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Mostrando postagens com o rótulo Brasil - Amapá

Peças arqueológicas da Amazônia brasileira revelam relações entre indígenas do Amapá e do Caribe

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Estudos produzidos em terras amapaenses integram livro sobre arqueologia nessa região da América Latina. Por Wedson Castro e Danillo Borralho, Rede Amazônica  — Macapá 23/01/2021 Um estudo produzido a partir de achados arqueológicos em  Laranjal do Jari  apontou que indígenas que habitavam na área onde hoje é o estado do  Amapá  tinham algum tipo de interação com os índios da  Guiana Francesa  e da região do Caribe. Este trabalho integra um livro de circulação internacional que propõe mostrar o que a arqueologia já descobriu nessa área da América Latina. É certo que as populações indígenas já usufruíam destas terras antes da chegada dos portugueses ao Brasil, visto que no sítio arqueológico explorado no Sul do Amapá haviam objetos datados do século 12 ao 15, entre 1150 e 1450. O material vem sendo analisado por pesquisadores do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa), como o doutorando em arqueologia Bruno Barreto. Ele...

Cientistas descobrem técnicas agrícolas milenares no entorno do 'Stonehenge da Amazônia', no Amapá

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Estrutura mais famosa na região foi construída por índios em Calçoene (Foto: Mariana Cabral/Iepa) Pesquisadores apontam que povos da região desenvolveram desde o ano 900 produções elevadas do solo para evitar perdas com o período chuvoso. Monumento servia de guia para épocas de plantio. Por John Pacheco, G1 AP, Macapá A descoberta recente de sistemas de produção agrícola bastante avançados reabrem as pesquisas sobre os povos que viveram há mais de 1 mil anos no Norte do Amapá. Os indígenas elaboraram uma técnica de plantações elevadas que garantia o plantio de grãos e raízes mesmo em áreas alagadas em função do longo período chuvoso na região, que compreende atualmente ao território dos municípios de Calçoene, Amapá, Pracuúba e Oiapoque. Os estudos foram feitos pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa), em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Os povos que elaboraram o sistema de plantio construíram...

Pedras descobertas no Amapá estão mudando visões de arqueólogos sobre a história da Amazônia

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Foto: Foto: Dado Galdieri / The New York Times Localizadas perto do Rio Rego Grande, as pedras do sol dão pistas sobre como os povos indígenas da Amazônia podem ter sido muito mais sofisticados do que acreditavam os arqueólogos no século 20 Por: Simon Romero, The New York Times Como capataz de uma fazenda de gado nos confins da Amazônia brasileira, Lailson Camelo da Silva estava derrubando árvores para transformar a floresta tropical em pasto quando deparou com um arranjo bizarro de imensos blocos de granito. – Não tinha ideia que estava descobrindo o Stonehenge da Amazônia – afirmou Lailson, 65 anos, aludindo ao célebre sítio arqueológico no Reino Unido. – Isso me faz pensar: que outros segredos sobre nosso passado ainda estão escondidos nas florestas do Brasil? As descobertas em Calçoene (no Amapá), junto com outros achados arqueológicos no Brasil nos últimos anos – que incluem gigantescas esculturas de terra, vestígios de assentamentos fortificados e até mesmo complexas re...

Calçoene - Observatório celeste no Amapá

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Saiu a 12ª matéria da Coluna " AMÉRICA MISTERIOSA ", do Jornal Página 3, de Balneário Camboriu-SC!!! Link: http://www.pagina3.com.br/coluna/americamisteriosa

Os principais sítios arqueológicos pré-coloniais do Brasil (Parte 01)

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Pedra de Santana, Bahia. Image via Ensinar Historia. Este artigo foi escrito por Joelza Ester Domingues Segundo levantamento de 2008 feito pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o Brasil possui 14.000 sítios arqueológicos. Hoje, acredita-se que esse número já tenha saltado para 20 mil. Porém, desse total, somente 17 bens arqueológicos (11 sítios e 6 coleções) foram tombados pelo IPHAN, conforme esse instituto informa em seu site. É possível visitar muitos deles com boa estrutura para receber o visitante. Há, porém, aqueles que se encontram em locais de difícil acesso e outros que precisam de autorização para serem visitados. A lista abaixo, em ordem alfabética por estado, limita-se aos sítios arqueológicos pré-coloniais, isto é, sítios com vestígios de ocupação anterior à chegada dos portugueses. ACRE Geoglifo Acre. Image via Ensinar Historia. Em 1977, foram descobertos no Acre, 24 gigantescos geoglifos em formatos variados: círculos, quadrado...

As pedras do sol

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Blocos de granito talhados há mil anos no Amapá estão alinhados com a trajetória do astro. Por Marcos Pivetta Pesquisa FAPESP Edição Impressa 186 - Agosto 2011 Sítio do Rego Grande: astronomia e cemitério. MARIANA PETRY CABRAL. No final do século XIX, o zoólogo suíço Emílio Goeldi fez uma expedição ao rio Cunani e encontrou grandes blocos de rocha que pareciam apontar para o céu em terras do atual norte do Amapá, uma área então em litígio entre o Brasil e a França. Ao longo das seis primeiras décadas do século passado, alguns pesquisadores de renome, como o alemão Curt Nimuendajú nos anos 1920 e os americanos Betty Meggers e Clifford Evans no final dos anos 1950, também avistaram essas construções humanas com os tais blocos de granito em alguns sítios arqueológicos. Pouca cerâmica associada aos locais dos megálitos, como são chamadas as grandes estruturas de pedra arranjadas ou construídas por mãos humanas, foi resgatada e ganhou corpo a interpretação de que, naquele pedaço quase perd...

