segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Pedras descobertas no Amapá estão mudando visões de arqueólogos sobre a história da Amazônia

Foto: Foto: Dado Galdieri / The New York Times

Localizadas perto do Rio Rego Grande, as pedras do sol dão pistas sobre como os povos indígenas da Amazônia podem ter sido muito mais sofisticados do que acreditavam os arqueólogos no século 20

Por: Simon Romero, The New York Times

Como capataz de uma fazenda de gado nos confins da Amazônia brasileira, Lailson Camelo da Silva estava derrubando árvores para transformar a floresta tropical em pasto quando deparou com um arranjo bizarro de imensos blocos de granito.

– Não tinha ideia que estava descobrindo o Stonehenge da Amazônia – afirmou Lailson, 65 anos, aludindo ao célebre sítio arqueológico no Reino Unido. – Isso me faz pensar: que outros segredos sobre nosso passado ainda estão escondidos nas florestas do Brasil?

As descobertas em Calçoene (no Amapá), junto com outros achados arqueológicos no Brasil nos últimos anos – que incluem gigantescas esculturas de terra, vestígios de assentamentos fortificados e até mesmo complexas redes de estradas –, estão mudando visões anteriores dos arqueólogos que acreditavam que a Amazônia havia sido relativamente intocada pelos humanos a não ser por pequenas tribos nômades.

Agora, alguns pesquisadores afirmam que a maior floresta tropical do mundo era muito menos parecida com o Éden do que foi imaginado, e que a Amazônia tinha uma população de até 10 milhões de pessoas antes das epidemias e da matança em larga escala conduzida pelos colonizadores europeus.

Localizadas perto do Rio Rego Grande, as pedras do sol dão pistas sobre como os povos indígenas da Amazônia podem ter sido muito mais sofisticados do que acreditavam os arqueólogos no século 20. Após realizar um teste de radiocarbono e fazer medições durante o solstício de inverno, os pesquisadores da arqueoastronomia determinaram que uma cultura indígena arrumou os megálitos (pedras gigantes) em forma de observatório astronômico cerca de mil anos atrás, ou cinco séculos antes do início da conquista da América pelos europeus.

– Estamos começando a remontar o quebra-cabeça da história humana na Bacia Amazônica – afirma Mariana Cabral, arqueóloga da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que, junto com o marido, o também arqueólogo João Saldanha, estuda o sítio de Rego Grande há uma década.

No século 19, o zoólogo suíço Emílio Goeldi viu os megálitos em uma expedição pela fronteira do Brasil com a Guiana Francesa. Outros pesquisadores, entre eles a pioneira da arqueologia americana Betty Meggers, também encontraram esses sítios, mas afirmaram que a Amazônia era muito inóspita para abrigar assentamentos humanos complexos. Lailson viu o sítio pela primeira vez quando estava caçando porcos selvagens, na adolescência, nos anos 1960, mas depois passou a evitar a área.

– No início, o lugar parecia sagrado, como se não devêssemos estar lá. Mas foi impossível não vê-lo durante os grandes desmatamentos dos anos 1990, quando a prioridade era queimar as árvores – conta o ex-capataz, agora guardião do sítio de Rego Grande.

Cerca de 10 anos atrás, após garantir fundos públicos para isolar as pedras, os arqueólogos brasileiros liderados por Mariana Cabral e João Saldanha começaram a escavar o sítio, que tem a forma de um círculo. Eles logo identificaram um pedaço do rio a 3,2 quilômetros de distância de onde os blocos de granito podem ter sido retirados. Também encontraram urnas de cerâmica que sugerem que pelo menos parte do sítio de Rego Grande pode ter sido um cemitério. Colegas do Instituto de Pesquisa Científica e Tecnológica do Amapá descobriram que uma das pedras altas parecia estar alinhada com o caminho do sol durante o solstício de inverno. Uma teoria é de que Rego Grande pode ter servido para funções cerimoniais e astronômicas conectadas com os ciclos da agricultura ou da caça. Outros pesquisadores afirmam que é necessária mais informação para alçar o sítio ao reino de lugares pré-históricos claramente concebidos como observatórios astronômicos.

– É preciso mais do que um círculo de pedras para ser um Stonehenge – diz Jovita Holbrook, pesquisadora de Astronomia Física e Cultural da Universidade do Cabo Ocidental da África do Sul.

Por enquanto, Rego Grande, que os locais chamam de Stonehenge Amazônico, permanece enigmático. John McKim Malville, físico solar da Universidade do Colorado (EUA), enfatizou que o foco da arqueoastronomia está deixando de ser exclusivo sobre o campo – olha-se também para interpretações mais holísticas, como cerimônias e rituais de culturas antigas. Nesse sentido, o sítio de Calçoene oferece um vislumbre intrigante do passado da Amazônia.

– As pedras de Rego Grande são extraordinárias, e sua irregularidade pode conter um sentido próprio, diferente de outros sítios megalíticos do resto do mundo – diz Malville, levantando a possibilidade de que Rego Grande reflita a importância do animismo (a atribuição de alma a entidades da natureza e a objetos inanimados) nas culturas da Amazônia. – Podemos apenas especular o que essas pedras significam.

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2017/01/pedras-descobertas-no-amapa-estao-mudando-visoes-de-arqueologos-sobre-a-historia-da-amazonia-9325465.html (14/01/2017)

Hallazgo peruano entre los 10 más importantes del mundo


Se trata del entierro de un personaje femenino con más de 4500 años de antigüedad

Histórico. El rol de las mujeres en las culturas antiguas ha recibido una mayor atención en los últimos años. Ahora, el descubrimiento de unos arqueólogos peruanos, donde revelan algunas pistas del prestigio de la mujer en las primeras etapas de la civilización en Áspero, en la civilización pesquera de Caral al norte de Lima, ha tomado gran importancia en la escena internacional.

Estos arqueólogos liderados por la doctora y descubridora de Caral, Ruth Shady, encontraron un esqueleto femenino adornado con las cáscaras del género spondylus, que vienen de centenares de millas en el extremo norteño de Perú y eran una muestra de la autoridad por siglos en culturas andinas.

Se halló a esta mujer en posición flexionada con el dorso hacia abajo y colocado en un hoyo cavado en un depósito de ceniza y material orgánico, envuelto en una tela de algodón y una esterilla de junco, sujetado con soguillas.

