domingo, 30 de dezembro de 2012

ESPECIAL VIAGEM AO MÉXICO!!!! (PARTE 02)

Colegas, segue a 2ª parte das informações para quem pretende um dia conhecer o México. Aproveitem! Agora, o foco está na cidade de Puebla.

Texto:Dalton Delfini Maziero
Fotos: Dalton Delfini Maziero / Sandra Regina Orsini Maziero

 PUEBLA

 A cidade de Puebla possui uma arquitetura bastante peculiar, com seus casões de dois e três andares, cheios de balcões. Ó centro histórico é bem agitado, com trânsito permanente, muita gente andando e um comércio efervescente. Encontrará bons restaurantes e cafés no zócalo (praça central), e outros mais populares nos arredores.

Na Praça Central de Puebla (Zócalo), o chafaríz sai do chão, para espantar o calor. A cidade é a 4ª maior do México.

 Em Puebla, você deve conhecer:

Museu da Revolução Mexicana
Um interessante museu sobre a Revolução Mexicana de 1910. O acervo fica na casa da família Serdán, ferrenhos opositores do ditador Porfirio Diaz. Vale a pena ver va cozinha original da casa, a sala cravejada de balas do conflito e o vídeo animado que conta o fato histórico ocorrida na residência. O museu fica na 6 Oriente nº 206. Pagamos 25 pesos para conhecer o local.
                        A sala da família Serdán, ainda cravejada de balas...

                         A cozinha com detalhes em cerâmica talavera.
Capela do Rosário
A Igreja de Santo Domingo e Capela do Rosário é uma das igrejas mais impressionantes que já conheci. Muitos indicam a Capela do Rosário como a 8ª Maravilha do Mundo! Não sei se é a 8ª maravilha, mas sem dúvida é impressionante! Um trabalho de cair o queixo! A Capela é forrada de azulejos estilo talavera em sua parte inferior, e cheia de arabescos estilo rococó, coberto de ouro nas paredes, colunas, teto e abóbodas. Você não pode ir a Puebla sem conhecê-la! Não paga nada para entrar. A Igreja fica na esquina da 5 de Mayo e 4 Poniente.

                                            A Igreja de Santo Domingo
A cúpula da Capela do Rosário
 
Detalhe da Capela do Rosário. Na base da parede, cerâmica talavera.

Museu José Luis Bello y Zetina
Este discreto museu fica ao lado da Igreja de Santo Domingo. A residência pertenceu à um industrial de tecidos que colecionava obras de arte. A visita deve ser feita com acompanhamento explicativo de senhoras que são apaixonadas pelo acervo. Então, elas mostram detalhes muito curiosos que valem a visita! Não pagamos nada para entrar, mas compramos postais para ajudar na manutenção do lugar. O museu fica na 3 Poniente nº 302.
Não se pode tirar fotos no Museu José Luis Bello, mas ele fica ali, naquela parede branca, ao lado da entrada principal da Igreja de Santo Domingo.
 
Rua dos Doces
A Rua 6 Oriente é o local onde se concentram 95% das lojas especializadas em doces de Puebla. Lá você encontra camotes, frutas cristalizadas e toda uma gama enorme de guloseimas. Algumas lojas vendem também cerâmica talavera e outras lembranças para turistas. Um simples passeio por essa rua é bastante divertido! Não deixe de conhecer!

É doce que não acaba mais! Difícil até decidir o que escolher para provar...

Bairro dos Artistas
O bairro dos artistas fica ao final da Rua dos Doces (6 Oriente). Ali existe uma praça, uma série de ateliês e uma feira de artesanatos permanente. À noite, muitos cafés e bares com música ao vivo. Mas não fique somente por ali. Explore as ruas paralelas, ande pelo bairro. Vai encontrar muitas lojas com arte original, feita por jovens criativos e a um preço bem convidativo. Explore as ruas 6 e 8 Norte.
 
Uma das charmosas ruas que forma o bairro dos artistas.
   
 Museu Universitário (Casa de los Munhecos)
O prédio é famoso em Puebla pelos “bonecos” mitológicos que se encontram na fachada externa, feitos em azulejaria. Mas o acervo não tem nada a ver com exposição de “bonecos”. Ele é na verdade uma exposição de objetos variados, de caráter científico. Vale a visita para quem quer saber um pouco mais da história da região. Não pagamos nada para entrar por ser de graça nas quintas. Fica na 2 Norte, quase esquina com o Zócalo (Praça Principal).

