sábado, 25 de fevereiro de 2012

Queda da civilização maia foi causada por leve seca

Redução do volume de chuva entre os anos 800 e 950 d.C. pode ter causado falta de água, o que teria levado à tensão social e ao abandono de cidades

O templo maia de Kukulcán foi construído no século XII d.C. na região da Península de Yucatán, no sudeste do México (iStockphoto)

O fim da civilização maia pode estar relacionado com uma seca relativamente modesta. É o que diz um estudo realizado por uma equipe internacional de pesquisadores do México e Reino Unido. O trabalho foi publicado na revista americana Science.
Por mais de 100 anos, especialistas relacionam o colapso dos maias às mudanças climáticas, especialmente à seca. Mas não havia estimativa detalhada sobre o quão severa teria sido essa seca.

A nova pesquisa publicada na Science possibilita uma estimativa mais detalhada. De acordo com o estudo, a queda dos maias está relacionada com a diminuição do número de tempestates durante o verão.

Os autores afirmam que houve uma redução modesta no volume de chuva entre o ápice e o colapso dos maias, entre os anos 800 e 950 d.C. Os pesquisadores conseguiram verificar a mudança climática no período analisando grutas e lagos rasos na região da Península de Yucatán, no sudeste do México.

A redução representa de 25% a 40% do total de chuva anual naquele período. "Contudo, a redução foi grande o suficiente para que a evaporação fosse maior do que os níveis de chuva", disse Eelco Rohling, da Universidade de Southampton, Reino Unido, um dos autores do estudo. "Por causa disso, a quantidade de água disponível foi reduzida rapidamente", disse.

Templo no Reino de Tikal, um dos mais proeminentes do povo maia

Falta de água - Mas como uma redução modesta de água seria capaz de causar o desaparecimento de uma civilização? Rohling explica: "O verão era a principal estação para o cultivo e o reabastecimento do suprimento de água potável dos maias e não existem rios nas terras baixas de Yucatán. Tensão social e o abandono de cidades são as consequências prováveis da grave falta de água, especialmente porque parece ter havido secas recorrentes durante vários anos".

Os cientistas também destacaram que as secas ocorridas durante a queda dos maias são de severidade semelhante às projetadas pela ONU para um futuro próximo na mesma região.

Martín Medina-Elizalde, do Centro Yucatán de Pesquisa Científica, no México, coautor da pesquisa, esclarece: "O que parece ser uma pequena redução da disponibilidade de água pode levar a problemas duradouros. A questão não se aplica apenas à Peninsula de Yucatán, mas a todas as regiões parecidas onde a evaporação é grande. Hoje, temos o benefício de saber com antecedência e, por isso, deveríamos agir de acordo".

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/queda-da-civilizacao-maia-foi-causada-por-leve-seca (23/02/2012)

A gravura rupestre mais antiga do continente americano


A figura descoberta no Brasil poderá ter mais de 12 mil anos

Um grupo de arqueólogos descobriu no centro do Brasil uma gravura rupestre com forma antropomórfica que acreditam ser a mais antiga figura do género com datação fiável descoberta no continente americano, segundo revela um artigo hoje publicado na revista científica «PLoS ONE».

A imagem, que terá entre dez e 12 mil anos de idade, foi descoberta em Lapa do Santo, um sítio arqueológico a 60 quilómetros de Belo Horizonte, no centro-leste do Brasil, pelos investigadores Walter Neves e Danilo Bernardo, do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, da Universidade de São Paulo, Astolfo Araújo, do Museu de Arqueologia e Etnologia da mesma universidade, Renato Kipnis, da Scientia Consultoria e James Feathers, da Universidade de Washington.

No texto publicado, os cientistas escrevem que, tendo apenas em consideração a datação por radiocarbono, pode dizer-se com confiança que a gravura tem mais de 10,5 mil anos, podendo ter até 12 mil anos de idade. "Isto significa que esta figura gravada pode ser o petroglifo figurativo mais antigo que jamais foi encontrado no novo mundo".

Um dos cientistas, o brasileiro Danilo Bernardo, explicou que, ao contrário da maioria das gravuras do género encontradas na América do Sul, esta foi datada com fiabilidade, por ter sido encontrada no fundo de uma escavação, a mais de quatro metros de profundidade.

Arte rupestre do Brasil
"É como se tivesse um registo cronológico", disse, explicando que, ao longo da escavação, foram recolhidas amostras de sedimentos para datação por carbono 14. "Não era possível a figura ter sido feita no embasamento rochoso sem que fosse antes de todos estes sedimentos se acumularem em cima. Assim, sabemos que a figura é mais antiga do que a acumulação de sedimentos. Datando o sedimento, datamos a figura".

O investigador sublinhou por outro lado que, "na América do Sul, aparecer uma manifestação da cultura humana com uma antiguidade tão recuada e apresentando uma diversidade tão ampla (...) é um bom indício de que a presença humana é mais antiga do que os 12 mil anos da cultura Clóvis".

Questionado sobre a imagem, Danilo Bernardo explicou que se assemelha às características de "boa parte da arte rupestre do Brasil: ser antropomorfo, ser filiforme, ter o genital super enfatizado". "Mesmo em alguns sítios de Lagoa Santa encontramos figuras semelhantes, o interessante é que essas figuras eram sem datação e, por conta da sua relativa escassez, alguns arqueólogos acreditavam tratar-se de uma tradição mais recente. Mas talvez a escassez não seja motivada por ser recente, mas, pelo contrário, por ser muito antigo", disse o investigador.

No artigo, os investigadores sublinham também que a semelhança da figura agora encontrada com outras identificadas, por exemplo, no estado do Rio Grande do Sul sugere que havia contacto cultural entre grupos separados cerca de 1.600 quilómetros no início do período do holoceno (há cerca de 11,5 mil anos).

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=53178&op=all (22/02/2012)

Argentina devolverá piezas arqueológicas a Perú

Foto: Para este año, el Ministerio de Cultura peruano espera recibir alrededor de 1.500 bienes culturales, recuperados a través de incautaciones o entregas voluntarias en diversos países

Casi medio centenar de objetos serán restituidos por las autoridades argentinas incautadas en un procedimiento judicial

Se trata de 46 piezas de cerámica y un collar de cuentas de metal que ya cuentan con la autorización judicial en Argentina para proceder a su devolución y que serán embarcadas rumbo a Perú, esta semana.

Antes del traslado de las piezas, se realizará en Buenos Aires una ceremonia formal de restitución, en la que participarán los cancilleres de Perú, Rafael Roncagliolo, y de Argentina, Héctor Timerman, y el secretario argentino de Cultura, Jorge Coscia.

Desde 2009, en el marco de un convenio bilateral específico, Argentina ha restituido ya a Perú dos colecciones arqueológicas.

Para este año, el Ministerio de Cultura peruano espera recibir alrededor de 1.500 bienes culturales, recuperados a través de incautaciones o entregas voluntarias en diversos países.

La directora general de Fiscalización y Control del Ministerio de Cultura, Blanca Alva Guerrero, dijo que esas entregas deberán provenir, sobre todo, de Estados Unidos, España, México, Australia, Italia, Francia y, precisamente, Argentina.

La funcionaria indicó que de los 1.500 bienes recuperados, más de 200 objetos se encuentran en poder de representaciones diplomáticas de Perú, listos para el viaje de retorno.

La Dirección General de Fiscalización y Control del Ministerio de Cultura, ha implementado un sistema de alertas virtuales que permite dar aviso inmediato de los robos del patrimonio peruano, a las autoridades locales, nacionales e internacionales, así como a una red de contactos relacionados al ámbito cultural.

Alva Guerrero, precisó que en los últimos cinco años, la Dirección General de Fiscalización y Control ha logrado recuperar más de 5.200 bienes culturales que han sido devueltos a sus respectivos lugares de conservación y protección.

Según los registros, Estados Unidos, España, Alemania e Italia son los países con mayor mercado de piezas arqueológicas, mientras que Europa ostenta el mercado de bienes coloniales.

Fonte: http://noticias.universia.edu.pe/en-portada/noticia/2012/02/24/913808/argentina-devolvera-piezas-arqueologicas-peru.html (24/02/2012)

Huaca Huantille abrirá sus puertas al público

Para fomentar la cultura en la capital.

Andina

El director de Arqueología del Ministerio de Cultura, Luis Cáceres, anunció que la huaca Huantille, ubicada en el distrito limeño de Magdalena del Mar, abrirá sus puertas al público en general.

De acuerdo a la agencia Andina, esta reliquia ha estadio siendo recompuesta desde hace años por especialistas del Instituto Nacional de Cultura (INC), del municipio de la jurisdicción y de la mencionada cartera, quienes ahora desean exhibir lo avanzado hasta el momento.

Asimismo, Cáceres agregó que la inauguración sería en la segunda mitad del año, a más tardar, que ofrecerá también un sistema de iluminación especial.

Fonte: http://www.generaccion.com/noticia/143414/huaca-huantille-abrira-sus-puertas-al-publico (24/02/2012)

Descobrem entretenimento milenar maia no México

Por camila carduz

México (Prensa Latina) Um tabuleiro de mais de mil anos, usado como jogo ou objeto de divinação, foi achado na zona maia por arqueólogos mexicanos, deu-se a conhecer.

Esta descoberta foi feita na zona arqueológica de Dzibilnocac, no estado de Campeche, durante trabalhos de restauração no lugar denominado Edifício A1, informou o Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH-Conaculta).

O patolli ("jogo" em língua náhuatl) tem 50 centímetros de longitude, está dividido em 58 retângulos de diversos tamanhos e em alguns destes há cruzes traçadas, explicou o arqueólogo Heber Ojeda.

Estima-se que esse objeto fosse usado entre os anos 600 e 900 de nossa era, quando a então cidade de Dzibilnocac estava em seu apogeu.

A experiente Judith Galegos, que já estudou um patolli descoberto anteriormente nesse estado, explicou que este jogo foi descrito em códices, bem como por cronistas espanhóis.

