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Mostrando postagens com o rótulo Brasil - Minas Gerais

Fósseis disputados entre Brasil e Dinamarca estão em museu europeu desde século 19

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Os ossos foram encontrados em BH por um naturalista dinamarquês, que enviou os itens para um museu na Dinamarca 10/08/2024 Os fósseis pré-históricos foram encontrados em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, pelo naturista dinamarquês Peter Lund, em 1845, ano em que foram enrolados em jornais e despachados para o  Museu de História Natural da Dinamarca . A informação veio a público pelo vice-presidente do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia e Pesquisa em História Natural, Patrimônio Cultural, Artes, Sustentabilidade e Território, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Luiz Antônio Cruz Souza. Segundo Luiz Antônio, que esteve no museu e viu as peças de perto, o acervo — que contém mais de 12 mil itens — ainda precisa de estudo. De acordo com Souza, elas devem retornar ao Brasil para que sejam investigadas mais afundo. “Há peças enroladas em jornais do século 19. A própria forma como ele (Lund) armazenou os ossos já é um acervo histórico ta...

Tiahuanaco en Brasil

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Una colección de piezas Tiahuanaco provenientes de Bolivia se exhibe en el planetario de la Universidad de Juiz de Fora de Minas Gerais. 18/12/2021  El Planetario de la Universidad Federal de Juiz de Fora (UFJF) abrió la primera semana de diciembre, luego de 20 meses de permanecer cerrado al público por la emergencia sanitaria por el covid 19. En el moderno edificio se exponen muestras itinerantes del quehacer científico de los laboratorios y museos de la casa de estudios. Minas Gerais, Brasil El planetario, en el corazón del campus universitario, acoge al Museo de Arqueología y Etnología Americana (MAEA UFJF), que ostenta una sui generis exposición tiahuanacota, donada por el Dr. Franz Joseph Hochleitner en 1986. Dicha sala Tiahuanaco ha sido ambientada por artistas plásticos brasileños con iconografía inspirada en el palacio de Kalasasaya, que en voz aimara significa piedra parada. Destacan las réplicas de cabezas clavas, el monolito Ponce y la célebre Portada del Sol. ...

Geneticista afirma: Povo de Luzia veio da América do Norte

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A descoberta utilizou também de análise de DNA para sua conclusão Foto:Getty Images O geneticista Nathan Nakatsuka conversou com a AH para contar como suas descobertas mudam o que sabemos sobre o povoamento da América do Sul e os ancestrais dos índios Por: Alana Sousa A questão de como os seres humanos colonizaram a América gera controvérsias há décadas. Enquanto a teorra mais aceita é de que vieram há 14 mil anos pelo estreito de Bering, uma outra hipótese, defendida principalmente no Brasil, defende que os humanos já habitavam estas terras há 36 mil anos e a migração asiática, da qual descendem os índios atuais, veio depois. Parte dessa hipótese é de que Luzia, fóssil humano mais antigo encontrado na América do Sul, com cerca 13 mil anos, é originada de migrações vindas da Austrália ou da África . Agora, um estudo que reuniu importantes estudiosos pretende mostrar que, na verdade, a origem dos povos da América Central e do Sul vem da “Civilização de Clóvis”, uma cultura que ...

Múmias mineiras estavam em alas destruídas pelo fogo no Museu Nacional

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Entre os exemplares mais famosos que compunham o acervo, vindos do Egito, estavam também indígenas (acima) mumificados naturalmente em cavernas da Zona da Mata(foto: Luciano Faria/Divulgação) Corpos eram de uma mulher que morreu há mais de 600 anos e duas crianças. Todos vieram das cavernas dos mares-de-morros da Zona da Mata Por: Gustavo Werneck e Mateus Parreiras Entre os mais misteriosos e antigos componentes do acervo afetado por um incêndio no início do mês, no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, os corpos mumificados tinham um apelo especial para visitantes e pesquisadores. Entre os 700 indivíduos da coleção, havia desde exemplares egípcios com mais de 2 mil anos até animais embalsamados. O que pouca gente sabe é que em meio a essas exemplares milenares e a fósseis como o crânio de Luzia, uma das mais antigas habitantes das Américas (11,4 mil anos), figuravam três múmias de valor inestimável para a história de Minas Gerais e do Brasil: são corpos de uma mulher de 1,48 metro ...