Los análisis identificaron que se trata de una mujer de aproximadamente 40 años y se trataría de un personaje de hace 4500 años. Este personaje denominada la "Dama de los Cuatro Tupus", debe haber muerto alrededor de los 45 años de edad y debe haber pertenecido a un alto estatus social.

Además, la antropóloga Shady encontró estatuillas femeninas esculpidas que datan del mismo período, más prueba, según ella, de que las mujeres ocupaban posiciones sociales prominentes.

El dato
Dentro de este listado de los diez descubrimientos más importantes del 2016 del Archaeological Institute of America también se encuentra la colección de escrituras en tabletas en Londres, Inglaterra; el vestido más antiguo del mundo en Tarkah, Egipto, y el hallazgo de 27 personas de 10 mil años de antigüedad en el lago Turkana, Kenia, entre otros.

Fonte: http://larepublica.pe/turismo/cultural/839013-hallazgo-peruano-entre-los-10-mas-importantes-del-mundo (12/01/2017)

Hallan pirámide escalonada en sitio arqueológico de Perú


EFE Agencia

Lima.- Un equipo de arqueólogos descubrió una pirámide escalonada en el sitio arqueológico Inca de “Pueblo viejo”, en la provincia de Recuay, en el norte de Perú, informó hoy la prensa local.

La pirámide, que permanecía parcialmente enterrada, ha sido fotografiada con drones por el equipo de investigadores de la Universidad Nacional Federico Villarreal y la Universidad Nacional Santiago Antúnez de Mayolo, de Huaraz, ciudad ubicada a unos 385 kilómetros al norte de Lima.

De acuerdo con la información del diario La República, la estructura alcanza unos diez metros de altura y al parecer corresponde al tipo conocido como “Ushnu”, como se conoce a los lugares ceremoniales donde se celebraba la fiesta del Sol o Inti Raymi.

Los expertos, que trabajan en la zona desde hace un año, señalaron que la construcción está en una zona de bosques de eucaliptos y aún se conserva en gran parte, a pesar de que ha sido afectada por saqueadores y actividades agrícolas.

Después de que el Proyecto de Investigación Arqueológica Recuay definió que el sitio tiene carácter arqueológico, la Municipalidad de Recuay informó que destinará recursos para iniciar los estudios para la futura construcción de un museo en la zona.

/eds

Fonte: https://www.elsoldecuernavaca.com.mx/cultura/hallan-piramide-escalonada-en-sitio-arqueologico-de-peru (26/12/2016)

sábado, 7 de janeiro de 2017

Los cráneos deformados de Ica aún presentan muchos enigmas para la antropología actual

(Foto: Martin J. Clemens)

La diversidad de las deformaciones ha dado lugar a una clasificación morfológica de cuatro categorías: Cabeza Cónica, forma de «M», forma de «J», y «premoderna»

LEONARDO VINTIÑI - LA GRAN ÉPOCA

Muchos antropólogos aún tratan de dilucidar los enigmas que han sido planteados desde el hallazgo de diferentes cráneos humanos peculiarmente deformados- que datan de varios miles de años- encontrados en yacimientos de distintos puntos de América.

Se plantea una seria dificultad a la hora de reconstruir el contexto cultural de los antiguos dueños de estos restos óseos, que radica en la carencia de información acerca de su antigüedad y origen. Esto parece incrementar aún más el halo de misterio creado en torno a dichos ejemplares.

En el Museo Arqueológico de Lima y asimismo en el de Ica, ambos en Perú, se encuentran vitrinas que exponen variedades de estos cráneos de formas muy dispares, que curiosamente habrían pertenecido a diferentes grupos humanos de Sudamérica; principalmente de Perú.

Se cree que estas anomalías fueron creadas intencionalmente en su tiempo con motivos religiosos, estéticos o de prácticas de rituales, como se sabe que sucedía, por ejemplo en la antigua Nubia (Egipto) y en otras culturas de Asia, África y Europa.

Según la teoría, el mecanismo de deformación comenzaría desde la niñez de la persona, utilizando tablillas opresoras, cintas de cuero u otros artefactos que comprimían la caja craneana en un sentido determinado, forzándola a desarrollarse en una dirección no habitual, aunque sin modificaciones de su capacidad volumétrica.

La diversidad de las deformaciones ha dado lugar a una clasificación morfológica de cuatro categorías: Cabeza Cónica (o Coneheads), forma de «M», forma de «J» y por último, la que podría ser más antigua, «premoderna». Algunos antropólogos hacen una división de las deformaciones por «tipos» y hablan así del tipo Opa, Pampas, Aymará, Cavernas, Necrópolis, Nazca, Palta, etc.

Los interrogantes acerca de estos curiosos cráneos son de naturaleza muy variada. Un claro ejemplo, es el cráneo clasificado Nº 177 proveniente de Paracas, al cual por la chatura de su porción frontal, los antropólogos basados en la Teoría Evolucionista de Darwin, lo clasificarían dentro de la rama antecesora al Neandertal. Pero éste posee, sin embargo, un maxilar inferior muy similar al del hombre moderno. Una de las hipótesis surgidas en el intento de clarificar esta anomalía, es que este espécimen sería de una raza «pre-moderna»

Pero con este bien logrado “parche” hipotético surgiría una cuestión aún más enigmática, porque según la teoría convencional, la raza humana recién habría comenzado a caminar por tierras norteamericanas, como máximo unos 35.000 años antes de Cristo y habría llegado a Sudamérica aún más tarde. Es decir que todos los restos humanos hallados deberían tener ya la complexión del hombre moderno, por lo que la aparición de un cráneo de estas características, se sumaría a la lista de otros varios hallazgos arqueológicos que hoy ponen en tela de juicio a muchas de las teorías formuladas por la antropología moderna, incluida el pilar que representa para ésta el darwinismo.

Pero estas extrañas estructuras ofrecen aún un plus de cuestionamientos para los estudiosos de la «evolución del homínido», porque los cráneos en «M» y «J» también presentan características poco convencionales. El cráneo en «J» posee unas orbitas oculares especialmente grandes, aproximadamente un 15% mayor que lo común; mientras que el cráneo tipo «M» posee las protuberancias que le dan su nombre característico, con una simetría perfecta, que es casi imposible de lograr adoptando presiones mecánicas externas. Pero no todo termina allí, porque estos dos últimos tipos (más que nada el «M») tienen una capacidad craneana descomunal en comparación con los tipos conocidos, que es de aproximadamente 3.000 c.c. Comparando, el hombre moderno tiene una capacidad promedio de 1.400 c.c.

