sexta-feira, 21 de abril de 2017

Buscan postulación de complejo Sillustani como monumento histórico

Trámites ya se iniciaron por parte del Ministerio de Cultura para nuevo reconocimiento. | Fuente: Rpp/Referencial

Trámites ya se iniciaron ante la Unesco. Evaluación demandaría entre seis a ocho años.

Ya se iniciaron los trámites de postulación para que el complejo Sillustani, ubicado en el distrito de Atuncolla, provincia de Puno sea declarado como monumento histórico por parte de la Unesco.

Así lo dio a conocer el director regional de Cultura, Gary Mariscal Herrera, quien dijo que ello demandaría entre seis a ocho años, ya que los funcionarios de dicho ente internacional son muy rigurosos en su evaluación.

A pesar de las múltiples exigencias, afirmó que todas formas se cumple con todos los requisitos y condiciones para alcanzar ese título, para que estas bellas chullpas mundialmente conocidas ganen un nuevo reconocimiento.

Mencionó que otro complejo arqueológico que cumple similares condiciones es el templo de Kalasaya, ubicado en el distrito de Pucará, provincia de Lampa. Asimismo informó que en la región se tiene mil 200 templos de estilo barroco mestizo, que requieren ser preservados.

Fonte: http://rpp.pe/peru/puno/buscan-postulacion-de-complejo-sillustani-como-monumento-historico-noticia-1045154 (19/04/2017)

Lambayeque: intensifican vigilancia en las zonas arqueológicas

La medida se tomó con el fin de garantizar la seguridad de los turistas y del patrimonio cultural en Semana Santa

Las actividades de vigilancia en las zonas arequeológicas de Lambayeque están a cargo de los arqueólogos y personal de los museos Brüning, Tumbas Reales de Sipán, Sicán, Túcume, Huaca Rajada-Sipán, Chotuna–Chornancap y la sede administrativa, en coordinación con la Dirección Desconcentrada de Cultura de Lambayeque. (Foto: Christian Ugarte / El Comercio)

Con el fin de garantizar la seguridad y evitar que se cometan acciones ilegales que atenten contra el patrimonio cultural en las diferentes zonas arqueológicas de la región Lambayeque, la Unidad Ejecutora Naylamp aunció que intensificará su vigilancia durante el feriado largo Semana Santa, según informó la agencia Andina.

Las actividades de vigilancia están a cargo de los arqueólogos y personal de los museos Brüning, Tumbas Reales de Sipán, Sicán, Túcume, Huaca Rajada-Sipán, Chotuna–Chornancap y la sede administrativa, en coordinación con la Dirección Desconcentrada de Cultura de Lambayeque.

La Unidad Ejecutora Naylamp indicó que se mantendrá una estrecha coordinación con la Policía Nacional de Perú (PNP) para que la División de Turismo de la Policía Nacional del Perú y las comisarías distritales se mantengan alertas ante cualquier denuncia y apoyen las intervenciones que se pudieran presentar.

Cabe mencionar que las actividades de vigilancia que realiza la Unidad Ejecutora Naylamp, son medidas preventivas para evitar las invasiones y el robo de artículos ubicados en los lugares arqueológicos, acciones ilegales que en nuestro país tienen una pena privativa de libertad de entre 3 a 8 años por afectar el legado de los antepasados que les pertenecen a todos los peruanos.

Fonte: http://elcomercio.pe/sociedad/lambayeque/lambayeque-intensifican-vigilancia-zonas-arqueologicas-noticia-1983743 (13/04/2017)