Fachada da Casa de los Munhecos, com imagens da mitologia grega.
                  
 Biblioteca Palafoxiana
Parece estranho colocar uma Biblioteca como ponto de visita. Eu também achei quando me indicaram esse local, mas acredite em mim, o lugar é impressionante! Dizem que é a biblioteca mais antiga da América Latina. A visita não dura mais do que 15 minutos, mas a visão da sala cheia de livros do século XVI, XVII – 45 mil volumes - com capas de couro, em latim...E os ornamentos em madeira das estantes, e os detalhes e objetos do lugar...Valem a visita! A entrada custa 25 pesos. Ela fica na rua 5 Oriente, ao lado da Catedral. Não é permitido fotografar.

Catedral Metropolitana
A Catedral Metropolitana de Puebla é muito bonita. Diria que é impressionante, se não tivesse conhecido antes, a Catedral da cidade do México. Mesmo assim, gaste 20 minutos e explore suas naves e detalhes. Não paga nada para entrar. Ela fica no Zócalo (Praça Principal).

Fachada da Catedral Metropolitana de Puebla. Austera e sombria.
 
Detalhe da Catedral Metropolitana de Puebla.
                                  
Nos arredores de Puebla:

Cholula
O povoado de Cholula - hoje totalmente integrado à “grande Puebla” – é formado por ruas estreitas, comércio popular e muito trânsito. Não é um lugar bonito, mas lá ficam as ruinas da “Pirâmide de Cholula” (zona arqueológica). O enorme morro que se avista (na verdade uma gigantesca pirâmide coberta por terra) abriga em seu topo, uma igreja colonial. O que se pode ver são os fundamentos e parte da primeira plataforma construída. A entrada ao complexo arqueológico é incrível! Você passa por baixo da montanha, em um túnel pré-colombiano de 200 metros, claustrofóbico, cheio de vertentes (fechadas para segurança dos turistas) que o levaria a caminhos mais profundos! O ingresso custa 46 pesos. Na cidade, visite o “Museu do Homem Águila”, que fica no Zócalo. Eles têm um acervo de peças pré-colombianas interessante, com objetos da região. Para almoçar, escolhemos o restaurante Mesón Garibaldi Poblano (também no zócalo, na mesma calçada do Museu do Homem Águila) que é bem simpático, tem uma ótima comida (uma salada incrível) e bons preços. Evite os restaurantes abaixo dos Arcos da Praça Central, que são mais caros. Para chegar em Cholula (saindo de Puebla) basta ir até o Terminal de Ônibus à Chulula. Eles saem a cada 15 minutos. A passagem custa 7,50 pesos e a viagem dura 30 minutos.

Vista geral da pirâmide de Cholula. No topo, uma igreja católica.
 
Por baixo da montanha, por um túnel précolombiano de 200metros..

O restaurante Garibaldi. Simples, barato e gostoso!

Almoço de aniversário! Filé de frango, salada com batatas e limonada.

O Museu do Homem Águila, na Praça Central.

COSTUMES E INFORMAÇÕES GERAIS

 Passagem
A passagem de Puebla a Cidade do México custa 134 pesos. A viagem dura menos de 2 horas e deixa você no Terminal Autobuses de Oriente “TAPO”.

 Propina
No México, é costume dar e pedir propina (gorjeta). Em algumas situações isso é até irritante. Nas Rodoviárias, por exemplo, quando compra a passagem de “taxi seguro”, sempre tem um cara da empresa que indica onde ficam os taxi’s que deve pegar. Você o acompanha por 30 metros até o carro e ele já vem te pedir propina pelo serviço. Nos hotéis eles não te pedem, mas é praxe dar alguma moeda ao cara que te acompanha até o quarto com a bagagem. Mais descente é o que ocorre nos restaurantes. Cada garçonete é responsável por um grupo de mesas. É costume deixar sobre a mesa, ao sair, uma moeda pelo serviço dela. Elas não pedem, mas é um hábito local. Eu costumava deixar 05 ou 10 pesos de gorjeta nas mesas, não mais do que isso.