Al fin y al cabo, haciendo un balance de estas exposiciones, parece ser que los cráneos deformados de Ica han terminado por proporcionar a los científicos, más interrogantes que respuestas.

Fonte: http://www.lagranepoca.com/ciencia-y-tecnologia/107031-los-craneos-deformados-de-ica-aun-presentan-muchos-enigmas-para-la-antropologia-actual-2.html (27/12/2016)

CHAUCHILLA

Saiu a 27ª matéria da Coluna "América Misteriosa", do Jornal Página 3 de Balneário Camboriú!!!
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DOS HALLAZGOS ARQUEOLÓGICOS IMPRESIONANTES DE 2016

Foto: Cortesía INAH/Mauricio Marat

En 2016 investigadores y arqueólogos de la UNAM y el INAH realizaron dos sorprendentes hallazgos en las zonas arqueológicas de Chichén Itzá y Tlatelolco.

Por VIRIDIANA MIRON

Todavía hay mucho que descubrir de México y sobre nuestro pasado prehispánico. A pesar de que en el país existen varias zonas arqueológicas abiertas al público, las cuales ya han sido ampliamente estudiadas, siguen apareciendo nuevos rastros de las culturas y pueblos que nos antecedieron.

En 2016, gracias al arduo trabajo de investigadores y arqueólogos de la Universidad Nacional Autónoma de México, UNAM, y el Instituto Nacional de Antropología e Historia, INAH, han salido a la luz nuevos hallazgos que nos dan un acercamiento al esplendor de las culturas prehispánicas.

Una nueva pirámide en Chichen Itzá
A mediados de noviembre de este año nos enteramos que un grupo de investigadores de la UNAM, en conjunto con arqueólogos del INAH, confirmaron la existencia de una nueva pirámide en la zona arqueológica de Chichén Itzá, en la península de Yucatán.

Esta nueva pirámide se encuentra dentro de la famosa pirámide de Kukulkán y su estructura es de unos 10 metros de alto y una base de 30 metros. Se estima que fue edificada entre el 5550 y 800 d.C., durante la etapa más temprana y menos conocida de este asentamiento maya.

"Es como las muñequitas matrushkas (muñecas rusas): de la grandota sacamos otra, otra y otra", explicó el coordinador del proyecto, René Chávez Seguro. Y es que en 1930 fue hallada otra estructura que data de entre los años 800 y 100, mientras que la parte exterior que es la que conocemos actualmente y que es conocida como “El Castillo” fue terminada entre 1050 y 1300.

Un nuevo templo en Tlatelolco
Tlatelolco, en la Ciudad de México, fue una ciudad fundada por los tlatelolcas (una tribu mexica) y lugar donde se encontraba el tianguis más importante de la región y de toda Mesoamérica. Dentro de la zona arqueológica se han descubierto templos dedicados a deidades como Quetzalcóatl, Ehécatl y Huitzilopochtli.

A finales de noviembre de este año, investigadores del INAH hallaron un nuevo templo, el cual tiene más de 650 años de antigüedad.

A tres metros bajo tierra, sobre la avenida Ricardo Flores Magón, casi esquina con General Regules, los arqueólogos descubrieron una estructura circular de 11 metros de diámetro y 1.20 metros de altura que sugieren fue un templo dedicado a Ehécatl-Quetzalcóatl, dios del viento.

Los investigadores destacaron que este hallazgo contribuirá a a revalorar la importancia de las múltiples ciudades-Estado que, como Tenochtitlan, Tacuba e Iztapalapa, entre otras, prosperaron en diversos puntos del Valle de México.


Fonte: https://www.mexicodesconocido.com.mx/hallazgos-arqueologicos-impresionantes-del-2016-mexico.html (00/12/2016)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Choquequirao: patrimonio en larga disputa

En octubre de este año, la ciudad inca de Choquequirao ocupó el primer lugar en la categoría Regiones de la lista Best in Travel 2017, de la mayor guía de viajes en el mundo, Lonely Planet. (Foto: Miguel Neyra)

Distritos de Mollepata y Santa Teresa reclaman titularidad de zona donde se ubica el destacado parque arqueológico cusqueño

Miguel Neyra
Redactor

El Parque Arqueológico Choquequirao ha sido elegido por prestigiosos medios extranjeros –entre ellos, la guía Lonely Planet– como un destino turístico “imprescindible” para el año 2017.

Dichos elogios, y la esperada llegada de más visitantes, han revivido una disputa territorial que se inició hace varios años. Los distritos de Mollepata (provincia de Anta) y Santa Teresa (provincia de La Convención) aseguran que el complejo inca está dentro de sus jurisdicciones. Y ambos tienen documentos para probarlo.

El sábado 17 de diciembre, el alcalde de Anta, Vidal Huamán Ttito, y un grupo de regidores llegaron a Choquequirao para sostener una asamblea. En esta reunión, cartógrafos contratados por la comuna explicaron que la ciudad inca les pertenece geográficamente.

Para la Municipalidad de Anta, la prueba es la ley de creación del distrito de Mollepata, fechada en abril de 1929. Huamán explicó a este Diario que dicho documento establece que su jurisdicción termina, por el oeste, en el río Amaru, que se encuentra a varios kilómetros del parque arqueológico; recién allí empieza La Convención.

La Municipalidad de Santa Teresa, en tanto, ha publicado en su página web el Oficio 147-2015, de la Dirección Nacional Técnica de Demarcación Territorial (DNTDT). En el documento, de marzo del 2015, se adjunta una ficha técnica que indica: “En base a la cartointerpretación de las leyes de creación [de ambos distritos], se llegó a la conclusión de que el Santuario de Choquequirao se encuentra actualmente en la jurisdicción del distrito Santa Teresa”.

En busca de soluciones
En abril de este año, el Gobierno Regional de Cusco y la DNTDT elaboraron el “Estudio de diagnóstico y zonificación para el tratamiento de la demarcación territorial de la provincia de Anta”. Allí se explica que gran parte de la delimitación de la provincia “no está definida”.

Sobre Santa Teresa se precisa que su creación “se superpone con este territorio [Mollepata], creando una gran área de controversia, siendo la zona más importante el área de conservación regional de Choquequirao”.

Yuri Baca, gerente de Planeamiento Presupuestal y Acondicionamiento Territorial del gobierno regional, explicó a El Comercio que desde hace meses se busca una solución.

