quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Geoglifos do Acre: um potencial de turismo místico a ser desvendado

No ano que completam 40 anos, geoglifos do Acre chamam atenção do mundo (Foto: Pedro Devani/Secom)

Por: Eduardo Gomes

Os primeiros registros da identificação dos geoglifos na Amazônia datam de 1977. Com o passar dos anos e a retirada da vegetação, foi possível localizar pelo menos 520 desenhos geométricos em território acreano.

Os desenhos no solo, alguns com até quatro metros de profundidade, têm várias formas – círculos, quadrados, elipses e outros em “U”. Alguns estudiosos acreditam que tribos indígenas realizaram as escavações entre os anos 3.000 a.C. e 1.000 d.C.

Várias teorias foram apontadas para a formação dos geoglifos. Algumas já até descartadas, como a de que os espaços poderiam ter sido utilizados para proteção ou moradia dos grupos.

Em recente estudo, publicado na revista acadêmica American Anthropologist, pesquisadores da Universidade de Helsinki, da Finlândia, e da Universidade de São Paulo (USP) apontaram que os geoglifos podem ter sido utilizados como espaço para comunicação espiritual e outros rituais.

Pesquisadores acreditam que os Geoglifos seriam portais de comunicação (Foto: Pedro Devani/Secom)

Turismo místico
Os geoglifos colocam o Acre em uma rota especial. O Plano de Desenvolvimento Estratégico do Turismo apontou que questões ligadas ao misticismo precisam ser melhor trabalhadas como modelos de destino, a exemplo do Peru.

O estado tem características similares ao país vizinho, como os festivais indígenas, uma religião tipicamente acreana e os geoglifos. Os desenhos são similares aos encontrados na região de Nazca.

“Nós temos no Acre várias operadoras que comercializam visitas aos geoglifos. Os turistas podem visitar até sobrevoar os sítios arqueológicos em aeronaves ou balões.

O voo de balão daqui é considerado por uma empresa aérea de renome internacional o quarto melhor para se fazer no mundo”, destacou Rachel Moreira, secretária de Estado de Turismo e Lazer (Setul).

A Setul planeja para o segundo semestre de 2017 uma exposição fotográfica sobre os geoglifos. O trabalho será apresentado nas escolas e no Congresso Nacional.

Desenhos no solo têm várias formas, como círculos, quadrados, elipses e outros em “U” (Foto: Diego Gurgel/Secom)

Estudos no Acre
Em recente atividade realizada com guias turísticos, professores alunos da Universidade Federal do Acre (Ufac) a doutora em Arqueologia Ivandra Rampanelli visitou um dos sítios arqueológicos, uma propriedade localizada às margens da BR-317, a 45 quilômetros da capital.

A ideia é instruir todos os envolvidos nesse processo de identificação, catalogação, e preservação sobre a necessidade da exploração consciente desse patrimônio histórico.

“Essas não são marcas da natureza, pois são estruturas perfeitas. Quadrados dentro de círculos, de triângulos, de outros quadrados. São várias formas feitas pelo homem pré-colombiano”, disse Ivandra.

A pesquisadora lembra que há muita gente interessada em desvendar os segredos que rodeiam os geoglifos, mas que até hoje nenhum dos conceitos apresentados pode ser encarado como o correto.

A arqueóloga esclarece que o Acre pode dar um salto gigantesco caso o potencial econômico seja reconhecido e alguns grupos já atuam nesse sentido.

“Nós temos um grupo de pesquisa que estuda os geoglifos desde 2005. Esses grupos precisam ser fortalecidos e as diversas linhas de estudo devem ser investigadas. Essas atividades só trazem ganhos para a arqueologia do Acre”, afirmou.

Fonte: http://www.agencia.ac.gov.br/geoglifos-do-acre-um-potencial-turistico-mistico-a-ser-desvendado/ (17/09/2017)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

DNA revela os segredos dos antigos habitantes da Ilha de Páscoa

Ainda há mistérios a serem elucidados sobre os construtores dos moais da Ilha de Páscoa. TERRY HUNT

Não há restos genéticos do contato entre os rapanuis e os nativos americanos antes da chegada dos europeus

Por: MIGUEL ÁNGEL CRIADO

Os rapanuis, que povoaram a Ilha de Páscoa, não tiveram nenhum contato com os nativos americanos até a chegada dos europeus. Ou, se tiveram, isso não deixou rastro em seus genes. É o que afirma um estudo que analisou DNA antigo dos habitantes da ilha. Esses resultados questionam pesquisas anteriores que defendem que houve contato e que pode ter ocorrido vários séculos antes.

A história dos rapanuis como povo estava cheia de mistérios que a ciência vem revelando nas últimas décadas. A arqueologia estimou que chegaram à Ilha de Páscoa por volta do ano 1200 da nossa era. A genética demonstrou mais tarde que a teoria sobre sua origem polinésia estava certa. Mas esses navegadores que vieram do oeste se aventuraram ainda mais longe, até a América? Os ameríndios chegaram à costa da ilha? Ou nunca houve contato entre os rapanuis e os nativos americanos antes de os europeus começarem a visitar a ilha, a partir de 1722? E se nunca houve, como entre 6% e 8% de seus genes são de origem americana?

Pela primeira vez, um grupo de pesquisadores conseguiu estudar o DNA antigo de cinco rapanuis encontrados no sítio arqueológico de Anakena, no norte da ilha. Os cientistas conseguiram isolar o material genético de pequenos cortes de apenas 200 miligramas feitos nas costelas dos restos. Três deles foram datados como muito anteriores ao ano de 1722, em torno do século XIV-XV, e os outros dois pertenciam a indivíduos nascidos no século XIX ou no início do XX. Ou seja, tinham dados genéticos anteriores e posteriores à chegada dos ocidentais.

“Não encontramos evidênciaa de um fluxo de genes entre os habitantes da Ilha de Páscoa e os da América do Sul”, diz em um comunicado o antropólogo da Universidade da Califórnia em Santa Clara e principal autor do estudo, Lars Fehren-Schmitz. “Estamos realmente surpresos de não termos encontrado nada. Existem muitas pistas que apontam para essa possibilidade, tantas que estávamos convencidos de que encontraríamos evidências do contato anterior aos europeus com a América do Sul, mas não havia nada”, acrescenta.

Entre as pistas que sugeriam o contato estão os estudos náuticos sobre a viabilidade de navegar até a ilha a partir da costa americana com a tecnologia do passado, uma viagem de mais de 3.500 quilômetros. Também o enorme trabalho do antropólogo norueguês Thor Heyerdahl, que, empenhado em demonstrar que os polinésios realmente vieram da América, fez a mítica travessia do Kon-Tiki em meados do século passado. Alguns antropólogos sustentam que a cultura rapanui, criadora dos majestosos moais, tem mais a ver com os povos pré-colombianos do que com as outras ilhas polinésias. A evidência arqueológica mais forte é a presença de batata-doce em várias ilhas polinésias há quase 1.000 anos. Mas a pista mais conclusiva é que várias pesquisas recentes revelaram a presença de genes ancestrais americanos nos rapanuis atuais.

No entanto, este novo estudo, publicado na Current Biology, não encontra vestígios (uma porcentagem inferior a 1%) de genes ameríndios nos três rapanuis anteriores à chegada dos europeus. No entanto, eles encontraram tais genes nos dois posteriores e em porcentagens em torno de 6%, de acordo com trabalhos anteriores. Embora a possibilidade de contato cultural não possa ser descartada, “não deixou rastros genéticos”, diz Fehren-Schmitz.

O mexicano José Víctor Moreno Mayar é um dos que defendem que houve contato e miscigenação entre os dois povos antes da chegada dos europeus. Pesquisador de paleogenética do Museu de História Natural da Dinamarca, Moreno realizou um estudo há três anos cujos resultados o trabalho de Fehren-Schmitz agora questiona. A pesquisa de Moreno, publicada na mesma revista, analisou o genoma de 27 rapanuis atuais, encontrando 8% de genes americanos. Aplicando um modelo estatístico, concluíram que esses genes não entraram no povo rapanui com os europeus, mas muito antes: entre 1280 e 1495. A data mais baixa é apenas algumas décadas posterior à chegada dos polinésios à ilha.

“O trabalho de Fehren-Schmitz é uma pesquisa de grande valor, são os primeiros dados de DNA antigo dos rapanuis que são obtidos”, reconhece Moreno. No entanto, ele questiona a principal conclusão do trabalho, que considera “exagerada e precipitada”. A fragilidade reside, de acordo com o especialista mexicano, na proximidade temporal entre a data do possível contato e a datação dos restos analisados. “Se você tem um contato entre duas populações hoje e faz uma amostragem de indivíduos dessa população mista, você terá alguns indivíduos com a mistura genética e outros sem, uma vez que a miscigenação não é imediata. Com três amostras, é apressado descartar que houve um contato pré-colombiano entre nativos americanos e polinésios. A controvérsia será resolvida quando encontrarmos mais DNA antigo dos rapanuis”, conclui o pesquisador mexicano.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/10/12/ciencia/1507809539_142413.html (13/10/2017)

Las momias de Chinchorro

Las momias de Chinchorro, Chile

En un paisaje altiplánico de Sudamérica habitó la milenaria cultura Chinchorro, entre el 7.020 a.C. y el 1.500 a.C. Allí, en el extremo norte de Chile, se encuentran las momias más viejas del mundo.