Comentou que os maias tinham uma grande aficção a esse passatempo,que durante a colonização foi considerado proibido, ao ser catalogado como idolátrico e pagão.

Acrescentou que este tipo de tabuleiro, para além de seu uso para o jogo ou para a aposta, também pôde ser utilizado como um instrumento de adivinhação.

A civilização maia no México habitou o território hoje compreendido por cinco estados do sudeste, que são, Campeche, Chiapas, Quintana Roo, Tabasco e Yucatán. Assim mesmo povoou zonas dos atuais países de Guatemala, Belize, Honduras e El Salvador.

rc/jgs/cc

Fonte: http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=481016&Itemid=1 (24/02/2012)

sábado, 18 de fevereiro de 2012

'El Pañhú' revela claves sobre origen otomí


Investigadores trabajan en la restauración de la Zona Arqueológica 'El Pañhú', que fue ocupada por la cultura xajay, cuya población tuvo autonomía ante la expansión de Teotihuacan.

CON INFORMACIÓN E IMAGEN CORTESÍA DEL INAH

PACHUCA, México, feb 15, 2012.- En la Zona Arqueológica Pañhú, en Hidalgo, donde investigadores del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH-Conaculta) trabajan con miras a su pronta apertura, podrían encontrarse las claves para comprender el origen prehispánico de los grupos otomíes, así como el nacimiento de uno de los mitos mesoamericanos más extendidos, la búsqueda del Cerro Coatepec como sitio sagrado.

Desde las antiguas edificaciones que se desplantan en el borde norte de La Mesilla, una de las mesetas del municipio de Tecozautla, no sólo se domina el paisaje semidesértico del Valle del Mezquital, sino también una elevación: el Hualtepec o Cerro del Astillero, que de acuerdo con investigaciones es el mítico Cerro Coatepec ("Montaña de la serpiente").

El doctor Fernando López Aguilar, director del Proyecto Especial Pañhú, explicó que este sitio junto con otros de la región como Zethé, El Cerrito, Zidada y Taxangú, forma parte de la tradición cultural xajay, que se desarrolló durante cinco siglos, aproximadamente, de 450 d.C. a 950 d.C.

López Aguilar explicó que al interior de los edificios que podrán verse, construidos durante la última etapa de ocupación del sitio, en el periodo Epiclásico (650-950 d.C), hay otros de una antigüedad mayor, realizados durante la época Clásica (450-650 d.C.).

Lo interesante -dijo- es que la arquitectura de Pañhú ("Camino caliente" en otomí) es completamente auténtica y difiere del estilo impulsado por Teotihuacan, la gran urbe que dominaba para entonces la escena mesoamericana. Esto refiere a cierta autonomía que tuvo Pañhú con respecto a la expansión de la Ciudad de los Dioses.

Así, contenida en una pirámide del periodo Epiclásico, que se ha denominado Estructura principal -de 17 m por lado y que debió rebasar con su templo los 10 m de altura-, se halla otra que fue edificada dos siglos antes, con una arquitectura más parecida a la del Bajío y en cuyas fachadas destacan remetimientos con forma de un glifo semejante a una E.

Lo mismo sucede en el edificio que debió ser el Tecpan o sede del gobierno, pues a la construcción del periodo Clásico, siglos más tarde le fue superpuesta otra, se trata de una estructura de 15 m por lado que es la que podrá observar el visitante de forma inmediata.

El también director del Proyecto Valle del Mezquital, de la Escuela Nacional de Antropología e Historia (ENAH), detalló que uno de los hallazgos más importantes ha sido una excavación al interior en la Estructura principal, que debió ser realizada hacia 650 d.C., en busca de la ofrenda fundacional del sitio, misma que se hallaba en el interior.

"Lo que se hizo en ese momento, 650 d.C., fue una desacralización, mediante las destrucción de parte de la estructura antigua y se llevaron materiales de la ofrenda colocada en 450 d.C., que debió contener pequeñas esculturas del dios o dioses tutelares, posiblemente Xiuhtecuhtli (dios del Fuego). Posteriormente, derrumbaron el templo de esa pirámide más temprana y realizaron varios rituales, colocando otras ofrendas, previo a la construcción de un nuevo edificio", detalló.

Con ayuda de un equipo del Instituto de Geofísica de la UNAM, los arqueólogos del Proyecto Especial Pañhú esperan determinar, mediante una tomografía -que alcance el nivel del desplante del edificio-, si algunos materiales de la ofrenda fundacional se encuentran todavía in situ, lo cual brindará información certera sobre la filiación cultural de los grupos que llegaron a esta región.

No obstante, comentó Fernando López Aguilar, las investigaciones llevadas a cabo en torno a los sitios xajay señalan que estos asentamientos provienen de un desarrollo del periodo Preclásico (500 a.C.-300 d.C.), llamado Chupícuaro, cuyos antecedentes más cercanos a Pañhú están a 35 kilómetros al sureste, en lo que hoy es el estado de Querétaro.

"Se piensa que la población otomí de esta región viene de los teotihuacanos. Lo que estamos encontrado a partir de la arqueología y de la etnografía, es que este origen también puede incluir población del área de San Juan del Río en Querétaro y Acambay-Jilotepec, Estado de México, con nexos en la tradición Chupícuaro.

"Los estudios nos han indicado que el nombre original de esta región en el occidente de Hidalgo, fue Teotlalpan ("La tierra de los dioses" en náhuatl), debido a que aquí se encuentra el Cerro Hualtepec que, mediante los trabajos del Proyecto Valle del Mezquital, hemos identificado como el mítico Cerro Coatepec, señalado en fuentes históricas", explicó el arqueólogo.

Aunque esta documentación vincula al Cerro Coatepec con la fundación de la ciudad mexica de Tenochtitlan, López Aguilar apuntó que en realidad se trata de un mito mucho más antiguo a la presencia de este grupo en la Cuenca de México, en los siglos XIV-XV de nuestra era.

"Una de nuestras hipótesis -dijo- es que los teotihuacanos entraron hacia este rumbo pensando en ese cerro sagrado, al igual que los xajay, que provenían de la tradición Chupícuaro. De manera que se suscitó un conflicto por el dominio de este lugar".
Fernando López recordó que los trabajos en la Zona Arqueológica Pañhú se remontan a 2007, año en que se hicieron dos temporadas de campo por parte del proyecto transdisciplinario Valle del Mezquital.

La maestra Sabrina Farías Pelayo, jefa de campo, indicó que además de la Estructura principal y el Tecpan, los trabajos arqueológicos se enfocan en la fachada sur de la plaza que delimita el acceso al centro ceremonial.

Asimismo, el sitio tendrá una unidad de interpretación temática donde se recreará la experiencia del paisaje ritual de Pañhú. Mediante simulaciones por computadora, el visitante conocerá las orientaciones de la arquitectura del asentamiento con respecto a un calendario que ya ha sido definido por los arqueólogos y que corresponde a los días 13 de abril (coincidente con la orientación de la pirámide principal), así como a los días 21 de marzo, junio, septiembre y diciembre.

Fonte: http://noticierostelevisa.esmas.com/especiales/404133/el-panhu-revela-claves-sobre-origen-otomi (15/02/2012)

Leyendas de piedra

FOTO: Las imágenes en relieve que presentan las lápidas aluden a ocho serpientes con las fauces abiertas, de las cuales se aprecia la lengua bífida y en la parte inferior el crótalo. Foto. Agencias

Una serie de 23 lápidas de más de 550 años de antigüedad que contienen textos de la cultura mexica fueron halladas frente a los vestigios del Templo Mayor; la escritura iconográfica ofrece todo un discurso sobre la mitología de la gran Tenochtitlan.

EL UNIVERSAL

Fueron descubiertas 23 lápidas de más de 550 años de antigüedad con texto de la cultura mexica, frente a los vestigios del Templo Mayor de Tenochtitlan, en el Centro Histórico del DF, informaron arqueólogos del Instituto Nacional de Antropología.

Al inaugurar el ciclo de conferencias conmemorativo al 34 aniversario del hallazgo del monolito de la Coyolxauhqui, el arqueólogo Raúl Barrera destacó el gran valor del hallazgo pues es la primera vez que vestigios son encontrados dentro del recinto sagrado de Tenochtitlan, además “la cantidad de lápidas están dispuestas a manera de documento iconográfico”, lo cual crea un discurso narrativo sobre mitos existentes entre los oriundos de Aztlán.

Abundó que en las losas se observan representaciones de serpientes, gente cautiva, ornamentos y guerreros que aluden al nacimiento de Huitzilopochtli y al origen de la Guerra Sagrada.

Las lápidas fueron localizadas a finales del año pasado en la Plaza Manuel Gamio, junto a la plataforma circular descubierta en septiembre de 2011.

“Los documentos ‘Historia general de las cosas de la Nueva España’, de Bernardino de Sahagún; ‘Historia de las Indias de Nueva España e Islas de Tierra Firme’, escrito por Diego Durán, y los códices ‘Boturini’ y ‘Chimalpopoca’, que refieren a los mitos del nacimiento de Huitzilopochtli y del origen de la Guerra Sagrada entre los mexicas, nos sugirieron que las imágenes talladas en estas 23 lajas de tezontle rojo y gris ‘cuyas dimensiones en promedio son de 50 cm de alto y 40 de ancho’ están relacionadas con dichas narraciones mitológicas”, mencionó Barrera.

Raíz mitológica
“El mito del nacimiento de Huitzilopochtli dice que la diosa de la tierra y la fertilidad, Coatlicue, quedó embarazada mediante una pluma que entró en su vientre mientras ella barría; molestos por ello, sus hijos, los 400 guerreros surianos y la diosa Coyolxauhqui decidieron ir a la montaña de Coatepec, donde vivía Coatlicue, para matarla y, para llegar hasta ese sitio tuvieron que pasar por diferentes lugares: Tzompantlitlan, Coaxalpan y Apétlac”.

“A su llegada al cerro Coatepec -continúo Barrera- Coyolxauhqui y los guerreros enfrentaron a Coatlicue y la decapitaron, en ese momento nació el dios de la guerra Huitzilopochtli, quien enfrentó a los surianos y mató a su hermana”.