“En enero, Mollepata y Santa Teresa expondrán ante una comisión técnica sus argumentos; nosotros estableceremos un punto de equilibrio. Si no se llega a un acuerdo, el conflicto será elevado a la PCM”, dijo Baca.

¿Esta disputa afecta de alguna manera la actividad turística y económica en Choquequirao? José Estrada, jefe del parque arqueológico, asegura que no. El parque arqueológico recibe al año un promedio de 4.000 turistas entre nacionales y extranjeros; por estas visitas recauda al año entre S/ 230 mil y S/ 250 mil.

La posibilidad de un teleférico
Días atrás, la Municipalidad de Anta inauguró una carretera que va de Ccotomarca a San Francisco. Desde este lugar, se planea construir un teleférico hasta Marampata, a dos horas del parque. El traslado demoraría un promedio de 40 minutos, y reduciría considerablemente el trayecto a Choquequirao.

No es el único proyecto enfocado a este sitio turístico. Desde el 2013, el Gobierno Regional de Apurímac ha promovido un proyecto similar, que partiría a Choquequirao desde la localidad de Kiuñalla. Este proyecto enfrenta un proceso judicial.

Fonte: http://elcomercio.pe/sociedad/cusco/choquequirao-patrimonio-larga-disputa-noticia-1956595 (28/12/2016)

INAH expondrá en el Palacio Cantón una pieza del Hotel Mérida

El INAH le entregó en concesión el año pasado esta pieza arqueológica al Hotel Mérida. Esta misma pieza ahora será expuesta. (Notimex)

Se trata de una piedra caliza esculpida, con alrededor de 1,300 años de antiguedad.

MÉRIDA, Yuc.- Este martes, personal del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) se llevó una pieza arqueológica del 'Hotel Mérida' para que sea expuesta en el Palacio Cantón.

Hoy a las 10:30 horas, en el predio número 491-B de la calle 60 con cruzamientos las calles 55 y 57, personal del INAH acudió, previo oficio, a dicho hotel, uno de los primeros construidos en esta ciudad, para mover la pieza que será usada en la exposición "LAkiin: El poderío del Oriente maya”.

Una vez concluida la exposición la pieza será devuelta al Hotel Mérida, se informa a través de un boletín.

La piedra tiene una concesión de uso a favor de Inmobiliaria Urbanika, de la familia Ramos Delgado, propietaria del Hotel Mérida.

Dicha concesión fue otorgada por el INAH el 3 de septiembre de 2015, mediante la cual se autoriza a exponerla en el predio 491 B de la calle sesenta “Hotel Mérida” con las restricciones que marca la ley Federal de Monumentos, en el entendido que la piedra es de los Estados Unidos Mexicanos y la concesión implica una responsabilidad y compromiso con el INAH en cuanto a la custodia y a la conservación de la misma, así como la obligación de entregarla cuando sea requerida por dicha institución para cualquier otra exposición.

Representación
La piedra representa “Panel número II de Ichmul", es una piedra caliza esculpida y tallada por medio de percusión, mide 87 centímetros de alto por 133 de largo por 42 de ancho.

Representa a dos jugadores de pelota ataviados en una posición sedente de medio lado; estos personajes se encuentran enmarcados en su parte superior por una franja con inscripciones jeroglíficas, que también se presentan en medio de los dos jugadores. Su horizonte cronológico es del año 700 al 900 después del nacimiento de Jesucristo.

Fonte: http://sipse.com/milenio/inah-exposicion-pieza-hotel-merida-antropologia-233578.html (06/12/2016)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Touro Morto - O maior campo de petroglifos do mundo


Saiu a 26ª matéria da Coluna "América Misteriosa", do Jornal Página 3 de Balneário Camboriú!!!
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Pintura rupestre é danificada na zona de entorno da Serra da Capivara


O sítio arqueológico conhecido como Toca do João Pimenta da Serra Vermelha, na zona de entorno do Parque Nacional Serra da Capivara, nas proximidades do circuito turístico do Baixão das Andorinhas, foi danificada por vândalos. A comprovação foi feita pela chefe da unidade de conservação, Melina Rangel, que esteve no local com uma equipe do ICMBIO. O crime deve ser comunicado à direção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em Teresina, nos próximos dias. O órgão é o responsável pela integridade dos sítios arqueológicos. Ao saber do fato, a pesquisadora Niéde Guidon, 83 anos, diretora da Fundação Museu do Homem Americano (FUMDHAM), disse que vai alertar as autoridades dos riscos que o patrimônio cultural sofre na área.

Para ela, se a Justiça Federal em São Raimundo Nonato liberasse os recursos solicitados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a FUMDHAM poderia contratar equipes de vigilância para fiscalizar toda a zona de entorno do Parque Nacional Serra da Capivara, onde além dos sítios arqueológicos, existem animais extremamente ameaçados no semiárido como o macaco¬guariba e a arara¬vermelha. Nos últimos anos a região conhecida como “Canoas da Serra Vermelha”, passou a receber um grande fluxo de visitantes, todos sem o acompanhamento de um guia credenciado pelo ICMBIO. O resultado foi uma série de agressões à natureza local. Na vistoria realizada pelo órgão ambiental, além da danificação da pintura rupestre, ficou constatado fogo, lixo, danificação das trilhas de pedestres, entre outras irregularidades. A pintura danificada foi destaque no livro "Imagens da Pré¬História" de autoria da antropóloga visual Anne¬Marie Pessis. O local é considerado de extrema importância pela qualidade das figuras representadas e pela temática explorada pelos artistas do passado.

Com informações portalsrn

Fonte: http://cidadeverde.com/saoraimundononato/80670/pintura-rupestre-e-danificada-na-zona-de-entorno-da-serra-da-capivara (05/12/2016)

Más de dos décadas desvelando la historia de la civilización Caral

Descubrimientos permiten conocer la dimensión Ciudad Sagrada de Caral, Patrimonio Mundial: 5 000 años de Identidad Cultural. (Foto: M. Cultura Perú)

La Zona Arqueológica Caral, adscrita al Ministerio Cultura de Perú, celebra 22 años de investigaciones y puesta en valor de este Patrimonio Mundial que representa 5 mil años de identidad cultural, con una serie de actividades.