PERÚ: Ayacucho: complejo arqueológico Wari listo para recibir a turistas


Por: Andina

Ayacucho, abr. 12. El complejo arqueológico Wari, ubicado en la región Ayacucho, se encuentra en óptimas condiciones para recibir a los miles de turistas nacionales y extranjeros que arribarán a la ciudad por los días festivos de Semana Santa. Esto se debe a los trabajos de mantenimiento a través del proyecto"Mejoramiento de la Conservación del Patrimonio Cultural del Sitio Arqueológico Wari?, que ejecuta la Dirección Regional de Comercio Exterior y Turismo ( Dircetur ) de Ayacucho, afirmó Miguel Ángel Viacava, responsable del proyecto. "Los trabajos de mantenimiento se realizaron en coordinación con la Dirección Desconcertada de Cultura en los sectores de Vegachayoq Moqo, Monqachayoq, Capillapata, Cheqo Huasi y el Cerro San Cristóbal, con la finalidad de acondicionar el circuito turístico?, expresó el especialista.

A la fecha, se realizan acciones de investigación arqueología para poner en valor a Wari, porque es necesario que el Perú y mundo conozca a uno de los centros urbanos más grandes del Antiguo Perú. El complejo arqueológico Wari, ubicado a 22 kilómetros al noreste de la ciudad de Ayacucho, comprende un área de más de dos 1,000 hectáreas . Además, algunos arqueólogos creen que este gran imperio llego a tener alrededor de 70,000 habitantes. Museo El complejo cuenta con un museo de sitio de colección arqueológica que puede visitar de lunes a domingo de 09:00 hasta las 17:00 horas. El museo pertenece al Sistema Nacional de Museos del Estado. PERÚ: Ayacucho: complejo arqueológico Wari listo para recibir a turistas

Con Información de Andina

Fonte: http://www.entornointeligente.com/articulo/9860629/PERU-Ayacucho-complejo-arqueologico-Wari-listo-para-recibir-a-turistas (12/04/2017)

terça-feira, 11 de abril de 2017

Em Honduras, “cidade perdida” é explorada depois de 500 anos totalmente isolada


Mais de meio milênio depois do colapso da civilização maia, os membros de uma sociedade centro-americana vizinha, de repente, recolheram seus pertences mais sagrados, os enterraram no centro da cidade e desapareceram. “Há uma grande questão sobre quem eram essas pessoas”, explica o Douglas Preston, que visitou os remanescentes desta cidade, ao portal “Business Insider”. “O que aconteceu com essa civilização, por que abandonaram tão repentinamente a cidade?”

Preston fez parte de uma missão de pesquisa lançada há dois anos para explorar as ruínas do que se diz ser uma civilização perdida. Ele relatou sua recente viagem pela selva hondurenha no novo livro “The Lost City of the Monkey God: A True Story” (“A Cidade Perdida do Deus Macaco: Uma História Verdadeira”, em tradução livre).

Mistério histórico
Alguns dizem que as ruínas correspondem a uma antiga e lendária “Cidade Branca” – uma cidade de extrema riqueza que desapareceu há 600 anos. Desde os anos 1900, os rumores desta cidade esquecida circulavam em meio a exploradores, aviadores e turistas animados pela perspectiva de descobrir tesouros escondidos. Mas ninguém sabia muito sobre as pessoas que viveram lá.

Mesmo depois de algumas partes de uma aldeia abandonada – incluindo vestígios de praças e pirâmides – serem descobertos em 2012, durante a primeira expedição na área, antropólogos e arqueólogos continuaram perplexos. Segundo Preston, o principal arqueólogo hondurenho da expedição afirmou que não se sabia nada sobre a civilização perdida.

No entanto, algumas teorias intrigantes surgiram. Nesta última exploração, os pesquisadores encontraram um esconderijo de quase 500 objetos de pedra esculpidos dentro de um lugar que Preston descreveu como “um túmulo não para uma pessoa, mas para uma civilização”.

A lenda e o raiva dos arqueólogos
As ruínas de mil anos de idade – cuja linha do tempo coincide com a “Cidade Branca” – foram enterradas na floresta, em um vale redondo rodeado por penhascos íngremes. Desde que uma equipe de pesquisadores as descobriu, em 2012, elas foram revisitadas por uma série de equipes de pesquisa.

