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ILHA DE PÁSCOA: HÁ 297 ANOS, ERA ENCONTRADO O POVO RAPA NUI

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Teria a civilização polinésia que construiu os moais extinguido a si própria num desastre ecológico? Que fim levaram eles?

Por: CLÁUDIA DE CASTRO LIMA

Ao descobrir uma pequena ilha no meio do Pacífico Sul, no domingo de Páscoa de 1722, o navegador holandês Jacob Roggeveen ficou impressionado. Não pela beleza, pois já havia visto ilhas bem mais paradisíacas. O que causou espanto foram gigantescas estátuas de pedra, espalhadas pela ilha. Nos 150 anos que se seguiram, pelo menos mais 53 expedições européias alcançaram o pedaço de terra. Os diários de bordo dos exploradores relatam que, a cada nova visita, menos daquelas figuras enormes eram avistadas ao longe: elas estavam todas sendo derrubadas. Até que, em 1825, os tripulantes de um navio inglês não encontraram mais nenhuma em pé.

Segundo os exploradores europeus, as estátuas, chamadas de moais, pareciam testemunhas de uma sociedade em colapso. O próprio Roggeveen escrevera em seu diário: “A aparência destruída não poderia …

Julio C. Tello, padre de la Arqueología Peruana

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Hoy se celebra el Día de la Arqueología, en recuerdo de aquel 11 de abril de 1880 en que nació, en Huarochirí, quien años después sería el padre de la Arqueología Peruana: el médico Julio César Tello Rojas, el sabio que dio a conocer gran parte del legado cultural precolombino, base de la identidad peruana.

Por: Ernesto Nava Carrión

Es importante recordar la definición de la palabra arqueología: ciencia que estudia lo que se refiere a las artes, a los monumentos y a los objetos de la antigüedad, especialmente mediante sus restos.

En los albores del Renacimiento, el mundo comenzó a interesarse en este tipo de estudios. Fue el alemán Johann Winkelmann el padre de la Arqueología moderna. Él nació el 9 de diciembre de 1717, motivo por el cual todos los 9 de diciembre se celebra el Día del Arqueólogo en el mundo, en homenaje a su gran obra.

El Perú es uno de los países más ricos en asentamientos arqueológicos, pero ellos están ignorados o poco valorados debido a las numerosas dificultades…

Devuelve FBI a México piezas arqueológicas de la cultura teotihuacana

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Foto: AP.

Habían sido sustraídas por Don Miller, quien las tenía expuestas en el sótano de su casa en Indiana

POR: AGENCIA EL UNIVERSAL

CIUDAD DE MÉXICO.- Estados Unidos a través de la Oficina Federal de Investigación (FBI, por sus siglas inglés) devuelve a México dos piezas arqueológicas de barro del periodo Clásico Mesoamericano (200-700 d.C.) de la cultura teotihuacana que fueron sustraídas por Don Miller, quien las tenía expuestas en el sótano de su casa en Indiana.

"Una vez que ingresaron y recibimos en el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), se fueron a la Dirección de Registro Público de Monumentos Arqueológicos e Históricos para su debido registro y ahí se definió si requerían algún trabajo de restauración, pero hasta donde entiendo las piezas están en muy buenas condiciones", señaló Aida Castilleja, secretaria técnica del INAH.

Edward J. Gallant, agregado jurídico adjunto del FBI, indicó que todo comenzó con una investigación en el domicilio de Don M…

Viendo lo invisible: nuevos geoglifos en Palpa y Nasca

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Tecnología y arqueología. El uso de drones ha revolucionado las técnicas de investigación arqueológica. El Perú lidera esta nueva tendencia.

Por Miguel Aguilar y Nils Sulca

Cuando los arqueólogos utilizan tecnología avanzada en reconocimiento aéreo y vuelos no tripulados logran algo más que tomar espectaculares fotos, pueden registrar y descubrir evidencias arqueológicas que ni el ojo mejor entrenado puede ver. Mejor aún, sin la necesidad de caminar una y otra vez por lugares por los que no se ha caminado desde hace más de dos mil años. Son las pampas y los cerros de Nasca y Palpa, lugares tan amplios y extensos que solo las aves pueden volar sin causar daños en el medio ambiente. Y los drones.

El día de ayer la carrera de Arqueología del Departamento de Humanidades de la Pontificia Universidad Católica del Perú realizó una concurrida conferencia llamada “Viendo lo invisible: Las nuevas líneas de Palpa y Nasca”, a cargo del arqueólogo Luis Jaime Castillo (PUCP), quien desde hace algu…

Memórias de um Andarilho, Vol. 02 !!!

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Saiu meu 4º livro digital pela Amazon! Nele, você vai encontrar muita história, aventura, arqueologia, lendas e dicas de viagem pela fascinante Colômbia! Bogotá, Villa de Leyva, Cartagena, Medellín e tantos outros lugares. Uma viagem fascinante de cores, músicas e sabores. Espero que gostem!


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CONHEÇA QUATRO CULTURAS QUE VIVERAM NA AMAZÔNIA ANTIGA

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Reprodução

A Arqueologia nos mostra que a Floresta Amazônica era mais populosa do que se imagina

Por: JOSEANE PEREIRA

Quando pensamos na Floresta Amazônica, a imagem mais comum é a de um "inferno verde", com animais perigosos e desafios para a sobrevivência humana. Mas o que pesquisas recentes indicam é que a floresta era densamente populosa, com povos indígenas produzindo inúmeros objetos e praticando intensa agricultura, caça e pesca.

Uma das principais fontes sobre o assunto é o diário do Frei Gaspar de Carvajal, dominicano espanhol que participou, em 1542, da expedição de Francisco de Orellana, que desceu o rio Amazonas de sua nascente, no Peru, até sua foz, próxima à ilha de Marajó, no Pará.

Além de famosa por estabelecer a primeira relação entre o grande rio do Novo Mundo e a palavra "Amazona", a partir da visão de guerreiras indígenas que o fizeram recordar o mito grego das Amazonas, essa narrativa é importante por descrever a densidade da população que ocupa…

Instituto Mamirauá abre novas inscrições para bolsas de pesquisa na Amazônia

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Instituto desenvolve projetos em conservação, biodiversidade, manejo de recursos naturais e desenvolvimento sustentável na Amazônia (Foto: Everson Tavares)

Chamada Pública oferece oito vagas para projetos de pesquisa em unidades de conservação da Amazônia Central. Prazo para candidaturas vai até o dia 19 de abril

Com informações da assessoria / redacao@diarioam.com.br

Manaus – Estão abertas as inscrições para bolsas de pesquisa do Instituto Mamirauá. A Chamada Pública nº 02/2019, realizada em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), oferece oito bolsas para pesquisadores, técnicos e especialistas para a realização de projetos de pesquisa do instituto. Os valores das bolsas são de R$ 2.860 e R$ 3.380, conforme estipulado na chamada. O prazo de inscrições termina no dia 19 de abril.

Os selecionados atuarão em algumas das diferentes linhas de pesquisa do instituto. São três vagas em Biodiversidade e Ecologia de Espécies Amazônicas, uma em Manej…