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Ofrecerán visita en realidad virtual a ruinas de Incallajta en Bolivia

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La oportunidad para recorrer las ruinas de forma virtual se logró tras realizar un trabajo con un scanner 3D (tercera dimensión) en la zona. | Foto: Los Tiempos

La actividad se realizará en el departamento de Cochabamba (centro) el próximo 18 de mayo, como parte de la Noche Cultural del Patrimonio.

El director del Museo Nacional de Arqueología (Munarq) de Bolivia, David Trigo, anunció este martes que ofrecerán a sus visitantes realizar un recorrido mediante una "realidad virtual" de las ruinas de Incallajta.

La actividad se realizará en el departamento de Cochabamba (centro) el próximo 18 de mayo, como parte de la Noche Cultural del Patrimonio.

"Para la Noche Cultural del Patrimonio, el Munarq realizará la inauguración de la sala de realidad virtual, que es el espacio habilitado donde la gente podrá realizar un recorrido virtual de las ruinas de Incallajta", indicó el funcionario.

La oportunidad para recorrer las ruinas de forma virtual se logró tras realizar un tra…

Quem foram os tiwanakus, que viveram antes do Império Inca?

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MONUMENTO CONSTRUÍDO PELOS TIWANAKU (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)

Novo estudo desvenda hábitos de uma das primeiras civilizações andinas, que viveram há mais de 1,1 mil anos

POR JÉSSICA FERREIRA

Muito antes do Império Inca prosperar, o trecho da América do Sul ao longo da costa do Oceano Pacífico foi povoado pela civilização Tiwanaku. Localizados em uma área onde atualmente encontram-se Bolívia, Peru e Chile, os tiwanakus viveram entre 500 e 950 d.C e formaram uma das primeiras cidades andinas, que recebeu o nome Tiwanaku em homenagem aos habitantes.

Em comparação aos incas, há pouca evidência arqueológica da civilização Tiwanaku, que pode ser identificada pela grafia Tiahuanacu e Tihunaco. Como o povo não tinha uma linguagem escrita, até recentemente se sabia pouco sobre ele. Entre os fatos conhecidos, estavam que a pesca e a agricultura era uma das principais atividades, responsáveis pelo desenvolvimento da subsistência e da consolidação de poder. Os hábitos da civilização ainda incluía…

Arqueólogos encontram esqueleto de possível rainha maia e restos de uma criança sacrificada

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National Geographic

Escavações realizadas na Guatemala revelaram a existência de três pirâmides da civilização - e muito mais

Texto: Thiago Lincolins

Com o auxílio de um radar, arqueólogos encontraram três pirâmides da civilização Maia escondidas no sítio arqueológico de Holma, na Guatemala. Ao escavarem os complexos, os pesquisadores foram surpreendidos com o esqueleto de uma rainha maia e outros artefatos da civilização.

O time de pesquisadores ainda não consegue confirmar a identidade do esqueleto de 1.500 anos. Entretanto, a quantidade de itens preciosos, colocados ao lado do cadáver, indica que a mulher era uma rainha. Além disso, os arqueólogos também acreditam que as pirâmides abrigam o corpo de seu marido — um vaso de cerâmica, com milho e chocolate, trazem inscrições que indicam o possível nome do rei.

“É incrível perceber a quantidade de informações que somos capazes de extrair de um simples objeto”, afirma Francisco Estrada-Belli, diretor do projeto em comunicado. “Por cau…

Hallan en Chile la primera huella humana más antigua de América

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Foto: Revista Plos One

Grupo de científicos de la Universidad Austral de Chile descubrieron el primer rastro humano más antiguo de América. La huella data de hace 15 600 años.

Redación La República

Increíble hallazgo arqueológico más antiguo de América se ubica en Chile. Tras casi 8 años de investigación, un grupo de científicos de la Universidad Austral de Chile logró descubrir el rastro más primitivo del continente, se trata de una enorme huella humana de hace 15 600 años.

El vestigio fue descubierto en el sitio arqueológico Pilauco, en el sur de Chile, aproximadamente en el 2011 tras tres años de excavaciones. La huella humana pertenece al Pleistoceno tardío, que comenzó hace 2,59 millones de años y finalizó aproximadamente en el 10 000 A.c.

El arcaico rastro se ubicó inicialmente al costado de una casa, y los científicos liderados por la paleontóloga Karen Moreno y el geólogo Mario Pino, lograron determinar que la huella humana data de hace 15 600 años tras una prueba en el materi…

Pesquisadores descobrem maior painel de arte rupestre de São Paulo

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Painel descoberto em Ribeirão Bonito tem 50 metros de gravuras rupestres – Foto: Divulgação

Gravuras do painel serão transformadas em modelo 3D

Texto: Manuela Ferraro

Na cidade de Ribeirão Bonito, região central do Estado de São Paulo, pesquisadores da USP, da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) escavaram um painel de 80 metros de comprimento, dos quais 50 metros lineares apresentam figuras esculpidas. As gravuras seguem um padrão observado em outros sítios arqueológicos da região e lembram pegadas de pássaros, chamadas por arqueólogos de “tridígitos”. Segundo Astolfo Araujo, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP e coordenador da escavação, o painel é o maior já encontrado em território paulista. Além das figuras, foram encontradas pedras lascadas, ossos de animais e carvão queimado no local.

Da USP, participaram professores do MAE, do Instituto de Biociências (IB) e da Escola Politécnica (Poli). A equipe explora …

O MITO DA PEDRA DA GÁVEA

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Saiu a nova crônica da coluna AMÉRICA MISTERIOSA!!!
Passa lá para conferir: https://www.pagina3.com.br/coluna/americamisteriosa

ILHA DE PÁSCOA: HÁ 297 ANOS, ERA ENCONTRADO O POVO RAPA NUI

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Shutterstock

Teria a civilização polinésia que construiu os moais extinguido a si própria num desastre ecológico? Que fim levaram eles?

Por: CLÁUDIA DE CASTRO LIMA

Ao descobrir uma pequena ilha no meio do Pacífico Sul, no domingo de Páscoa de 1722, o navegador holandês Jacob Roggeveen ficou impressionado. Não pela beleza, pois já havia visto ilhas bem mais paradisíacas. O que causou espanto foram gigantescas estátuas de pedra, espalhadas pela ilha. Nos 150 anos que se seguiram, pelo menos mais 53 expedições européias alcançaram o pedaço de terra. Os diários de bordo dos exploradores relatam que, a cada nova visita, menos daquelas figuras enormes eram avistadas ao longe: elas estavam todas sendo derrubadas. Até que, em 1825, os tripulantes de um navio inglês não encontraram mais nenhuma em pé.

Segundo os exploradores europeus, as estátuas, chamadas de moais, pareciam testemunhas de uma sociedade em colapso. O próprio Roggeveen escrevera em seu diário: “A aparência destruída não poderia …