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Mostrando postagens de Junho, 2021

Estudo lança luz sobre a vida pré-colombiana em área subestudada da Amazônia

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Evidências que mostram uso intensivo da terra para agricultura e pesca há mais de 3.500 anos ajudam os pesquisadores a entender melhor a história de uma área culturalmente significativa e é contrária à noção muitas vezes mantida de uma Amazônia intocada antes da chegada dos europeus. BY ROBERT WELLS | 8 DE JUNHO DE 2021 ( Traduzido via Google Tradutor do original em inglês ) Um novo estudo de coautoria de pesquisadores da Universidade da Flórida Central mostra que pessoas pré-colombianas de uma área culturalmente diversa, mas não bem documentada da Amazônia na América do Sul, alteraram significativamente sua paisagem milhares de anos antes do que se pensava. As descobertas, publicadas segunda-feira na revista  Proceedings of the National Academy of Sciences, mostram evidências de pessoas usando fogo e melhorando sua paisagem para agricultura e pesca há mais de 3.500 anos. Isso contraria a noção muitas vezes mantida de uma Amazônia intocada durante os tempos pré-colombianos ante

Teotihuacan, emblema de la arqueología mexicana, podría perder declaratoria de Patrimonio Mundial

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Esto debido a las obras de excavación irregulares con maquinaria pesada que amenazan con afectar hasta siete hectáreas de la zona protegida en el sector de Oztoyahualco 25 de Mayo de 2021 Unas construcciones irregulares y un proyecto desconocido podrían causar que la zona arqueológica de Teotihuacán, en el Estado de México, pierda su declaratoria como Patrimonio Mundial de la Humanidad que la UNESCO le otorgó en 1987. Así lo expresó Saúl Alcánta Onofobre, presidente del Consejo Internacional de Monumentos y Sitios (ICOMOS) - órgano consultivo de la UNESCO, el cual advirtió a las autoridades, mediante un comunicado, que estas actividades ilícitas ponen en riesgo los vestigios arqueológicos ubicados en el sector de Oztoyahualco; delimitado como Polígono de protección B. “Las obras de excavación con maquinaria pesada que ahora nos ocupan, amenazan con afectar hasta siete hectáreas de la zona protegida, área en la que se encuentran vestigios arqueológicos habitacionales y monumenta