Quando a descoberta foi anunciada, vários veículos a retrataram como um antigo mistério que finalmente tinha sido resolvido, com a revista “National Geographic”, por exemplo, dando uma reportagem exclusiva que anunciava que uma “cidade perdida” havia sido descoberta na selva hondurenha. Porém, havia um problema, discutido em uma carta pública assinada pelos pesquisadores condenando estas afirmações: as ruínas não eram a “cidade perdida” dos tempos antigos e, além disso, elas podiam nem estar mesmo “perdidas”.

Os pesquisadores dissidentes – incluindo Chris Begley, arqueólogo da Universidade da Transilvânia, com 20 anos de experiência na região – disseram que a matéria da “National Geographic” exagerou os resultados e ignorou os povos indígenas da região. A revista respondeu à carta apontando uma declaração da equipe de pesquisa que diz que sua matéria nunca afirmou ter descoberto “a cidade perdida”, mas apenas “uma cidade perdida” na região.

As pessoas que desapareceram
Apesar da controvérsia, as equipes de pesquisadores e documentários que visitaram o local em 2012 e 2015 voltaram impressionadas com que viram. Preston e vários outros arqueólogos afirmam que colocaram os pés em um território que havia sido intocado durante meio milênio. E eles dizem que as pistas que essas pessoas deixaram para trás apontam para um fim trágico.

“É difícil acreditar que no século XXI uma cidade perdida ainda pudesse ser descoberta, mas foi exatamente isso o que aconteceu”, conta o autor.

Quem povoou a área no centro da selva hondurenha de Mosquitia não deixou muitos indícios. A equipe que visitou a região em 2012 datou os restos que descobriu entre 1000 a.C. e 1400 a.C.. Isso significa que os habitantes da região vieram depois da era dos maias, cuja civilização se estendeu do sudeste do México através da Guatemala e Belize e nas partes ocidentais de Honduras e El Salvador. “Eles cresceram perto dos maias. Eles se basearam nas pirâmides e distribuíram suas cidades de uma forma um tanto [parecida com a] maia, mas não exatamente [igual]”, explica. “Mas [o caso] é muito misterioso, há muitas coisas que não sabemos”.

O que os pesquisadores sabem é que quem viveu lá desapareceu de repente. Além de restos de suas pirâmides e praças, eles deixaram para trás uma série de peças de pedra intrincadas, incluindo o que se pensa ser parte de um assento cerimonial com uma efígie de um “jaguar”. Até agora, os pesquisadores identificaram quase 500 peças de pedra.

“Na base de uma pirâmide descobrimos uma enorme quantidade de belas esculturas de pedra”, conta Preston. “Parece que as pessoas trouxeram seus objetos, os depositaram ali cuidadosamente e, em seguida, deixaram a cidade”.

Vários arqueólogos e antropólogos que estavam na equipe de pesquisa de Preston acreditam que população foi abatida por alguma epidemia, talvez de alguma das doenças trazidas por europeus, como varíola e sarampo.

Porém, é improvável que os europeus tenham tido acesso a essa civilização – pelo menos não pessoalmente. As doenças provavelmente teriam atingido as populações indígenas por meio do comércio. À medida que as mercadorias trocavam de mãos, os vírus também passavam adiante e os indígenas não tinham qualquer defesa contra alguns deles.

Fonte: http://hypescience.com/cidade-perdida-honduras/ (27/03/2017)

Arqueólogos quedaron sorprendidos con «súper humano» hallado en sitio El Olivar


Publicado por: Webmaster DLR

El sitio arqueológico El Olivar no deja de sorprender a los científicos. Ahora se ha revelado que durante una de las excavaciones arqueológicas se encontraron los restos de un hombre que poseía una estructura ósea muy distinta al resto de los individuos encontrados hasta ahora en ese lugar, considerado uno de los más importantes de Chile.

Este hallazgo se realizó en septiembre de 2016. Se trata de un hombre y de manera preliminar los investigadores han determinado que tenía una edad de entre 36 y 50 años.

