maias, e à morte, que entre eles significava uma passagem para outra existência.

A câmara em que dormia o rei Pakal, uma das 29 que existiam no local, também pode ser observada de perto. Assim como as figuras que retratam práticas maias, como os sacrifícios humanos — além dos mortos em rituais de oferendas, era comum os vivos se cortarem e deixarem seu sangue regar a terra.

Muitos vestígios, como figuras esculpidas, remetem a jogos de bola. Outra referência maia, a atividade era mais que um esporte: era um ritual, que chega a lembrar os circos romanos, já que envolvia embates violentos e, ao fim, sacrifício de vidas.

Permitindo a observação in loco de uma herança detalhada da vida naquela época, o palácio de Palenque é um destaque no mundo maia. E estima-se que o sítio arqueológico corresponda a apenas 5% do patrimônio arquitetônico que essa civilização deixou na região, considerando que as construções antigas foram ocupadas pela selva — a mesma mata exuberante que serviu de locação para o “O predador” (1987), com Arnold Schwarzenegger.

Acredita-se que foi o meio ambiente o fator responsável pela decadência da civilização dos maias, que teriam esgotado os recursos naturais e, assim, afetado as condições climáticas na região. O milho (e seu extenso cultivo), por exemplo, era uma importante fonte de alimento para a população, que vivia de vegetais, enquanto os governantes comiam também peixes e tartarugas, muitas vezes trazidos de longe.

Saindo de Chiapas e indo para o estado vizinho de Tabasco, outro sítio arqueológico é destaque. O lugar, Comalcalco, é revestido com tijolos cozidos e conchas de ostras, uma característica considerada especial no mundo maia, conhecido pelas construções em pedra.

Ali, na época em que a civilização maia local estava no auge e o lugar se chamava Hoi Chan, viviam, por todo o território, 18 mil pessoas. A parte mais elevada de Comalcalco fica a 37 metros de altura. Nesse ponto mais nobre, onde circulavam os integrantes da classe que governava a cidade, restam ruínas de cômodos em que havia quartos e piscinas.

17 CABEÇAS COLOSSAIS
Mais patrimônio arqueológico está abrigado no centro de Villahermosa, a capital de Tabasco. No Parque Museu de La Venta, a atração é a cultura olmeca, que teve seu apogeu entre 800 a.C. e 400 a.C. e é a primeira civilização de que se tem notícia em território mexicano (moradores locais atribuem aos olmecas a criação de bebidas com chocolate e jogos de bola).

Entre as peças em exposição, estão as famosas cabeças colossais. Uma delas é “O jovem guerreiro”, de 12 toneladas; outra leva o nome de “O velho guerreiro”, 20 toneladas; e uma terceira, a “Cabeça colossal”, é o símbolo de Tabasco e tem 24 toneladas. Com esse peso todo, é de se espantar como as peças, esculpidas entre 1200 a.C. e 800 a.C., eram transportadas: todas são feitas de rocha de origem vulcânica, e o lugar de onde foram extraídas fica a mais de cem quilômetros. Até hoje, foram encontradas 17 dessas cabeças, pesando de quatro a 50 toneladas.

Perto dali, fica o Museu Regional de Antropologia Carlos Pellicer Cámara, que reúne 300 peças das culturas olmeca (900 a.C. a 400 a.C.), zoque (650 d.C. a 900 d.C.), nahua (1000 d.C. a 1200 d.C.) e maia, além de itens de povos como zapotecos, huastecos, toltecas e teotihuacanos.

É no acervo do museu que está o Monumento nº 6, o “Tablero del tiempo”, ou a maior parte dele (uma fração menor pertence a uma coleção particular), que contém os hieroglifos interpretados como a profecia que anunciava o fim do mundo em 2012. Agora que a data já passou e o mundo não acabou, visitar o museu mexicano é um passeio, além de cheio de história, mais tranquilo.

Cláudia Amorim viajou a convite de Copa Airlines

Fonte: http://extra.globo.com/tv-e-lazer/viagem-e-turismo/vestigios-do-mundo-maia-em-palenque-comalcalco-no-mexico-18943460.html (24/03/2016)

domingo, 27 de março de 2016

La primera dama de Lambayeque


Chornancap. El libro del arqueólogo Carlos Wester La Torre, director del Museo Brüning, da nuevas luces sobre la vida y obra de la enigmática gobernante y sacerdotisa lambayeque.

Escribe: Roberto Ochoa

En estos días es recomendable visitar la ciudad de Lambayeque, a solo diez minutos al norte de Chiclayo, para recorrer el museo dedicado a las tumbas reales del Señor de Sipán y casi al frente, cruzando laPanamericana Norte, conocer a la primera dama de la cultura Lambayeque, conocida como la Sacerdotisa de Chornancap. Su ajuar funerario y los detalles de su descubrimiento se exhiben en los ambientes del Museo Arqueológico Nacional Brüning, institución pionera en las investigaciones etnológicas y arqueológicas del norte peruano.

Es decir, en la ciudad de Lambayeque y a pocos metros de distancia, los visitantes podrán conocer a dos gobernantes cuya influencia y poder marcó un antes y un después en nuestra historia precolombina.

El Señor de Sipán, gobernante Moche, ya es conocido desde cuando su hallazgo dio la vuelta al mundo en 1989. La Sacerdotisa de Chornancap, descubierta a partir del 2012, simboliza el esplendor de la cultura Lambayeque y su hallazgo sorprendió al equipo de científicos liderado por Carlos Wester La Torre por el contexto que rodeaba a su fardo funerario: ocho mujeres de entre 15 a 20 años de edad fueron enterradas al lado del fardo; y en su ajuar se encontraron finas piezas de cerámica, pinturas murales, bellísimos textiles y piezas de orfebrería de oro y plata cuya iconografía dio nuevas luces sobre la cosmovisión de los descendientes del mítico Ñaymlap.