El viceministro de Interculturalidad, Alfredo Luna Briceño, resaltó la labor realizada durante este tiempo en la Zona Arqueológica. Dijo que es una “muestra fehaciente de lo que significa la labor del arqueólogo en función del aporte al desarrollo de una Nación. Ruth Shady ha hecho de Caral, no solamente una zona de investigación arqueológica, sino también una zona de irradiación de desarrollo regional”.

En 1994, la reconocida arqueóloga Ruth Shady y directora de la Zona Arqueológica Caral, junto a un gran equipo de arqueólogos, iniciaron las investigaciones en el valle de Supe. Como resultado, se logró caracterizar la arquitectura de los sitios identificados, así como sus semejanzas y diferencias, interpretaciones preliminares sobre el patrón de asentamiento e inferencias sobre el sistema social que los produjo.

En el año 2002, la Ciudad Sagrada de Caral fue declarada Patrimonio Cultural de la Nación por el Estado peruano. La designación como Patrimonio Mundial, fue realizada por el Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO en el año 2009, luego de aplicar estrictos criterios culturales que reconocieron el valor universal de este importante sitio arqueológico, que fue asiento de la civilización más antigua de América. Esta distinción ha sido un aporte al reconocimiento mundial de la cultura peruana.

Ruth Shady sostiene que “sin investigación no tendremos un conocimiento adecuado de cómo se manejó este territorio peruano que es tan complejo”. Explicó que es uno de los más vulnerables a los cambios climáticos. “Caral es la civilización que tuvo gran prestigio durante mil años, pero entró en crisis y colapsó por un cambio climático.

Agradeció a su equipo de trabajo multidisciplinario que realiza investigaciones en 11 sitios de la zona arqueológica. “No solo es recuperar la historia para que quede en el mundo académico, es que esa historia pueda ser comunicada a la sociedad y pueda fomentar los cambios que esta requiere, reflexionando sobre lo que hemos sido, lo que somos y los cambios que debemos implementar.

La Zona Arqueológica Caral realiza grandes esfuerzos para que los beneficiados con este magnífico descubrimiento sean los pobladores del valle de Supe. El objetivo es promover el desarrollo integral y sostenible en la población y sus alrededores; a través de la transmisión de la historia social para fortalecer la Identidad Cultural y mejorar las condiciones socioeconómicas de la población local, regional y nacional.

La dimensión espectacular de las construcciones de Caral y su plan urbanístico, son una muestra de la utilización de conocimientos. Asombran la técnica de construcción antisísmica que utilizaron en sus edificios piramidales. En la parte alta de la zona nuclear, están las construcciones públicas y residenciales más grandes de la ciudad: siete edificios monumentales, dos plazas circulares hundidas, dos espacios de congregación colectiva, unidades residenciales de los funcionarios, así como un extenso conjunto residencial de especialistas y servidores.

Los antiguos caralinos alcanzaron un impresionante desarrollo a nivel cultural y científico; usaron estudios astronómicos en la medición del tiempo y en la predicción del clima. Su economía era de intercambio agrícola-pesquero; los pobladores del litoral pescaron y recolectaron principalmente la anchoveta, choros morados y machas, y los agricultores del valle produjeron algodón de colores, mates y especies alimenticias como achira, frijol, camote, guayaba, zapallo, calabaza, maní, palta, ají, pacae, maíz, etc.

Para los caralinos las acciones de la vida social, política, religión, economía y ciencia, estaban relacionadas entre sí; los líderes religiosos eran, a la vez, líderes políticos especializados en astronomía o medicina. La música, también formó parte importante de su cultura, en las excavaciones realizadas se recuperaron flautas traversas, cornetas, antaras, quenas y otros artefactos sonoros, que representan un antecedente muy remoto de la tradición musical andina.

Los hallazgos recuperados en la Ciudad Sagrada de Caral son indicadores de la interacción entre la sociedad de Caral y otros centros urbanos de la Civilización Caral, compartieron creencias y manifestaciones ideológicas. La importancia de estos hallazgos radica en que nos ayudan a conocer aspectos de la organización social y del sistema religioso de la sociedad de Caral, la civilización más antigua de América. (Fuente: Ministerio de Cultura de Perú/DICYT)

Fonte: http://noticiasdelaciencia.com/not/22146/mas-de-dos-decadas-desvelando-la-historia-de-la-civilizacion-caral/ (05/12/2016)

El cuerpo de la mujer en la cultura mochica

Cerámicas, esculturas, joyas y textiles muestran la concepción de la vida según el patriarcado mochica.l - E. P.

POR CHUS TUDELILLA

Una sola obra, el retrato de cerámica que el arqueólogo Rafael Larco Hoyle recibió de su padre Rafael Larco Herrera en 1923, fue el origen del Museo Larco de Lima en 1926, dedicado a la investigación y colección de las culturas del antiguo Perú. De entre las obras de arte precolombino del Museo Larco, la exposición que se presenta en CaixaForum se centra en las realizadas por los mochicas, habitantes de las numerosas sociedades que poblaron las regiones de la costa norte de Perú entre los años 200 al 800 d. C., cuando un colapso repentino convirtió los centros urbanos en ciudades fantasmas. Todo lo que se sabe de los mochicas es a través de la arqueología, desde la primera campaña del alemán Max Uhle en 1899, a la que siguió la ardua, decisiva, y también sistemática, tarea realizada por Rafael Larco Hoyle, considerado el padre de la arqueología mochica, hasta las excavaciones actuales tras al descubrimiento de las tumbas reales de Sipán, en 1987. El estudio que acompaña a las campañas arqueológicas ha alumbrado la sociedad mochica, y la concepción del mundo y de la vida que transmitieron a través de mitos, ritos y ceremonias, cuya expresión reflejaron en cerámicas, esculturas, joyas y textiles.

Según cuentan los autores de los textos incluidos en el catálogo, las pequeñas unidades territoriales mochicas se fueron transformando a lo largo de sus casi setecientos años de existencia en estados territoriales mediante un sistema que supo combinar con éxito eficiencia y legitimidad; valores que, sin embargo, se mostraron inútiles cuando las autoridades no supieron adaptarlos a la crisis que, finalmente, condujo a la desaparición de los mochicas, en el siglo VIII. El tiempo borró la memoria de la sociedad mochica, que volvió a ser recuperada a comienzos del siglo XX. Hasta entonces, y desde la llegada a América del Sur de los conquistadores españoles, en 1532, la civilización inca se consideraba la más antigua de Perú.