As pedras do sol

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Blocos de granito talhados há mil anos no Amapá estão alinhados com a trajetória do astro. Marcos Pivetta Sítio do Rego Grande: astronomia e cemitério .Mauricio de Paiva No final do século XIX, o zoólogo suíço Emílio Goeldi fez uma expedição ao rio Cunani e encontrou grandes blocos de rocha que pareciam apontar para o céu em terras do atual norte do Amapá, uma área então em litígio entre o Brasil e a França. Ao longo das seis primeiras décadas do século passado, alguns pesquisadores de renome, como o alemão Curt Nimuendajú nos anos 1920 e os americanos Betty Meggers e Clifford Evans no final dos anos 1950, também avistaram essas construções humanas com os tais blocos de granito em alguns sítios arqueológicos. Pouca cerâmica associada aos locais dos megálitos, como são chamadas as grandes estruturas de pedra arranjadas ou construídas por mãos humanas, foi resgatada e ganhou corpo a interpretação de que, naquele pedaço quase perdido da Amazônia, apenas uma pequena população de...

Urnas funerárias marajoaras de mil anos são encontradas no Amapá

Globo Amazônia SÃO PAULO - Uma atividade fora da sala de aula de um curso de pós-graduação acabou virando uma surpresa arqueológica no Amapá. Durante aula para aprender técnicas de pesquisa promovida pela Universidade Estadual do Amapá (Ueap), alunos descobriram no município de Macapá, em plena zona urbana, quatro urnas funerárias em estilo marajoara. Até a descoberta, não havia notícia de peças marajoaras no Amapá. O achado aconteceu num cemitério indígena de cerca de mil anos dentro do campus da Universidade Federal do Amapá. Há cerca de um milênio, acontecia também, na outra margem do Rio Amazonas, o auge da cultura marajoara. Conforme explica João Saldanha, arqueólogo que trabalha para o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa) e coordena o curso da Ueap, a descoberta, que aconteceu este mês, é importante porque até então se acreditava que o estilo marajoara tinha ficado restrito ao arquipélago de Marajó, no Pará. A cerâmica marajoara é famosa por...

Restos mortais de índios são encontrados em sítio arqueológico da Universidade Federal do Amapá

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MACAPÁ - Há três semanas, arqueólogos do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), alunos do curso de especialização em Patrimônio Arqueológico da Amazônia, da Universidade do Estado do Amapá (UEAP) e voluntários da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) trabalham nas escavações do sítio arqueológico da área interna da UNIFAP. Durante as escavações foram encontrados potes, vasos e urnas com restos mortais de índios que habitavam a região. Os resultados confirmam o uso do local como cemitério. O sítio arqueológico na área interna da UNIFAP foi descoberto em 1997, mas as escavações só iniciaram em 2008. Os trabalhos, que chegaram a ser suspensos, foram retomados no inicio de julho deste ano e encerram nesta sexta-feira (16). Os estudantes estão fascinados com a experiência. (IG) Fonte: http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/ (22/07/2010)

Arqueólogos encontram antigos poços funerários no norte do Amapá

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Sítio tem cerca de mil anos, diz pesquisador do Iepa. No local, foram encontradas peças de cerâmica com formas humanas. Dennis Barbosa Do Globo Amazônia, em São Paulo Uma equipe de arqueólogos descobriu dois poços funerários com vasos de cerâmica num sítio em Calçoene, no norte do Amapá. O local já era conhecido desde 2006 por causa de círculos de pedra que foram encontrados sobre o solo. Agora, no entanto, o grupo liderado por João Saldanha e Mariana Cabral, do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa) explorou o que havia sob as grandes placas rochosas depositadas no local. Saldanha explica que os poços têm cerca de mil anos e que os vasos encontrados são surpreendentes porque têm formas humanas, como as cerâmicas encontradas pelo célebre pesquisador Emílio Goeldi no século XIX na região do Cunani. O povo que cavou os poços tinha por hábito descarnar e separar os ossos de seus mortos, colocando-os em grupos separados nas urnas funerárias acomodadas em câmaras ...

Observatório celeste do Amapá - A etnoastronomia nas culturas amazônicas

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Entrevista por Dalton Delfini Maziero Fotos Gilvan Nascimento/SECOM-AP Em entrevista exclusiva, os arqueólogos Mariana Petry Cabral e João Darcy de Moura Saldanha revelam uma das mais significativas descobertas dos antigos habitantes da região amazônica: a existência de um observatório celeste pré-colombiano em Calçoene, no Amapá, formado por um conjunto de 127 rochas dispostas em forma circular. 1 – Qual a importância da descoberta deste observatório celeste para a história pré-cabralina brasileira? Esta é a prova definitiva do avanço social de nossos antigos habitantes? Este sítio tem grande potencial para contribuir com discussões que já vêm sendo levantadas, em especial na arqueo-logia amazônica, sobre o desenvolvimento das sociedades indígenas no período pré-colonial. Mas ele não é uma prova definitiva, até porque as pesquisas estão recém começando. Nós sabemos que entre os atuais povos indígenas no Brasil o saber astronômico é bastante difundido, havendo inclusive muitas pesquisa...