Todos los sitios que se citan en el mito, según las crónicas de Bernardino de Sahagún, están representados en el Recinto Sagrado de Tenochtitlan: el cerro Coatepec con el Templo Mayor; Apétlac con una gran losa decorada con serpientes donde eran recibidos los sacrificados, lugar localizado dentro de la zona arqueológica en la plataforma frontal de Templo Mayor.

Mientras que Tzompantlitlan fue representado con un altar de un solo cuerpo donde se colocaban los cráneos de los sacrificados “encontrado el siglo pasado por el arqueólogo Leopoldo Batres donde hoy está la calle de Guatemala”; y el Coaxalpan, con una franja de piso al pie del Templo Mayor por donde sólo podían caminar los sacerdotes, sitio que quizá corresponda al suelo con lápidas recién encontrado.

Símbolos ancestrales
Las imágenes en relieve que presenta la veintena de lápidas, aluden a ocho serpientes con las fauces abiertas, de las cuales se aprecia la lengua bífida y en la parte inferior el crótalo; la representación de un escudo de guerra o chimalli con figuras de caracoles y cuentas de piedra, y dardos en dirección a la parte inferior, y trazos que quizá simbolicen chorros de sangre, detallaron Lorena Vázquez y Rocío Morales, arqueólogas involucradas en la investigación.

Asimismo, otras de las imágenes grabadas en las lápidas son: un dardo con representación de humo hacia los lados, frente a la cual se halló una punta de flecha de obsidiana; la de un guerrero estelar ataviado que porta en una mano su chimalli y en la otra un lanza dardos “arma con la cual Huitzilopochtli vence a Coyolxauhqui”; así como relieves de ornamentos característicos de esta diosa.

Otra de las lápidas descubiertas tiene grabada la figura de un cautivo arrodillado con las manos atadas sobre la espalda, que posiblemente está hablando “frente a su boca está la figura de una vírgula” y del cual se aprecia la talla de una lágrima cayendo de su ojo; en otra de las piezas prehispánicas se observa el rostro de perfil de un decapitado que lleva un tocado de plumas y una orejera; además de representaciones de ornamentos, como un rosetón adornado con plumas y una flor cortada transversalmente.

Fonte: http://www.elmundodecordoba.com/noticias/show/214-principal/1470527-nota%2001 (15/02/2012)

Habilitan recorridos en zona arqueológica de Malinalco

Dicha área recibe este nombre por una edificación de planta mixta

Foto: Una de las tareas para este 2012 será la colocación de un andador de madera frente a la fachada del Templo Monolítico. EL UNIVERSAL.

MALINALCO, ESTADOS DE MÉXICO.- Considerada la segunda zona arqueológica más visitada del Estado de México, Malinalco, busca aumentar su número de visitantes al habilitar un recorrido por seis estructuras monumentales ubicadas en la cima del Cerro de los Idolos, espacio que entre 1476 y 1521 d.C., sirvió de vigía para los intereses del imperio mexica.

En esta nueva área, que comprende aproximadamente media hectárea y se halla a una altura de dos mil 125 metros sobre el nivel del mar, se dominan las distintas secciones del Cuauhtinchan, lugar donde se preparaban los guerreros aztecas, entre ellas el Cuauhcalli, uno de los escasos ejemplos en el mundo de arquitectura monolítica y el único que cumplió con una función bélica.

El Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) informó, en un comunicado, que desde hace tres años y con el empleo de recursos del Programa de Empleo Temporal (PET) y la Secretaría de Desarrollo Social, se acondicionó un sendero de 335 metros que abarca parte de una plataforma prehispánica, misma que conduce a la nueva sección conocida como la Gran Torre Vigía.

El responsable de la zona arqueológica de Malinalco, José Hernández Rivero, explicó que dicha área recibe este nombre por una edificación de planta mixta, ya que presenta una forma rectangular, más otra semicircular que fue anexada en algún momento. El antiguo edificio mide entre 12 y 15 metros de alto, mientras que sus costados oscilan en los 30 y los 40 metros.

El también arqueólogo señaló que la estructura sigue el patrón de la arquitectura mexica y todavía conserva pisos de estuco de color rojo, mientras que su escalera lateral que mide alrededor de 70 centímetros, señala que el acceso al templo superior era restringido, tal vez sólo para dos o tres personas de alto rango, vigías, que a la vez celebraban algunos rituales.

Hernández Rivero destacó que el término de Gran Torre Vigía fue acuñado en los años 30 por su colega José García Payón, al observar la posición estratégica de esta edificación, la cual sirvió para supervisar el paso de personas y mercancías producto del tributo, hacia los actuales estados de Morelos y Guerrero.

La orografía que rodea al poblado de Malinalco, hizo de éste, y del Cerro de los Idolos en particular, un área de control que permitía al imperio mexica —cuyos poderes radicaban en la Cuenca de México— dominar el Valle de Toluca, así como los accesos a los territorios de Morelos y la zona norte de Guerrero.

'Tanto el área del Cuauhtinchan como la Gran Torre Vigía, que estamos por abrir, formaron parte de una importante guarnición militar azteca que funcionó en el periodo Posclásico Tardío, hacia 1476-1521 después de Cristo, cuando su dominio abarcaba regiones de lo que hoy son los estados de Veracruz, Oaxaca, Puebla y Guerrero, entre otras' detalló el especialistas.

Apuntó que este dominio solo se vio interrumpido con la llegada de los españoles, de manera que la caída de Malinalco coincide con la de México-Tenochtitlan: 'Hernán Cortés menciona en crónicas que los tlahuicas de Morelos le alertaron de la sublevación de los malinalcas, por ello mandó a uno de sus generales, Andrés de Tapia, y a los tlaxcaltecas, a someter esta región'.

El también investigador del Centro INAH-Estado de México precisó que en la media hectárea que abarca la Gran Torre Vigía se distribuyen otras cinco edificaciones que han sido consolidadas para seguridad del visitante; en promedio miden de 12 a 15 metros por lado, y tres metros de altura. Sin embargo, se desconoce la función que cumplieron estas construcciones con forma de montículos.

Dijo que también destacan los restos de una vivienda que debió ser ocupada hacia 1450 y 1470 d.C., cuando el avance de los mexicas obligó a distintos pueblos, en este caso a los matlatzincas, a dejar sus casas ubicadas en el valle, y buscar refugio en las partes altas. En este aposento del Cerro de los ídolos, en 1987 se encontraron seis entierros con modestas ofrendas.

'El uso del Cerro de los Idolos como sitio estratégico se remonta al gobierno del tlatoani Axayácatl (1469-1481), pero la creación de construcciones comenzó en el periodo de Ahuízotl (1486-1502), y continuó en el de Moctezuma II (1502 – 1520), quien mandaba el imperio a la llegada de los españoles; inclusive una estructura del Cuauhtinchan de Malinalco quedó inconclusa debido al arribo de los conquistadores ibéricos', anotó.

Los visitantes, en una primera etapa podrán disfrutar de recorridos por esta nueva área de la zona arqueológica, solo los fines de semana.

Con el acceso a esta nueva área, se espera reducir la concentración de visitantes, que al mes va de los 12 a los 15 mil, y al año puede llegar a los 150 mil, aproximadamente, en los 12 edificios que conforman el área del Cuauhtinchan, sobre todo en el Cuauhcalli o Templo Monolítico.

Al respecto Hernández Rivero apuntó que los trabajos que desde 2009 ha realizado el INAH para la conservación del Cuauhcalli, entre ellos la colocación de una escalinata de protección para seguridad del visitante, que visualmente se incorpora al entorno, además de la ventaja de su bajo mantenimiento.

Adelantó que una de las tareas para este 2012 será la colocación de un andador de madera frente a la fachada del Templo Monolítico, el cual canalizará el agua pluvial y reducirá la carga en las escalinatas originales labradas en la roca, para ello el presupuesto del PET destinado este año para el sitio es de cerca de 487 mil pesos.

Cabe señalar que con el apoyo de expertos de la Escuela Nacional de Conservación, Restauración y Museografía se diseña lo que será a mediano plazo el Museo de Sitio de Malinalco, a ubicarse en el área de servicios. Actualmente se afina el discurso museográfico, la disposición de los espacios y la lista de los cerca de 50 objetos que formarán su colección.

Entre las piezas que se prevé exhibir está uno de los más famosos ejemplares de tlalpanhuéhuetl o tambor vertical, que data de 1200-1521, pero que hasta inicios del siglo XX fue reutilizado por gente del barrio de Santa Mónica, Malinalco.

También destacará una escultura de Ehécatl, dios mexica del viento, que actualmente se exhibe en el Museo Universitario 'Dr. Luis Mario Schneider', de Malinalco; así como una serie de urnas funerarias recuperadas en el sitio por el arqueólogo César Sáenz, en 1963.

CRÉDITOS:NTX / LEER

Fonte: http://www.informador.com.mx/cultura/2012/354375/6/habilitan-recorridos-en-zona-arqueologica-de-malinalco.htm (31/01/2012)

Turistas varados en Cusco

Derrumbes bloquearon vías a Machu Picchu.

Foto: Vía Santa Teresa-Santa María, en La Convención (Cusco)

Las intensas lluvias siguen cayendo en el interior del país y causando serios problemas, princi palmente viales. Ayer, cerca de 200 turistas estuvieron varados en la zona de Colcamayo, en la ruta alterna hacia Machu Picchu, debido a un derrumbe que bloquéo la vía. Sin embargo, en horas de latarde fue restablecido el servicio de trenes entre Ollantaytambo y la ciudadela inca.

En Huaraz (Ancash), una menor de edad, de 15 años, murió ahogada en las aguas del río Quilcay, a la altura del puente del bulevar Pastorita Huaracina, mientras las torrenciales lluvias continuaban ayer en la zona. En Lambayeque, las aguas del río La Leche podrían desbordarse en cualquier momento afectando gran parte del santuario Bosque de Pómac. En Moquegua, las incesantes precipitaciones han dejado sin agua potable a la ciudad.