Los chinchorros habitaron el litoral del desierto de Atacama, desde Ilo, Perú, hasta Antofagasta, Chile, y subsistieron gracias a la pesca y recolección de mariscos, la que como actividad se ha mantenido incluso hoy presente en la zona.

Este pueblo prehistórico se destaca por sus momias, que de acuerdo a estudios de carbono 14 son las más antiguas del mundo, con 7.000 años de antigüedad. Los chinchorros se adelantaron a las momias egipcias, cuyos orígenes se remontan al 3.400 a.C.

Las primeras momias fueron descubiertas a principios del siglo XX, durante excavaciones arqueológicas en la ciudad chilena de Arica, en la playa Chinchorro, de ahí también el origen del nombre con el que se bautizó a esta primitiva cultura.

Uhle, el primero
El descubrimiento de estos vestigios causó sorpresa, especialmente entre los científicos de la época. Uno de ellos fue Max Uhle, arqueólogo oriundo de Dresde, Alemania, que trabajó de manera prolífica en Bolivia, Chile, Ecuador y Perú.

Uhle es considerado un pionero de la arqueología sudamericana. Destacó con el descubrimiento de la cultura Moche, en el Antiguo Perú, pero también por ser el primero en estudiar y catalogar a las momias de Chinchorro.

En 1919, clasificó a las momias en tres categorías; las más comunes, las momias naturales, que no han sido intervenidas por humanos; luego, las de preparación compleja, que develan un trabajo taxidérmico profundo y, por último, las que fueron revestidas con una pátina de barro.

"Los primeros estudios de las momias de Chinchorro son de Max Uhle. Definitivamente fue un pionero en el desarrollo de este campo”, dice a DW el antropólogo físico Bernardo Arriaza, de la Universidad de Tarapacá, en Chile.

Arriaza también elaboró, en los años '80, una nueva clasificación, más desglosada, para estudiar a las momias, las que ordenó por colores: negras, las más antiguas, con revestimientos de pintura de manganeso; rojas, mucho más artísticas, rellenas con materiales, como huesos, lanas y plumas y, finalmente, las más simples, a las que solo se adicionaba una cubierta de barro.

Aguas peligrosas
Sean negras, rojas o simples, las momias de Chinchorro, todas juntas por sí, generan una gran interrogante: ¿Qué llevó a este pueblo a momificar a sus niños, hombres y mujeres?

Arriaza cree que la causa está en las aguas que bañaron a los chinchorros, porque "se ha detectado una gran cantidad de arsénico. Se encontraron 1.000 microgramos de arsénico por litro de agua, o sea 100 veces más de la norma que establece la OMS”, explica a DW el científico.

A causa del arsénico, los abortos espontáneos y partos prematuros aumentaron y la expectativa de vida no superaba los 25 años de edad. Ante la muerte descontrolada −que atacaba silenciosa bajo las aguas− los chinchorros pensaron en la momificación como una forma de superar la pérdida tan temprana de sus seres queridos.

"Con los abortos aparece el dolor maternal. Por eso, se cuida a esos bebés que, en cierta forma, son el futuro y se les momifica, pinta y ornamenta”, cuenta Arriaza.

Las momias más antiguas, de hecho, corresponden a recién nacidos y niños, encontrados en el Valle de Camarones, en el extremo sur de la Región de Arica y Parinacota, al norte de Chile, y donde también se registraron, en el agua, los índices más altos de arsénico.

Taxidermistas


Algo que llama la atención de los chinchorros tiene que ver con su práctica funeraria. Nunca hubo distinción de edad y sexo. "Todos eran momificados, incluso los fetos. Los cuerpos eran mantenidos en la comunidad por un tiempo, luego sepultados en tumbas poco profundas”, señala a DW el arqueólogo Calogero Santoro, de la Universidad de Tarapacá.

"Los chinchorros, cuando armaban y desarmaban un cuerpo, siempre lo hacían en la posición anatómica correcta. Casi nunca se equivocaron, porque eran excelentes taxidermistas”, explica Santoro.

Eso también hace pensar a los científicos que el trabajo de momificación no fue hecho por aficionados, sino más bien por especialistas. "La singularidad que le dan al cuerpo humano convierte a estas momias en verdaderas obras de arte prehispánicas. Uno se muere, lo entierran y no hay mayor tratamiento. Aquí hay toda una intención por preservar; un cariño por la gente y eso los vuelve únicos”, concluye Arriaza.

Al mundo
Para conservar este legado, se decidió postular a las momias para que sean declaradas Patrimonio de la Humanidad. También −y mientras se espera la respuesta de la Unesco− se construirá en Arica el Museo Antropológico San Miguel de Azapa, que espera exhibir en detalle esta milenaria cultura.

"Hay que resguardar esta sociedad que se adaptó al desierto más árido del mundo, el de Atacama, y que por miles de generaciones practicó la momificación a una escala compleja”, dice a DW Sergio Medina, antropólogo y Director de Extensión de la Universidad de Tarapacá.

Las momias siguen causando asombro. Además, los hallazgos de este tipo de cuerpos ocurren con frecuencia en el extremo norte chileno. En 2004, en una vieja casona de Arica, bajo suelo de madera, a no más de un metro de profundidad, se encontraron 50 momias, las que hoy son parte del Museo de Sitio Colón 10, ubicado en el mismo lugar del descubrimiento.

Natalia Messer (jov)

Fonte: http://www.dw.com/es/las-momias-de-chinchorro/a-40337490

Investigadora del INAH desmitifica sacrificio humano entre los mexicas

México, (Notimex).- La práctica del sacrificio humano entre los mexicas es una verdad irrefutable, de acuerdo con fuentes históricas y arqueológicas, sin embargo, los descubrimientos desde hace poco más de un siglo matizan en mucho lo descrito por conquistadores y frailes españoles en sus crónicas.

Así lo señaló la arqueóloga Ximena Chávez Balderas, quien gracias a su análisis pormenorizado de los materiales óseos recuperados en el Templo Mayor de la antigua Tenochtitlan, se ha convertido en una de las principales especialistas sobre el fenómeno sacrificial en la cultura mexica.

Tras publicar un libro sobre las exequias que tenían lugar en este recinto para despedir a los difuntos de alto rango, de los que sólo se han registrado cinco individuos cremados, Ximena Chávez Balderas se dio a la tarea de abordar la otra cara de la moneda: las víctimas ofrendadas.

La investigadora del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) sostiene que la negación del sacrificio entre los mexicas radica en el equívoco de tomarlo como una medida del grado de civilización, siendo que ésta fue una práctica religiosa común para las culturas mesoamericanas, y del mundo en general.

“En esencia y como la propia etimología señala, el acto de sacrificar significa hacer sagrado, convertir un ser humano o un animal en un medio de comunicación con lo sagrado, a partir de su destrucción”, menciona como una nota al margen, antes de abordar su nueva publicación, basada en la investigación por la que obtuvo en 2013 el Premio INAH Javier Romero Molina, a la Mejor Tesis de Maestría en Antropología Física.

El objeto de análisis del libro “Sacrificio humano y tratamientos postsacrificiales en el Templo Mayor de Tenochtitlan”, editado por el INAH, son 99 individuos decapitados y dos infantes recuperados en 26 ofrendas y en el relleno constructivo de esta edificación, principalmente en la plataforma que correspondía al adoratorio del dios de la guerra, Huitzilopochtli, y algunos procedentes de la plaza principal frente a éste.

Este centenar de individuos fue recuperado de las etapas constructivas del Templo Mayor que datan de los periodos de mayor expansión del imperio mexica, los de Axayácatl, Tízoc y Ahuízotl, entre 1469 y 1502. La mayoría de estos contextos arqueológicos salieron al descubierto en la segunda mitad del siglo XX, y se intensificaron a partir de 1978 con la instauración del Proyecto Templo Mayor.

La arqueología ha confirmado que luego del sacrificio, mientras los cuerpos de los inmolados iban a parar probablemente al remolino de Pantitlán o al calpulli (barrio), sus cabezas permanecían en el recinto sagrado de Tenochtitlan. Este segmento anatómico se convertía entonces en un elemento transmutable en significados, como explica la maestra Ximena Chávez Balderas.

Así, mientras en un primer momento los cráneos expuestos en el tzompantli aludían al carácter intimidatorio del Estado expansionista mexica, o al Árbol de calabazas, símbolo de la fertilidad, tiempo después eran divinizados.

Chávez Balderas abunda que huellas observadas en algunas de las llamadas máscaras-cráneo, indican un uso anterior posiblemente como pectorales o para ser exhibidos en otros edificios. Una vez convertidas en representaciones de los dioses mexicas, estos cráneos se colocaban como parte de ofrendas que en sí mismas simbolizan cosmogramas.

Hay evidencias que permiten proponer que al menos, las cabezas cercenadas de diversas ofrendas se obtuvieron en un mismo ritual y fueron enterradas de forma simultánea. “También es factible que más depósitos sean contemporáneos, en cuyo caso la cantidad de víctimas dista mucha de aquella registrada en las fuentes históricas”, señala la experta.

Destaca el conocimiento de la anatomía humana que tenían los especialistas rituales mexicas, saberes que probablemente pasaron de una generación a otra, incluso antes de arribar a la Cuenca de México. La estandarización de las técnicas de decapitación así lo confirma.

Actualmente, la candidata al doctorado por la Universidad de Tulane, trabaja en un estudio comparativo entre las prácticas sacrificiales y los tratamientos póstumos en humanos y en animales.