Em MG, arqueólogos buscam vestígios milenares dos “povos de Luzia”

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O arqueólogo Rodrigo de Oliveira na Lapa do Santo MAURÍCIO DE PAIVA Por: André de Oliveira Ossadas de 10.000 anos atrás no sítio arqueológico de Lapa do Santo são chave para entender a ocupação do continente americano Em cima das bancadas estão centenas, talvez milhares, de fragmentos de ossos humanos. São diferentes partes de esqueletos de homens, mulheres e crianças que viveram a cerca de 10.000 anos atrás na região de Lagoa Santa, na área metropolitana de Belo Horizonte (MG). Com mais de uma dezena de sítios arqueológicos, o local é uma das áreas mais ricas das Américas para escavações. Os ossos em cima das bancadas do Laboratório de Estudos Evolutivos e Ecológicos Humanos (LEEEH), da Universidade de São Paulo (USP), esperando para serem montados, colados e catalogados são provenientes da Lapa do Santo, um dos “sítios cemitério” mais ativos da região. Eles são apenas uma pequena parte do que foi escavado em 2016 na última expedição de uma equipe multidisciplinar que vêm trabal...

Os principais sítios arqueológicos pré-coloniais do Brasil (Parte 02)

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Este artigo foi escrito por Joelza Ester Domingues MATO GROSSO O estado do Mato Grosso tem 792 sítios arqueológicos cadastrados, mas somente um deles foi tombado pelo IPAHN: a caverna Kamukuaká, no município de Parantinga, junto, mas fora dos limites, do Parque Nacional dos Guimarães. Trata-se de um sítio arqueológico vivo, que conta com os relatos dos descendentes indígenas Waurás para a interpretação dos materiais encontrados. A caverna, considerada sagrada pelos Waurás por ser a morada dos espíritos ancestrais, tem pinturas rupestres e esculturas usadas em ritos xamânicos. Ali são realizados os rituais de furação de orelha e tem início o ritual do Kuarup. O sítio arqueológico de Santa Elina, no município de Jangada vem sendo pesquisado desde 1984 por arqueólogos da Universidade de São Paulo e do Museu Nacional de História Natural de Paris. É considerado o terceiro mais antigo das Américas, com 27 mil anos AP. O primeiro é o Boqueirão da Pedra Furada, no Piauí, com 50 mil anos; o ...

Ritual: crânio revela decapitação mais antiga das Américas

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Cientistas indicam que nativos da América do Sul já realizavam rituais de morte sofisticados Representação esquemática do sepultamentoIlustração/Tokyo Gil Um estudo liderado por cientistas brasileiros revela o mais antigo caso de decapitação humana já registrado nas Américas - há 9 mil anos - na caverna Lapa do Santo, em Minas Gerais. Os cientistas encontraram, em 2007, em um nicho a 55 centímetros de profundidade, um crânio com as seis primeiras vértebras cervicais e duas mãos amputadas depositadas sobre o rosto em posições invertidas. De acordo com os autores do estudo, publicado na quarta-feira (23), na revista PLOS, há vários indícios de que não se trata do sepultamento de um "troféu de guerra", como era comum entre povos nativos das Américas, mas de uma decapitação realizada após a morte do indivíduo, em um ritual de sepultamento. Rituais sofisticados Segundo os cientistas, isso indica que os caçadores-coletores do período já realizavam rituais mortuários sofist...

Sítios arqueológicos resgatados em Minas

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Estado de Minas Os estudos arqueológicos em Minas Gerais ganharam contribuição na porção central do estado. A multinacional da mineração Anglo American informou ter identificado mais de 40 sítios arqueológicos na região do município de Conceição do Mato Dentro durante a implantação do Sistema Minas-Rio, complexo de exploração de minério de ferro envolvendo jazida, mineroduto e terminal portuário na cidade fluminense de São João da Barra. O trabalho resultou na catalogação, limpeza, análise e conservação de aproximadamente 200 mil vestígios encontrados. A equipe de arqueologia da mineradora adotou os parâmetros propostos pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e atende às determinações do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), de acordo com Aldo Souza, diretor de Saúde, Segurança e Desenvolvimento Sustentável da Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American. Os investimentos já feitos pela minerador...

Descoberta de esqueletos põe Minas no mapa da arqueologia Fósseis foram encontrados em um sítio na Região Metropolitana de BH

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Foto: Esqueletos foram sepultados há 10,8 mil anos na Lapa do Santo, na Grande BH Por: Gustavo Werneck Minas reafirma a sua importância no cenário nacional de arqueologia e paleontologia e tem valorizado o potencial da região cárstica. Especialistas definem como "espetacular" a descoberta de dois esqueletos sepultados há 10,8 mil anos na Lapa do Santo, em Matozinhos, na Grande BH, como mostrou com exclusividade ontem o Estado de Minas. O professor de paleontologia da PUC Minas, Castor Cartelle, disse que vibrou ao ler a reportagem. “É um achado fantástico, que potencializa a riqueza do estado e se torna mais um elemento da Rota Lund”, afirmou Cartelle, se referindo ao projeto que liga o Museu de Ciências Naturais da universidade, no câmpus Coração Eucarístico, na Região Noroeste da capital, à Gruta do Maquiné e ao Museu Casa Guimarães Rosa, em Cordisburgo, na Região Central. Para Rosângela Albano, diretora do Centro de Arqueologia Annette Laming Emperaire (Caale), vinc...