Pero antes de visitar la exposición en el museo Brüning, lo recomendable es leer el libro editado por el Ministerio de Cultura.

A decir del propio Wester La Torre, “Chotuna-Chornancap constituye un importante y emblemático complejo arquitectónico que formó parte del desarrollo de la cultura Lambayeque en el norte del Perú”.


En el libro, el autor nos revela detalles de las primeras excavaciones y los denominados escenarios sagrados y rituales funerarios investigados.

En la segunda parte podemos leer lo que considero es uno de los mejores aportes de la obra: la arquitectura de ambas huacas amparadas en infografías y reconstrucciones en 3D. Aquí se conocerán pormenores del trono de Chornancap, el patio de las pinturas, los graffitis hallados en la fachada de los murales y la denominada residencia de la élite.

En la tercera parte es donde se podrán conocer los entretelones del hallazgo de la tumba de la Sacerdotisa de Chornancap, con sus contextos funerarios y una serie de interesantes textos, magníficamente ilustrados, que explican el poder, género y religiosidad de Chornancap.

Es así como la Sacerdotisa de Chornancap se suma a los hallazgos que dan nuevas luces sobre el papel de la mujer en el gobierno de las antiguas civilizaciones que prosperaron en los actuales territorios del norte del Perú. En el libro, además, se puede ver todo el proceso de “reconstrucción” del que pudo ser el rostro de nuestra bella y enigmática primera dama lambayecana.

Fonte: http://larepublica.pe/impresa/ocio-y-cultura/751346-la-primera-dama-de-lambayeque (26/03/2016)

Machu Picchu será fechado em abril de 2016 para manutenção

Foto: Divulgação / Trivago / Guillén Pérez - Flickr

Machu Picchu, Peru: o acesso será suspenso para facilitar os trabalhos de melhoria de escadas, plataformas e muros de sustento.

Lima - A entrada de turistas às montanhas de Machu Picchu e Wayna Picchu, onde se encontra a antiga capital do império Inca, será fechada em abril do ano que vem para manutenção, informou o Ministério de Cultura do Peru nesta terça-feira.

O chefe do Parque Arqueológico Nacional de Machu Picchu, Fernando Astete, anunciou que o acesso será suspenso para facilitar os trabalhos de melhoria de escadas, plataformas e muros de sustento.

Segundo ele, atualmente, especialistas da Direção Cultural de Cuzco executam tarefas muito pontuais para a conservação dos elementos líticos, mas a continuação da operação se torna difícil pelo deslocamento diário de visitantes.

"Em abril de 2016, faremos uma manutenção integral e, por isso, a suspensão de visitantes à montanha Wayna Picchu de 1 a 15 de abril de 2016 e à montanha Machu Picchu de 16 a 30 de abril de 2016", detalhou Astete em uma a nota enviada à imprensa, ressaltando importância de guias, agências e operadoras de turismo estarem atentos as mudanças.

De acordo com o diretor da Direção Cultural de Cuzco, Ricardo Ruiz Caro, uma avaliação detalhada do estado de conservação do local foi realizada e a conclusão foi que é necessário realizar uma manutenção total.

O Machu Picchu é um dos principais destinos turísticos do Peru, com uma média de 2 mil visitantes por dia.

Nos últimos anos, uma série de medidas foi adotada para aliviar o trânsito de turistas pelo parque, como o de abrir um horário durante a tarde para reduzir a quantidade de pessoas nas primeiras horas do dia.

Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/noticia.php?id=5697458 (26/03/2016)

TITICACA – EM BUSCA DOS ANTIGOS MISTÉRIOS PRÉ-COLOMBIANOS


Ajude o blog "ARQUEOLOGIA AMERICANA", adquirindo o livro “TITICACA – EM BUSCA DOS ANTIGOS MISTÉRIOS PRÉ-COLOMBIANOS” pela loja AMAZON, em formato digital (Ebook) para Kindle!

O livro relata o dia a dia da expedição ao Lago Titicaca (Peru/Bolívia), onde o historiador e arqueólogo Dalton Delfini Maziero percorreu a pé e sozinho, mais de 1.300 km. Foram três meses de caminhada em busca de ruínas perdidas de povos pré-colombianos. Mais do que um livro de viajante, ele nos conta também as conversas bem humoradas com os nativos aymaras, seus mitos, lendas e a história antiga dessa fascinante região que fica a mais de 3.800 metros de altitude. Um texto acessível e cheio de surpresas, sem perder de vista o conteúdo histórico!

Para ler este Ebook, não é necessário comprar o aparelho Kindle. O texto pode ser lido baixando um aplicativo gratuito para smartphone, tablets e computadores!

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sábado, 19 de março de 2016

Presentan APP para recorrer la zona arqueológica de Paquimé

Foto: Archivo INAH

Por: Francisco Javier Carmona
Fuente: Noticieros Televisa

CHIHUAHUA, México - Los vestigios arqueológicos de Paquimé, en Chihuahua, que datan del año 700 y forman parte de la cultura prehispánica Anasazi y Mogollón que se asentaron en esta región del noroeste de Chihuahua.

El Instituto Nacional de Antropología e Historia, realiza acciones para promover esta zona arqueológica.

