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Mostrando postagens com o rótulo Arqueologia: Profissão

La UAH incentiva la Arqueología pública a través de proyectos

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Redacción – 03.05.2023 El profesor experto en la materia, Manuel Castro-Priego, lidera distintas excavaciones, tanto en Latinoamérica como en España, en las que la población local tiene un papel muy importante El profesor de Arqueología de la Universidad de Alcalá, Manuel Castro-Priego, lidera distintas excavaciones, tanto en Latinoamérica como en España, en las que la población local tiene un papel importante.  ¿Qué se entiende por Arqueología pública? El concepto de Arqueología pública es un término que empieza a emplearse en el ámbito norteamericano a principios de la década de los 70. Se trató inicialmente de una propuesta que pretendía sumar a las comunidades locales, muchas de ellas con un origen no europeo, a la gestión, valorización y difusión de los espacios naturales o con un fuerte componente cultural. La repercusión de estos estudios, especialmente del libro de Charles McGimsey Public Archaeology, fue notable en Europ...

Hoy se inaugura exposición temporal “Amazonía: arqueología e historia. Conociendo el pasado para entender el presente”

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11.04.2023 Hoy 11 de abril, por el Día del Arqueólogo Peruano, el Museo Amazónico, la Dirección Desconcentrada de Cultura de Loreto del Ministerio de Cultura inaugura la exposición temporal denominada «Amazonía: Arqueología e Historia. Conociendo el Pasado para Entender el Presente». La exposición estará en una de las Salas Temporales del Museo Amazónico, ubicado en Malecón Tarapacá 386, Iquitos. La muestra estará abierta al público hasta el 31 de junio de 2023, de lunes a viernes de 9 a.m. a 12:30 p.m. y de 2:30 p.m. a 4:45 p.m. Esta exposición mostrará material arqueológico e histórico proveniente de proyectos de intervención arqueológica desarrollados en Loreto. La misión de los museos es proteger, salvaguardar, realizar el registro de las colecciones y la difusión cultural. El Museo Amazónico cuenta con Bienes Culturales Muebles (BCM) procedentes de diversos proyectos de intervención arqueológicas desarrollados en Loreto desde el año 2000. Cabe resaltar que el Día del Arqueól...

Arqueologías del futuro y el legado de Julio C. Tello

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Legado de Julio C. Tello en el Perú tiene como rutas posibles la innovación, tecnología y valor social. 11.04.2023 En el pasado, Julio C. Tello (1880-1947) revolucionó la forma de hacer arqueología en el país, introduciendo nuevas técnicas, teorías y tecnologías que se han convertido en la base de la arqueología científica del Perú. Hoy en día, podemos hablar de cinco tipos de personas que se dedican a la arqueología: estudiantes, académicos e investigadores, docentes, consultores y funcionarios públicos. Aunque no hay oposiciones entre sí, la población de arqueólogos sigue creciendo mientras que el campo de la arqueología se contrae proporcionalmente cada vez más. Mercado laboral Solo unos pocos arqueólogos logran destacar gracias a su producción académica, emprendimientos empresariales o innovaciones en servicios arqueológicos, pero la mayoría está atrapada en empleos mal pagados o acaba dejando la carrera debido a la informalidad laboral que prevalece en el Perú. Consi...

Inovação: como a tecnologia ajuda a ampliar o olhar de arqueólogos

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  Ferramentas de análise de grandes volumes de dados se somam a técnicas tradicionais, como escavações, para enriquecer estudos sobre civilizações passadas Por: Paloma Oliveto 09/08/2021 Filmes de aventura e documentários históricos ajudaram a criar a imagem que vem à mente quando se pensa em um arqueólogo : bermuda, colete e chapéu, pele queimada pelo Sol, mãos sujas de terra, rodeado por ferramentas que ajudam a trazer o passado à luz. Mas, com o avanço das tecnologias de análise de grandes volumes de dados — o chamado big data —, hoje já é possível escavar ainda mais profundamente sem necessariamente ir a campo. Mais comumente utilizadas na ciência para estudos climáticos, astronômicos, genéticos e pesquisas médicas, as ferramentas de big data também estão rendendo estudos arqueológicos que, de outras formas, seriam difíceis ou mesmo impossíveis de serem realizados. A análise de dados, a inteligência artificial e o uso de satélites e drones não substituem as técnicas tra...

Arqueología y ceguera

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La formulación de que un hombre puede ser todos los hombres había sido tomada con bastante extremismo y proponía una lectura que no discriminaba viajes ni encuentros. Para Ocampo, el indígena había sido uno solo, siempre. Ocultaba el contacto con Europa, lo creía atemporal, y quizá no aceptaba que la exclusión y el genocidio habían impedido en varios casos lo que él ahora llamaba diálogo. Por: Sergio Arturo Ariza Gómez 07/06/2020 (A la memoria de H. Bustos Domecq, porque a esta empresa ya la había conquistado). Diré que fue el catedrático Tomás Ocampo Echeverría el mismo que hablara con tan condescendiente entusiasmo de las figuras que había visto en una cueva del altiplano cundiboyacense, en la mesa frente a la mía, con una singular torpeza de razonamiento. El hombre refería a su amigo lo “maravillosas”, lo “impresionantes” que le resultaban las pinturas rupestres en la cueva –que no era Chiribiquete-, y en su comentario se hacían manifiestas las expresiones con que se habla co...