Para ello ha incorporado a su análisis a los individuos recuperados durante la séptima temporada del Proyecto Templo Mayor en la Plaza Oeste, incluidos más de tres mil fragmentos óseos; y una gran cantidad de restos de animales (caso de la Ofrenda 126 hallada bajo el monolito de Tlaltecuhtli).

Fonte: http://yucatan.com.mx/imagen/arqueologia/investigadora-del-inah-desmitifica-sacrificio-humano-los-mexicas (10/10/2017)

sábado, 7 de outubro de 2017

Los enigmáticos e imponentes monumentos de Marcahuamachuco


Los vecinos se enorgullecen cuando presentan a Marcahuamachuco como la Machupicchu de la sierra norte del Perú, mientras que los jóvenes aseguran que sus construcciones bien podrían servir como escenario para Games of Thrones. Ambos tienen razón pero nadie se pone de acuerdo a la hora de explicar el por qué este enigmático y monumental recinto arqueológico no se ha convertido en el epicentro turístico del norte peruano.

Redacción LR

Marcahuamachuco reúne todas las condiciones para convertirse en un gran atractivo turístico: sus colosales construcciones de piedra se alzan sobre la cima de una montaña sobre los 3.600 metros sobre el nivel del mar rodeadas por abismos naturales, extensas murallas y un panorama de gran impacto paisajístico.

Está ubicado a sólo tres kilómetros de Huamachuco, una ciudad que cuenta con los servicios básicos y cierta prosperidad por los cercanos yacimientos mineros. Y se llega luego de un viaje de cuatro horas desde Trujillo.

Sin embargo, Marcahuamachuco sólo recibió 13 mil visitantes durante el año pasado, de los cuales apenas el 1 por ciento eran extranjeros.

Su historia alimenta el enigma. Desde comienzos del siglo pasado, Marcahuamachuco fue investigado por Max Ulhe y Julio C. Tello -ambos considerados los padres de la arqueología peruana. A mediados del siglo XX se realizaron investigaciones arqueológicas a cargo de Theodoro McCown y en los años 80 por los esposos Theresa y John Topic.

No obstante, sus orígenes siendo siendo un misterio y todo un atractivo para los arqueólogos. En su vecindad existen restos con clara influencia Chavín, pero los investigadores coinciden en la clara influencia Caxamarca, Recuay y Wari que dejan entrever sus construcciones.

Lo cierto es que cuando los incas llegaron a la zona, Marcahuamachuco ya era una reliquia, así como su vecino monumentos Cerro Miraflores, mientras que Wiracochapampa fue un modelo de urbe prehispánico que nunca se llegó a poblar.

Poco después llegaron los conquistadores españoles y casi no tocaron el recinto. Pero en las últimas décadas sus espacios fueron trastocados por agricultores y pastores.

Los agentes 007
Las cosas cambiaron con el nuevo siglo: desde el 2005 la Unidad Ejecutora 007 del Ministerio de Cultura viene realizando importantes obras de conservación y puesta en valor en Marcahuamachuco, Cerro Miraflotres y Wiracochapamapa. Más recientemente las labores se aplicaron en los espacios conocidos como las Torres Rectangulares y Las Monjas, ésta última llamada así porque existía el criterio popular de que se trataba de un acllahuasi o palacio dedicada a las elegidas del Inca.

“Por ahora las labores están referidas a recuperar estos sitios arqueológicos. Si bien se realizan campañas locales que buscan la identificación de los pobladores con los sitios arqueológicos, también se buscan considerar el turismo como una posibilidad de desarrollo económico alterno a labores extractivas que son tan comunes en esta parte de la región”, nos dice el arqueólogo Marco López Cervantes, quien forma parte de los “agentes 007” encargados de las labores científicas en Marcahuamachuco.

Añade que las labores de puesta en uso social continúan previo diseño de expedientes técnicos, labor que recae en la Oficina de Gestión de Proyectos y la Oficina de Planeamiento y Presupuesto. “La primera diseña todos los aspectos técnicos del expediente técnico referidos al sector a intervenir, por ejemplo, las unidades de excavación, las propuestas en intervención de conservación en los muros, la planimetría, incluso el circuito de visitas, mientras la otra oficina hace los cálculos y estimaciones de los gastos que se realizarán”.

Lo cierto es que en paralelo a las tareas de conservación y puesta en valor del monumentos, Marcahuamachuco merecería la instalación de un teleférico siguiendo la exitosa experiencia de las telecabinas en Kuélap. Los turistas compartirían el asombro por el paisaje y por un monumento que se proyecta como el epicentro turístico de la sierra norte del Perú.

Fonte: http://larepublica.pe/peru-sorprendente/1079509-los-enigmaticos-e-imponentes-monumentos-de-marcahuamachuco-video

Arqueólogos descubren en Guatemala el sepulcro más antiguo de un gobernante maya

Palacio de la acrópolis en la ciudad Maya de El Perú-Waka en el norte de Guatemala. (Mapa de Damien Marken).

Un grupo de arqueólogos descubrió en la ciudad maya de El Perú-Waka (norte de Guatemala), la tumba más antigua hasta el momento de un gobernante maya.

El anuncio lo hizo el vicedirector de investigación y profesor de antropología de la Universidad de Washington en St. Louis, David Freidel.

David Freidel.

"El maya clásico veneraba a sus gobernantes como divinos y los trataba como almas vivientes después de la muerte. La tumba de este rey ayudó a hacer del palacio real de la acropolis un lugar sagrado, un lugar de majestad, en los comienzos de la historia de la dinastía Waka. Es como los antiguos reyes sajones de Inglaterra, enterrados en el 'Old Minster', la iglesia original debajo de la catedral de Winchester". dijo David Freidel.

La tumba descubierta por los arqueólogos del Proyecto Arqueológico Waka, compuesto por especialistas guatemaltecos y estadounidenses, data de los años 300-350 d.C. De esa forma, este es el sepulcro clásico más antiguo encontrado hasta el momento en la región de Petén, en el norte de Guatemala.

La tumba número 80 durante las excavaciones arqueológicas. Los restos óseos del gobernante maya aparecen junto a varios recipientes cerámicos a modo de ofrendas. FOTO: JUAN CARLOS PÉREZ, CORTESÍA DEL PROYECTO ARQUEOLÓGICO EL PERÚ-WAKA Y DEL MINISTERIO DE CULTURA Y DEPORTES DE GUATEMALA.

'Waka' fue una de las dinastías mayas más antiguas que se estableció en el segundo siglo d.C. Los restos del gobernante hallados en el mausoleo, supuestamente pertenecieron a Te' Chan Ahk, un conocido rey Waka que gobernó durante el siglo IV d.C.

Los arqueólogos identificaron que el mausoleo pertenecía a un miembro de la realeza por la presencia de una máscara de jade, que representa al gobernante como el dios del maíz. Los reyes mayas eran retratados regularmente imitando al dios del maíz.

Máscara de jade pintada de rojo con cinabrio. Imita el rostro del difunto y su frente protuberante recuerda al dios maya del maíz.

También, se encontraron en el sepulcro 22 vasos de cerámica, conchas de Spondylus, adornos de jade y un colgante de concha tallado en forma de un cocodrilo. Los restos de Te' Chan Ahk y algunos adornos como la máscara fueron pintados con un tinte rojo brillante.

De acuerdo con los científicos, es posible que desde el 600 d.C. los miembros de la comunidad hayan entrado para venerar los restos y es posible que los huesos fueran pintados precisamente en esa ocasión.

Fonte: http://www.historiayarqueologia.com/2017/09/arqueologos-descubren-en-guatemala-el.html (17/09/2017)

domingo, 1 de outubro de 2017

Confirman hallazgo de una “gran edificación” en las ruinas de Tiahuanaco en Bolivia

Foto: Ruinas de Tiahuanaco (Internet, ABI)

El arqueólogo de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco), José Ignacio Gallego, confirmó el miércoles el hallazgo de una “gran edificación” en las ruinas de la cultura tiahuanacota, una de las más longevas de América.

En conferencia de prensa, dijo que ese hallazgo fue comprobado luego de tres sondeos de excavación, trabajo que se coordinó con el Centro de Investigaciones Arqueológicas, Antropológicas y Administración de Tiwanaku (CIAAAT).

“Hemos podido comprobar tras tres sondeos de excavación: uno en Akapana y dos en Tiwanaku que existe una edificación grandiosa que podría ser un barrio o un gran palacio”, señaló.

Por su parte, el director del Museo de Tiahuanaco, Julio Condori, explicó que los sondeos de excavación fueron realizados en dos meses y “permitirán planificar (otras) excavaciones”, estos últimos con una inversión del municipio de Tiahuanaco. Además, dijo que ese trabajo permitió definir dos esquinas de la gran edificación que permitirán conocer su tamaño.

Por su parte, el viceministro de Turismo, Ricardo Cox, expresó su satisfacción por el nuevo descubrimiento, tras más de 50 años de paralización de las excavaciones en esa región andina, situada en el departamento de La Paz.

“Se ha verificado el día de hoy un importante descubrimiento de, justamente, las edificaciones de todo lo que supone la arqueología en la gran pirámide que está todavía enterrada en gran proporción en Tiahuanaco”, dijo.

El Ministerio de Culturas, en una nota institucional, dijo que “la construcción es grandiosa” es “similar a Putini” o el Palacio de los Sarcófagos, como lo denominó el arqueólogo Arthur Posnansky, quien fue uno de los primeros en estudiar la cultura tiahuanacota.