Família protege sítio arqueológico no município de Barão de Cocais

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Mineiros de Ouro de olho na pré-história: local guarda pinturas rupestres feitas há cerca de 6 mil anos e atrai estudantes e pesquisadores de todo o mundo Por Arnaldo Viana Elizabete Almeida mostra os desenhos feitos nos paredões do sítio há millhares de anos por grupos de caçadores primitivos e folheia o livro de visitantes, que contém assinaturas de estudantes, turistas e cientistas de vários estados e do exterior Barão de Cocais – Estudiosos das origens dos homem sabem de cor e salteado o caminho que leva à Serra da Conceição, em Cocais, distrito de Barão de Cocais, e, mais precisamente, ao Sítio Arqueológico Pedra Pintada. Um tesouro natural com registros da presença humana na Região Central de Minas datados de 6 mil a 10 mil anos. No rastro dos cientistas, dezenas de estudantes secundaristas e universitários visitam os paredões de pedra para ver, fotografar e tentar entender as mensagens rupestres deixadas pelos primitivos em desenhos sobre rochas. Os registros arqueológic...

Arqueólogos descobrem gravura primitiva em Minas Gerais

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Petróglifo encontrado em Lapa do Santo é representação da figura humana Escavações arqueológicas realizadas por pesquisadores do Instituto de Biociências (IB) da Universidade de São Paulo (USP) descobriram uma gravura esculpida na rocha produzida por povos primitivos há cerca de 10 mil anos. A figura, que representa um ser humano, teria sido feita com lascas de pedra. A descoberta aconteceu no sítio arqueológico Lapa do Santo, localizado na Fazenda Cauaia, município de Matosinhos, em Minas Gerais, a cerca de 60 quilômetros da capital do Estado, Belo Horizonte. A gravura, que é a representação de figura antropomórfica (com forma humana), foi localizada numa caverna a 4 metros de profundidade do solo. “Ela possivelmente foi produzida entre 9.500 e 10.400 anos atrás”, aponta o professor, Walter Neves, do IB que coordenou a pesquisa. “Utilizando a técnica de datação com Carbono-14, a mais usual em pesquisas arqueológicas, analisaram-se fragmentos de carvão de uma fogueira feita em cima da ...

A gravura rupestre mais antiga do continente americano

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A figura descoberta no Brasil poderá ter mais de 12 mil anos Um grupo de arqueólogos descobriu no centro do Brasil uma gravura rupestre com forma antropomórfica que acreditam ser a mais antiga figura do género com datação fiável descoberta no continente americano, segundo revela um artigo hoje publicado na revista científica «PLoS ONE». A imagem, que terá entre dez e 12 mil anos de idade, foi descoberta em Lapa do Santo, um sítio arqueológico a 60 quilómetros de Belo Horizonte, no centro-leste do Brasil, pelos investigadores Walter Neves e Danilo Bernardo, do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, da Universidade de São Paulo, Astolfo Araújo, do Museu de Arqueologia e Etnologia da mesma universidade, Renato Kipnis, da Scientia Consultoria e James Feathers, da Universidade de Washington. No texto publicado, os cientistas escrevem que, tendo apenas em consideração a datação por radiocarbono, pode dizer-se com confiança que a gravura tem mais de 10,5 mil anos, podendo ter até 12 mil a...

Crânio de 1ª brasileira Luzia tem feições de europeu e asiático

REINALDO JOSÉ LOPES EDITOR DE CIÊNCIA Para quem estranhava o fato de os primeiros habitantes da América terem cara de africanos, e não de índios modernos, uma nova pesquisa diz ter resolvido o enigma. Esse seria o "modelo básico" dos seres humanos na época. A pesquisa é assinada pelos brasileiros Mark Hubbe e Walter Neves, que há vários anos estudam o povo ao qual pertencia a célebre "Luzia", esqueleto da região de Lagoa Santa (MG) que é a mulher mais antiga do continente, com mais de 11 mil anos. As reconstruções de Luzia com traços "negros" se tornaram famosas. Outras dezenas de crânios achados em Lagoa Santa, pouco mais recentes, também apresentam o mesmo formato, enquanto os indígenas mais próximos da época atual lembram povos do leste da Ásia. Neves, da USP, e Hubbe, da Universidade Católica do Norte (Chile), compararam os crânios de Lagoa Santa e de outras regiões das Américas com idade semelhante aos encontrados em países europeus e na China no fim ...