Fonte: http://larevista.aqpsoluciones.com/2012/02/15/turistas-varados-en-cusco/ (15/02/2012)

Impresiones de iconografías relacionadas a seres del agua es un ritual pidiendo lluvia

Arqueólogo Santiago Rivas sugiere interpretación de los petroglifos de Baslapuerto.

Un interpretación de lo que significaría los petroglifos de Balsapuerto encontrados en Alto Amazonas, es lo que viene sugiriendo el arqueólogo Santiago Rivas, uno de los descubridores, quien indica que todas estas figuras se circunscriben en su conjunto, porque en general, las explicaciones que dan los arqueólogos a los diseños iconográficos, lo hacen desde el punto estilístico, en cuanto a la forma, la variación, la recurrencia y ciertos detalles morfológicos.

“Estoy agarrando la totalidad de las escenas, y sobre esa totalidad buscando lo resaltante, porque estas escenas representaban actividades, rituales de estos pueblos entorno a estas rocas, y sobre ello debe aparecer escenas principales que nos van dar luces del contexto sociocultural que enmarca estos rituales. En esta figura que tenemos acá, explica señalando la iconografía, la roca petroglifo cucharayacu 3 que está en la cuenca del Armanayacu, que es una roca de 11 metros de largo x 8 metros de ancho y en cuyas paredes tanto el techo de la roca como 2 flancos de la misma roca están apareciendo unas 500 figuras, la recurrencia notoria es la figura de los sapos, también hay figuras de aves, pero todas en una misma orientación, pero hay una escena principal asociada a los batracios y canales de agua que representan al río y las lluvias”.

Foto: Santiago Rivas señala las imágenes que ahora irán grabadas en forma milimétrica en un mural de la DRC.

Pero en su conjunto, continúa, “Lo que encontramos es una escena de propiciación de la lluvia que tienen como personajes principales a los batracios, en la literatura suramericana de los países andinos y costeños se encuentra mucho el tema de ritual de los batracios relacionados a la petición de lluvia, en contextos de sequias tanto en el área andina, puede ser en la sierra o costa que propiciaban los chamanes, los apus o los especialistas”.

“También se encontraron estas imágenes de rituales en la literatura etnohistórica, todas asociadas a lluvias que propicia el personaje principal como son los sapos, estas figuras estamos encontrando en la Amazonía; sin embargo, sabemos que en la costa y la sierra en determinados periodos y en algunos acontecimientos históricos, estás tierras sufren mucho la falta de agua, por ello el sentido del contexto ritual de la petición de lluvia. En la Amazonía peruana no encontré todavía literatura etnohistórica o cuentos, mitos o leyendas que me hablen de periodos de sequía y de rituales asociados a los sapos, aunque sí los indígenas identifican al batracio y algunas especies en particular como seres que tienen muy buenas cualidades de poder anticipar fenómenos climáticos, propiciatorios de lluvia”.

Santiago Rivas, sigue con la explicación, “Estos sapitos aparecen o desaparecen en distintos momentos y circunstancias, y para los indígenas amazónicos, en este caso los Shawis, los cuales he podido estudiar en su momento, nos señaln que precisamente los sapitos les avisan cuando habrá lluvia en abundancia y cuando habrá falta de lluvia; entonces, esa información tenemos nosotros sobre los Shawis relacionada con los batracios y las lluvias, pero no tenemos información de rituales pidiendo lluvia asociados a los sapos, pero sí en otras partes de Suramérica, sierra, costa y puna; pero ahora plasmado se puede sugerir que estos petroglifos indican que es ritual pidiendo lluvia”.

Muchos se podrían preguntar ¿cómo haber rituales en la Amazonía plasmados en las rocas pidiendo lluvia?, sería un sinsentido, pero señala que tienen información que cada periodo de tiempo de los veranillos que son episodios de sequias cortas en la Amazonía que aumentan la temperatura y baja la precipitación, “Por ejemplo, yo pude recuperar información que el lago Natico se secó por cierta cantidad de meses, la vegetación se secaba y hasta se produjeron incendios forestales justamente por estos fenómenos de veranillo, que son insignificantes si los compramos con la información que se dispone del último periodo del pleistoceno final l Pleistoceno es el periodo del Cenozoico que abarca desde finales del Plioceno (hace aproximadamente 1,8 millones de años) hasta principios del Holoceno (hace aproximadamente 11.500 años).

Cubre la época de las recientes glaciaciones. Su final coincide con el final del Paleolítico, según la terminología usada en Arqueología. El nombre Pleistoceno deriva de las palabras griegas pleistos (más) y kainos (nuevo, reciente)) y del holoceno hablando y centrándonos en el holoceno (El Holoceno es el último periodo de la era Cenozoica. Abarca desde el final del Pleistoceno (hace aproximadamente 11.500 años) hasta la actualidad. Su nombre proviene de las palabras griegas holos (entero, completo) y kainos (nuevo, moderno), pudiéndose traducir por completamente moderno).

En los últimos 10 mil años hay estudios que indican que la Amazonía ha sufrido estrés fuerte de lluvia y aumento de temperatura asociados en algunos casos al fenómeno del niño y en otros casos sumándose los interespaliales glaciales, o sea en el planeta hay fenómenos fuertes de deshielo y periodos fuertes de congelamiento”
“Lo que nos falta ahora a nosotros es comprobar estas hipótesis con excavaciones arqueológicas y con estudios geoarqueológicos, arqueofaunísticos y arqueobotánicos para demostrar efectivamente en qué periodo de ocupación de esta gente hay rastros de flora y fauna propia recurrente de un periodo seco y lluvioso para poder demostrar la hipótesis, en eso estamos y esto es algo interesante lo que nos marcan estos petroglifos, particularmente Cucharayu 3 donde las poblaciones se vieron afectadas con la reducción de la selva, es por ello que comenzaron a implorar a sus dioses o espíritu que propicien las lluvias para que vuelvan los animales que son el sustento de su vida”. (MIP)

Fonte: http://diariolaregion.com/web/2012/02/16/impresiones-de-iconografias-relacionadas-a-seres-del-agua-es-un-ritual-pidiendo-lluvia/ (16/02/2012)

REVOCAN PROCESAMIENTO DE ACUSADO DE VENTA DE OBRAS ARQUEOLOGICAS

La Cámara Federal revocó el procesamiento de Carlos Marcos Makarius, quien había sido considerado responsable de la infracción a la ley de protección del patrimonio arqueológico y paleontológico por la venta, a través de Internet, de antigüedades pertenecientes a la cultura Chancay, de la costa central del Perú.

La Sala I del tribunal de apelaciones entendió que, por el momento, corresponde que Makarius sea beneficiado con una falta de mérito para procesar o sobreseer, al tiempo que le ordenó al juez federal Ariel Lijo una serie de medidas de prueba, entre ellas, informes a la embajada de Perú para determinar si existen denuncias de robo en su país de origen respecto de la obra que se ofrecía en venta.

Los camaristas Eduardo Freiler y Eduardo Farah recordaron que la causa se inició por una denuncia de la Unidad Fiscal de Investigación de Delitos Tributarios y Contrabando, en el marco de la investigación preliminar de la cual se desprende que, en base a un control ordinario, el Centro Nacional de Protección del Patrimonio Cultural detectó el ofrecimiento a la venta por Internet de piezas que podrían formar parte del patrimonio arqueológico de la Nación.

De acuerdo a las constancias del expediente el 29 de octubre de 2008, en el sitio www.deremate.com.ar y bajo el rubro antigüedades, se advirtió que el usuario MASUERARG publicó para su venta el artículo 40669053 identificado bajo el nombre de flecha indígena.

El día 12 de mayo de 2010 se allanó un departamento del segundo del edificio de Hipólito Yrigoyen 1456, de esta ciudad, donde se secuestró un tubo de madera, estilo porta flechas de caña labrada con catorce flechas en su interior de punta metálica, un arco sin su tanza, ocho flechas de madera y caña y también se halló una escultura de material similar a la arcilla.

El estudio pericial llevado a cabo por el Instituto Nacional de Antropología y Pensamiento Latinoamericano, en lo referente al conjunto de flechas y arco, dijo que no es arqueológico sino actual, pero aclaró que la figura antropomorfa era una pieza arqueológica, cuya adscripción cultural es Chancay, Costa Central de Perú.

Las fuentes recordaron que la ley 25.743 reprime a quien transportare, almacenare, comprare, vendiere, industrializare o de cualquier modo pusiere en el comercio piezas, productos o subproductos provenientes de yacimientos arqueológicos y paleontológicos nacionales e internacionales.

Los camaristas afirmaron que el informe técnico es claro pues manifiesta que el objeto de estudio se trata de una pieza arqueológica; como así también lo es la norma penal que regula el tema al establecer la protección para aquéllas que sean tanto de identidad nacional como internacional.

Sin embargo, explicaron que no es posible advertir -a partir de la prueba producida hasta el momento- que el imputado haya llevado a cabo alguna de las acciones típicas establecidas en la norma ya que sostiene que la obra en cuestión la heredó de su padre fallecido y no estaba en venta ni exhibida para su comercialización.

En ese sentido, los jueces el dieron la razón ya que el lugar donde fue hallada no se trataba de un negocio a la calle con objetos exhibidos para su comercialización, sino de su departamento que hacía las veces de estudio, lo que implica que la circunstancia de que se haya encontrado sobre una mesa no puede suponer, necesariamente, su exhibición para la venta si no se encuentra acompañada de otros elementos que así lo indiquen.

Fonte: http://noticias.terra.com.ar/sociedad/revocan-procesamiento-de-acusado-de-venta-de-obras-arqueologicas,6d4491490d185310VgnVCM3000009af154d0RCRD.html (15/02/2012)

Hallan vestigios incaicos en Zongo

Foto: HALLAZGO. Un comunario muestra un hacha de piedra encontrado en el lugar. - Mariela Laura La Prensa.

