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Zona Arqueológica de Palenque

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Palenque, Chiapas, México.- Enclavada en la espesa selva de Chiapas, se encuentra una ciudad añeja que es ahora mudo testigo del esplendor del período Clásico maya. El sitio arqueológico de Palenque comparte nombre con la ciudad cercana, pero sin duda, las estructuras de piedra han llamado más la atención de personas de todo el mundo, puesto que constituye un recuerdo y prueba de la vida de los nativos mesoamericanos. En 1987, la UNESCO declaró la zona Patrimonio Cultural de la Humanidad, por su impresionante arquitectura y la vida natural que se gesta en sus alrededores.

En 1784, el teniente José Antonio Calderón realizó una exploración superficial del asentamiento, que encontró casi cubierto por la vegetación y en un estado lamentable, a pesar de estar a pocos kilómetros de la población del mismo nombre. De hecho, la zona arqueológica tomó su nombre actual por influencia de la ahora ciudad de Palenque.

La antigua ciudad de Palenque fue fundada cerca del año 100 a.C. y vivió su may…

El Oro guarda su historia en Yacuviña

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Los historiadores llegan para conocer más sobre la cultura inca. En el sitio existen graderíos de piedras semejantes a los de Machu Picchu. (Fabricio Cruz / Expreso)

El complejo arqueológico de la era incaica se asienta en Atahualpa. Fue un refugio de resistencia ante la conquista.

FABRICIO CRUZ / ECUADOR

Atahualpa tiene atractivos turísticos e históricos milenarios, de mayor significación que los de otras localidades orenses.

En este cantón, uno de los más antiguos de la provincia de El Oro, se sitúa Yacuviña, un complejo arqueológico de la época incaica. El lugar tiene una extensión de aproximadamente 100 hectáreas, divididas en cinco núcleos. Se la considera como la ciudad perdida de los incas.

En 1533, el sitio fue el refugio de los protagonistas de la resistencia indígena en contra de los conquistadores españoles. Esto lo corrobora el historiador Manuel Espinoza, también catedrático de la Universidad Central de Quito, quien recorrió lo que podría ser el complejo arqueológico más g…

A CIVILIZAÇÃO CHIMÚ E O SACRIFÍCIO DE CRIANÇAS

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Saiu a nova crônica da Coluna América Misteriosa!!!
Passa lá para conferir: https://www.pagina3.com.br/coluna/americamisteriosa

PESQUISADORES DESCOBREM BRUTAL RITUAL DE SACRIFÍCIO DOS INCAS

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Abandonados no topo de vulcões, crianças se tornariam um intermédio entre deuses e pessoas

Por FABIO PREVIDELLI

Arqueólogos descobriram que crianças do Império Inca eram levadas ao topo de montanhas e vulcões para serem atingidas por raios durante um ritual de sacrifício chamado de ‘capacocha’.

A pesquisa foi conduzida pela bioarqueóloga Dagmara Socha, do Centro de Estudos Andinos da Universidade de Varsóvia (CEAC) em Cuzco, que há anos estuda os restos mortais como parte de um projeto integrado com o Museu de Santuários Andinos da Universidade Católica de Santa Maria, em Arequipa.

De acordo com Dagmara, os incas acreditavam que no momento desses sacrifícios, as crianças se tornariam um intermédio entre deuses e pessoas. “Os incas consideravam as crianças puras e intocadas; seu status deveria convencer os deuses a tomarem decisões específicas”, explicou. Porém, eles ainda não sabem quais eram os critérios adotados para tal seleção: “Eles certamente tinham que ter algumas caracterí…

Pesquisadores descobrem sítio arqueológico em UC

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A expedição envolveu mais de 40 pessoas durante um mês de trabalho (Foto: Divulgação)

A expedição na Floresta Nacional de Tefé envolveu mais de 40 pessoas durante um mês de trabalho e encontrou uma grande quantidade vestígios arqueológicos de pelo menos 5 ocupações humanas diferentes no local.

Uma expedição arqueológica à comunidade Bom Jesus da Ponta da Castanha, na Floresta Nacional de Tefé, no Amazonas, encontrou indícios de que o local pode ter sido habitado por muitas pessoas no passado. Região do Médio Solimões, no estado do Amazonas, pode ter sido densamente povoada antes da chegada dos europeus. A Flona é uma unidade de conservação sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A expedição envolveu mais de 40 pessoas durante um mês de trabalho e encontrou uma grande quantidade vestígios arqueológicos de pelo menos 5 ocupações humanas diferentes no local. Algumas delas, como as cerâmicas da tradição Pocó podem ser datadas de até 3.000 anos atrás…

Crânios revelam caso de violência pública no Império Inca

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Os crânios com marcas de violência foram encontrados em 2003 (Foto: Museu Nacional de História Natural do Chile)

Os restos mortais foram encontrados em 2003, mas só agora arqueólogos encontraram uma explicação para o que teria acontecido.

Redação Galileu

Nas ruínas de Iglesia Colorada, uma antiga aldeia inca no Chile, pesquisadores encontraram algo esquisito: quatro crânios, que estavam nos restos do que foi um depósito de lixo, entre restos de comida e fragmentos de cerâmica. Nenhum corpo ou joia estava por perto.

Isso foi em 2003, mas só agora dois pesquisadores do Museu Nacional de História Natural do Chile apresentaram uma explicação para o mistério. A conclusão foi publicada na revista Latin American Antiquity. Os crânios representam um reinado de terror dos incas, em que quatro moradores foram mortos publicamente para colocar medo na população.

O período entre o final dos anos 1400 e o início dos anos 1500 foi tumultuado para grande parte da América do Sul. Durante esses anos, o…

Suspenden en Francia venta de pieza maya reclamada por Guatemala

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Una pieza arqueológica de Guatemala no fue subastada en Francia por reclamo del Gobierno. Foto: Cuenta de Twitter @soy_502

Agencia AFP

El Ministerio de Cultura de Guatemala anunció este jueves 12 de septiembre de 2019 la suspensión de la venta en subasta en Francia del fragmento de una estela arqueológica maya que data del período clásico (250-900 d. C.) .

“La casa de subastas Millon Drouot de Francia suspendió la venta de una pieza prehispánica perteneciente al patrimonio cultural de Guatemala, luego de las acciones emprendidas por el gobierno de la República”, señaló la cartera en un comunicado.

En agosto, el ministerio reclamó a París la pieza, una estela arqueológica del sitio prehispánico Piedras Negras, en el norteño departamento de Petén, fronterizo con México y Belice.


Según el gobierno guatemalteco, la pieza en la casa de subastas parisina tenía un precio inicial entre USD 27 000 y 38 000.

“Las acciones institucionales continúan y se busca que la pieza prehispánica sea repa…