De entre los mitos mochicas, anota Jürgen Golte, el mito primigenio atiende al encuentro de dos seres andróginos, muy diferentes en rango y poder, del que surge un universo más complejo de generación en generación. Los mochicas entendían el mundo en que vivían como un presente que descendía del árbol genealógico de los ascendientes, y el futuro del árbol dependía de los encuentros regulados entre opuestos complementarios: femenino masculino. Del catálogo de obras que analiza Ulla Holmsquist, destacamos vasijas cerámicas ceremoniales que representan el cuerpo de la mujer como receptora y cuerpo generador de fluidos. No en vano, las mochicas fueron sociedades agrícolas que aprendieron a aprovechar el agua que venía «de arriba», donde las altas montañas toman contacto con el cielo, para fertilizar la tierra «de abajo», donde crecen los cultivos. Para los mochicas, el mundo de abajo es femenino y, por ello, carente de masculinidad por lo que consideraban preciso masculinizarlo mediante la entrega de semen.

El cuerpo de la mujer reducido al acto fecundador se representa en cuencos receptores de semen, real o simbólico, mediante un orificio para la entrada del líquido en el interior del recipiente, que se corresponde con la vagina. O modelado en el interior de un cuenco oval, adoptando la postura del acto sexual con una vulva agrandada por la que se vierte el líquido que desaparece absorbido en el interior del cuerpo de la mujer. Varios recipientes ceremoniales muestran la unión sexual entre un hombre y una mujer, con múltiples variantes en función del rango de los personajes, o de su condición terrenal, divina o sobrenatural. Cuando las prácticas sexuales no están asociadas a la reproducción indican que los vivos entran en contacto con los muertos, con los ancestros, cuya presencia se reconocía en la lluvia y el agua de los ríos. El tránsito del útero materno, del mundo oscuro al exterior, queda representado en una botella de parto, en la que la mujer parturienta está sentada, sostenida por otra mujer y ayudada por la partera que recibe la nueva vida. El fruto de la masculinización del mundo femenino; según el patriarcado mochica.

Fonte: http://www.elperiodicodearagon.com/noticias/escenarios/cuerpo-mujer-cultura-mochica_1164237.html (04/12/2016)

domingo, 18 de dezembro de 2016

A PIRÂMIDE MATRIOSCA DE CHICHÉN ITZÁ. UM MISTÉRIO MAIA REVELADO

Acaba de ser descoberta uma terceira estrutura escondida no interior da pirâmide de Kukulkán, principal monumento do complexo arqueológico maia de Chichén Itzá, na península de Yucatán, no México. A segunda estrutura tinha sido descoberta nos anos 30.

Por: Luis Pellegrini

Uma pirâmide “ao cubo”: o novo mapa do templo maia de Kukulkán, no célebre complexo arqueológico de Chichén Itzá (na península de Yucatán, no México), revela uma terceira camada estrutural ainda mais interna, que até agora permanecera desconhecida.

Essa nova estrutura – uma pirâmide com cerca de 10 metros de altura -, foi descoberta por arqueólogos da Universidade Nacional Autônoma do México, no interior de uma segunda antiga pirâmide com cerca de 20 metros de altura, a qual, por sua vez, está oclusa na pirâmide externa, com 30 metros de altura.

O Templo de Kukulkán (El Castillo), Chichén Itzá

Como as bonecas russas matrioscas
Erigido em homenagem a Kukulkán, a “serpente emplumada”, divindade do panteão mitológico dos maias, essa pirâmide foi construída como um sistema de bonecas russas (as matrioscas), provavelmente em três fases distintas: a pirâmide menor e mais interna, que acaba de ser descoberta, deve ter sido construída entre os anos 550 e 800 da nossa Era; a pirâmide intermediária, entre os anos 800 e 1000; a mais externa, entre 1050 e 1300. Por sua forma e posição dominante, o complexo foi chamado de El Castillo (o Castelo), pelos espanhóis.

A nova tomografia da pirâmide de Kukulkán, no sítio de Chichén Itzá, mostra os diversos estratos interiores da mega construção maia Foto Unam Universidade

Uma pirâmide dentro da outra
A segunda pirâmide foi descoberta em 1931. A terceira, menor e não exatamente centrada em relação às outras duas, foi encontrada graças a uma técnica de escaneamento não invasivo da estrutura. O acúmulo de edifícios sobre e ao redor das construções mais antigas dependia de várias razões, tais como a deterioração dos prédios precedentes ou a mudança de lideranças políticas.

Um cenote da Península de Yucatán, no México, é uma reserva de água doce que aflora à superfície

O sítio arqueológico de Chichén Itzá, na verdade, não para de nos surpreender. O ano passado, por exemplo, descobriu-se que o templo de Kukulkán foi construído sobre um “cenote”, ou seja, uma voragem (sinkhole) natural cheia de água doce. A nova estrutura que acaba de ser descoberta surge exatamente em direção à essa bacia de água doce.

Não se pode ter certeza de que os maias tinham conhecimento da presença do poço, mas o fato de que as pirâmides tenham sido erigidos diretamente sobre eles, e que Kukulkán também fosse divindade associada à água na mitologia pré-colombiana, faz pensar que a posição possa ter sido escolhida de propósito. O estudo das diversas estratificações oferecerá indícios sobre como o povoamento da área se desenvolveu ao longo da sua história.

Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/266312/A-pir%C3%A2mide-matriosca-de-Chich%C3%A9n-Itz%C3%A1-Um-mist%C3%A9rio-maia-revelado.htm (26/11/2016)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

México abrirá una nueva zona arqueológica

Foto: Sipse

Entre 2017 y 2018 se abrirá Ichkabal, en un esfuerzo por desarrollar la zona sur de Quintana Roo a nivel de turismo arqueológico

México está en vías de abrir una nueva zona arqueológica entre 2017 y 2018, llamada Ichkabal, ubicada en el municipio de Bacalar, en la zona sur de Quintana Roo, cuyas dimensiones superan en altura y extensión a Chichén Itzá (Yucatán) y en antigüedad, a Calakmul (Campeche).

La titular de la Secretaría Estatal de Turismo (Sedetur), Marisol Vanegas Pérez, informó que el lanzamiento de este nuevo recinto arqueológico que data del periodo Preclásico del año 300 a.C. será a nivel internacional y representa una de las principales estrategias del nuevo gobierno para detonar económica, social y turísticamente el sur de la entidad.