Pretenden reconocer a la zona como productora tradicional de la hoja de coca.
Mientras preparaban la tierra para sembrar, los comunarios del Valle de Zongo y Choro Zongo encontraron takanas (ollas de barro andino-amazónico) y la continuación del Camino del Inca a dos kilómetros de la comunidad La Esperanza de la provincia Murillo, en La Paz. En su afán de ser reconocidos por el Gobierno como productores tradicionales de la hoja de coca, los habitantes buscan su historia e identidad en los vestigios incaicos y españoles.

Los instrumentos. Entre los vestigios que hallaron los comunarios en sus sembradíos se encuentran hachas de piedra, botellones de vidrio, chullpas, ollas de barro andino y costales tejidos con lana de oveja y llama, además de diferentes objetos trabajados en piedra.

El comunario Manuel Álvarez Mamani reveló que en el sector Monte Olivo se hallaron ataúdes de la época de los incas. “Encontramos chullpas y botellas grandes de vidrio, de un espesor grueso, y otros objetos. Pero como no conocíamos el valor, no le dimos importancia; hay algunos herrajes para mulas. Todo estaba bajo el suelo, y lo hallamos cuando preparábamos la tierra para la siembra”. El oro verde. El arqueólogo e investigador Wanderson Esquerdo resaltó que los incas crearon las primeras comunidades en Zongo.

“Eran de siete a ocho pueblos en ese tiempo, y pusieron caciques en cada uno para que la producción de la hoja de coca sea llevada una vez al año a Perú”. Esquerdo indicó que entre 2005 y 2006 se realizó una prospección de la región junto a la Dirección Nacional de Arqueología del Viceministerio de Cultura. “Con las prospecciones se levantaron bastantes sitios arqueológicos y se hará la evaluación de los vestigios”.

Actualmente, el arqueólogo sólo hace las evaluaciones del sitio por invitación de los habitantes. “Ahora no se hace prospecciones porque demandan una investigación minuciosa que deriva en excavaciones arqueológicas”. Destacó que los vestigios hallados datan de hace más de cien años.

Según señaló el investigador, la región de Zongo, en la época precolonial, fue exclusiva para la siembra de coca. Los incas fundaron más pueblos alrededor de la zona para expandir su producción. Cuando los españoles dominaron estas tierras, descubrieron que la hoja de coca generaba un importante movimiento, incluso más que el oro, por lo que se la denominó “oro verde”.

UNA ARQUEÓLOGA DESCUBRIÓ un circuito en Irupana, la paz, DENOMINADo INKATACA. La arqueóloga del proyecto Takesi Patrizia Di Cosimo descubrió un circuito arqueológico en Irupana, en los Yungas paceños, denominado “Inkataca”, luego de una investigación de 11 años. La misteriosa ciudadela está ubicada a 1.800 metros sobre el nivel del mar, a los pies del Illimani, sobre una montaña muy alta rodeada de ríos.

La ciudadela hallada era el refugio de jefes políticos y religiosos porque aún existen construcciones mágicamente erguidas, con templos, recintos rectangulares de gran tamaño, plataformas y escalinatas, muy parecidas al sitio arqueológico de Machu Picchu de Perú. Las piedras que se encontraron son de pizarra y están muy bien clavadas en el suelo; servían para dividir los ambientes de las familias que aparentemente habitaban en esta región durante esos tiempos.

Fonte: http://www.laprensa.com.bo/diario/actualidad/la-paz/20120205/hallan-vestigios-incaicos-en-zongo_18581_30058.html (05/02/2012)

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Projeto Paralelo 15: Expedição ao Território Afroboliviano

Pessoal,

Semana passada conheci Mario Friedlander, um profissional de imagens que, com seus amigos, está investindo em expedições de exploração e pesquisa em regiões pouco acessíveis. Vale a pena conhecer seu Blog, o Projeto Paralelo 15.

A página que indico é dedicada a expedição em território boliviano:

http://projetoparaleloquinze.blogspot.com/search/label/Expedi%C3%A7%C3%A3o

MÁSCARAS DE JADE MAYAS

Por: elhilodeariadna
Por: Berta Lucía Estrada Estrada

Máscaras de Jade Mayas es el nombre de la exposición que presenta La Pinacoteca de París desde el 26 de enero hasta el 10 de junio de 2012, con la curaduría de Sofía Martínez del Campo Lanz, coordinadora del proyecto Máscaras Funerarias, del Instituto Nacional de Antropología y de Historia (INAH) de México. La exposición nos sumerge en un pasado que apenas comenzamos a elucidar y a comprender. Las piezas presentadas hacen parte de los objetos encontrados en la tumba del rey K’inich Janaab’Pakal, soberano de Palenque en el siglo VII d.C, y de los hallazgos arqueológicos realizados a partir de 2001 en otras regiones del sudeste de México, como La Rovirosa, Dzibanché, Calakmul y Oxtincok; un tesoro invaluable desde todo punto de vista.

La máscara de jade es una representación del rey, que una vez pasado el umbral entre la vida y la muerte, lo conducía por los vericuetos del mundo de los difuntos; es decir, lo guiaba por el sendero que conduce al reino del inframundo. Una vez que el periplo había llegado a término se pasaba a la etapa de la metamorfosis que habría de convertirlo en su verdadera y última esencia: la del dios del maíz. Es decir, la figura del rey daba paso a un renacimiento inmortal que aseguraba la permanencia de los ciclos agrarios y con él la supervivencia de la comunidad que debía proteger desde el más allá. Las máscaras mortuorias eran una representación que resaltaba los rasgos distintivos de cada rey, pero también poseen características que son únicas en cada región y por supuesto del artista que las creó; lo que hace que cada pieza sea única e irrepetible; además de una incomensurable belleza.

El jade, piedra sagrada, habría sido considerado como el vector que permitía una comunicación entre el agua y el cielo, elementos necesarios a la fertilidad de la tierra. En otras palabras el jade representaba la resurrección y por lo tanto la inmortalidad del rey que cruzaba el umbral entre la vida terrenal y el reino del inframundo.

Fonte: http://blogs.elespectador.com/elhilodeariadna/2012/01/29/mascaras-de-jade-mayas/ (29/01/2012)

Consejo Regional da curso a creación de proyecto Gran Pajatén

JUANJUI.- En sesión descentralizada del Consejo Regional del Gobierno Regional de San Martín, realizada el pasado viernes 27 en la ciudad de Bellavista, el alcalde de Mariscal Cáceres Renán Saavedra Sandoval, sustentó la propuesta de creación del Proyecto Especial Gran Pajatén que se dedicaría a trabajar la conservación y puesta en valor de este patrimonio cultural histórico de gran potencial para el desarrollo regional.

Luego de la presentación de la propuesta, el consejero delegado Edwin Vásquez Ríos, puso a consideración del colegiado la propuesta emitida produciéndose la intervención de consejeros entre ellos, la consejera de Lamas Cynthia Ivone Hidalgo Villanueva, de Rioja Sandra Monge Morales, de Moyobamba Marco Antonio Cruzalegui Chávez, de Tocache Segundo Sánchez Saravia; todos ellos coincidieron en apoyar la iniciativa porque ya es tiempo que se actúa en forma programada y sostenida, dejando de lado las ocasionales intervenciones que no concluyen con la solución del problema del relativo abandono y la inexorable depredación de este y otros valiosos legados de las culturas del antiguo Perú.

Luego, los doce consejeros dieron su voto de aprobación señalándose que el proyecto debe afrontar el trabajo de conservación y puesta en valor de todo el rico patrimonio arqueológico regional, derivándose a la Autoridad Regional Ambiental para la opinión técnica, luego de la cual deberá ser sometida a consideración del pleno en la próxima asamblea descentralizada a realizarse en Lamas el 24 de febrero.
El proyecto, por funciones y competencias, debe involucrar al Gobierno Regional, Ministerio de Cultura, Ministerio del Ambiente y a los gobiernos locales de la jurisdicción. Como aporte inicial para su funcionamiento, la Municipalidad Provincial de Mariscal Cáceres tiene aprobado un aporte de 200 mil soles a lo que debe sumarse los fondos que se destinen desde el gobierno nacional hasta la cooperación internacional.

Esta noticia ha sido recibida con beneplácito por la población de esta provincia que, durante décadas, ha esperado que se haga algo definitivo en el Gran Pajatén. (Carlo Pérez)

Fonte: http://www.diariovoces.com.pe/?p=60020 (30/01/2012)

Investigadora italiana devela un pequeño Machu Picchu en los Yungas

Inkataca. El núcleo central de los vestigios arqueológicos de la ciudadela. Se pueden ver los restos de lajas de piedra pizarra utilizados en su edificación.

La investigadora de la Universidad de Bolonia, Patrizia di Cosimo, develó Inkataca, una ciudadela precolombina de un área de dos hectáreas en el valle del Chunga Mayu en Sud Yungas, la cual tiene mucho parecido con las ruinas de Machu Picchu.

La Razón / Ricardo Aguilar / La Paz

“Llegué para una investigación sobre el Takesi (un camino del inca). Quise ampliar el trabajo a otras rutas incaicas de los Yungas y, sin esperarlo, me encontré con la ciudadela precolombina de Inkataca, cuyo origen aún está en investigación”, contó Di Cosimo, doctora en Letras Clásicas.

La académica cree que el lugar presenta “asombrosas” similitudes con Machu Picchu (Perú) pues “se encuentra en la cresta de una loma (como si hubiese sido construida al resguardo) y por debajo pasan los ríos Chunga Mayu y Choqueyapu, lo que le da un muy difícil acceso. El impacto visual que produce puede recordar a la famosa ciudad incaica del Cusco”, asegura la investigadora.

Según Di Cosimo, en las ruinas se pueden ver muchas plazas, lugares ceremoniales y sagrados, como también viviendas y calles. La estudiosa italiana plantea, desde las evidencias que encontró, tres hipótesis respecto del origen de los vestigios arqueológicos.