Fonte: http://eju.tv/2017/09/confirman-hallazgo-de-una-gran-edificacion-en-las-ruinas-de-tiahuanaco-en-bolivia/ (13/09/2017)

Descubren los restos de una plataforma ceremonial que podría pertenecer a la ciudad perdida de Paititi

El explorador Diego Cortijo, a cargo de la expedición – ABC. Servimedia - abc_cultura Madrid

Tras más de siete años explorando el corazón de la selva peruana, Diego Cortijo y su equipo han dado con esta evidencia en la frontera con Brasil y Bolivia

El explorador y miembro de la Sociedad Geográfica Española (SGE) Diego Cortijo, acompañado de la arqueóloga Geanette Guzmán, han descubierto las ruinas de una plataforma en forma de pirámide de uso ceremonial construida en la época preinca y reutilizada hasta el periodo inca en la frontera con Brasil y Bolivia.

Tras más de siete años explorando el corazón de la selva peruana y «toda una vida buscando respuestas» sobre los mitos de la antigüedad, como la existencia de la ciudad de Paititi, ambos arqueólogos dieron con los restos de un complejo en la Reserva Comunal Amarakaeri, en la frontera con Brasil y Bolivia en su más reciente expedición.

Según informó la Sociedad Geográfica Española (SGE), el descubrimiento de estos restos arqueológicos en esta zona de la selva amazónica determina la presencia de este pueblo precolombino en esta área y abre la puerta a un nuevo paradigma sobre esta cultura y una nueva zona de exploración.

Nuevas rutas
En 2012, Cortijo y los nativos amarakaeri descubrieron un rostro en piedra, conocido en la tradición nativa como «Amana», lo que empujó al equipo a seguir buscando en esa selva algunos lugares arqueológicos a los que se seguían refiriendo las comunidades nativas de la zona. Año tras año, Cortijo abrió nuevas rutas de exploración de la mano de los nativos, e incentivó entre las familias amarakaeri la recuperación del patrimonio y la puesta en valor de unos lugares que se habían perdido en la memoria.

Tras el hallazgo, Cortijo y las comunidades locales de Perú han pedido a la Administración peruana que cree un área de protección especial alrededor de lugares sagrados como el encontrado y que otorgue a la Reserva Amarakaeri la categoría de bien cultural a proteger. El de Cortijo fue el primer proyecto de investigación arqueológica en la Reserva Amarakaeri, una zona de especial protección por su diversidad biológica que hasta ahora se había mantenido inaccesible para la investigación científica.

Fonte: http://www.abc.es/cultura/abci-descubren-restos-plataforma-ceremonial-podria-pertenecer-ciudad-perdida-paititi-201709151436_noticia.html

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Para que serviam e quem desenhou os geoglifos milenares da Amazônia?

Um grupo de cientistas acredita ter encontrado a explicação para criação dos antigos geoglifos por povos antigos na Amazônia.


Geoglifos são zonas terrestres com grandes figuras geométricas. Segundo o comunicado de imprensa da Universidade de Helsinque (Finlândia), essas figuras – de 1 a 3 mil anos de idade – tinham finalidade metafísica e eram usadas nos cultos dos povos indígenas locais.

Até hoje, pesquisadores encontraram cerca de 500 geoglifos do Acre, que foram batizados assim por estarem localizados em sua maioria no estado brasileiro acima citado. Estas misteriosas formas geométricas podem alcançar vários metros de profundidade e ocupar áreas de centenas de metros quadrados. Qual seria a finalidade de criação dessas figuras gigantescas? Investigadores de todo o mundo tentam encontrar resposta para esta charada.


Em um trabalho conjunto, cientistas da Universidade de Helsinque e da Universidade de São Paulo estudaram as formações pré-coloniais a partir do ponto da vista da arqueologia antiga da região e das crendices dos povos locais.

Segundo o estudo, os povos indígenas desta região se consideram iguais aos outros seres da natureza. Em se tratando das gigantescas figuras na terra, elas eram desenhadas para reforçar a ligação entre a vida humana com o meio ambiente e com as gerações passadas.


Os padrões geométricos dos geoglifos foram inspirados nos padrões de peles dos animais e também podem ser encontrados em cerâmicas, joias e objetos de artesanato modernos. Esses padrões, de acordo com as crenças amazônicas, têm a capacidade de proporcionar às pessoas as qualidades e habilidades desejadas, tais como fertilidade, conhecimento ou poder.

Os povos indígenas contemporâneos do estado do Acre ainda continuam protegendo esses geoglifos como locais sagrados e, ao contrário de outros habitantes da área, evitam usar esses lugares para atividades mundanas, como construção de moradias ou agricultura.

Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo_insolito/201709059280650-geoglifos-misterio-amazonia-indigenas-fotos/ (05/09/2017)

Descubren contextos funerarios y pinturas Inca en Machu Picchu

Hallazgos se realizaron en la parte media y alta del cerro Intipata o Torrepata, camino al santuario Inca de Machu Picchu. (Foto: Andina)

Especialistas de la Dirección Desconcentrada de Cultura de Cusco (DDCC) encontraron también Wakas y lagunillas

El parque arqueológico de Machu Picchu ubicada en la provincia cusqueña de Urubamba, no deja de sorprender a investigadores y especialistas, porque recientemente se hallaron pinturas, contextos funerarios, wakas o ceremoniales de la época Inca, se informó.

Los hallazgos se realizaron durante los trabajos de mantenimiento y exploración que realiza la Dirección Desconcentrada de Cultura de Cusco (DDCC) en la parte media y alta del cerro Intipata o Torrepata, camino al santuario Inca de Machu Picchu.

En diálogo con la Agencia Andina, el arqueólogo Francisco Huarcaya Quispe, responsable de la red de Caminos Inca, confirmó que encontraron contextos funerarios, bajo uno abrigos rocosos pinturas antropomorfas, de camélidos, líneas zigzagueantes, puquios, miradores, entre otros.

Especificó que bajo una roca de ocho metros de profundidad y 12 de longitud, orientada de este a oeste, yacen estas pinturas de color rojo, con la figura humana, con figuras de camélidos, círculos, cuadrados, líneas rectas, todas de color rojo que con los siglos no se borraron.

Con respecto a los entierros, dijo que hay osamentas humanas y fragmentos de cerámica de la época Inca, que serán analizados para determinar sus características antropomórficas. Asimismo, indicó que la Wakas con espacios ceremoniales, estarían asociadas a los apus las montañas sagradas como el Machu Picchu, Huayna Picchu, Putucusi, Wiscachani y Llactapata.

En la cumbre del mismo cerro, se registró una roca tallada y pulida en ambos extremos, probablemente en proceso de acabado, que está orientada hacia el nevado Wakaywillka. Esta roca está asociada a lagunillas y ojos de agua que forman parte del paisaje arqueológico de esta zona.

El espacio habría sido probablemente para rituales, según explica el arqueólogo, nuestros antepasados dieron ofrendas a las montañas, hacia los valles para que tengan mayor rebaño de camélidos, buena cosecha de maíz, buena salud, y sobre todo la protección.

Ambos hallazgos se hallaban cubiertos por densa vegetación que durante años creció en la zona y que fueron hallados durante los trabajos de mantenimiento que ejecuta en forma permanente el personal de la DDCC.

“Este hallazgo es un aporte fundamental e importante para nuestra región, porque sigue habiendo nuevos descubrimientos a nivel superficial y todo esto se expondrá en un libro que se está elaborando”, concluyó.

Andina
Fonte: http://elcomercio.pe/peru/cusco/descubren-contextos-funerarios-pinturas-inca-machu-picchu-noticia-453109 (25/08/2017)

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O Monte da Serpente

Saiu a 41ª crônica da Coluna "América Misteriosa", do Jornal Página 3 de Balneário Camboriú!!!
Passa lá para conferir!!!


Link:http://www.pagina3.com.br/coluna/americamisteriosa

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Comienzan nuevas excavaciones en Tiwanaku

Arqueólogos excavarán en zonas aledañas a las del sitio, donde se cree hay restos. En los siguientes meses se realizarán sondeos.

Vista aérea de la pirámide de Akapana y otras estructuras. Foto: Pedro Laguna
La Razón Digital / Jorge Soruco / La Paz


El Centro de Investigaciones Arqueológicas, Antropológicas y Administración de Tiwanaku (CIAAAT) empezó esta semana excavaciones de sondeo alrededor de la pirámide de Akapana con el objetivo de determinar puntos dónde investigar en el futuro.

“Con esto pensamos confirmar y determinar qué tipo de patrimonio arqueológico se encuentra aún enterrado en el sitio arqueológico”, explicó el director del centro, Julio Condori. Estos trabajos son continuación de la prospección que se realizó en el municipio de Tiwanaku con un dron y satélites equipados con tecnología de punta que permitió escanear el yacimiento arqueológico, realizado como parte del plan de manejo del sitio patrimonial, con la colaboración de la Unesco.

Ese estudio reveló que la extensión de la zona patrimonial es superior a 600 hectáreas, seis veces más grande que las 140 que se consideraba que ocupaba el yacimiento tiwanacota. El informe y los resultados se presentaron en mayo de este año. Los expertos que trabajaron en el proyecto informaron entonces que lo que se levantaba en la zona era una ciudad de gran importancia.