“Ichkabal está en la jerarquía de Chichén Itzá y Calakmul; nos va a abrir vuelos de avión, nos va a abrir alojamiento, todo el sur se va a detonar con esta acción”, indicó. Este yacimiento prehispánico se ubica a 82 kilómetros de Chetumal y a 40 kilómetros de Bacalar. Posee riqueza natural, pues se encuentra en la reserva forestal, lo que permite un alto grado de conservación, aunado a que la región tiene gran potencial para el senderismo, avistamiento de aves y desarrollo de Unidades de Manejo para la Conservación de la Vida Silvestre Turística.

La zona de influencia de Ichkabal recibe 100.000 visitantes anuales y con el desarrollo del proyecto se estima un crecimiento aproximado de 20% cada año, detalló la Sedetur.

De acuerdo con el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), una de las hipótesis gira en torno a que Ichkabal fue el primer gran asentamiento y centro político de la región y, posiblemente, el origen de uno de los linajes gobernantes más importantes del mundo maya: el de los Señores Divinos de Kanal.

Fonte: http://www.el-nacional.com/GDA/Mexico-abrira-nueva-zona-arqueologica_0_970702983.html (05/12/2016)

Nuevas evidencias arqueológicas en Machu Picchu reafirman riqueza Inca.

Foto: Juan Diego Ortíz / EL TIEMPO

Arqueólogos encontraron nuevas pinturas rupestres y miradores propios de esa cultura.

Por: EFE

Nuevas evidencias arqueológicas encontradas por expertos cerca a la ciudadela inca de Machu Picchu.

Nuevas evidencias arqueológicas encontradas por expertos cerca a la ciudadela inca de Machu Picchu, al sureste de Perú, reafirman el culto al agua, la fertilidad de los animales y la ideología andina, según declaró el arqueólogo Francisco Huarcaya, responsable de los hallazgos.

El arqueólogo explicó que las evidencias de contextos funerarios, pinturas rupestres y miradores están ubicados a la altura del kilómetro 88 de la línea férrea que conduce de la ciudad del Cuzco a Machu Picchu, en la margen izquierda del río Vilcanota, en el cerro Taparayoq.

"Por la combinación de varios elementos se puede interpretar que estas representaciones iconográficas muestran la ideología andina, el culto al agua, la fertilidad de rebaños y la noción de identidad grupal", afirmó Huarcaya, también responsable de la Red de Caminos Inca.

En la parte baja del cerro se encontraron recintos circulares y rectangulares, muros de contención, andenes, canales de agua y contextos funerarios que datan del Periodo Intermedio, época Killke 500 años antes de nuestra era, y del Periodo Horizonte Tardío, época Inka entre 1440 y 1532, de acuerdo a una nota de prensa de la Dirección Desconcentrada de Cultura de Cuzco.

Asimismo, en las partes media y alta del cerro se encontró abrigos rocosos con pinturas rupestres asociadas a contextos funerarios, estructuras funerarias y 'wakas', centros arqueológicos, ceremoniales.

Las pinturas representan figuras geométricas, antropomorfas, camélidos, aves, zorros, serpientes, sapos, líneas zigzageantes que representarían al Dios Illapa -rayo-, figuras de plantas similares al maíz, círculos y líneas rectas, en su mayoría en color rojo.

Todas las evidencias están orientadas hacia las montañas consideradas sagradas por los incas, como el Apu Wakaywillka -nevado Verónica-, Casamintuyoc, Misti y a los ríos Salkantay y Wilkamayu -Vilcanota-.

La Dirección Desconcentrada de Cultura realizará un trabajo de investigación multidisciplinaria para profundizar los conocimientos sobre estas nuevas evidencias arqueológicas, según anunció su responsable, Vidal Pino.

EFE

Fonte: http://www.eltiempo.com/mundo/latinoamerica/en-machu-picchu-se-hallan-nuevas-evidencias-arqueologicas/16764414 (02/12/2016)

Hallan un templo al Dios del Viento mientras construían un centro comercial en Ciudad de México


La estructura pertenece a la cultura nahuatl y habría sido levantada hace unos 650 años

Arqueólogos mexicanos descubrieron restos de un templo náhuatl dedicado a Ehécatl, el Dios del viento, en la zona de Tlatelolco, en el centro de la Ciudad de México, mientras se preparaba el terreno para la construcción de un centro comercial. En un video, investigadores del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) explicaron los detalles del hallazgo y su valor social e histórico.

La estructura circular mide 11 metros de diámetro con una elevación de 1,20 metros y habría sido construida hace unos 650 años. A sus pies apareció una ofrenda y las huellas del entierro de un niño, además de una caja de piedra con cerca de 18 elementos propios del culto a Ehécatl como espinas de maguey –una planta propia de la cultura nacional, con la que los antiguos mexicanos producían alcohol y le daban usos medicinales, al usar sus hojas para sanar heridas- y copal, una resina aromática vegetal usada en antiguos rituales.

Según las creencias, Ehécatl estaba presente en el aliento de los seres vivos y con su brisa atraía las nubes para que llevaran lluvias a los sembradíos. El templo era conocido como la "Casa del viento", su fachada era de planta cuadrangular, mientras que su parte posterior, de planta circular.

Los relatos de los conquistadores españoles narran que el templo estaba decorado por una serpiente emplumada con las fauces abiertas que representaban el acceso al lugar.

Edwina Villegas Gómez, la titular de la zona Arqueológica de Tlatelolco, explica en el video que pronto habrá acceso al público a este nuevo hallazgo, pues una barda dividirá la estructura del centro comercial.

Fonte: http://www.infobae.com/america/america-latina/2016/12/05/hallan-un-templo-al-dios-del-viento-mientras-construian-un-centro-comercial-en-ciudad-de-mexico/ (05/12/2016)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

¿Quiénes fueron los primeros en sembrar papas? Arqueólogos encuentran nuevas evidencias

Distintas variedades de solanum tuberosum, la mundialmente famosa papa común. Foto: Food Cultura.

Un estudio publicado esta semana en la revista de la Academia Nacional de las Ciencias de Estados Unidos asegura que los aborígenes que vivían en el yacimiento arqueológico Jiskairumoko, en Puno, Perú, habrían cultivado papas de distintos tipos.

Arqueólogos de la Universidad de California, Merced, EE.UU., reportaron haber hallado evidencia de remanentes del cutivo de la papa en Perú, alrededor del año 3400 a.C.

