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Mostrando postagens com o rótulo Brasil - Pará

Achados arqueológicos revelam aldeia ancestral e vestígios de seringal na Terra do Meio, no Pará

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Equipe do projeto Amazônia Revelada encontra aldeia circular com mais de 200 metros de diâmetro e artefatos inéditos em escavações nas Reservas Extrativistas Riozinho do Anfrísio e Rio Iriri, em Altamira. Por g1 Pará — Belém 22/09/2025 Pesquisadores do projeto Amazônia Revelada voltaram de uma expedição arqueológica em territórios da Terra do Meio, no sudoeste do Pará, com descobertas sobre o passado pouco conhecido da região. Utilizando uma tecnologia que lança feixes de raios infravermelhos a partir de um avião para mapear estruturas sob a floresta, eles identificaram cerca de 50 possíveis sítios arqueológicos. Desses achados, quatro sítios foram selecionados para escavação, sendo três na Reserva Extrativista (RESEX) Riozinho do Anfrísio e um na RESEX Rio Iriri. Na RESEX Riozinho do Anfrísio, a análise das imagens da tecnologia LiDAR revelou a existência de uma aldeia circular de mais de 200 metros de diâmetro. Segundo os pesquisadores, a estrutura aponta para um...

Os principais sítios arqueológicos pré-coloniais do Brasil (Parte 02)

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Este artigo foi escrito por Joelza Ester Domingues MATO GROSSO O estado do Mato Grosso tem 792 sítios arqueológicos cadastrados, mas somente um deles foi tombado pelo IPAHN: a caverna Kamukuaká, no município de Parantinga, junto, mas fora dos limites, do Parque Nacional dos Guimarães. Trata-se de um sítio arqueológico vivo, que conta com os relatos dos descendentes indígenas Waurás para a interpretação dos materiais encontrados. A caverna, considerada sagrada pelos Waurás por ser a morada dos espíritos ancestrais, tem pinturas rupestres e esculturas usadas em ritos xamânicos. Ali são realizados os rituais de furação de orelha e tem início o ritual do Kuarup. O sítio arqueológico de Santa Elina, no município de Jangada vem sendo pesquisado desde 1984 por arqueólogos da Universidade de São Paulo e do Museu Nacional de História Natural de Paris. É considerado o terceiro mais antigo das Américas, com 27 mil anos AP. O primeiro é o Boqueirão da Pedra Furada, no Piauí, com 50 mil anos; o ...

Arqueólogos descobrem contato de povos do Marajó com as Guianas

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Foto: Cerâmica encontrada em Gurupá tem traços do estilo Koriabo, encontrado em povos mais ao norte do Pará (Foto: Acervo projeto OCA/MPEG) Cerâmica de Gurupá apresenta características únicas, diz pesquisadora. Estudo aponta contato entre grupos do Pará, Amapá e Guianas. Do G1 PA Um projeto arqueológico em Gurupá, na ilha do Marajó, surpreendeu pesquisadores com evidências de novos contatos entre os povos da Amazônia. Através de escavações e coleta de materiais, os arqueólogos encontraram peças com estilos diferentes das cerâmicas tapajônica e marajoara, indicanto que as civilizações que viviam na floresta antes do descobrimento interagiam com mais povos do que se pensava. "Sabemos que a comunicação do passado pre-colonial seguia o fluxo do rio. O Amazonas era uma grande avenida, mas o que está nos surpreendendo é a ausência de semelhanças estilísticas entre a cerâmica encontrada em Gurupá e as peças do restante do Marajó e de Santarém. A semelhança é com artesanato Koria...