"Es un sitio arqueológico prehispánico, es el más importante del norte del país y del sur y suroeste de Estados Unidos, Paquimé era un centro comercial muy interesante y lo más importante que tiene Paquimé es su arquitectura de tierra y por eso la UNESCO le da el nombramiento de Sitio Patrimonio Cultural de la Humanidad", comentó Mauricio Salgado, director del Museo Paquimé.

Ubicado a unos 300 kilómetros de Ciudad Juárez, Chihuahua, esta zona arqueológica ha logrado despertar el interés de conocer más sobre esta cultura prehispánica.

El Instituto Nacional de Antropología e Historia en Chihuahua, dio a conocer una nueva aplicación móvil para equipos de telefonía y tabletas para conocer más sobre la zona arqueológica de Paquimé, en la región de Nuevo Casas Grandes, Chihuahua.

"Es una herramienta didáctico pedagógica, en donde todos nuestros públicos o usuarios pueden utilizarlo como una herramienta de comunicación de una manera interactiva", añadió Salgado.

La presentación de esta aplicación para recorrer la zona arqueológica de Paquimé de manera virtual, fue desarrollada por un grupo de ingenieros de Chihuahua que aportaron sus conocimientos al Instituto Nacional de Antropología e Historia.

" Es una aplicación gratuita, la trabajamos como una aportación de manera voluntaria y en colaboración con el museo. Quisimos dar este tour, este recorrido para que los niños y personas visitantes, pues tengan un medio el cual puedan acceder y vean el contenido previo a la visita", dijo Ricardo Espino, ingeniero en informática

Paquimé es patrimonio Cultural de la Humanidad desde que la UNESCO la declaró en 1998.

MACO

Fonte: http://noticieros.televisa.com/mexico-estados/1603/presentan-app-recorrer-zona-arqueologica-paquime/ (13/03/2016)

Reventazón revela huellas humanas de 12 milenios


Redacción, 16 mar (elmundo.cr) – Lograr el fechamiento de mayor antigüedad de Costa Rica y Centroamérica es el resultado más destacado de la labor arqueológica llevada a cabo por el Proyecto Hidroeléctrico Reventazón (PHR) en 1.018 hectáreas del cantón de Siquirres.

“Los hallazgos sugieren la presencia de asentamientos humanos de 12.200 años de antigüedad, corroborados por el análisis del radiocarbono en la región centroamericana”, puntualizó Luis Hurtado de Mendoza, coordinador del Área de Arqueología del PHR.

El material corresponde a restos de carbón vegetal manipulado por seres humanos, que se ubicaron en una época del período Paleoindio.

Los especialistas sumaron 66 sitios arqueológicos, en territorios donde se desarrolló la etnia cabécar. En ellos, se recuperaron elementos funerarios, petroglifos, basamentos de viviendas, calzadas, herramientas de piedra, alfarería, cerámica y utensilios para alimentación, en ambas márgenes del río Reventazón.

Además de la datación de 12.200 años, el acervo recopilado generó información sobre los modos de vida y la cultura de los antiguos habitantes de la Vertiente Atlántica, así como su evolución a lo largo de los milenios hasta el período cercano a la conquista española.

En este sentido, se informó de que los materiales recuperados serán trasladados del PHR al departamento de Protección del Patrimonio Cultural del Museo Nacional; y los que por sus dimensiones y peso no puedan movilizarse, se mantendrán en el sitio de hallazgo.

Fonte: http://www.elmundo.cr/reventazon-revela-huellas-humanas-12-milenios/ (16/03/2016)

Investigación genética permitirá conocer que comían lambayecanos en el Formativo

Los restos serán analizados en el laboratorio del Museo Tumbas Reales en Lambayeque | Fuente: RPP Noticias / Juan Cabrejos | Fotógrafo: Juan César Cabrejos

Los trabajos de gabinete de los restos encontrados en los complejos arqueológicos Bola de Oro y El Triunfo permitirán conseguir aportes de modo de vida de hace 4 mil años.

Las investigaciones genéticas que se realicen en el laboratorio del Museo Tumbas Reales del Señor de Sipán a restos óseos encontrados en Bola de Oro y El Triunfo en el distrito chiclayano de Tumán permitirán conseguir aportes importantes sobre la alimentación de la población que ocupó dicho lugar, perteneciente al periodo Formativo indicó el arqueólogo Walter Alva.

El investigador explica que las investigaciones arqueológicas que también se realizarán, permitirán conocer más sobre la cerámica, las edificaciones y las tumbas que existen en la zona Bola de Oro y El Triunfo así como sus movimientos de migración de la población que ocupó desde el Formativo esta parte de la región.

El arqueólogo Edgar Bracamonte Lévano que tiene a cargo el análisis de las piezas encontradas en Tumán, explicó que por los restos arqueológicos que existen se pude determinar que el territorio del actual distrito tumaneño ya estaba habitado hacer cuatro mil años y ha tenido ocupaciones sucesivas desde el Formativo, Mochica, Lambayeque, Chimú e Inca.

Fonte: http://rpp.pe/peru/lambayeque/investigacion-genetica-permitira-conocer-que-comian-en-el-formativo-noticia-946180 (16/03/2016)

quarta-feira, 16 de março de 2016

Livro sobre GEOGLIFOS DA AMÉRICA DO SUL

Entrevista com Dalton Delfini Maziero - Autor de "SACRALIZANDO O SOLO - O uso simbólico e prático dos Geoglifos Sul-Americanos", no PORTAL DO ESCRITOR!!!