SOBRE AS PRÁTICAS COLABORATIVAS ENTRE ARQUEÓLOGOS E POVOS INDÍGENAS

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Por Fabíola Andréa Silva Crescem a cada dia os conflitos nas terras indígenas e áreas de entorno. Testemunhamos a violência da grilagem nessas terras, o crescimento ilegal da exploração de madeira e garimpo nas mesmas e o avanço desenfreado do agronegócio para dentro de seus limites. Neste cenário, o ataque ao meio ambiente é notório, e este se torna ainda mais evidente quando se considera os grandes empreendimentos hidrelétricos e a mineração em grande escala; ambos levados a cabo, especialmente, nas proximidades das terras indígenas e das áreas de proteção ambiental. Nosso país está testemunhando um momento de extrema intolerância e violência para com as populações indígenas. Cotidianamente, elas vêm sendo desrespeitadas, por diferentes setores da sociedade civil e pelo próprio Estado, no que se refere aos seus direitos conquistados, ao longo das últimas décadas. Diante disso, essas populações estão cada vez mais preocupadas com o destino de suas terras e com o futuro de suas p...

Projeto regulamenta profissão de arqueólogo

De autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a matéria está sendo relatada por Waldemir Moka (PMDB-MS), presidente da comissão. Aguarda votação em decisão terminativa na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) o Projeto de Lei do Senado (PLS) 1/2014, que dispõe sobre a regulamentação da profissão de arqueólogo. De autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a matéria está sendo relatada por Waldemir Moka (PMDB-MS), presidente da comissão. O projeto torna o exercício da profissão de arqueólogo privativo dos diplomados em bacharelado em arqueologia no país e no exterior, desde que o título tenha sido revalidado no país, e dos pós-graduados em área de concentração em arqueologia, com monografia ou tese sobre arqueologia, e com pelo menos dois anos consecutivos de atividades científicas no campo profissional da arqueologia. Também poderão exercer a profissão os diplomados em outros cursos de nível superior que, na data da publicação da futura lei, contem com pelo menos 5 a...

Pesquisador: legislação ambiental impulsionou arqueologia

ANGELA JOENCK PINTO Uma obra de centenas de milhões de reais de repente é interrompida por causa de... alguns cacos de cerâmica. Pois o que para alguns pode parecer lixo, para a arqueologia pode significar um verdadeiro tesouro e revelar a história de uma região. Segundo o arqueólogo e professor da Unicamp, Pedro Paulo Funari, a restauração da democracia em 1985 e as mudanças na legislação, principalmente na ambiental, que levaram os arqueólogos a inspecionar as grandes obras, alavancaram essa área de pesquisa no Brasil. "O panorama da arqueologia no Brasil está muitíssimo melhor. Primeiro, porque os arqueólogos puderam ficar em contato com seus colegas estrangeiros e aproximar a disciplina da sociedade, com a introdução de temas de relevância social e política, como Palmares, Canudos. Também a legislação de proteção ambiental passou a exigir a atuação arqueológica na construção de estradas, barragens e edifícios, de modo que as pesquisas ligadas a licenciamento ambiental e histór...

COMO SE TORNAR ARQUEÓLOGO NO BRASIL

OBS: Caro leitor. Por problemas de espaço, estou publicando somente o início do texto do Pedro Paulo, que está em PDF e possui 15 páginas com referências e bibliografia. Os interessados em baixar o PDF encontrarão o link ao final desse texto. Pedro Paulo A. Funari(1) INTRODUÇÃO Para que se possa tratar da formação do arqueólogo, é necessário, antes, definir a identidade do arqueólogo. Em um contexto mais amplo, pode afirmar-se que o estudo da Arqueologia varia muito, em diferentes tradições universitárias. Nos Estados Unidos,a maioria dos arqueólogos é constituída de antropólogos, já que a Antropologia,normalmente, ali incorpora áreas como a Lingüística e a Arqueologia. Isto significa uma formação básica em Antropologia, voltada para o estudo do outro, os antropólogos estudando os índios vivos e os arqueólogos os mortos. Nos próprios Estados Unidos, contudo, há também arqueólogos com outras formações, como é o caso dos arqueólogos clássicos, que estudam as civilizações grega e romana, ...

Profissão Arqueologia

Aos interessados em saber mais sobre a profissão de um arqueólogo, não deixem de ler esse interessante artigo de Paulo Zanettini: IV Reunión Internacional de Teoría Arqueológica em América Del Sur Simpósio nº 34: “Arqueologia y Mercado” Por Paulo Zanettini (São Paulo/Brasil) http://www.scribd.com/doc/24833966/Arqueologia-e-Sociedade-II-Paulo-Zanettini

Faltam arqueólogos para catalogar objetos antigos achados em obras do PAC

Texto de Rosana Hessel Publicação: Correio Braziliense; 12/12/2010 Quando se pensa em arqueólogo, a primeira imagem que vem à mente é o personagem eternizado por Harrisson Ford na série de filmes dirigidos por Steven Spielberg. Indiana Jones, se vivesse no Brasil de hoje, não estaria em busca de tesouros perdidos na África, mas, com certeza, seria contratado a peso de ouro e teria muito trabalho nos canteiros de obras que vêm se formando no interior do país. Ainda que atrasados, os projetos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), seja para a abertura de estradas e ferrovias, seja para a construção de hidrelétricas, estão esbarrando em sítios arqueológicos que impressionam. Para mapear as áreas e catalogar as milhares de peças encontradas, os raríssimos arqueólogos existentes no Brasil estão cobrando entre R$ 500 mil e R$ 700 mil. A escassez desses profissionais começou a se desenhar no início dos anos 1990, quando o único curso de graduação, da Universidade Estácio de...