La primera aventura la posibilidad de que haya sido edificada por una cultura sin identificar a la que la especialista llama “Chunga Mayu”, que habría florecido entre los siglos IX y XII d. C. (final de la cultura Tiwanaku). La segunda supone una ocupación de la cultura Tiwanaku en su fase tardía, de la cual encontró cerámica ritual y de servicio, casas rectangulares ubicadas alrededor de plazas y entierros subterráneos en cestas circulares, todos rasgos de esta civilización.

Por último, hay rastros que muestran indicios de sitios de la época inca, “lo que es coherente con el tamaño de alrededor de dos hectáreas de la urbe (como las ciudadelas incas), con el presupuesto de una inversión multitudinaria de mano de obra y con el hallazgo de cerámica incaica procedente de algunos entierros (todas características del incario).

Hoy a las 19.00 se presenta en el Hall de la Gobernación el documental sobre los 11 años de trabajo de Di Cosimo y un proyecto de desarrollo turístico del Municipio de Irupana (La Paz) llamado “Ruta Illimani”, que promociona los caminos precolombinos de Yunga Cruz, Chunga Mayu y los sitios arqueológicos de Chuñavi, Inkataca, Markapata y otros.

El video de Di Cosimo se centra en el descubrimiento de Inkataca, el cual “no es propiamente un descubrimiento, pues los pobladores del lugar estaban enterados de su existencia, no así la gente ajena a la región ni los estudiosos de la arqueología”, precisó. Durante la investigación participaron estudiantes italianos y profesionales de Bolivia.

Cultura
Chunga Mayu



Según la investigadora Di Cosimo, la cultura que llama Chungu Mayu posee una arquitectura única en la zona, donde sobresalen los altos muros escalonados y el uso de lajas de piedras pizarra puestas en el suelo para dividir ambientes. No obstante, la existencia de esta sociedad no excluye la posibilidad de una ocupación tiwanakota o incaica.

Fonte: http://www.la-razon.com/la_revista/cultura/Investigadora-italiana-Machu-Picchu-Yungas_0_1552044799.html (01/02/2012)

Localizan restos de cultura aztatlán en Navolato

Tres urnas funerarias de más de mil años de antigüedad con objetos dispuestos a manera de ofrenda. EL UNIVERSAL.

Encuentran tres urnas funerarias de más de mil años de antigüedad.

El hecho revela por primera vez la presencia de la cultura prehispánica de aztatlán en esta región


CIUDAD DE MÉXICO.- Tres urnas funerarias de más de mil años de antigüedad, entre ellos la figurilla de un cánido y algunas conchas de mar quemadas, fueron descubiertas recientemente en Navolato, Sinaloa, hecho que revela por primera vez la presencia de la cultura prehispánica de aztatlán en esta región.

Especialistas del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), destacaron que el pasado 13 de enero la Junta de Agua Potable de Navolato realizaba trabajos de pavimentación y sustitución de drenaje en la calle Francisco Cañedo, cuando descubrieron los restos prehispánicos.

Las urnas —en forma de vasijas de 60 centímetros de diámetro y 70 de alto— datan del periodo (900-1200 d.C.) y según las características del entierro y la cerámica asociada, se define que pertenecen a la cultura aztatlán, quienes se asentaron en el Occidente de México, en los estados de Nayarit, Colima, Sinaloa y Jalisco, durante el periodo Epiclásico (850-1200 d.C.).

Los aztatlánes se caracterizaron por la elaboración de piezas de cerámica fina, de bordes rojos o naranjas con diseños de bandas negras alrededor de los cuerpos; el empleo de urnas funerarias acompañadas de ofrendas para rendir culto a los muertos así como en actividades como la caza, pesca y agricultura.

“Las vasijas encontradas —dos de ellas semicompletas y la restante muy fracturada— son de cerámica roja pulida muy fina, tiene líneas negras pintadas desde la boca hasta la mitad del cuerpo, propia de la cerámica ceremonial o ritual de la cultura aztatlán, lo que a su vez sugiere que los individuos depositados pudieron ser de alto rango social”, indicó María de los Ángeles Heredia, delegada del INAH en Sinaloa.

Los arqueólogos también localizaron fragmentos de cerámica tipo códice, distintiva de esa civilización, que se caracteriza por estar decorada con representaciones de personajes o seres fantásticos.

Explicaron que la colocación de los restos óseos dentro de las ollas de cerámica, corresponde a los entierros encontrados en los municipios de Mocorito, Guasave y Concordia, colindantes con los ríos Mocorito, Petatlán y Presidio, respectivamente, y que son asociados a la cultura aztatlán, quienes se caracterizaron por asentarse en lomas cercanas a afluentes, por lo que el hallazgo actual se ubica a 800 metros del río Culiacán.

También se encontró un malacate de cerámica naranja con esgrafiados en forma de estrellas y dos piezas con representaciones de cánidos: una pequeña cabeza y una figurilla completa de barro rojo, en la que se observa a un perro parado en sus cuatro patas y con ojos rasgados.

“El simbolismo de los cánidos dentro de las culturas mesoamericanas tiene relación con el culto a los muertos, lo cual no es excepción en la civilización aztatlán, pues era el animal guía que acompañaba a las difuntos en su recorrido hasta llegar a su destino final, el Mictlán”, explicó María de los Ángeles Heredia.

José Alberto Durán Iniestra, arqueólogo responsable de la excavación, indicó que las urnas estaban a una profundidad de entre 30 y 70 centímetros a partir del nivel de piso actual, con una distancia aproximada de un metro entre cada unas de ellas, y cubiertas con pedacería de cerámica utilizada a manera de relleno.

“Sólo en una de las vasijas había restos óseos depositados en su interior —abundó Durán Iniestra—, en los otros casos los huesos se encontraban dispersos fuera de las ollas; los restos humanos se hallaron fracturados y con una consistencia exageradamente dura (más de lo normal) y demasiado blancos, lo cual nos sugiere que posiblemente fueron hervidos, quizá como parte de un ritual que hasta ahora desconocemos”.

Por último, los investigadores mencionaron que se realizarán estudios antropológicos para determinar a qué número de individuos corresponden los huesos encontrados, detectar algunas enfermedades que hayan padecido, establecer posibles causas de muerte y las razones de consistencia y color que presentan, así como la edad, el sexo y posición en la que fueron colocados.

CRÉDITOS: El Universal / LEER

Fonte: http://www.informador.com.mx/cultura/2012/354435/6/localizan-restos-de-cultura-aztatlan-en-navolato.htm (31/01/2012)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Próxima apertura de zonas arqueológicas en Chiapas

El objetivo es que los monumentos entren en funciones antes de las votaciones del 2 de julio. Foto: Cortesía

Organización Editorial Mexicana
El Heraldo de Chiapas

Chiapas, Chis.- Lagartero e Iglesia Vieja serán inaugurados antes de julio próximo, hecho que dependerá del apoyo de otras instancias, anunció el director general del Centro del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) en Chiapas, Emiliano Gallaga Murrieta.

Informó que el precio de los accesos oscilará entre los 20 y 54 pesos. Los valores agregados serán la referencia para que la Secretaría de Hacienda y Crédito Público (SHCP) fije los costos.

Dio a conocer que el objetivo es que los monumentos entren en funciones antes de las votaciones del 2 de julio, acción que estará supeditada a la sinergia de otras dependencias.

El funcionario dijo que el Centro INAH de la entidad no recibirá más presupuesto por la apertura de los sitios, porque su partida es independiente a la recaudación por boletaje.

Aclaró que la SHCP es quien autoriza los ajustes en las tarifas y "a nosotros sólo nos toca acatar las disposiciones".

El organismo de la Secretaría de Educación Pública (SEP) inauguró siete complejos precolombinos, a nivel nacional, durante los últimos cinco años -Chiapa de Corzo, entre ellos-, cifra a la que serán sumados seis más.

Lagartero es uno de ellos. Es una zona enclavada sobre la cuenca del río Grijalva, en La Trinitaria, municipio fronterizo con Guatemala. Empezó a ocuparse entre el 450 antes de Cristo y 250 de nuestra era, para alcanzar su esplendor entre el 700 y 900 después de Cristo.

Iglesia Vieja también está en el catálogo. Es un monumento ubicado en Tonalá, caracterizado por sus edificios construidos con bloques de piedra de más de dos metros y una tonelada de peso. Fue habitado por un grupo zoque entre el 250 y 450 de nuestra era.

Fonte: http://www.oem.com.mx/elsoldemexico/notas/n2404508.htm (28/01/2012)

San Agustín inicia fiesta centenaria

LA NACION, Neiva

Con la apertura de la Cátedra Centenario ‘Pioneros e Investigadores, un Siglo de Investigación Científica en el Alto Magdalena’, que tendrá la presencia de importantes arqueólogos, pedagogos y escritores a nivel nacional, se inician las actividades de celebración de los 100 años del descubrimiento científico de la Arqueología Agustiniana.

La programación estará bajo la coordinación de la Alcaldía Municipal y la Secretaría de Turismo, Cultura y Deporte de San Agustín, que han confirmado la realización de una serie de eventos que permitirán la consolidación de este escenario a nivel nacional e internacional.

Cabe recordar que en diciembre del 1913 llegó a San Agustín el alemán Konrad Theodor Preuss, con el propósito de adelantar algunas investigaciones sobre las estatuas que allí existían, dando el primer paso para el descubrimiento científico y cultural.

Ahora, el alcalde de San Agustín, Edgar Martin Lara, dijo a LA NACION que “nuestro municipio se encuentra de plácemes porque estamos a las puertas de esta celebración y lo que se busca es que el centenario del descubrimiento científico de la cultura megalítica del Alto Magdalena, trascienda dentro del contexto nacional y mundial, esperando contar con el apoyo de todo un país donde se pueda adelantar una agenda común, donde con un compromiso conjunto, nos permita de manera definitiva, convertir a San Agustín en una fortaleza turística de talla mundial”.

La Unesco reconoció como Patrimonio Cultural de la Humanidad a la Cultura Agustiniana en diciembre de 1995 y se espera que la celebración del centenario en diciembre del 2013 se constituya en un acontecimiento de resonancia nacional y mundial donde se note el compromiso conjunto de los gobiernos nacional, departamental y de los municipios de San Agustín e Isnos y los demás de la zona arqueológica.