Link:
http://portaldoescritorscortecci.blogspot.com.br/2016/03/entrevista-com-dalton-delfini-maziero.html

Costa Rica - O Mistério das Esferas de Pedra

Saiu a 8ª matéria da Coluna "ARQUEOLOGIA MISTERIOSA", do Jornal Página 3, de Balneário Camboriu-SC!!!

http://www.pagina3.com.br/coluna/americamisteriosa

domingo, 13 de março de 2016

Exposição QHAPAQ-ÑAN - O Grande Caminho Inca

Inaugurou ontem uma bela exposição fotográfica sobre o Caminho Inca no Peru!!!
Imperdível, com fotos de várias regiões desse vasto país, por onde passa o Qhapaq-Ñan!

Está no Memorial da América Latina, no prédio da Biblioteca!
De 12 de março a 12 de abril de 2016!
Entrada Gratuita!!!


Maiores informação:
http://www.memorial.org.br/2016/03/qhapaq-nan-o-caminho-inca/

A misteriosa Pedra do Ingá, uma joia da arqueologia mundial bem aqui na Paraíba


Por Arthur Veríssimo

O Brasil é um imenso tesouro de achados arqueológicos, histórias de civilizações e cidades perdidas. Muitos caçadores de tesouros e exploradores se embrenharam em nosso país à procura do desconhecido. O destemido coronel Percy Fawcett, que inspirou a criação do personagem cinematográfico Indiana Jones, desapareceu em 1925 nas entranhas de nossas florestas, na região da serra do Roncador, em busca de vestígios de antigas civilizações.

Quem não gostaria de realizar a proeza do professor Hiram Binghan, que descobriu por mera casualidade em 1911 as imponentes ruínas de Machu Picchu no Peru? Então vamos nessa. Em 1998, estive no Cariri paraibano e conheci a maravilhosa Pedra do Ingá. Retornei depois de 18 anos, neste ano de 2016, com muita sede para decifrar os enigmas da Pedra do Ingá, o primeiro monumento arqueológico tombado como patrimônio nacional, em 1944.

O lugar fica a 97 quilômetros de João Pessoa e 46 quilômetros de Campina Grande, no interior da Paraíba. Logo que cheguei fui recebido pelos guardiões Denis Mota e o mestre Vavá Da Luz, uma dupla que protege, com muito zelo, o local da ação predatória e das agressões dos irresponsáveis ao sitio arqueológico da Pedra do Ingá.

Seu Da Luz é cativante, e Denis um grande conhecedor das trilhas e outros sítios arqueológicos. Tendo os guardiões como cicerones, rapidinho eu já estava com os olhos diante do visual desconcertante do estupendo monólito. Meu coração vibrava com a sintonia e presença do local.

O bloco de granito com seus 24 metros de comprimento por 3,8 metros de altura é um portal do além para antropólogos, arqueólogos, astrônomos, ufólogos e principalmente simples mortais como nós. No bloco de pedra estão esculpidas em baixo relevo várias figuras representando constelações, pássaros, foguetes, astros, répteis e a via Láctea. As inscrições lavradas na pedra são um enigma. Quem foram os autores?

Especulações e delírios. Para alguns foram os hebreus, etruscos, incas, astecas fenícios e até os extraterrestres. O presidente do centro paraibano de ufologia Gilberto Santos afirma que as gravuras encravadas na rocha são de origem alienígena. Outros declaram que as gravuras foram feitas pelos índios cariris, designados pelos arqueólogos como paleo-índios.

É praticamente impossível coletar uma data precisa das inscrições pelo fato de a Pedra do Ingá estar localizada à beira de um curso d´agua. Em época de chuva, fica completamente submersa. Estima-se que tenha mais de seis mil anos de história. Seu Vava da luz explica detalhadamente o significado dos desenhos, porém a interpretação final fica a critério do curioso, viajante e especialistas.

O painel mais parece um portal de conexão com o além relatando informações e acontecimentos do dia a dia do homem pré-histórico que habitava a região. A fome ruminava minhas entranhas e o intrépido seu Vavá me levou para degustar a culinária local no “memorial do cuscuz”, onde Dona Lia preparava as iguarias locais. Quando for a Paraíba, não deixe de mergulhar no Cariri e conhecer esta joia da arqueologia planetária.

Onde ficar
Hotel-fazenda Pai Mateus
O local é um oásis de tranquilidade e possui 28 apartamentos distribuídos em uma ampla área. As refeições são maravilhosas e o café da manhã oferece delícias da região. Possui wi-fi e outras mordomias. Fica distante 110 km da Pedra do Ingá e nos seus arredores está o “creme de la creme” do cariri paraibano para os amantes da natureza e caminhadas: o deslumbrante Lajedo de Pai Mateus, Sacas de lã, muralha do meio do mundo, Lajedo de Manoel de Souza e a maravilhosa Pedra do Cálice.

Arthur Veríssimo viajou a Paraíba a convite do Hotel-fazenda Pai Mateus

Fonte: http://arthurverissimo.virgula.uol.com.br/2016/02/24/a-misteriosa-pedra-do-inga-uma-joia-da-arqueologia-mundial-bem-aqui-na-paraiba/ (24/02/2016)

15 curiosidades del Templo Mayor que muchos desconocen


Por Karen Villeda @Karenvilleda

Hace casi cuatro décadas, unos trabajadores de la extinta (por decreto presidencial) Compañía de Luz y Fuerza del Centro realizaban excavaciones para instalar cableado subterráneo cuando se toparon con el monolito de la diosa mexica Coyolxauhqui (que significa “La adornada de cascabeles” en náhuatl). La gran piedra representa a la diosa descuartizada por su hermano Huitzilopochtli (así es, les dio el síndrome de Caín y Abel).

