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Quase 200 vértebras humanas são encontradas empilhadas em varas no Peru

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  Material encontrado no Vale de Chincha, costa sul do país, data da colonização europeia e pode ter sido uma resposta dos povos aos saques dos túmulos Hannah Ryan da CNN 02/02/2022 Quase 200 exemplares de vértebras de colunas humanas inseridas em varas de junco foram descobertos no Peru, revelando uma maneira única de se tratar os mortos que nunca havia sido documentada na região, de acordo com um novo estudo. Uma equipe internacional de pesquisadores que trabalha no Vale de Chincha, na costa sul do Peru,  encontrou a maioria das “vértebras nas estacas” em grandes sepulturas indígenas conhecidas como “chullpas”, que datam de centenas de anos na época em que os europeus colonizadores estavam presentes no país sul-americano. Das 192 vértebras encontradas dessa forma na região, os arqueólogos descobriram que, em quase todos os casos, elas foram feitas a partir dos restos de um único indivíduo, de acordo com o estudo publicado na terça-feira (2) na  revista de arqu...

Perú presenta varios niños momificados y restos esqueléticos de adultos, al parecer sacrificados en un ritual funerario hace más de 1.000 años

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23 feb 2022 Los restos estarían relacionados con la momia "cubierta con soguillas", encontrada en el interior de una cámara funeraria subterránea el año pasado en el sitio arqueológico de Cajamarquilla. Arqueólogos de la Universidad Nacional Mayor de San Marcos (UNMSM) de Lima presentaron los más recientes hallazgos funerarios recuperados del complejo arqueológico de Cajamarquilla, situado al este de la capital peruana. Se trata de los restos de  ocho niños y 12 adultos , posiblemente sacrificados, cerca de la tumba de una momia  descubierta  en noviembre pasado, según  informó  este martes la institución. De acuerdo con el profesor Pieter Van Dalen Luna, responsable del proyecto de investigación, los menores estaban  momificados  y envueltos en varias capas de piezas textiles (fardo funerario). Los cuerpos de los restantes se encontraron en  estado esquelético . Estudios preliminares de arqueología forense apuntan a que los niños habrí...

A tecnologia inovadora que alimentou o Império Inca

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Shafik Meghji - BBC Travel 21 janeiro 2022 No século 15 e início do 16, uma pequena ilha no lago Titicaca era um dos locais religiosos mais importantes da América do Sul. Reverenciada como o local de nascimento do Sol, da Lua e da dinastia Inca, Isla del Sol ("Ilha do Sol") atraía peregrinos de toda parte dos Andes. Há alguns anos, segui os passos deles, pegando um barco na cidade boliviana de Copacabana para atravessar as águas agitadas do lago, que fica a 3.812m de altitude, sendo o único lugar do planeta que um viajante pode "sofrer de enjoo no mar e mal da altitude ao mesmo tempo", de acordo com o explorador britânico Percy Harrison Fawcett, que o visitou no início do século 20. Após atracar na costa nordeste de Isla del Sol, segui uma trilha centenária passando por uma série de ruínas incas e pré-incas — tambos (estalagens), santuários, templos, praças, altares e um complexo cerimonial que inclui Titikala, um afloramento de arenito de onde o deus cria...

O que piolhos de múmias revelam sobre povos da América do Sul há 2 mil anos

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Por: Daniel González Cappa BBC News Mundo -  18 janeiro 2022 Em uma cena do filme Jurassic Park - Parque dos Dinossauros, do diretor Steven Spielberg, o milionário filantropo John Hammond explica a um grupo de cientistas como sua equipe encontrou um mosquito fossilizado em âmbar. A descoberta permitiu que eles extraíssem DNA de dinossauros, conservado intacto por mais de 65 milhões de anos. Claro que isso acontece porque é um filme de ficção científica. "Na verdade, você não pode extrair DNA preservado em âmbar", diz Maria Alejandra Perotti, professora de biologia de invertebrados da Universidade de Reading, na Inglaterra. Mas isso não significa que a técnica em si não seja viável. Isso é precisamente o que Perotti conseguiu. Assim como Hammond, ela foi capaz de extrair DNA, não de dinossauros e mosquitos, mas de humanos antigos e piolhos. Perotti, uma argentina que trabalha na Inglaterra há quase 20 anos, estuda a importância científica e histórica entre invertebra...

Arqueologia Americana... e muito mais!

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 Visite o Clube de Autores, e conheça minha página de Escritor: Dalton Delfini Maziero - Clube de Autores 

El arte rupestre, un sistema de comunicación

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La antropóloga María Pía Falchi, investigadora del Instituto Nacional de Antropología y Pensamiento Latinoamericano (INAPL), explica a qué se llama arte rupestre, cuáles son sus manifestaciones estéticas y cómo se preserva. 04/01/2022 María Pía Falchi  es licenciada en Ciencias Antropológicas con especialización en Arqueología (UBA) e investigadora del  Instituto Nacional de Antropología y Pensamiento Latinoamericano (INAPL) , a cargo del Programa de Documentación y Preservación de Arte Rupestre Argentino (DOPRARA). Forma parte del equipo del Registro Nacional de yacimientos, colecciones y objetos arqueológicos (RENYCOA) y se desempeña como docente en la Universidad Nacional de las Artes. Su especialidad es el arte rupestre y toda forma de manifestación estética. A lo largo de su carrera realizó trabajos de campo en las provincias de Jujuy, Catamarca, Salta, La Rioja, San Juan y La Pampa. Sus trabajos de investigación fueron publicados en revistas nacionales e internacio...

Cultura Trincheras, los primeros agricultores del desierto sonorense

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“Sonora, paraíso de arqueólogos, antropólogos y paleontólogos” 29/12/2021 Por:  MC Martín I. Bustillo-Ruíz Ubicada en uno de los 72 municipios del estado de Sonora, la población de Trincheras alberga varios de los tesoros arqueológicos más importantes del noroeste de México y suroeste de los Estados Unidos de América. El “complejo cultural Trincheras” (10) como se le conoce, resulta de un valor incalculable en el conocimiento de las civilizaciones que nos antecedieron en estas tierras semidesérticas. Fue el capitán español Juan Mateo Mange a finales del siglo XVII quien le dio por primera vez ese nombre a esta zona arqueológica, pero se desconoce cómo lo denominaban sus habitantes prehispánicos (12) Destacan entre la cultura Trincheras, el “Cerro de Trincheras” con sus 900 terrazas construidas en una inmensa superficie de más de 100 Hectáreas,  “un centro regional tan importante como lo fue Paquimé”,  en Chihuahua (6), a decir de la Dra. Elisa Villalpando. Así tam...