La riqueza agustiniana
Según el gestor cultural Luis Calixto Bravo Garcés, los organizadores de este evento, bajo la supervisión de Humberto Ordoñez Hurtado, secretario Municipal de Cultura, Turismo y Deportes, es prácticamente en el inicio de la celebración de los 100 años, y por lo cual han invitado a importantes arqueólogos y escritores para que ofrezcan un ciclo de conferencias y de esta manera ilustrar a los participantes sobre la manera como se dio a conocer a nivel mundial la existencia de esta riqueza lítica.

El arqueólogo Héctor Llanos Vargas, investigador y profesor Emérito de la Universidad Nacional disertara hoy 3 de febrero a las 7:30 de la noche sobre el tema “Konrad Theodor Preuss: pionero de la Arqueología moderna en Colombia”; “La profesión docente y el desarrollo educativo en los contextos culturales” será el tema de Juan Carlos Orozco Cruz, rector de la Universidad Pedagógica Nacional. Este sábado 4 de febrero, a partir de las 10 de la mañana será la conferencia “Materia y Memoria Viva Hoy” por parte de Fabián Sanabria, director del Instituto Colombiano de Antropología e Historia y se ofrecerá una copa de vino en el Salón Parroquial San Agustín.

Así mismo, se firmará un acuerdo de cooperación entre San Agustín y la Universidad Pedagógica Nacional, además del descubrimiento de las imágenes de los investigadores Héctor Llanos y Konrad Theodor Preuss, cuadros que engalanarán la Biblioteca Municipal Pioneros e Investigadores, la cual se convierte en un homenaje de la Colonia de San Agustín a este grupo de hombres y mujeres que durante un siglo han investigado en la región del Alto Magdalena.

“Para finales de febrero se tiene prevista la presencia en San Agustín de la misión diplomática cubana, con el propósito de establecer lazos de cooperación en materia educativa, deportiva y otros, los cuales se aspiran a desarrollar en el actual cuatrienio”, asevero Humberto Ordóñez.

Los organizadores destacaron la presencia del dueto La Gaitana de Neiva, que se ha vinculado ofreciendo un concierto de música colombiana el 25 de febrero del presente año y para marzo está programada la primera convocatoria de la colonia agustiniana residente en Bogotá, con el fin de integrarlos a la programación centenaria.

Otro de los aspectos a resaltar será el 26 de abril con la realización de un taller que versará sobre Patrimonio, dictado por un especialista del Museo del Oro y coordinado por la Agencia Cultural del Banco de la República en el departamento del Huila.

El secretario Ordóñez sostuvo que esta importante celebración cuenta con el apoyo de la ‘Korporación Autónoma para el Fomento de la Kultura Agustiniana (KAFKA). Agregó que entre los asistentes al ciclo completo de conferencias se sortearán ejemplares de la obra Chamanes y Jaguares de San Agustín, del profesor Héctor Llanos.

Fonte: http://www.lanacion.com.co/2012/02/03/san-agustin-inicia-fiesta-centenaria/ (03/02/2012)

Bolivia busca financiación para restaurar y preservar ciudadela prehispánica


LA PAZ. La falta de financiación y promoción hacen peligrar la restauración de una ciudadela prehispánica de entre los siglos XI y XV, con forma de serpiente y considerada un “lugar muy sagrado”, con rasgos comunes a Machupichu, situada en la cima de una montaña del departamento de La Paz.

Se trata de Inkataca (Valle Sagrado), complejo arqueológico hallado en el municipio de Irupana de la región de los Yungas (valles), a 151 kilómetros de la ciudad de La Paz, con casi un centenar de estructuras, entre casas, templos, plazas y plataformas.

La existencia de la ciudad se hizo pública esta misma semana y las autoridades bolivianas ya se han lanzado a la elaboración de un plan de inversiones y de promoción cultural para salvarla.

El sitio ha sido estudiado en los dos últimos años por la arqueóloga italiana Patrizia di Cosimo, que presentó esta semana los resultados de su investigación al gobernador de La Paz, César Cocarico.

La experta explicó a Efe que llegó a Bolivia en 2001 para hacer una investigación sobre las rutas incas del Takesi, en los Yungas.

Al pasar por la comunidad de Lambate, en Irupana, los campesinos de la zona le informaron de la existencia de la ciudadela de Inkataca, en el valle de Chungamayu.

Di Cosimo señala que “no se puede hablar de un descubrimiento”, aunque sí es la primera vez que un equipo de expertos “reconocen el valor” del sitio y lo estudian en detalle.

Las estructuras forman una serpiente que se extiende en casi dos hectáreas de una colina situada en un lugar que estudios previos al de la italiana identificaron como “Callejón Loma”.

Según la italiana, la ubicación de la ciudadela es “muy particular” y de difícil acceso, porque se erige en la cresta de una loma, dominando el cruce de los ríos Chungamayu y Choqueyapu, lo que evoca en cierta forma al santuario inca de Machu Picchu en Perú.

“Tiene rasgos andinos: está emplazada en una loma, está resguardada, rodeada por un río, tiene plazas, sectores de habitaciones, sectores ceremoniales; tiene algunos rasgos que se repiten” con Machu Picchu, señaló Di Cosimo.

Por su ubicación, cree que era un lugar “muy sagrado” y cargado de energía, porque tiene “ ese valor de los poderes de la tierra y el agua”.

Con todo, la arqueóloga y su equipo aún no lograron determinar qué cultura habitó Inkataca, ya que el sitio tiene rasgos tanto incas como de la civilización tiahuanacota, que dominó el altiplano andino entre el 1.580 antes de Cristo y el 1.172 de nuestra era.

“Estamos hablando de una cultura local, de un señorío aimara, pero todavía no se sabe exactamente cuál”, dijo a Efe Di Cosimo, que bautizó con el nombre provisional de “Chungamayu” al pueblo que habitó esa ciudadela.

Agregó que el sitio está “relativamente bien conservado”, pero es necesario aplicar un plan que requerirá mayor financiación para preservarlo adecuadamente.

Lo primero que recomienda Di Cosimo es resguardar la ciudadela de saqueadores y traficantes de materiales arqueológicos porque el sitio está lejos de las comunidades campesinas y no hay quien lo vigile para evitar los robos.

También se deben restaurar algunas estructuras, rehabilitar los senderos y construir caminos para facilitar el acceso de los visitantes al lugar.

La alcaldía de Irupana tiene un proyecto para revalorizar los sitios arqueológicos de la zona, incluida Inkataca, que tiene el apoyo de la gobernación paceña, pero precisa financiación.

El gobernador Cocarico agradeció a Di Cosimo por su investigación que, según dijo, servirá “para mostrar la belleza arquitectónica de la cultura ancestral” de La Paz.

Aseguró que ya se construyen caminos y puentes para llegar a Lambate y comprometió su apoyo a los proyectos para restaurar y preservar el sitio.

Fonte: http://www.abc.com.py/nota/bolivia-busca-financiacion-para-restaurar-y-preservar-ciudadela-prehispanica/ (04/02/2012)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Zona arqueológica de Malinalco estrenará área de visita

Organización Editorial Mexicana
El Sol de México.



La zona arqueológica de Malinalco, en el Estado de México, es la segunda más visitada después de Teotihuacan. Foto: Archivo El Sol de México

México.- Malinalco, la segunda zona arqueológica más visitada del Estado de México, después de Teotihuacan, aumentará al doble su área de visita en los próximos meses, al habilitar un recorrido por seis estructuras monumentales que se ubican en la cima del Cerro de los Ídolos, espacio que sirviera de vigía para los intereses del imperio Mexica.

Desde esta nueva área, que comprende aproximadamente media, se dominan las distintas secciones del Cuauhtinchan (lugar donde se preparaban los guerreros aztecas), entre ellas el Cuauhcalli, uno de los escasos ejemplos en el mundo de arquitectura monolítica y el único que cumplió con una función bélica, pues en su interior se realizaban ritos para el ascenso de grado de los combatientes.

Desde hace tres años y con el empleo de recursos del Programa de Empleo Temporal, desarrollado por el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH-Conaculta) y la Secretaría de Desarrollo Social, se acondicionó un sendero de 335 metros que abarca parte de una plataforma prehispánica, misma que conduce a la nueva sección conocida como la Gran Torre Vigía.

Dicha área recibe el nombre por una edificación de planta mixta, ya que presenta una forma rectangular, más otra semicircular que fue anexada en algún momento. El antiguo edificio mide entre 12 y 15 metros de alto, mientras que sus costados oscilan en los 30 y los 40 metros.

En la media hectárea que abarca la Gran Torre Vigía se distribuyen otras cinco edificaciones que han sido consolidadas para seguridad del visitante; en promedio miden de 12 a 15 metros por lado, y 3 metros de altura. Sin embargo, se desconoce la función que cumplieron estas construcciones con forma de montículos.

Fonte: http://www.oem.com.mx/elsoldemexico/notas/n2406967.htm (30/01/2012)

Milho era consumido na costa peruana há mais de 6000 anos

Artigo da «PNAS» mostra que cereal era consumido em forma de pipoca e farinha.


Consumo de pipocas na costa centro e sul do oeste americano (créditos: Pamela Belding/STRI)

Os habitantes de há 6700 anos da costa do Pacífico, onde hoje é o Peru, já consumiam milho, nomeadamente em forma de pipoca e farinha. Esta recente descoberta trouxe duas “surpresas” aos arqueólogos: o milho é consumido há mais dois mil anos do que se pensava e ainda antes da utilização da cerâmica naquela zona do mundo.

O estudo está publicado na «Proceedings of the National Academy of Sciences» e tem como co-autora Dolores Piperno, curadora de Arqueologia do Novo Mundo do Museu Nacional de História Natural Smithsonian (EUA) e investigadora do Instituto Smithsonian de Investigação Tropical (Panamá).