Dia dos Mortos
Se viajar no mês de outubro - como eu fiz – vai presenciar todo o preparativo para a comemoração do Dia dos Mortos (02 de novembro). A cidade fica colorida, as lojas vendem enfeites de monstros e esqueletos em papel, e as ruas se enchem de doces típicos. É muito bonito de se ver! Existem muitos doces como cabeças de caveira e sarcófagos feitos inteiramente de açúcar. Não estranhe de entrar em um restaurante, e ver uma vitrine cheia de fotos de pessoas falecidas. Os mexicanos lidam com a morte de uma forma diferente da nossa. Existe pouca melancolia e mais festa para relembrar os entes queridos.
 
Decoração para o Dia dos Mortos.

Boneco em papel maché para o Dia dos Mortos.

Doces
As casas de doces são bastante populares no México. Na capital mexicana, não deixe de visitar a Casa Celaya (Av. 5 de Mayo). Em Puebla – como já mencionado - existe uma rua inteira com dezenas de lojas que só vendem doces.

Doceria Celaya, na capital mexicana. Fundada em 1874.

Vitrine da Doceria Celaya

 Taxi Seguro
Um ótimo sistema para locomoção em Aeroportos e Rodoviárias é o “Taxi Seguro”. No aeroporto é conhecido como “yellow taxi”. Eles cobram pela corrida, com motoristas cadastrados. Então, terá maior segurança nessas ocasiões. No aeroporto do México, eles irão te cobrar 200 pesos para uma corrida até o centro histórico. É caro para os padrões mexicanos, mas muito melhor do que se arriscar com bagagens em uma cidade estranha. Você encontra facilmente as cabines de venda de passagens para este sistema de locomoção.

Até a próxima garotada! Vivo ou morto...hehehehehe...
 
NA TERCEIRA PARTE, A CIDADE OAXACA E MAIS: COSTUMES, ALIMENTAÇÃO, DINHEIRO, MITLA, MONTE ALBÁN, ARTESANATO E HOTÉIS! NÃO PERCAM!!!!!!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Lambayeque: Sacerdotisa Chornancap permite rescatar la identidad

Pocas veces se ha podido reconstruir un rostro de una gobernante mujer, reveló Haagen Klaus, antropólogo forense de la Universidad del Valle de Utah (EEUU). Fuente: RPP | Créditos: Henry Urpeque.

Lo que hasta ahora era un verdadero misterio para la arqueología peruana hoy salió a la luz, tras la presentación del rostro de la sacerdotisa de Chornancap, una gobernante de élite de la cultura Lambayeque, que fue enterrada hace ocho siglos y descubierta en abril del 2011 en el Complejo Arqueológico Chotuna Chornancapla, zona oeste de la ciudad de Lambayeque.

La presentación del rostro del importante personaje estuvo a cargo de los doctores Haagen Klaus y Daniel Fairbanks, ambos antropólogos forenses de la Universidad del Valle de Utah (EEUU), quienes durante cinco meses trabajaron intensamente para elaborar todos los rasgos faciales de la gobernante que desempeño un papel preponderante en la historia prehispánica.

Los expertos, luego del hallazgo de la tumba, recogieron parte del cráneo y realizaron una réplica de arcilla plástica, para luego minuciosamente ir verificando cada hueso de la cara y cabeza.

Posteriormente colocaron diversos músculos en toda la zona facial para poder configurar sus facciones más sobresalientes como pómulos y mentón.

El resultado al final arrojó un rostro con piel cobriza, nariz aguileña, ojos hundidos, labios gruesos, y orejas grandes, fisonomías muy peculiares de las antiguas mujeres mochicas.

“Lo más complicado ha sido replicar los huesos del rostro como maxilares, cigomáticos, porque los originales se quedaron en el museo. Hemos tenido un difícil trabajo, hemos usado fotos de algunas pobladoras de la zona para poder completar el rostro”, indicó Fairbanks.

Por su parte, Haagen Klaus expresó que pocas veces se ha podido reconstruir un rostro de una gobernante mujer.

“Para mí es un gran reto logrado, si hablamos de reconstrucción forense a nivel mundial, hay pocos trabajos como este, desde el inicio fue complicado porque el rostro estaba fragmentado, utilizando técnicas especiales de la medicina forense”, agregó.

