domingo, 7 de outubro de 2012

Comunicado!
Amigos! Estarei de férias pelos próximos 20 dias. Volto dia 28/10 com novas matérias e atualizações! Forte abraço a todos!

Aviso!
Amigos! Voy a estar de vacaciones durante los próximos 20 días. Estaré de vuelta el 28/10 con nuevos materiales y actualizaciones! Saludos a todos!

Notice!
Friends! I'll be on vacation for the next 20 days. I'll be back on 28/10 with new materials and updates! Best regards to all!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Maias criaram sistema hidráulico sofisticado e sustentável

Já o povo Maia tinha um método sustentável de recolha e armazenamento de água e que veio a ser aperfeiçoado ao longo de milhares de anos, segundo mostrou uma descoberta arqueológica nas ruínas da antiga cidade de Tikal, na Guatemala e que vem publicada na revista «PNAS».

Uma equipa de investigação internacional, liderada por Vernon Scarborough, da Universidade de Cincinnati, em Ohio (EUA), encontrou uma das maiores represas antigas de água da área Maia, uma barragem e um sistema de filtragem por areia para limpar os reservatórios, para além de uma espécie de estação que desviava a água para estes.
A escavação encontrada sugere que por volta do ano 700, a população estimada em 80 mil pessoas, na região de Tikal, era provida de água em abundância. Apesar de ser abundante, durante os períodos de seca, os habitantes preferiam usar a água existente em redor do que a que estava disponível na vila.

No entanto, a área foi abandonada por volta do século XIX e os investigadores ainda não têm uma explicação para o sucedido.

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=55681&op=all (27/09/2012)

Civilização maia tinha método sustentável para gerenciar

Os antigos maias construíram um sistema hidráulico sofisticado e sustentável que foi sendo aperfeiçoado por mais de mil anos para servir a uma população crescente. O colapso posterior dessa civilização da América Central tende a ofuscar sucessos anteriores como esses.

Os detalhes desse sistema de coleta e armazenamento de água foram revelados por uma escavação arqueológica nas ruínas da antiga cidade de Tikal, na Guatemala, por uma equipe internacional de pesquisadores coordenados por Vernon Scarborough, da Universidade de Cincinnati, em Ohio, e descritos em artigo recente na revista científica “PNAS”.

As descobertas incluem a maior represa antiga da área maia; a construção de uma barragem ensecadeira para fazer a dragagem do maior reservatório de água em Tikal, a presença de uma antiga nascente ligada ao início da colonização da região, em torno de 600 a.C., e o uso de filtragem por areia para limpar a água dos reservatórios. O sistema também tinha uma estação que desviava a água para os diferentes reservatórios de acordo com a estação e incluía um segmento de canal cortado na pedra.

Também há evidências de reparos e ampliação do sistema, assim como plantio de vegetação para impedir a erosão do solo em torno dos reservatórios.

Com isso os maias, em torno do ano 700, podiam prover de água uma população estimada em 80.000 em Tikal. Há estimativas de que haveria 5 milhões de pessoas na região das planícies maias ao sul, uma população “uma ordem de grandeza da que é suportada na região hoje”, escreveram Scarborough e colegas.

Durante uma sessão de escavação, mesmo na estação seca, a água ainda percolava em um dos locais de teste, e os trabalhadores locais preferiam tomar essa água em vez daquela disponível sua vila.

A área foi abandonada no final do século 9. Os motivos do colapso maia ainda são debatidos entre os pesquisadores.

“É um tópico muito difícil. Pode haver tantas explicações como existem arqueólogos trabalhando no campo. Minha visão pessoal é que o colapso envolveu diferentes fatores que convergiram de tal modo nessa sociedade altamente bem sucedida que agiram como uma ‘perfeita tempestade’. Nenhum fator isolado nessa coleção poderia tê-los derrubado tão severamente”, disse Scarborough à Folha.

“É importante lembrar que os mais não estão mortos. A população agrícola que permitiu à civilização florescer ainda é muito vital na América Central”, diz ele; “o que entrou em colapso foi o seu nível de complexidade social.

Ele elenca entre as causas a mudança climática seca; “como eles eram muito dependentes dos reservatórios preenchidos pela chuva sazonal, vários anos de seca repetidos significariam desastre”, diz o pesquisador. E justamente por serem inteligentes e criado um sistema hidráulico sofisticado, a população pode ter crescido muito além da capacidade do ambiente, dadas as limitações tecnológicas da civilização.