Estudo defende preservação de sítios arqueológicos em Jequitaí

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Pintura rupestre danificada por ações de vandalismo e Sítio Arqueológico da Lapa Pintada. Divulgação/Unimontes. Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) sugere o tombamento estadual do patrimônio arqueológico em Jequitaí, no Norte de Minas. Os principais objetivos seriam a preservação e desenvolvimento do potencial turístico regional e a realização de trabalhos consequentes de identificação pré-histórica. O estudo foi elaborado pelo acadêmico Thiago Pereira, do oitavo período de História e bolsista de Iniciação Científica Voluntária (ICV) da Unimontes, como tese de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O campo da pesquisa “A proteção do Patrimônio Arqueológico de Jequitaí”, iniciada em 2007, foi o sítio arqueológico da Lapa Pintada, às margens do rio Jequitaí (afluente do São Francisco), a 2,6 quilômetros da sede do município. Além das riquezas naturais, o município apresenta vestígios de habitação, líticos (rochas) e ossos, além dos grafism...

Brasileiros pré-históricos faziam obras de arte com mortos

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Foto: Crânio de indivíduo com ossos de outro colocados intencionalmente na cavidade, achado na gruta Lapa do Santo REINALDO JOSÉ LOPES EDITOR DE CIÊNCIA Na hora de lidar com a morte, criatividade é o que não faltava à misteriosa gente que vivia no coração de Minas Gerais há quase 9.000 anos. Os sepultamentos ali parecem ter sido obras de arte, cuja principal matéria-prima era o corpo humano. Cortados com instrumentos de pedra, os ossos de diversos mortos podiam ser reunidos dentro do crânio de outra pessoa. Em outros casos, o uso de tinta ou fogo dava uma aparência diferente ao cadáver. E, às vezes, dentes de um indivíduo eram arrancados para adornar os restos mortais de outro. O inventário dessas estranhas práticas está sendo feito pelo arqueólogo André Strauss, cujo mestrado na USP versou sobre o tema. "Embora a região seja escavada desde o século 19, com centenas de esqueletos encontrados, todo mundo achava que os sepultamentos ali eram muito simples, muito sem graça", diz...

Artefatos de pedra lascada revelam sítio arqueológico em Betim (MG)

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Foto: Lucas Prates/Hoje em Dia Geraldo Nogueira encontrou, em sua fazenda, pedra lascada que pode ter até 9.000 anos; descoberta bota Betim na rota dos sítios arqueólógicos Descoberta foi feita em levantamento ambiental para construção de alça de acesso à BR-381 Renato Fonseca, do jornal Hoje em Dia Um levantamento sobre o impacto ambiental das modificações viárias para a construção de uma alça de acesso à BR-381, na região de Betim, em Minas na Grande BH, esbarrou em 9 mil anos de uma história que ainda não tinha sido contada. Artefatos feitos de pedra lascada, usados pelos índios em época pré-histórica, comprovam a existência de um novo sítio arqueológico em Minas Gerais e um dos mais recentes do Brasil. Os objetos encontrados foram pontas de machado e de lança. A descoberta ajudará os cientistas a definir as origens da cidade, além de apontar, com maior precisão, como e quando se deu a ocupação no município. Um relatório sobre o material arqueológico ficará pronto em 30 dias e será ...

Achado arqueológico

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O secretário de Cultura, Antonio Oliveira, e a subsecretária do Conselho de Cultura, Yvonne Teixeira, buscam imóvel para abrigar a canoa Foto: Beto Novaes/EM/D.A Press Canoa de 10,6 metros encontrada em São Vicente de Minas, no sul de MG, pode ser anterior ao descobrimento do Brasil, segundo teste de carbono 14. Bem cultural será tombado Texto de Gustavo Werneck gustavowerneck.mg@dabr.com.br São Vicente de Minas - O desenho feito pelo alemão Johann Moritz Rugendas (1802-1858), em viagem pelo país entre 1822 e 1825, mostra que a lotação da canoa está esgotada. Sentados ou de pé na embarcação emoldurada pela mata tropical, 12 índios, um deles com um bebê no colo, pescam no rio caudaloso. Olhando a imagem, pode-se enxergar certo exagero em Rugendas, mas a ideia vai por água abaixo quando se está diante de um exemplar semelhante ao documentado pelo artista. Em São Vicente de Minas, no Sul do estado, a 263 quilômetros de Belo Horizonte, autoridades e pesquisadores estão mergulhados numa his...