Sitio. Vista de la pirámide desde su lado norte. Foto: Pedro Laguna

“Lo que ahora tenemos que hacer es planificar cuidadosamente el plan de trabajo de investigación para los siguientes años. Es por eso que esta semana iniciamos la exploración en diversos puntos del municipio, para ver dónde debemos enfocarnos y a qué profundidad tenemos que trabajar”, agregó el director.

Según el plan presentado esta semana, los arqueólogos realizarán las excavaciones en el sector sureste de la pirámide Akapana y en zonas que están fuera del área tradicional del sitio, aunque aledañas a ésta, pero que según el estudio de Unesco también tiene patrimonio enterrado.

Además del sondeo, los expertos trabajarán en la restauración de una parte de la sección norte de la pirámide tiwanacota. Condori indicó que esta parte del trabajo se ha dividido en dos fases. Primero, se dedicarán dos meses a una investigación que comprende la excavación, la conservación del material recuperado y su restauración, si ésta es necesaria. Posteriormente los arqueólogos tendrán otros 30 días para procesar la información.

Los resultados se presentarán mediante una conferencia de prensa en el Ministerio de Culturas, instancia que forma parte del directorio de CIAAT.

Para este trabajo se están invirtiendo Bs 405.000. La financiación proviene de los ingresos que dejan los visitantes al sitio arqueológico.

Dependiendo de los resultados obtenidos en estas investigaciones se determinará cuales serán los cronogramas de trabajo para los siguientes 10 años en la zona. Esto incluye tanto la excavación como la reconstrucción de las estructuras enterradas y la preservación del material.

Fonte: http://www.la-razon.com/la_revista/cultura/cultura-tiwanaku-excavaciones_0_2771122889.html (25/08/2017)

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Geoglifos de Chug Chug en Atacama son traspasados a comunidades


Autor: Karen González T.

Según la ministra de Bienes Nacionales, la finalidad de la concesión es “proteger este sitio arqueológico de importancia mundial y valor patrimonial excepcional para la humanidad”.

Los Geoglifos de Chug Chug, ubicados a 35 km de Calama, en pleno desierto de Atacama, es uno de los sitios arqueológicos más importantes del país y el segundo con mayor número de las ancestrales representaciones después de los Geoglifos de Pintados, en la Pampa del Tamarugal (Tarapacá). En 19 mil hectáreas, se distribuyen más de 560 figuras de gran tamaño y visibles a gran distancia, que dan cuenta del intenso uso que las comunidades indígenas de la zona, principalmente atacameñas y aymaras, le dieron a esta ruta desde épocas prehispánicas, hasta el mismo siglo XX.

Debido a su valor, que algunas organizaciones han comparado con el de los geoglifos de Nazca (Perú) es que el Ministerio de Bienes Nacionales (BB.NN.) decidió entregar una concesión gratuita de cinco años de duración a dos comunidades indígenas para su administración.

Según la ministra de la cartera, Nivia Palma, la finalidad de la concesión es “proteger este sitio arqueológico de importancia mundial y valor patrimonial excepcional para la humanidad”. Estas dos comunidades indígenas han tenido “ocupaciones ancestrales sobre el territorio”, por lo que “paralelamente estamos tramitando una concesión de largo plazo que permita la creación de un parque como un aporte para miles de estudiantes y turistas que visitan esta asombrosa zona”, agrega.

En total, son 15 mil hectáreas que se reparten entre las comunas de María Elena y Calama, que serán administradas por las comunidades indígenas Aymara de Quillagua y Atacameña Chunchuri, con fines de investigación, conservación y puesta en valor patrimonial de los ancestrales polígonos.

Como explica Tomás Sepúlveda, director de Proyectos de la Fundación Desierto de Atacama, entidad que también participa del proyecto, “estos geoglifos están siendo amenazados y destruidos por distintas acciones: autos que se suben a los cerros a hacer rally, la actividad minera y también por el turismo informal. Por eso es fundamental este paso para entregar una mejor protección”.

El presidente de la comunidad Aymara de Quillagua, Víctor Palape, explica que “llevamos dos años trabajando con la comunidad de Chunchuri para poder proteger de forma efectiva este patrimonio que nos dejaron nuestros abuelos, que son todos los pueblos que vivían en el alto El Loa”.

Fonte: http://www.latercera.com/noticia/geoglifos-chug-chug-atacama-traspasados-comunidades/ (28/08/2017)

sábado, 9 de setembro de 2017

2000: descifrando el lenguaje de los mayas

El 27 de agosto de 2000 un reportaje publicado en Prensa Libre daba a conocer aspectos relevantes sobre el lenguaje que hablaban los habitantes de mesoamérica.

Por Hemeroteca PL


Alrededor del 90 por ciento de los escritos en que los mayas registraron hechos relevantes de sus historia ya se han logrado descifrar, asegura Federico Fahsen Ortega, epigrafista guatemalteco.

A 24 años de haberse iniciado, "por azar", como estudioso del lenguaje glífico maya, Fahsen es toda una autoridad mundial sobre el tema. La epigrafía, según definen los expertos, es una ciencia afín a la arqueología, cuyo propósito es descifrar inscripciones.


Dominar el método
El grupo maya que habitó en buena parte de lo que ahora es México, Guatemala, Belice y Honduras hablaba cho'l o cho'lano. En cambio, los de la península de Yucatán, México, se comunicaban en yucateco.

Según Fahsen, no es difícil aprender a leer glifos grabados en templos, monolitos o estelas. Sin embargo, antes de ello, es requisito dominar las 84 sílabas básicas que utilizaban los escribanos de los antiguos gobernantes.

El cho'l se lee de izquierda a derecha. Casi todas sus inscripciones comienzan con una fecha y luego hay información relacionada con ese dato. Posteriormente, la fórmula es como en otros idiomas: sujeto, verbo y predicado.

Los significados
El lenguaje glífico estaba reservado para la elite gobernante o relacionada con ésta. Mientras, la gran mayoría de la gente era analfabeta.

Para quienes no sabían leer, estaban reservados los mensajes tallados en estelas. "Ahí podían ver a su gobernante, quien, por lo general, tiene armas en las manos y bajo sus pies un prisionero", anota Fahsen. El experto refiere haber leído muchas frases de exquisito significado. Entre ellas "u hun tan": `mi querida hija".

Para mencionar la muerte de alguien dejaron la inscripción "u sak nik nal", que puede traducirse como "su blanco espíritu voló".


De sacerdotes a expertos
Los mayas guatemaltecos dejaron registro en glifos hasta alrededor del año 900 dC., más de seis siglos antes de que llegaran los españoles.

Los sacerdotes que acompañaron a los conquistadores ayudaron al sometimiento de la población que encontraron en las nuevas tierras. Para comunicarse con ésta, comenzaron a elaborar diccionarios.

En la actualidad, ese trabajo está reservado para los expertos, quienes lo aprenden casi por iniciativa propia.

Fahsen está convencido de que es necesario preparar nuevas generaciones de epigrafistas.

"Ellos, sin duda, serán los encargados de descifrar el 10 por ciento de lo escrito por los mayas y cuyo significado aún es secreto", dice Fahsen.

Perfil del experto
Federico Fahsen Ortega nació en la capital de Guatemala el 17 de noviembre de 1936. Es licenciado en arquitectura por la Universidad del Sur, de California, Los Angeles, EEUU. Además, es master en Planeamiento Urbano y Regional por la Universidad de California, Barkeley.

Desde 1980, es miembro del Consejo Fiduciario de la Fundación de la Universidad del Valle de Guatemala.

Arquitecto Federico Fahsen, epigrafista. (Foto: Hemeroteca PL)

Ha publicado una serie de textos en español e inglés, relacionados con los mayas. Entre otros, "Notas sobre la secuencia dinástica de Machaquilá", "Los personajes de Tikal en el Clásico Temprano", así como "Derivaciones históricas implícitas en la evolución de la escritura maya".

Fonte: http://www.prensalibre.com/hemeroteca/descrifando-el-lenguaje-de-los-mayas-en-2000 (26/08/2017)

sábado, 2 de setembro de 2017

Catamarca se prepara para el Congreso Nacional de Estudiantes de Arqueología

Foto: En el marco de los 30 años de la carrera Arqueología de la UNCA.

El Congreso congregará a alumnos de todo el país, además de Bolivia, Perú, Chile y Brasil.

Del 19 al 22 de septiembre y con motivo de cumplirse 30 años del inicio del dictado de la carrera licenciatura en Arqueología en la Universidad Nacional de Catamarca, se llevará a cabo el Congreso Nacional de Estudiantes de Arqueología, que congregará no sólo a alumnos de todo el país, sino también de Bolivia, Perú, Chile y Brasil.

Según anticipó Valeria Espiro, secretaria académica de la Escuela de Arqueología, habrá charlas, conferencias y se dará un lugar privilegiado a las ponencias de los estudiantes -quienes ya presentaron sus trabajos- y a miembros de las comunidades indígenas.

"El congreso se organiza por mesas temáticas, que se agrupan por problemáticas regionales o de índole identitaria o cultural vinculadas a los pueblos originarios. En ese sentido, los organizadores convocaron a una mesa redonda a representantes de pueblos originarios, que van a tomar parte de las discusiones. Habrá delegados del Consejo de Participación Indígena como Virgina Cruz; el cacique de la Comunidad Indígena de Aconquija, un cacique de Santa María y otro proveniente de Tafí del Valle, Tucumán. Quien moderará esta mesa será una exdocente y egresada de la carrera, Carina Jofré, quien además de ser arqueóloga es comunera en una colectividad indígena de San Juan”, indicó Espiro.