Arqueologia Paraense

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Galera, A colega ELIZANGELA BARROS está empenhada na divulgação da arqueologia no Estado do Pará. O Blog é muito interessante e vale uma visita!!! Segue o link: http://arqueologiaparaense.blogspot.com.br/

Acusações infundadas contra cientistas

Por Altino Machado Vamos a mais um exemplo da influência do delirium tremens na "qualidade" do jornalismo praticado no Acre, tomando como referência as duas notas publicadas na abertura da coluna "Poronga", do jornal Página 20: Arqueopirataria – Denúncia grave. Estão pirateando os sítios arqueológicos de Rio Branco e levando para o exterior. A arqueopirataria conta com a participação de um paleontólogo acreano que está enveredando indevidamente pela arqueologia. O cantor Álamo Kário já alertou: "Cuidado com os gringos". Via Belém – Segundo informações apuradas pela coluna, o paleontólogo estaria se associando com uma arqueóloga de Belém do Pará para explorar os sítios arqueológicos do Acre. A confusão será grande e o Estado poderá sair perdendo caso não seja feito nada para conter as ações ilícitas. Pois bem, o que o jornal faz não é denúncia – a atribuição para denunciar é do Ministério Público. Trata-se na verdade de uma acusação grave para te...

Riqueza marajoara chega ao Museu Goeldi

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Duas urnas de 1 metro cada e um artefato em madeira chegaram a Belém graças à perícia de técnicos da instituição. JIMENA BELTRÃO VANESSA BRASIL (*) contato@agenciaamazonia.com.br BELÉM, PA – O Museu Emílio Goeldi recebeu doação de peças arqueológicas salvas na propriedade do saudoso escritor amazônida Leandro Tocantins, parente distante do fundador dessa instituição de pesquisa – Domingos Soares Ferreira Penna – na Ilha do Marajó. São duas urnas marajoaras com altura de cerca de 1 metro cada, um artefato em madeira semelhante a uma lança, além de 20 fragmentos de cerâmica que ainda serão analisados pela equipe do Goeldi. Sobrinho bisneto de Ferreira Penna, Leandro Tocantins recebeu a autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para doar as pecas ao acervo do Museu Goeldi, que se responsabilizou pelo transporte do material. As peças já estão na reserva técnica da instituição para limpeza, tratamento e catalogação. Trata-se de um acréscimo de grande valo...

New discoveries concerning pre-Columbian settlements in the Amazon

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The pre-Columbian Indian societies that once lived in the Amazon rainforests may have been much larger and more advanced than researchers previously realized. Together with Brazilian colleagues, archaeologists from the University of Gothenburg have found the remains of approximately 90 settlements in an area South of the city of Santarém, in the Brazilian part of the Amazon. “The most surprising thing is that many of these settlements are a long way from rivers, and are located in rainforest areas that extremely sparsely populated today,” says Per Stenborg from the Department of Historical Studies, who led the Swedish part of the archaeological investigations in the area over the summer. Traditionally archaeologists have thought that these inland areas were sparsely populated also before the arrival of the Europeans in the 16th and 17th centuries. One reason for this assumption is that the soils found in the inland generally is quite infertile; another reason is that access to water is...

Cerâmica tapajônica: arte indígena secular

Uma das mais antigas e belas expressões da arte e da cultura amazônida. Assim é a cerâmica de Santarém, recentemente reconhecida como patrimônio artístico e cultural do Pará. Uma arte que segundo pesquisas desenvolvidas pela arqueóloga Anna Roosevelt, desenvolve- se entre os índios que habitavam as margens do rio Tapajós. Esses povos, também chamados de Tapajós, seriam descendentes de hábeis artesãos, supostamente descendentes dos Maias ou de Incas, que se desenvolveu na região de Santarém a partir do ano 1200 a.C. A beleza da cerâmica tapajônica lembra o estilo barroco e a antiga arte chinesa, devido aos detalhes de suas peças zoomorfas de feições ornamentais muito análogas. A maioria das peças da cerâmica de Santarém foi encontrada em zonas de terra preta ou nas áreas conhecidas como bolsões. Por séculos, essa cultura ficou desconhecida da civilização moderna e a partir do século XIX começou a ser pesquisada por historiadores. O valor atribuído às peças aguçou a cobiça, inclusi...