Alguns dos mais antigos sabugos, cascas e talos de milho datados entre 6700 e 3000 anos atrás foram encontrados em Huaca Prieta e Paredones, dois montes na costa árida do norte do Peru. O grupo de investigação, liderado por Tom Dillehay, da Universidade Vanderbilt, e Duccio Bonavia, da Academia Nacional peruana de História, encontrou também microfósseis: grãos de amido e fitólitos.

As características das espigas – as mais antigas já descobertas na América do Sul – indicam que os antigos habitantes daqueles locais comiam milho tratado de várias formas, como pipocas e farinha. Contudo, este cereal não seria uma parte muito importante da sua dieta.

O milho começou a ser domesticado no México há 9000 anos, a partir de uma espécie selvagem chamada teosinto. Os resultados do estudo mostram que só alguns milhares de anos mais tarde o milho chegou à América do Sul onde evoluiu para diversas variedades, agora comuns nos Andes.

O estudo mostra também que o milho era consumido antes ainda da cerâmica ter começado a ser usada por aquelas populações. Assim, as primeiras experiências do milho como comida não estiveram dependentes da presença de recipientes de cerâmica.

Os investigadores admitem que continua a ser um grande desafio compreender as transformações subtis nas características das espigas e dos grãos que possibilitaram as numerosas variedades de milho que hoje existem.

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52728&op=all (25/01/2012)

Ministerio de Culturas interviene deteriorado Museo de Tiwanaku

EL FISCAL ALDO ORTIZ INSPECCIONó LA SEMANA PASADA EL REPOSITORIO Y PUDO CONSTATAR LA EXISTENCIA DE HUMEDAD, GOTERAS Y FILTRACIONES DE AGUA QUE PROVIENEN DEL TECHO Y LAS PAREDES.

ERBOL cultura@opinion.com.bo

Daños en la estructura del Museo Lítico de Tiwanaku, el techo (i) al igual que las paredes y el piso (d) se ven afectadas por la filtración y humedad. erbol

El museo Lítico de Tiwanaku será intervenido de forma inmediata por el Ministerio de Culturas para preservar el patrimonio arqueológico y cumplir con las obras de refacción de la infraestructura que tiene humedad y filtraciones de agua.

El anuncio fue hecho por el ministro de Culturas, Pablo Groux, al momento de recibir el despacho de la autoridad saliente Elizabeth Salguero.

“El museo lítico será intervenido de forma inmediata, para tal efecto se ha solicitado junto a la Fiscalía una autorización judicial”, dijo Groux.

El fiscal Aldo Ortiz inspeccionó la semana pasada el repositorio y pudo constatar la existencia de humedad, goteras y filtraciones de agua que provienen del techo, las paredes y el suelo. Ante esa situación, también evidenció que las esculturas que provienen de diferentes épocas de la cultura Tiwanaku se encuentran en riesgo.

El museo cuenta con una de las colecciones líticas más importante de Sudamérica, tal como la calificaron expertos de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura.

COMUNARIOS
Algunos comunarios del lugar aseguraron que el repositorio fue construido sobre una kocha o laguna antigua que provoca la humedad y que afecta a las piezas arqueológicas.

Sólo tres de las cuatro salas del Museo Lítico están abiertas al público y en una de ellas se exhibe al monolito Bennett, que también es afectado en su base por la humedad y salinidad que proviene del suelo.

Fonte: http://www.opinion.com.bo/opinion/articulos/2012/0126/noticias.php?id=41032 (26/01/2012)

Once Hidden by Forest, Carvings in Land Attest to Amazon’s Lost World

By SIMON ROMERO

RIO BRANCO, Brazil — Edmar Araújo still remembers the awe.

Douglas Engle for The New York Times.
Geoglyphs, geometric designs carved into the earth, have become increasingly visible with the deforestation of the Amazon.


As he cleared trees on his family’s land decades ago near Rio Branco, an outpost in the far western reaches of the Brazilian Amazon, a series of deep earthen avenues carved into the soil came into focus.

“These lines were too perfect not to have been made by man,” said Mr. Araújo, a 62-year-old cattleman. “The only explanation I had was that they must have been trenches for the war against the Bolivians.”

But these were no foxholes, at least not for any conflict waged here at the dawn of the 20th century. According to stunning archaeological discoveries here in recent years, the earthworks on Mr. Araújo’s land and hundreds like them nearby are much, much older — potentially upending the conventional understanding of the world’s largest tropical rain forest.

The deforestation that has stripped the Amazon since the 1970s has also exposed a long-hidden secret lurking underneath thick rain forest: flawlessly designed geometric shapes spanning hundreds of yards in diameter.

Alceu Ranzi, a Brazilian scholar who helped discover the squares, octagons, circles, rectangles and ovals that make up the land carvings, said these geoglyphs found on deforested land were as significant as the famous Nazca lines, the enigmatic animal symbols visible from the air in southern Peru. “What impressed me the most about these geoglyphs was their geometric precision, and how they emerged from forest we had all been taught was untouched except by a few nomadic tribes,” said Mr. Ranzi, a paleontologist who first saw the geoglyphs in the 1970s and, years later, surveyed them by plane.

For some scholars of human history in Amazonia, the geoglyphs in the Brazilian state of Acre and other archaeological sites suggest that the forests of the western Amazon, previously considered uninhabitable for sophisticated societies partly because of the quality of their soils, may not have been as “Edenic” as some environmentalists contend.

Instead of being pristine forests, barely inhabited by people, parts of the Amazon may have been home for centuries to large populations numbering well into the thousands and living in dozens of towns connected by road networks, explains the American writer Charles C. Mann. In fact, according to Mr. Mann, the British explorer Percy Fawcett vanished on his 1925 quest to find the lost “City of Z” in the Xingu, one area with such urban settlements.

In addition to parts of the Amazon being “much more thickly populated than previously thought,” Mr. Mann, the author of “1491,” a groundbreaking book about the Americas before the arrival of Columbus, said, “these people purposefully modified their environment in long-lasting ways.”

As a result of long stretches of such human habitation, South America’s colossal forests may have been a lot smaller at times, with big areas resembling relatively empty savannas.

Such revelations do not fit comfortably into today’s politically charged debate over razing parts of the forests, with some environmentalists opposed to allowing any large-scale agriculture, like cattle ranching and soybean cultivation, to advance further into Amazonia.

Douglas Engle for The New York Times.
Pre-Columbian artifacts, found near some of the geoglyphs in Acre State, offer clues to their origin.


Scientists here say they, too, oppose wholesale burning of the forests, even if research suggests that the Amazon supported intensive agriculture in the past. Indeed, they say other swaths of the tropics, notably in Africa, could potentially benefit from strategies once used in the Amazon to overcome soil constraints. “If one wants to recreate pre-Columbian Amazonia, most of the forest needs to be removed, with many people and a managed, highly productive landscape replacing it,” said William Woods, a geographer at the University of Kansas who is part of a team studying the Acre geoglyphs.

“I know that this will not sit well with ardent environmentalists,” Mr. Woods said, “but what else can one say?”

While researchers piece together the Amazon’s ecological history, mystery still shrouds the origins of the geoglyphs and the people who made them. So far, 290 such earthworks have been found in Acre, along with about 70 others in Bolivia and 30 in the Brazilian states of Amazonas and Rondônia.

Researchers first viewed the geoglyphs in the 1970s, after Brazil’s military dictatorship encouraged settlers to move to Acre and other parts of the Amazon, using the nationalist slogan “occupy to avoid surrendering” to justify the settlement that resulted in deforestation.

But little scientific attention was paid to the discovery until Mr. Ranzi, the Brazilian scientist, began his surveys in the late 1990s, and Brazilian, Finnish and American researchers began finding more geoglyphs by using high-resolution satellite imagery and small planes to fly over the Amazon.

Denise Schaan, an archaeologist at the Federal University of Pará in Brazil who now leads research on the geoglyphs, said radiocarbon testing indicated that they were built 1,000 to 2,000 years ago, and might have been rebuilt several times during that period.

Initially, Ms. Schaan said, researchers, pondering the 20-foot depth of some of the trenches, thought they were used to defend against attacks. But a lack of signs of human settlement within and around the earthworks, like vestiges of housing and trash piles, as well as soil modification for farming, discounted that theory. Researchers now believe that the geoglyphs may have held ceremonial importance, similar, perhaps, to the medieval cathedrals in Europe. This spiritual role, said William Balée, an anthropologist at Tulane University, could have been one that involved “geometry and gigantism.”

Still, the geoglyphs, located at a crossroads between Andean and Amazonian cultures, remain an enigma.

They are far from pre-Columbian settlements discovered elsewhere in the Amazon. Big gaps also remain in what is known about indigenous people in this part of the Amazon, after thousands were enslaved, killed or forced from their lands during the rubber boom that began in the late 19th century.

For Brazil’s scientists and researchers, Ms. Schaan said, the earthworks are “one of the most important discoveries of our time.” But the repopulation of this part of the Amazon threatens the survival of the geoglyphs, after being hidden for centuries.

Forests still cover most of Acre, but in cleared areas where the geoglyphs are found, dirt roads already cut through some of the earthworks. People live in wooden shacks inside others. Electricity poles dot the geoglyphs. Some ranchers use their trenches as watering holes for cattle.

“It’s a disgrace that our patrimony is treated this way,” said Tiago Juruá, the author of a new book here about protecting archaeological sites including the earthworks.

Mr. Juruá, a biologist, and other researchers say the geoglyphs found so far are probably just a sampling of what Acre’s forests still guard under their canopies. After all, they contend that outside of modern cities, fewer people live today in the Amazon than did before the arrival of Europeans five centuries ago.

“This is a new frontier for exploration and science,” Mr. Juruá said. “The challenge now is to make more discoveries in forests that are still standing, with the hope that they won’t soon be destroyed.”

Lis Horta Moriconi contributed reporting from Rio de Janeiro.

Fonte: http://www.nytimes.com/2012/01/15/world/americas/land-carvings-attest-to-amazons-lost-world.html?pagewanted=1&_r=1&emc=eta1 (14/01/2012)