Cabe señalar que el 10 de diciembre de 2016 se cumplieron 30 años de la ordenanza de creación de esta escuela universitaria, que en un primer momento sólo dictaba la carrera de Arqueología. Este año se cumple también el 30° aniversario del inicio de dictado de clases de la licenciatura en esta especialidad.

Fonte: http://www.elesquiu.com/cultura-y-espectaculos/2017/8/24/catamarca-prepara-para-congreso-nacional-estudiantes-arqueologia-258298.html (24/08/2017)

Recuperan monumento arqueológico Qoriwayrachina en Machu Picchu


El titular de la Dirección Desconcentrada de Cultura de Cusco, Vidal Pino Zambrano, dio inicio a los trabajos de recuperación integral del Monumento Arqueológico de Qoriwayrachina, ubicado en el Parque Arqueológico Nacional de Machu Picchu, a la altura del Km. 88 de la línea férrea que conecta desde Cusco.

Este proyecto contempla la restauración y puesta en valor de sistemas de andenerías, estructuras arquitectónicas prehispánicas, muros de contención y muros de defensa ribereña de la época inca, huaca ceremonial, estribos del puente inca, puente peatonal, escalinatas, remodelación de la caseta de control, vías de acceso e investigaciones arqueológicas en toda esa zona.

Estos trabajos se desarrollarán durante los próximos cinco años, con un inversión de 10 millones 108 mil soles, provenientes de la recursos propios de la Dirección Desconcentrada de Cultura de Cusco.

"Este es uno de los proyectos más importantes que se pone en marcha para recuperar este monumento arqueológico que fue duramente afectado por el río Vilcanota durante las emergencias del año 2010", indicó el funcionario de Cultura.

El estribo izquierdo del puente inca de Qoriwayrachina, es el más afectado por las aguas del río Vilcanota, ya que se perdieron varias piezas líticas que fueron arrasadas por las turbulentas aguas. Actualmente se han colocado bolsas de arena para evitar que el puente colapse.

Durante el inicio de los trabajos, el director de la entidad cultural refirió que los pobladores de los caseríos aledaños se beneficiarán con puestos de trabajo, de acuerdo a sus calificaciones o especialidades.

Fonte: http://portaldeturismo.pe/index.php/noticia/recuperan-monumento-arqueologico-qoriwayrachina-en-machu-picchu (24/08/2017)

A Balsa Muísca - A cerimônia do Eldorado

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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Gran expectativa por llegada del busto con el rostro de la Señora de Cao


La réplica de la sacerdotisa es paseado por el distrito de Magdalena de Cao

Textos: Redacción » Fotos: Cristina Aguilar

Gran expectativa se vive en el distrito de Magdalena Cao, ubicado en la provincia de Ascope, por la llegada y entrega simbólica del busto de la Señora de Cao.

El busto con el rostro de la Señora de Cao será entregada a la comunicad de Magadalena de Cao en el Complejo Arqueológico El Brujo.

Las principales autoridades de la región La Libertad vienen participando de un pasacalle por Magdalena de Cao donde pasean el busto de la Señora de Cao en el anda ceremonial.

En este pasacalle participan el alcalde de Magdalena de Cao, Jhon Vargas; el alcalde provincial de Trujillo, Elidio Espinoza; el gobernador regional de La Libertad, Luis Valdez; Fernando Armas, prefecto regional de La Libertad, entre otros.

HISTORIA
Regulo Franco, arqueólogo descubridor de la Señora de Cao, brindó detalles de esta poderosa líder de la élite Mochica hace 1700 años atrás.

Cabe destacar que se realizó una presentación del proceso llevado a cabo para producir la reconstrucción facial forense y la réplica del cuerpo momificado de la Señora de Cao. Esta exhibición se desarrolló en el Complejo Arqueológico El Brujo.

Fonte: http://diariocorreo.pe/edicion/la-libertad/gran-expectativa-por-llegada-del-busto-con-el-rostro-de-la-senora-de-cao-video-769902/1 (26/08/2017)

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Tesoros arqueológicos de Teotihuacán irán a museos de EE.UU.

Imagen referencial. En los últimos años en Teotihuacán se han realizado varios descubrimientos, pero de acuerdo con los arqueólogos y especialistas mexicanos falta mucho por descifrar de esta poderosa urbe que tuvo más de 20 kilómetros cuadrados y 100 000 habitantes. Foto: archivo AFP

Agencia DPA

La riqueza de la cultura prehispánica teotihuacana de México se exhibirá en Estados Unidos en la muestra 'Teotihuacán: ciudad de agua, ciudad de fuego', que se presentará en San Francisco y Los Ángeles, anunciaron este 22 de agosto del 2017 los organizadores.

La muestra exhibirá piezas emblemáticas de esta enigmática cultura mexicana, junto con otras halladas en excavaciones más recientes hechas en esa zona arqueológica, la más visitada de México y que se localiza unos 50 kilómetros al noreste de Ciudad de México.

'Teotihuacan, city of water, city of fire' reúne 250 piezas pertenecientes a la zona arqueológica y al Museo Nacional de Antropología, anunció Enrique Ortiz Lanz, coordinador de exposiciones del Instituto Nacional de Antropología e Historia de México.

La exhibición se podrá apreciar del 30 de septiembre al 11 de febrero en el Museo de Young, que depende del Museo de Bellas Artes de San Francisco. Luego se presentará en el Museo de Arte del Condado de Los Ángeles (LACMA), entre el 25 de marzo y el 15 de julio de 2018.

En los últimos años en Teotihuacán (tiempo 150 a.C.-650 d.C.) se han realizado varios descubrimientos, pero de acuerdo con los arqueólogos y especialistas mexicanos falta mucho por descifrar de esta poderosa urbe que tuvo más de 20 kilómetros cuadrados y 100 000 habitantes. Hasta ahora apenas han sido explorados poco más de ocho kilómetros cuadrados.

Pese a los hallazgos, como un túnel que representa el inframundo encontrado en 2003 bajo la Pirámide del Sol y el Templo de la Serpiente Emplumada, aún faltan saber el nombre original de la ciudad, su lengua y su grupo étnico, entre otras interrogantes.

Los aztecas la encontraron abandonada en el siglo XIV y la llamaron Teotihuacán por su monumentalidad. El nombre significa "ciudad de dioses" en náhuatl. En 1987 fue declarada por la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) Patrimonio de la Humanidad.

La muestra presentará vasijas, cerámicas, esculturas de piedra y fragmentos de pinturas. También mostrará una figura del dios del fuego, Ometeotl, recién encontrada en su sitio original. Otras cuantas piezas pertenecen al Museo de Bellas Artes de San Francisco.

"Muchas de las piezas de la exposición de ellas fueron extraídas recientemente del T serán mostradas por primera vez en los Estados Unidos. Muchas, por ejemplo de la Serpiente Emplumada y de las pirámides de la Luna y del Sol", explicó Miriam Newcomer, directora de relaciones públicas del Museo de Bellas Artes de San Francisco.

La primera vez que el público estadounidense pudo apreciar los vestigios de la cultura teotihuacana fue en 1993, con la muestra 'Teotihuacán: arte de la Ciudad de los Dioses' en el Museo de Young de San Francisco.

Posteriormente, en reciprocidad el LACMA mandará a México una muestra de arte budista en 2018, mientras que el Museo de Young enviará otra sobre el dios egipcio Osiris para 2019.

Fonte: https://www.elcomercio.com/tendencias/tesoros-arqueologia-teotihuacan-museos-eeuu.html (22/08/2017)

terça-feira, 15 de agosto de 2017

El misterio de las esferas de piedra de Indiana Jones

En Costa Rica, varias fueron destruidas por saqueadores que esperaban encontrar tesoros en su interior

Las petroesferas son iguales a las que aparecen en la película Indiana Jones. Foto: Captura de vídeo

Costa Rica (EFE).- Ya se conoce el origen de las petroesferas precolombinas de Diquís, en el delta del mismo nombre entre los ríos Terraba y Sierpe, en el suroeste de Costa Rica, que inmortalizó la primera película de la saga de “Indiana Jones”. Esa gran bola de piedra que perseguía al héroe por una entrampada salida de un templo, en la perdida selva centroamericana, fue construida por los indígenas borucas y era un signo de distinción.

La novedad hoy es que los arqueólogos trabajan con las petroesferasprecolombinas de Diquís que se han encontrado ubicadas en su sitio original,semienterradas, ya que las que se conocían hasta ahora, habían sido desplazadas o destruidas porque los profanadores llegaron a pensar que escondían tesoros en su interior.

El arqueólogo Francisco Corrales, del Museo Nacional de Costa Rica, explicó a Efe: “hemos estudiado el terreno en el que se encuentran más de 15 de estas esferas, y algunas están colocadas al costado de ramblas que acceden a edificios residenciales, como para dar la bienvenida. Se utilizaban como signo de jerarquía, de rango y de distinción étnica”.

Las decenas de esferas, que tienen un diámetro que van desde los 7 centímetros a los 2,66 metros, con un peso máximo de 16 toneladas, están declaradas por la Unesco Patrimonio de la Humanidad, y aparecieron en 1939 al deforestar la zona una compañía bananera de Estados Unidos. Foto: EFE

La conservadora y arqueóloga del Instituto Nacional de Antropología de México, Isabel Medina González, y asesora del Museo Nacional (MN) de Costa Rica, también en declaraciones a Efe, coincide con Corrales en que las esferas “son elementos fundamentales de estatus en las sociedades caciquiles precolombinas de Costa Rica”. Las esferas se encuentran en cuatro zonas arqueológicas declaradas Patrimonio Mundial, y denominadas: Batamal, Finca 6, Grijalba 2 y El Silencio.