La madrugada de ese 21 de febrero de 1978 marcó el descubrimiento del centro de la vida religiosa de los aztecas de México-Tenochtitlan, debido a que este monolito fue hallado en la base de las escaleras del Templo Mayor.

Para celebrarlo, no se olviden de visitarlo y ahí les van unos datos curiosones pa farolear:

1. Las susodichas escaleras estaban dispuestas de norte a sur. Sólo los sacerdotes y las víctimas del sacrificio podían llegar a la cúspide del templo, donde se podía contemplar a la ciudad en su esplendor.

2. El hallazgo fue exactamente en la esquina de República de Guatemala y República de Argentina. Mario Alberto Espejel Pérez y Jorge Valverde Ledezma, integrantes de la “Cuadrilla 303”, fueron los afortunados. Pusieron tablas encima para no afectar la circulación. Se le dio aviso al INAH, pero como los enviados a inspeccionar la zona vieron que “todo estaba en completo orden pues los autos circulaban sin problema” pos dijeron que se trataba de una “falsa alarma”.

3. Precisamente en esa esquina se construyó la casa de los hijos del conquistador Gil González de Benavides, que eran unos gandules que se la pasaban de fiesta y se negaban a pagar sus impuestos ante la Corona Gachupina (sí, algo así como el SAT de la época). Fueron enjuiciados y degollados, se decretó que su casa fuera demolida y el terreno sembrado con sal.

4. Los conquistadores se apañaron estos y muchos restos más de construcciones prehispánicas para levantar palacios, iglesias, pon aquí lo que se te ocurra a nivel arquitectónico. Un ejemplo es el antiguo Palacio de los Condes de Calimaya, hoy Museo de la Ciudad en la esquina de José María Pino Suárez con República de El Salvador donde podemos notar la cabeza de una serpiente finamente tallada.

5. No hay que olvidar que algunos de los los restos del Templo Mayor fueron encontrados en excavaciones ocasionales de finales del siglo XIX y principios del XX. Incluso hay pruebas de que, cuando el virrey conde de Revillagigedo ordenó hacer atarjeas por la zona, se toparon con “una extraña masa pétrea” que era la escultura de Coatlicue. Pero las excavaciones arqueológicas oficiales se efectuaron entre los años 1978 y 1982.

6. Los arqueólogos Ángel García Cook, que recibió la Medalla UNESCO en reconocimiento a su trayectoria, y Raúl Martín Arana dirigieron las excavaciones.

7. Este recinto “simbolizaba el centro del cosmos del que partían los cuatro rumbos del universo”. El Templo Mayor era el edificio más alto y más choncho, su estructura está orientada hacia el poniente, donde cae el sol.

8. En la parte superior, había un adoratorio dedicado a Huitzilopochtli, dios solar y de la guerra, y otro a Tláloc, dios de la lluvia y de la fertilidad. Los aztecas, arquitectos chingones, diferenciaron este edificio según el dios al que estaba dedicado. Lo de Huitzilopochtli era al sur y lo de Tláloc al norte.

9. En la ampliación de la Librería Porrúa (Justo Sierra 36, colonia Centro, Ciudad de México), entre 1964 y 1965, hallaron un pequeño adoratorio al dios Tláloc al norte del Templo Mayor.

10. Tenochtitlan estuvo subordinada a los tepanecas de Azcapotzalco y eso se sabe porque en varias de las ofrendas no se encontraron objetos marinos (es decir, los aztecas no tenían derecho a bienes que procedían de las costas como los conchas y caracoles marinos relacionados con el culto de Quetzalcóatl).

11. Y sí, había sacrificios humanos (cráneos decapitados, huellas de corte en los huesos y heridas perimortem (durante o alrededor de la hora de la muerte) lo comprueban. La mayoría de las ofrendas (término políticamente correcto para no decir “los sacrificados”) eran hombres entre los 20 y 30 años. Aunque para el atascado de Tláloc, hubo menores de edad sacrificados por extracción del corazón.

12. El Proyecto Templo Mayor es el programa de investigación arqueológica del INAH que más publicaciones tiene hasta la fecha (libros, artículos, reseñas, catálogos, guías, etc).

13. Visitantes distinguidos como los reyes de España, el entonces presidente de Francia François Mitterrand, los escritores Octavio Paz y Gabriel García Márquez y María Félix, fueron recibidos por lo alto en el recinto recién inaugurado.

14. El Museo del Templo Mayor, abierto el 12 de octubre de 1987, fue construido para albergar a los más de 7,000 objetos recuperados y vestigios del Templo Mayor de Tenochtitlan. Aquí podemos deleitarnos con tesoros provenientes no solamente de Tenochtitlán sino también esculturas mayas y joyas de oro de Oaxaca. (Dirección: Seminario 8, Centro Histórico, Ciudad de México).

15. Pa’ que vean que estamos en la modernidad, ya hay visita virtual del Templo Mayor por si les da flojera ir hasta el centro.

Fonte: http://www.chilango.com/general/nota/2016/02/22/15-curiosidades-del-templo-mayor-que-muchos-desconocen (22/02/2016)

Los descubrimientos en la misteriosa Ciudad del Jaguar (Parte 02)

El equipo arqueológico trabaja en el sitio del alijo.Foto: Dave Yoder, National Geographic

Aunque la Ciudad del Jaguar hoy se encuentra espectacularmente aislada, en sus días de esplendor debió ser un centro de trueque y comercio. “Cuando vas allí ahora –dijo Fisher-, te sientes desconectado. Es una selva, y es difícil imaginar siquiera que estás en el siglo XXI. Pero en el pasado, se alzaba en el centro de una intensa red de interacción humana. No estaba aislada en absoluto”.