Finalmente, el director del Proyecto Chotuna Chornancap, arqueólogo Carlos Wester La Torre, desatacó este hecho, ya que permitirá reconstruir el rostro de la historia lambayecana.

“Estabamos acostumbrados a mirar mucho la parte material en los descubrimientos; los objetos de oro, plata, los metales si son valiosos, pero la reconstrucción de la fisonomía de un personaje permite reafirmarnos como sociedad y fortalecer nuestra identidad, si nos damos cuenta personas mujeres con estas facciones aún podemos observar en Morrope, Monsefú, Túcume y Mochumí", dijo.

Wester anunció que este mismo trabajo se hará con el personaje guerrero encontrado en la tumba de la sacerdotisa, mientras que las fotografías de sus rostro serán publicadas en un libro en los próximos meses.

Arqueólogos descobrem crânios deformados em cemitério milenar mexicano

Uma equipa do Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH) descobriram o primeiro cemitério pré-hispânico milenar em Sonora, perto da localidade de Onavas, no norte do país. Dos 25 esqueletos encontrados, 13 tinham graves deformações no crânio e cinco apresentavam a arcada dentária mutilada.

Os crânios deformados, que são alongados e com um aspecto alienígena, resultam de uma práctica comum entre os povos mesoamericanos, um ritual para diferenciar os mais poderosos da sociedade.
Já as alterações dentárias serviam para marcar a passagem da infância para a adolescência, um costume observado nos povos de Nayarit, no oeste do país, entre os anos 900 e 1200.

Segundo Cristina García Moreno, investigadora da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, que lidera as escavações, essas mutilações coincidem com as descobertas em Sonora, uma vez que os cinco corpos tinham mais de 12 anos.

A maioria das ossadas encontradas é de menores de idade: 17 tinham entre 5 meses e 16 anos quando foram enterrados, e apenas oito eram de adultos. Só um esqueleto era de mulher.

Cristina García Moreno considera que a «força excessiva» ao apertar os crânios pode explicar o número alto de jovens no cemitério.

«A área reúne características únicas, porque mistura expressões culturais de grupos do norte do México, como o uso de adornos feitos de conchas, com tradições ocidentais nunca antes encontradas no território de Sonora», explica.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Especialização Lato Sensu - Arqueologia, História e Sociedade

Pessoal!
Já estão abertas as inscrições para a Pós Graduação da UNISA em "ARQUEOLOGIA, HISTÓRIA E SOCIEDADE".
O curso tem por finalidade, fornecer subsídios para o professor da rede pública ou privada que possibilitem, por um lado, o trabalho com a documentação arqueológica no ensino da História do Brasil, da América e da Antiguidade (no caso de professores de História) e por outro, a ampliação do processo de educação patrimonial, levando-o às escolas de Ensino Fundamental e Médio, por meio de professores bem informados e comprometidos com a preservação dos vestígios materiais de nossa Cultura. Visa, também, o aperfeiçoamento de profissionais da área de Turismo, ampliando seu conhecimento histórico e oferecendo subsídios para uma maior compreensão do significado do patrimônio histórico-arqueológico, um dos focos de seu interesse. Por último, o curso oferece para os graduados das mais diversas áreas, um conhecimento pouco abordado em nosso país, bem como a formação uma consciência crítica quanto à importância dos testemunhos materiais e sua preservação.
 PARA MAIORES INFORMAÇÕES, ACESSE O LINK ABAIXO:
Chile Arqueológico: 10 hallazgos fundamentales para comprender nuestro pasado – Rodrigo Riveros Strange

Si bien popularmente a veces se recurre al acervo arqueológico para reafirmar el chovinismo, los conocimientos más importantes de esta disciplina científica aún está lejos de ser conocidos por la mayoría de nuestra población. Por eso el libro del arqueólogo Rodrigo Riveros Strange, “Chile Arqueológico: 10 hallazgos fundamentales para comprender nuestro pasado”, tanto por forma y contenido, es un aporte esencial a la divulgación del patrimonio arqueológico de esta zona del mundo llamada Chile.

Decimos en forma, porque la manera de divulgar el bagaje y los avances en la materia -que suelen socializarse en instancias especializadas y en formatos académicos- es el de una historieta gráfica que, en trece capítulos, da un recorrido no lineal al norte, centro y sur, incluyendo el mundo subacuático y dando pinceladas de las técnicas de recolección de datos de un ámbito de conocimiento más o menos desconocido, tal como ocurre con otras áreas de la investigación científica.
 