«Al principio nos pareció que se trataba de un entierro similar a otros que ya habíamos encontrado, propios de momentos tardíos preincaicos de la cultura Diaguita, es decir, que podría ser de tiempos inmediatamente anteriores a la llegada de los Incas. Este individuo tenia una vasija cerámica, correspondiente a un plato zoomorfo, que tiene un rostro estilizado entre felino, hombre, y quizás algún otro animal. Hasta ahí era algo relativamente normal. En la medida que fuimos despejando el esqueleto, comenzamos a advertir que tenía una serie de marcadores músculo-esqueletales, en este caso, rastros de inserciones musculares, que se desarrollan en el hueso, y que dan cuenta de un desarrollo muscular extraordinario comparado con el resto de la población, incluso la actual», dijo a LA REGIÓN Gabriel Cantarutti, uno de los arqueólogos a cargo de los estudios en el sitio El Olivar.

A partir del análisis bioantropológicos preliminares los expertos han ido dilucidando la actividad física que habría desarrollado este individuo.

«Nos fuimos dando cuenta que a nivel de sus huesos, especialmente húmeros, radios, ulna, escápula, e incluso clavícula, era una persona que hacía acciones rotatorias anteriores, vale decir, hacia delante y rotatorias posteriores hacia atrás, bastante pronunciadas y recurrentes en el tiempo y que involucraban un uso de fuerza importante, la que fue generando que esta persona desarrollara una musculatura inusual, particularmente del pecho, espalda y brazos», afirmó.

«Decir algo con respecto a la ocupación de esta personas es algo difícil de hacer. Pero hay un elemento que también encontramos junto a este individuo que quizás nos permita barajar algunas hipótesis. Se trata de un gran instrumento de hueso, tallado a partir de una mandíbula de ballena, que mide unos 60 centímetros de largo por unos 15 centímetros de ancho. Creemos que puede ser la parte principal de un remo, que podría haber empleado una persona que navegaba en una balsa como las que existen en el Museo Arqueológico de La Serena. Si fuera un remo sería coincidente con movimientos que hubieran generado el desarrollo muscular de la persona. Entonces esa persona pudo tener un oficio de pescador navegante. Otra posibilidad es que el instrumento fuera la réplica simbólica de una pala, usualmente empleada en labores agrícolas y mineras, solo que en este caso, por ser de hueso, no sería muy funcional, ya que se rompería fácilmente en contacto con rocas o la misma tierra «, dijo Gabriel Cantarutti.

Fonte: http://www.diariolaregion.cl/portal/?p=45696 (02/04/2017)

Arqueólogos descobrem palácio real de 2,3 mil anos no México

O palácio real descoberto no Vale de Oaxaca, México. Foto: Divulgação.

Por: Carlos Orsi | Jornal da Unicamp |

De acordo com os autores, o período coincide com o da emergência de um Estado arcaico na região; palácio tem semelhanças arquitetônicas com construções muito posteriores

Um palácio real de 2.300 anos atrás, e que pode ter permanecido em uso por cerca de 200 anos, foi descoberto no Vale de Oaxaca, no México, informa artigo publicado por pesquisadores do Museu de História Natural de Nova York no periódico PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences).

De acordo com os autores, o período coincide com o da emergência de um Estado arcaico na região. O complexo tem ainda semelhanças arquitetônicas com palácios muito posteriores, descritos já no período colonial.

“Os dados da escavação documentam um complexo palaciano multifuncional cobrindo uma área máxima de 2.790 m2, no lado norte de uma praça e consistindo tanto de componentes governamentais quanto residenciais. Os dados indicam que o complexo foi projetado e erguido como uma única construção”, diz o artigo.

“A emergência dos primeiros Estados é um grande problema de pesquisa em antropologia”, destaca o artigo. “Uma manifestação arqueológica fundamental de Estados é o palácio real”.