Algunas patas de los metates tienen marcas intrigantes. Según los arqueólogos que los examinaron, un juego de motivos con bandas cruzadas recuerda una “banda celestial” maya, similar a las representaciones del cielo nocturno que pueden encontrarse bajo figuras sedentes en esculturas de Chichen Itzá, México.

Los motivos de bandas cruzadas suelen asociarse con deidades y objetos de poder en el mundo maya. Los metates también presentan numerosos pseudo-glifos intrigantes, que aún no han sido estudiados ni descifrados (los pseudo-glifos son dibujos con significados específicos que, a diferencia de los glifos mayas, no son escritura real).

Algunos arqueólogos creen que los metates pueden haberse usado no solo como tronos, sino como asientos para transportar cadáveres envueltos y decorados hasta su última morada. A la larga, las superficies de vasijas y metates se someterán a “análisis de residuos” para determinar qué tipo de ofrendas contenían o qué sustancias molieron en ellos, si acaso fueron usados para ese fin.

¿Cuál era el significado oculto del alijo? ¿Por qué lo dejaron allí? Un objeto en particular aporta una pista vital. Es una “mano” de piedra, un pesado mortero tallado en basalto y pulido finamente. Mide casi un metro de largo, un tamaño muy incómodo para moler, lo que sugiere que probablemente era un objeto ritual. Los arqueólogos lo encontraron partido en seis pedazos, pese a que es todo menos frágil. Fisher cree que eso demuestra que fue “roto ritualmente”, lo cual le lleva a sospechar que las otras esculturas fracturadas del alijo fueron destrozadas también de manera deliberada. Los pueblos antiguos de las Américas tenían la costumbre de romper objetos y “matar” vasijas (abriendo un agujero en el fondo) antes de depositarlos en las tumbas.

En conjunto, estas pistas sugieren que el alijo pudo haberse creado durante la clausura ritual de la ciudad, en el momento del abandono final. Según ese escenario (ciertamente especulativo), los últimos habitantes reunieron sus objetos más preciados y sagrados, y al salir, los dejaron como una ofrenda póstuma a los dioses; tal vez rompiéndolos para liberar sus espíritus.

Anna Cohen trabaja en el área central del alijo, donde hallaron vasijas alrededor de un buitre de piedra. Foto: Dave Yoder, National Geographic

¿Por qué abandonaron la ciudad? Aunque no hay pruebas, las causas más probables son epidemias de enfermedades europeas. En la época del contacto europeo, mercaderes mayas y chibchas zarpaban en canoas gigantes para comerciar en lugares lejanos, intercambiando bienes entre Honduras, México, y las islas del Caribe.

Esos mismos mercaderes surcaban los grandes ríos que fluían desde Mosquitia, remando tierra adentro para adquirir cacao, plumas de guacamayo, y otros valiosos productos forestales.

Para principios del siglo XVI, las enfermedades europeas –viruela, sarampión, e influenza- habían cundido en las islas del Caribe, matando hasta 95 por ciento de la población indígena. Es muy probable que los mercaderes nativos llevaran consigo esas enfermedades por los ríos de Mosquitia, de donde se diseminaron a las poblaciones locales y corrieron como fuego al interior, alcanzando áreas muy apartadas del contacto real con los europeos. De esa manera, la Ciudad del Jaguar pudo ser devastada por oleadas de enfermedades epidémicas. Destrozados y traumatizados, los supervivientes abandonaron la ciudad dejando atrás este alijo, donde permaneció intacto durante 500 años, como un trágico memorial a una cultura antaño grande y ahora, desaparecida.

Soldados hondureños transportan uno de los artefactos al helicóptero que aguarda en una pequeña zona de aterrizaje. Foto: Dave Yoder, National Geographic

Fonte: http://www.ngenespanol.com/el-mundo/culturas/16/02/11/descubrimientos-arqueologicos-honduras-ciudad-perdida-jaguar/ (11/02/2016)

terça-feira, 8 de março de 2016

Lançamento de livro sobre os GEOGLIFOS da América do Sul

Convite para o lançamento do livro "SACRALIZANDO O SOLO"!!!
Sábado, dia 12 de março, no Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera!

Sequías pudieron causar desaparición de los mayas


Estudio propone que la escasez de agua habría generado un desorden político y social debido a la sed y el hambre

La mayoría de las ciudades mayas del sur de la península cayeron entre los años 850 y 925 de nuestra era. En la imagen, la imponente restos de la ciudad principal de Tikal, en Guatemala. (FOTO: Archivo EL UNIVERSAL)

Siempre ha sido uno de los grandes misterios de la historia: la desaparición de la cultura maya en centroamérica. Sin embargo, una nueva investigación asegura que el cambio climático fue fundamental para aclarar el misterio.

Según indica BBC junto a una publicación en Science Direct, en la que arqueólogos reunieron por primera vez para un estudio todos los centros urbanos de las tierras mayas, cuando la cultura maya comenzó a florecer, los registros climáticos muestran que en la región se produjeron grandes precipitaciones que quedaron atrás drásticamente a partir del año 820 d.C, con sequías que se prolongaron durante cerca de 95 años.

Según las evidencias, la mayoría de las ciudades mayas del sur de la península cayeron entre los años 850 y 925 d.C. coincidiendo con este seco registro. Los investigadores se preguntan por qué esto no sucedió en las zonas del norte.

Tras este grave periodo en el siglo IX, el siglo XI trajo una nueva "megasequía" más enfocada en el norte de sus dominios, terminando por sucumbir para siempre a una de las civilizaciones más importantes del mundo.