En Finca 6 es donde se encontraron las esferas semienterradas y donde se trabaja en la actualidad en su análisis y desenterramientos.

ELEMENTO ÚNICO EN EL MUNDO
La arqueóloga e investigadora mexicana Isabel Medina es tajante en su valoración: “es una oportunidad increíble de estudiar estos elementos únicos en el mundo; y en particular las cinco esferas parcialmente enterradas en Finca 6, y estudiar los mecanismos de deterioro y sus causas”.

El trabajo pues es “liberar las esferas mediante una excavación arqueológica y micro-excavación con el fin de documentar su estado físico, tanto en la superficie superior expuesta, como en la parte bajo tierra, ello con el objetivo de conformar un expediente del estado físico de cada una”, explicó la experta.

“La decisión de mantener a las esferas semienterradas creo que ha sido la adecuada por su conservación ‘in situ’ y su posterior estudio” que se está ya realizando con un equipo multidisciplinar del Museo Nacional de Costa Rica.

ESFERAS PERFECTAS
Las esferas tienen una perfección increíble ya que “algunas llegan al 96 por ciento”, dice Corrales quien también estudia los instrumentos con los que se fabricaron: “hemos encontrado las herramientas que se utilizaban cerca de las esferas y los instrumentos para darles el alisado. Hay esferas muy perfectas de casi el 96 por ciento y otras más vastas. Se fabricaban en varios materiales, rocas de granito y gabro, piedra caliza o arenisca, pero la mayor parte en gabro”, dijo el arqueólogo.

“Se fabricaban con grandes bloques de piedras que se trasladaban hasta donde se colocaban, utilizando herramientas también de piedra como martillos, y después se realizaba un trabajo más fino de pulido” añade.

“Las sociedades indígenas trabajaron la piedra desde el momento que llegaron hace miles de años. Alrededor del 400 antes de Cristo comenzaron ya con la manufactura de las esferas inspiradas, tal vez, en los cantos rodados de los ríos”, explica el arqueólogo.

Las esferas se encuentran en varios contextos, como en grupos de hasta 14 o 15, en áreas abiertas en las aldeas, y también en zonas periféricas como lugares especiales. Las pequeñas en contextos cerrados con fragmentos de esculturas, y muy pocas fueron encontradas en tumbas.

Foto: Captura de vídeo

LAS DISTINTAS TEORÍAS
Digan lo que digan los expertos, demuestren lo que demuestren, la existencia de las petroesferas provocan teorías de todo tipo y que todo tipo de gente quiere escuchar. Por ejemplo: los antropólogos Ivar Zapp y George Erik aseguran que las esferas son la gran prueba de que en el delta del Diquís se asentó una gran civilización de cara al mar.

En su obra “La Atlántida en América” señalan que las petroesferas les indicaban rutas marinas, como instrumentos de navegación, y que su alineación indicaban lugares como el Estrecho de Gibraltar las pirámides de Egipto o la Isla de Pascua. Otras teorías señalan directamente a los extraterrestres quienes las trasladaron desde algún lugar del Universo, ya que consideran que el material con el que están hechas no se encuentra en el delta del Diquís.

Por su parte las tradiciones, fundamentalmente orales, y provenientes de las poblaciones indígenas en contacto con los burucas, justificaban la existencia de las esferas porque el dios Trueno las lanzaba a los huracanes para alejarlos con una gigantesca cerbatana.

SÍMBOLO DE LA NACIÓN COSTARRICENSE
Las esferas de piedra están consideradas como un símbolo patrio. La manifestación de Costa Rica. Y así, el 30 de julio del 2014, la Asamblea Legislativa del país aprobó la declaración de las “Esferas Indígenas Precolombinas” -así se les denomina en el documento- como “Símbolo Patrio y de interés público”. Anima a su estudio, investigación, protección, conservación, restauración y recuperación y su inclusión en los temarios de estudio de los escolares.

Sin embargo, la arqueóloga especialista Ifigenia Quintanilla, con más de 25 años de estudio de las esferas y autora del único libro científico sobre ellas: ”Esferas Precolombinas de Costa Rica” piensa que el poco interés colectivo sobre ellas que existe en Costa Rica es un tema “que me obsesiona”.

Sobre la poca participación de las comunidades locales en su gestión cultural y hasta turística, comenta telefónicamente a Efe: “Las instituciones deben hacer su trabajo, pero las comunidades locales deben hacer el suyo”.

Quintanilla citó a los avances tecnológicos y científicos que se están aplicando a las esferas como fuente de nuevos descubrimientos.

“Estamos comenzando. Tenemos una información básica y, sin lugar a dudas, grandes momentos nos hará vivir la investigación científica sobre las petroesferas, únicas en el mundo”, finalizó.

Fonte: https://www.debate.com.mx/mundo/El-misterio-de-las-esferas-de-piedra-de-Indiana-Jones-20170811-0009.html (12/08/2017)

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Recorre el Museo de Sitio de Monte Albán

El Museo de Sitio de Monte Albán resguarda parte de la colección de Estelas Grabadas halladas en la zona arqueológica (Abdiel Velasco Escudeiro)

Las vacaciones siempre son un momento perfecto para tomar nuestra mochila y recorrer los distintos rincones que Oaxaca nos ofrece. Y para muestra, un magnífico espacio para visitar, es el Museo de Sitio de la zona arqueológica de Monte Albán.

El museo, abierto al público en noviembre de 1994, ofrece un panorama sobre la historia de la ciudad prehispánica de Monte Albán, nombrada por la UNESCO Patrimonio Cultural de la Humanidad junto con la ciudad de Oaxaca el 11 de diciembre de 1987.

Su temática inicia con la historia del descubrimiento y exploración a través de los relatos de los múltiples viajeros y exploradores que visitaron el sitio desde el siglo 19, los proyectos de exploración de Leopoldo Batres y de Alfonso Caso, y finalmente proyectos especiales de Arqueología de 1992-1994.

Se muestran ejemplos singulares de la cerámica como estilos, formas, materias primas, decoraciones y usos de los distintos objetos de carácter utilitario y ritual que desarrollaron los zapotecos. Además, el museo resguarda parte de la colección de estelas grabadas de Monte Albán, en las que se muestra el desarrollo del sistema de escritura zapoteca durante los más de 13 siglos de ocupación de la ciudad.

Impresionante colección

El museo, abierto al público en noviembre de 1994, ofrece un panorama sobre la historia de la ciudad prehispánica de Monte Albán

El Museo de Sitio de Monte Albán resguarda parte de la colección de Estelas Grabadas halladas en la zona arqueológica, que muestran el desarrollo del sistema de escritura durante las cuatro fases de ocupación zapoteca de este sitio arqueológico.

Con una selección de piezas, proveniente en su mayoría, del Proyecto Especial de Arqueología 1992-1994, el Museo de Sitio introduce a los visitantes en todos aquellos temas relevantes del mundo zapoteco prehispánico: arquitectura, cronología, cerámica, escritura, comercio y prácticas funerarias.

Monte Albán
Fue una de las ciudades más importantes de Mesoamérica. Se fundó en el 500 a.C sobre la cima de una montaña en el centro de los Valles Centrales de Oaxaca y funcionó como capital de los Zapotecas desde los inicios de nuestra era hasta el 800 d. C. En su momento de mayor desarrollo, Monte Albán llegó a tener cerca de 35 mil habitantes, quienes vivían en su mayoría en las laderas terraceadas de la montaña, dedicadass a la agricultura.

Una de las urnas encontradas en la zona arqueológica de Monte Albán. FOTO: Abdiel Velasco

Museo de Sitio de Monte Albán
Área Uno: Información general de la ubicación del sitio arqueológico.

Área Dos: Estelas donde se pueden ver los ejemplos de escritura; entre ellas podemos distinguir días, años, así como verbos y sustantivos.

Área Tres: En esta área se encuentran piedras grabadas donde se encuentran plasmadas las diversas actividades rituales y ceremoniales que constituían un aspecto importante en la cultura Zapoteca.

Área Cuatro: Ubicados monolitos conocidos como “lápidas de conquista” registran la historia de Monte Albán.

Área Cinco: Aquí se encuentra el obelisco, proveniente de la plaza principal, donde muestra a seis hombres acompañados por sus nombres calendáricos y personales. Igualmente se encuentran vitrinas con materiales cerámicos.

Área Seis: Podemos observar en esta área las lápidas con representaciones de personajes de élite.

Fonte: http://www.nvinoticias.com/nota/64869/recorre-el-museo-de-sitio-de-monte-alban (20/07/2017)


terça-feira, 1 de agosto de 2017

Pampa Iluga: El hallazgo que abrió la prehistoria del norte grande


Por: Francisco Velásquez

Un grupo de arqueólogos liderados por Mauricio Uribe hallaron un centro ritual preincaico llamado Pampa Iluga. En el sitio, se han encontrado vestigios de diferentes civilizaciones que existieron en el lugar hace 3 mil años.

El río Tarapacá bajaba con fuerza desde el altiplano para llegar a la Pampa del Tamarugal y regar los fructíferos campos de Pampa Iluga, uno de los centros de cultivo más extensos del norte grande en la época del formativo, hace 3 mil años.