Os autores citam o trabalho de William T. Sanders (1926-2008), que conduziu escavações arqueológicas nos anos 70 na Guatemala, e que chamou atenção para a importância do palácio como medida da autoridade do governante e do nível de organização da sociedade.

“Ele determinou que, embora os caciques de sociedades pré-estatais pudessem convocar uma força de trabalho considerável para construir templos e outros edifícios públicos, eram incapazes de reunir a força de trabalho para construir suas próprias residências. Em contraste, governantes de Estados grandes e socialmente estratificados compunham uma classe dominante especializada de homens e mulheres dotados da autoridade e da força de trabalho para encomendar palácios monumentais para si mesmos”, escrevem.

O artigo na PNAS segue descrevendo a configuração do palácio e os artefatos encontrados em seu interior, incluindo braseiros, jarros e urnas, muitos esculpidos com figuras humanas estilizadas. O complexo do palácio real ficava separado dos templos e alojamentos dos sacerdotes, que ocupavam a face leste da praça. As partes residencial e funcional do palácio eram ligadas por uma escadaria. A residência real ficava na parte mais elevada do terreno, sobrepondo-se às demais estruturas da praça e seu entorno.

Fonte: http://painelacademico.uol.com.br/painel-academico/8707-arqueologos-descobrem-palacio-real-de-23-mil-anos-no-mexico

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Intensas lluvias amenazan sitios arqueológicos en el norte de Perú


POR AGENCIA REUTERS

Perú ha sufrido lluvias históricas que han durado hasta 15 horas en zonas de la costa norte del país.

Al menos 50 sitios arqueológicos de Perú están sufriendo daños por las intensas lluvias que soporta el norte del país, además el turismo cayó drásticamente en marzo en esas zonas, dijo el martes un científico local.

El arqueólogo Walter Alva, descubridor de la tumba del rey preinca el "Señor de Sipán", dijo que uno de ellos es Batán Grande en la región Lambayeque, donde dos de los 20 restos de grandes pirámides están amenazados.

Perú ha sufrido lluvias históricas que han durado hasta 15 horas en zonas de la costa norte del país, una franja desértica donde se encuentran centros arqueológicos de 4.000 años hasta la época Inca, 1.500 años después de Cristo.

Las lluvias, por un calentamiento del mar del Pacífico mayor al esperado frente a las costas de Perú y Ecuador, han destruido 12.000 kilómetros de carreteras y 224 puentes. Además han provocado la muerte de 91 personas -más de la mitad en marzo- desde que comenzó el temporal en diciembre, según datos oficiales.

"Todos los principales monumentos históricos están siendo afectados por la erosión que sufren frente a las fuertes lluvias y desbordes de ríos", dijo Alva por teléfono a Reuters.

El arqueólogo dijo que el hombre también ha contribuido a los daños desviando en el pasado el curso de inundaciones, que ha generado por ejemplo el desborde del río La Leche y puesto en peligro las pirámides de Batán Grande, que se desarrolló entre los siglos VIII y XII.

Alva dijo, sin embargo, que la tumba del Señor de Sipán, de unos 1.700 años y que fue descubierta hace tres décadas, podrá resistir debido a la construcción actual de varios drenajes.

"Lo que estamos sufriendo es por la visita de los turistas. En el museo de las Tumbas Reales del Señor de Sipán las visitas han caído en un 80 por ciento en marzo", dijo.

Fonte: http://www.24horas.cl/internacional/intensas-lluvias-amenazan-sitios-arqueologicos-en-el-norte-de-peru-2340586 (28/03/2017)

Osamenta de mujer hallada en Teotihuacán podría ser de mujer de la élite maya

Foto: INAH

EFE Agencia

Una osamenta hallada en el sitio arqueológico de Tlailotlacan, en Teotihuacan, probablemente sea de una mujer de la élite maya que vivió entre los años 570 y 660 d.C., determinaron científicos mexicanos con base en las alteraciones corporales que presenta y las ofrendas que la acompañaban.

