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Sítio arqueológico de 4 mil anos pode virar museu a céu aberto no Paraná

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Gravuras com mais de 4 mil anos encontradas no Paraná. (Foto: Divulgação / Espaço Arquelogia)

Descoberto em 2009, local com 150 gravuras rupestres foi demarcado como o Sítio Arqueológico Vista Alta

Por Redação Galileu

Há cerca de 4 mil anos, moradores da região hoje conhecida como a cidade de Capitão Leônida Marques (PR), que fica a quase 90 quilômetros de Foz do Iguaçu, tinham o hábito de esculpir figuras em rochas: 150 delas foram descobertas ainda em 2009, mas somente agora, quase dez anos depois, o local passou a ser protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), batizado de sítio arqueológico Vista Alta.

Encontrado graças ao Licenciamento Ambiental para a instalação da Usina Hidroelétrica do Baixo Iguaçu, o local chama a atenção por ser o único dos 56 sítios arqueológicos nos arredores do Parque Nacional do Iguaçu que apresentam figuras rupestres. Pedras lascadas, pedras polidas e utensílios feitos com cerâmica também são encontrados na região.

“Tem…

Geneticista afirma: Povo de Luzia veio da América do Norte

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A descoberta utilizou também de análise de DNA para sua conclusão Foto:Getty Images

O geneticista Nathan Nakatsuka conversou com a AH para contar como suas descobertas mudam o que sabemos sobre o povoamento da América do Sul e os ancestrais dos índios

Por: Alana Sousa

A questão de como os seres humanos colonizaram a América gera controvérsias há décadas. Enquanto a teorra mais aceita é de que vieram há 14 mil anos pelo estreito de Bering, uma outra hipótese, defendida principalmente no Brasil, defende que os humanos já habitavam estas terras há 36 mil anos e a migração asiática, da qual descendem os índios atuais, veio depois.

Parte dessa hipótese é de que Luzia, fóssil humano mais antigo encontrado na América do Sul, com cerca 13 mil anos, é originada de migrações vindas da Austrália ou da África . Agora, um estudo que reuniu importantes estudiosos pretende mostrar que, na verdade, a origem dos povos da América Central e do Sul vem da “Civilização de Clóvis”, uma cultura que origin…

Peru recupera múmia de criança com 2.000 anos.

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Foto: Ministério das Relações Exteriores do Perú

Por ZAP

O Ministério das Relações Exteriores do Peru anunciou na segunda-feira que o Museu de Ciência e História de Corpus Christi, no Texas (EUA), decidiu voluntariamente devolver uma múmia infantil peruana com dois mil anos.

Acredita-se que os restos correspondem a uma menina entre 6 e 8 anos de idade que foi envolta num pano e depois num feixe de cordas. De aproximadamente 50 centímetros, o corpo ainda conserva vários pedaços dentais e está com as mãos cruzadas no peito e as pernas reunidas em posição fetal.

“Devido ao tamanho da múmia, eu pensei que era um bebé, mas ao olhar para os raios X, pode ver-se que as suas pernas estão presas”, disse Suzi Beckwith, coordenadora de raios X do Hospital Infantil Driscoll ao El Comercio.

A origem da múmia infantil foi determinada pelo tipo de revestimento e modificação craniana, apresentando características clássicas das áreas antiplânicas. Isto foi confirmado por especialistas do Ministério da…

Antiga "tumba" maia descoberta na Guatemala revela seus segredos

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Arqueólogos descobriram antigas termas maias na cidade maia de Nakum, na Guatemala. Que, a princípio, tinham sido compreendidas como uma "tumba".

Na antiga cidade maia de Nakum, os arqueólogos fizeram uma descoberta impressionante. O que eles tinha a princípio interpretado como uma tumba mostrou-se ser, na verdade, antigas termas, provavelmente utilizadas para rituais. Descobertas num estado de conservação excepcional, elas oferecem aos especialistas um olhar precioso do passado.

Portal para o "submundo"

"É uma das mais antigas termas descobertas na Mesoamérica", ressalta Jaroslaw Zralka, co-diretor do projeto de escavação. As termas são "quase que inteiramente fundadas numa cama de calcário." Apesar de o sítio ter sido descoberto por Zralka e sua equipe há cinco anos, uma escavação ainda está em curso, revelando progressivamente diferentes partes que compõem sua estrutura.

Fragmentos de louça em cerâmica e utensílios de obsidiana foram descober…

Gobierno chileno devolverá moái a Isla de Pascua tras pedido de comunidades locales

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Imagen de archivo de moais en el volcán Rano Raraku, en la Isla de Pascua, Chile. 31 octubre 2003. REUTERS/Carlos Barria

SANTIAGO (Reuters) - Chile anunció el viernes que devolverá a la remota Isla de Pascua una escultura de 1,5 metros tras mantenerla por casi un siglo en el territorio continental, como parte de una campaña por la restitución de piezas arqueológicas que le ha llevado a iniciar diálogos con las comunidades rapanui.

El monumento, un tradicional moái de roca volcánica que representa a los ancestros de los rapanui, se exhibe actualmente en el Museo Nacional de Historia Natural de Santiago.

“Traeremos de regreso a uno de los tres moái que habitan en el museo (...) Ya ha encontrado su hora de regresar a casa”, dijo en una declaración Consuelo Valdés, ministra chilena de las Culturas durante una visita a la isla polinésica.

La Isla de Pascua, situada a unos 3.700 kilómetros de Chile continental, cuenta con más de 900 moái, entre los que se incluyen fastuosas esculturas sobre…

TULOR – VIDA EM MEIO AO DESERTO

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Saiu a nova crônica da Coluna AMÉRICA MISTERIOSA!!!
Passa lá para conferir: https://www.pagina3.com.br/coluna/americamisteriosa

Arqueología: los restos de una mujer inca dan claves sobre el fin del império.

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Investigadores de varios centros del Conicet estudiaron los restos de una mujer inca de fines del siglo XVI en una población prehispánica que resistió la conquista.

Por: Nora Bär

El 18 de noviembre de 2016, mientras se encontraba a 2400 metros de altura, en el Pucará de Tilcara , la arqueóloga Clarisa Otero y su equipo se encontraron con un hallazgo sorpresivo: a 30 cm de profundidad, afloró el esqueleto de una mujer casi completo. Un mensaje del pasado.

"Nosotros investigamos la producción de artesanías, cómo trabajaban los nativos bajo el dominio del Inca, pero dimos con estos restos y decidimos excavarlos", recuerda la arqueóloga, nacida en Tandil y graduada en la UBA, que llegó a Jujuy hace 13 años y estudia la dominación prehispánica en el centro de la Quebrada de Humahuaca.

"El Pucará fue la capital de esta 'provincia' incaica -explica-. Aunque [la búsqueda de restos humanos de esa época] no es nuestra prioridad, sobre todo por la sensibilidad de las comun…