Sin agua, los habitantes no habrían podido llevar a cabo sus cultivos para subsistir, produciendo un éxodo del pueblo maya a causa de un desorden político y social debido a la sed y el hambre.

Los mayas habrían alcanzado su periodo de mayor esplendor alrededor del año 600 a.C., dejando un gran legado en ciencias, arquitectura, matemáticas, astronomía, artes, entre otras áreas.

rqm

Fonte: http://www.eluniversal.com.mx/articulo/cultura/patrimonio/2016/02/24/sequias-pudieron-causar-desaparicion-de-los-mayas (24/02/2016)

sexta-feira, 4 de março de 2016

Recuperan espacio invadido en petroglifos de Toro Muerto


El Ministerio de Cultura recuperó un espacio de casi 3.5 hectáreas del complejo arqueológico de Toro Muerto, ubicado en el distrito de Uraca – Corire, provincia de Castilla.

Mediante una intervención extrajudicial, que contó con la presencia del procurador público de la sede central del Ministerio de Cultura, Javier Paredes Sotelo y el titular de la Dirección Desconcentrada de Cultura de Arequipa, Franz Grupp, se logró retirar a invasores de la zona, quienes habilitaron el terreno para el cultivo de frutales, instalando mangueras y tuberías, y hasta una especie de reservorio (poza recubierta de geomembrana) de 2 metros de profundidad y de 11 x 8 m2 de perímetro, la cual era utilizada para irrigar las plantaciones.

Los supuestos propietarios del terreno, en un inicio, pusieron resistencia a la intervención, por lo que el procurador del Ministerio de Cultura explicó que el espacio que ocupaban ilegalmente pertenece al complejo arqueológico de Toro Muerto, declarado patrimonio cultural de la Nación, mediante Resolución Directoral Nacional Nº 037/INC del 29 de enero de 2002, por lo que se procedió a retirar todas las construcciones realizadas hacia la parte externa de la zona intangible.

Toro Muerto, es considerado el repositorio de arte rupestre más grande del mundo y actualmente tiene aproximadamente más de dos mil petroglifos registrados.


La intervención y/o recuperación de este espacio tiene como asidero la Ley 28296 – Ley General del Patrimonio Cultural de la Nación y la Ley Nº 30230 – Ley que establece Medidas Tributarias, Simplificación de Procedimientos y Permisos para la Promoción y Dinamización de la Inversión en el país, la misma que en su capítulo VII indica disposiciones para la Recuperación Extrajudicial de la Propiedad Estatal, señalando en el artículo 65: Las entidades del Gobierno Nacional, Gobiernos Regionales o Gobiernos Locales, a través de sus Procuradurías Públicas o quienes hagan sus veces, deben repeler todo tipo de invasiones u ocupaciones ilegales que se realicen en los predios bajo su competencia, administración o de su propiedad inscritos o no en el Registro de Predios o en el Sistema de Información Nacional de Bienes Estatales, y recuperar extrajudicialmente el predio, cuando tengan conocimiento de dichas invasiones u ocupaciones, para lo cual requerirán del auxilio de la Policía Nacional del Perú, bajo responsabilidad.

En la intervención, además del apoyo de efectivos de la Policía Nacional del Perú, se contó con el apoyo logístico de la Municipalidad Distrital de Uraca – Corire.

Fonte: http://elbuho.pe/2016/02/25/recuperan-espacio-invadido-en-petroglifos-de-toro-muerto/ (25/02/2016)

Lambayeque: invierten dos millones de soles en investigación arqueológica

Lambayeque atesora aún muchos misterios arqueológicos. Foto: Rolly Valdivia.

El monto será destinado a tres proyectos fundamentales: Ventarrón, en el distrito de Pomalca, Chotuna-Chornancap, en Lambayeque, y Huaca Bandera de Pacora.

Más investigación para seguir descubriendo la riqueza cultural del antiguo Perú. Mayor inversión para lograr entender nuestro pasado milenario. Con un fondo de 2'239,080 soles, la Unidad Ejecutora 005 Naylamp-Lambayeque reiniciará en abril los trabajos de puesta en valor de tres complejos arqueológicos de esta región norteña.

El director de la Unidad Ejecutora, Carlos Aguilar Calderón, señaló que los proyectos priorizados son Ventarrón, en Pomalca; Chotuna-Chornancap, en Lambayeque; y Huaca Bandera en Pacora, que se iniciaron en el 2007 y presentan un avance promedio de 80 por ciento en su ejecución.

El funcionario informó que, de acuerdo a los expedientes técnicos, en Huaca Bandera se construirá un moderno centro de investigación, para lo cual se ha destinado 698,000 soles.

Entre tanto, en Ventarrón se ejecutará el componente de acondicionamiento de los accesos para visitantes, el mejoramiento del museo y otras actividades de conservación por un monto de 600,000 soles. Para Chotuna-Chornancap se ha destinado un presupuesto de 733,000 soles, a fin de reiniciar las excavaciones arqueológicas.

El presupuesto considera los estudios de preinversión y la liquidación técnica y financiera de la etapa 2015 de los proyectos Las Ventanas, Pampa Grande, Saltur, Chotuna-Chornancap, Solecape, Cerro Pátapo y Ventarrón, comentó Aguilar.
Asimismo, la liquidación de oficio del proyecto Acondicionamiento y Puesta en Valor de Huaca Las Balsas de Túcume, concluido el 2010.