De acuerdo con los estudios, la mujer tenía entre 35 y 40 años de edad al morir y presenta la mayor cantidad de deformaciones y modificaciones corporales intencionales, así como elementos únicos de prestigio, localizados hasta el momento en esa antigua urbe prehispánica, indicó en un boletín la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM).

Hallados en 2014, los restos estaban acompañados de una ofrenda de 19 vasijas de cerámica, las cuales fueron estudiadas recientemente por investigadores del Servicio Arqueomagnético Nacional (SAN) del Instituto de Geofísica de la UNAM, con sede en Morelia, estado de Michoacán.

La datación de la osamenta de la mujer de Tlailotlacan apunta a la misma temporalidad de “Álvaro”, los restos de un hombre encontrados en la zona de Cuitzeo, Michoacán, con tratamiento dental complejo y datados también por académicos de la UNAM.

Foto: INAH

El doctor Avto Gogichaishvili, del SAN, sugiere que esta conexión hace suponer “que ambos vivieron durante una época de desarrollo en tratamientos terapéuticos dentales en la región mesoamericana”, pues ella tenía una prótesis dental de jadeíta en uno de los incisivos inferiores.

“Esto es un hallazgo único”, acotó Verónica Ortega, arqueóloga de la zona de Teotihuacan, quien informó que en la mujer también se identificaron otras modificaciones dentales en los incisivos superiores, con incrustaciones de pirita.
Para ello, según los arqueólogos, se requirió de un taladrado en el esmalte, una técnica reportada principalmente en la zona maya del Petén en Guatemala.

Además, presenta una deformación intencional del cráneo de tipo tabular con compresión frontal-occipital, que no era común en la población teotihuacana.
En cuanto a las vasijas de la ofrenda, se determinó que 17 fueron elaboradas en Teotihuacan y eran piezas utilizadas en actividades cotidianas, mientras las otras dos fueron llevadas del sur de Mesoamérica, en el área que comprende la costa del Golfo de México, a la altura de Veracruz, y los valles centrales de Oaxaca.

Foto: INAH

Para determinar su temporalidad, los universitarios analizaron las magnetizaciones termorremanentes, adquiridas por los minerales magnéticos (magnetita y hematita) presentes en la cerámica.

Con esta técnica arqueomagnética es posible determinar la intensidad absoluta del campo magnético de la Tierra durante el enfriamiento de las vasijas luego de su fabricación o última utilización.

Los investigadores establecen su magnetización y la comparan con un registro ya establecido para estimar la época en la que vivió el individuo que las poseía. Basados en consideraciones arqueológicas y el estilo de la cerámica, los arqueólogos reportaron una temporalidad temprana, entre los años 350 a 400 d.C.; sin embargo, destacó Gogichashvili, “nuestro procedimiento permitió determinar una temporalidad más tardía, entre los años 570 y 660 d.C.”.

“Inferimos que pudo ser una persona de élite proveniente del sur de Mesoamérica (Oaxaca o la zona maya)”, agregaron Verónica Ortega y Jorge Archer, antropólogo físico de la zona de Teotihuacan.

Tlailotlacan es un vecindario de Teotihuacan donde se han encontrado, desde hace más de cinco décadas, vestigios prehispánicos que indican la residencia de personas con costumbres y tradiciones originarias de otras urbes como Monte Albán, en Oaxaca; Matacapan, Veracruz, o Kaminaljuyú, en Guatemala.

Teotihuacan, en el central Estado de México, fue una de las mayores ciudades de Mesoamérica durante la época prehispánica.

La evidencia arqueológica revela que durante el Período Clásico (siglos III a VII d. C.) se desarrolló allí una de las sociedades urbanas más complejas de Mesoamérica, que estaba altamente estratificada, ampliamente especializada y conformada por diversos grupos étnicos

Fonte: https://www.elheraldodetabasco.com.mx/cultura/osamenta-de-mujer-hallada-en-teotihuacan-podria-ser-de-mujer-de-la-elite-maya (23/03/2017)