El formativo es un nombre que le dan los arqueólogos al período de la prehistoria en que las comunidades cazadoras/recolectoras comenzaban a asentarse y a generar los primeros campos de cultivo.

En el sector entre Iquique y Tarapacá se dio esta condición de vida y las civilizaciones que existieron en esa época dejaron huellas que hoy podrán ser descifradas, estudiadas y divulgadas por el hallazgo hecho por el arqueólogo Mauricio Uribe y un equipo de investigadores y estudiantes de la Universidad de Chile que han hecho prospecciones, grandes caminatas y terrenos sistemáticamente desde 2003, y que hoy tienen como resultado, el hallazgo de uno de los centros rituales más grandes que se haya conocido en el Norte Grande.

Las 46 hectáreas que tiene este gran centro de cultivo no fueron un lugar de vivienda en la época del formativo, sino que era un centro ritual en el que las comunidades del sector costero, cazadores recolectores, sembraban en la época de verano cuando crecía el río para desarrollar el cultivo de zapallo, algarrobo, maíz, quínoa, entre otros.

Según relata Mauricio Uribe, arqueólogo de 46 años que desde los veinte ha caminado por el desierto, primero con sus profesores en equipos de investigación y luego para dedicar su vida a estudiar las civilizaciones que han existido en el norte grande. “Para estas culturas la naturaleza también es una sociedad, también tiene cultura que es equivalente a la de los humanos, por lo mismo, su trato con su territorio es horizontal, el humano no domina la naturaleza, sino que convive en un diálogo con ella. Por eso ellos se comunican con los cerros, el agua, los animales. Porque se entienden de la misma manera, yo te doy, tu me das y tengo que retribuirte. Eso es parte de la cosmovisión andina, una forma de concebir el mundo”.

En el hoy desértico paisaje de Pampa Iluga se dibujan 80 túmulos de tierra que miden cerca de siete metros los más altos y que en su interior, tal como una bóveda, resguardan las ofrendas, entierros humanos, objetos, restos de alimentos, entre otros rastros de las diferentes culturas que pasaron y utilizaron el territorio en tres mil años.
Desde este centro ritual se ve la cordillera de los Andes que anuncia el altiplano y la cordillera de la costa que separa la pampa de océano. La forma y la posición de los túmulos entonces no es azarosa, sino que está en una diálogo con su entorno. “Una de las hipótesis que tiene la arqueología es que estos cerros artificiales son una réplica de los cerros reales y poderosos del sector, probablemente una vinculación con el entorno a la cual se le hacen ofrendas”, explica el arqueólogo.

Uno de los túmulos de Pampa Iluga, de fondo el cerro Tata Jachura, una de las cumbres de la cordillera de los Andes

El Tata Jachura es una de las montañas más altas y poderosas de la cordillera de los Andes, es un malcu, un cerro sagrado, al cual las culturas le ofrendaban cerámica, animales, cuerpos humanos, entre otros objetos que hoy podrán ser conocidos y estudiados.

Entre las montañas que rodean a Pampa Iluga también está el cerro Unitas, lugar donde desde el cielo se puede observar el geoglifo conocido como el gigante del desierto, otro de los símbolos que hacen de este entorno un sistema de comunicación entre las culturas ancestrales y nuestra civilización.

En este centro ritual y especialmente de cultivo existe una conexión entre la vida y la muerte. Mauricio Uribe, cuenta que dentro de lo que han encontrado hay “varios túmulos que tienen momias más que como cementerio como ofrenda. Esto porque hay una relación entre la muerte, los muertos, la vida, el agua, todos esos elementos están simbólicamente articulados. Por eso los túmulos tienen adentro entierros de algunas personas que están enfardadas envueltas en posición fetal como si estuvieran en el vientre de la madre”.

Estos símbolos responden a la categoría ritual de este territorio, que en el contexto del desierto, es un oasis donde se producía el alimento para todos los asentamientos. Era un contexto comunitario colaborativo durante las primeras épocas del formativo, ya que las culturas posteriores tuvieron, incluso, problemas en la administración de estos campos, los que también generaron desigualdades y complejidades sociales propias de la vida aldeana o sedentaria.

Figura cerámica del periodo formativo – las utilizaban para ofrendar a la naturaleza y pedir fertilidad para los campos

Los túmulos son característicos de las culturas del norte grande, pero en este sitio en particular, estos cerros artificiales están unidos por una especie de plaza que daba este carácter comunitario ritual. Otro símbolo característico de Pampa Iluga son las parejas de rocas erguidas, que como monumentos representaban dimensiones duales como la vida y la muerte, el hombre y la mujer. Según dice Mauricio Uribe “no se había visto en otro lugar lo que aquí existe, o por lo menos, con tanta claridad”.

Tardío intermedio: migración de la pampa al altiplano
Por cientos de años la Pampa se fue trasformando en un nuevo lugar para habitar y esto comenzó a dar forma a pequeñas aldeas, asentamientos que desarrollaron la agricultura, siempre en un diálogo con la costa y sus recursos.

Producto de la explotación de los grandes campos de cultivo se generó “toda una complejidad social que está asociada al trabajo agrícola, la vida aldeana y sedentaria, que implicó una serie de cambios organizacionales, las familias tienen que obedecer a un poder superior y algún tipo de jerarquía , lo que generó desigualdades sociales que se fueron incrementando en el tiempo”.

Campos de cultivo – Pampa Iluga

Con esta forma, se da paso al período que los arqueólogos llaman época preincaica – desarrollo regional o intermedio tardío. Tiempo en que las comunidades comienzan a trasladarse más arriba en la cordillera formando nuevos asentamientos en la precordillera.

“Al parecer hay temas climáticos que afectaron la vida en Pampa Iluga y en la del Tamarugal, hubo mayor aridez, menos precipitaciones en el altiplano, lo que implicó que lugares como este fueran afectados. A su vez, como se produjo una concentración tan importante de personas en la pampa, se provocaron problemas sociales con los que el sistema no aguanto más y comenzó la disgregación.

Al desintegrarse, estos sistemas sociales, que vivían en la pampa de forma nuclear y concentrados, se generan nuevos asentamientos, como diásporas a ubicarse en diferentes lugares subiendo por la cordillera con el afán de llegar lo más cerca posible de las fuentes de agua que proporcionaba el altiplano”, explica Mauricio Uribe.

Por toda la precordillera se disgregaron pequeños poblados o pucara, comienzan a desarrollar cultivos en macetas y perfeccionan las técnicas de regadío y canales. Por toda la cuenca del río Tarapacá se puede encontrar hoy cientos de pequeños sitios arqueológicos que hablan de esta disgregación social.

“Los poblados no eran tan denso ni concentrado, pero todos estos pucaras tenían sus sistemas agrícolas, esa misma población es la que de alguna manera va a generar esta otra dinámica en estas aldeas que se vinculan con otras poblaciones, produciéndose una mayor integración con comunidades del altiplano que manejaban la ganadería a gran escala, generándose una mixtura entre estas poblaciones pampinas tarapaqueñas con la altiplánica ganadera.

Esta mezcla luego se va a conocer como el proceso de aymarización de ese territorio. Esto se dio por cerca de 2 mil años hasta que llegaron los incas y como imperio comenzaron a ocupar todo el territorio altiplánico e incluso llegaron a Pampa Iluga, donde permanecieron y generaron sus practicas rituales.

Los incas en Pampa Iluga
“Lo particular con Pampa Iluga es que todo ese proceso lo tenemos documentado completo sin interrupciones, todo ese recorrido de 3 mil años de las poblaciones locales, que permitirá comprender la prehistoria del norte grande y en específico de la pampa del Tamarugal”, explica Mauricio Uribe.

Esto es particular respecto a otros sitios arqueológicos, ya que en Arica o San Pedro, lo que se ha encontrado está fuertemente influenciado por el proceso de Tiahuanaco, una gran civilización – estado proveniente del Titicaca

Ceramica Inca – dibujos de camélidos

En Pampa Iluga, luego de los procesos del formativo y del periodo intermedio tardío, los incas ocuparon el territorio y este centro ceremonial prehistórico fue también para ellos un símbolo.

“Los incas aquí hicieron muchas intervenciones, porque hay material inca fino, por lo mismo nosotros decimos que aquí hay material imperial, ya que tiene una decoración muy fina, muy elaborada policromática, con figuras de camélidos, ramas que representan el maíz, figuras geométricas que pueden ser los cerros o cruces que puede representar el sol. Además, tienen los colores imperiales, negro, rojo y crema”.

Labio de pieza de cerámica del periodo formativo

“Fue un lugar importante para el estado incaico, ya que también está la relación con el paisaje sagrado donde están los cerros Tata Jachura, Unitas y el Cerro Esmeralda que está hacia la costa donde fueron halladas dos niñas que fueron enterradas con ofrendas incaicas y que hoy están en el museo de Iquique.

Mazo de molienda preincaico hallado en los túmulos de Pampa Iluga

En este sector también se han hallado diferentes artefactos de molienda o posibles armas y un sin fin de cerámica que tiene rasgos del formativo, ya que las decoraciones eran mucho más simples y generalmente geométricas, así como también figuras humanas hechas en arcilla que se asociaban a los rituales que estas culturas hacían pidiendo fertilidad y abundancia a los elementos de la naturaleza.

Fonte: http://radio.uchile.cl/2017/07/22/pampa-iluga-el-hallazgo-que-abrio-la-prehistoria-del-norte-grande/ (22/07/2017)