Além disso, diz o arqueólogo, é provável que a elite local não tomasse decisões sábias. “Aqui nos Estados Unidos parece que nós temos as três forças se repetindo – e se nós no Ocidente tivermos um período de 1.500 anos de sobrevivência e sucesso como os maias, eu ficarei espantando”, conclui Scarborough.

Fonte: http://primeiraedicao.com.br/noticia/2012/09/27/civilizacao-maia-tinha-metodo-sustentavel-para-gerenciar (27/09/2012)

Comité técnico ayudará a elaborar y ejecutar proyectos en Chan Chan

Trujillo(ANDINA). Un grupo de especialistas conformaron un comité técnico que ayudará en la elaboración y ejecución de proyectos de conservación de los antiguos palacios del complejo arqueológico de Chan Chan, ubicado en la provincia norteña de Trujillo, en La Libertad, se informó hoy.

Cortesia.

Henry Gayoso Paredes, director del Proyecto Especial Chan Chan, indicó que el equipo se encargará también del seguimiento de los trabajos de investigación arqueológica que se pondrán en marcha.

El comité está conformado por los codirectores del proyecto arqueológico Huacas del Sol y la Luna, Ricardo Morales y Santiago Uceda; el arqueólogo, Alfredo Narváez; el antropólogo, Godofredo Gonzáles; la consultora de la Unesco, Betsy Gutiérrez; y el ecólogo de la Universidad Nacional de Trujillo, Carlos Bocanegra.

Gayoso señaló que los especialistas se reunirán cada dos meses y visitarán el monumento para monitorear las acciones que se ejecutan, y en base a ello emitir una opinión técnica al respecto.

“Esto era una necesidad, ya que el consejo consultivo, integrado por autoridades, no tenía carácter técnico para asistirnos en cuanto a la ejecución de los trabajos de conservación”, manifestó.

La opinión de los expertos nos permitirá desarrollar evaluaciones con sustento técnico y científico, mientras que los aportes y sugerencias coadyuvarán a mejorar las acciones que se ejecutarán en el complejo.

El sitio, que integra la lista del Patrimonio Cultural de la Humanidad en peligro de la Unesco, está ubicado a kilómetros del Centro Histórico de Trujillo, y fue hace más de 1,000 años la capital de la sociedad Chimú, en la costa norte de Perú.

(FIN) OPC/LBH
Fonte: http://www.andina.com.pe/Espanol/noticia-comite-tecnico-ayudara-a-elaborar-y-ejecutar-proyectos-chan-chan-427697.aspx (09/09/2012)

Buscan reconstruir rasgos faciales de moches a través de huacos retratos

Trujillo (ANDINA). A fin de desvelar más misterios de los moches se intenta reconstruir los rasgos faciales de los antiguos mochicas a partir del análisis de huacos retratos hallados en templos y centros urbanos en los que vivió esta sociedad hace más de 1,500 años en la costa norte del país, informó hoy el antropólogo físico Mario Millones.

Huacos retratos moches. Foto: ANDINA/Óscar Paz.

De esta manera, el especialista busca que los descendientes mochicas se identifiquen con los patrones encontrados en las piezas cerámicas antropomorfas y los asuman como parte del legado de sus antepasados.

En una primera etapa, Millones ha clasificado a los huacos retratos que no registran gestos, con el fin de conocer las dimensiones exactas entre cada parte del rostro.
Posteriormente, a través de un método especializado, comparará rostros humanos con los huacos retratos y los incluirá en una misma base de datos.

“En sociedades de la costa norte se han perdido elementos de identidad como el idioma y la vestimenta, en contraposición de lo que sucede en poblaciones de la Sierra. Por eso, el rostro tal vez sea para estas comunidades el único rasgo de identidad que vislumbre su relación con el pasado”, explicó a la Agencia Andina.

“Buscamos, entonces, que las personas reflejadas en esos contextos se sientan empoderadas a partir del valor de su forma física”, acotó.

Millones comentó que la hipótesis planteada por el estudio es que, efectivamente, existe “una realidad morfológica distintiva” en los descendientes moches.

La segunda etapa de la investigación contempla estudiar huacos retratos que registran emociones, a través de una metodología que permite relacionar estas características con elementos esenciales de la arqueología.

Así, la investigación busca determinar si los gestos permiten marcar diferencias entre los estratos sociales moches o de otra índole.