A nivel de contenido, la historieta introduce la labor arqueológica, adentrándose luego en hitos como Monte Verde y los primeros americanos, el notable capítulo sobre las momias de Chinchorro, pasando por Tulán 54 y las primeras sociedades aldeanas -basadas en la ganadería camélida para la carga- hasta llegar al patrimonio arqueológico descubierto bajo Santiago y en el sur.
 
“Chile Arqueológico…”, además de presentar la historiografía arqueológica local se da tiempo de reflexionar sobre fenómenos como el paso de algunas comunidades desde las actividades de caza y recolección a las sociedades aldeanas como Tulán 54 en la Región de Antofagasta, un proceso de varios miles de años que detonó una nueva organización social, política, económica y religiosa; en la influencia de la civilización Tiwanaku en la zona andina o de la anexión no violenta del Inka en el Cerro La Cruz.
 
Asimismo, a través del relato podemos enterarnos de formas distintas de vida, como la de la Cultura Llo Lleo, más vegetarianos que carnívoros y cuya organización tribal carecía de diferencias de rangos ni jerarquías institucionales, antípoda de la realidad de la sociedad establecida en Pica-Tarapacá; o conocer el destino de la fragata británica HMS Wager, hundida en la Región de Aysén en el siglo XVIII, introduciendo el patrimonio subacuático como otro ámbito de investigación.

 
Como historieta, quizás podría haber funcionado mejor si los personajes que abren el libro hubiesen estado presentes guiando todo el relato, ya que los cortes de paso entre tema y tema son demasiado abruptos, pero aún así los toques de humor blanco refrescan el contenido, humanizando animales y dotando a los indígenas de razonamientos que, si bien son de dudosa ortodoxia, permiten establecer un nexo con el lector, considerando que, idealmente, podrá ser un niño o niña.
 
De todas maneras, “Chile Arqueológico…” tiene un valor pedagógico importantísimo y posee la capacidad de sintetizar la numerosa y árida bibliografía que le sirve de fuente en una publicación amena, logrando a momentos evocar el pasado de manera vívida y colorida.

Por Cristóbal Cornejo

El Ciudadano

Este trabajo contó con el apoyo del Colegio de Arqueólogos de Chile, el Departamento de Antropología de la Universidad de Chile, el Consejo de Monumentos Nacionales y la Sociedad chilena de Arqueología. Su publicación fue posible gracias al financiamiento del Fondo Nacional de Fomento del Libro y la Lectura, del Consejo Nacional de la Cultura y las Artes. Se puede adquirir en la Galería Plop, Librerías Qué Leo, Librería Lea+ del GAM, Librerías Metales Pesados, para compras online en www.dinova.cl. El libro tiene un valor de 4.000 pesos.

Arqueólogos descobrem quatro esqueletos incas em Machu Picchu


Três dos quatro corpos, datados de 1300 a 1500 a.C., foram descobertos numa gruta que era utilizada para rituais fúnebres do povo Inca em Salapunku.
O quarto esqueleto foi encontrado noutra zona de Machu Picchu que, ao que tudo indica, pertenceria a uma tribo antiga que dominava a região, antes do povo Inca.
Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2012/11/22/arqueologos-descobrem-quatro-esqueletos-incas-em-machu-picchu (22/11/2012)

Encontrada tumba de rainha maia


Esculturas feitas de pedra, na Guatemala, do rei K’ínich Bahlam (esq.), e da rainha K’abel. Francisco Castañeda.
Arqueólogos encontraram na Guatemala, na América Central, a tumba de uma rainha maia do século VII. Um pequeno vaso de alabastro decorado com a imagem de uma mulher com idade avançada, com o nome da rainha inscrito em hieróglifos, foi a peça-chave para a identificação de K’abel. O túmulo com os restos mortais de um adulto foi descoberto em junho durante uma escavação no sítio arqueológico Peru-Waka, na região de Petén, no noroeste do país, pela pesquisadora americana Olivia Navarro e pela guatemalteca Griselda Pérez. Mas só em outubro, após análise de especialistas e avaliação de evidências, a descoberta foi anunciada por David Friedel, professor de antropologia da Universidade de Washington em Saint Louis, nos Estados Unidos, diretor da expedição. K’abel fazia parte de uma família real e tinha o título de “Kaloomte” (Guerreira Suprema), o que significa que ela teve maior autoridade do que o seu marido, o rei K’inich Bahlam. A equipe encontrou também uma grande quantidade de joias de jade e milhares de lascas e navalhas de obsidiana (rocha de origem vulcânica). Na escavação, as pesquisadoras acharam o cômodo principal, que funcionava como um local de adoração do fogo, e abaixo dele o túmulo.