Según el profesor de antropología de la Universidad de Vanderbilt, en Nashville, Tennessee, “esta es la mejor evidencia que indica que, en efecto, las papas fueron cultivadas en la región central de Los Andes en esa época”.

Los autores del estudio observaron granos microscópicos de almidón recuperados de Jiskairumoko, en la cuenca del Titicaca al sur de Perú. Según se cree, estas herramientas podrían haber sido usadas para romper las cáscaras de las papas.

En este proceso, los granos de almidón quedaron atrapados en los microporos de las herramientas de madera y piedra, según afirma el doctor Mark Aldenderfer, uno de los colaboradores del estudio.

La cuna de la papa
Las muestras de almidón fueron cotejadas el equipo de arqueólogos, entre los que se encuentra Claudia Rumold. Ella y el resto del equipo compararon las partículas de estos polisacáridos con otras tomadas recientemente en distintas regiones de Perú. 50 de los 141 almidones son consistentes con plantas cultivadas y domesticadas en Perú.

Los métodos de comparación y muestro de almidones es un procedimiento relativamente nuevo. “Cuando una semilla se quema, puede quedar un remanente analizable; cuando una mazorca de maíz se quema también puede rescatarse una muestra, pero al quemarse una papa, esta se consume completamente sin dejar rastro”, afirmó Aldenderfer.

En Perú existen unos 4.000 tipos distintos de papa. Foto: flickr.com/rytc.

Las civilizaciones residentes en las zonas analizadas fueron cazadores y recolectores que migraron paulatinamente a la agricultura, comenzando a su vez a construir viviendas y edificios altamente sofisticadas y sociedades complejas.

En el año 2008, un equipo liderado por el Dr. Aldenderfer descubrió un collar de oro en Jiskairumoko que data del 2.000 a.C., hallazgo que sugiere que para entonces ya existía una élite social o una clase alta separada del resto de habitantes.

Varios siglos después, entre el siglo XV y el XVI, el imperio español conquistó al inca, con lo que introdujeron la papa al continente europeo. También los colonialistas británicos tuvieron acceso a este tubérculo y lo introdujeron a Norteamérica. Ya en el siglo XIX, el puré de papa se convirtió en uno de los platillos favoritos del día de acción de gracias en la joven nación de Estados Unidos.

Fonte: http://www.lr21.com.uy/tecnologia/1312856-papas-incas-peru-arqueologia (22/11/2016)

Los quipus, el enigmático sistema que aún guarda secretos del antiguo Perú

Foto: Los quipus, el enigmático sistema que aún guarda secretos del antiguo Perú. Foto: ciencias.pe.

Los quipus, el sistema de cuerdas con nudos utilizado en el antiguo Perú para contabilizar objetos y registrar sucesos históricos, mantiene aún enigmas que aguardan ser desenredados en una ambiciosa investigación que busca reunir parte de los cerca 700 ejemplares que se conservan alrededor del mundo.

EFE

Tan sencillos como misteriosos, los quipus son un conjunto de cordeles de diferentes colores y longitudes ligados a uno principal, con nudos de distintos tamaños y formas, dispuestos aparentemente de manera aleatoria, un patrón que fue replicado por los incas al descubrirlo en otros pueblos como los Moche o los Chimú.

El primer paso para intentar desvelar ese código se dio hoy con la cesión en custodia al Museo de Arte de Lima (MALI) de la colección Radicati, un conjunto de 29 quipus rescatados a mediados del siglo XX por el fallecido investigador italiano Carlo Radicati, poseedor de una de las colecciones privadas más grandes de estos objetos.

En el acto participaron el presidente de la Fundación Temple-Radicati, Enrique Becerra, y el rector de la Universidad Nacional Mayor de San Marcos (UNMSM), Orestes Cachay, cuyas entidades guardaban hasta ahora esas reliquias.

La directora del MALI, Natalia Majluf, quien recibió los quipus, explicó que el museo se encargará de restaurarlos para posteriormente exhibirlos, y propuso aunar esfuerzos con otros museos del Perú para hacer una investigación más profunda que permita desarrollar una amplia exposición en 2018, con opción a circular por otros países.

"Queremos convertir este proyecto en una oportunidad para activar una serie de investigaciones que permitan llegar más allá de lo que se ha avanzado en el análisis y conocimientos de los quipus, que todavía son una tierra incógnita en muchos sentidos", señaló Majluf.

Una muestra de ese ambicioso propósito es que en la ceremonia estuvieron presentes el director del Museo Nacional de Arqueología, Antropología e Historia del Perú (MNAAHP), Iván Ghezzi, y el arqueólogo del Museo de Pachacamac, Rommel Ángeles, en cuyas instituciones se conservan unos 30 y 35 quipus, respectivamente.

Ángeles explicó a Efe que los quipus de Pachacamac son de los pocos que guardan relación con su entorno, al haber sido recuperados en excavaciones arqueológicas, por lo que pueden aportar valiosa información a las nuevas investigaciones.

Destacó además que entre los quipus de Radicati hay uno "excepcional", elaborado con fibra de camélido, cuando lo habitual es que fueran de algodón, material fácil de encontrar en la costa peruana, donde se hallaron la mayoría de los conocidos hasta ahora.

Cachay explicó que San Marcos cedió la custodia de la colección Radicati al MALI porque no contaba con los fondos suficientes para restaurar los quipus, que exigen una inversión de 20.000 dólares y una dedicación de un año para cada uno, según el rector.

Becerra valoró, a su vez, que las investigaciones iniciadas por Radicati "adquieren gran importancia ahora que se conoce que, en realidad, los quipus eran una forma de escritura, además de servir para mantener un control tributario y rememorar aspectos históricos importantes".

"Cada nudo tiene un determinado significado. Creo que tienen un valor histórico indudable. Transmitían un mensaje de orden histórico. Si se logra descifrar realmente, será muy importante para conocer la historia del antiguo Perú",resalto Becerra.

Hasta ahora muchos arqueólogos y especialistas trataron de elaborar sin éxito una "piedra Rosetta", como la que permitió al francés Jean-Francois Champollion descifrar los jeroglíficos egipcios, que decodifique la información que guardan celosamente los quipus, documentos históricos de hechos y datos del antiguo Perú todavía desconocidos.

Fonte: http://www.ultimahora.com/los-quipus-el-enigmatico-sistema-que-aun-guarda-secretos-del-antiguo-peru-n1043031.html (26/11/2016)