Aguilar Calderón sostuvo que con el Fondo de Donaciones administrado por la Unidad Ejecutora se continuará con la investigación arqueológica en Huaca Santa Rosa de Pucalá, dirigido por el arqueólogo Walter Alva.

Fonte: http://larepublica.pe/turismo/rumbos-al-dia/743240-lambayeque-invierten-dos-millones-de-soles-en-investigacion-arqueologica (23/02/2016)

Los descubrimientos en la misteriosa Ciudad del Jaguar (Parte 01)

Chris Fisher, arqueólogo principal del equipo (centro), Rodrigo Solinís-Casparius (izquierda), Ranferi Juárez (fondo), y Anna Cohen (derecha) en el sitio del alijo, en Honduras; en primer plano se aprecian varios “metates” o asientos de poder, recién expuestos. Foto: Dave Yoder, National Geographic

Autor: Douglas Preston

En el último mes, la excavación de una antigua ciudad en Honduras ha producido un tesoro de notables artefactos de piedra producidos por una civilización precolombina anónima y misteriosa. Un equipo de arqueólogos estadounidenses y hondureños desenterró y retiró más de 200 esculturas que yacían en la base de un gran montículo de tierra en el centro del sitio, el cual ha sido denominado “Ciudad del Jaguar”.

Los artefactos, algunos enteros y otros fracturados, fueron transportados en helicóptero a un laboratorio próximo a la ciudad de Catacamas, recién construido para estudiarlos y almacenarlos.

“El alijo es una ofrenda –informó Chris Fisher, arqueólogo de la Universidad Estatal de Colorado en Ford Collins, quien dirige al equipo-. Es como un altar”. Se ha informado de alijos similares en otras áreas del oriente de Honduras, pero este es el primero que se ha excavado profesionalmente.

Foto: Dave Yoder, National Geographic

La excavación reveló que todos los objetos fueron depositados al mismo tiempo, cuidadosamente, sobre un suelo de arcilla roja expresamente preparado.

Estaban dispuestos alrededor de una pieza clave: una enigmática escultura de un buitre con las alas parcialmente desplegadas, rodeada de vasijas de piedra cuyos bordes estaban decorados con buitres y serpientes.

Algunas vasijas tenían tallas representando una extraña figura humanoide de cabeza triangular, con los ojos huecos, la boca abierta, y el cuerpo marchito. Fisher opina que podrían representar a un “personaje muerto”, quizás el cadáver de un antepasado, envuelto y preparado para su enterramiento.

En torno del grupo central de artefactos, Fisher y su equipo expusieron muchos metates de piedra, que son como mesas arqueadas con tres patas utilizadas para moler maíz, pero más grandes y mucho más decorados. Se cree que fueron asientos de poder, y muchos metates del alijo estaban tallados con figuras animales y diseños geométricos. Este grupo incluía la cabeza del “hombre jaguar” que dio nombre a la ciudad, y se cree que representa a un chamán en estado mitad animal, mitad humano. Es probable que los artefactos daten del periodo Posclásico Mesoamericano, entre 1000 y 1520 d.C.

La ciudad precolombina fue descubierta en 2013 usando un método de inspección aérea llamado LIDAR, que utiliza pulsos de luz láser para mapear el terreno. La ciudad yacía oculta bajo una selva de triple bóveda arbórea en un valle inexplorado, cercado por montañas, en una región apartada llamada La Mosquitia. Los arqueólogos ingresaron por primera vez en las ruinas en febrero de 2015, y hallaron el alijo en el segundo día de exploración.

La Fuerza Aérea hondureña transportó a los arqueólogos en un helicóptero Bell UH-1 de la época de la Guerra de Vietnam. Foto: Dave Yoder, National Geographic

El área excavada comprende menos de 18.6 metros cuadrados del enorme sitio arqueológico, el cual incluye al menos 19 asentamientos prehistóricos que posiblemente formaban parte de un mismo cacicazgo disperso a lo largo de varios kilómetros de un río. Uno de los sitios cercanos tiene dos montículos paralelos que podrían ser restos de un campo de juego de pelota mesoamericano parecido a los de la civilización maya, sugiriendo un nexo entre esta cultura y sus poderosos vecinos del oeste y norte.

El juego de pelota era un ritual sagrado que reproducía la lucha entre las fuerzas del bien y el mal, y también pudo ser un medio para que los grupos evitaran la guerra y resolvieran conflictos mediante un partido.

A veces se ha asociado el juego de pelota con los sacrificios humanos, incluyendo la decapitación del equipo perdedor o su capitán.

CONTINUA.....

Fonte: http://www.ngenespanol.com/el-mundo/culturas/16/02/11/descubrimientos-arqueologicos-honduras-ciudad-perdida-jaguar/ (11/02/2016)

quarta-feira, 2 de março de 2016

Lançamento do livro "Sacralizando o Solo"

Amigos (Quem puder compartilhar eu agradeço!)

O lançamento oficial do livro “SACRALIZANDO O SOLO – O USO SIMBÓLICO E PRÁTICO DOS GEOGLIFOS SUL-AMERICANOS” será no Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera, São Paulo, Portão 10! Dia 12 de março (sábado), das 13 às 16hs! Nesse dia o Museu tem entrada GRATUITA! Aproveitem para visitar nosso acervo!!!

As Sepulturas Gigantes de Sillustani

Amigos!
Saiu a 7ª matéria da Coluna "ARQUEOLOGIA MISTERIOSA", do Jornal Página 3, de Balneário Camboriu-SC!!!

AS SEPULTURAS GIGANTES DE SILLUSTANI!!!
Link: http://www.pagina3.com.br/coluna/americamisteriosa