“Quizá encontremos algún patrón. Tal vez la sonrisa de poder de algún importante personaje moche. La expresión, finalmente, es el rasgo más claro de identidad”, dijo.
Millones no descartó que en la investigación se incluya el estudio de cráneos de cuerpos desenterrados en templos, palacios y cementerios antiguos, para una mejor reconstrucción de los rostros de esta cultura.

Ricardo Morales Gamarra, director del Museo de Arqueología, Antropología e Historia de la Universidad Nacional de Trujillo, dijo que este trabajo contribuirá a desvelar más misterios de la sociedad moche, que tiene como ícono a las huacas del Sol y la Luna. Los detalles de la investigación fueron expuestos en una conferencia magistral organizada como parte de la inauguración de la exposición temporal “Rostro moche: ayer y hoy”. La muestra permanecerá abierta hasta el 30 de noviembre.

(FIN) OPC/JOT
GRM

Fonte: http://www.andina.com.pe/Espanol/noticia-buscan-reconstruir-rasgos-faciales-moches-a-traves-huacos-retrato-430769.aspx (03/10/2012)

Descubren sepulcro milenario en el oeste de México

Especialistas mexicanos descubrieron un sepulcro de más de 1.000 años de antigüedad en la zona arqueológica de Tingambato, en el oeste del país, cuya riqueza indica que la urbe pudo ser un centro rector del Clásico mesoamericano, informó hoy el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH).

El INAH señaló en un comunicado que el hallazgo de la cámara funeraria, con el entierro de un personaje aún no identificado acompañado de 19.000 cuentas de piedra verde y concha, es uno de los resultados más sobresalientes del Proyecto Especial Michoacán de investigación y conservación arqueológica.

El Instituto desarrolla el proyecto desde 2011 en las zonas arqueológicas de Tzintzuntzan, Ihuatzio, Tres Cerritos, Huandacareo y Tingambato; fue en esta última donde en julio del año pasado se registró el hallazgo de la cámara, que mide 3,6 por 4 metros, con 2,70 metros de profundidad.

De acuerdo con expertos del INAH, la complejidad en la arquitectura de la cámara y la riqueza del entierro, que datan del periodo Clásico (200 a 900 d.C.), indican que se trata de los restos de un personaje de alto rango en la antigua urbe de Tingambato.
Aún no se ha identificado la filiación cultural del entierro, pero se infiere que, posiblemente, la cámara corresponde a la tradición funeraria de Occidente.

El arqueólogo Melchor Cruz, coordinador de los trabajos, indicó que las características de la que ha sido llamada Tumba II y la riqueza del entierro indican que la urbe debió tener una mayor importancia en la historia prehispánica de la región que la reconocida hasta ahora.

"Puede tratarse de un centro rector del periodo Clásico mesoamericano, en la región central de lo que hoy es (el estado de) Michoacán", apuntó. Este sepulcro se suma al descubierto en 1979 por el arqueólogo Román Piña Chan, denominado la Tumba I de Tingambato.

Cruz refirió que la cantidad de cuentas de concha en la cámara habla de posibles relaciones entre los antiguos pobladores con pueblos de la costa, por lo que también se infiere que fue un punto estratégico dentro de una ruta comercial hacia la Cuenca de Pátzcuaro.

Según estudios del experto, las tumbas I y II fueron construidas antes de la nivelación del terreno para edificar la gran plataforma de Tingambato, que data de alrededor del 450 d.C. De confirmarse la hipótesis, "el sitio sería más antiguo de lo que se ha propuesto hasta el momento; su ocupación podría haber comenzado en 200 d.C.". Los primeros pobladores habitaron la ciudad hasta 600 d.C., y a partir de entonces se ha identificado una influencia teotihuacana que perduró hasta 900 d.C.

Cruz concluyó que aún faltan muchas investigaciones para definir con claridad los primeros grupos culturales que habitaron Tingambato.

"Durante más de 30 años no hubo exploraciones arqueológicas, por lo que no tenemos suficiente información. El hecho de hallar una segunda tumba nos lleva abrir nuevas líneas de investigación para verificar la importancia del sitio, que parece haber sido mucho más relevante y multicultural de lo que hasta ahora se sabe", acotó.

Fonte: http://entretenimiento.terra.com.pe/cine/descubren-sepulcro-milenario-en-el-oeste-de-mexico,3fc22036b30e9310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html (19/09/2012)