Chiapas estrena dos nuevas zonas arqueológicas

En Chiapas se abrieron al público las zonas arqueológicas de Lagartero e Iglesia Vieja, con las inauguraciones suman ya 10 sitios abiertos en la entidad

Por Noticieros Televisa | Fuente: Noticieros Televisa

TUXTLA GUTIÉRREZ, México, nov. 30, 2012.- Con la apertura de las zonas arqueológicas Lagartero e Iglesia Vieja, en los municipios chiapanecos de Ocosingo y Tonalá. El titular de la SEP, José Ángel Córdova Villalobos, destacó que con estas dos nuevas zonas arqueológicas, se alcanza la cifra de 15 sitios de este tipo que se abren en esta administración, en comparación con los dos o tres que se han dispuesto en sexenios anteriores.

El funcionario destacó que en el caso de la Zona Arqueológica Lagartero, también representa la generación de nuevas fuentes de empleo para la localidad de la Trinitaria.
Por su parte, Alfonso de Maria y Campos, titular del INAH, indicó que Lagartero es un sitio maya que ayudará a comprender de manera integral a esta antigua cultura, y "su apertura fortalecerá la actividad turística de Chiapas".
Lagartero, colindante con Guatemala, fue habitado hace 1,700 años y representó un lugar de paso de aspectos culturales e ideológicos entre distintos grupos de filiación mayense. Por su parte, Iglesia Vieja, localizado en la costa chiapaneca, fue un sitio ocupado antes de nuestra era (250-400 a.C.) y pudo funcionar como una capital de poblaciones anteriores a los zoques del área del Istmo, en una posición intermedia entre los grupos mayas y los zapotecas de Oaxaca.
Los titulares de la SEP y del INAH hicieron un reconocimiento a los años de investigación en Lagartero e Iglesia Vieja, que los arqueólogos Sonia Rivero y Akira Kaneko, respectivamente, dedicaron para comprender la conformación de estos antiguos centros ceremoniales, cuyos basamentos piramidales fueron recuperados con la participación de habitantes de las poblaciones aledañas.
En seis años, el INAH a través de su Delegación en Chiapas, destinó en promedio 3 millones de pesos para cada uno de los proyectos de investigación en Lagartero e Iglesia Vieja, monto que también incluyó su mantenimiento.
Asimismo, para dar certeza jurídica a los sitios, se invirtieron más de 7.5 millones de pesos en la compra de 30 hectáreas de Iglesia Vieja; en Lagartero, una porción del terreno denominado isla El Limonal, fue donada por la comunidad.

LAGARTERO
Para llegar a la plaza principal de Lagartero, zona arqueológica que complementa el atractivo natural de Lagos de Colón, en el municipio de Ocosingo, se camina por senderos ecológicos que permiten apreciar los cristalinos cuerpos de agua y la vegetación de la selva baja que rodean la citada isla, sobre la que se desplantan las construcciones precolombinas.
Según la arqueóloga Sonia Rivero, responsable del proyecto arqueológico, uno de los hallazgos más relevantes en esta zona arqueológica se registró a finales de 2009, cuando en la Pirámide Oeste se halló una estela de poco más de 2 m de longitud. Este monumento muestra a un jerarca maya sometiendo a otro personaje, que podría ser el retrato de un nuevo gobernante que asumió el poder hacia 1000 d.C.
En ese mismo edificio, en otro nivel de dicha estructura piramidal, también se descubrieron tres ollas con entierros humanos en su interior y vasijas alrededor, que datan de 700 d.C. En una etapa aún más temprana de esta pirámide se ubicaron alrededor de 40 piezas cerámicas de color negro, así como una vasija grande que contenía huesos.

