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Un museo subterráneo dedicado al Juego de Pelota y a Ehécatl

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En el sótano del Hotel Catedral, arqueólogos del INAH, adscritos al PAU–Museo del Templo Mayor, trabajaron desde 2009 en el rescate de templos y espacios sagrados que se creían perdidos para siempre y que revelan la cosmogonía y los rituales del imperio mexica. Por:  J. Francisco De Anda Corral - 02.08.2026 Bajo el asfalto y los edificios históricos de la Ciudad de México se resguarda el corazón del antiguo recinto sagrado de Tenochtitlan. Desde 1978, año en que emerge del subsuelo el monolito de la diosa lunar Coyolxauhqui y con ello se emprende uno de los proyectos arqueológicos más deslumbrantes del siglo XX, encabezado por el arqueólogo Eduardo Matos Moctezuma, el recinto sagrado no ha dejado de revelar quiénes eran y cuál era la cosmovisión de los mexicas. En los últimos veinte años, el Programa de Arqueología Urbana (PAU) del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) ha descubierto al interior de algunos inmuebles alineados sobre la calle de República de...

“A cidade começa antes da rua”: o que a arqueologia revela sobre a civilização amazônica

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Por:  Revista Amazônia - 3 de agosto de 2026 O achado: uma paisagem ocupada em escala muito maior Um estudo publicado na  Nature Sustainability  usou imagens de sensoriamento remoto e dados de campo para mapear terra preta no Território Indígena do Xingu. O trabalho estimou que esses solos ocupam pelo menos 3% a 4% dos 26 mil quilômetros quadrados analisados e podem armazenar cerca de 9 milhões de toneladas de carbono. A escala indica que antigos habitantes modificaram a paisagem muito além dos sítios   arqueológicos  mais conhecidos.  Leia o estudo . “A cidade começa antes da rua” ajuda a olhar para a Amazônia sem reduzir civilização a prédios de pedra. Antes de qualquer avenida existem caminhos, lugares de encontro, áreas de produção, manejo da água e formas de ocupar o espaço.  A   arqueologia  amazônica encontrou evidências de que diferentes sociedades transformaram paisagens em escalas expressivas. Terra preta, canai...

Por que este cadáver foi sepultado segurando cerâmica de tartaruga há 2,8 mil anos

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Descoberta em El Salvador pode ajudar arqueólogos a compreender crenças funerárias de uma antiga sociedade da Mesoamérica Por: Arthur Almeida – 27/07/2026 Um  esqueleto  encontrado com um recipiente de  cerâmica  em forma de tartaruga marinha junto à mão está intrigando arqueólogos em El Salvador. O sepultamento, descoberto no início de julho no sítio arqueológico Pasaje 4, em Antiguo Cuscatlán, e divulgado semana passada em  comunicado do Ministério da Cultura de El Savador , pode ter cerca de 2,8 mil anos e pertencer a uma civilização anterior à dos maias. A combinação entre a posição incomum do corpo — de bruços, com o rosto voltado para o solo — e o objeto funerário levantou novas hipóteses sobre os rituais e as crenças religiosas dessas populações antigas. O esqueleto ainda será submetido à datação por  radiocarbono  (técnica que analisa a idade de ossadas a partir dos átomos de carbono presentes nelas), além de análises de DNA para ident...

Revista GILGAMESH - Arqueologia, História & Cultura - nº 6 (Gratuita)

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  Saiu o 6º Volume de GILGAMESH, sua revista gratuita e colaborativa sobre o passado das civilizações! Acesse seu exemplar: https://www.revistagilgamesh.com.br 

Cidade de 2.500 anos, com mais de 6 mil estruturas, revela antiga rede urbana escondida sob a Amazônia equatoriana

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Por:  Vanessa Ramos – 23/07/2026 A floresta parece intocada, mas o subsolo conta outra história. No  Vale do Upano , entre os Andes e a selva do  Equador , uma civilização ergueu milhares de estruturas há 2.500 anos, e a mata engoliu tudo. Uma civilização de 2.500 anos escondida na selva Por volta de 500 a.C., o povo Upano começou a ocupar o vale que leva seu nome, na encosta oriental dos Andes equatorianos. Ao longo de séculos, essa sociedade construiu plataformas de terra, praças, centros cerimoniais e estradas de até 10 metros de largura conectando diferentes núcleos urbanos. A ocupação foi contemporânea ao  Império Romano  na Europa. Estimativas dos pesquisadores indicam que a população pode ter chegado a 30 mil habitantes no auge. Os moradores cultivavam milho e batata-doce, manejavam árvores e usavam canais de drenagem nos campos agrícolas. Trata-se da maior e mais antiga rede urbana já identificada na  Amazônia , segundo estudo publicado n...

Cidade maia permaneceu escondida na selva por séculos: arqueólogos precisaram de 13 anos e facões para alcançá-la

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Deram-lhe o nome de Minanbé ("não há caminho"), o que dá uma ideia da odisseia que enfrentaram para chegar lá Por: PH Mota – Redator - 14/07/2026 Batizaram-na de ' Minanbé ' ("não há caminho", em maia iucateque) e, de fato, poucos nomes poderiam descrever melhor o sítio pré-colombiano que os arqueólogos acabaram de descobrir no meio da selva de Campeche, no México. Depois de percorrer quilômetros e quilômetros com facões e a ajuda de veículos todo-terreno, sob o sol escaldante de Yucatán, uma equipe de pesquisadores liderada pelo esloveno  Ivan Šprajc  chegou a uma  cidademaia esquecida  que, segundo as observações iniciais, deve ter desempenhado um papel significativo durante o período  ClássicoTardio , que vai de 600 a 900 d.C. Depois disso, a selva engoliu o assentamento por mais de mil anos, um longo período de esquecimento que acaba de terminar. O que aconteceu? Não é surpresa que o Instituto Nacional de Antropologia e História do México ( I...

Revista GILGAMESH - Arqueologia, História & Cultura

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