IGLESIA VIEJA
Por otra parte, sobre una elevación (740 msnm) que se localiza a 4 kilómetros de la ciudad de Tonalá, se yergue la Zona Arqueológica Iglesia Vieja, que destaca por su arquitectura realizada con grandes bloques de piedra granita, de hasta 2 metros y más de una tonelada, lo que lo convierte en uno de los pocos sitios megalíticos en México, abierto también al público, este 29 de noviembre.
El arqueólogo Akira Kaneko, quien dirige las investigaciones del sitio, detalló que desde 2010, las labores estuvieron enfocadas a la consolidación de los denominados grupos B y C, en los que destacan grandes edificios, por ejemplo, la Estructura B-I, que alcanza los 95 m de longitud por 7 metros de altura.
Aunque el apogeo de Iglesia Vieja fue hacia 250-400 d.C., en el periodo Clásico Temprano, la evidencia arqueológica indica que su ocupación comenzó entre 400 y 100 años antes de nuestra era, y cuando dejó de funcionar todavía algunos grupos acudían a él, como lo demostró la presencia de una ofrenda con objetos de cerámica, que data de 600 d.C., encontrada en el templo de la Estructura B-I.
"De los más 20 sitios arqueológicos reportados en la región de Tonalá, en Chiapas, Iglesia Vieja es el más grande. Temporalmente coincidió con el dominio de Teotihuacan, pero hasta ahora no hemos encontrado indicadores de presencia teotihuacana", abundó el arqueólogo Kaneko.
De acuerdo con las investigaciones y por su localización estratégica (entre la costa del Océano Pacífico y la Sierra Madre Oriental) y la influencia de distintas regiones de Mesoamérica, este sitio prehispánico fue habitado por una cultura local probablemente ligada al grupo zoqueano.
Otra de las sorpresas durante los trabajos arqueológicos en el sitio, fue el registro de más 30 monumentos escultóricos con la representación de figuras zoomorfas y antropomorfas, y de algunas que combinan características humanas y animales, por ejemplo, un pez, un ave rapaz o una tortuga.

CÓMO LLEGAR
Lagartero: Se llega por la carretera Panamericana, de Comitán a Ciudad Cuauhtémoc. En el km 59, en Chamic, está la desviación a los Lagos de Colón, desde donde se recorren 11.4 kms hasta el ejido Cristóbal Colón. La zona arqueológica se localiza en la ciénega del mismo nombre, colindante con Guatemala.

Iglesia Vieja: Se toma la carretera de Tonalá a la ciudad de Arriaga, y 6 kms más adelante se encuentra la desviación donde está el puente del río Tiltepec; desde ahí son 9 kms, pasando los ranchos El Coyol y Miramar, se accede a la explanada posterior del Grupo B del sitio arqueológico.
Ambas zonas arqueológicas pueden ser visitadas de lunes a domingo, de 8:00 a 17:00 horas. Entrada libre por apertura, hasta nuevo aviso.

CON INFORMACIÓN E IMAGEN CORTESÍA DEL INAH

Bolívia devolve ao Peru múmia de 700 anos

Corpo de criança mumificado havia sido roubado por traficantes

BBC

 A Bolívia devolveu ao Peru uma múmia de pelo menos 700 anos de idade. Ela havia sido roubada do país por traficantes de antiguidades e foi apreendida há dois anos.

A múmia que dataria de entre 1200 e 1450 é de uma criança de cerca de dois anos e mede 30 centímetros.

Ao ser apreendida pelas autoridades bolivianas, a múmia estava em posse de uma mulher que pretendia enviá-la dentro de uma caixa para a França, onde ela seria vendida em uma casa de leilões.

Perna sobrando
Peritos dizem que a múmia é autêntica, mas afirmaram que uma de suas pernas foi acrescida mais tarde por contrabandistas, para aumentar seu valor no mercado negro.

O corpo da criança foi enrolado em cinco camadas de algodão e lã. Segundo especialistas, ela teria vivido na costa sul do Peru.

O governo peruano agradeceu o envio da múmia pelo país vizinho, mas frisou que muitas peças valiosas do país permanecem nas mãos de contrabandistas.

O ministro da Cultura do Peru, Luis Peirano, disse que ''este pequeno pacote é apenas uma amosta do roubo e da violação de nosso patrimônio e de toda a nossa herança''.